Mega-Sena acumula para R$ 50 milhões; confira os números sorteados


Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.046 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (18). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 50 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados são: 16 – 23 – 24 – 33 – 36 – 52

  • 38 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 50.460,11 cada
  • 3.041 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.039,35 cada

Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (20), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.





Fonte: Agência Brasil

Anac suspende quatro empresas de voos panorâmicos que operavam no Rio


A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) suspendeu quatro empresas de voos panorâmicos que operavam na cidade do Rio de Janeiro. O balanço foi divulgado nesta terça-feira (18) em entrevista coletiva na sede do Centro de Operações e Resiliência (COR) da prefeitura do Rio, na região central da capital fluminense.

A Anac intensificou, na última semana, as ações de fiscalização em empresas e aeronaves que operam voos panorâmicos na cidade. Segundo a agência reguladora, atualmente, 12 empresas autorizadas utilizam 46 aeronaves nessa atividade. Os dados apurados nas operações até esta segunda-feira (17) mostram que, das 12 empresas, nove foram fiscalizadas. Dessas, quatro tiveram os serviços suspensos.

“Estamos falando de 50% até hoje das atividades de voos panorâmicos do Rio de Janeiro que estão com algum tipo de irregularidade. Esse é um número preocupante e altíssimo”, apontou  o diretor-presidente da agência, Tiago Chagas Faierstein.

Entre as 46 aeronaves, 18 passaram por fiscalização e nove foram suspensas. As operações incluem auditorias nos Sistemas de Gerenciamento da Segurança Operacional (SGSO) e a verificação do cumprimento de procedimentos operacionais, vistorias e inspeções técnicas em aeronaves.

As ações aumentaram após uma solicitação da prefeitura do Rio diante dos acidentes de helicópteros que ocorreram na capital fluminense nos últimos meses. “As fiscalizações são ações ordinárias da Anac. No entanto, diante dos fatos ocorridos na cidade do Rio de Janeiro nos últimos meses, foi necessário o reforço nas ações, especialmente em relação às empresas que oferecem serviços de voos panorâmicos”, disse Faierstein, que participou da entrevista coletiva ao lado do prefeito Eduardo Cavaliere.

Integração

A prefeitura do Rio e a Anac realizam um trabalho conjunto para organizar o uso de helicópteros em voos panorâmicos na cidade. O acerto é resultado de um pedido da administração municipal após acidentes com esse tipo de aeronave.

“Desde janeiro, infelizmente perdemos 13 vidas aqui na cidade do Rio de Janeiro envolvendo acidentes aéreos com helicópteros, que obviamente despertam alerta e chamam atenção e fazem com que a população, a sociedade e as autoridades públicas alertem em relação a este tema”, disse o prefeito. “As fiscalizações reforçam o compromisso da Anac com a segurança dos passageiros e a regularidade das operações de voo”, completou.

A administração municipal e a Anac estão trabalhando em conjunto para reduzir os riscos nos voos panorâmicos, que estão sendo mais procurados, de acordo com o prefeito, em consequência do aumento dos turistas na cidade.

“Com muito orgulho temos aeroportos sólidos, com volume grande de voos. A gente tem recebido cada vez mais turistas, parte do que a gente está discutindo aqui tem a ver com isso. Saíram dados, hoje, de recorde histórico do Brasil de turistas novamente. Isso obviamente foi puxado pelo Galeão”, observou o prefeito.

“A prefeitura fez um trabalho de olhar a parte de autorização, exploração de atividade econômica e, nesse acordo com a prefeitura, pretendemos integrar a troca de informações para sermos mais fortes na fiscalização do Rio de Janeiro”, explicou o diretor-presidente da Anac.


