Colisão frontal entre veículos mata três pessoas na Rodovia Assis Chateaubriand, em Estrela do Norte




Acidente foi registrado na noite deste domingo (26), na altura do km 511,500. Outras duas vítimas foram socorridas em estado grave. Três pessoas morreram e duas ficaram gravemente feridas na SP-425, em Estrela do Norte (SP)
Polícia Rodoviária
Três pessoas morreram vítimas de uma colisão frontal entre dois veículos na Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), neste domingo (26), em Estrela do Norte (SP).
De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, a equipe foi acionada para atender um acidente de trânsito com vítimas na altura do km 511,500.
No local, constataram que houve uma colisão frontal entre um veículo, com placas de Guaraci (PR) e outro carro, com placas de Sandovalina (SP).
O motorista do automóvel com placas do Paraná, de 31 anos, morreu no local. Já o condutor do outro veículo, de 68 anos, foi socorrido no local, porém não resistiu aos ferimentos e também veio a óbito.
No veículo com placas de Sandovalina também havia três passageiros. Uma delas, de 50 anos, foi socorrida no local, porém também faleceu.
As outras vítimas, duas mulheres de 49 e 56 anos, receberam atendimento médico no local e encontram-se em estado grave.
Ainda conforme a polícia, não foi possível realizar teste do etilômetro em razão do óbito dos motoristas.
A perícia esteve no local.
Devido ao acidente, o trânsito ficou parcialmente prejudicado, porém, por motivo de segurança viária, logo foi liberado.

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Fonte: G1

Homem tenta ir com filha para casa da mãe, discute com a esposa e acaba preso por violência doméstica em Presidente Prudente


Por fim, o homem também relatou que reiterou o pedido para que a esposa entregasse a filha, dizendo que ficaria com a criança na sala de casa e teve o pedido negado, “de forma desmotivada”, o que fez com ele acabasse “perdendo a cabeça” e desferiu um tapa no ombro da vítima. Ele afirmou que foi empurrado com os pés pela esposa e que, “em ato reflexo”, deu um chute na canela da vítima.




Fonte: G1

Arte com atitude é o trabalho da grafiteira NeneSurreal


Mãe, avó, artista e “sapatão” são algumas das palavras que descrevem marcos da trajetória da grafiteira NeneSurreal. O percurso mistura a carreira artística a uma história de vida cheia de descobertas e obstáculos ao longo de mais de 30 anos. “Eu gostaria de falar só da minha arte. Mas, a minha arte é a minha luta. Elas estão muito interligadas”, diz, cercada de pinturas e esculturas que produziu em sua casa em Diadema, na Grande São Paulo.

As primeiras experiências com o graffiti foram ainda no fim da adolescência. “Hoje, a gente está em um momento muito bom em que as mulheres estão conseguindo realmente pintar. Mas, eu venho de uma geração em que precisava provar que tinha capacidade para fazer. Então, eu ia dar fundo em muro [pintura preparatória]. Ia olhar, para ver se não tinha polícia. Menos pintar de fato. E mesmo quando eu estava pintando de fato, ele [o trabalho] era direcionado [pelos grafiteiros homens]”, conta sobre como era a cena da arte de rua à época em que começou.

Esculpir em aço

Nene estava crescendo na cena do graffiti quando teve sua filha Janine. “O pai da minha filha fazia parte do movimento, não do movimento de cultura hip hop, mas do movimento de gangues. Ele foi assassinado aqui. Minha filha tinha 3 anos.” Nessa época, a artista tinha 19 anos e precisou procurar um emprego estável que garantisse o próprio sustento e a criação da menina, que, hoje, tem 38 anos e é mãe dos três netos da grafiteira – Helena, Fernanda e Henrique.

Começou trabalhando na copa de um grande hospital da capital paulista e chegou a se tornar instrumentadora cirúrgica, uma profissão que permitiu estabilidade financeira e também trouxe elementos para sua produção artística. Foram mais de 20 anos trabalhando na área da saúde. Nesse período, o trabalho artístico se entrelaçou com o mundo das próteses em aço cirúrgico.

