Acidente entre caminhão e moto deixa uma pessoa ferida na Avenida Joaquim Constantino




Trânsito precisou ser desviado para a faixa da esquerda, com sinalização de policiais militares, durante o atendimento da ocorrência, nesta quinta-feira (21), em Presidente Prudente (SP). Acidente entre caminhão e moto deixa uma pessoa ferida na Avenida Joaquim Constantino, em Presidente Prudente (SP)
Mateus Rosa/TV Fronteira
Um acidente entre uma motocicleta e um caminhão deixou uma pessoa ferida, na tarde desta quinta-feira (21), próximo a um cruzamento na Avenida Joaquim Constantino, no Parque Higienópolis, em Presidente Prudente (SP).
A ocorrência foi registrada por volta das 16h15 e uma pessoa precisou ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros, de acordo com a Polícia Militar.
A vítima foi encaminhada para a Santa Casa de Misericórdia de Presidente Prudente, conforme os bombeiros.
Durante o atendimento, o trânsito precisou ser desviado para a faixa da esquerda, com sinalização de policiais militares.
A Polícia Científica foi acionada para apurar as causas e circunstâncias do ocorrido.

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Fonte: G1

Celular seguro tem mais de 276 mil cadastros em 24 horas


Mais de 276 mil usuários fizeram cadastro na plataforma Celular Seguro em um prazo de 24 horas, conforme dados divulgados pelos Ministério da Justiça e Segurança Pública. Lançado no último dia 19 pelo governo federal, a plataforma permite bloquear o aparelho, a linha telefônica e os aplicativos bancários em caso de perda, roubo ou furto de aparelhos. O acesso é feito pelo gov.br.

De acordo com balanço, até as 15h30 de quarta-feira (20), 182.645 celulares foram registrados pelo site ou aplicativo e 169.843 pessoas foram incluídas como de confiança. No mesmo período, foram realizados 1.213 bloqueios em razão de perda, roubo e furto de celulares após alertas de usuários.

O aplicativo está disponível na Play Store (para Android) e App Store (sistema iOS). Foram mais de 5.000 cadastros de telefones por hora.

Entenda como funciona

– Após baixar o aplicativo ou acessar o site, é preciso fazer o login por meio da conta gov.br.

– O usuário deverá cadastrar o aparelho informando o número, marca e modelo. Pode ser registrado mais de um dispositivo, mas a linha deve estar cadastrada no CPF do usuário.

– O sistema permite o cadastro de uma ou mais pessoas de confiança, que poderão auxiliar criando ocorrências em nome do usuário. Em caso de perda ou roubo, o usuário ou a pessoa de confiança poderá registrar uma ocorrência por meio do site ou do aplicativo.

– Após descrever quando, onde e como ocorreu o problema, o sistema emitirá alertas para instituições participantes, para que tomem as ações necessárias, como o bloqueio de aplicativos financeiros, do aparelho e da linha telefônica.

– O bloqueio da linha telefônica, por meio do chip, estará disponível no aplicativo a partir de 9 de fevereiro. Até lá, será preciso continuar bloqueando a linha entrando em contato com a operadora de telefonia.

arte celular seguro




Fonte: Agência Brasil

MJ tem mais de R$ 3 bilhões não gastos de fundo para segurança pública


A poucos dias de deixar o Ministério da Justiça e Segurança Pública para tomar posse no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Flávio Dino admitiu ser necessário melhorar a execução dos recursos financeiros do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP).

Segundo o ministro, em 2022, a pasta conseguiu repassar R$ 1,1 bilhão do fundo para que governos estaduais investissem em projetos na área de segurança pública e prevenção à violência. Contudo, faltando pouco mais de uma semana para o fim do ano, o fundo ainda dispõe de mais de R$ 3 bilhões em caixa.

