Natal sem Fome distribui 2 mil toneladas de alimentos em todo o país


A campanha Natal sem Fome, da Ação da Cidadania, completa três décadas em 2023 com a maior arrecadação dos últimos três anos: 2 mil toneladas de alimentos serão distribuídos para famílias de todo o Brasil a partir desta quinta-feira (21), beneficiando mais de 800 mil pessoas.

Lares onde residem crianças menores de 10 anos serão prioridade nas entregas dos kits. Segundo pesquisa da Rede Penssan, 37,8% dos domicílios onde vivem crianças enfrentam insegurança alimentar grave ou moderada. Além disso, a fome dobrou nas famílias com menores de 10 anos, passando de 9,4% em 2020 para 18,1% em 2022. E, em 2021, segundo dados da Fiocruz, oito crianças de até 1 ano de idade foram levadas ao hospital todos os dias por falta de comida.

“Infelizmente o Brasil voltou ao Mapa da Fome e agora temos um longo caminho para reverter esse quadro novamente. E na Ação da Cidadania decidimos começar pelas crianças, que sofrem com a desnutrição desde muito novas, algumas de forma silenciosa pela falta de diagnóstico ou pelo impacto profundo e irreversível que o cérebro infantil sofre com a privação do alimento. E como exigir que alguém seja capaz de aprender e ter bom rendimento escolar com fome? No futuro, isso pode levá-la a ter menos oportunidades de trabalho, menor produtividade e salários mais baixos. Deixar que a fome impeça a realização dos sonhos de uma criança é uma violação da dignidade humana, principalmente em um país tão rico e produtivo como o Brasil”, disse, em nota, o diretor executivo da Ação da Cidadania, Rodrigo “Kiko” Afonso.

Com o tema “Nesse Natal, o melhor presente é a sua solidariedade”, a Ação da Cidadania vai distribuir quase 400 toneladas de alimentos, entre comida e água mineral, somente no Rio de Janeiro, sede nacional da organização não governamental (ONG). Bahia, nesta primeira etapa, vai receber mais de 9 toneladas, seguida de Pernambuco, com 7,5 toneladas; São Paulo, Minas Gerais e Pará, com 6 toneladas cada. Paraná, Rondônia, Roraima, Espírito Santo e Amapá serão contemplados com 4 toneladas cada um. Para o Amazonas, que ainda sofre as consequências das fortes chuvas, foram destinadas 6 toneladas, a maior parte doada por empresas. As entregas serão realizadas até o final do ano nos 26 estados e Distrito Federal

Considerada a maior campanha solidária de arrecadação de alimentos da América Latina, o Natal sem Fome foi idealizado em 1993 pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho. Nesse mesmo ano, nasceu também a Ação da Cidadania, que desde então já arrecadou mais de 55 mil quilos de alimentos, que foram distribuídos para 26 milhões de pessoas.

As doações para o Natal sem Fome podem ser realizadas por meio do site da campanha e também pelo Pix [email protected].

No Rio de Janeiro, além dos alimentos, a Ação da Cidadania também vai distribuir, pela primeira vez, 20 mil exemplares do livro Muito Prazer, Sou o Betinho, que conta a trajetória do sociólogo no combate à fome e à miséria. A obra, escrita por José Roberto Torero e lançada em 2021 pela Editora Moderna, apresenta para as novas gerações o legado de Betinho e sua participação ativa pelos direitos humanos, a perseguição durante a ditadura e a luta contra a aids.

Para as crianças que vivem na capital e região metropolitana do Rio, a ONG também vai entregar 4 mil brinquedos doados por empresas. Bonecas, ursos e robôs, que representam a mensagem do Natal sem Fome 2023, serão distribuídos com as cestas básicas de acordo com a população infantil atendida pelas lideranças parceiras.