O próprio hospital, ao perceber o talento de Nene, passou a repassar alguns desses materiais para compor esculturas. “Eles doaram muito. Eu fiz muita coisa”, enfatiza a artista sobre o material difícil de ser trabalhado por ser extremamente resistente a técnicas convencionais. “Eu não consigo soldar, porque é aço cirúrgico. Então, elas [as esculturas] são todas parafusadas”, explica a respeito das obras montadas em bases de cimento.

São Paulo (SP), 10/03/2023, A grafiteira Nenesurreal fala sobre sua trajetória na casa ateliê em Diadema. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

São Paulo (SP), 10/03/2023, A grafiteira Nenesurreal fala sobre sua trajetória na casa ateliê em Diadema. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil – Rovena Rosa/Agência Brasil

O processo de voltar a produzir arte e mesmo de se reconhecer como artista não foi fácil. “As mulheres, depois que são mães, acabou. É quase o fim de qualquer sonho. Mesmo com tudo impedindo esse sonho, eu fiquei com esse bichinho e acreditei. Consegui voltar. Porque não é só querer. Foram várias coisas que aconteceram, várias mulheres pretas que estiveram ali, me fortalecendo, para eu voltar”, diz sobre como foi, aos poucos, deixando a profissão estável para voltar a ter a carreira artística como foco principal da vida.

Reconhecer-se artista

Entre os caminhos e desvios, Nene resolveu cursar artes visuais. “Achando que a faculdade me daria um certificado para legitimar que eu era artista. Falar e sentir que sou artista vem agora, há poucos anos. Não que eu não me sentia artista, mas parecia muito audacioso, muito prepotente [me definir como artista]”, comenta. No entanto, acabou aproveitando pouco do que estudou em sala de aula. “A academia para mim acabou sendo no boteco. Porque no boteco era o rolê. No boteco eu fiz cenografia, eu troquei ideia como manusear um material que eu não sabia mexer. Eu tive ideias de projetos. A academia é a rua para mim.”

Encarar a rua é, para a artista, a própria essência do graffiti. “Pegar o meu corpo, ir para a parede. A posição que eu fico na parede, não tem salva [guarda], eu fico de costas para a rua. É preciso ter atitude para isso. É preciso ter coragem para isso”, diz sobre pontos que considera centrais nessa forma de expressão.

Questões que, segundo ela, ganham ainda mais peso em corpos como o seu. “A rua não é um lugar para nós mulheres pretas, para nós população preta, principalmente se você tiver de frente para o muro fazendo coisas que o sistema não entende”, diz ao diferenciar essa prática com outros trabalhos que desenvolve. “Pintar em ateliê é outro tempo. Não precisa ficar preocupada com as costas”, compara.

Lutas

Apesar de destacar os riscos oferecidos pela expressão ao ar livre, Nene conta que também teve que travar lutas dentro do movimento hip hop. “Esse movimento também é machista. É racista, por mais que seja um movimento preto. Porque você vê que quem movimenta esse movimento são os brancos”, afirma

Não foi só no campo das artes que ela precisou lidar com preconceitos. Hoje, com 56 anos de idade, revela que a relação com a própria família se tornou tempestuosa ao assumir nova orientação sexual. “Eu me assumi sapatão [lésbica] com 50 anos. E até hoje é megaviolento. Eu fui violentada muitas vezes com essa palavra. E quando eu me apresento, eu me apresento com essa palavra. Não é para as pessoas me chamarem. É uma afirmação do meu corpo. Eu venho há muitos anos tirando máscaras.”

Além da experiência pessoal, a artista transformou a própria casa em espaço de acolhimento para pessoas LBGTQIA+. “Uma menina vem para São Paulo, precisa de um lugar para ficar porque vai fazer um trabalho. Ela pode ficar aqui”, explica. Da família, mantém a lembrança carinhosa da avó, como pessoa que a iniciou no contato com as artes e com o artesanato. “O artesanato vem por conta da minha vó, que era do macramê, do crochê”, conta ao apresentar as diversas linguagens que fazem parte do seu repertório.

