Samba-raiz: sambista e intérprete machadense inspira-se em show de Oswaldo Sargentelli para criar o grupo ‘Sabirú e as Mulatas’ | Presidente Prudente e Região


Atraído pela atmosfera carnavalesca, em 1979, Sabirú tornou-se presidente da escola de samba Unidos do Jardim Paulista e, na sequência, da União da Vila Jardim Paulista, ambas em Presidente Prudente. Já na década de 90, na capital de São Paulo (SP), presidiu a escola Independente da Zona Leste e deu voz à Real Grandeza, além de testemunhar a conquista do título de campeã por todas elas.




Fonte: G1

Impacto acadêmico da ciência brasileira aumento 21% de 1996 a 2022


O impacto acadêmico da ciência brasileira no mundo cresceu 21% de 1996 a 2002 de acordo com relatório da Agência Bori feito em parceria com a empresa de análise de dados Elsevier. Segundo o levantamento, o impacto da pesquisa é medido pelo número de vezes que um artigo científico é citado em comparação com outros da mesma área no resto do mundo, em determinado período de tempo, indicador conhecido como Field Weighted Citation Impact (FWCI).

Segundo o relatório, divulgado esta semana, o FWCI da ciência brasileira passou de 0,7 em 1996 para 0,85 em 2022. Já o número de artigos científicos brasileiros publicados no período aumentou nove vezes: passou de 8,3 mil em 1996 para 74,6 mil em 2022.

“É importante notar que, apesar do gigantesco aumento da produção científica, o Brasil tem conseguido manter a média de citações de seus trabalhos, aproximando-se cada vez mais da média mundial”, destacou o cientista de dados da Bori, Estêvão Gamba.

Os dados do relatório mostram ainda que a porcentagem de artigos científicos de autores brasileiros entre os 10% mais citados no mundo teve crescimento de 5,4% em relação ao total de artigos publicados no período. A Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade Estadual Paulista (Unesp) lideraram as instituições brasileiras com mais artigos de seus pesquisadores entre os 10% mais citados mundialmente no período de 1996 a 2022.

“Isso significa que os cientistas de instituições de pesquisa do Brasil estão publicando cada vez mais trabalhos que estão entre aqueles que têm maior impacto acadêmico do mundo”, ressaltou o vice-presidente de Relações Acadêmicas da América Latina da editora Elsevier, Dante Cid.

O relatório considerou países que publicaram mais de 10 mil artigos científicos em 2021, o que resultou em um total de 51 países analisados. Já para análise do cenário nacional, foram consideradas todas as instituições de pesquisa do Brasil que publicaram mais de mil artigos científicos também em 2021, totalizando 35 instituições.




Fonte: Agência Brasil

Fundo Brasil apoia projetos para comunidades tradicionais


O Fundo Brasil de Direitos Humanos, organização independente e sem fins lucrativos fundada em 2006, lançou nesta semana um edital para apoiar projetos desenvolvidos por grupos, coletivos e entidades que atuam na defesa dos direitos socioambientais de comunidades tradicionais. Ao menos 20 propostas serão contempladas com um valor de até R$ 50 mil.

De acordo com a organização, o edital foi elaborado levando em conta que o apoio à resiliência de comunidades tradicionais é central na luta por justiça climática. Entre as propostas selecionadas, ao menos 10 deverão ser voltadas para a Amazônia e para o Cerrado, biomas considerados fundamentais para a retenção de carbono e consequentemente para o combate ao aquecimento global.

O edital Comunidades Tradicionais Lutando por Justiça Climática está aberto desde segunda-feira (27) e os interessados poderão encaminhar projetos até 31 de janeiro de 2024. As inscrições deve ser feitas no site da organização  As propostas podem envolver temas como direito à terra, alternativas produtivas, atividades de formação, entre outros.

Serão consideradas como comunidades tradicionais os grupos culturalmente diferenciados, que se caracterizam por formas próprias de organização social e que se relacionam com seus territórios e recursos naturais como condição fundamental para sua reprodução cultural, social, econômica e espiritual. Isso inclui indígenas, andirobeiras, apanhadores de sempre-vivas, caatingueiros, catadores de mangaba, quilombolas, extrativistas, ribeirinhos, caiçaras, ciganos, povos de terreiro, cipozeiros, castanheiras, faxinalenses, fundo e fecho de pasto, geraizeiros, ilhéus, isqueiros, morroquianos, pantaneiros, pescadores artesanais, piaçabeiros, pomeranos, quebradeiras de coco babaçu, retireiros, seringueiros, vazanteiros e veredeiros.

