Golpe militar completa 59 anos neste sábado


Nas primeiras horas do dia 1° de abril de 1964, tropas do Exército partiram de Juiz de Fora (MG) em direção ao Rio de Janeiro. Estava deflagrado o golpe militar que, neste sábado, completa 59 anos. O Brasil assistiu, naquele dia, intenso movimento nos meios políticos e a vacância do cargo de presidente da república.

Por pouco, naquele dia, as divisas do Distrito Federal não foram palco de um confronto. Uma divisão de cavalaria deixou o Mato Grosso para ocupar a capital. Um batalhão da guarda presidencial chegou a ser enviado para conter os invasores, mas não houve confronto, já que a adesão ao movimento golpista foi aumentando ao longo do dia dentro do exército.

O presidente João Goulart – conhecido como Jango – enfrentava reações contrárias após discursar na Central do Brasil em março, no Rio de Janeiro (foto). Ele prometeu reforma agrária e mais direitos trabalhistas. Naquele 1º de abril, Goulart chegou em Brasília no meio da tarde e ainda tentou organizar uma resistência, mas não conseguiu. Antes da meia noite, estava com a família em um avião com destino ao Rio Grande do Sul, seu estado natal.

No Congresso Nacional, os parlamentares se reuniram em uma sessão que varou a madrugada. No dia 2 de abril, foi declarado vago o cargo de presidente da República. Dez dias depois, Jango teve seus direitos políticos cassados após a publicação do ato institucional número um, que praticamente eliminou a oposição no país. Naquele momento, houve apoio de vários setores da sociedade e as tentativas de resistência foram sufocadas.

“ Qualquer tentativa a partir daquele momento resultaria provavelmente em fracasso, uma vez que o grupo do presidente Goulart decidiu, depois de um certo embate interno, por não resistir ao alegar que poderia haver um banho de sangue no Brasil”, avalia o historiador Virgílio Arraes.

Ele justifica esse posicionamento da equipe de Jango: “ Tendo em vista a constatação de que a maioria do oficialato, de que segmentos importantes da indústria, da agricultura, da igreja, os três principais estados do Brasil naquela altura estavam contrários a ele, o grupo ponderou que ainda que houvesse uma resistência ela seria, no médio prazo, infrutífera.”

No momento do golpe militar, a população de Brasília era relativamente pequena, formada basicamente por servidores públicos. O peso da iniciativa privada era similar ao de servidores e as formas de comunicação da capital ainda eram incipientes do ponto de vista da telefonia, por exemplo. Assim, o governo militar rapidamente assumiu o controle das mensagens que seriam veiculadas para a população.

Um dos locais onde a repressão da ditadura se fez mais presente foi na Universidade de Brasília (UnB). Entre as vítimas está Honestino Guimarães, estudante de geologia e então presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE). Ele desapareceu em outubro de 1973 e se tornou um símbolo da luta contra a ditadura.

Matheus Guimarães, sobrinho do Honestino, conta que ele dedicou a vida por essa causa, pela construção de um mundo melhor, em defesa das liberdades, da soberania e do povo brasileiro. “É importante que a gente olhe para o passado, aprenda com os erros, com os equívocos e também com os acertos, para que esse aprendizado possa nos permitir dar passos mais firmes no presente em direção ao futuro que a gente quer construir”, ressalta Matheus.




Fonte: Agência Brasil

Casal é flagrado comercializando crack na Praça 9 de Julho e acaba preso por tráfico de drogas em Presidente Prudente




Durante investigação, a Polícia Civil identificou movimentação típica de usuários de drogas nesta sexta-feira (31) e flagrou a venda dos entorpecentes no local. Casal foi preso em flagrante por tráfico de drogas nesta sexta-feira (31)
Polícia Civil
Um casal foi preso por tráfico de drogas, nesta sexta-feira (31), após ser flagrado comercializando porções de crack na Praça 9 de Julho, em Presidente Prudente (SP).
Conforme a Polícia Civil, a equipe soube, através de uma denúncia, que um homem estaria vendendo entorpecentes em praças centrais da cidade, junto com a companheira.
Durante os trabalhos de investigação, os policiais observaram que ele já havia sido preso por tráfico de drogas.
Durante investigação nesta sexta-feira (31), a equipe identificou uma movimentação típica de usuários de crack e flagraram a venda de drogas aos indivíduos no local.
Aguardando o melhor momento para abordar o casal, os policiais foram surpreendidos por um homem que passou pela viatura descaracterizada e avisou o casal sobre a presença dos agentes.
Desta forma, foi necessário realizar a abordagem para não haver prejuízo na investigação.
Nada de ilícito foi encontrado com o homem que havia contatado o casal.
Segundo a polícia, com o homem investigado, de 41 anos, foram encontradas duas pedras de crack no bolso do denunciado. Próximo ao banco onde estavam sentados, também foi localizado um saco plástico com 4,8 gramas de crack.
De acordo com a Polícia Civil, em cada grama da droga é possível obter oito porções de crack, no valor de R$ 80. Desta forma, das 6,8 gramas apreendidas poderiam originar 56 porções de crack, o que daria um total de R$ 560 em entorpecente no varejo.
O homem e a mulher, 43 anos, foram presos em flagrante por tráfico de drogas e associação ao tráfico.

Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.




Fonte: G1

Em SP, Cordão da Mentira desfila pedindo punição para crimes policiais


Artistas e representantes de movimentos sociais como o Mães de Maio (rede de mães, familiares e amigos de vítimas da violência em São Paulo), o Movimento dos Familiares das Vítimas do Massacre de Paraisópolis, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) e um grupo de torcedores antifascistas do Corinthians realizaram hoje (1°), em São Paulo, o 11° Desfile Escracho do Cordão da Mentira.

Com o mote “Genocidas fascistas fardados serão mesmo anistiados?”, o desfile teve como pautas o combate à violência policial e ao encarceramento em massa, além da defesa da democracia.

No início do ato, grupos de teatro fizeram performances e movimentos de mães de jovens assassinados por policiais, em São Paulo e no Rio de Janeiro, tomaram a palavra, para puxar palavras de ordem, prestar homenagens e fazer relatos sobre as ocorrências. Alguns manifestantes também se deitaram no estacionamento da delegacia, com os corpos embrulhados em sacos plásticos pretos, sobre uma tinta vermelha, para simbolizar as mortes provocadas por agentes do Exército e das polícias.

Os manifestantes iniciaram o ato em concentração feita em frente ao antigo DOI-Codi, na Vila Mariana, lugar onde militares torturavam e matavam presos políticos, e seguiu até o Monumento às Bandeiras.

A concentração começou por volta das 10h e o cortejo às 12h. À frente dele, estiveram representantes do Movimento Mães de Maio, empunhando folhas de Espada de São Jorge e faixas com fotos e nomes das vítimas assassinadas pela força policial. Logo atrás, vinha um grupo com pernas-de pau, um carro de som e os demais manifestantes, gritando palavras de ordem, com pinturas corporais, bandeiras, como a indígena de Wiphala (bandeira que representa a diversidade a diversidade das populações que vivem nos Andes), e outras faixas.

No percurso, a marcha passou pelo Comando Militar no Sudeste, onde grupos que apoiavam o ex-presidente da República Jair Bolsonaro e um golpe de Estado estiveram acampados.

Prédio do DOI-Codi ainda é utilizado

No endereço do DOI-Codi ainda hoje funciona o 36° Distrito Policial da Polícia Civil. Para os movimentos, isso é um indicativo de que ainda se naturaliza a violência policial e o apagamento, da história, de casos a ela relacionados.

Atrás da unidade, fica a casa onde viveu, durante a ditadura, Carlos Alberto Brilhante Ustra, coronel do Exército condenado em 2008 pela Justiça como torturador, figura exaltada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em entrevista à Agência Brasil, Maurício Monteiro, que se declara como um sobrevivente do massacre da Casa de Detenção de São Paulo, afirmou que, até hoje, o período em que permaneceu na prisão o persegue. Ele, que ficou privado de liberdade por 16 anos, sabe o número de registro que lhe foi atribuído como detento e diz que, mesmo após deixar a unidade prisional, nunca mais se livrou das marcas que o sistema deixou nele, aos olhos da polícia.

“Várias pessoas, aqui, foram mortas, torturadas, e o fato de existir isso aqui [a delegacia que ocupa o lugar do DOI-Codi] é um fato de o Estado mostrar sua presença. Quando a gente pensa ‘o Estado é omisso’, não, o Estado não é omisso, não, nem mesmo nas mortes, ele não traz sua omissão, ele traz sua presença, traz o que ele quer. E estamos aqui para mostrar que nós não concordamos com isso. No mínimo, tinha que desativar ou trazer um museu”, provoca Monteiro.

Diversas vitimas relataram o que sofreram nos porões da ditadura. Ivan Seixas fez uma fala aos manifestantes, como uma das que foram perseguidas e agredidas em São Paulo. Ele foi torturado junto com sua família no DOI-Codi e ressaltou que, até hoje, permanece, inscrito no chão da entrada da unidade policial, um dizer feito por manifestantes que se opuseram ao autoritarismo e às arbitrariedade da época, muitas das quais têm ainda autores na impunidade. “Uma semana depois que eu fui capturado, um menino de 15 anos foi morto. Não sabemos nem o nome dele”, disse.