Fonte: Agência Brasil

Projeção indica queda de 6% no número de assassinatos em 2023


O Ministério da Justiça e Segurança Pública estima que o número de assassinatos, incluindo feminicídios, registrados ao longo deste ano, deverá ser quase 6% menor que o total de 2022. A informação foi antecipada nesta quinta-feira (21) pelo ministro Flávio Dino.

“Temos uma tendência, quase uma confirmação, de redução da ordem de quase 6% [5,7%] dos chamados crimes violentos letais intencionais”, declarou Dino ao apresentar um balanço, preliminar, das ações que o ministério desempenhou este ano.

O ministro alertou que os resultados divulgados nesta quinta-feira ainda não são definitivos, pois não levam em conta os dados das últimas semanas. Mesmo assim, Dino decidiu aproveitar a cerimônia de entrega de mais de 700 viaturas policiais para estados e apresentar parte dos resultados, já que deixará a pasta no início de janeiro para assumir o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Em 2021, tivemos 42.721 crimes violentos letais intencionais. Em 2022, foram 42.620. Já para este ano, nossa projeção mais pessimista é que [o total] chegue a, no máximo, 40.173 casos”, detalhou Dino, frisando que, entre janeiro e o início de novembro, foram registrados, em todo o país, 36.854 ocorrências dessa natureza.

De acordo com o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), são considerados crimes violentos letais intencionais os homicídios dolosos, incluindo o feminicídio, a lesão corporal seguida de morte e o latrocínio. Ainda segundo o conselho, a categoria foi idealizada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, com o intuito de agregar os crimes de maior relevância social, já que os crimes que resultam em morte “destacam-se como principal medidor da violência”.

“Alguém dirá que os resultados não são espetaculares, mas não sou pago para dar espetáculo, e sim para implementar uma política pública nos termos que a realidade permite”, ponderou Dino alegando que, se dependesse de sua vontade, a melhora dos indicadores relativos à violência ocorreria mais velozmente.

“Mas ninguém conduz uma política pública sozinho. Estou muito feliz com os resultados. Estamos avançando na direção correta. [Se confirmados, os dados preliminares] significam aproximadamente 2,5 mil vidas salvas. E isso se deu com a redução do armamentismo irresponsável que havia anteriormente, demonstrando que não há correlação lógica entre o crescimento do número de armas e a redução de mortes violentas ou homicídios, como diziam alguns”, disse Dino.

De acordo com o ministério, as 28.304 armas registradas até novembro deste ano são quase 79% inferior as 135.915 registradas em 2022.




Fonte: Agência Brasil

Número de assassinatos deve ser cerca de 6% menor que em 2022


O Ministério da Justiça e Segurança Pública estima que o número de assassinatos, incluindo feminicídios, registrados ao longo deste ano, deverá ser quase 6% menor que o total de 2022. A informação foi antecipada nesta quinta-feira (21) pelo ministro Flávio Dino.

“Temos uma tendência, quase uma confirmação, de redução da ordem de quase 6% [5,7%] dos chamados crimes violentos letais intencionais”, declarou Dino ao apresentar um balanço, preliminar, das ações que o ministério desempenhou este ano.

O ministro alertou que os resultados divulgados nesta quinta-feira ainda não são definitivos, pois não levam em conta os dados das últimas semanas. Mesmo assim, Dino decidiu aproveitar a cerimônia de entrega de mais de 700 viaturas policiais para estados e apresentar parte dos resultados, já que deixará a pasta no início de janeiro para assumir o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Em 2021, tivemos 42.721 crimes violentos letais intencionais. Em 2022, foram 42.620. Já para este ano, nossa projeção mais pessimista é que [o total] chegue a, no máximo, 40.173 casos”, detalhou Dino, frisando que, entre janeiro e o início de novembro, foram registrados, em todo o país, 36.854 ocorrências dessa natureza.