O Fundo indica que essas comunidades foram bastante afetadas pelo avanço da exploração dos biomas observado no Brasil nos últimos anos, com o crescimento das ocupações ilegais e dos conflitos agrários. Além disso, observa que são também impactadas devido à sua vulnerabilidade diante das consequências das mudanças climáticas, como a seca ou o excesso de chuvas a depender da região e do período do ano.

“Apoiar os modos de vida das comunidades tradicionais é também garantir práticas sustentáveis, com preservação da biodiversidade e promoção da resiliência dos ecossistemas, em uma estratégia ampla por justiça climática e ambiental abarcada por este edital”, sustenta a organização.

Novos editais

De acordo com o Fundo Brasil de Direitos Humanos, o edital é o primeiro a ser lançado pelo Raízes – Fundo de Justiça Climática para Povos e Comunidades Tradicionais, linha de apoio que deverá destinar pelo menos R$ 6 milhões nos próximos 3 anos para o fortalecimento grupos, comunidades e organizações de base que atuam na defesa de seus direitos e na proteção de territórios e recursos naturais. Novas chamadas deverão ser divulgadas posteriormente.




Fonte: Agência Brasil

Operação mostra jornada exaustiva e uso de drogas por caminhoneiros


Uma operação realizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostrou que 25,47% dos motoristas profissionais trabalham mais de 13 horas por dia e 56,6% trabalham, em média entre nove e 12 horas por dia. 

A Operação Jornada Legal demonstra também que 18,87% utilizam substâncias químicas, sendo que 2,83% disseram usar diariamente. A maioria (77,2%) alega que o motivo do uso é evitar o sono. Entre aqueles que trabalham mais de 16 horas, o número dos profissionais que confirmam que utilizam algum tipo de substância sobe para 50%.

Os entrevistados foram submetidos a testes laboratoriais para detectar qual substância foi utilizada. Segundo dados colhidos nos últimos cinco anos, a droga mais utilizada é a cocaína (70% dos motoristas), seguida por maconha (15%), opióides (10%) e anfetaminas (5%), o rebite.

Em relação ao descanso, a Operação mostrou que 12,26% dos motoristas dormem apenas entre quatro e cinco horas por dia. A maioria (58,49%) diz que dorme entre seis e oito horas por dia. O intervalo para refeições é feito entre 30 minutos e 1 hora para 60,38% dos motoristas abordados.

Entre os entrevistados, 47,1% disseram fazer intervalo de menos de oito horas de descanso entre um dia e outro de trabalho, o que contraria a Lei dos Caminhoneiros, que determina 11 horas de descanso.

De acordo com dados da operação, um a cada quatro motoristas fiscalizados foram autuados por descumprirem a lei em relação ao descanso. Ao longo de 2023, foram mais de 32 mil autos de infração, o que representa cerca de 33% do total de motoristas fiscalizados (cerca de 90 mil).

O diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Antônio Fernando Oliveira, explica que os caminhoneiros sofrem uma grande pressão para o cumprimento de horário de entrega de cargas, o que faz com que eles se sacrifiquem além do horário de trabalho permitido por lei. “Um condutor extenuado perde a atenção e passa a ser um risco para ele próprio e para os outros usuários da rodovia”.

Brasília, (DF) – 29/11/2023 – Entrevista coletiva, Operação Jornada Legal, Diretor-Geral da PRF, Antônio Fernando. Foto Valter Campanato/Agência Brasil.