Fátima Pinho, integrante do Movimento Mães de Manguinhos, perdeu um filho jovem em um episódio no qual ele questionou policiais que abordaram, de forma truculenta, seu irmão. “Para eles [forças de segurança], não somos nada, quando temos nossos filhos arrancados. Para nós, é muita coisa. Fazer o que fazem e deixar cair no esquecimento é mole, para muitos. Para nós, não, é uma dor eterna, uma saudade eterna”, desabafou ela.

Sobre o Cordão da Mentira

O Cordão da Mentira ocorre sempre na mesma data, que foi quando, em 1964, o então presidente da República, João Goulart, foi deposto, após articulação dos militares para tomar o poder, por meio de um golpe de Estado. Na sequência à derrubada de Jango, o Congresso Nacional declarou vacância da presidência da República e empossou o então presidente da Câmara dos Deputados, Ranieri Mazzilli. O 1° de abril, como é de conhecimento público, remete ao Dia da Mentira.




Fonte: Agência Brasil

Estudantes do Rio ganham almanaque que debate profissões do futuro


Distribuído gratuitamente em escolas da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria Municipal de Educação e da organização não governamental (ONG) Parceiros da Educação, o Almanaque Profissões do Futuro estará disponível também nas livrarias.

O lançamento será neste sábado (1º), às 16h30, na Livraria da Travessa, em Botafogo, no Rio. Com ilustrações em todas as páginas, a publicação é um convite ao jovem leitor a se imaginar no futuro e a começar a pensar qual será o papel de cada um no mundo.

A distribuição foi feita, em grande parte, para escolas das zonas norte e oeste da cidade, tendo como meta formar mais leitores nessas áreas menos favorecidas em relação à zona sul do Rio.

A informação foi dada à Agência Brasil pela coordenadora do projeto, Daniela Chindler, ganhadora do prêmio Malba Tahan de melhor livro informativo do ano para crianças e jovens, conferido pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), com o título “Bibliotecas do Mundo”. Visando a democratização do acesso, o almanaque ficará disponível durante dois meses, gratuitamente, no site.

A publicação infantojuvenil foi escrita por Daniela e Flávia Rocha com outros dois redatores (Martina Rangel e Vinícius Zavalis) e contou com a participação de oito ilustradores de várias partes do país, de gêneros e formações diferentes. O livro conscientiza sobre as profissões que se transformam acompanhando as mudanças na sociedade e as inovações tecnológicas. Teve patrocínio da lei de Incentivo à Cultura da prefeitura do Rio, conhecida como Lei do ISS.

Volta ao passado

“Foi uma opção nossa voltar ao passado e começar explicando o que é trabalho, o que é profissão, o que é salário. Quando iniciamos o trabalho, questionamos se estava claro para as novas gerações o que é trabalho e o que é hobby, quando isso deixa de ser um prazer, uma brincadeira ou uma atividade feita quando você está em casa, e se transforma em uma fonte de renda e uma opção de vida”, disse Daniela.

Para entrar no universo que tem cara de futuro, mas que já está acontecendo, a equipe optou por visitar o passado e traçar um paralelo com as coisas que deverão acontecer mais adiante.

Algumas novas profissões descobertas são piloto de game de avião, estilista de roupas virtuais para games e arquiteto de realidade virtual, que faz cenários para shows na internet e para jogos virtuais, por exemplo.

Os redatores investigaram, no passado, desde o primeiro trabalho do homem, a culinária para cozinhar alimentos, para depois mergulhar no presente e vislumbrar tendências.

“Tem um lugar para onde se caminha que é um lugar de análise das tendências. Em cima disso, pode-se conversar sobre caminhos possíveis de acontecer no futuro e os jovens de hoje podem refletir sobre o que eles querem fazer de trabalho”, disse Daniela.

Ela lembrou que o trabalho ocupa cerca de 75% do dia e o ideal é que ele garanta o sustento para se viver mas, ao mesmo tempo, gere prazer e felicidade, o que “é muito bom”.

Questionamentos

A publicação questiona se o jovem vai preferir, entre outras opções, ser médico ou desenvolvedor de softwares (programas de computador) acoplados ao cérebro; esportista ou gamer (jogador) de e-sports; costureiro ou figurinista para avatares de jogos online.

O Almanaque Profissões do Futuro, publicado pela Sapoti Projetos Culturais, dá uma aula sobre o dinheiro e sua origem e quando foi inventada a primeira moeda. Revela, ainda, curiosidades sobre profissões que surgiram e outras que já desapareceram.

