Operação Alvo Reverso da PF combate caça ilegal de búfalos


O combate à caça ilegal de búfalos por colecionadores, atiradores e caçadores (CACs), na zona rural da região nordeste de Goiás é o objetivo da Operação Alvo Reverso, da Polícia Federal (PF), nesta terça-feira (28). Na ação, cerca de 50 policiais federais, distribuídos em 10 equipes, são responsáveis pelo efetivo cumprimento de 10 mandados judiciais de busca e apreensão nos municípios goianos de Monte Alegre de Goiás e Formosa, além de Brasília, Curitiba (PR), Ponta Grossa (PR) e Tibagi (PR).

“Os suspeitos tiveram seus registros de CACs suspensos judicialmente e poderão responder pelos crimes de caça ilegal de animais asselvajados, associação criminosa, porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e restrito, além de apologia criminosa e exercício arbitrário das próprias razões”, informou a PF em nota.

O nome da operação faz referência ao caçador que se tornou alvo por fazer uso indevido de suas prerrogativas como CAC, promovendo a caça ilegal de animais asselvajados.




Fonte: Agência Brasil

Homem tenta fugir de abordagem policial e acaba preso com 10 mil maços de cigarros contrabandeados na Rodovia Raposo Tavares




Motorista, de 24 anos, desobedeceu ordem de parada da Polícia Militar Rodoviária no trecho de Presidente Prudente (SP) e empreendeu fuga, nesta segunda-feira (27). Motorista foi preso em flagrante com 1 mil pacotes de cigarros escondidos no interior do veículo, em Presidente Prudente (SP)
Polícia Rodoviária
Um homem, de 24 anos, foi preso em flagrante nesta segunda-feira (27), após ser flagrado transportando 10 mil maços de cigarros na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), em Presidente Prudente (SP).
Segundo a Polícia Militar Rodoviária, a equipe deu sinal de parada a um veículo com placas de Cascavel (PR), que desobedeceu a ordem e empreendeu fuga. Após um breve acompanhamento, o carro foi abordado no perímetro urbano.
Durante vistoria, os policiais localizaram 20 caixas com 1 mil pacotes de cigarros escondidos no interior do veículo.
No total, foram contabilizados 10 mil maços de origem estrangeira, sem documentação fiscal.
O motorista, morador de Mundo Novo (MS), foi preso em flagrante.
O automóvel e a carga foram apreendidos na Polícia Federal de Presidente Prudente (SP).
Motorista foi preso em flagrante com 1 mil pacotes de cigarros escondidos no interior do veículo, em Presidente Prudente (SP)
Polícia Rodoviária

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Fonte: G1

Museu Nacional integra estudo sobre 73 coleções de história natural


O paleontólogo Alexander Kellner, diretor do Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é um dos cientistas que realizaram estudo sobre as coleções de 73 museus de história natural de todo o mundo.

O levantamento das coleções mundiais de história natural foi publicado, na última quarta-feira (22), na revista internacional Science. Outros dois pesquisadores do Museu Nacional participaram do trabalho: a diretora adjunta de coleções, Cristiana Serejo, do Departamento de Invertebrados, e o chefe do Departamento de Vertebrados, Paulo Passos.

O estudo registrou informações sobre 1,1 bilhão de peças reunidas por 4,5 mil pesquisadores e mais de 4 mil voluntários. Os dados iniciais referentes à Global Collections podem ser acessados na plataforma Zenodo.

O trabalho foi organizado pelo paleontólogo Kirk Johnson, do Smithsonian National Museum of Natural History, e pelo ornitólogo Ian Owens, da Cornell University, com financiamento do Smithsonian Museum, do Museu de História Natural de Londres e do Museu Americano de História Natural.

