Bebê de um ano esfaqueado pelo próprio pai em Lucélia morre após quase 20 dias internado


Após se desentender com a companheira, o indivíduo, de 28 anos, a esfaqueou na região do tórax, braço, abdômen e costas. Em meio ao desentendimento, os filhos do casal, um menino de 11 meses de vida e uma menina de quatro anos, também foram atingidos pela faca na região do abdômen.




Fonte: G1

Servidores municipais com menor salário do Executivo entram em greve e reivindicam mudança de referência à Prefeitura de Presidente Prudente


Ainda segundo o posicionamento, a administração municipal segue aberta ao diálogo com a categoria para uma rápida resolução deste impasse, garantindo a prestação dos serviços essenciais aos cidadãos, sobretudo na área da educação, que tem sido a mais prejudicada com a paralisação dos servidores, uma vez que as escolas municipais, que atendem a mais de 19 mil alunos, dependem dos funcionários da limpeza e da merenda escolar para que possa receber os estudantes.




Fonte: G1

Concursos públicos e processos seletivos têm salários de até R$ 11,8 mil no Oeste Paulista




Vagas são destinadas a profissionais com níveis de escolaridade médio, técnico e superior. Prefeitura de Mirante do Paranapanema (SP) realiza processo seletivo para contratar 35 profissionais
Arquivo/TV Fronteira
Concursos públicos e processos seletivos oferecem oportunidades para trabalhar em diversas cidades do Oeste Paulista. Há vagas para diferentes áreas e as inscrições podem ser feitas pela internet.
Confira as oportunidades:
Fatec
A Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Adamantina (SP) está realizando um Processo Seletivo com o objetivo de contratar um Professor de Ensino Superior.
A vaga é destinada para atuar na disciplina de Banco de Dados não Relacionais, na área de Ciências da Computação/Engenharia da Computação.
Os profissionais deverão exercer jornadas de quatro horas/aulas, no período noturno, e receberão R$ 34,13 por hora/aula.
As inscrições devem ser feitas até esta quarta-feira, pela internet.
Prefeitura de Mirante do Paranapanema
A Prefeitura de Mirante do Paranapanema (SP) está realizando dois Concursos Públicos e um Processo Seletivo com o objetivo de contratar 35 profissionais de níveis fundamental incompleto, médio/técnico e superior. Além disso, os certames irão realizar a formação de cadastro reserva.
Confira as vagas a partir dos editais abaixo:
Concurso Público 001/2023: Auxiliar de Serviços; Auxiliar de Desenvolvimento Infantil (8); Fisioterapeuta (2); Inspetor de Alunos (2); Motorista (5); Padeiro (1); Pedreiro (1); Procurador Jurídico; Recepcionista (2); Técnico em Enfermagem; Técnico em Enfermagem do Trabalho (1); Técnico em Segurança do Trabalho (1);
Concurso Público 002/2023: Agente Comunitário de Saúde – ESF CUIABÁ (1); Médico – ESF (5);
Processo Seletivo 001/2023: Professor de Educação Básica II – Educação Física (6).
Os contratados receberão salários mensais de R$ 1.212,00 a R$ 11.850,00, ou R$ 14,39 por hora/aula. A carga horária semanal vai de 20 a 40 horas.
As inscrições devem ser feitas até o dia 7 de março, pela internet. A taxa custa de R$ 50 a R$ 90, conforme o cargo de interesse.
Tribunal Regional Eleitoral
O Tribunal Regional Eleitoral do Estado de São Paulo está realizando um Processo Seletivo com o objetivo de admitir 219 estagiários do Oeste Paulista. Há oportunidades para alunos dos cursos de Administração e Direito.
Confira as cidades onde há vagas:
Adamantina (SP), Junqueirópolis (SP), Martinópolis (SP), Mirante do Paranapanema (SP), Osvaldo Cruz (SP), Pacaembu (SP), Pirapozinho (SP), Presidente Bernardes (SP), Presidente Prudente (SP), Presidente Venceslau (SP), Regente Feijó (SP), Santo Anastácio (SP), Teodoro Sampaio (SP), Tupi Paulista (SP).
Interessados devem inscrever o dia 12 de março, pela internet.
A bolsa-auxílio mensal será de R$ 750, com o acréscimo do auxílio-transporte de R$ 8,80. A carga horária semanal a ser exercida é de 25 horas.
Prefeitura de Panorama
A Prefeitura de Panorama (SP) está realizando um Concurso Público, com 27 vagas, que tem o objetivo de contratar e formar cadastro reserva de profissionais com níveis de escolaridade fundamental, médio e superior.
Veja as vagas abaixo:
Pedreiro (1);
Ajudante Geral Masculino (3);
Ajudante Geral Feminino (3);
Motorista (3);
Operador de Máquinas (2);
Tratorista (1);
Agente Comunitário de Saúde (2);
Agente de Controle de Vetores (2);
Escriturário (2);
Auxiliar de Enfermagem (3);
Técnico em Enfermagem (2);
Enfermeiro (2);
Farmacêutico (1);
Professor Educação Básica II – Arte; e
Professor Educação Básica II – Inglês.
Os contratados deverão exercer suas atividades semanais em jornadas de 12h30 a 40 horas. A remuneração para os cargos varia entre R$ 1.316,13 e R$ 3.206,97, e, para os cargos de professor, de R$ 20,37 a R$ 22,12 por hora/aula.
As inscrições têm uma taxa de R$ 11,89 a R$ 16,80 e devem ser feitas até o dia 3 de março, pela internet.
Etec
A Escola Técnica Estadual (Etec) de Adamantina anunciou a realização de três novos Processos Seletivos, com o objetivo de formar cadastro reserva para professores de ensino médio e técnico.
De acordo com o edital, as oportunidades são para as áreas de Matemática, Programação e Algoritmos e Programação Web I.
Para concorrer a uma das chances é necessário que os candidatos possuam licenciatura ou equivalente, acompanhado do diploma de curso de bacharelado ou de tecnologia de nível superior que permitiu a formação docente.
Os profissionais admitidos deverão cumprir jornadas de até 200 horas mensais e contarão com remuneração de R$ 20,19 por hora/aula.
As inscrições podem ser feitas até o dia 20 de março, pela internet.