 Reforço na fiscalização de voos panorâmicos no Rio, Foto: : Fabio Motta/ Prefeitura do Rio
 Reforço na fiscalização de voos panorâmicos no Rio, Foto: : Fabio Motta/ Prefeitura do Rio

O diretor-presidente da Anac, Tiago Chagas Faierstein; o prefeito Eduardo Cavaliere; e o presidente da Câmara de Vereadores do Rio, Carlo Caiado, durante coletiva sobre a fiscalização de voos panorâmicos – Foto: Fabio Motta/Prefeitura do Rio

Faierstein assegurou que a agência tem o compromisso de fiscalizar constantemente as empresas e os helicópteros que operam voos panorâmicos no Rio. Segundo ele, essas ações são sigilosas e envolvem um trabalho de inteligência.

“Vão continuar acontecendo até que se fiscalize todas e de maneira frequente e permanente”, informou, adiantando ao prefeito que a Anac vai fiscalizar também as operações de táxi-aéreo e as empresas de manutenção no Rio de Janeiro.

“Vamos fiscalizar todas as empresas de manutenção, porque às vezes o problema não é no helicóptero que está fazendo o voo, mas na empresa que fez a manutenção de maneira errada ou que burlou algum documento de manutenção. Vamos fiscalizar todo esse ecossistema para garantir e ter certeza que voar de helicóptero no Rio de Janeiro e no Brasil é seguro”, disse.

O diretor-presidente lembrou que existem empresas sérias que cumprem os regulamentos e estão fazendo os seus trabalhos de forma correta com autorização para realizar voos de maneira segura. “Mas o que temos que combater é quem está operando de maneira irregular”, reforçou.

Faierstein reconheceu que o órgão não tem condições de fiscalizar todas as empresas e voos panorâmicos no país, por isso, apontou que é necessário receber auxílio de quem participa da atividade. “A aviação é feita por camadas. Tem o piloto com sua responsabilidade, a empresa, o órgão regulador, os fabricantes de peças de aeronaves. Todas essas camadas funcionando juntas são o que torna a aviação segura não só no Brasil, mas no mundo”, afirmou.

O diretor-presidente também chamou a atenção para a importância da participação dos próprios usuários de voos panorâmicos. “As pessoas podem denunciar o que está acontecendo. É importante falar que temos uma plataforma chamada Voe Seguro, onde o usuário pode botar o prefixo da aeronave e saber se aquela que está entrando é autorizada para a atividade. A gente precisa que as pessoas consultem.”

Revisão regulatória

Faierstein anunciou que a Anac vai fazer a revisão do Regulamento Brasileiro da Aviação Civil 136 (RBAC 136), cujo foco são operações de voos panorâmicos. A intenção é aprimorar os requisitos de segurança operacional, considerando a evolução do setor, as características regionais e as boas práticas internacionais. A revisão vai alcançar os requisitos organizacionais das empresas, qualificação de tripulações, manutenção e gestão da segurança operacional. A agência conta com a participação social e consulta pública.

O secretário municipal da Casa Civil, Leandro Matieli, informou que a prefeitura suspendeu o uso do heliponto da Lagoa por empresas de voo panorâmico. Conforme explicou, a partir do acidente com o helicóptero que caiu na Floresta da Tijuca, no dia 8 de agosto, e provocou a morte de três turistas chilenas e do piloto, a administração municipal identificou que cinco empresas que tinham autorização de operação por meio do RBAC 136, exclusivo para voos panorâmicos, não obedeciam ao regulamento de partir e retornar de um mesmo ponto.

“Identificamos a possibilidade de essas empresas estarem burlando a norma e utilizando o próprio heliponto da Lagoa para desembarque de passageiros. A partir do momento que identificamos isso, foi informado às empresas, e no Diário Oficial de segunda-feira suspendemos a operação nesse heliponto. Desde o início da semana, essas cinco empresas estão proibidas de operar no heliponto da Lagoa”, disse.

Além da queda do helicóptero na Floresta da Tijuca, duas aeronaves se chocaram no ar e caíram no bairro do Recreio dos Bandeirantes, zona sudoeste do Rio de Janeiro, no dia 14 de junho. Nesse acidente, morreram seis pessoas.




