Motociclista morre após colidir contra duto de concreto em posto de combustíveis, em Lucélia



Ocorrência foi registrada na madrugada desta quinta-feira (2). Um motociclista, de 21 anos, morreu, na madrugada desta quinta-feira (2), após sofrer um acidente de trânsito em Lucélia (SP).
Segundo a Polícia Militar, o acidente foi registrado por volta de 5h na Avenida Brasil, perto da entrada da cidade.
A pessoa que acionou a PM relatou que chegou ao local e viu a vítima caída no chão e desacordada. A morte do motociclista foi confirmada no Pronto-Socorro de Adamantina (SP).
A Polícia Civil informou ao g1 que o motociclista colidiu contra um duto de concreto no interior de um posto de combustíveis. A Polícia Científica foi acionada para realizar perícia no local.

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Fonte: G1

Com mais de 12 anos de circulação, espetáculo '180 Dias de Inverno' é realizado em Presidente Prudente




Apresentação gratuita acontece às 20h dos dias 2 e 3 de novembro. Espetáculo ‘180 Dias de Inverno’ é realizado em Presidente Prudente (SP)
Samuel Mendes
O Centro Cultural Matarazzo recebe o espetáculo “180 Dias de Inverno”, do Coletivo Binário. As apresentações gratuitas acontecem às 20h destas quinta (2) e sexta-feiras (3) no Teatro Paulo Roberto Lisbôa, em Presidente Prudente (SP).
A peça é inspirada no texto “Minha Fantasma”, escrito pelo pintor, desenhista, escultor, escritor, cineasta, cenógrafo e compositor Nuno Ramos, com dramaturgia de Antonio Hildebrando e já foi vista por mais de 120 mil pessoas em diversas cidades do Brasil.
Em cena, o diretor Nando Motta usa diversas linguagens cênicas, como o teatro, dança-teatro, instalação, vídeo mapping e cinema para contar a trajetória do personagem durante o período em que a esposa esteve doente, com severa depressão. Todos esses elementos ajudam a construir um relato íntimo desse percurso, em parceria afinada com o cenário assinado por Renato Bolelli e Beto Guilger e a trilha sonora original composta por Barulhista.
Espetáculo ‘180 Dias de Inverno’ é realizado em Presidente Prudente (SP)
Samuel Mendes
Todos os elementos se unem para narrar o enfrentamento ao medo e às angústias da situação. Por outro lado, também vai mostrando o cansaço cada vez mais forte do personagem.
“As linguagens nos ajudam a trafegar entre a delicadeza poética e a crueza real dos fatos narrados por Nuno Ramos”, revelou o diretor.
Espetáculo ‘180 Dias de Inverno’ é realizado em Presidente Prudente (SP)
Samuel Mendes
Delicado e denso ao mesmo tempo, a peça se vale de uma dramaturgia fragmentada e cronologia não linear para tratar de um tempo suspenso para os personagens, com seus pensamentos, dores, divagações e esperanças. Três artistas em cena, Camilo Lélis, Fabiano Persi e Michelle Barreto, dão vida aos personagens Ele, Ela e o Outro (alter ego de Ele e Ela).
Após doze anos de circulação, para o diretor, “180 Dias de Inverno” segue atual, propondo debates e olhares essenciais para a vida contemporânea.
“Ele está mais forte do que nunca. Porque em um mundo cada vez mais excludente e controverso, precisamos sim falar de amor. A toda hora. Mas falar de um amor real, difícil, cansativo, perdido, mas que persiste, para estar sempre junto com quem se ama”, finalizou Motta.
Espetáculo ‘180 Dias de Inverno’ é realizado em Presidente Prudente (SP)
Samuel Mendes
Serviço
O espetáculo “180 Dias de Inverno” tem duração de 60 minutos, classificação etária de 14 anos e tem início às 20h nos dias 2 e 3 de novembro. Os ingressos gratuitos devem ser retirados pela internet ou 30 minutos antes de cada apresentação.
O Teatro Paulo Roberto Lisbôa, localizado no Centro Cultural Matarazzo, está sujeito à lotação do espaço e fica na Rua Quintino Bocaiúva, n° 749, na Vila Marcondes, em Presidente Prudente.
Espetáculo ‘180 Dias de Inverno’ é realizado em Presidente Prudente (SP)
Samuel Mendes
Espetáculo ‘180 Dias de Inverno’ é realizado em Presidente Prudente (SP)
Samuel Mendes
Espetáculo ‘180 Dias de Inverno’ é realizado em Presidente Prudente (SP)
Samuel Mendes

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Fonte: G1

Veja como emitir credencial de vaga preferencial de idoso pelo celular


Os condutores de mais de 60 anos não precisam mais ir aos órgãos de trânsito para pegar a credencial de estacionamento em vaga preferencial para idoso. Agora é possível emitir o documento no aplicativo da Carteira Digital de Trânsito.