Em entrevista à Agência Brasil, Alexander Kellner informou que, antes de o Museu Nacional sofrer o incêndio que quase o destruiu totalmente, em 2018, já havia a ideia de se fazer um grande catálogo de história natural em nível mundial. “Porque nós temos muita informação e essa informação, às vezes, fica perdida. Às vezes, também, eu tenho uma informação que outro museu está precisando e ele não sabe que eu tenho”. Destacou ainda que há problemas que afetam todos os museus no planeta, como a questão da preservação dos ambientes e a biodiversidade.

Linguagem comum

Ele acentuou que, muitas vezes, políticas públicas podem funcionar para uma região, mas não para outras. “E se você quer fazer uma coisa mais geral, tem que entender exatamente como está a questão da informação sobre biodiversidade em todos os países, em todas as regiões”, disse.

Capitaneados por Kirk Johnson, os cientistas pretendiam reunir os principais museus de história natural no mundo, visando ter dados gerais que possam ser utilizados por todos.

O levantamento das informações não é tarefa simples, porque é necessário ter uma linguagem comum, explicou Kellner. “Tem todo um trabalho de refinamento que envolveu bastante tempo entre as instituições para que a gente pudesse falar a mesma língua. Isso foi alcançado agora”, garantiu.

O diretor do Museu Nacional comentou que a iniciativa não termina em si mesma, mas marca o início da tarefa e deve servir de inspiração para que se possa avançar e envolver ainda mais museus pelo mundo. No levantamento, há predominância dos museus europeus, em detrimento dos museus da América do Sul e da África, por exemplo. “Isso tem que mudar”, opinou.

A maioria das instituições encontra-se no hemisfério norte, na Europa e nos Estados Unidos, como  importantes museus e centros de pesquisa no Brasil, México e Austrália, principalmente. Os contatos com o Museu Nacional foram feitos em torno de 2017, mas o grupo internacional de cientistas já estava trabalhando desde 2016.

Dever de casa

Kellner disse que, no caso do Museu Nacional, a ideia é fazer o seu próprio dever de casa, uma vez que as informações disponíveis da instituição não eram as mais completas. “Foi um aprendizado para a gente”, disse.

O próximo passo será a digitalização das coleções para  disponibilizar os dados. O diretor está em busca de financiamento para a tarefa. Ele dispõe de recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), mas garantiu que está procurando mais verbas para expandir a tarefa.

“Como a gente atrai outros parceiros? É mostrando o que a gente faz, convidando-os a participar e tentando, de alguma forma, prestar auxílio para que eles possam também fazer esse trabalho. É preciso entender que muitos museus, lamentavelmente, não têm nem gerente de coleções. Há uma conscientização de que esse trabalho ajuda nessa linha e a gente tem que promover no nosso país e nas demais nações em desenvolvimento. É necessário cuidar das coleções que temos. Isso é fundamental e requer recursos”, assegurou. A segunda etapa do estudo já começou e consiste em detalhar mais os dados compilados, atuando também na digitalização das coleções.

Riscos

As coleções de história natural correm inúmeros riscos. Por isso, os pesquisadores sentiram a necessidade de digitalizar e reunir informações sobre importantes instituições em uma plataforma de dados universal.

Na Global Collections, eles listaram alguns dos riscos que os museus e seus acervos têm sofrido, entre os quais os incêndios que destruíram parte do acervo do Museu Nacional do Rio e em Nova Délhi, na Índia, e o míssil que atingiu o Herbário Nacional da Ucrânia, em outubro do ano passado. Os pesquisadores citaram também a falta de investimentos em infraestrutura e pesquisa como uma ameaça aos itens expostos.

Apesar do número significativo de objetos reunidos nas coleções, elas representam apenas 16% do total, pois esse percentual é o que está digitalizado pelos museus. As peças utilizadas no estudo publicado na revista Science foram divididas em 19 tipos de coleções, como botânica, entomologia e antropologia e por 16 regiões geográficas, sendo nove terrestres e sete marinhas. Os pesquisadores disseram, também, que poucas ações foram realizadas nas regiões mais remotas do planeta, sendo 3% no Ártico e 6% na Antártida, esta última estudada também por técnicos do Museu Nacional. A lista completa das instituições e autores participantes pode ser encontrada aqui.

