Maceió registra abalo sísmico na região ameaçada de desabamento


A Defesa Civil de Maceió informou que nesta sexta-feira (1) foi registrado um evento sísmico de magnitude de 0,39Ml a 330m de profundidade na região do Mutange, onde está localizada a mina número 18 de exploração de sal-gema pela Braskem.

O órgão informou que mantém alerta máximo e constante observação devido ao risco de iminente colapso da mina 18, na região do antigo campo de treinamento do clube de futebol CSA, no Mutange. Três sensores no local continuam apresentando alertas de movimentação.

Nas últimas 24 horas, foi registrado 11,4 cm de afundamento, com média de 1 cm por hora.

Braskem retira trabalhadores

Após recomendação do Ministério Público do Trabalho (MPT), a mineradora Braskem retirou seus empregados efetivos e terceirizados da área da mina 18.

O procurador do Trabalho Rodrigo Alencar condicionou a retomada dos trabalhos à avaliação técnica das autoridades competentes no sentido de garantir a segurança de todos os trabalhadores relacionados à empresa.




Fonte: Agência Brasil

Parentes de vítimas do “Massacre de Paraisópolis” pedem justiça


Familiares dos jovens assassinados no caso que ficou conhecido como Massacre de Paraisópolis realizaram nesta sexta-feira (1°) um ato para lembrar o aniversário de quatro anos do episódio. As famílias e amigos das nove vítimas mortas no baile funk DZ7 contaram com o apoio de integrantes de movimentos sociais, como a Rede Emancipa e a União da Juventude Comunista (UJC), para fazer a mobilização e evidenciar o acontecimento como uma violência cometida pelo Estado. Ao todo, 13 policiais respondem pelo crime.

Por volta de 18h, os manifestantes pararam o fluxo de uma das vias em frente ao Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), estendendo uma faixa preta aonde se lia “Massacre de Paraisópolis – Hora da Justiça”. O protesto seguiu sem problemas. Organizadores chegaram a negociar com a Polícia Militar a caminhada dos manifestantes e o uso de um carro de som.

Em entrevista à Agência Brasil, a doméstica Adriana Regina dos Santos, mãe do jovem Dennys Guilherme dos Santos, uma das vítimas da chacina, lamentou a demora na responsabilização pela morte do filho. A primeira parte do julgamento aconteceu somente no final de julho deste ano e a segunda está marcada para o próximo dia 18.

São Paulo SP 01/12//2023 - Familiares de mortos na chacina de Paraisópolis fazem ato na Avenida Paulista, em frente ao Masp. Foto Paulo Pinto/Agência Brasil

Familiares de mortos na chacina de Paraisópolis dizem não confiar mais na polícia para protegê-los. Foto – Paulo Pinto/Agência Brasil

“São quatro anos. É desumano, é descaso demais, é desrespeito demais”, afirmou ela. “Dizem que os direitos são iguais. Digo ‘dizem’ porque, para mim, não são. Se tivesse direitos iguais, esses policiais estariam pagando. Eu não estaria aqui pedindo justiça. Eu me sinto como se estivesse pedindo vingança e não é, é justiça. É o mínimo, dói demais. Daqui a 27 dias, meu filho completaria 21 anos, mas ele não conseguiu nem completar 17”.

Para Adriana, o fato de o filho ser negro e pobre muda a forma como a sociedade e o Poder Judiciário encaram o que lhe aconteceu. “Se tivesse ali um ‘filhinho de papai’ entre os nove, os nossos seriam também beneficiados pela Justiça. É repugnante. Eu sei, pela índole dele, que meu filho jamais daria problema para a polícia. É a dor da perda e a dor da revolta”, declara.

Perguntada se sempre teve medo da polícia, por conta da truculência com que tratam negros em geral, Adriana responde que não. E conta que, poucos dias antes da morte de seu filho, eles tiveram um diálogo justamente sobre o assunto.