A ferramenta está disponível em 102 órgãos de trânsito de 17 estados que aderiram ao serviço. A lista completa pode ser conferida no Portal de Serviços da Secretaria Nacional de Trânsito.

A Secretaria Nacional de Trânsito está trabalhando para que idosos não habilitados a conduzir veículos automotores, mas que frequentemente viajam em veículos de terceiros, também possam pedir a credencial de estacionamento de forma digital. Atualmente, a permissão para idosos não condutores só é dada se o interessado for até o órgão local de trânsito.

O serviço já estava disponível no Portal da Senatran, mas foi estendido ao aplicativo da Carteira Digital de Trânsito. A grande vantagem, segundo o Ministério dos Transportes, está na simplificação da aprovação. Isso porque todas as validações de dados pessoais e de documentos são feitas pelo aplicativo. Após a liberação da credencial, basta imprimi-la e fixá-la no painel do veículo.

Documento obrigatório para uso de vagas especiais, a credencial de estacionamento é destinada tanto a condutores maiores de 60 anos quanto a pessoas com deficiência física. Tais vagas são indicadas por pintura no chão ou placas, em ruas e estacionamentos públicos de hospitais, shoppings e outros estabelecimentos comerciais.

Ao estacionar em vagas especiais, os beneficiários devem obrigatoriamente colocar a credencial no painel do veículo ou em local visível para a fiscalização. A não apresentação da credencial caracteriza infração, prevista pelo Artigo 181 do Código de Trânsito Brasileiro, e pode acarretar multa média.




Fonte: Agência Brasil

Vagas de estágio oferecem remuneração de até R$ 1,3 mil para estudantes do ensino superior no Oeste Paulista




Há chances para alunos de engenharia civil, biomedicina, direito e pedagogia. Vagas de estágio oferecem remuneração de até R$ 1,3 mil para estudantes do ensino superior no Oeste Paulista
Bruna Bonfim/g1
O Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) de Presidente Prudente (SP) está com vagas abertas, nesta quinta-feira (2), para alunos do ensino superior no Oeste Paulista. A bolsa-auxílio varia entre R$ 700 e R$ 1,3 mil.
Há chances para as seguintes áreas:
Administração: alunos cursando do 3º ao 6º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 1 mil. O interessado deve residir em Presidente Prudente.
Marketing: alunos cursando do 3º ao 6º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 1 mil. O interessado deve residir em Presidente Prudente.
Engenharia civil: alunos cursando do 2º ao 7º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 1 mil. O interessado deve residir em Presidente Prudente.
Pedagogia: alunos cursando do 1º ao 5º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 750. O interessado deve residir em Presidente Prudente.
Biomedicina: alunos cursando do 2º ao 6º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 700. O interessado deve morar em Adamantina (SP).
Direito: alunos cursando do 2º ao 6º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 750. O interessado deve residir em Lucélia (SP).
Serviço social: alunos cursando do 1º ao 5º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 1.320,00. Interessados devem residir em Presidente Prudente.
Serviço
O Ciee solicita que os interessados fiquem atentos ao celular, pois a instituição oferece as vagas através de ligação pelo número (18) 3003-2433.
Mais informações sobre as oportunidades e as vagas também podem ser consultadas pela internet ou pelo mesmo telefone.
Em Presidente Prudente, o Centro de Integração Empresa-Escola fica no Edifício Plaza, na, Rua Francisco Gomes, nº 75, sala 705, na Avenida 14 de Setembro, no Jardim Paulistano.

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Fonte: G1

Brasileira concorre a prêmio no Festival de Documentário de Amsterdã


Ao final de um labirinto sensorial, há duas salas. Na primeira delas, toda branca, encontra-se o quadro A Redenção de Cam, uma pintura feita pelo espanhol Modesto Brocos em 1895, quando ele já estava radicado no Brasil. Nesta sala também é apresentado um vídeo com imagens de arquivo mostrando que o país já abrigou um projeto de eugenia (teoria de que seria possível criar seres humanos melhorados a partir do controle genético). Já na segunda sala, que simula uma mata fechada, toda escura, um filme é projetado entre os reflexos de um pequeno lago questionando o projeto racista de branqueamento da população que esteve em curso no país.