“Nos esforçamos muito para executar bem o Fundo Nacional de Segurança Pública. Infelizmente, ainda temos um represamento de recursos bastantes expressivo”, comentou Dino ao apresentar a jornalistas um balanço preliminar das ações que o ministério realizou este ano.

De acordo com os dados apresentados, apenas por intermédio do ministério, o governo federal investiu cerca de R$ 18 bilhões em ações em prol da melhoria da segurança pública. O que, segundo Dino, contribuiu para a melhoria de vários indicadores, como uma esperada redução dos homicídios dolosos da ordem de 5,7% em comparação ao ano passado.

Além do aparelhamento das forças federais (Polícia Federal; Polícia Rodoviária Federal; polícia penal federal) e federativa (Força Nacional), o investimento de R$ 18 bi inclui o apoio federal às forças de segurança dos estados e municípios (Polícias Militares, Civis e guardas municipais), aos quais o ministério entregou, este ano, 1.429 viaturas e o equivalente a cerca de R$ 364 milhões em equipamentos.

No total investido, estão incluídos os R$ 1,1 bi do Fundo Nacional de Segurança Pública citados por Dino. Em maio deste ano, quando o montante parado totalizava R$ 2,4 bilhões, o ministro chegou a dizer que o problema era resultado de “marcos normativos errados preteritamente editados” que o ministério estava tentando corrigir com a publicação, em março deste ano, de uma portaria que flexibilizava as regras para os estados gastarem o dinheiro.

“É muito importante que o conjunto de entes federativos foquem nesta temática, pois fecharemos o ano com mais de R$ 3 bilhões disponíveis [no fundo]. Precisamos colocar estes recursos para funcionar”, alertou Dino, dizendo ser preciso “melhorar o índice de eficiência” da execução dos recursos também do Fundo Nacional Penitenciário (Funpen).

“Infelizmente, por uma série de razões legislativas e normativas, temos uma tendência de declínio do Fundo Nacional Penitenciário, acrescentou o ministro ao referir-se ao mecanismo criado em 1994 com a finalidade de financiar e apoiar as atividades e os programas de modernização e aprimoramento do sistema penitenciário nacional.

* O título foi alterado às 17h42 para correção de informação. O montante de recursos não utilizados do Fundo Nacional de Segurança Pública supera R$ 3 bilhões, e não R$ 2,4 bilhões.




Fonte: Agência Brasil

Ministério da Justiça tem R$ 2,4 bilhões não utilizados


A poucos dias de deixar o Ministério da Justiça e Segurança Pública para tomar posse no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Flávio Dino admitiu ser necessário melhorar a execução dos recursos financeiros do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP).

Segundo o ministro, em 2022, a pasta conseguiu repassar R$ 1,1 bilhão do fundo para que governos estaduais investissem em projetos na área de segurança pública e prevenção à violência. Contudo, faltando pouco mais de uma semana para o fim do ano, o fundo ainda dispõe de mais de R$ 3 bilhões em caixa.

“Nos esforçamos muito para executar bem o Fundo Nacional de Segurança Pública. Infelizmente, ainda temos um represamento de recursos bastantes expressivo”, comentou Dino ao apresentar a jornalistas um balanço preliminar das ações que o ministério realizou este ano.

De acordo com os dados apresentados, apenas por intermédio do ministério, o governo federal investiu cerca de R$ 18 bilhões em ações em prol da melhoria da segurança pública. O que, segundo Dino, contribuiu para a melhoria de vários indicadores, como uma esperada redução dos homicídios dolosos da ordem de 5,7% em comparação ao ano passado.

Além do aparelhamento das forças federais (Polícia Federal; Polícia Rodoviária Federal; polícia penal federal) e federativa (Força Nacional), o investimento de R$ 18 bi inclui o apoio federal às forças de segurança dos estados e municípios (Polícias Militares, Civis e guardas municipais), aos quais o ministério entregou, este ano, 1.429 viaturas e o equivalente a cerca de R$ 364 milhões em equipamentos.