Sonhar alto

Enquanto isso, da laje da casa, Nene continua sonhando com novos projetos. Foi a partir dali, observando o bairro, que ela elaborou a série que chama de Cabeçudas. “A gente estava no mês de julho, época de pipa. Eu olhei para os moleques pretinhos, você nem enxergava eles, nada, só a silhueta. Todos com a cabeça olhando para o céu. Eu fiquei enlouquecida com essa cena”, lembra.

Foram esses personagens com a cabeça ovalada, inspirada na silhueta dos jovens que olham para o alto, que Nene escolheu para o mural em grandes dimensões que pintou no teto do teatro da Fábrica de Cultura do Jardim São Luís, zona sul paulistana. O projeto exigiu muito da artista e da equipe de mulheres que pintou durante uma semana, pendurada em cordas de rappel na empena em formato de rampa. “Foi um trabalho com muita dificuldade, por causa da questão do corpo, do sol, do vento. Porque você está solto lá em cima”, conta.

As sete personagens no teto do teatro têm ainda os cabelos em fios finos e encaracolados que Nene considera como uma de suas assinaturas, assim como os “olhos tristes” de outras figuras que pinta pelas ruas.

O projeto, contemplado por um edital que permitiu o mural na empena, inclui um documentário, lançado no último mês de março, que celebra a trajetória de Nene como uma das pioneiras do graffiti. Entre os reconhecimentos que acumula na carreira está a passagem pelo Festival Queer Wien Woch em Viena, na Aústria; o Prêmio Sabotage, em 2016; e a homenagem concedida pela organização não governamental Ação Educativa, em 2018. Em 2021, um de seus trabalhos passou a fazer parte do acervo permanente da Pinacoteca Municipal de Mauá, na Grande São Paulo.




Fonte: Agência Brasil

Após tentativa de assalto, homem morre em troca de tiros com policiais militares durante fuga em Presidente Prudente


Em dado momento, o homem começou a correr com um revólver em punho, razão pela qual foi advertido para “parar e largar a arma”. Entretanto, o suspeito continuou correndo e efetuou um disparo na direção dos policiais. Um dos policiais, por sua vez, efetuou dois disparos contra o homem.




Fonte: G1

Ação na Paulista pede apoio para aprovação de leis pelo meio ambiente


Uma ação desenvolvida hoje (26) pelo coletivo Famílias pelo Clima na Avenida Paulista, em São Paulo, coletou assinaturas para a aprovação de dois projetos de lei de iniciativa popular – e que envolve várias organizações – relacionados à emergência climática no Brasil. Uma das petições prevê a inclusão da segurança climática como um direito fundamental estabelecido na Constituição. A segunda petição prevê a destinação de florestas públicas na Amazônia para a proteção dos povos indígenas, quilombolas, pequenos produtores extrativistas e unidades de conservação.

“A ação é parte da campanha Defenda o Futuro como uma Mãe. Criamos um conjunto de ações para tentar mobilizar e engajar principalmente mães e famílias na defesa de um futuro climático possível para as próximas gerações”, disse Clara Ramos, uma das fundadoras do Famílias pelo Clima, em entrevista hoje à Agência Brasil.

“Estamos coletando assinaturas para o projeto Amazônia de Pé, que é uma ação popular que precisa coletar 1,5 milhão de assinaturas para destinar florestas públicas da Amazônia para populações indígenas, quilombolas e ribeirinhas, que já provaram que são os melhores defensores da floresta. Também estamos coletando assinaturas para a Lei Mais Urgente do Mundo, que é um abaixo-assinado online em que a ideia é pressionar o Congresso para fazer essa lei tramitar”, explicou ela.

SÃO PAULO (SP) - Ação na Avenida Paulista coleta assinaturas pela Amazônia e pela inclusão da segurança climática na Constituição. Foto: Famílias pelo Clima

Pessoas assinam petição pela aprovação de projeto de lei pela inclusão da segurança climática na Constituição. Foto – Famílias pelo Clima

A expectativa do movimento é que, por meio do afeto, as pessoas se engajem na luta das urgências climáticas. “Acreditamos muito que, por meio do afeto e dessa urgência na necessidade de garantir um futuro possível para nossos próprios filhos e para os que a gente ama, possamos iniciar esse movimento de fazer a diferença e começar a exercitar mais nosso papel de cidadão, pressionando, exigindo e descobrindo as ferramentas que temos para fazer a mudança”, disse Clara.