Essa instalação imersiva, poética e crítica sobre a história brasileira, criada pela roteirista e documentarista Mariana Luiza, chama-se Redenção e é o único projeto brasileiro selecionado para a categoria competitiva de documentários imersivos do Festival Internacional de Documentário de Amsterdã (IDFA), que é considerado o maior festival de documentários do mundo. Essa experiência imersiva ficará disponível na galeria de arte LNDWStudio. Neste ano, o festival está marcado para o período de 10 a 19 de novembro.

Em entrevista à Agência Brasil, Mariana Luiza conta que tem estudado o projeto de branqueamento do país e que isso surgiu por um questionamento familiar. “Eu sempre trabalhei com identidade e pertencimento porque eu sempre fiquei num limbo de não saber, não entender direito o que eu era, qual era a minha identidade racial. Sou uma pessoa miscigenada: eu tenho irmão branco, um pai branco e uma mãe mestiça que nem eu. Isso foi me levando a questionar por que eu não conseguia entender quem eu era.”

São Paulo SP 30/10/2023 Mariana Luiza, escritora e roteirista, participa do Festival Internacional de Documentário de Amsterdã (IDFA). Reprodução de fotos da avó de Mariana. Foto Paulo Pinto/Agência Brasil

Reprodução de fotos da avó de Mariana Luiza – Paulo Pinto/Agência Brasil

Esse questionamento se fez mais forte quando a documentarista observou duas fotos de sua avó Divina: uma delas, uma foto de época, original, em que se nota o cabelo crespo e a pele negra (à direita na imagem ao lado). A outra, um retrato de sua avó que depois ela coloriu com aquarela e se pintou com a pele branca e o cabelo ondulado (à esquerda). “Minha avó se achava branca e queria que a gente fosse branco”, lembra. “O que me chamou muita atenção é que eu vivi com essa foto da minha avó a vida inteira e eu nunca tinha percebido que ela tinha se pintado de branco. Isso para mim foi o mais chocante”, relata.

Foi desse processo pessoal, quando teve a percepção de que sua avó era negra, mas não se via como tal, que ela começou a pesquisar sobre qual era o papel do Estado brasileiro na criação da identidade nacional. “Existia, de fato, um projeto para branquear o Brasil e isso aconteceu desde a Independência. Vinha-se atraindo colonos alemães ou europeus para branquear o Brasil desde a Independência. Mas a partir do final do século 19 e início do século 20 é que isso teve uma explosão maior no Brasil. Nessa época também estavam surgindo as pseudociências de eugenia, que foi culminar no nazismo na Alemanha, por exemplo. No Brasil, isso apareceu de uma forma diferente porque o país já era muito miscigenado. Não funcionaria para a nação simplesmente apartar brancos e negros, porque não dava: a maioria da população já era mestiça. Então, a ‘solução’ encontrada pelos eugenistas para resolver esse problema seria branquear gradativamente [a população].”

Redenção

Esse projeto de branqueamento gradativo ou de extermínio da raça negra é o que se vê na pintura A Redenção de Cam, de Modesto Brocos. A tela mostra uma avó negra, uma mãe mestiça e um pai branco olhando para seu bebê, de pele clara.

Essa pintura, que faz parte do acervo do Museu de Belas Artes (MNBA), no Rio de Janeiro, foi apresentada em 1911 no Congresso Universal das Raças, em Londres, como um símbolo da ideologia de branqueamento racial no Brasil. Nesse congresso, o médico João Batista de Lacerda (1846-1915) defendeu seu projeto de extermínio dos negros. “O negro passando a branco, na terceira geração, por efeito do cruzamento de raças”, disse ele, na ocasião.

Para mostrar ao mundo que o Brasil já teve um projeto de extermínio de parte de sua população, a brasileira vai apresentar um labirinto sensorial em Amsterdã para rediscutir e aprofundar reflexões sobre a pintura eugenista de Brocos.