No total investido estão incluídos os R$ 1,1 bi do Fundo Nacional de Segurança Pública citados por Dino. Em maio deste ano, quando o montante parado totalizava R$ 2,4 bi, o ministro chegou a dizer que o problema era resultado de “marcos normativos errados preteritamente editados” que o ministério estava tentando corrigir com a publicação, em março deste ano, de uma portaria que flexibilizava as regras para os estados gastarem o dinheiro.

“É muito importante que o conjunto de entes federativos foquem nesta temática, pois fecharemos o ano com mais de R$ 3 bilhões disponíveis [no fundo]. Precisamos colocar estes recursos para funcionar”, alertou Dino, dizendo ser preciso “melhorar o índice de eficiência” da execução dos recursos também do Fundo Nacional Penitenciário (Funpen).

“Infelizmente, por uma série de razões legislativas e normativas, temos uma tendência de declínio do Fundo Nacional Penitenciário, acrescentou o ministro ao referir-se ao mecanismo criado em 1994 com a finalidade de financiar e apoiar as atividades e os programas de modernização e aprimoramento do sistema penitenciário nacional.




Fonte: Agência Brasil

Natal sem Fome distribui 2 mil toneladas de alimentos em todo o país


A campanha Natal sem Fome, da Ação da Cidadania, completa três décadas em 2023 com a maior arrecadação dos últimos três anos: 2 mil toneladas de alimentos serão distribuídos para famílias de todo o Brasil a partir desta quinta-feira (21), beneficiando mais de 800 mil pessoas.

Lares onde residem crianças menores de 10 anos serão prioridade nas entregas dos kits. Segundo pesquisa da Rede Penssan, 37,8% dos domicílios onde vivem crianças enfrentam insegurança alimentar grave ou moderada. Além disso, a fome dobrou nas famílias com menores de 10 anos, passando de 9,4% em 2020 para 18,1% em 2022. E, em 2021, segundo dados da Fiocruz, oito crianças de até 1 ano de idade foram levadas ao hospital todos os dias por falta de comida.

“Infelizmente o Brasil voltou ao Mapa da Fome e agora temos um longo caminho para reverter esse quadro novamente. E na Ação da Cidadania decidimos começar pelas crianças, que sofrem com a desnutrição desde muito novas, algumas de forma silenciosa pela falta de diagnóstico ou pelo impacto profundo e irreversível que o cérebro infantil sofre com a privação do alimento. E como exigir que alguém seja capaz de aprender e ter bom rendimento escolar com fome? No futuro, isso pode levá-la a ter menos oportunidades de trabalho, menor produtividade e salários mais baixos. Deixar que a fome impeça a realização dos sonhos de uma criança é uma violação da dignidade humana, principalmente em um país tão rico e produtivo como o Brasil”, disse, em nota, o diretor executivo da Ação da Cidadania, Rodrigo “Kiko” Afonso.

Com o tema “Nesse Natal, o melhor presente é a sua solidariedade”, a Ação da Cidadania vai distribuir quase 400 toneladas de alimentos, entre comida e água mineral, somente no Rio de Janeiro, sede nacional da organização não governamental (ONG). Bahia, nesta primeira etapa, vai receber mais de 9 toneladas, seguida de Pernambuco, com 7,5 toneladas; São Paulo, Minas Gerais e Pará, com 6 toneladas cada. Paraná, Rondônia, Roraima, Espírito Santo e Amapá serão contemplados com 4 toneladas cada um. Para o Amazonas, que ainda sofre as consequências das fortes chuvas, foram destinadas 6 toneladas, a maior parte doada por empresas. As entregas serão realizadas até o final do ano nos 26 estados e Distrito Federal

Considerada a maior campanha solidária de arrecadação de alimentos da América Latina, o Natal sem Fome foi idealizado em 1993 pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho. Nesse mesmo ano, nasceu também a Ação da Cidadania, que desde então já arrecadou mais de 55 mil quilos de alimentos, que foram distribuídos para 26 milhões de pessoas.