De acordo com o estudo Projetando 2030: uma visão dividida do futuro, encomendado pela Dell Technologies ao Institute For The Future (IFTF), que analisou os impactos das novas tecnologias até 2030, 85% dos trabalhos até essa data serão oriundos de novas profissões.

O estudo contou com a participação de 3.800 líderes de negócios de médias e grandes corporações em 17 países, incluindo o Brasil. Atualmente, o trabalho é de forma integrada com a tecnologia, com objetivo de alcançar mais eficiência. E a perspectiva é que, nos próximos anos, as inovações aperfeiçoarão ainda mais as atividades humanas, promovendo o redesenho das profissões.

Os últimos projetos realizados pela dupla Daniela Chindler e Flavia Rocha foram a série animada Quando a Máquina Pensa, ou parece que pensa, que trata de inteligência artificial (IA), o projeto Oficina Maker, voltado para alunos da rede pública, e o livro Cientistas Brasileiros, que também está sendo lançado este mês.




Fonte: Agência Brasil

Rio ganha almanaque que debate profissões do futuro


Distribuído gratuitamente em escolas da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria Municipal de Educação e da organização não governamental (ONG) Parceiros da Educação, o Almanaque Profissões do Futuro estará disponível também nas livrarias.

O lançamento será neste sábado (1º), às 16h30, na Livraria da Travessa, em Botafogo, no Rio. Com ilustrações em todas as páginas, a publicação é um convite ao jovem leitor a se imaginar no futuro e a começar a pensar qual será o papel de cada um no mundo.

A distribuição foi feita, em grande parte, para escolas das zonas norte e oeste da cidade, tendo como meta formar mais leitores nessas áreas menos favorecidas em relação à zona sul do Rio.

A informação foi dada à Agência Brasil pela coordenadora do projeto, Daniela Chindler, ganhadora do prêmio Malba Tahan de melhor livro informativo do ano para crianças e jovens, conferido pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), com o título “Bibliotecas do Mundo”. Visando a democratização do acesso, o almanaque ficará disponível durante dois meses, gratuitamente, no site.

A publicação infantojuvenil foi escrita por Daniela e Flávia Rocha com outros dois redatores (Martina Rangel e Vinícius Zavalis) e contou com a participação de oito ilustradores de várias partes do país, de gêneros e formações diferentes. O livro conscientiza sobre as profissões que se transformam acompanhando as mudanças na sociedade e as inovações tecnológicas. Teve patrocínio da lei de Incentivo à Cultura da prefeitura do Rio, conhecida como Lei do ISS.

Volta ao passado

“Foi uma opção nossa voltar ao passado e começar explicando o que é trabalho, o que é profissão, o que é salário. Quando iniciamos o trabalho, questionamos se estava claro para as novas gerações o que é trabalho e o que é hobby, quando isso deixa de ser um prazer, uma brincadeira ou uma atividade feita quando você está em casa, e se transforma em uma fonte de renda e uma opção de vida”, disse Daniela.

Para entrar no universo que tem cara de futuro, mas que já está acontecendo, a equipe optou por visitar o passado e traçar um paralelo com as coisas que deverão acontecer mais adiante.

Algumas novas profissões descobertas são piloto de game de avião, estilista de roupas virtuais para games e arquiteto de realidade virtual, que faz cenários para shows na internet e para jogos virtuais, por exemplo.

Os redatores investigaram, no passado, desde o primeiro trabalho do homem, a culinária para cozinhar alimentos, para depois mergulhar no presente e vislumbrar tendências.

“Tem um lugar para onde se caminha que é um lugar de análise das tendências. Em cima disso, pode-se conversar sobre caminhos possíveis de acontecer no futuro e os jovens de hoje podem refletir sobre o que eles querem fazer de trabalho”, disse Daniela.

Ela lembrou que o trabalho ocupa cerca de 75% do dia e o ideal é que ele garanta o sustento para se viver mas, ao mesmo tempo, gere prazer e felicidade, o que “é muito bom”.

Questionamentos

A publicação questiona se o jovem vai preferir, entre outras opções, ser médico ou desenvolvedor de softwares (programas de computador) acoplados ao cérebro; esportista ou gamer (jogador) de e-sports; costureiro ou figurinista para avatares de jogos online.

O Almanaque Profissões do Futuro, publicado pela Sapoti Projetos Culturais, dá uma aula sobre o dinheiro e sua origem e quando foi inventada a primeira moeda. Revela, ainda, curiosidades sobre profissões que surgiram e outras que já desapareceram.

De acordo com o estudo Projetando 2030: uma visão dividida do futuro, encomendado pela Dell Technologies ao Institute For The Future (IFTF), que analisou os impactos das novas tecnologias até 2030, 85% dos trabalhos até essa data serão oriundos de novas profissões.