Ele havia se queixado de ter sido parado e revistado pela polícia e ela o acalmou. “Eu falei: que bom, sinal de que a gente tem polícia”. Após a morte do filho, no entanto, começou a rever o tipo de tratamento que os agentes de segurança do Estado dão a pessoas como Dennys e tantos outros.

“Hoje eu não sei qual a educação que dou para meu filho de 14 anos sobre a polícia, porque fico imaginando. Ele é grande e logo deve estar ‘tomando blitz’. Porque, onde a gente mora, chega abrindo a viatura, mostrando a arma e [dizendo] ‘mão na cabeça, vagabundo’”, disse.

“O que meu filho vai fazer? Se ele se lembrar do irmão, vai falar: bom, se coloco a mão na cabeça, vão me matar e, se correr, vão matar. E eu falo o quê? ‘Confia na polícia’? Eu não confio mais”, completou.

Já Ivanira Aparecida da Silva, mãe de Eduardo da Silva, disse que percebeu haver pessoas que se sensibilizam com sua luta por justiça, e isso a ajuda. “Eu acredito é nisso aqui”, afirmou, referindo-se ao protesto e a outros esforços coletivos. “É na união. E união é a força. A Defensoria Pública, que está com a gente, e agora em outro julgamento. Tenho fé em Deus que agora o juiz bata o martelo e os leve [os policiais] a júri popular.”

Nesta sexta-feira, a defensora pública Fernanda Balera, que acompanha o caso, informou à reportagem que, no dia 22 de novembro, a última família foi indenizada. A indenização obtida por Ivanira, com o auxílio da Defensoria Pública, foi fundamental, segundo ela, para reestruturar sua família.

São Paulo SP 01/12//2023 - Familiares de mortos na chacina de Paraisópolis fazem ato na Avenida Paulista, em frente ao Masp. Foto Paulo Pinto/Agência Brasil

Placas homenageiam mortos na chacina de Paraisópolis. Foto – Paulo Pinto/Agência Brasil

Homenagem

O grupo de mulheres Pão e Rosas também participou do ato, apoiando as mães das vítimas do baile funk DZ7. Elas usaram placas que imitam as usadas na identificação das ruas. Algo parecido foi feito em homenagem à Marielle Franco, vereadora assassinada no Rio de Janeiro em 2018. Para Letícia Parks, integrante do grupo, as ruas deveriam levar nomes de vítimas como Marielle e os nove mortos no baile funk.

“Isso [a violência] diz muito em um país onde todos os homenageados [com placas de rua] são assassinos, racistas, bandeirantes. São estátuas, placas de rua, tudo em nome de homenagear gente horrível, que não devia fazer parte da nossa memória. E crianças, jovens como esses, que a gente acredita que não devam ser esquecidos… A gente queria que todas ruas fossem renomeadas. Por enquanto, a gente não consegue. Então, usa esse símbolo da luta por memória como uma luta por justiça”.




Fonte: Agência Brasil

Trabalhadores da Braskem são retirados da área de risco em Maceió


Após recomendação do Ministério Público do Trabalho (MPT), a mineradora Braskem retirou seus empregados efetivos e terceirizados da área da mina 18, na região do Mutange, em Maceió, que está em estado de emergência por causa do risco iminente de desabamento.

Em audiência realizada na tarde desta sexta (1º), no MPT, a Braskem se comprometeu a apenas retomar as atividades na área de risco, inclusive as de vigilância patrimonial, após a mineradora comunicar o MPT.

O procurador do Trabalho Rodrigo Alencar condicionou a retomada dos trabalhos à avaliação técnica das autoridades competentes no sentido de garantir a segurança de todos os trabalhadores relacionados à empresa.

Uma nova reunião entre MPT e Braskem está marcada para a próxima quarta-feira (6).

A Braskem deverá apresentar os planos de gerenciamento de risco, de monitoramento, de emergência e de evacuação na área ameaçada pelo colapso da mina 18.