“A ideia é que as pessoas entrem em contato com os projetos e que se sintam motivadas a sair daqui dando continuidade a essa proposta de engajamento. Queremos criar fagulhas de mudança e de conscientização”, falou ela. “Quando a pessoa se conecta e se toca sobre essa necessidade, ela não só poderá mudar coisas em sua própria vida, mas na maneira como ela encara seu dia a dia, em como ela vota e em como ela pode ser um catalisador de mudança nos ambientes em que ela está inserida, seja no seu bairro, na escola do seu filho, no seu prédio, na sua família”, acrescentou.

SÃO PAULO (SP) - Ação na Avenida Paulista coleta assinaturas pela Amazônia e pela inclusão da segurança climática na Constituição. Foto: Famílias pelo Clima

Ação coleta assinaturas na Avenida Paulista – Divulgação/Famílias pelo Clima

Reciclagem

Além da coleta de assinaturas, o coletivo ainda promoveu um plogging, ou o chamado cata-caca, em que os voluntários passaram a coletar os lixos espalhados pela Avenida Paulista. “A ideia é que as pessoas tragam suas luvas e sacolas e que a gente possa recolher lixo reciclável e plástico e depois dar uma destinação adequada a eles”, falou ela.

A professora de inglês Ana Paula Dutra, de 29 anos, foi uma das pessoas que parou em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, hoje pela manhã, para assinar as petições. “Assinei porque achei interessante o projeto de ter uma área destinada para a preservação da Amazônia. Sempre tento participar quando vejo uma questão que considero relevante”, disse ela à reportagem. Para ela, as escolas brasileiras deveriam também intensificar o trabalho de conscientizar as novas gerações sobre as urgências climáticas. “Acho que, nas escolas, não fazemos o papel que deveria ser feito”, falou.

A doutoranda Fernanda Resende, de 37 anos, também aproveitou um passeio com seus pais pela Avenida Paulista para assinar as petições.

“O meu tema [de doutorado] é justamente sobre a sustentabilidade. Entendo quais questões estão envolvidas e sei da importância de se destinar florestas públicas para os povos originários, que são nossos indígenas, para os quilombolas, que já estão há muitas gerações nessas áreas e para os ribeirinhos. Isso é defender o futuro”, disse ela.

“As pessoas que estão cometendo crimes se aproveitam da ausência de legislações para invadir terras. Sei o quanto essa população [indígena, quilombola e ribeirinha] está sofrendo e é justo que eles tenham o seu direito efetivado”, acrescentou.

Para Fernanda, leis como essa que prevê a destinação de florestas públicas para proteção desses povos ajudam também moradores de outras partes do país. “Isso é cuidar do futuro, inclusive de quem mora em São Paulo, porque quanto mais desmatamento na Amazônia ou na Mata Atlântica e outros biomas brasileiros, pior fica a situação: mais forte são as chuvas e aí fica ruim para todo mundo. Precisamos de uma política, com alcance nacional, que pense em clima”, falou.




Fonte: Agência Brasil

Com milhares sem abrigo, Rio Branco deve sofrer com mais chuvas fortes


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu hoje (26) novo alerta para chuvas intensas, com ventos fortes, para regiões que vêm sendo atingidas por pancadas de chuva desde quinta-feira (23), incluindo a capital do Acre, Rio Branco, onde mais de mil pessoas ficaram desabrigadas. 

O nível do Rio Acre, que corta Rio Branco junto com seus igarapés, superou na tarde deste domingo (26) os 16,51 metros, numa alta de mais de sete metros acima do registrado antes das chuvas. A cota de transbordamento é de 14 metros. Isso significa que diversas localidades foram alagadas.

Segundo dados oficiais, 48 bairros de Rio Branco foram alagados e mais de 32 mil pessoas foram prejudicadas. Até o início da tarde, cerca de 1.050 pessoas estavam desabrigadas, sem ter para onde ir e sendo acolhidas em abrigos. Outras 2.180 pessoas foram desalojadas – tiveram que deixar suas casas, mas têm para onde ir.