Kellner viajou para a Alemanha, onde participará de reuniões para avançar nos trabalhos de recuperação do Museu Nacional do Rio, iniciados nos últimos anos.




Fonte: Agência Brasil

Museu Nacional integra estudo sobre 73 unidades de história natural


O paleontólogo Alexander Kellner, diretor do Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é um dos cientistas que realizaram estudo sobre as coleções de 73 museus de história natural de todo o mundo.

O levantamento das coleções mundiais de história natural foi publicado, na última quarta-feira (22), na revista internacional Science. Outros dois pesquisadores do Museu Nacional participaram do trabalho: a diretora adjunta de coleções, Cristiana Serejo, do Departamento de Invertebrados, e o chefe do Departamento de Vertebrados, Paulo Passos.

O estudo registrou informações sobre 1,1 bilhão de peças reunidas por 4.500 pesquisadores e mais de quatro mil voluntários. Os dados iniciais referentes à Global Collections podem ser acessados na plataforma Zenodo.

O trabalho foi organizado pelo paleontólogo Kirk Johnson, do Smithsonian National Museum of Natural History, e pelo ornitólogo Ian Owens, da Cornell University, com financiamento do Smithsonian Museum, do Museu de História Natural de Londres e do Museu Americano de História Natural.

Em entrevista à Agência Brasil, Alexander Kellner informou que, antes do Museu Nacional sofrer o incêndio que quase o destruiu totalmente, em 2018, já havia a ideia de se fazer um grande catálogo de história natural em nível mundial. “Porque nós temos muita informação e essa informação, às vezes, fica perdida. Às vezes, também, eu tenho uma informação que outro museu está precisando e ele não sabe que eu tenho”. Destacou, a seguir, que há problemas que afetam todos os museus no planeta, como a questão da preservação dos ambientes e a biodiversidade.

Linguagem comum

Acentuou que, muitas vezes, políticas públicas podem funcionar para uma região, mas não para outras. “E se você quer fazer uma coisa mais geral, tem que entender exatamente como está a questão da informação sobre biodiversidade em todos os países, em todas as regiões”, disse.

Capitaneados por Kirk Johnson, os cientistas pretendiam reunir os principais museus de história natural no mundo, visando ter dados gerais que possam ser utilizados por todos.

O levantamento das informações não é tarefa simples, porque é necessário ter uma linguagem comum, explicou Kellner. “Tem todo um trabalho de refinamento que envolveu bastante tempo entre as instituições para que a gente pudesse falar a mesma língua. Isso foi alcançado agora,” garantiu.

O diretor do Museu Nacional comentou que a iniciativa não termina em si mesma, mas marca o início da tarefa e deve servir de inspiração para que se possa avançar e envolver ainda mais museus pelo mundo. No levantamento, há predominância dos museus europeus, em detrimento dos museus da América do Sul e da África, por exemplo. “Isso tem que mudar” opinou.

A maioria das instituições encontra-se no hemisfério norte, na Europa e nos Estados Unidos, como  importantes museus e centros de pesquisa no Brasil, México e Austrália, principalmente. Os contatos com o Museu Nacional foram feitos em torno de 2017, mas o grupo internacional de cientistas já estava trabalhando desde 2016.

Dever de casa

Kellner disse que, no caso do Museu Nacional, a ideia é fazer o seu próprio dever de casa, uma vez que as informações disponíveis da instituição não eram as mais completas. “Foi um aprendizado para a gente”, confessou.

O próximo passo será a digitalização das coleções para  disponibilizar os dados. O diretor está em busca de financiamento para a tarefa. Ele dispõe de recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), mas afiançou que está procurando mais verbas para expandir a tarefa.

