Ninguém acerta concurso 2.674 da Mega e prêmio vai a R$ 16 milhões


Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.674 da Mega-Sena. O sorteio foi realizado na noite dessa quinta-feira (11), em São Paulo. O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 16 milhões.

Veja os números sorteados: 08 – 14 – 15 – 21 – 23 – 46.

A quina teve 49 apostas vencedoras, e vai pagar a cada um dos ganhadores R$ 30.629,56. Já a quadra registrou 2.605 apostas ganhadoras. Cada acertador vai receber um prêmio de R$ 823,05.

As apostas para o concurso 2.675, a ser realizado neste sábado (13), podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.




Fonte: Agência Brasil

IML aponta que influenciador morreu por overdose de entorpecentes


A Polícia Civil de São Paulo informou nesta quinta-feira (11) que o laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou que o influenciador Carlos Henrique Pires Medeiros, de 26 anos, morreu por intoxicação provocada pelo uso de entorpecentes, ou seja, por uma overdose da substância.

Henrique Medeiros, como era mais conhecido, estava desaparecido desde a madrugada de Natal (25). No dia 30 de dezembro seu corpo foi encontrado enterrado no quintal da residência de um casal de amigos onde havia passado a ceia de Natal, em Itapecerica da Serra. O influenciador digital contava com mais de 87 mil seguidores no Instagram e quase 1,8 milhão de inscritos no YouTube.

No dia 31 de dezembro, a Polícia Civil prendeu um homem de 28 anos e uma mulher de 24 anos que moravam na casa onde o corpo do influenciador foi encontrado. Eles são investigados pelo crime de ocultação de cadáver.

Em depoimento à polícia, o casal informou que eles fizeram uso de drogas na noite de Natal, quando o influenciador passou mal e morreu. Por medo, eles decidiram enterrar o corpo do rapaz no quintal da casa

Segundo nota da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, o caso ainda está sendo investigado.




Fonte: Agência Brasil

Procon-SP notifica Enel sobre atendimento de consumidores sem energia


A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) notificou, nesta quinta-feira (11), a Enel Distribuição São Paulo para que a empresa preste esclarecimentos sobre as providências tomadas para atender consumidores impactados por quedas de energia em decorrência das chuvas. A concessionária atua na capital e em 23 cidades da região metropolitana, com cerca de 7 milhões de contas.

De acordo com o órgão de defesa do consumidor, até o momento, mais de 500 reclamações, por motivos diversos, foram registradas contra a Enel no mês de janeiro. Em 2023, foram quase 20 mil. O Procon destaca que esses dados são alimentados em tempo real sempre que o consumidor faz o registro e não detalham (portanto) se a demanda foi atendida, encerrada ou se está em mediação ou trâmite.

Os últimos três dias foram de chuvas intensas na capital paulista. Os temporais registraram rajadas de ventos, resultando em queda de árvores e novas interrupções na prestação do serviço de energia. Na quarta-feira (10), a companhia informou que cerca de 70 mil usuários foram afetados.

Hoje de manhã, a Enel informou, em nota, que havia normalizado o fornecimento de energia para mais de 60% dos clientes afetados pelos temporais que atingiram ontem a área de concessão da companhia. “No momento, o número de atendimentos segue dentro de um padrão normal de operação da distribuidora em dias de chuvas.”

Questionamentos

A notificação desta quinta-feira questiona quantos consumidores estão sem a prestação do serviço e, desse total, quantos são vitais, ou seja, dependem do fornecimento de energia. Além disso, pede informações sobre quais os prazos e as medidas para retomar o serviço; como os consumidores estão sendo atendidos, e se há canal específico para esses contatos.

O Procon também pede que a Enel informe se tem planos de contingência e explique, detalhadamente, o quantitativo das equipes de campo destacadas para atendimento das causas das interrupções e o reparo de eventuais danos à rede, bem como suas consequências.

Essas informações serão analisadas, podendo resultar em ações fiscalizatórias e, após a defesa da empresa, sanções como multas.