As chuvas continuaram em Rio Branco neste domingo (26), e o nível do Rio Acre ainda não parou de subir. Segundo o Inmet, a previsão é de precipitação de até 100 milímetros de chuva entre a manhã deste domingo até as 11h de segunda-feira (27). Isso depois de a capital acreana ter recebido 203 mm em duas horas na última sexta, o equivalente a quase todo o volume esperado para o mês de março.

O alerta laranja de chuvas intensas abrange também outros estados do Norte e Nordeste, como Rondônia, Amazonas, Pará, Tocantins e Maranhão, onde ao menos 49 cidades já decretaram estado de emergência e tiveram a medida homologada pelo governo estadual.

Em Manaus, 172 famílias encontram-se desabrigadas, de acordo com a prefeitura. Mais cedo, os ministros Marina Silva (Meio Ambiente e Mudanças do Cliam) e Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional), visitaram as áreas atingidas em Manaus e prometeram ações e recursos rápidos para atender a população. Antes, eles também estiveram em Rio Branco.




Fonte: Agência Brasil

Homem armado invade festa e mata duas pessoas em São Carlos (SP)


Cinco homens foram baleados durante uma festa realizada em um moto clube na cidade de São Carlos, no interior de São Paulo. Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo, um homem de 36 anos, embriagado, importunava as pessoas e foi retirado do local.

Pouco tempo depois, ele retornou armado e fez vários disparos na direção de um grupo de pessoas: duas delas, de 37 e 41 anos, morreram no local. Outras duas, de 36 e 50 anos, ficaram feridas e foram encaminhadas a um hospital da região. Os nomes das vítimas e do atirador não foram informados.

De acordo com a secretaria, policiais militares que estavam por perto, atendendo a uma denúncia de perturbação do sossego, viram o suspeito tentando fugir e deram ordem de parada. “O homem não obedeceu e apontou a arma contra os policiais, que intervieram. O suspeito morreu ainda no local”, diz a nota da SSP.

A secretaria informou que o caso foi registrado como homicídio, tentativa de homicídio e morte decorrente de intervenção policial pela Delegacia Seccional de São Carlos, que requisitou a perícia. O episódio criminoso ocorreu na noite desse sábado (25).




Fonte: Agência Brasil

Governo estuda decretar emergência climática permanente em mil cidades


A ministra do Meio Ambiente e Mudanças do Clima, Marina Silva, disse hoje (26) que o governo debate internamente a edição de um decreto para reconhecer estado de emergência climática em 1.038 municípios mapeados como mais vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas. 

“Há uma sugestão que se está debatendo no governo para que se decrete estado de emergência climática permanente nos municípios comprovadamente vulneráveis, para que se tenha uma ação continuada”, disse a ministra ao visitar áreas atingidas por alagamentos em Manaus, na tarde de hoje (26). Na capital do Amazonas, as fortes chuvas deste sábado fizeram com que 172 famílias perdessem as casas.

Em entrevista coletiva, a ministra afirmou que a ciência já permite prever que eventos extremos, seja de seca ou de fortes chuvas, devem continuar e que, em alguns casos, até mesmo a remoção de populações de áreas de risco deverá ser planejada e executada.

Segundo Marina, esse seria o objetivo da decretação da emergência permanente: permitir que obras preventivas, como de estudos de solo, de drenagem e trabalhos de assistência social, possam ser adiantados. “Além da situação de emergência, são os projetos de prevenção, esses são projetos de médio e longo prazo”, explicou. “Nós estamos vivendo sob o efeito de mudanças climáticas que estão se agravando a cada dia”.

Se antecipando a críticas sobre a falta de transparência nos gastos públicos que uma situação de emergência acarreta, por contornar a Lei de Licitações, a ministra sugeriu a criação de uma estrutura permanente – com comitês, equipes de monitoramento e acadêmicos – para supervisionar a aplicação dos recursos públicos.