“Como a gente atrai outros parceiros? É mostrando o que a gente faz, convidando-os a participar e tentando, de alguma forma, prestar auxílio para que eles possam também fazer esse trabalho. É preciso entender que muitos museus, lamentavelmente, não têm nem gerente de coleções. Há uma conscientização de que esse trabalho ajuda nessa linha e a gente tem que promover no nosso país e nas demais nações em desenvolvimento. É necessário cuidar das coleções que temos. Isso é fundamental e requer recursos” assegurou. A segunda etapa do estudo já começou e consiste em detalhar mais os dados compilados, atuando também na digitalização das coleções.

Riscos

As coleções de história natural correm inúmeros riscos. Por isso, os pesquisadores sentiram a necessidade de digitalizar e reunir informações sobre importantes instituições em uma plataforma de dados universal.

Na Global Collections, eles listaram alguns dos riscos que os museus e seus acervos têm sofrido, entre os quais os incêndios que destruíram parte do acervo do Museu Nacional do Rio e em Nova Délhi, na Índia, e o míssil que atingiu o Herbário Nacional da Ucrânia, em outubro do ano passado. Os pesquisadores citaram também a falta de investimentos em infraestrutura e pesquisa como uma ameaça aos itens expostos.

Apesar do número significativo de objetos reunidos nas coleções, elas representam apenas 16% do total, pois esse percentual é o que está digitalizado pelos museus. As peças utilizadas no estudo publicado na revista Science foram divididas em 19 tipos de coleções, como botânica, entomologia e antropologia e por 16 regiões geográficas, sendo nove terrestres e sete marinhas. Os pesquisadores disseram, também, que poucas ações foram realizadas nas regiões mais remotas do planeta, sendo 3% no Ártico e 6% na Antártida, esta última estudada também por técnicos do Museu Nacional. A lista completa das instituições e autores participantes pode ser encontrada aqui.

Kellner viajou para a Alemanha, onde participará de reuniões para avançar os trabalhos de recuperação do Museu Nacional do Rio, iniciados nos últimos anos, “ainda mais esperados com a visita da comitiva presidencial” na semana passada, finalizou.




Fonte: Agência Brasil

Homem é preso por porte e posse ilegal de arma de fogo no Residencial Tapajós, em Presidente Prudente




Conforme o Boletim de Ocorrência, o armamento pode ter relação com a tentativa de homicídio ocorrida em um bar na Avenida Washington Luiz no último dia 12 de março. Homem é preso por porte e posse ilegal de arma de fogo, em Presidente Prudente (SP)
Polícia Militar
Um homem, de 30 anos, foi preso em flagrante, nesta segunda-feira (27), por porte e posse ilegal de arma de fogo, no Residencial Tapajós, em Presidente Prudente (SP).
De acordo com o 8º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) da Polícia Militar, os agentes realizavam patrulhamento pelo bairro quando avistaram o envolvido na via. O homem, ao notar a presença dos policiais, “tentou esconder uma mochila em um veículo”, o que motivou a abordagem.
No interior da mochila, a PM encontrou uma pistola de propriedade das Forças Armadas do Paraguai, calibre 9 milímetros e com sete munições.
Homem é preso por porte e posse ilegal de arma de fogo, em Presidente Prudente (SP)
Polícia Civil
O homem informou ainda que havia outra arma de fogo em sua residência e os policiais localizaram um revólver calibre 38 com cinco munições.
Ele foi preso por porte e posse ilegal de arma de fogo e conduzido para a Delegacia da Polícia Civil, onde permaneceu à disposição da Justiça.
Conforme o Boletim de Ocorrência, na unidade policial, o envolvido foi interrogado e confirmou a propriedade das armas.
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Suspeito de balear homem em frente a bar na Avenida Washington Luiz é preso em Presidente Prudente
Além disso, durante a realização do registro policial, os policiais receberam a informação, por meio de denúncia, que o armamento apreendido poderia ter relação com a tentativa de homicídio ocorrida em um bar na Avenida Washington Luiz, no último dia 12 de março.
A Polícia Civil segue apurando a informação.
Homem é preso por porte e posse ilegal de arma de fogo, em Presidente Prudente (SP)
Polícia Civil
Homem é preso por porte e posse ilegal de arma de fogo, em Presidente Prudente (SP)
Polícia Civil