“Nessa primeira sala [do labirinto], que é toda branca, você vai ver o quadro que a gente filmou fazendo um passeio nos detalhes”, descreve a documentarista. “Depois tem um vídeo de material de arquivo que explica o que foi esse projeto de nação. Então, a gente vai contando com documentos e com imagens como foi que o Brasil foi construindo esse ideal de um país, de uma Europa dos trópicos”, completa.

Ela também pretende mostrar que esse projeto foi vencido por uma resistência que sempre ficou escondida na história oficial, mas se fez presente pela força do movimento negro.

“Quando você termina o labirinto, haverá uma sala toda escura, com um lago e cheiro de mata. O que eu queria fazer era a mata como um ideal civilizatório, um projeto de civilização contra esse ‘progresso’ que não deu certo porque não é um progresso, não é um desenvolvimento. O filme se espelha na água para forçar as pessoas a olharem para o espelho d’água e, em vez de verem sua própria imagem, elas verão imagens de pessoas negras que estão resistindo a esse projeto”, conta.

Em seu vídeo projetado na água, uma réplica de A Redenção de Cam será queimada. “Queimar um quadro é também criar um novo símbolo”, destaca. “Queríamos pensar o fogo como esse elemento primordial da criação, mas também como um elemento de destruição para o renascimento. Então, o que a gente está querendo ali, simbolicamente, é destruir esse projeto de nação para que a gente tenha um projeto de pertencimento para todo mundo.”

Nesse labirinto de sombras e luzes, água e fogo, cheiros e imagens, Mariana Luiza quer instigar discussões. Entre elas, se caberia redenção a um país que já desejou exterminar seu povo. “Acho que não dá para redimir [o país], acho que é possível negociar. Não vamos conseguir destruir essa nação, mas negociar um projeto de nação que seja pertencente para todas as pessoas”, observa.




Fonte: Agência Brasil

Risco de inundação provoca fechamento de comportas em Santa Catarina


A Secretaria de Estado de Proteção e Defesa Civil de Santa Catarina determinou o fechamento de todas as comportas da Barragem Oeste, na cidade de Taió. De acordo com a pasta, a medida foi tomada para evitar inundação.

“O fechamento se faz necessário pois tem o objetivo de diminuir a vazão dos risos à justamente antes da chegada das chuvas previstas”, informou o aviso divulgado na página da secretaria na internet.

O município e as cidades de Laurentino, Rio do Oeste e Rio do Sul estão sob estado de calamidade pública, conforme o decreto do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, assinado na terça-feira (31). A causa da decisão do governador são as fortes chuvas que atingem o estado. “O decreto publicado no Diário Oficial de Santa Catarina tem vigência de 180 dias”, informou o governo catarinense.

A Defesa Civil informou também que a operação na Barragem Oeste está sendo monitorada por equipe técnica. “Ainda há risco muito alto para inundações graduais em toda região do Vale do Itajaí”, completou.

A secretaria pediu para a população ficar atenta aos alertas e seguir as recomendações das defesas civis dos municípios.

Previsão do tempo

De acordo com a Defesa Civil, nesta quinta (2) e amanhã o processo de formação de uma frente fria associada a um ciclone extratropical entre o Rio Grande do Sul e o Uruguai provoca temporais e chuva intensa em Santa Catarina.

Hoje a previsão é chuva intensa e temporais no Grande Oeste e em áreas de divisa com o Rio Grande do Sul e avançam gradualmente para as demais áreas do estado.

“A chuva intensifica na madrugada e manhã de sexta-feira (03). No período, são esperados acumulados de 100 a 130 mm no Grande Oeste e parte dos planaltos, de 50 a 100 mm no Litoral Sul, Grande Florianópolis e Alto Vale do Itajaí. Já no Baixo e Médio Vale do Itajaí e Litoral Norte, os acumulados variam de 50 a 80 mm”, relatou, acrescentando, que em todas as regiões, podem ser observados pontuais acima dos valores previstos.

Conforme a secretaria “há risco para alagamentos, enxurradas, destelhamentos, danos na rede elétrica e queda de galhos e árvores”.

Já para sexta e sábado (4), a previsão é de ventos mais fortes em todo o estado, com rajadas entre 50 e 80 km/h principalmente no Grande Oeste, Planalto Sul e litoral, podendo superar os 100 km/h na serra. “No final de semana, o afastamento do ciclone extratropical provoca agitação marítima e traz risco para ressaca entre o Litoral Sul e a Grande Florianópolis. A direção das ondas predomina de quadrante sul, com altura média de 2,5 a 3,5 m, com picos de até 4 m”, completou.