Fonte: Agência Brasil

Colisão entre carro e caminhão deixa homem gravemente ferido na Rodovia Homero Severo Lins



Vítima foi encaminhada à Santa Casa de Misericórdia de Martinópolis (SP) e permaneceu no aguardo de transferência para o Hospital Regional (HR), em Presidente Prudente (SP). Uma colisão entre um carro e um caminhão, registrada no início da noite desta sexta-feira (1º), na Rodovia Prefeito Homero Severo Lins (SP-284), deixou um homem gravemente ferido, em Martinópolis (SP).
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, ele foi encaminhado à Santa Casa de Misericórdia da cidade e permaneceu no aguardo de transferência para o Hospital Regional (HR), em Presidente Prudente (SP).
Outra pessoa envolvida no acidente teve ferimentos leves.
Uma das vítimas ficou presa entre as ferragens, ainda de acordo com os bombeiros.
A Polícia Científica foi acionada para apurar as causas e circunstâncias do ocorrido.

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Fonte: G1

Presos do regime semiaberto realizam pintura e manutenção na sede de entidade assistencial em Presidente Venceslau




Instituição acolhe e protege crianças e adolescentes de até 17 anos sob medida de proteção. Reeducandos do sistema semiaberto realizam manutenção em entidade, em Presidente Venceslau (SP)
SAP
Os presos do regime semiaberto da Penitenciária Zwinglio Ferreira, a P1, executaram, voluntariamente, trabalhos de pintura e manutenção na sede da Associação Comunitária Lar Aconchego, em Presidente Venceslau (SP).
A entidade acolhe e protege crianças e adolescentes na faixa etária de até 17 anos de idade, com vínculos familiares rompidos ou fragilizados, sob medida de proteção.
Segundo o presidente da associação, Marcelo Augusto Fontolan Soriano, a ação contribuiu com o andamento das atividades da entidade, uma vez que se trata de uma instituição sem fins lucrativos, que se mantém por meio de recursos públicos e doações.
Ele ainda ressaltou que muitas das demandas da entidade seriam impossíveis de serem atendidas sem a contribuição do trabalho voluntário dos presos.
“Já nos auxiliaram com obras de construção, manutenção e limpeza, com muita competência”, enfatizou.
Reeducandos do sistema semiaberto realizam manutenção em entidade, em Presidente Venceslau (SP)
SAP
A Associação Comunitária Lar Aconchego é constituída no município de Presidente Venceslau desde 22 de agosto de 2003, mas a mudança para a sede própria ocorreu somente no dia 29 de setembro deste ano. Atualmente, a entidade atende sete crianças e adolescentes.
“O serviço de acolhimento busca a efetivação dos direitos das crianças e dos adolescentes com base superior aos seus interesses e na sua formação enquanto cidadãos, possibilitando a convivência comunitária e promovendo oportunidades para se desenvolverem de forma integral, estabelecendo ações educativas, contribuindo para seu crescimento pessoal e social, fortalecendo a autonomia e o protagonismo”, concluiu Soriano.
Reeducandos do sistema semiaberto realizam manutenção em entidade, em Presidente Venceslau (SP)
SAP

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Fonte: G1

Defesa Civil interdita residência colapsada por formigueiro gigante em Presidente Prudente | Presidente Prudente e Região


O caso constatado pelo engenheiro civil Adauto Bibiano, da Defesa Civil, analisou que o formigueiro retirou uma considerável quantidade de terra da parte de baixo da casa e, com as chuvas do últimos dias, o terreno cedeu, provocando o deslocamento de paredes e rachaduras.




Fonte: G1

Moradores protestam por realocação em bairro próximo a mina em Maceió


Moradores de bairros próximos à mina da petroquímica Braskem em Maceió (AL) fizeram um protesto nesta sexta-feira (1º) para reclamar da falta de acordo de compensação para sair dos locais que podem ser afetados pelo possível afundamento da mina de exploração de sal-gema. Eles fecharam todas as vias de acesso ao bairro de Bebedouro.