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Fonte: G1

Câmara Municipal de Presidente Prudente aprova três projetos de leis durante sessão ordinária




Reunião teve início às 20h desta segunda-feira (27) e foi transmitida ao vivo pelo canal da TV Câmara no YouTube. Três projetos de leis são aprovados durante sessão ordinária do Poder Legislativo em Presidente Prudente (SP)
Câmara Municipal de Presidente Prudente
A Câmara Municipal de Presidente Prudente (SP) aprovou três projetos de leis durante sessão ordinária realizada nesta segunda-feira (27), sendo um deles com urgência.
Os vereadores aprovaram, em expediente com votação, 36 requerimentos de providências e informações, três moções, cinco requerimentos de pesar e 43 requerimentos de congratulações.
No início da sessão, durante expediente sem votação e de leitura de ofícios, os parlamentares encaminharam ao Poder Executivo 61 indicações de melhorias para diversos bairros da cidade.
Os trabalhos foram transmitidos ao vivo pelo canal da TV Câmara no YouTube. Todas as transmissões ficam disponíveis após seu encerramento.
Confira abaixo as disposições dos projetos apreciados e a decisão do plenário sobre cada uma das matérias.
Projeto de Lei n° 824/18. Autor: vereador João Barbosa Ferreira (DEM). Assunto: Inclui na Lei n.º 5.001, de 17 de dezembro de 1997, (Lei das Denominações), mais um item, nos seguintes termos: a atual Marginal de acesso, (código 46318), localizada no Bairro Garden Ville Residence, passa a denominar-se Rua “MARIA DA CONCEIÇÃO DIAS”. Aprovado em discussão única.
Projeto de Lei n° 826/18. Autor: vereador William César Leite (MDB). Assunto: Inclui na Lei n.º 5.001, de 17 de dezembro de 1997, (Lei das Denominações), mais um item, nos seguintes termos: o atual Bairro Sem Denominação, localizado entre a Avenida 11 de Maio e a Rua Padre João Goetz, passa a denominar-se “RESIDENCIAL MARES DO SUL”, conforme croqui de localização constante no anexo I. Aprovado em discussão única.
Confira abaixo a disposição do projeto apreciado com urgência e a decisão do plenário sobre a matéria.
Projeto de Lei n° 835/18. Autor: Mesa Diretora do 2º Biênio. Assunto: Cria o adicional de gratificação a Servidor Efetivo designado como AGENTE DE CONTRATAÇÃO E EQUIPE DE APOIO da Câmara Municipal de Presidente Prudente, e dá outras providências. Aprovado em primeira e segunda discussões.

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Fonte: G1

Motorista de caminhão é preso por contrabando com 75 mil maços de cigarros de origem estrangeira, em Anhumas




Apreensão foi feita durante abordagem da Polícia Rodoviária na Estrada Vicinal Maria Ruiz Martins, nesta segunda-feira (27). Motorista foi preso por contrabando após ser flagrando transportando 7,5 mil pacotes de cigarro, em Anhumas (SP)
Polícia Rodoviária
Um homem, de 39 anos, foi preso em flagrante, nesta segunda-feira (27), após contrabandear 75 mil maços de cigarros de origem estrangeira, em Anhumas (SP).
Conforme a Polícia Militar Rodoviária, a equipe realizou abordagem de um caminhão com placas de Guariba (SP), na Estrada Vicinal Maria Ruiz Martins, que dá acesso a Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425).
Durante a vistoria, foram localizados 150 caixas com 7,5 mil pacotes de cigarros de origem estrangeira, sem documentação fiscal.
Ao todo, foram apreendidos 75 mil maços, escondidos sob caixas vazias na carroceria do veículo.
O motorista, um homem de 39 anos, morador de Jataizinho (PR), foi preso em flagrante. A carga e o caminhão foram apreendidos na Polícia Federal de Presidente Prudente (SP).