Fonte: Agência Brasil

Contran aprova novas regras para fiscalização da Lei Seca


O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou nesta segunda-feira (17) novas regras para os procedimentos de fiscalização da Lei Seca (Lei nº 11.705/2008), que busca inibir o consumo de bebidas alcoólicas por motoristas em todo o Brasil.

Segundo a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, os conselheiros não criaram nenhum novo tipo de infração, limitando-se a atualizar e regulamentar alguns procedimentos de fiscalização em vigor desde 2013.

Com a nova regulamentação, os conselheiros estabeleceram critérios claros para a triagem de condutores, bem como para a aplicação dos testes de presença de álcool e/ou de outras substâncias psicoativas e para os retestes.

A resolução também define novos critérios para o uso dos equipamentos de fiscalização e prevê a atualização do Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito, para padronizar a atuação dos agentes de trânsito em casos em que os condutores se recusem a se submeter ao teste de alcoolemia.

“Para o condutor que não realizar o procedimento, a regulamentação diferencia os enquadramentos; disciplina como cada situação deve ser registrada e determina que, em uma mesma abordagem, não sejam lavrados simultaneamente autos de infração por dirigir sob influência de álcool ou outras substâncias psicoativas e por se recusar ao exame comprobatório destinado a verificar essa condição”, antecipou a Secom.

Ainda de acordo com a secretaria, as novas regras nacionais já são aplicadas nas operações nacionais da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e em vários estados, como Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

Triagem e reteste

A resolução institui uma fase de triagem durante as operações de fiscalização de trânsito, durante a qual o órgão responsável poderá empregar o pré-teste ou o teste passivo de alcoolemia.

“O resultado dessa primeira verificação terá caráter exclusivamente orientativo e, isoladamente, não poderá fundamentar autuação ou caracterizar a condução sob influência de álcool”, informou a Secom, explicando que, nesses casos, será necessária a continuidade das avaliações probatórias previstas na norma.

A nova regra determina em quais situações o reteste deverá ser realizado. “A medida será necessária quando algum fator técnico ou operacional comprometer a obtenção de um resultado válido, inclusive para afastar eventual detecção de álcool residual no trato respiratório superior”, acrescentou a Secom.

Caso o motorista alegue ter ingerido algum produto que possa ter deixado temporariamente resíduos de álcool na boca, como bombons de licor, enxaguantes bucais e pão de forma, uma nova avaliação terá que ser feita “posteriormente”, antes de qualquer conclusão.

Nos casos em que registrarem auto de infração, os agentes de fiscalização deverão anotar ao menos dois sinais observados que confirmem a alteração da capacidade psicomotora do condutor.

A nova resolução estabelece que, para identificar outras substâncias além do álcool, os servidores dos órgãos de trânsito poderão usar equipamentos tecnicamente certificados por organismos certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). A regulamentação estabelece os procedimentos para o uso desses equipamentos, sem vincular a fiscalização a uma tecnologia ou ferramenta específica.

A resolução entrará em vigor assim que for publicada no Diário Oficial da União ─ o que, segundo a Secom, deve ocorrer em breve ─, com exceção das alterações que atualizam as fichas de fiscalização e os códigos de enquadramento das infrações, que começam a valer 60 dias após a publicação. Durante esse período, continuarão em uso os códigos atualmente vigentes.

Para explicar as principais mudanças resultantes da resolução, a Secom elaborou um texto com perguntas e respostas básicas sobre a medida. Veja abaixo os principais esclarecimentos.

O que são substâncias psicoativas?

São substâncias capazes de alterar o funcionamento do sistema nervoso central e comprometer a capacidade de dirigir, como substâncias ilícitas e outras substâncias que determinem dependência.

O equipamento identifica qual substância foi consumida?

Sim. A Resolução prevê que o auto de infração deverá conter, entre outras informações, o tipo de substância detectada pelo equipamento.

O equipamento informa a quantidade da substância?