As comunidades dos Flexais estão ilhadas socialmente após o deslocamento de cinco bairros vizinhos desde 2019. Só é possível acessá-las passando pelas regiões que se transformaram em “bairros fantasmas” após o desalojamento da população.

O líder comunitário Maurício Sarmento reclama que não há um plano para a retirada dos moradores das comunidades de Flexal de Cima e Flexal de Baixo. Segundo ele, há tratamento diferenciado por parte da prefeitura e da Braskem em relação a outros bairros da cidade afetados pela mina, onde já houve a retirada de moradores e pagamento de indenizações.

“Temos que sair daqui, não pode ter tratamento diferenciado com outras áreas que já estão afetadas. Não aceitamos ir para abrigos públicos, pois o que aconteceu aqui não foi um acidente, foi um crime. Queremos sair daqui com dignidade e com indenização justa”, diz Sarmento. Ele classifica a situação como racismo ambiental com as comunidades afetadas.

A dona de casa Malbete dos Santos Correia, de 54 anos, também reclama da diferença de tratamento em relação a outros bairros. Ela diz que, mesmo não querendo deixar o local onde mora desde que nasceu, pensa em ir para casa de parentes porque não tem condições de alugar outro imóvel.

“Estou pensando em sair, mesmo sem proteção nenhuma, porque como estou vivendo não é jeito de ninguém viver. A gente não vive mais, não estamos dormindo nem se alimentando, aqui não tem açougue, padaria, farmácia, mercadinho, não tem nada”, lamenta, dizendo que também não quer ficar em alojamentos disponibilizados pela prefeitura.

A Defesa Civil de Maceió informou que a velocidade de afundamento da mina 18, que fica abaixo do antigo campo de treinamento do clube de futebol CSA, no bairro do Mutange, é de 2,6 centímetros por hora. Pode ocorrer a qualquer momento um afundamento de terra de danos que ainda não são presumíveis.

Prefeitura e Braskem

Em nota, a Prefeitura de Maceió diz que disponibilizou abrigos para acolher a população de forma emergencial, diante do risco iminente de colapso da mina n°18 da Braskem. Também foi solicitado apoio ao governo federal para garantir moradias à população que foi obrigada a deixar suas casas. “A Prefeitura reafirma o compromisso em cobrar de todos os envolvidos, incluindo a Braskem, que todos os direitos da população afetada sejam garantidos”, informou.

A Braskem ainda não se manifestou sobre as demandas dos moradores. A empresa diz seguir o mapa de linhas prioritárias de realocação das famílias definido pela Defesa Civil e que está apoiando a realocação emergencial dos moradores dos imóveis que ainda resistiam em permanecer na área de desocupação. A realocação preventiva de toda a área de risco foi iniciada em dezembro de 2019 e 99,3% dos imóveis já estão desocupados.

A exploração de sal-gema subterrâneo ocorre há 40 anos em Maceió. Ao todo, há 35 minas de exploração, que tiveram suas atividades suspensas em 2019. Mais de 60 mil pessoas tiveram que ser removidas dos bairros atingidos.

Trens parados

Por causa das manifestações dos moradores, a Companhia Brasileira de Trens Urbanos de Maceió interrompeu a operação dos trens e VLTs. De acordo com a empresa, a paralisação temporária permanecerá durante o sábado (2).

Segundo a companhia, como as manifestações ocorreram em cima dos trilhos, serão necessários reparos na via. “A paralisação temporária se faz necessária para reparar os danos da via, bem como avaliar a segurança dos funcionários e usuários do sistema ferroviário”, informou em nota.