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Fonte: G1

Rompimento de tubulação interdita trecho de rodovia vicinal que faz a ligação entre Pacaembu e Mirandópolis




Parte da estrada municipal Kouitiro Sato, que liga Pacaembu (SP) a Mirandópolis (SP), cedeu após forte chuva na região
Renato Campanari/TV Fronteira
O rompimento de uma tubulação de passagem subterrânea de água destruiu um trecho da Rodovia Kouitiro Sato e provocou a interdição total da pista nos dois sentidos, nesta quarta-feira (1º), em Pacaembu (SP).
O acumulado de chuva deste ano ultrapassa os 800 milímetros em Pacaembu (SP).




Fonte: G1

União de Maricá, Sereno e Acari desfilam na Sapucaí em 2024


As escolas de samba União de Maricá e Sereno de Campo Grande foram as campeãs da Série Prata (terceira divisão) do carnaval carioca. A União do Parque Acari conquistou o vice-campeonato geral. Com isso, as três agremiações avançaram para a Série Ouro (segunda divisão). A apuração do resultado ocorreu ontem (28).

Neste ano, 32 escolas de samba participaram da Série Prata e desfilaram na Avenida Ernani Cardoso, em Cascadura, na zona norte da cidade do Rio. União de Maricá ficou com o título de melhor escola de sexta-feira (24), Sereno de Campo Grande conquistou o título de sábado (25), enquanto União do Parque Acari foi a vice-campeã geral.

Como a Série Ouro desfila na Avenida Marquês de Sapucaí (Sambódromo), no centro da cidade, as três escolas estarão, no ano que vem, na Passarela do Samba, onde também se apresentam as agremiações do Grupo Especial (primeira divisão).

Na Série Ouro, as três se unirão a Império Serrano (última colocada no Grupo Especial) e às outras 12 escolas que se mantiveram no grupo: Unidos de Padre Miguel, Inocentes de Belford Roxo, Império da Tijuca, Acadêmicos de Niterói, União da Ilha do Governador, São Clemente, Estácio de Sá, Unidos de Bangu, Acadêmicos de Vigário Geral, Unidos da Ponte, Arranco do Engenho de Dentro e Em Cima da Hora.

Série Bronze

Também ontem houve apuração da Série Bronze (quarta divisão) e Grupo de Avaliação (quinta divisão). As primeiras colocadas da Bronze (a campeã Fla Manguaça, além de Tubarão de Mesquita, Barra da Tijuca, Concentra Imperial e Feitiço Carioca) sobem para a Série Prata.

As cinco primeiras colocadas do Grupo de Avaliação sobem para a Série Bronze: a campeã Alegria do Vilar, Império de Brás de Pina, TPM, Império de Nova Iguaçu e Unidos de Cosmos.