Diretor-Geral da PRF, Antônio Fernando, em entrevista para detalhar a Operação Jornada Legal – Valter Campanato/Agência Brasil

A operação colheu 106 respostas entre os dias 28 e 29 de novembro deste ano, em cinco estados  (Rondônia, Bahia, Paraná e São Paulo e Distrito Federal), em grandes entroncamentos rodoviários do país e também na Ceagesp

Tempo de espera

O tempo de espera na fila para carregar e descarregar os itens transportados é de mais de seis horas para 37,7% dos motoristas entrevistados. Outros 15% disseram esperar entre quatro e seis horas, 15% entre duas e quatro  horas e 32% disseram esperar menos de duas horas para retirar a carga do caminhão

Em julho deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucionais trechos da Lei do Caminhoneiro (Lei 13.103/2015) em relação à jornada de trabalho, horas extras, descanso diário e semanal. Também foi derrubado o ponto da lei que excluía da jornada de trabalho o tempo em que o motorista ficava esperando pela carga ou pela descarga do veículo ou para a fiscalização da mercadoria.

O STF ainda deverá modular os efeitos da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5322, ajuizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres (CNTT) contra a Lei dos Caminhoneiros.

“A modulação pelo STF vai ser muito importante para saber se esse passivo tem que ser pago. Se prevalecer o entendimento que o tempo de espera realmente é o tempo de trabalho, vai ter que ser feito esse pagamento”, disse o procurador-geral do Trabalho, José de Lima Ramos Pereira.

Segundo o MPT, em razão das violações, o passivo trabalhista durante oito anos de tramitação do processo soma cerca de R$ 500 bilhões.




Fonte: Agência Brasil

Cinema: Festival de Brasília exibe produções em 4k pela primeira vez


A organização da sociedade civil Amigos do Futuro e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal anunciaram, nesta quarta-feira (29), que a 56ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro exibirá, pela primeira vez, todos os filmes com a tecnologia 4K. A ultra definição das produções deverá apresentar melhor qualidade nas telas, com imagens mais nítidas e detalhadas. O anúncio foi feito na divulgação da programação da edição do festival, o mais antigo no Brasil. Com o tema Na Casa do Cinema Brasileiro, o evento será entre 9 e 16 de dezembro. 

Na entrevista coletiva à imprensa, no Cine Brasília, o presidente da edição do evento, Fernando Borges, comentou sobre os investimentos em tecnologia de ponta, inclusive com o novo sistema de processamento de áudio específico (Dolby) para salas de projeção, o que deve aumentar o nível do festival.

“É algo que nunca aconteceu e isso nos elenca, inclusive, a nível Brasil, junto aos grandes festivais. A gente teve que reconfigurar a nossa estratégia de aplicação dos recursos do edital [do Governo do Distrito Federal] para que a gente fizesse um investimento alto para trazer essa tecnologia 4k.

Os organizadores explicaram, ainda, que os filmes produzidos com qualidade inferior a 4K serão adaptados à nova tecnologia digital.

56º Festival de Brasíia do Cinema Brasieiro - 2023. Foto: Festival de Brasília/Divulgação

56º Festival de Brasíia do Cinema Brasieiro – 2023 – Festival de Brasília/Divulgação

Recorde

A 56ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro registrou recorde de inscrições de filmes inscritos: 1.269 títulos, sendo 984 curtas e 285 longas, vindos de todas as cinco regiões do Brasil.

Entre os filmes inscritos, 50,5% foram produzidos na região Sudeste; 21,6% são do Nordeste; 16,8%, Centro-Oeste; 11,5%, do Sul; e 3,5%, do Norte. Os estados que lideram o número de filmes inscritos foram São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul e Pernambuco.

A organização do festival aponta que a direção dos filmes ficou a cargo de homens em 60,7% dos filmes, 0,9% trans dos diretores são homens trans. As diretoras mulheres representaram 35,6%, e 0,6% mulheres trans. As pessoas não binárias dirigem 3,4% das produções.

A diretora artística, curadora do festiva de Brasília e também diretora e atriz Anna Karina de Carvalho comemorou a diversidade de expressões brasileiras refletidas nos filmes, inclusive com produção indígena.

“A pluralidade de vozes reflete a diversidade de quem está por trás das câmeras, essencial em um país de tantas realidades. Em tela, o urbano e o rural, as ruas e as praias, o palco e a floresta, espaços cotidianos de vivência e sobrevivência que ganham novos contornos e significados e se engrandece, quando assimilados, traduzidos e vistos assim por nós, em conjunto”, disse Anna Karina em nome das comissões julgadoras de produções de longa e de curta metragens. “Esta não é a totalidade, mas, é um pequeno recorte dela, naquele tempo e naquele lugar, com tanto a dizer e muito a permanecer”, dimensiona Anna Karina.