Histórico

Em novembro de 2023, quando a capital paulista enfrentou fortes chuvas com rajadas de vento, a Enel foi multada por má prestação de serviço pelo valor máximo previsto pelo Código de Defesa do Consumidor, que é de R$ R$ 12.793.962,68. Mais de 2 milhões de usuários da companhia ficaram sem luz.

“A autuação decorreu de reclamações registradas pelo ProconSP Digital, Poupatempo, Procon Móvel e delegacias policiais. O Procon-SP continua fiscalizando e acompanhando a evolução das reclamações e pode aplicar novas punições contra a concessionária”, diz o órgão.

Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE), da prefeitura de São Paulo, janeiro acumula 72,6 milímetros (mm) de precipitações, o que representa aproximadamente 28,3% dos 256,5 mm esperados para o mês.

Na sexta-feira (12) e no sábado (13), o tempo deve continuar instável, com potencial para formação de alagamentos intransitáveis e transbordamentos de rios e córregos. O CGE alerta que o solo encharcado aumenta o risco de escorregamentos de terra nas áreas de encosta.

Procurada pela Agência Brasil, a Enel Distribuição São Paulo disse que responderá ao órgão no prazo solicitado.




Fonte: Agência Brasil

Escola de Artes Professora Jupyra Cunha Marcondes oferece 50 vagas em programa de férias gratuito para crianças e adolescentes | Presidente Prudente e Região


Para participar do programa, é necessário realizar a inscrição na sede da escola, situada na Rua Quintino Bocaiúva, número 749, na Vila Marcondes, até o dia 21 de janeiro. As atividades acontecem entre os dias 23 de janeiro e 1º de fevereiro.




Fonte: G1

Concurso Nacional Unificado reserva 20% das vagas para negros


O governo federal reservou 20% das 6,6 mil vagas do Concurso Nacional Unificado para candidatos negros. A totalidade das vagas está dividida entre nível superior (5.948) e nível médio (692), distribuídas para 21 órgãos federais. Os oito editais correspondentes a cada bloco temático do concurso foram publicados nessa quarta-feira (10) com informações sobre vagas, requisitos, salários, conteúdo programático, formas de inscrição, critérios de seleção, data e local das provas.

Na avaliação da pesquisadora sobre trabalho de mulheres negras Lais Barros Gonçalves, que também é coordenadora de Desenvolvimento de Pessoas do Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o percentual de 20% ainda é muito pouco perto do quantitativo ideal para garantir a paridade e isonomia necessária no Brasil, porém é um passo importante para a inclusão de pessoas negras nos espaços de poder e tomada de decisão.

Arte Enem dos Concursos. Blocos Temáticos. Foto: Arte/EBC

Para ela, as pessoas negras do país podem e devem participar da criação das políticas públicas, compreendendo o contexto social, histórico e político brasileiro sobre um olhar crítico da realidade. A pesquisadora também disse que essa maior participação é essencial para a mudança estrutural que o país precisa para garantir espaço, voz e reparação histórica para esta população.

“O sociólogo Florestan Fernandes, juntamente com o movimento negro, trouxe à tona o mito da democracia racial, que vendia a percepção de que a população negra estava equiparada à branca em todos os setores da sociedade, coabitando sem preconceitos ou discriminações, e que a culpa por não alcançar melhores resultados profissionais, atribuindo a ela o estereótipo de incapacidade técnica para assumir novas posições no mercado de trabalho”, disse.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) citados pelo Observatório da Presença Negra no Serviço Público, a população negra no Brasil corresponde a 55% do total de habitantes. Segundo o observatório, apesar de serem a maioria da população, negros e negras são sub-representados em posições de destaque e decisão na administração pública.

O objetivo do observatório é o de monitorar o preenchimento de vagas em cargos públicos por pessoas negras. Segundo as apurações da entidade, os servidores públicos federais negros correspondem a 41% do total de funcionários, que é de 584.241, sendo que os negros somam 240.348.