O estudo contou com a participação de 3.800 líderes de negócios de médias e grandes corporações em 17 países, incluindo o Brasil. Atualmente, o trabalho é de forma integrada com a tecnologia, com objetivo de alcançar mais eficiência. E a perspectiva é que, nos próximos anos, as inovações aperfeiçoarão ainda mais as atividades humanas, promovendo o redesenho das profissões.

Os últimos projetos realizados pela dupla Daniela Chindler e Flavia Rocha foram a série animada Quando a Máquina Pensa, ou parece que pensa, que trata de inteligência artificial (IA), o projeto Oficina Maker, voltado para alunos da rede pública, e o livro Cientistas Brasileiros, que também está sendo lançado este mês.




Fonte: Agência Brasil

Música no Museu tem concertos e apresentações até o dia 29 no Rio


A programação de abril do Projeto Música no Museu tem início neste sábado (1º) até o dia 29 deste mês com concertos e apresentações de clássicos brasileiros e internacionais. Os eventos são gratuitos.

Veja abaixo a programação:

1º de abril: apresentação do Trio Neukomm, formado por Harold Emert, oboé; Aleida Schwitzer, piano; e Eduardo Camenietzki, violão, às 17h, na Casa Museu Eva Klabin.

2 de abril: clássicos brasileiros com o duo Felipe Braz (flauta) e Anderson Alves (piano), às 13h, no Museu da República.

3 de abril: violonista Lula com o programa Violão Tradicional Brasileiro, às 12h30,na Biblioteca Nacional.

5 de abril:  pianista José Carlos Vasconcellos irá tocar músicas de Schumann, Chopin, Liszt, H. Oswald e Rachmaninoff, às 12h30,no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro.

9 de abril: trilhas de filmes e outros sucessos com duo Rafael Siano (voz) e Claudio Avila (piano), às 13h, no Museu da República.

12 de abril: trio Movimento Musical: Lélia Brazil (flauta), Denise Emmer (violoncelo) e João Paulo Romeu (piano) com o repertório A dança dos espíritos abençoados, de Glück; Andante do Trio em B, de Mozart; Alegro do Piano Trio em XXI, de Haydn; Lua Branca, de Chiquinha Gonzaga; e Ariosto, de Bach, às 12h30, no CCBB.

18 de abril: clássicos com o trio de sopros formado por Efraim Araujo (fagote), José Adriano e Moisés Santos (clarinetas), às 12h30, no Paço Imperial.

19 de abril: André Figueiredo (tenor) e Dilia Tosta (piano) se apresentam, às 12h30, com o programa Zarzuelas sin fronteras, englobando A. de Literes, M. García, E. Arrieta, R. Soutullo, J. Vert, F. Moreno-Torroba, P. Sorozabal e M. Penella, no CCBB.

20 de abril: grupo Abstrassom com clássicos brasileiros, às 18h, no Centro Cultural Justiça Federal.

23 de abril: pianista Ricardo Mac Cord com músicas de sua autoria, às 13h, no Museu da República.

25 de abril: Orquestra de Ukeleles, com regência de Vinícius Vivas, às 18h, no Museu do Exército.

26 de abril: pianista Cecilia Pessini, às 12h, tocando Debussy, Brahms e Lizst, no CCBB.

27 de abril:  Orquestra de Pandeiros Tá que Tá, com regência de Clarice Magalhães, às 12h30, vai tocar clássicos brasileiros, no Museu da Justiça.

29 de abril: a Camerata Feminina da Associação de Canto Coral (ACC), sob a regência de Cláudio Ávila, se apresentará, às 18h, no Palácio São Clemente, sede do Consulado de Portugal.

São Paulo

Há também apresentações em São Paulo. No dia 22, às 17h, o músico Cláudio Vettori relembrará clássicos brasileiros ao piano, na Sociedade Brasileira de Embiose.

Estão programadas ainda duas apresentações internacionais do projeto. A primeira será neste domingo (2), às 19h, na Galeria Antonio Lopes, na cidade de Covilhã (Portugal), com a pianista Fernanda Canaud, com clássicos de Villa-Lobos, Francisco Mignone, Guerra-Peixe, Cláudio Santoro, entre outros.

Em Viena, na Áustria, no dia 29, às 19h, a Sala Bösendorfer receberá o pianista Júlio Paravela.




Fonte: Agência Brasil

Mais de 4.300 pessoas estão desabrigadas no Acre por causa das cheias


O Acre continua sendo afetado pelas fortes chuvas que têm deixado municípios do estado em situação de emergência. De acordo com boletim divulgado na noite desta sexta-feira (31) pelo governo estadual, 4.312 pessoas estão desabrigadas.