Homenagem

Neste ano, o Festival de Brasília homenageia o ator Antonio Pitanga, de 84 anos. Na noite de abertura do evento, em 9 de dezembro, o artista receberá a estatueta Candango pelo conjunto da obra, para celebrar a carreira artística de cerca de seis décadas. Em vídeo, o ator Antonio Pitanga agradeceu antecipadamente a homenagem. “O festival É sempre uma grande tribuna política, social e cultural. Ser homenageado neste festival traz um afago ao coração, de uma carreira com mais de 64 anos, fazendo mais de 80 filmes. É uma alegria ser homenageado em vida, neste festival que é histórico e tem referência no mundo”.

Programação

Nesta quarta-feira, a comissão organizadora do 56º Festival de Brasília apresentou os títulos, equipe de direção e a sinopse dos mais de 50 filmes selecionados para o evento.

Durante os oito dias do evento, serão exibidos seis longas-metragens e 12 curtas-metragens participantes da Mostra Competitiva Nacional, que concorrerão ao Troféu Candango, entregue na cerimônia de encerramento, no Cine Brasília.

Além destes, outros quatro longas e oito curtas foram anunciados como concorrentes ao 25º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal, na Mostra Brasília, voltada às produções do DF. Os vencedores serão escolhidos pelo júri técnico e pelo voto popular.

A programação do festival também contará com mais 20 títulos nas três mostras paralelas: Outros Olhares, Coproduções e Festivalzinho.

“A programação fecha o ano de 2023 com um suco narrativo de Brasis”, destaca a diretora artística Anna Karina.

Segundo a diretora, o título do filme de abertura será anunciado na próxima semana.

A programação do festival também será composta por cinco oficinas de formação, no formato online, por meio da plataforma Zoom (de 11 a 15 de dezembro), seminários e encontros setoriais, masterclass, atividades de aceleração de projetos para o mercado, painéis que vão discutir, entre outros, a reconstrução do cinema brasileiro, as articulações em torno da Lei Paulo Gustavo (lei complementar 195/2022), a recuperação do setor audiovisual e a retomada das políticas setoriais.

A programação completa estará disponível, em breve, do hotsite do 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, com a ficha técnica de cada um dos filmes concorrentes à premiação candanga e dos participantes das mostras.

Acessibilidade

Outra novidade do festival de cinema da capital federal é a ampliação da acessibilidade. A organização do festival apontou que 55,6% dos filmes inscritos já contam com recursos de acessibilidade.

De acordo com Fernando Borges, a acessibilidade do festival seguirá o conceito 360º, com tradução para Língua Brasileira de Sinais (Libras), nas cerimônias de abertura e encerramento do evento; equipe especializada para atender e guiar as pessoas com deficiência presentes; e estrutura específica para garantir o fluxo de pessoas com mobilidade reduzida em todo o espaço físico do festival. Os filmes terão legenda descritiva para pessoas surdas e audiodescrição para pessoas cegas, acessíveis por aplicativo de celular. E ainda estão agendadas sessões exclusivas com acessibilidade no Festivalzinho.  “Nem todos os filmes dispunham dessa entrega. Mas com esse nosso investimento, deixamos isso, um legado para as obras”, conta Anna Karina.

Fomento e incentivo

O investimento de realização do festival foi de R$ 2,75 milhões, maior que os R$ 2 milhões disponibilizados pelo edital do festival de 2022.

O secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes, explicou que a gestão dele quer planejar antecipadamente e estruturar melhor o festival, para que o evento tenha protagonismo nos próximos anos e movimente toda cadeia de produção do audiovisual, com a geração de empregos e oportunidades na cidade.

“Nós estamos olhando e planejando um festival que seja estudado, trabalhado, que a classe audiovisual seja ouvida, que as instituições que operam e que o fizeram tragam suas impressões. Acima de tudo, que a gente olhe para esse festival como um bem cultural da nossa capital da República e, portanto, merece todos o zelo, trabalho, estudo e planejamento”, frisa o secretário.