Os dados mostram ainda que os negros ocupam aproximadamente 51% dos cargos públicos de nível médio e 33% dos cargos de nível superior. Quando analisados a remuneração e o tempo de serviço, em média, os servidores públicos negros ganham 21% a menos que os brancos e têm 8% a mais de tempo de serviço.




Fonte: Agência Brasil

‘Enem dos concursos’ tem vagas para agências do IBGE em Dracena e Presidente Venceslau | Presidente Prudente e Região


Nesta função, os profissionais deverão exercer atribuições voltadas para o suporte e o apoio técnico especializado às atividades de ensino, pesquisa, produção, análise e disseminação de dados e informações de natureza estatística, geográfica, cartográfica, geodésica e ambiental.




Fonte: G1

Ministério Público instaura inquérito para investigar falta de recolhimento de ISS na realização da Expo 2023 em Pres. Prudente




Segundo o promotor Marcelo Creste, a apuração ‘também servirá para verificar a ocorrência de dano ao erário, eventual prática de ato de improbidade administrativa e responsabilidades’. MP apura falta de recolhimento de ISS na Expo 2023 em Presidente Prudente (SP)
Reprodução/Instagram
O promotor de Justiça Marcelo Creste instaurou inquérito civil para investigar os contratos firmados pela Prefeitura e pela Federação das Entidades Assistenciais de Presidente Prudente (Feapp) para a realização da Expo 2023 na cidade. Com a apuração, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE-SP) busca elucidar se houve prejuízo aos cofres públicos municipais com a renúncia de receita e o não recolhimento de Imposto Sobre Serviços (ISS) em relação às atividades que envolveram a realização do evento no ano passado.
Após o recebimento de uma denúncia anônima, Creste solicitou informações preliminares à Prefeitura e à Feapp.
No entanto, mesmo com as respostas prestadas ao MPE-SP, o promotor decidiu instaurar o inquérito civil para melhor análise da questão porque “os fatos estão nebulosos e, por isso, precisam ser elucidados”.
Segundo o MPE-SP, a Prefeitura fez um “termo de cooperação” com a Feapp, assinado em 24 de julho de 2023, que incumbiu a federação de organizar a 60ª Exposição de Presidente Prudente no mês de setembro.
Depois, em 10 de agosto de 2023, a Feapp repassou a uma empresa privada a realização da Expo, conforme um “instrumento particular de cooperação mútua e cessão de direitos”.
Pelas informações da Prefeitura, de acordo com Creste, “constata-se que nada de valor a título de ISS foi pago, o que é estranho”.
O promotor lembrou que, entre as obrigações assumidas pela “terceirizada”, está “a emissão de notas fiscais e pagamentos de impostos e encargos fiscais do evento”.
Creste também considerou “estranha” a resposta dada pela Feapp a uma solicitação de contratos feita pelo MPE-SP. A entidade alegou que não possui cópias dos contratos dos prestadores de serviços, como a empresa de eventos. Além disso, pontuou que apenas acompanha o pagamento dos serviços e que a Prefeitura ficou incumbida de solicitar e cobrar os contratos da organizadora, uma vez que a empresa tirou o alvará e ficou responsável pelo recolhimento dos impostos.
O representante do MPE-SP elencou três tópicos para justificar a instauração do inquérito civil “para melhor compreensão dos fatos”:
a legalidade do termo de cooperação entre a Prefeitura e a Feapp;
a legalidade do contrato de cessão entre a Feapp e a empresa; e
“a estranha renúncia de receitas, por uma aparente falha ou renúncia à fiscalização ou ações fiscais preventivas”.
“Aliás, esse conjunto fica mais estranho quando se constata a afirmação da Feapp de que ‘não possui expertise para a realização de shows musicais para a exposição’”, salientou Creste.
Segundo o promotor, “a instauração do inquérito civil, que é o instrumento dado pela lei ao MP [Ministério Público] para essa finalidade, também servirá para verificar a ocorrência de dano ao erário, eventual prática de ato de improbidade administrativa e responsabilidades”.
A Promotoria de Justiça requisitou à Prefeitura eventual parecer jurídico que tenha antecedido a assinatura do termo de cooperação com a Feapp para a realização da Expo no ano passado.
MP apura falta de recolhimento de ISS na Expo 2023 em Presidente Prudente (SP)
Reprodução/Instagram
O que diz a Prefeitura
Em nota oficial enviada ao g1 nesta quinta-feira (11), a Prefeitura de Presidente Prudente informou que a Secretaria Municipal de Assuntos Jurídicos e Legislativos já recebeu cópia do inquérito com os questionamentos do Ministério Público e prestará todos os esclarecimentos necessários que comprovem a legalidade de toda a gestão da Expo Prudente por parte da administração municipal.
“Cabe ressaltar que não houve qualquer investimento de dinheiro público na organização da Expo, tendo o município a responsabilidade de zelar somente pela manutenção do Recinto [de Exposições]”, complementou o Poder Executivo ao g1.
O que diz a Feapp
O presidente da Feapp, Leandro Pires, afirmou ao g1 que a parte dos shows que envolveu montagem de palco, camarim, camarote, seguranças, boate e demais estruturas ficou com a empresa de eventos que tirou o alvará.
“Eles possuem bastante experiência em eventos de grande porte, eles que tiraram alvará para isto. O ISS seria sobre isto. Nossa parte não tinha estrutura e não tinha ISS a ser recolhido. Na verdade, quem prestou serviços para eles que deve emitir a nota e recolher o ISS”, disse Pires ao g1.
“Fazemos eventos apenas para ajudar as entidades, não temos fins lucrativos. Queremos apenas ajudar”, concluiu o presidente da Feapp ao g1.

Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.




Fonte: G1

Falta de repasse de verba da Prefeitura atrasa pagamento de salário a funcionários de escolas públicas compartilhadas | Presidente Prudente e Região


O documento, ao qual o g1 teve acesso, indica que, segundo a empresa que realiza a gestão do contrato, a qual atua nas oito unidades escolares, a Prefeitura não realizou o repasse do pagamento que estava previamente programado e também não estabeleceu data para a transferência do dinheiro.




Fonte: G1

Unicef: prisão de menores sem flagrante viola direitos fundamentais


O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) se mostrou preocupado com a possibilidade de prisões de crianças e adolescentes sem flagrante ou ordem judicial e pediu às autoridades responsáveis a interrupção das apreensões em todo o país, já que a medida viola direitos fundamentais de meninos e meninas. O Unicef quer também que as autoridades assegurem integralmente os direitos dos menores, em cumprimento às leis brasileiras e às normativas internacionais das quais o Brasil é signatário.

No entendimento do Fundo, o debate sobre segurança pública no Brasil precisa alcançar governos, polícias, sociedade civil e os próprios adolescentes e jovens, definir “soluções baseadas em evidências e voltadas à prevenção e à resposta às diferentes formas de violência e à garantia de cidades mais seguras e inclusivas para todas e todo”, diz em nota..

O Unicef aponta que independentemente de raça, etnia, origem ou classe social, toda criança e todo adolescente têm direito de ir e vir livremente e isso tem que ser cumprido, principalmente, em momento de férias escolares, quando direitos como o de se deslocar entre bairros e de acessar espaços públicos de lazer precisam ser garantidos.

“Por isso, o Unicef manifesta preocupação com as recentes autorizações para recolhimento e condução de crianças e adolescentes sem flagrante de ato infracional ou ordem judicial – que vêm ocorrendo em operações que se propõem a prevenir a violência em cidades como o Rio de Janeiro”, apontou em nota.

Rio de Janeiro

Em dezembro do ano passado, após imagens da ação de grupos de adolescentes em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, com cenas de violência e roubos, o governo do estado determinou no âmbito da Operação Verão a apreensão dos jovens que estivessem sem documentos e sem a companhia de responsáveis.

A decisão provocou o questionamento do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), que conseguiu uma liminar da juíza Lysia Maria Mesquita, titular da 1ª Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Comarca da Capital, suspendendo as apreensões sem flagrante. Após recurso do governo do estado e da prefeitura do Rio, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), desembargador Ricardo Rodrigues Cardozo, derrubou a liminar, e as apreensões voltaram a ser possíveis.