Fonte: Agência Brasil

PF investiga pesca e comercialização ilegal de lagosta no Ceará


Crimes ambientais que envolvem pesca e comercialização ilícitas de lagostas no Ceará são o alvo da Operação Macruros, da Polícia Federal (PF), na manhã desta quarta-feira (1º). Ao todo, 60 mandados judiciais, expedidos pela 15ª Vara da Justiça Federal, estão sendo cumpridos em Fortaleza, Eusébio (CE), Aracati (CE), Fortim (CE), Icapuí (CE), Porto do Mangue (RN) e Alcobaça (BA).

Segundo a PF, a operação de hoje envolve 230 policiais federais e tem a parceria do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), que identificou mais de 249 toneladas de lagosta com indícios de serem provenientes de pesca ilegal no Ceará.

“A investigação apontou indícios de esquema criminoso de pesca ilegal de lagosta em praias dos municípios de Aracati, Fortim e Icapuí, envolvendo pescadores, atravessadores e empresas, com indícios de falsidades documentais para que o produto da pesca ilegal fosse formalmente inserido no mercado nacional e internacional”, detalhou a PF.

Os investigados podem ser enquadrados em crimes de pesca ilegal; obstrução a ação fiscalizadora ambiental; falsidade ideológica; receptação qualificada; associação criminosa e lavagem de dinheiro. As penas nesses casos podem chegar a 34 anos de prisão, sem prejuízo da descoberta de outros crimes mais graves praticados no material apreendido. “As investigações continuam com análise do material apreendido e fluxo financeiro dos suspeitos”, acrescentou a PF.




Fonte: Agência Brasil

Nos 458 anos do Rio, heranças indígenas resistem ao tempo


O roteiro é conhecido. No dia 1º de março de 1565, um capitão português chamado Estácio de Sá fundou a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro aos pés do Pão de Açúcar. Na época, nada mais era do que uma base militar para garantir a posse do território.

Havia a concorrência dos franceses, que ocupavam áreas da Baía de Guanabara desde 1555, e de diferentes povos indígenas, que habitavam a região há pelo menos quatro mil anos. Os conflitos entre os grupos tiveram um desfecho na Batalha de Uruçumirim, em 1567: a aliança dos portugueses/temiminós derrotou a dos franceses/tamoios (ou tupinambás).

Passados 458 anos da fundação do Rio, as lembranças da vitória e da ocupação portuguesa têm destaque na paisagem urbana carioca. Mas a participação dos povos indígenas, mesmo sendo protagonistas nesses eventos e no desenvolvimento da região, é praticamente invisível.

A Igreja de São Sebastião, no bairro da Tijuca, reúne os principais símbolos portugueses daquele período. Lá encontra-se uma pedra retangular com um desenho do brasão de armas do país. Acredita-se que seja o marco fincado na terra pelo grupo de Estácio de Sá quando da fundação da cidade. Na igreja, estão também a lápide (construída em 1583) e os restos mortais dele.

Além desses vestígios históricos, um memorial ajuda a perpetuar a fama do português no Aterro do Flamengo. Uma pirâmide de pedra, projetada pelo arquiteto Lucio Costa, foi inaugurada em 1973, como Monumento a Estácio de Sá. No subsolo, há um centro de visitantes com réplica da lápide e material informativo sobre o homenageado.

A maior parte dos vestígios antigos dos povos indígenas foi destruída durante o período de colonização portuguesa. E hoje em dia não há memorial equivalente ao de Estácio de Sá que faça menção à herança desses povos na construção e na formação do território que veio a ser o Rio de Janeiro.

Rio de Janeiro (RJ), 28/02/2023 - Monumento a Estácio de Sá, no aterro do Flamengo, zona sul da cidade. Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil

Monumento a Estácio de Sá, no Aterro do Flamengo, zona sul do Rio. Tânia Rêgo/Agência Brasil

Existe uma estátua de Araribóia, líder dos temiminós e colaborador dos portugueses, do outro lado da baía, na cidade de Niterói. No Rio, mal se conhece o nome de Aymberê, por exemplo, que liderou a resistência dos tamoios. A estátua do Curumim, na Lagoa Rodrigo de Freitas, é a única referência da presença pré-colonial dos tamoios (sem nenhum tipo de placa informativa). Mesmo assim, é um marco genérico por se referir a uma palavra da língua tupi que significa criança ou menino. Até o nome da lagoa é um símbolo importante de apagamento: enquanto os habitantes nativos a chamavam de Sacopã, Piraguá ou Sacopenapã, o nome que persiste até hoje é o de um português, capitão do exército, Rodrigo de Freitas.

“Desde 2015, com a efeméride dos 450 anos, essa data da fundação da cidade vem com muita força. Mas a gente tem que lembrar que, bem antes da guerra de fundação da cidade, em 1565, a região já tinha sido ocupada por outros povos que não eram os portugueses. Então, é importante falar da nossa herança indígena”, lembra o historiador Rafael Mattoso, especialista na história do Rio.