De acordo com o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), são considerados crimes violentos letais intencionais LINK 1 os homicídios dolosos, incluindo o feminicídio, a lesão corporal seguida de morte e o latrocínio. Ainda segundo o conselho, a categoria foi idealizada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, com o intuito de agregar os crimes de maior relevância social, já que os crimes que resultam em morte “destacam-se como principal medidor da violência”.

“Alguém dirá que os resultados não são espetaculares, mas não sou pago para dar espetáculo, e sim para implementar uma política pública nos termos que a realidade permite”, ponderou Dino alegando que, se dependesse de sua vontade, a melhora dos indicadores relativos à violência ocorreria mais velozmente.

“Mas ninguém conduz uma política pública sozinho. Estou muito feliz com os resultados. Estamos avançando na direção correta. [Se confirmados, os dados preliminares] significam aproximadamente 2,5 mil vidas salvas. E isso se deu com a redução do armamentismo irresponsável que havia anteriormente, demonstrando que não há correlação lógica entre o crescimento do número de armas e a redução de mortes violentas ou homicídios, como diziam alguns”, disse Dino.

De acordo com o ministério, as 28.304 armas registradas até novembro deste ano são quase 79% inferior as 135.915 registradas em 2022.




Fonte: Agência Brasil

TJ-SP mantém condenação de homem acusado de perseguir mulher pelas ruas de Flórida Paulista