A nota da secretaria destacou que no final da tarde de sexta-feira, “um sistema de alta pressão atmosférica começa a avançar sobre o estado, deixando o tempo firme em Santa Catarina. Esta condição de estabilidade permanece até a metade da próxima semana”.

Previsão hidrológica

Segundo a Defesa Civil, os níveis dos rios catarinenses se elevaram na maior parte do estado, por causa das chuvas registradas ao longo da madrugada e nesta manhã. A tendência é que a elevação dos níveis permaneça entre hoje e amanhã trazendo risco muito alto para ocorrências de enxurradas, alagamentos e inundações nas bacias hidrográficas das regiões do Planalto Sul, Grande Oeste, Planalto Norte e Vale do Itajaí.

O risco continua alto para ocorrências de enxurradas e alagamentos, podendo ocorrer extravasamentos em rios menores, como riachos e ribeirões nas bacias das regiões da Grande Florianópolis e Litoral Sul.

Já nas bacias hidrográficas dos Rios Canoas, Negro, Canoinhas e Timbó ainda estão em situação de alerta e emergência para inundações, com tendência de elevação dos níveis ao longo do final de semana.

“É importante ressaltar que as previsões do tempo podem sofrer alterações, assim como a situação hidrológica, que devem ser acompanhadas diariamente. Os órgãos seguem em monitoramento constante das condições meteorológicas e hidrológicas no estado de Santa Catarina e recomendamos sempre acompanhar diariamente a previsão do tempo e os avisos e alertas emitidos por fontes oficiais”, apontou a secretaria.




Fonte: Agência Brasil

Cemitérios municipais de Presidente Prudente registram movimentação intensa de visitantes neste Dia de Finados




Familiares foram aos locais para prestarem homenagem às pessoas mortas. Movimentação no Cemitério São João Batista no Dia de Finados, em Presidente Prudente (SP)
Robson Moreira/TV Fronteira
Nesta terça-feira (2), Dia de Finados, os cemitérios municipais de Presidente Prudente (SP) registraram grande movimentação. Familiares foram aos locais prestar homenagens aos entes queridos já falecidos.
Os fiéis católicos puderam participar de celebrações de missas em homenagem às pessoas falecidas.
O Cemitério São João Batista é o maior deles e está localizado na Vila Liberdade, as missas do período da manhã ocorreram às 8h e às 11h. Já no período da tarde, as celebrações estão previstas para ocorrerem às 13h e às 15h.
A primeira missa, no período da manhã, que tradicionalmente ocorre com a presença da Polícia Militar e homenageia os policiais mortos, foi celebrada pelo bispo diocesano Dom Benedito Gonçalves dos Santos.
Movimentação no Cemitério São João Batista no Dia de Finados, em Presidente Prudente (SP)
Robson Moreira/TV Fronteira
Já no Cemitério Municipal Campal, localizado no Residencial Anita Tiezzi, houve celebração às 8h e 10h.
Conforme a Prefeitura, o Dia de Finados é a data de maior movimentação nos cemitérios municipais e são esperados cerca de 27 mil visitantes durante a semana do feriado nacional.
Movimentação no Cemitério São João Batista no Dia de Finados, em Presidente Prudente (SP)
Robson Moreira/TV Fronteira
Movimentação no Cemitério São João Batista no Dia de Finados, em Presidente Prudente (SP)
Robson Moreira/TV Fronteira
Movimentação no Cemitério Municipal Campal no Dia de Finados, em Presidente Prudente (SP)
Robson Moreira/TV Fronteira
Movimentação no Cemitério Municipal Campal no Dia de Finados, em Presidente Prudente (SP)
Robson Moreira/TV Fronteira

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Fonte: G1

Polícia Civil cumpre mandados de busca domiciliar e apreende peças de motocicletas em desmanche informal, em Teodoro Sampaio | Presidente Prudente e Região


A Polícia Civil deu cumprimento às buscas e apreendeu uma motocicleta com sinal identificador adulterado, diversas peças e aparelhos de telefone celular. Além disso, durante a ação, os policiais receberam uma denúncia de que havia motocicletas e peças automotivas possivelmente furtadas em outra residência.