O nível do Rio Acre, que corta Rio Branco, transbordou e atingiu a marca de 17,42 metros, ultrapassado o nível máximo de 14 metros. Além da capital, as cheias atingiram os municípios de Assis Brasil, Brasileia e Epitaciolândia, Xapuri, Sena Madureira e Porto Acre.

Para auxiliar a população atingida pela cheia, o governo local montou uma força-tarefa para resgatar famílias que ficaram ilhadas, entregar alimentos e medicamentos. Funcionários públicos que tiveram suas casas afetadas vão receber antecipação de parte do 13° salário. Parte da população vai receber valores do programa aluguel social.

De acordo com dados do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), a previsão de chuvas e trovoadas continua para este sábado (1°) no estado. A temperatura deve ficar entre 22°C e 29°C.

Nordeste

No interior do Ceará, cerca de 15 municípios estão em situação de emergência ou de calamidade pública devido ao período chuvoso. No Piauí, as chuvas provocaram a destruição de rodovias, ocasionando o rompimento de pontes e afetando populações ribeirinhas.

O Pará também foi atingido e registrou cheia dos principais rios do estado e estragos nas estradas.

Chuva em abril

Segundo previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o mês de abril terá chuvas acima da média em grande parte das regiões Norte e Nordeste. As áreas mais afetadas devem ser o nordeste do Pará, o leste do Amazonas e o norte do Maranhão, Piauí e Ceará.




Fonte: Agência Brasil

EBC relança núcleo do RJ do Comitê Pró-Equidade de Gênero e Raça


A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) relançou nesta sexta-feira (31), o núcleo do Rio de Janeiro, do Comitê Pró-Equidade de Gênero e Raça. O comitê estava com atividades paralisadas desde 2017.

O primeiro núcleo a ser reativado foi o de Brasília, em 8 de março. Também haverá um núcleo na unidade de São Paulo. Essas são as três praças que concentram o maior número de funcionários da empresa de comunicação pública, que é responsável por veículos como Agência Brasil, TV Brasil, Rádio Nacional e Radioagência Nacional.

O Comitê Pró-Equidade é formado por funcionários voluntários e tem a missão de propor, à empresa, ações contra as desigualdades e violências provocadas pelo preconceito e a intolerância. “Ele é fundamental para a gente começar a pensar em ter políticas internas, para promover mais as pessoas, para ouvir os funcionários”, disse a jornalista Akemi Nitahara, que integra o comitê.

Durante o lançamento do núcleo do comitê no Rio foi inaugurado, a exemplo do que ocorreu em Brasília, o Memorial das Palavras Proibidas, um mural adornado com a figura da vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018, onde funcionários podem escrever expressões que tiveram seu uso censurado nos veículos da EBC nos últimos anos.

Participaram da inauguração do mural, na sede da EBC no Rio de Janeiro, a viúva de Marielle, a vereadora Mônica Benício (PSOL), e a mãe da parlamentar assassinada, Marinete da Silva. “Num país que tem uma memória muito frágil, com uma democracia muito frágil, é importante a gente celebrar os nomes que de fato fazem a construção de um Estado democrático”, afirmou a vereadora.

*Com informações da TV Brasil




Fonte: Agência Brasil

Bairros da zona oeste de Presidente Prudente recebem nebulização noturna contra dengue a partir de segunda-feira




Viatura da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), com equipamento que emite névoa com inseticida, passará pelos bairros Cecap e Cohab, das 18h às 23h. Nebulização contra o mosquito Aedes aegypti será realizada a partir de segunda-feira (3)
João Paulo Burini/Getty Images via BBC
A Vigilância Epidemiológica Municipal (VEM) e a Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), realizarão uma nebulização ambiental a partir de segunda-feira (3), nos bairros Cecap e Cohab, com objetivo de combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue.
A nebulização acontecerá no período noturno, das 18h às 23h, na próxima segunda (3), terça (4) e quarta-feira (5).
Uma viatura da Sucen passará pelos bairros com um equipamento que emite uma névoa com o inseticida para eliminar os mosquitos da dengue na fase adulta.
De acordo com a VEM, um carro de som passará nos bairros para avisar os moradores sobre a nebulização e os cuidados a serem seguidos.
Agentes da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Cooperação em Segurança Pública (Semob) irão à frente da viatura da Sucen para evitar acidentes.
Orientações
A Vigilância Epidemiológica orienta a população a deixar as portas, janelas e cortinas abertas. Além disso, é recomendável retirar as roupas dos varais, proteger os automóveis, cobrir ou retirar roupas de camas e proteger alimentos.
Pessoas alérgicas e animais domésticos devem permanecer em local fechado e poderão circular pelo imóvel 30 minutos depois da aplicação do inseticida.
A vigilância ainda aconselha aos moradores que não permaneçam nas calçadas e nas ruas.
Conforme último balanço divulgado nesta sexta-feira (31), Presidente Prudente possui 5.943 casos positivos de dengue e 2.823 descartados.
Bairros Cecap e Cohab receberão nebulização ambiental a partir de segunda-feira (3)
Divulgação