Desembargador Sérgio Antonio Ribas concluiu que, apesar da negativa do réu, de 24 anos, o crime foi comprovado por provas testemunhais e por relatos da própria vítima, de 36 anos. Caso foi registrado na Delegacia da Polícia Civil, em Flórida Paulista (SP)
Polícia Civil
A 8ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) manteve na íntegra a sentença da juíza Marina Degani Maluf, da Vara Única da Comarca de Flórida Paulista (SP), que condenou um homem, de 24 anos, a uma pena fixada em sete meses de reclusão em regime semiaberto pelo crime de perseguição a uma mulher, de 36 anos.
Segundo os autos, o acusado e a vítima moravam em locais próximos e ele se interessou por ela, mas não foi correspondido. A partir daí, passou a segui-la pelas ruas em diversas oportunidades e a fazer insistentes pedidos de namoro, sempre negados.
A situação se agravou e o acusado passou a perseguir a mulher diariamente. Ao tentar convencê-lo a parar, a vítima foi ameaçada.
Para o relator do acórdão da segunda instância no TJ-SP, desembargador Sérgio Antonio Ribas, apesar da negativa do réu, o crime foi comprovado pelas provas testemunhais e por relatos da própria vítima.
“A ofendida, em ambas as fases da persecução, confirmou a perseguição perpetrada, devendo ser salientado que em crimes tais a palavra da vítima ganha especial credibilidade, mormente como no caso dos autos, em que sempre se mostrou coerente e verossímil”, pontuou o magistrado.
A decisão foi unânime e completaram a turma julgadora os desembargadores Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan e Mauricio Valala.
“A condenação do réu, nos termos em que proferida, era mesmo medida de rigor”, decretou o TJ-SP.
A vítima levou o caso ao conhecimento da Polícia Civil em fevereiro deste ano, quando registrou um Boletim de Ocorrência.
A sentença da primeira instância, que condenou inicialmente o réu, foi proferida em setembro.
Ao julgar um recurso de apelação interposto pelo acusado, o acórdão da segunda instância, publicado em dezembro, manteve a condenação pela prática do crime descrito no artigo 147-A, caput, do Código Penal.
“É caso, pois, da mantença da r. sentença ora combatida, nos moldes em que lançada, pelos seus próprios fundamentos fáticos e jurídicos”, decidiu o TJ-SP, ao negar provimento ao recurso de apelação.
Longas cartas
A vítima contou à Justiça que inicialmente começou a receber cartas de remetente desconhecido, até que certo dia o acusado a parou quando estava levando a filha para a escola e disse que estava apaixonado, que havia deixado as correspondências e que não a esquecia, embora nunca tivessem tido qualquer relacionamento.
A mulher disse que o conheceu em um ponto de ônibus, pois ele morava próximo e ia diariamente ao local ou a observava de longe, e, pela manhã, quando ela ia para o trabalho, ele a seguia, bem como chegava até a gritar de longe para chamar atenção.
Ela explicou que, certo dia, quando voltava à tarde, ele estava meio bêbado e tentou agarrá-la no meio da rua, o que a motivou a registrar a ocorrência, e, ainda assim, o homem continuou a persegui-la.
A vítima acrescentou que jogou fora as longas cartas recebidas, cujo teor sequer chegou a ler por completo, informando que na primeira vez ele deixou o número de telefone, mas não falou quem era, depois acabou se identificando pessoalmente, e seu filho tomou conhecimento das correspondências.
A mulher disse que à época estava namorando e seu ex-namorado foi até a casa do réu tirar satisfação com ele, pois não parava, e seu filho também chegou a falar com o acusado, sem sucesso.
Ela salientou que foi perturbada e constrangida, a atitude do acusado a atrapalhou e tirou sua paz e liberdade, pois é separada, tem dois filhos para criar e não conhecia o réu e tampouco sabia quais eram as intenções dele, ficando com medo e receio de sair à rua.
Além disso, ela ainda contou que certa vez ele lhe perguntou se não tinha medo de deixar sua filha brincar na frente de casa, de modo que precisava ter sempre alguém olhando.
A rua é ‘pública’
Já o acusado, em juízo, negou a prática do crime e relatou que nunca havia mandado cartas para a vítima e que fazia dois meses que morava perto da casa dela, encontrando-a nas ruas.
Ele disse que não a perseguia e tampouco tentou agarrá-la, apesar de ela dizer que ia chamar a polícia.
O homem afirmou que o namorado da vítima havia conversado consigo uma única vez.
O réu também disse que ela trabalhava na esquina do local de trabalho dele e que às vezes passava em frente ao local de trabalho dela, bem como que ela pegava o ônibus na esquina de sua casa, de modo que passavam pelos mesmos locais.
O acusado afirmou que e a rua é “pública” e que não a abordava “direto”, não se recordando de tentar agarrar o braço dela.
Ele alegou que a conheceu na rua, na esquina de sua casa, e que desenvolveu sentimento pela mulher, mas percebeu que ela estava namorando e se afastou.
Ao ser questionado se a mulher teria algum motivo para querer prejudicá-lo, ele disse: “Porque os outros falavam de mim para ela, que eu estava gostando dela, aí sei lá, ela foi criando esse medo e foi na delegacia, falou que fazia um ano que me conhecia, mas só fazia dois meses que eu mudei para lá”.
Ainda questionado sobre o que quis dizer quando alegou para o filho da vítima que tinha quem corria por ele, o réu explicou: “Minha família né, iam dar um jeito de me tirar de lá, eu não quis dizer que se fosse preso ia prejudicá-los… era gente do meu sangue, mas não foi para ameaçar não”.

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Fonte: G1

Defesa Civil controla incêndio em residência durante ausência de moradores em Junqueirópolis