Fonte: G1

Em tempos de guerra, como lidar com o luto coletivo


As dores das guerras e de tantas tragédias chegam pelas TV, pelas janelinhas dos celulares, pela conversa do grupo, pelos gritos ou pelo silêncio diante do que é difícil assimilar e traduzir. Complicado de falar e de sentir. O luto coletivo, segundo especialistas, pode ser simbólico, mas é concreto, que faz doer até o corpo. Nesta quinta (2) o feriado de Finados adquire também significados de reflexão para quem busca lidar com o sofrimento presente na esquina de casa ou mesmo do outro lado do mundo.

“Quando estamos vivenciando guerras, pandemias, passamos a vivenciar perdas simbólicas e concretas coletivamente. Mesmo não conhecendo as pessoas que estão morrendo, nos conectamos com suas histórias e vivenciamos suas dores e perdas”, explica a psicóloga Samantha Mucci. Ela é pesquisadora do tema e coordenadora do Programa de Acolhimento ao Luto (Proalu), e professora do Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

A especialista contextualiza que as imagens das guerras expostas diariamente nos remetem a vivências de insegurança, sofrimento, ansiedade e instabilidade presentes na nossa história. “Impossível não nos afetarmos coletivamente. Esse luto coletivo vai além da empatia, da compaixão e da solidariedade. Lembro da imagem de uma criança olhando para os escombros e corpos em sua frente com olhar assustado e cheio de lágrimas que me marcou muito”, exemplifica a professora Samantha Mucci.

A imagem fez com que a professora chorasse recentemente. “Pela humanidade, pelas guerras que já vivemos, pela minha criança interior, pelas minhas perdas, pelos meus lutos já vividos”, diz a professora.

Múltiplas perdas

Para a psicóloga clínica Keyla Cooper, também especializada em luto, o momento de múltiplas perdas atravessa o nosso dia a dia de uma maneira muito significativa, sejam pelas informações que chegam da guerra no Oriente Médio, mas também pelos desequilíbrios causados pelas mudanças climáticas, pelas misérias e fome visíveis.

“O tempo todo a gente se enfrenta com o limite da humanidade. De uma maneira geral, esses problemas afetam aquilo que a gente projeta para o nosso futuro”, explica a professora universitária em Brasília, que é pesquisadora da Universidade de Strathclyde (Glasgow – Escócia).

A instabilidade de pensar no amanhã teve, na avaliação das pesquisadoras ouvidas pela Agência Brasil, um momento-chave que foi a ocorrência da pandemia de coronavírus. Depois, o mundo viu eclodir as guerras da Ucrânia e do Oriente Médio, com mortes de civis. “A previsibilidade da vida foi profundamente abalada”, diz Keyla Cooper. As professoras esclarecem que o luto não é só um processo emocional, mas também uma reação psicológica, emocional, cognitiva, social e espiritual diante de uma perda significativa, não necessariamente apenas de pessoas.

Para as quatro psicólogas ouvidas pela reportagem, é importante que, em quaisquer condições da vivência do luto, a pessoa possa encontrar espaços para se expressar e encontrar empatia. De buscar comunicar a própria dor e encontrar pessoas ou grupos para escutar a fim de se sentir acolhido. “É muito importante a gente refletir, enquanto sociedade, sobre o espaço que a morte tem na nossa vida, qual o sentimento diante do limite que a morte impõe”, contextualiza.

Proteção

É claro sentir a dor do outro ou de viver o luto do outro, tem relação com a nossa capacidade de sermos empáticos. “Pessoas que têm um nível de empatia muito grande, certamente, vão experimentar de uma forma mais intensa a experiência do luto do outro, a experiência do luto coletivo”, ressalta a especialista em psicologia transpessoal, Cynthia Ramos, que trabalha em Brasília.

A psicóloga clínica e educacional Aline Oliveira, que atua em São Paulo, defende que é importante também procurar respeitar a necessidade de silêncio interno que pode ocorrer em alguns momentos de luto. “Se sentir necessário, procurar lugares preparados para falar sobre o assunto, seja em grupos que trabalham com o luto, a psicoterapia individual, ou pessoas próximas de confiança”, aconselha.

Nesse sentido, ela explica que falar abertamente é uma forma de expressar a dor, e pode encontrar um lugar de amparo ao dividir e compartilhar os sentimentos com outras pessoas. “A dor do luto precisa ser vivenciada, reconhecida e respeitada”.

Em suma, a pesquisadora Samantha Mucci concorda que o cuidado deve envolver acolhimento. “Apesar de cada pessoa viver de seu jeito e no seu tempo o processo de luto, é muito bom quando temos com quem compartilhar as histórias que vivemos. “Como pretendemos conviver com a presença da ausência”.