As doações para o Natal sem Fome podem ser realizadas por meio do site da campanha e também pelo Pix [email protected].

No Rio de Janeiro, além dos alimentos, a Ação da Cidadania também vai distribuir, pela primeira vez, 20 mil exemplares do livro Muito Prazer, Sou o Betinho, que conta a trajetória do sociólogo no combate à fome e à miséria. A obra, escrita por José Roberto Torero e lançada em 2021 pela Editora Moderna, apresenta para as novas gerações o legado de Betinho e sua participação ativa pelos direitos humanos, a perseguição durante a ditadura e a luta contra a aids.

Para as crianças que vivem na capital e região metropolitana do Rio, a ONG também vai entregar 4 mil brinquedos doados por empresas. Bonecas, ursos e robôs, que representam a mensagem do Natal sem Fome 2023, serão distribuídos com as cestas básicas de acordo com a população infantil atendida pelas lideranças parceiras.




Fonte: Agência Brasil

Projeção indica queda de 6% no número de assassinatos em 2023


O Ministério da Justiça e Segurança Pública estima que o número de assassinatos, incluindo feminicídios, registrados ao longo deste ano, deverá ser quase 6% menor que o total de 2022. A informação foi antecipada nesta quinta-feira (21) pelo ministro Flávio Dino.

“Temos uma tendência, quase uma confirmação, de redução da ordem de quase 6% [5,7%] dos chamados crimes violentos letais intencionais”, declarou Dino ao apresentar um balanço, preliminar, das ações que o ministério desempenhou este ano.

O ministro alertou que os resultados divulgados nesta quinta-feira ainda não são definitivos, pois não levam em conta os dados das últimas semanas. Mesmo assim, Dino decidiu aproveitar a cerimônia de entrega de mais de 700 viaturas policiais para estados e apresentar parte dos resultados, já que deixará a pasta no início de janeiro para assumir o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Em 2021, tivemos 42.721 crimes violentos letais intencionais. Em 2022, foram 42.620. Já para este ano, nossa projeção mais pessimista é que [o total] chegue a, no máximo, 40.173 casos”, detalhou Dino, frisando que, entre janeiro e o início de novembro, foram registrados, em todo o país, 36.854 ocorrências dessa natureza.

De acordo com o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), são considerados crimes violentos letais intencionais os homicídios dolosos, incluindo o feminicídio, a lesão corporal seguida de morte e o latrocínio. Ainda segundo o conselho, a categoria foi idealizada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, com o intuito de agregar os crimes de maior relevância social, já que os crimes que resultam em morte “destacam-se como principal medidor da violência”.

“Alguém dirá que os resultados não são espetaculares, mas não sou pago para dar espetáculo, e sim para implementar uma política pública nos termos que a realidade permite”, ponderou Dino alegando que, se dependesse de sua vontade, a melhora dos indicadores relativos à violência ocorreria mais velozmente.

“Mas ninguém conduz uma política pública sozinho. Estou muito feliz com os resultados. Estamos avançando na direção correta. [Se confirmados, os dados preliminares] significam aproximadamente 2,5 mil vidas salvas. E isso se deu com a redução do armamentismo irresponsável que havia anteriormente, demonstrando que não há correlação lógica entre o crescimento do número de armas e a redução de mortes violentas ou homicídios, como diziam alguns”, disse Dino.

De acordo com o ministério, as 28.304 armas registradas até novembro deste ano são quase 79% inferior as 135.915 registradas em 2022.




Fonte: Agência Brasil

Número de assassinatos deve ser cerca de 6% menor que em 2022


O Ministério da Justiça e Segurança Pública estima que o número de assassinatos, incluindo feminicídios, registrados ao longo deste ano, deverá ser quase 6% menor que o total de 2022. A informação foi antecipada nesta quinta-feira (21) pelo ministro Flávio Dino.