Secretaria Municipal de Assistência Social foi acionada e deu amparo à família atingida. Defesa Civil controlou incêndio no Jardim Alvorada, nesta quarta-feira (20), em Junqueirópolis (SP)
Defesa Civil
Brigadistas da Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil controlaram um incêndio, na noite desta quarta-feira (20), em uma casa na Rua Vereadora Augusta Stander Ranieri, no Jardim Alvorada, em Junqueirópolis (SP). O fogo iniciou-se por volta das 22h.
Segundo o coordenador de Proteção e Defesa Civil do município, Éder Junio de Souza, para o combate ao fogo foram utilizados um caminhão-pipa e a viatura da coordenadoria. No local, uma equipe de ambulância também prestou apoio na ocorrência.
Ainda de acordo com Souza, o Corpo de Bombeiros esteve na residência e realizou os demais procedimentos, uma vez que o incêndio já estava controlado.
A coordenadoria informou que a família moradora não estava na casa no momento do incêndio e que soube do incidente por meio dos vizinhos do imóvel.
A equipe da Secretaria Municipal de Assistência Social de Junqueirópolis foi acionada e deu o amparo à família atingida.
Defesa Civil controlou incêndio no Jardim Alvorada, nesta quarta-feira (20), em Junqueirópolis (SP)
Defesa Civil
Defesa Civil controlou incêndio no Jardim Alvorada, nesta quarta-feira (20), em Junqueirópolis (SP)
Defesa Civil
Defesa Civil controlou incêndio no Jardim Alvorada, nesta quarta-feira (20), em Junqueirópolis (SP)
Defesa Civil

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Fonte: G1

Estágios oferecem oportunidades para alunos ingressarem no mercado de trabalho na região de Presidente Prudente




Há vagas para estudantes de administração, comunicação social/marketing, direito, entre outras. Ciee disponibiliza vagas de estágio para Presidente Prudente e região
Bruna Bonfim/g1
O Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) de Presidente Prudente (SP) está com vagas abertas, nesta quinta-feira (21), para alunos do ensino superior no Oeste Paulista.
As bolsas-auxílio variam entre R$ 6 a hora trabalhada e R$ 900 por mês.
Há chances para as seguintes áreas:
Comunicação Social/Marketing: alunos cursando do 1º ao 6º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 900. O candidato deve residir em Presidente Prudente.
Direito: alunos cursando do 1º ao 6º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 800. O candidato deve residir em Presidente Prudente ou região (SP).
Direito: alunos cursando do 1º ao 8º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 600. O candidato deve residir em Adamantina (SP).
Gestão de Administração: alunos cursando do 1º ao 6º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 800. O candidato deve residir em Presidente Prudente ou região.
Gestão de Administração: alunos cursando do 1º ao 6º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 800. O candidato deve residir em Presidente Prudente ou região.
Gestão de Administração: alunos cursando do 1º ao 6º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 800. O candidato deve residir em Presidente Venceslau (SP) ou região.
Formados no Ensino Médio: São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 6 por cada hora trabalhada. O candidato deve residir em Presidente Prudente ou região. Não foi divulgada a área que o admitido deverá atuar.
Serviço
O Ciee solicita que os jovens fiquem atentos ao celular, pois a instituição oferece as vagas através de ligação telefônica pelo número (18) 3003-2433.
Mais informações sobre as oportunidades podem ser consultadas pela internet ou pelo mesmo telefone.




Fonte: G1

Polícia Ambiental persegue embarcação e apreende equipamentos de pesca subaquática durante Operação Piracema




Duas espingardas de mergulho foram localizadas no Rio Paraná, em Rosana (SP). Durante Operação Piracema, Polícia Ambiental apreende equipamentos de pesca subaquática no Rio Paraná, em Rosana (SP)
Polícia Ambiental
A Polícia Militar Ambiental apreendeu equipamentos de pesca subaquática nesta quarta-feira (30), durante a Operação Piracema, em Rosana (SP).
Em meio ao patrulhamento náutico no Rio Paraná, na jusante com a Usina Hidrelétrica Sérgio Motta, os agentes avistaram uma embarcação com dois homens.
Ao perceber a presença dos policiais, os suspeitos desobedeceram a ordem de parada e empreenderam fuga no local.
Durante um breve acompanhamento, eles adentraram em um “alagado” às margens do bairro Beira Rio, onde ficaram encurralados pelos agentes e foram abordados.
Os militares notaram que os homens arremessaram objetos perfurantes da embarcação em meio a perseguição. Após diligências, foram localizadas uma espingarda de mergulho submersa e outra na grama.
Questionados, os envolvidos disseram que eram os proprietários do armamento e que iam “pescar tucunaré”.
Diante dos fatos, foram lavrados dois autos de infração ambiental na modalidade advertência por pescar em período proibido.
Ao todo, os agentes apreenderam duas espingardas subaquáticas, dois pares de nadadeiras, dois óculos de mergulho, duas máscaras de mergulho snorkel, uma faca, uma embarcação e um motor de popa.
Os itens foram encaminhados a sede da Polícia Militar Ambiental de Teodoro Sampaio (SP) e ficaram à disposição da Justiça.
Durante Operação Piracema, Polícia Ambiental apreende equipamentos de pesca subaquática no Rio Paraná, em Rosana (SP)
Polícia Ambiental
Polícia Ambiental apreende equipamentos de pesca subaquática no Rio Paraná, em Rosana (SP)
Polícia Ambiental