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Fonte: G1

Revista em quadrinhos orienta sobre violência doméstica contra mulher


O Instituto Cultural Mauricio de Sousa e o Ministério da Justiça e Segurança Pública lançaram, nesta semana, uma revista em quadrinhos sobre enfrentamento à violência doméstica e familiar contra mulheres. O lançamento fez parte das ações do governo federal no mês da mulher.

A publicação, lançada nos formatos físico e digital, é destinada, sobretudo, ao público infanto-juvenil. Nela, a Turma da Tina aborda, com uma linguagem acessível, a igualdade de direitos de mulheres e homens e como enfrentar os vários tipos de violência sofridas por mulheres e meninas, na sociedade brasileira.

Os personagens jovens do cartunista Mauricio de Sousa, dentro do cenário de uma faculdade, assistem à aula com exemplos sobre violências mental, física, econômica e sexual contra mulheres, praticadas de diversas formas com emprego de força física, constrangimento moral ou psicológico, menosprezo, restrição de direitos, abusos como opressão, ameaças, perseguição, hostilidade, intolerância ou dano patrimonial.

No gibi, a professora da história, dona Ruth, explica aos alunos que a violência doméstica vem sendo praticada em vários contextos. Dentro e fora da casa da vítima, por familiares e amigos, e por agressor que mantém ou teve relação íntima com a mulher, como marido ou ex-companheiro.

Brasília (DF) 30/03/2023 Lançamento de edição especial da revista em quadrinhos da

Gibi da Turma da Tina tem foco no público infanto-juvenil, abordando o tema violência doméstica e familiar contra mulheres. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Os desenhos de Mauricio de Sousa mostram as limitações impostas pela violência às mulheres e que essa brutalidade pode resultar no crime de feminicídio, previsto desde 2015 no Código Penal brasileiro, quando uma mulher é assassinada pelo fato de ser mulher.

Os exemplos citados nos quadrinhos têm o objetivo de ajudar a sociedade a identificar comportamentos considerados aparentemente corriqueiros e normais, como verdadeiras formas de violência. Outra lição é a do personagem Ivo, que sente um ciúme descontrolado da namorada. Ivo é aconselhado a procurar ajuda profissional especializada para que entenda que não existe propriedade de um homem sobre uma mulher.

No fim das 20 páginas, os personagens Tina, Rolo, Pipa, o namorado Zecão e outros se transformam em agentes multiplicadores das informações de paridade de gênero de direitos e enfrentamento da à violência doméstica e familiar contra mulheres.

Como buscar ajuda?

Os quadrinhos ainda mostram aos leitores que existe uma rede especializada de serviços para atender às mulheres que se sentirem vítimas da violência doméstica e familiar. A professora da história diz que a melhor forma de ajudar é encaminhar a vítima ao serviço especializado, onde os profissionais vão saber como agir nas diferentes situações.

Em muitas cidades brasileiras, a rede de enfrentamento conta com delegacias de polícia especializadas de atendimento à mulher (DEAM), Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), Centros de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), juizados especiais de violência doméstica e familiar contra a mulher e até núcleos da Defensoria Pública.

Outro canal de atendimento destacado nas ilustrações de Maurício de Sousa é o Ligue 180, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. A Central de Atendimento à Mulher é nacional, funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, inclusive nos feriados, no Brasil e em outros 16 países. Além de informações sobre direitos da mulher, amparo legal e a rede de serviços de atendimento e acolhimento, a central telefônica é, também, canal de denúncia. O serviço registra os relatos de violações contra mulheres, os analisa, encaminha aos órgãos competentes e monitora o andamento dos processos.

A promessa do governo federal é que até o fim de 2026, cada capital vai contar com pelo menos uma unidade da Casa da Mulher Brasileira . A instituição reúne, no mesmo local, os serviços para mulheres em situação de vulnerabilidade. E nos casos necessários, oferece acolhimento, triagem, apoio psicossocial e alojamento temporário (casa de passagem) às vítimas e filhos, até que possam ser encaminhados a um local seguro.