“Temos uma tendência, quase uma confirmação, de redução da ordem de quase 6% [5,7%] dos chamados crimes violentos letais intencionais”, declarou Dino ao apresentar um balanço, preliminar, das ações que o ministério desempenhou este ano.

O ministro alertou que os resultados divulgados nesta quinta-feira ainda não são definitivos, pois não levam em conta os dados das últimas semanas. Mesmo assim, Dino decidiu aproveitar a cerimônia de entrega de mais de 700 viaturas policiais para estados e apresentar parte dos resultados, já que deixará a pasta no início de janeiro para assumir o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Em 2021, tivemos 42.721 crimes violentos letais intencionais. Em 2022, foram 42.620. Já para este ano, nossa projeção mais pessimista é que [o total] chegue a, no máximo, 40.173 casos”, detalhou Dino, frisando que, entre janeiro e o início de novembro, foram registrados, em todo o país, 36.854 ocorrências dessa natureza.

De acordo com o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), são considerados crimes violentos letais intencionais LINK 1 os homicídios dolosos, incluindo o feminicídio, a lesão corporal seguida de morte e o latrocínio. Ainda segundo o conselho, a categoria foi idealizada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, com o intuito de agregar os crimes de maior relevância social, já que os crimes que resultam em morte “destacam-se como principal medidor da violência”.

“Alguém dirá que os resultados não são espetaculares, mas não sou pago para dar espetáculo, e sim para implementar uma política pública nos termos que a realidade permite”, ponderou Dino alegando que, se dependesse de sua vontade, a melhora dos indicadores relativos à violência ocorreria mais velozmente.

“Mas ninguém conduz uma política pública sozinho. Estou muito feliz com os resultados. Estamos avançando na direção correta. [Se confirmados, os dados preliminares] significam aproximadamente 2,5 mil vidas salvas. E isso se deu com a redução do armamentismo irresponsável que havia anteriormente, demonstrando que não há correlação lógica entre o crescimento do número de armas e a redução de mortes violentas ou homicídios, como diziam alguns”, disse Dino.

De acordo com o ministério, as 28.304 armas registradas até novembro deste ano são quase 79% inferior as 135.915 registradas em 2022.




Fonte: Agência Brasil

TJ-SP mantém condenação de homem acusado de perseguir mulher pelas ruas de Flórida Paulista