“A cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro foi construída em cima de aldeias indígenas. A fundação dela marca a redenção do colonizador sobre os povos originários. E para esse triunfo dos portugueses, muito sangue indígena foi derramado. A partir de então, toda a visibilidade da memória coloca o colonizador como protagonista, quando na verdade não foi assim. Para os portugueses conseguirem consolidar a colonização, tiveram de fazer aliança com lideranças indígenas. O número de franceses e portugueses era infinitamente menor do que o dos tupinambás, tamoios e temiminós”, reforça a historiadora Ana Paula da Silva, doutora em memória social e pesquisadora do Programa de Estudos dos Povos Indígenas (Pro Índio), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

No século 16, quando os europeus chegaram à região, cronistas franceses estimaram que existiam entre 30 e 40 aldeias ao redor da Baía de Guanabara, com população que variava entre 500 a três mil por aldeia. A colonização portuguesa avançou sobre os territórios e provocou a morte de indígenas por meio de conflitos armados e doenças. Muitos dos que sobreviveram foram usados como força de trabalho compulsória na abertura de estradas, construção de engenhos, de fortalezas e de estruturas que hoje são pontos turísticos do Rio de Janeiro. Como é o caso do Passeio Público, do Paço Imperial e dos Arcos da Lapa. Mas essa participação, mesmo que feita sob coerção e violência, é esquecida.

Mão de obra explorada

“Há muitos documentos que mostram essa exploração da mão de obra indígena no Rio de Janeiro. E não existe a materialização dessa memória. Você vai nos Arcos da Lapa, não tem sequer uma plaquinha dizendo que a estrutura foi construída a partir do trabalho indígena”, critica a historiadora Ana Paula da Silva, sobre o processo que aconteceu nos séculos 17 e 18, de criação do que então se chamava Aqueduto da Carioca, para conduzir água do Rio Carioca para o centro.

Outro ponto emblemático para a historiadora é o Outeiro da Glória, onde hoje está situada a Igreja de Nossa Senhora da Glória. Antes chamado de Uruçumirim, o morro foi o lugar da já mencionada vitória de Portugal em 1567. A estrutura católica foi construída em cima do que era uma aldeia tupinambá, chamada Kariók ou Karióg, que na língua tupi significava “casa de índio carijó”. O nome pode ter dado origem à palavra carioca. A permanência do gentílico nos dias atuais é um símbolo de resistência indígena às ações de apagamento e silenciamento ao longo do tempo. Por mais que a materialidade desses povos seja rara, ela se mantém forte por meio das heranças imateriais.

Herança cultural

O patrimônio linguístico carioca deve muito aos habitantes mais antigos da terra, mesmo que a origem dos termos não seja tão popular. No artigo “O Rio de Janeiro continua índio”, do professor e antropólogo José Ribamar Bessa Freire, são listadas as principais marcas imateriais desses povos no cotidiano da cidade.

Há, por exemplo, bairros e acidentes geográficos que conservam nomes de aldeias: Guanabara (baía semelhante a um rio), Pavuna (lugar atoladiço), Irajá (cuia de mel), Iguaçu (rio grande), Ipanema (rio sem peixe), Icaraí (água clara), Maracanã (semelhante a um chocalho) e outros como Tijuca, Jacarepaguá, Guaratiba, Sepetiba, Acari e Itaguaí.

Cultivos de plantas e hábitos alimentares específicos também vêm dessa herança. Basta lembrar itens básicos de sustento como o milho, o amendoim, a mandioca, o feijão. E o conhecimento sobre plantio e consumo de frutas hoje comuns como o abacaxi, o pequi e o caju.

Arqueologia e museus

As pistas da ocupação ancestral indígena do território estão nos sambaquis, sítios arqueológicos formados por conchas, mariscos e pedaços de madeira. Levantamento do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan-RJ) indica que há no município 40 sambaquis cadastrados. Um dos mais recentes foi encontrado em 2018, nas obras do Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão, e data possivelmente de quatro mil anos. Os sítios arqueológicos não são lugares de fácil acesso ao público leigo, ficam mais restritos aos trabalhos de especialistas. Os principais museus dedicados aos sambaquis estão fora do município: Museu do Sambaqui da Tarioba (Rio das Ostras) e Museu do Sambaqui da Beirada (Saquarema).

Documentos e objetos etnográficos relacionados aos indígenas podem ser encontrados em instituições como o Arquivo Geral da Cidade, o Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro, a Biblioteca Nacional e o Arquivo Nacional. O município tem um espaço dedicado especialmente ao tema, o Museu do Índio, em Botafogo. Mas ele está fechado para reformas desde 2016, com previsão de reabertura apenas no segundo semestre de 2023.

