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Após prisões de suspeitos, Polícia Civil identifica 13 vítimas do golpe do cartão clonado e estima prejuízo de R$ 150 mil


A Polícia Civil, em Presidente Prudente (SP), através da Central de Polícia Judiciária (CPJ), identificou, nas três últimas semanas, 13 vítimas do denominado golpe da “falsa clonagem de cartão bancário”, geralmente aplicado contra pessoas idosas.

O delegado da CPJ, Mateus Nagano da Silva, informou ao g1 que o prejuízo das vítimas atingiu o valor aproximado de R$ 150 mil.

Tais resultados ocorreram após duas prisões em flagrante ocorridas em Presidente Prudente, respectivamente, nos dias 3 e 17 de setembro.

A primeira prisão em flagrante foi efetuada pela CPJ de Presidente Prudente. Na ocasião, um suspeito foi preso. A segunda, realizada pela Polícia Militar, um suspeito foi preso. O comparsa, já identificado, fugiu.

Os dois inquéritos policiais ainda tramitam na CPJ e prosseguem com as diligências, visando identificar mais vítimas, bem como obter provas de outros suspeitos que integram o grupo criminoso especializado em cometer tais golpes.

A Polícia Civil orienta que nenhuma pessoa entregue os cartões bancários e senhas particulares a desconhecidos.

Polícia Civil prendeu no dia 3 de setembro um suspeito de aplicar o golpe do cartão clonado e causar prejuízo de pelo menos R$ 14 mil às vítimas, em Presidente Prudente — Foto: Polícia Civil

Polícia Civil prendeu no dia 3 de setembro um suspeito de aplicar o golpe do cartão clonado e causar prejuízo de pelo menos R$ 14 mil às vítimas, em Presidente Prudente — Foto: Polícia Civil

Criminosos contatam idosos via telefone fixo e, se passando por funcionário de instituições bancárias, os induzem a erro, tais como entregar o cartão a motoboy, ou ainda a realizar depósitos.

Em muitos casos, um comparsa continua a conversa com a vítima, dando a entender que são pessoas idôneas. Outra forma de conquistar a confiança da vítima é realizar procedimentos normalmente utilizados pelos bancos, como, por exemplo, escrever uma carta informando uma compra indevida.

Segundo a polícia, existem outras artimanhas utilizadas pelos criminosos, por isso é preciso sempre desconfiar de qualquer contato, sempre buscando pessoalmente auxílio da instituição bancária.

Para evitar esse tipo de estelionato, a Polícia Civil orienta que em caso de ligação telefônica de pessoa que se identifica como funcionário de instituição bancária, que seja desligado o telefone e que o correntista procure a agência de sua instituição bancária e trate de problemas envolvendo a sua conta e cartões diretamente com seu gerente de maneira presencial.

Na impossibilidade, que a pessoa realize ligação no número que consta no verso do cartão de crédito através de linha telefônica diversa daquele do primeiro contato e que jamais entregue o cartão bancário (mesmo que cortado) a qualquer pessoa que queira buscar na residência, nem forneça seus dados pessoais como nome, data de nascimento, nome dos pais e endereço.

Mais informações sobre modalidades de estelionato podem ser obtidas através da cartilha “Golpe? Tô Fora!”, que foi desenvolvido pela Polícia Civil.



Fonte: G1

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