Fonte: Agência Brasil

De olho nos impactos do fenômeno El Niño, Defesa Civil dá início à Operação Chuvas de Verão em Presidente Prudente




Trabalhos seguem até 31 de março de 2024 para minimizar os efeitos dos desastres naturais. Defesa Civil dá início à Operação Chuvas de Verão em Presidente Prudente (SP)
Defesa Civil
Com o objetivo de preparar os agentes para as ocorrências de chuvas, principalmente na época de verão, a Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil iniciou, nesta sexta-feira (1º), a Operação Chuvas de Verão 2023/2024, em Presidente Prudente (SP).
As ações, que ocorrerão até 31 de março de 2024, visam a minimizar os desastres naturais durante o período de maior incidência de chuvas na cidade.
Devido à influência do fenômeno do El Niño, a região de Presidente Prudente passará por um período de chuvas mais intensas, com probabilidades de ventos intensos e granizo.
Por isso, durante o período de vigência da operação, as vistorias serão intensificadas quando houver índices acumulados de chuvas, bem como serão enviados alertas à população e aos órgãos de apoio.
Defesa Civil dá início à Operação Chuvas de Verão em Presidente Prudente (SP)
Defesa Civil
Ainda neste período, as viaturas serão equipadas com motosserras para o corte de árvores caídas e a concessionária de energia elétrica também auxiliará na prevenção de situações de maior gravidade.
A Defesa Civil alerta que a população tome cuidado com as quedas de raios e ainda as chamadas “cabeças d’água” nos leitos dos rios, e orienta para que evite áreas que são passíveis de alagamentos em dias de chuvas mais intensas.
A Defesa Civil ainda orienta as pessoas a evitar a saída de casa na incidência de chuvas fortes e a se manter longe da rede elétrica.
Em caso de algum problema grave no período de chuvas, as pessoas podem pedir ajuda ao Corpo de Bombeiros, pelo telefone 193, e à Defesa Civil, através do número (18) 99744-0199 (WhatsApp) ou pelo telefone 199.

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Fonte: G1

Concurso para soldado da PM do Rio será retomado neste mês


O processo seletivo para preencher 2 mil vagas para o curso de formação de soldados da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMRJ) será retomado neste mês, após a contratação da Fundação Getulio Vargas (FGV) para realizar o concurso. A autorização para contratar a FGV foi publicada na edição desta sexta-feira (1º) do Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro.

Destinado a preencher parte do efetivo da corporação, o concurso foi suspenso no fim de agosto deste ano em função de falha na aplicação da primeira prova escrita objetiva. Em consequência da irregularidade, foi rompido o contrato com o Instituto Brasileiro de Apoio de Desenvolvimento Executivo (Ibade), instituição que venceu a licitação no início do ano, para realizar o concurso.

Durante o período de paralisação do processo seletivo, a Polícia Militar resolveu também uma questão jurídica que surgiu em outubro, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a suspensão do concurso por considerar inconstitucional a cláusula do edital que limitava o ingresso de mulheres com uma cota de 10%. Um acordo obtido pela Procuradoria-Geral do Estado junto ao STF garantiu a continuidade do concurso, com a eliminação da cláusula. Ficou estabelecido que a classificação passa a ser pelo critério de notas, independentemente do sexo do candidato.

A Diretoria de Recrutamento e Seleção de Pessoal da Polícia Militar já iniciou os entendimentos com a FGV para estabelecer um novo calendário de provas. De acordo com a Diretoria de Recrutamento, os quase 120 mil candidatos inscritos não serão prejudicados.




Fonte: Agência Brasil

Mesa Diretora descarta aumento salarial para vereadores e mantém valores de R$ 7 mil e R$ 10 mil para o mandato de 2025 a 2028 em Presidente Prudente | Presidente Prudente e Região


“Há que se destacar que a fixação do subsídio de vereador correspondente a R$ 7.014,82 e do presidente da Câmara, cujo valor é de R$ 10.021,18, foi fixado para a 16ª Legislatura, período de 2013/2016, através da Resolução nº 307, de 27.09.2011, ficando inalterados esses valores para a 17ª Legislatura, período 2017/2020 e permanecendo para a 18ª Legislatura, período 2021/2024. Agora propõe-se que os valores sejam mantidos por mais quatro anos, por toda a 19ª Legislatura, que se encerra em 2028”, salientam.




Fonte: G1