O museu está nesse endereço desde 1978. Antes disso, a sede ficava em um espaço – criado em 1953 – ao lado do estádio do Maracanã. O edifício antigo ficou abandonado e foi ocupado por indígenas em 2006, que pediam a criação de um espaço cultural. Em 2013, houve uma reintegração de posse violenta por forças do estado. Uma parte dos ocupantes deixou o local e outra permanece até hoje. O governo estadual prometeu restaurar o prédio e criar um Centro de Referência da Cultura dos Povos Indígenas, mas o projeto ainda não saiu do papel.

A Agência Brasil perguntou à Prefeitura do Rio se há projetos para valorização e maior visibilidade da herança indígena. Não houve resposta até o fechamento da matéria. Sobre a Aldeia Maracanã, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro respondeu, em nota, que planeja abrir diálogo com o novo Ministério dos Povos Indígenas para encontrar uma solução.




Fonte: Agência Brasil

Passageiro demonstra nervosismo durante fiscalização policial e acaba preso com 23 tabletes de maconha, em Presidente Venceslau




Polícia Rodoviária realizou vistoria em um ônibus de linha interestadual na Rodovia Raposo Tavares (SP), nesta quarta-feira (1º), e encontrou a droga nos pertences do homem, de 21 anos. Polícia Rodoviária localizou 15 kg de maconha na bagagem do passageiro
Polícia Rodoviária
Um homem, de 21 anos, foi preso após ser flagrado transportando 23 tabletes de maconha dentro de um ônibus, na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), na madrugada desta quarta-feira (1º), em Presidente Venceslau (SP).
A Polícia Rodoviária abordou um ônibus de linha interestadual e, durante a fiscalização, um dos passageiros apresentou grande nervosismo.
Ao vistoriar os pertences do indivíduo, a equipe localizou 23 tabletes de maconha, que totalizaram 15,100 quilos da droga.
A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia de Presidente Venceslau (SP), onde o passageiro permaneceu preso à disposição da Justiça.

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Fonte: G1

Mega-Sena sorteia nesta quarta prêmio estimado em R$ 9 milhões


As seis dezenas do concurso 2.569 serão sorteadas hoje (1º) às 20h (horário de Brasília) no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo. O prêmio da faixa principal está acumulado e estimado em R$ 9 milhões.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O valor de uma aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

De acordo com a Caixa, caso um apostador ganhe o prêmio principal e aplique todo o valor na poupança, receberá R$ 60,8 mil de rendimento no primeiro mês.

Comprovante

As loterias da Caixa não reconhecem apostas sem o devido comprovante, impresso nas lojas lotéricas, emitido pelo aplicativo Loterias Caixa ou Portal Loterias Caixa.




Fonte: Agência Brasil

Após colidir na traseira de veículo, motorista é presa por embriaguez ao volante em Santo Anastácio




Ocorrência foi registrada na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), na noite desta terça-feira (28). Ninguém se feriu. Motorista, de 41 anos, foi submetida ao teste de bafômetro, que confirmou a ingestão de álcool
Polícia Rodoviária
Uma mulher, de 41 anos, foi presa por embriaguez ao volante após colidir na traseira de outro veículo na Rodovia Raposo Tavares (SP-270) nesta terça-feira (28), em Santo Anastácio (SP).
De acordo com a Polícia Rodoviária, a equipe foi acionada para atender um acidente de trânsito no km 596,700, no sentido leste da rodovia. No local, foi solicitado teste de bafômetro aos condutores dos dois veículos envolvidos na colisão traseira.
A motorista de um dos carros, moradora de Presidente Bernardes (SP), realizou o teste de etilômetro ativo, que resultou 0,59 miligramas por litro de álcool no ar.
Já o outro condutor, um homem de 24 anos, morador de Santo Anastácio, realizou o teste, que negou a ingestão de álcool.
Ninguém se feriu.
Diante do resultado, foi dado voz de prisão em flagrante a mulher por embriaguez ao volante. Ela foi encaminhada à Delegacia de Polícia de Presidente Venceslau (SP).
O delegado plantonista decretou a prisão em flagrante pelo crime de embriaguez ao volante e lesão corporal culposa. Não foi arbitrada fiança e a motorista permaneceu presa à disposição da justiça, aguardando audiência de custódia.
Motorista do outros veículo, de 24 anos, também realizou teste do bafômetro, que negou a ingestão de álcool
Polícia Rodoviária

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Fonte: G1