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Fonte: G1

Após determinação da Justiça, Prefeitura de Presidente Prudente extingue 70 cargos de confiança | Presidente Prudente e Região


Em nota ao g1, a Prefeitura de Presidente Prudente informou que a reestruturação resulta de uma ação direta de inconstitucionalidade (ADIN) proposta pelo Ministério Público , que considerou inconstitucionais alguns cargos comissionados por não terem natureza de chefia, assessoramento ou direção (que são exigidos para cargos em comissão). Ao todo, conforme a Administração, serão extintos 70 cargos.




Fonte: G1

Pesquisa aponta diferença superior a 200% nos preços da margarina e do absorvente entre supermercados | Presidente Prudente e Região


Ainda conforme o IPT, alguns supermercados pesquisados apresentaram uma diferença considerável no preço dos produtos. A margarina (500 g) variou entre R$ 2,98 e R$ 9,78, resultando em uma diferença de 228,19%. O absorvente aderente (com oito unidades), por sua vez, variou de R$ 1,89 a R$ 5,95, com desigualdade de 214,81%.




Fonte: G1

Operação apura crimes na exploração de sal-gema em Maceió


 A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (21), a Operação Lágrimas de Sal, para investigar possíveis crimes cometidos durante os anos de exploração de sal-gema pela Braskem em Maceió. 

A exploração de sal-gema na capital alagoana ocorreu de 1976 a 2019, resultando em grave instabilidade no solo de bairros como Pinheiro, Mutange, Bebedouro e adjacências. A área se tornou inabitável, tendo em vista os riscos de desmoronamento de casas, ruas e fechamento do comércio, levando mais de 60 mil pessoas a terem que deixar os bairros.

As investigações da PF apuraram indícios de que as atividades de mineração desenvolvidas no local não “seguiram os parâmetros de segurança previstos na literatura científica e nos respectivos planos de lavra, que visavam a garantir a estabilidade das minas e a segurança da população que residia na superfície”.

empregos serão gerados na exploração de sal-gema no ES. Foto: Tawatchai/Freepik

Exploração de sal-gema – Foto Tawatchai/Freepik

De acordo com as apurações feitas até agora, foram identificados indícios de apresentação de “dados falsos e omissão de informações relevantes aos órgãos públicos responsáveis pela fiscalização da atividade, permitindo assim a continuidade dos trabalhos, mesmo quando já presentes problemas de estabilidade das cavidades de sal e sinais de subsidência do solo acima das minas”.

A PF diz que os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de poluição qualificada, usurpação de recursos da União, apresentação de estudos ambientais falsos ou enganosos, inclusive por omissão, entre outros delitos.

Aproximadamente 60 policiais federais cumprem 14 mandados judiciais de busca e apreensão, em endereços ligados aos investigados nas cidades de Maceió, no Rio de Janeiro e em Aracaju, capital de Sergipe. Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal no estado de Alagoas.

O nome da Operação Lágrimas de Sal é referência ao sofrimento causado à população pela atividade de exploração de sal-gema.




Fonte: Agência Brasil