Lei Maria da Penha

Na revista, os personagens Tina, Rolo, Pipa, o namorado Zecão e outros conheceram a história verdadeira da farmacêutica bioquímica Maria da Penha Maia Fernandes, símbolo da luta da violência contra a mulher.

Maria da Penha foi vítima de dupla tentativa de feminicídio por parte do ex-marido, o colombiano com cidadania brasileira Marco Antonio Heredia Viveros. Na primeira vez, em 1983, ele tentou matá-la com um tiro nas costas que a deixou paraplégica. Quatro meses depois, Maria da Penha foi mantida em cárcere privado por 15 dias e Marco Antonio tentou eletrocutá-la durante o banho.

O ciclo de violência vivido por Maria da Penha deu origem à Lei nº 11.340/2006. A legislação leva o nome de Maria da Penha como forma de reparação simbólica, após omissão do Estado brasileiro e a impunidade do agressor dela. A [lei] Maria da Penha traz medidas para proteger outras mulheres da violência doméstica e familiar e permitir o acesso à justiça às vítimas de violência no País.

Em 2009, a ativista fundou o Instituto Maria da Penha com a missão de trabalhar em projetos sociais, pedagógicos e educacionais dentro desta temática. Com sede em Fortaleza (CE) e representação no Recife (PE), o instituto, além da orientação às vítimas, trabalha a conscientização e o empoderamento de mulheres para aumentar a qualidade da vida física, emocional e intelectual delas.

Maria da Penha e a revista da Turma da Tina

Na quarta-feira (29), Maria da Penha participou remotamente do lançamento da revista em quadrinhos da Turma da Tina pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Por videoconferência, Maria da Penha, apostou na parceria com Mauricio de Sousa.

“Esse é um sonho muito antigo, uma revista em quadrinhos do Mauricio de Sousa abordando o tema de enfrentamento à violência doméstica contra mulher. Sempre acreditei no poder da educação, formal e informal. Não foi à toa que fundei o Instituto Maria da Penha, em 2009”.

Brasília (DF) - Evento promovido pelo Ministério da Justiça,

Maria da Penha participa online do lançamento do Gibi – Marcus Iahn/MJSP/Divulgaçāo

A ativista refletiu que ainda há muito a ser percorrido no enfrentamento à violência contra a mulher. “Nosso foco de atenção deve ter maior engajamento da população para sermos mais fortes no enfrentamento, assim como resistir à proliferação da intolerância que nos mata”.

Em sua fala, durante o lançamento, ela defendeu que o caminho da superação passa pela educação. “Acreditamos que a cultura machista e patriarcal, a cultura da violência, precisam passar, impreterivelmente, pela educação para ser modificada a médio e longo prazos.”

Como a maioria das mulheres que sofrem violência doméstica são mães, Maria da Penha ainda lançou luz ao impacto causado aos filhos das vítimas da violência doméstica. “Por omissão, [a violência] promove o aumento incessante dos órfãos, nossas filhas e filhos, vítimas invisíveis da violência doméstica”.

Maria da Penha destacou que ela própria teria deixado três órfãs, se não tivesse sobrevivido às graves agressões. A segunda das três filhas de Maria da Penha, Claudia Fernanda Veras, é autora do livro Sou filha da lei, sou filha do rei. Uma história de superação, perdão e liberdade. Na obra, Claudia Fernanda fala da violência doméstica sob a ótica dos filhos das vítimas.

Instituto Cultural Mauricio de Sousa

A diretora de Promoção de Direitos do Ministério da Justiça da Segurança Pública, Roseli Faria, durante a roda de conversa Elas Acessam, que lançou a revista da Turma da Tina, na quarta-feira (29), adiantou que a parceria do Ministério com o Instituto Cultural Mauricio de Sousa vai produzir, ao todo, cinco títulos com informações para acesso à justiça, principalmente, por parte dos grupos vulneráveis, em diferentes temas.

Brasília (DF) 29-03-2023 A diretora de Promoção de Direitos da Secretaria Nacional de Acesso à justiça, Roseli Faria, participa da abertura do evento Elas Acessam , para debater políticas públicas de enfrentamento à violência contra mulheres e a supressão de direitos por gênero. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Diretora de Promoção de Direitos da Secretaria Nacional de Acesso à justiça, Roseli Faria, participa da abertura do evento Elas Acessam – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Por sua vez, o Instituto Cultural Mauricio de Sousa desenvolve diversos projetos sociais, com historinhas de forma divertida e lúdica. Temas como justiça, solidariedade, responsabilidade e conscientização sobre direitos e deveres são abordados pelos personagens criados pela equipe do desenhista Mauricio de Sousa. O objetivo dessas publicações é esclarecer, garantir e promover o direito das pessoas.




Fonte: Agência Brasil