Serviço – 56ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Data: 9 e 16 de dezembro

Valor do ingresso: R$20 (inteira); R$ 10 (meia entrada), no Cine Brasília.

Venda limitada a dois ingressos por pessoa

Formas de pagamento: cartões de crédito e débito, dinheiro e PIX;

Ingressos gratuitos nas demais localidades do festival, como os Complexos Culturais de Samambaia e Planaltina.




Fonte: Agência Brasil

Com mensagem que vai além do que os olhos podem ver, Academia Venceslauense de Letras lança terceira coletânea de textos | Presidente Prudente e Região


Se você estiver atento às linhas escritas, pode perceber que há muito mais do que não se pode ver, mas, sim, como uma simples lembrança de longa data. Esta é a mensagem que a Academia Venceslauense de Letras (AVL) quer deixar em sua terceira coletânea de textos acadêmicos, denominada “Entrelinhas”.




Fonte: G1

Rio e Santos podem ter áreas invadidas pelo mar até 2059


Um estudo da plataforma Human Climate Horizons (HCH) divulgado nesta semana indica que o nível do mar poderá subir entre 20.09 cm e 24.27 cm junto à costa brasileira, até 2059, se não forem reduzidas as emissões globais de gases de efeito estufa (GEE).

Desenvolvido conjuntamente pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e pelo Laboratório de Impacto Climático (CIL), o aplicativo reúne uma série de informações que permitem perceber os possíveis impactos das alterações climáticas em mais de 24 mil regiões do mundo.

Ao se debruçar sobre as potenciais consequências das alterações climáticas para as terras costeiras, o levantamento revela que, caso a temperatura média global continue aumentando no ritmo atual, as inundações se tornarão cada vez mais frequentes, atingindo uma área cada vez maior, onde vivem hoje cerca de 14 milhões de pessoas.

Os responsáveis pelo estudo citam como exemplo, a cidade de Santos, no litoral paulista. Na avaliação de três possíveis cenários (baixa emissão de gases de efeito estufa; emissão intermediária e emissão muito alta), a plataforma projeta que o nível do mar, na região do maior porto da América Latina, subirá, respectivamente, 22.84 cm; 24.64 cm e 27.74 cm até 2059.

Risco de inundações

“Centenas de cidades altamente povoadas enfrentarão um risco acrescido de inundações até meados do século. Isto inclui terras que abrigam cerca de 5% da população de cidades costeiras como Santos, no Brasil; Cotonou, no Benin, e Calcutá, na Índia”, informa o estudo, ao destacar que “muitas regiões baixas ao longo das costas da América Latina, África e Sudeste Asiático podem enfrentar uma grave ameaça de inundação permanente, parte de uma tendência alarmante com potencial para desencadear uma reversão no desenvolvimento humano nas comunidades costeiras em todo o mundo”.

Outro município brasileiro, citado entre os que correm o risco de ver submergir até 5% de seu território, é a cidade do Rio de Janeiro, que, nos mesmos três cenários, enfrentaria uma elevação do nível do mar da ordem de 19,13cm (baixas emissões de GEE); 20,93cm (emissões intermediárias) e 23,84cm (emissões muito altas).

A Human Climate Horizons lembra que as emissões de gases de efeito estufa decorrentes da atividade humana contribuem para elevar a temperatura média do planeta. E que o aquecimento global, por sua vez, acelera o derretimento de camadas de gelo e glaciares, resultando em um maior volume d´água e, consequentemente, no aumento da superfície dos oceanos. O que fez com que a extensão das inundações costeiras tenham aumentado nos últimos 20 anos.

A Human Climate Horizons divulgou os novos dados “hiperlocais” dias antes do início da 28ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 28), evento que ocorrerá em Dubai, nos Emirados Árabes, de 30 de novembro a 12 de dezembro.

Durante a COP28, representantes de governos, empresas e da sociedade civil devem fazer um balanço da implementação do Acordo de Paris, estabelecido na COP21, em 2015, quando cada país signatário estabeleceu metas próprias de redução de emissão de gases de efeito estufa, denominada Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, na sigla em inglês).

A NDC brasileira, atualizada em 2023, estabelece que o Brasil deve reduzir as próprias emissões em 48% até 2025 e 53% até 2030, em relação às emissões de 2005.