Não. O resultado é qualitativo, indicando a presença da substância psicoativa, e não sua concentração.

Os equipamentos poderão ser utilizados imediatamente?

A utilização dependerá da disponibilidade dos órgãos fiscalizadores e da existência de equipamentos certificados conforme os requisitos estabelecidos pela Resolução.

Somente poderão ser utilizados equipamentos certificados no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (SBAC), por organismo regulado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

A pessoa poderá se recusar a realizar o teste?

A recusa continua sujeita às consequências previstas no art. 165-A do CTB, conforme disciplinado pela Resolução. E os agentes de fiscalização ainda poderão usar os sinais de alteração da capacidade psicomotora, pois a verificação dos sinais permanece como um dos meios de fiscalização previstos na Resolução.

O bafômetro deixa de existir?

Não. O etilômetro continua sendo utilizado normalmente para fiscalização do consumo de álcool. A novidade é a inclusão de equipamentos específicos para outras substâncias psicoativas.

A fiscalização pode ser realizada mesmo sem o novo equipamento?

Sim. A verificação dos sinais de alteração da capacidade psicomotora continua sendo um dos meios legalmente previstos para a fiscalização, assim como o etilômetro nos casos de consumo de álcool.

*Com informações divulgadas pela SECOM/Presidência




Fonte: Agência Brasil

Morre atriz Laura Cardoso aos 98 anos, em São Paulo


A atriz Laura Cardoso morreu aos 98 anos em São Paulo. A informação foi confirmada nesta terça-feira (18) em seu perfil oficial na rede social Instagram.

O velório começou às 8h e segue até as 14h na Funeral Home, localizada na Rua São Carlos do Pinhal, 376, bairro Bela Vista, na capital paulista.

Nascida Laurinda de Jesus Balleroni, Laura Cardoso faria 99 anos em setembro. Ao longo de sua carreira, interpretou mais de 60 personagens na televisão, incluindo dona Izaura, na novela Mulheres de Areia, Guiomar, em A Viagem, e Sinhana Coragem, em Irmãos Coragem.

As últimas aparições de Laura na televisão foram como dona Sinhá, em Sol Nascente, e como Caetana de Souza, em O Outro Lado do Paraíso, já aos 90 anos.

Homenagens

Nas redes sociais, diversos nomes da dramaturgia brasileira lamentaram a morte de Laura e homenagearam a trajetória da atriz.

“Laura era gigante, compulsiva e tinha um talento que não cabia em seu corpo pequeno”, escreveu o ator Miguel Falabella, ao postar uma foto ao lado da atriz.

O ator Ary Fontoura se referiu à atriz como “amiga querida” e “companheira de tantas caminhadas”. “Essa luz, esse sorriso e esse brilho jamais serão esquecidas.”

A atriz e cantora Zezé Motta postou uma foto de Laura e destacou que a arte brasileira se despede “de uma de suas maiores damas”. “Laura foi grande, foi inteira, foi eterna”.





Fonte: Agência Brasil

Petrópolis: ônibus não podia fazer transporte interestadual, diz ANTT


O ônibus de placa AKY-3454, envolvido no acidente que provocou a morte de 10 pessoa neste domingo (16), não está habilitado nos sistemas da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para fazer transporte interestadual de passageiros. A informação é do órgão regulador.

“Diante das informações disponíveis até o momento, a operação é caracterizada como transporte clandestino de passageiros”, acrescentou em nota a ANTT.

O coletivo com a identificação Estrela Guia Turismo saiu de Belo Horizonte e tinha como destino o bairro de Copacabana, quando tombou em Petrópolis na madrugada do domingo.

De acordo com a Agência, o veículo está registrado em nome da Dinna Ellles Turismo, com comunicação de venda para a PIT Tur Transportes Ltda. “Nenhuma das duas empresas está habilitada pela ANTT”, indicou.