Bombardeados

É importante ainda, de acordo com Keyla Cooper, identificar fatores de sofrimento, como o consumo muito imediato de notícias que são difíceis de se lidar. “A forma como recebemos informações pode ter uma implicação na saúde mental muito significativa. Eu penso que a mídia tem um papel muito importante. É importante veicular as informações, mas eu acho que é importante refletir sobre o como veicular essas notícias.”

Nesse sentido, a especialista em psicologia transpessoal, Cynthia Ramos, enfatiza que, de fato, cada um de nós pode e deve se cuidar. “Quando se trata de um evento de grande magnitude, como guerras, primeiro, não devemos ignorar o que está acontecendo no mundo porque não é a alienação que vai nos proteger. Mas também é importante estarmos atentos a não permitir que sejamos bombardeados ou superexpostos às notícias, às vezes muitas vezes repetitivas”, diz.

Atenção aos sinais

As psicólogas identificam que sintomas físicos podem ser importantes para identificar como ocorre a elaboração de luto. Podem haver, segundo as especialistas, processo de sofrimento manifestação de ansiedade, com raros momentos de prazer e de distração. “Isso pode ser uma demanda para procura de um psicólogo, inclusive se a pessoa constatar sintomas físicos como taquicardia, sudorese e problemas no trato digestivo”, diz a psicóloga Keyla Cooper.

Outros sinais que a pessoa deve ficar atenta é a dificuldade de concentração, apatia, alteração no apetite e no sono. “Alguns sintomas físicos como enxaquecas, náuseas, muita dificuldade de realizar até mesmo os cuidados básicos de higiene como tomar banho e escovar os dentes”, diz a psicóloga Samantha Mucci.

Dos olhos

Segundo Samantha Mucci, da Unifesp, o processo de luto precisa ser vivenciado e ressignificado pela pessoa que está enlutada, pela família, por todos que estão sentindo a perda de alguém ou de algo significativo. “Muitas vezes evitamos e não nos sentimos preparados para lidar com a expressão dos sentimentos relacionados ao processo de luto como a tristeza, sentimento de abandono, a raiva, o sentimento de culpa e pesar, o choro”.

Por isso, chorar e se manifestar são tão fundamentais, conforme avaliam as psicólogas. “Chorar é um processo importante de elaboração dessas emoções. É através do choro e da expressão dos sentimentos que podemos parar para pensar no que está sentindo. Não tem como a gente pular essa etapa”, diz Keyla Cooper.

Afinal, estão envolvidos sentimentos muito particulares que são íntimos e não costumam ser a tônica de postagens em redes sociais preocupadas em propagar ilusões de felicidades permanentes. Como diz a professora da Unifesp, são sentimentos reais “e precisam de espaço, tempo e permissão para serem reconhecidos e vividos”.




Fonte: Agência Brasil

Após 'espetar' a mão de recepcionista de hotel, homem furta aparelho celular e acaba preso em Presidente Prudente




Ocorrência foi registrada na madrugada desta quinta-feira (2), no Centro da cidade. Delegacia Seccional de Presidente Prudente (SP)
Arquivo/g1
Um homem, de 25 anos, foi preso em flagrante, na madrugada desta quinta-feira (2), após furtar um aparelho celular do recepcionista de um hotel, localizado no Centro de Presidente Prudente (SP).
Segundo o Boletim de Ocorrência, a Polícia Militar foi acionada diretamente pela vítima, um homem de 49 anos.
A vítima estava correndo e relatou que era recepcionista de um hotel. No momento em que se dirigia para outro local no interior do imóvel, ouviu um barulho e viu o envolvido com seu celular.
O homem tentou recuperar o celular, porém o envolvido pegou uma caneta, espetou a mão da vítima e fugiu com o aparelho eletrônico.
Ainda conforme o documento policial, a vítima tentou acionar a PM pelo 190, porém como não conseguiu, correu em direção à base policial no Centro.
O homem passou as características do envolvido e ressaltou que percebeu uma dificuldade na fala dele.
Os policiais realizaram patrulhamento e localizaram o homem com o aparelho celular furtado. Ele foi preso em flagrante e encaminhado para a Delegacia da Polícia Civil, onde permaneceu à disposição da Justiça.

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Fonte: G1