Desembargador Sérgio Antonio Ribas concluiu que, apesar da negativa do réu, de 24 anos, o crime foi comprovado por provas testemunhais e por relatos da própria vítima, de 36 anos. Caso foi registrado na Delegacia da Polícia Civil, em Flórida Paulista (SP)
Polícia Civil
A 8ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) manteve na íntegra a sentença da juíza Marina Degani Maluf, da Vara Única da Comarca de Flórida Paulista (SP), que condenou um homem, de 24 anos, a uma pena fixada em sete meses de reclusão em regime semiaberto pelo crime de perseguição a uma mulher, de 36 anos.
Segundo os autos, o acusado e a vítima moravam em locais próximos e ele se interessou por ela, mas não foi correspondido. A partir daí, passou a segui-la pelas ruas em diversas oportunidades e a fazer insistentes pedidos de namoro, sempre negados.
A situação se agravou e o acusado passou a perseguir a mulher diariamente. Ao tentar convencê-lo a parar, a vítima foi ameaçada.
Para o relator do acórdão da segunda instância no TJ-SP, desembargador Sérgio Antonio Ribas, apesar da negativa do réu, o crime foi comprovado pelas provas testemunhais e por relatos da própria vítima.
“A ofendida, em ambas as fases da persecução, confirmou a perseguição perpetrada, devendo ser salientado que em crimes tais a palavra da vítima ganha especial credibilidade, mormente como no caso dos autos, em que sempre se mostrou coerente e verossímil”, pontuou o magistrado.
A decisão foi unânime e completaram a turma julgadora os desembargadores Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan e Mauricio Valala.
“A condenação do réu, nos termos em que proferida, era mesmo medida de rigor”, decretou o TJ-SP.
A vítima levou o caso ao conhecimento da Polícia Civil em fevereiro deste ano, quando registrou um Boletim de Ocorrência.
A sentença da primeira instância, que condenou inicialmente o réu, foi proferida em setembro.
Ao julgar um recurso de apelação interposto pelo acusado, o acórdão da segunda instância, publicado em dezembro, manteve a condenação pela prática do crime descrito no artigo 147-A, caput, do Código Penal.
“É caso, pois, da mantença da r. sentença ora combatida, nos moldes em que lançada, pelos seus próprios fundamentos fáticos e jurídicos”, decidiu o TJ-SP, ao negar provimento ao recurso de apelação.
Longas cartas
A vítima contou à Justiça que inicialmente começou a receber cartas de remetente desconhecido, até que certo dia o acusado a parou quando estava levando a filha para a escola e disse que estava apaixonado, que havia deixado as correspondências e que não a esquecia, embora nunca tivessem tido qualquer relacionamento.
A mulher disse que o conheceu em um ponto de ônibus, pois ele morava próximo e ia diariamente ao local ou a observava de longe, e, pela manhã, quando ela ia para o trabalho, ele a seguia, bem como chegava até a gritar de longe para chamar atenção.
Ela explicou que, certo dia, quando voltava à tarde, ele estava meio bêbado e tentou agarrá-la no meio da rua, o que a motivou a registrar a ocorrência, e, ainda assim, o homem continuou a persegui-la.
A vítima acrescentou que jogou fora as longas cartas recebidas, cujo teor sequer chegou a ler por completo, informando que na primeira vez ele deixou o número de telefone, mas não falou quem era, depois acabou se identificando pessoalmente, e seu filho tomou conhecimento das correspondências.
A mulher disse que à época estava namorando e seu ex-namorado foi até a casa do réu tirar satisfação com ele, pois não parava, e seu filho também chegou a falar com o acusado, sem sucesso.
Ela salientou que foi perturbada e constrangida, a atitude do acusado a atrapalhou e tirou sua paz e liberdade, pois é separada, tem dois filhos para criar e não conhecia o réu e tampouco sabia quais eram as intenções dele, ficando com medo e receio de sair à rua.
Além disso, ela ainda contou que certa vez ele lhe perguntou se não tinha medo de deixar sua filha brincar na frente de casa, de modo que precisava ter sempre alguém olhando.
A rua é ‘pública’
Já o acusado, em juízo, negou a prática do crime e relatou que nunca havia mandado cartas para a vítima e que fazia dois meses que morava perto da casa dela, encontrando-a nas ruas.
Ele disse que não a perseguia e tampouco tentou agarrá-la, apesar de ela dizer que ia chamar a polícia.
O homem afirmou que o namorado da vítima havia conversado consigo uma única vez.
O réu também disse que ela trabalhava na esquina do local de trabalho dele e que às vezes passava em frente ao local de trabalho dela, bem como que ela pegava o ônibus na esquina de sua casa, de modo que passavam pelos mesmos locais.
O acusado afirmou que e a rua é “pública” e que não a abordava “direto”, não se recordando de tentar agarrar o braço dela.
Ele alegou que a conheceu na rua, na esquina de sua casa, e que desenvolveu sentimento pela mulher, mas percebeu que ela estava namorando e se afastou.
Ao ser questionado se a mulher teria algum motivo para querer prejudicá-lo, ele disse: “Porque os outros falavam de mim para ela, que eu estava gostando dela, aí sei lá, ela foi criando esse medo e foi na delegacia, falou que fazia um ano que me conhecia, mas só fazia dois meses que eu mudei para lá”.
Ainda questionado sobre o que quis dizer quando alegou para o filho da vítima que tinha quem corria por ele, o réu explicou: “Minha família né, iam dar um jeito de me tirar de lá, eu não quis dizer que se fosse preso ia prejudicá-los… era gente do meu sangue, mas não foi para ameaçar não”.