Ainda conforme a ANTT, também não foi localizada empresa habilitada com o nome Estrela Guia Turismo, que seria a responsável pela viagem. “O ônibus apresenta ainda adesivo da ANTT em nome da empresa Samara, que também está inapta”, completou.

Em resposta à nota da ANTT, o advogado Aroldo Leão Braz, da assessoria jurídica da Estrela Guia, informou que a empresa não fará manifestações sobre o caso. “Eventuais esclarecimentos e manifestações serão apresentados oportunamente nos autos dos processos dos quais a empresa venha a fazer parte”, relatou.

Vítimas

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), 56 pessoas estavam a bordo, entre elas o motorista e dois ajudantes. O Hospital Santa Teresa, em Petrópolis, informou que recebeu 11 vítimas do acidente.

“Do total, seis pacientes receberam atendimento e tiveram alta, com as devidas orientações médicas. Outros cinco permanecem internados e seguem sob os cuidados das equipes assistenciais”, acrescentou.

Já a Prefeitura de Duque de Caxias disse que o Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes recebeu 14 vítimas do tombamento. Segundo a unidade, Alessandra Pereira, 34 anos, morreu às 7h56, quando recebia os primeiros socorros.

A direção do HMAPN, disse também que dos 13 pacientes socorridos para a unidade, oito receberam alta hospitalar. “Seguem internados no HMAPN duas crianças (meninas) com quadro estável de saúde; três adultos (duas mulheres e um homem), todos com quadro estável de saúde”.

Polícia Civil

Na nota, a Secretaria de Estado da Polícia Civil (Sepol) apontou ainda que os corpos de nove vítimas foram encaminhados ao Posto Regional de Polícia Técnico-Científica (PRPTC) de Petrópolis, onde passaram por exames periciais.

“Elas foram identificadas como: Jhennifer Ferreira Carvalho, de 33 anos, Lavinia Eduarda Souza Dias, de 7 anos, Luciana Ferreira Carvalho, de 53 anos, Ketelyn Polyane Alves de Oliveira, de 19 anos, Keyla Perucci da Silva, de 35 anos, Priscilla de Souza Braz, de 33 anos, Natália Fimiano de Barros, de 34 anos, Dayanna de Lima Viana, de 36 anos, e Vânia Elida de Jesus Crispim, de 33 anos”, revelou.

Segundo a Sepol, ainda não há a identificação da décima vítima.

Pesar e apoio

Também em nota, a Estrela Guia manifestou “profundo pesar pelo grave acidente ocorrido e se solidariza com as vítimas, seus familiares e todos os envolvidos neste momento de profunda dor e consternação”.

A empresa afirmou que presta apoio às famílias das vítimas, “inclusive colaborando com o translado dos corpos para seus locais de destino, bem como disponibilizando suporte para o transporte dos sobreviventes até suas respectivas residências, conforme as necessidades de cada família”.




Fonte: Agência Brasil

Defesa Civil reconhece situação de emergência em oito municípios do RS


A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil reconheceu a situação de emergência em oito municípios do Rio Grande do Sul afetados por desastres naturais.

A Portaria nº 2.606, publicada nesta segunda-feira (17) no Diário Oficial da União, abrange municípios atingidos por chuvas intensas, granizo e inundações nos meses de julho e agosto. Veja a lista completa.

Com a medida, as prefeituras podem solicitar recursos federais para ações de assistência à população, restabelecimento de serviços essenciais e recuperação das áreas afetadas.

Entre os municípios que tiveram a situação de emergência reconhecida por causa de chuvas intensas estão Água Santa, Anta Gorda, Ernestina, General Câmara, Porto Xavier e Vila Maria. O município de Redentora foi afetado por queda de granizo, enquanto São José do Hortêncio registrou inundações.

Recursos

O reconhecimento federal é uma etapa necessária para que os municípios tenham acesso a apoio complementar da União.