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Fonte: G1

Pedestre morre ao ser atropelado por veículo no acostamento da Rodovia Arlindo Bettio




Motorista do automóvel, um homem de 45 anos, realizou o teste do etilômetro, cujo resultado negou a ingestão de álcool, em Euclides da Cunha Paulista (SP). Um homem, de identidade desconhecida, morreu ao ser atropelado na SP-613, em Euclides da Cunha Paulista (SP)
Polícia Rodoviária
Um homem, de identidade desconhecida, morreu na noite desta segunda-feira (27), após ser atropelado por um veículo no acostamento da Rodovia Arlindo Bettio (SP-613), em Euclides da Cunha Paulista (SP).
De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, a equipe foi acionada para atender um acidente de trânsito na altura do km 51,700.
Ao chegar no local, os policiais constataram que o motorista de um automóvel com placas de Terra Rica (PR), atropelou um pedestre que transitava na faixa de rolamento da pista leste.
A vítima, um homem de aproximadamente 40 anos, não portava nenhum documento de identificação. Ele chegou a ser socorrido ao Hospital Estadual de Primavera, em Rosana (SP), mas não resistiu aos ferimentos e faleceu.
O motorista do veículo, um homem de 45 anos, realizou o teste do etilômetro, cujo resultado negou a ingestão de álcool.
A perícia esteve no local do acidente e o carro foi periciado.
A ocorrência foi apresentada na Delegacia de Euclides da Cunha Paulista.

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Fonte: G1

Em ação de combate à dengue, Presidente Venceslau disponibiliza caçambas para descarte de materiais inservíveis em nove pontos da cidade


Poderão ser descartados todos os materiais que acumulam água e não são mais utilizados, como brinquedos quebrados, baldes, bacias, madeira, ferro, plásticos e similares. Já o descarte de lixo doméstico, animais mortos e entulho de construção não poderá ser efetuado.




Fonte: G1

Renan Filho não crê em construção de trem-bala com recursos privados


O ministro dos Transportes, Renan Filho, acredita ser difícil que o trem-bala entre São Paulo e Rio de Janeiro saia do papel apenas com recursos privados. O ministro disse ser “cético” quanto a iniciativa privada tomar a liderança em um projeto dessa magnitude que, segundo ele, pode chegar a custar R$ 50 bilhões.

“No mundo inteiro só se constrói trem-bala, trem rápido, com recurso público. O estado tem que entrar, não é fácil”, disse Renan Filho, nesta segunda-feira (27), no evento Arko Conference 2023, organizado pela empresa de análise política Arko Advice. “Eu torço para que o trem de alta velocidade de São Paulo ande nesse modelo de autorização [do novo Marco Ferroviário], mas sou cético”, acrescentou.

Mas ele ressaltou que, atualmente, o poder público também não tem como arcar com os recursos para desenvolver um projeto ferroviário desse tamanho. “Vale dizer que o trem-bala custa aproximadamente 50 bilhões de reais e que o Brasil investiu, no ano passado, R$ 5,5 bilhões em transportes. Então, o país que investe 5,5 bilhões não pode propriamente liderar a construção do trem-bala”.

Renan filho ressalvou que há uma década o país detinha condições para assumir um projeto ferroviário dessa dimensão. “Quando o trem-bala estava na agenda nacional, diga-se de passagem, este país tinha capacidade de executá-lo. A gente observou que, em 2012, o país investiu R$ 45 bilhões em transportes. Em 2013, o Brasil investiu 30 bilhões”.




Fonte: Agência Brasil