Na sexta-feira passada (5), o procurador-geral da República, Paulo Gonet, encaminhou pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que volte a proibir a apreensão de adolescentes e crianças sem flagrante no Rio de Janeiro.

Na avaliação do Fundo da ONU, a apreensão sem flagrante, que em geral atinge crianças e adolescentes negros das periferias de grandes centros urbanos, “viola expressamente direitos fundamentais de meninas e meninos garantidos pela Convenção sobre os Direitos da Criança (CRC), pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pela Constituição Federal de 1988”.

Direitos

O Unicef lembrou que o artigo 230 do Estatuto da Criança e do Adolescente, determina que, no Brasil, é crime “privar a criança ou o adolescente de sua liberdade, procedendo à sua apreensão sem estar em flagrante de ato infracional ou nexistindo ordem escrita da autoridade judiciária competente”. O Fundo mostrou ainda que como reforço dessa linha, a Constituição brasileira nos seus artigos 5 e 227, “assegura a proteção integral da criança e do adolescente e seu direito à liberdade, enquanto pessoas em desenvolvimento”.

Já o artigo 37 da Convenção sobre os Direitos da Criança, que foi ratificada por 196 países, entre eles o Brasil, indica que os países devem garantir que nenhuma criança e nenhum adolescente “seja privado de sua liberdade de forma ilegal ou arbitrária”.

Conforme a unidade da ONU, a prisão nestes casos só deveria ocorrer em última hipótese. “Isso significa que qualquer apreensão de crianças e adolescentes deve acontecer apenas como último recurso e sempre em conformidade com a lei”, apontou em nota.

De acordo com o Unicef, a prevenção da violência e a resposta às suas diferentes formas representam um desafio para os grandes centros urbanos, questão que se amplifica quando ocorrem os períodos de férias escolares, momento também em que um número maior de viajantes se dirige às cidades turísticas. “Medidas voltadas à prevenção de crimes e à responsabilização de autores são necessárias e devem ser planejadas e implementadas para a proteção e a segurança de todos”, comentou o Fundo, acrescentando, que apesar disso, não podem se basear na violação de direitos de crianças e adolescentes negros e periféricos, que apenas exercem o direito de ir e vir, como qualquer morador ou turista que se desloque nas cidades.

“Não se pode permitir que, sob o argumento de garantia da ordem pública e da prevenção de violência, crianças e adolescentes tenham seus direitos violados e sejam submetidos a arbitrariedades”, defendeu.

“É importante lembrar que, no Brasil, crianças e adolescentes negros – aqueles que mais são alvo de apreensões – são os que vivenciam de forma mais acentuada a violência, inclusive letal, e as privações de direitos, em mais uma manifestação do racismo e da discriminação a que eles estão historicamente sujeitos”, observou o Unicef.




Fonte: Agência Brasil

Hospital em São Paulo transfere pacientes após princípio de incêndio


Até o momento, 47 pessoas precisaram ser transferidas para outras unidades hospitalares após um princípio de incêndio atingir o Hospital São Luiz Morumbi na manhã desta quinta-feira (11), na capital paulista. Segundo o hospital, a transferência ocorre por precaução e para cumprir protocolos de segurança. Uma paciente de 94 anos morreu ao sofrer uma parada cardíaca.

“O evento está sendo devidamente apurado e o hospital segue trabalhando em conjunto com as autoridades competentes para esclarecer as possíveis causas do incidente”, destacou em nota o hospital.

O fogo teve início por volta de 8h40 com uma pane em um equipamento eletrônico. O acidente dificultou o funcionamento adequado de duas unidades de terapia intensiva. Parte dos pacientes foi levada para a rua nos próprios leitos.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o princípio de incêndio ocorreu no 2º andar do prédio e foi feita ventilação local para dissipar a fumaça. Foram necessárias quatro viaturas para atender o chamado.




Fonte: Agência Brasil