Fonte: Agência Brasil

Saiba como ter acesso a vagas de qualificação profissional


O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) anunciou investimentos de R$ 60 milhões no Programa Manuel Querino de Qualificação Social e Profissional, que tem o objetivo de alcançar cerca de 100 mil trabalhadores em um ano. As vagas serão disponibilizadas pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine), por universidades e institutos federais que aderiram ao programa.

Segundo o secretário de Qualificação e Fomento à Geração de Emprego e Renda do MTE, Magno Lavigne, o programa atua dentro da estratégia do governo federal do Qualifica PAC que busca identificar as vocações econômicas regionais e os gargalos de formação para induzir a qualificação. São cursos em seis áreas de atuação: economia verde e azul; economia digital e neoindustrialização, economia da cultura e criativa, economia do cuidado e da saúde, economia do turismo e economia popular e solidária.

Os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador, ao todo R$40 milhões, serão descentralizados e direcionados aos fundos de estados e municípios integrantes do Sistema Nacional de Emprego (Sine). Cada região participante vai disponibilizar as capacitações conforme o plano apresentado para o seu território, de acordo com estudo de demanda previamente realizado.

Para as 60 mil vagas que serão disponibilizadas por meio do Sine, o trabalhador deve acessar a rede pelo Portal Emprega Brasil e verificar nas secretarias estaduais e municipais quais qualificações foram disponibilizados para o seu território, pelo programa.

Instituições federais

No caso de universidades e institutos federais, para o primeiro ano do programa, foram firmados acordos com as instituições para oferta de cursos com carga horária mínima de 200 horas e também alinhados com a vocação econômica do território. Serão mais 40 mil vagas.

“Já tem uma articulação da universidade a partir das linhas de estudo dos professores daquele setor. Então você tem uma vinculação com a trilha de qualificação da universidade e do instituto, para permitir que o trabalhador, inclusive possa viver na estrutura de educação formal federal, com o objetivo de instigá-lo a ir além”, destaca Magno.

Nesses casos, as instituições federais de ensino disponibilizarão os cursos de capacitação por meio dos seus canais de inscrição.

Universidades e institutos federais participantes

1 – Instituto Federal de São Paulo (IFSP)

2 – Universidade Federal da Bahia (UFBA)

3 – Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

4 – Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)

5 – Universidade Federal de Goiás (UFGO)

6 – Instituto Federal da Bahia (IFBA)

7 – Universidade Federal Fluminense (UFF)

8 – Universidade Federal do ABC

9 – Universidade Federal de Sergipe (UFSE)

10 – Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IFSPE)

11 – Universidade Federal da Bahia (UFBA)

12 – Instituto Federal da Bahia (IFBA)

13 – Universidade Federal do ABC

14 – Universidade Federal do Tocantins (UFTO)

15 – Instituto Federal do Paraná (IFPR)

16 – Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN)

17 – Universidade Federal de Goiás (UFGO)

18 – Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

19 – Universidade Federal do Amazonas (Ufam)

20 – Universidade Federal do Tocantins (UFTO)

21 – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

22 – Universidade Federal do Paraná (UFPR)

23 – Instituto Federal de Pernambuco (IFPE)

24 - Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes)

25 – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense (IFF)

Escola do Trabalhador

Além das 200 horas de capacitação oferecidas pelas instituições federais, o MTE também disponibilizou vagas de qualificação em tecnologia e produtividade nos cursos oferecidos por meio da Escola do Trabalhador 4.0, para complementar as qualificações. São cursos como letramento digital e de educação financeiro com Excel, com 5 milhões de vagas disponíveis por meio de Educação à Distância (EaD) e inscrições diretamente neste site.




Fonte: Agência Brasil

MTE informa como ter acesso a vagas de qualificação profissional


O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) anunciou investimentos de R$ 60 milhões no Programa Manuel Querino de Qualificação Social e Profissional, que tem o objetivo de alcançar cerca de 100 mil trabalhadores em um ano. As vagas serão disponibilizadas pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine), por universidades e institutos federais que aderiram ao programa.