Ela afirmou que a população precisa ter clareza também das ações necessárias para mitigar a emissão de gases do efeito estufa e manter estável a temperatura do planeta. “É uma adaptação”, disse.

As declarações foram dadas ao lado do ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e do prefeito de Manaus, David Almeida, que agradeceu a visita e a ajuda célere do governo federal. A medida de decretação de estado de emergência climática já havia sido adiantada por Marina Silva mais cedo, em Rio Branco.

Acre

Na manhã deste domingo (26), ambos os ministros visitaram também Rio Branco, onde mais de 32 mil pessoas, em 48 bairros da capital acreana, foram prejudicadas até o momento pelas fortes chuvas e cheias repentinas do Rio Acre e seus sete igarapés principais, que começaram no fim da semana.

De acordo com o governo acreano, cerca de 1.050 pessoas estão desabrigadas, sem ter para onde ir e sendo acolhidas em abrigos. Outras 2.180 pessoas foram desalojadas – tiveram que deixar suas casas, mas têm para onde ir.

Técnicos da Defesa Civil Nacional acompanham as equipes ministeriais. De acordo com Góes, os servidores atuarão não somente em ações de atendimento aos necessitados, como também no desembaraço burocrático necessário para que o governo federal possa enviar recursos às prefeituras.

“Eles vão auxiliar os gestores municipais a preencherem os formulários para o reconhecimento de situação de emergência ou de estado de calamidade pública. E também a realizarem os planos de trabalho para a solicitação de recursos federais para assistência humanitária, restabelecimento de vias públicas, pontes e até mesmo reconstrução das casas das pessoas atingidas pelo desastre”, disse o ministro.




Fonte: Agência Brasil

Músico e humorista Juca Chaves morre aos 84 anos em Salvador


O músico, compositor e humorista Juca Chaves morreu neste sábado (25), aos 84 anos, na capital baiana. “O Hospital São Rafael lamenta a morte do paciente Juca Chaves na noite deste sábado (25) devido a complicações de problemas respiratórios e se solidariza com a família e amigos por essa irreparável perda. O hospital também informa que não tem autorização da família para divulgar mais detalhes”, diz a nota.

Jurandyr Czaczkes Chaves nasceu em 22 de outubro de 1938, no Rio de Janeiro. Com formação em música clássica, começou a compor ainda na infância. Iniciou sua carreira no fim da década de 1950, tocando modinhas e trovas.

Foi um crítico da ditadura militar e se exilou em Portugal e na Itália na década de 1970. De volta ao Brasil, apresentou programas de televisão na década de 1980.

Entre suas canções mais conhecidas estão Caixinha, Obrigado, A Cúmplice, Menina, Que Saudade, Por Quem Sonha Ana Maria e Presidente Bossa Nova.




Fonte: Agência Brasil

Bolivianos de ônibus interestadual são presos por transportar pasta base de cocaína dentro de garrafas pet, em Presidente Venceslau




Eles seguiam viagem, no itinerário de Campo Grande (MS) a São Paulo (SP), quando foram abordados pela Polícia Militar Rodoviária durante a Operação Impacto, na noite deste sábado (25). Bolivianos são presos por transportar pasta base de cocaína dentro de garrafas pet, em Presidente Venceslau (SP)
Polícia Militar Rodoviária
Três bolivianos, de 20, 21 e 22 anos, foram presos em flagrante na noite deste sábado (25) por transportar pasta base de cocaína em garrafas pet, no km 616,500 da Rodovia Raposo Tavares (SP-270), em Presidente Venceslau (SP).
Eles seguiam viagem em um ônibus interestadual, que fazia o itinerário de Campo Grande (MS) a São Paulo (SP), quando foram abordados pela Polícia Militar Rodoviária durante a Operação Impacto.
Na vistoria realizada no interior do coletivo, os agentes localizaram duas garrafas plásticas de dois litros contendo 4,110 kg de pasta base de cocaína. Elas estavam escondidas em mochilas sob a posse dos três passageiros.
Eles foram indiciados pelo crime de tráfico de drogas e encaminhados à Delegacia de Polícia Federal de Presidente Prudente (SP), onde permaneceram à disposição da Justiça.

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Fonte: G1