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Tamanduá-mirim é resgatado pela Polícia Ambiental após fugir de incêndio que atingiu área rural em Marabá Paulista


Um tamanduá-mirim foi resgatado pela Polícia Militar Ambiental após fugir de um incêndio que atingiu uma área rural, em Marabá Paulista (SP). A ocorrência foi divulgada nesta sexta-feira (27).

De acordo com a polícia, a equipe foi chamada para ir até um sítio no município e o proprietário informou que o animal apareceu em sua propriedade depois que uma área vizinha foi atingida pelo fogo.

Ainda de acordo com o sitiante, o tamanduá-mirim apareceu com o focinho sangrando, com ferimentos pelo corpo e aparentava estar debilitado.

A Polícia Ambiental efetuou a captura do animal, que foi encaminhado para o Hospital Veterinário da Cidade da Criança, em Presidente Prudente (SP). Lá, ele foi medicado e seguirá em tratamento até que esteja em condições de voltar à natureza.

Tamanduá-mirim é resgatado pela Polícia Ambiental após fugir de incêndio — Foto: Polícia Ambiental

Tamanduá-mirim é resgatado pela Polícia Ambiental após fugir de incêndio — Foto: Polícia Ambiental

O tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla) mede entre 87 e 110 centímetros e pode pesar até sete quilos, com uma cauda preênsil. Apresenta coloração predominantemente amarelada, com duas manchas pretas que se estendem dos ombros até a região posterior do corpo.

A cabeça tem um focinho alongado e uma língua longa e protrátil. Possui quatro dedos nos membros anteriores, com garras longas em três destes, e cinco dedos nos posteriores, com garras curtas em cada. Assim como todos os tamanduás, não possui dentes.

Tamanduá-mirim é resgatado pela Polícia Ambiental após fugir de incêndio — Foto: Polícia Ambiental

Tamanduá-mirim é resgatado pela Polícia Ambiental após fugir de incêndio — Foto: Polícia Ambiental

Ele é encontrado em todo o Brasil e também na Colômbia, na Venezuela, na Guiana, no Suriname, na Guiana Francesa, no Equador, no Peru, na Bolívia, no Paraguai, no Uruguai e na Argentina. Seu habitat é formado por áreas de floresta amazônica, Mata Atlântica, caatinga e savanas, como o cerrado.

Insetívoro, alimenta-se de cupins, formigas, abelhas e mel. Sua gestação é de 160 dias, nascendo 1 filhote. O tamanduá-mirim é uma das três espécies da família que ocorre no Brasil, sendo as outras duas o tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) e o tamanduaí (Cyclopes didactylus).

Quando se sente ameaçado, fica em posição ereta, apoiado sobre os membros posteriores e a cauda, deixando as garras das patas anteriores livres para golpear qualquer atacante. Costuma repousar em tocas durante as horas mais quentes do dia. A mancha negra em sua pelagem lhe confere o nome de tamanduá-de-colete em algumas regiões.

Tamanduá-mirim é resgatado pela Polícia Ambiental após fugir de incêndio — Foto: Polícia Ambiental

Tamanduá-mirim é resgatado pela Polícia Ambiental após fugir de incêndio — Foto: Polícia Ambiental


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