Segundo o secretário de Qualificação e Fomento à Geração de Emprego e Renda do MTE, Magno Lavigne, o programa atua dentro da estratégia do governo federal do Qualifica PAC que busca identificar as vocações econômicas regionais e os gargalos de formação para induzir a qualificação. São cursos em seis áreas de atuação: economia verde e azul; economia digital e neoindustrialização, economia da cultura e criativa, economia do cuidado e da saúde, economia do turismo e economia popular e solidária.

Os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador, ao todo R$40 milhões, serão descentralizados e direcionados aos fundos de estados e municípios integrantes do Sistema Nacional de Emprego (Sine). Cada região participante vai disponibilizar as capacitações conforme o plano apresentado para o seu território, de acordo com estudo de demanda previamente realizado.

Para as 60 mil vagas que serão disponibilizadas por meio do Sine, o trabalhador deve acessar a rede pelo Portal Emprega Brasil e verificar nas secretarias estaduais e municipais quais qualificações foram disponibilizados para o seu território, pelo programa.

Instituições federais

No caso de universidades e institutos federais, para o primeiro ano do programa, foram firmados acordos com as instituições para oferta de cursos com carga horária mínima de 200 horas e também alinhados com a vocação econômica do território. Serão mais 40 mil vagas.

“Já tem uma articulação da universidade a partir das linhas de estudo dos professores daquele setor. Então você tem uma vinculação com a trilha de qualificação da universidade e do instituto, para permitir que o trabalhador, inclusive possa viver na estrutura de educação formal federal, com o objetivo de instigá-lo a ir além”, destaca Magno.

Nesses casos, as instituições federais de ensino disponibilizarão os cursos de capacitação por meio dos seus canais de inscrição.

Universidades e institutos federais participantes

1 – Instituto Federal de São Paulo (IFSP)

2 – Universidade Federal da Bahia (UFBA)

3 – Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

4 – Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)

5 – Universidade Federal de Goiás (UFGO)

6 – Instituto Federal da Bahia (IFBA)

7 – Universidade Federal Fluminense (UFF)

8 – Universidade Federal do ABC

9 – Universidade Federal de Sergipe (UFSE)

10 – Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IFSPE)

11 – Universidade Federal da Bahia (UFBA)

12 – Instituto Federal da Bahia (IFBA)

13 – Universidade Federal do ABC

14 – Universidade Federal do Tocantins (UFTO)

15 – Instituto Federal do Paraná (IFPR)

16 – Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN)

17 – Universidade Federal de Goiás (UFGO)

18 – Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

19 – Universidade Federal do Amazonas (Ufam)

20 – Universidade Federal do Tocantins (UFTO)

21 – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

22 – Universidade Federal do Paraná (UFPR)

23 – Instituto Federal de Pernambuco (IFPE)

24 - Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes)

25 – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense (IFF)

Escola do Trabalhador

Além das 200 horas de capacitação oferecidas pelas instituições federais, o MTE também disponibilizou vagas de qualificação em tecnologia e produtividade nos cursos oferecidos por meio da Escola do Trabalhador 4.0, para complementar as qualificações. São cursos como letramento digital e de educação financeiro com Excel, com 5 milhões de vagas disponíveis por meio de Educação à Distância (EaD) e inscrições diretamente neste site.




Fonte: Agência Brasil

Trabalhador morre ao ser atropelado por caminhão da própria empresa, em Indiana




Trabalhador da concessionária Eixo SP morreu vítima de acidente na Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), em Indiana (SP), nesta quarta-feira (29)
Polícia Militar Rodoviária
Um jovem, de 19 anos, morreu ao ser atropelado por um caminhão da própria empresa onde trabalhava, na tarde desta quarta-feira (29), em Indiana (SP).
O acidente de trabalho ocorreu com o caminhão pertencente à Eixo-SP, que administra o trecho rodoviário naquela região, na altura do km 437,560 da Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425).
Segundo informações da Polícia Militar Rodoviária, o homem trabalhava na sinalização da via quando, por motivos a serem esclarecidos, foi atropelado. A vítima não resistiu aos ferimentos e teve a morte atestada no local pelo médico da concessionária.
O motorista do caminhão foi submetido ao teste do bafômetro e o resultado deu negativo para a ingestão de álcool.
A Polícia Científica foi acionada para realizar a perícia no local.




Fonte: G1