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Fonte: G1

Defesa Civil controla incêndio em residência durante ausência de moradores em Junqueirópolis




Secretaria Municipal de Assistência Social foi acionada e deu amparo à família atingida. Defesa Civil controlou incêndio no Jardim Alvorada, nesta quarta-feira (20), em Junqueirópolis (SP)
Defesa Civil
Brigadistas da Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil controlaram um incêndio, na noite desta quarta-feira (20), em uma casa na Rua Vereadora Augusta Stander Ranieri, no Jardim Alvorada, em Junqueirópolis (SP). O fogo iniciou-se por volta das 22h.
Segundo o coordenador de Proteção e Defesa Civil do município, Éder Junio de Souza, para o combate ao fogo foram utilizados um caminhão-pipa e a viatura da coordenadoria. No local, uma equipe de ambulância também prestou apoio na ocorrência.
Ainda de acordo com Souza, o Corpo de Bombeiros esteve na residência e realizou os demais procedimentos, uma vez que o incêndio já estava controlado.
A coordenadoria informou que a família moradora não estava na casa no momento do incêndio e que soube do incidente por meio dos vizinhos do imóvel.
A equipe da Secretaria Municipal de Assistência Social de Junqueirópolis foi acionada e deu o amparo à família atingida.
Defesa Civil controlou incêndio no Jardim Alvorada, nesta quarta-feira (20), em Junqueirópolis (SP)
Defesa Civil
Defesa Civil controlou incêndio no Jardim Alvorada, nesta quarta-feira (20), em Junqueirópolis (SP)
Defesa Civil
Defesa Civil controlou incêndio no Jardim Alvorada, nesta quarta-feira (20), em Junqueirópolis (SP)
Defesa Civil

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Fonte: G1

Estágios oferecem oportunidades para alunos ingressarem no mercado de trabalho na região de Presidente Prudente




Há vagas para estudantes de administração, comunicação social/marketing, direito, entre outras. Ciee disponibiliza vagas de estágio para Presidente Prudente e região
Bruna Bonfim/g1
O Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) de Presidente Prudente (SP) está com vagas abertas, nesta quinta-feira (21), para alunos do ensino superior no Oeste Paulista.
As bolsas-auxílio variam entre R$ 6 a hora trabalhada e R$ 900 por mês.
Há chances para as seguintes áreas:
Comunicação Social/Marketing: alunos cursando do 1º ao 6º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 900. O candidato deve residir em Presidente Prudente.
Direito: alunos cursando do 1º ao 6º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 800. O candidato deve residir em Presidente Prudente ou região (SP).
Direito: alunos cursando do 1º ao 8º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 600. O candidato deve residir em Adamantina (SP).
Gestão de Administração: alunos cursando do 1º ao 6º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 800. O candidato deve residir em Presidente Prudente ou região.
Gestão de Administração: alunos cursando do 1º ao 6º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 800. O candidato deve residir em Presidente Prudente ou região.
Gestão de Administração: alunos cursando do 1º ao 6º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 800. O candidato deve residir em Presidente Venceslau (SP) ou região.
Formados no Ensino Médio: São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 6 por cada hora trabalhada. O candidato deve residir em Presidente Prudente ou região. Não foi divulgada a área que o admitido deverá atuar.
Serviço
O Ciee solicita que os jovens fiquem atentos ao celular, pois a instituição oferece as vagas através de ligação telefônica pelo número (18) 3003-2433.
Mais informações sobre as oportunidades podem ser consultadas pela internet ou pelo mesmo telefone.




Fonte: G1