Após a aprovação dos planos de trabalho apresentados pelas administrações locais, os recursos podem ser destinados a medidas como distribuição de cestas básicas, fornecimento de água potável, kits de limpeza e higiene, além da recuperação da infraestrutura pública danificada.




Fonte: Agência Brasil

Fenômeno das bikes elétricas é tema do Caminhos da Reportagem


Em oito anos, o número de bicicletas elétricas, autopropelidos e ciclomotores em circulação no país cresceu 37 vezes, saltando de 7,6 mil em 2016 para 284 mil em 2024, segundo dados do setor. O programa, que vai ao ar nesta segunda-feira (17) às 23h na TV Brasil, mostra o que está por trás desses números impressionantes e como as cidades estão lidando com o fenômeno.

Esses veículos, que já fazem parte do dia a dia das grandes cidades brasileiras, como Rio de Janeiro e São Paulo, podem ser encarados como solução para pequenos deslocamentos nesses locais, mas também representam riscos para quem convive com esse novo meio de transporte.

“A população, de forma espontânea, foi comprando e utilizando cada vez mais e aí a gente entra nas discussões de como é que tá sendo esse uso, que tem crescimento muito grande e acaba tendo conflitos em relação ao uso, diz Luiz Saldanha, diretor executivo da Aliança Bike, que representa organizações do setor, como lojistas e fabricantes.

Para ele, a população já entendeu que é um veículo que soluciona problemas. “Falta entender como é que a gente consegue encaixar esses veículos e ordená-los no dia-a-dia”.

Os conflitos entre esses veículos mais leves e outros mais pesados já gerou tragédias, como a morte do menino Chico, de 9 anos, e sua mãe, em uma rua da zona norte do Rio de Janeiro. Eles estavam em um autopropelido quando foram atropelados por um ônibus, em março deste ano.

“Muitas vezes a gente pensa: “Ah, isso acontece muito pouco.  Quantos casos você sabe? Mas basta ser o seu que vai ser doloroso, né? Então, acho que a gente perde isso de perspectiva, que um dia pode ser a gente”, conta o pai de Chico, o roteirista Vinicius Cacofonias.

O uso desses veículos é regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A resolução mais atual data de 2023. Ela diferencia os veículos em três categorias principais. A primeira dela é a das bicicletas elétricas, que precisam da propulsão humana e oferecem apenas o chamado pedal assistido que, com um motor, ajuda o ciclista a acelerar o veículo.

A segunda é a dos autopropelidos, com pedal ou não, que não necessitam da propulsão humana para acelerar e cuja velocidade não pode ultrapassar os 32 km/h. Por fim, os ciclomotores também prescindem da propulsão humana, mas podem chegar até os 50 km/h.

As duas primeiras categorias não exigem habilitação do condutor nem licenciamento do veículo. Já os ciclomotores exigem habilitação categoria A ou autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC), além de demandar registro e licenciamento do veículo.

Para Raphael Pazos, da Comissão de Segurança do Ciclismo do Rio de Janeiro, uma organização não governamental carioca que advoga por um trânsito mais seguro para ciclistas, acredita ser um erro não exigir habilitação para conduzir um autopropelido.

“A resolução do Contran 966 de 2023 alterou a nomenclatura de certos dispositivos de mobilidade, autorizando o que antigamente era proibido. O que antes era um ciclomotor, da noite para o dia virou um autopropelido e foi autorizado a ser utilizado em calçada e em infraestruturas cicloviárias”, afirma. “Agora qualquer um, principalmente crianças de 13, 14, 15 anos, podem adquirir esse equipamento e pior, conduzi-los numa pista”.

Professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), Marcus Quintella diz que as cidades precisam se adaptara  esses veículos. “As cidades não estão prontas. Elas não foram planejadas para essas modernidades. Então, o que está acontecendo hoje são adaptações”, ressalta. “A bicicleta, desde a convencional até o ciclomotor, já representa uma fatia muito importante da matriz de transporte urbano. Você não pode também ser rigoroso de forma que vá impedir a micromobilidade, mas também não pode deixar que isso caia numa situação descontrolada”.




Fonte: Agência Brasil

Vítimas de tombamento de ônibus em Petrópolis são do sexo feminino


Uma décima morte foi confirmada no tombamento de um ônibus no Km 91 da BR-040, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, na madrugada deste domingo (16). Todas as vítimas são do sexo feminino, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), mas ainda não há informações sobre as idades.

Oito mortes no local do incidente foram informadas inicialmente. Uma pessoa foi a óbito no Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, e, segundo a PRF, a décima pessoa morreu em uma unidade de pronto atendimento de Petrópolis.

O coletivo da empresa Estrela Guia Turismo saiu de Belo Horizonte e tinha como destino o bairro de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. O veículo transportava 47 pessoas e tombou por volta das 4h30.

O incidente impactou o fluxo de veículos na rodovia, que só teve a pista liberada pouco depois das 7h da manhã.

Segundo as primeiras informações da PRF, os feridos foram encaminhadas para o Hospital Santa Teresa, em Petrópolis, para o Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, e para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. A Secretaria de Estado de Saúde do Rio, entretanto, disse que a direção do Getúlio Vargas não registrou a entrada de vítimas na unidade.

De acordo com a Prefeitura de Duque de Caxias, 14 feridos foram levados para o Adão Pereira Nunes, dos quais um foi a óbito. Os demais ainda recebiam atendimento na unidade no início da tarde deste domingo.

O Hospital Santa Teresa confirmou ter recebido nove pacientes feridos no tombamento, mas não divulgou detalhes individuais sobre o estado de saúde das vítimas. Segundo o hospital, eles são atendidos por equipes multiprofissionais, conforme os protocolos de assistência e classificação de risco.




Fonte: Agência Brasil

Mega-sena acumula para R$ 45 milhões; confira os números


O prêmio da Mega-Sena acumulou para R$ 45 milhões na manhã deste domingo (16), segundo a Caixa Econômica Federal. 

Os números sorteados no Concurso 3045 foram 23, 29, 33, 42, 43 e 57.

Um total de 22 apostas conseguiu acertar cinco dezenas e levou o prêmio de R$ R$ 89.393,18. Mais 2.912 apostas tiveram quatro acertos e faturaram R$ 1.113,23.

Novas apostas podem ser feitas até as 19h de terça-feira (18). Às 20h, ocorrerá o sorteio no Espaço da Sorte, em São Paulo.




Fonte: Agência Brasil

Nove pessoas morrem em tombamento de ônibus em Petrópolis


O tombamento de um ônibus no Km 91 da BR-040, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, deixou nove mortos na madrugada deste domingo (16). Oito mortes foram informadas inicialmente pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), e mais uma pessoa foi a óbito no Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias.

O coletivo da empresa Estrela Guia Turismo saiu de Belo Horizonte e tinha como destino o bairro de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. O veículo transportava 47 pessoas e tombou por volta das 4h30.

O incidente impactou o fluxo de veículos na rodovia, que só teve a pista liberada pouco depois das 7h da manhã.

Segundo a PRF, os feridos foram encaminhadas para o Hospital Santa Teresa, em Petrópolis, para os Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, e para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. A Secretaria de Estado de Saúde do Rio, entretanto, disse que a direção do Getúlio Vargas não registrou a entrada de vítimas na unidade.

Segundo a Prefeitura de Duque de Caxias, 14 vítimas foram levadas para o Adão Pereira Nunes, das quais uma foi a óbito. As demais ainda recebiam atendimento na unidade o início da tarde deste domingo.

O Hospital Santa Teresa confirmou ter recebido nove pacientes feridos no tombamento, mas não divulgou detalhes individuais sobre o estado de saúde das vítimas. Segundo o hospital, eles são atendidos por equipes multiprofissionais, conforme os protocolos de assistência e classificação de risco.

*Número de mortos atualizado às 12h20.




Fonte: Agência Brasil