Homens abandonam porções de maconha embaixo de jaqueira e escapam de abordagem policial no Jardim Santa Clara, em Dracena




Um dos suspeitos ainda deixou para trás, em meio a uma área de pastagem, uma mochila escolar infantil que continha dois tabletes de droga. Porções de maconha foram apreendidas em Dracena (SP)
Polícia Militar
A Polícia Militar apreendeu 673 gramas de maconha durante a tentativa de abordagem a três homens em uma área de pastagem no Jardim Santa Clara, em Dracena (SP), nesta sexta-feira (20).
Os suspeitos conseguiram fugir a pé.
Os rapazes estavam embaixo de uma jaqueira e, quando avistaram a viatura policial, esconderam-se e depois saíram correndo.
Um deles portava uma mochila escolar infantil, que ele acabou dispensando no meio da pastagem, durante a perseguição policial. A bolsa continha dois tabletes de maconha e uma carteira com documentos pessoais de um casal.
Na área embaixo da jaqueira onde estavam os rapazes, os policiais encontraram e apreenderam seis porções de maconha, um prato, embalagem para drogas e uma balança de precisão.
Mesmo com o apoio do Helicóptero Águia, os policiais militares não conseguiram capturar os envolvidos, que escaparam da abordagem através de um buracão existente nas proximidades.
As porções de droga e os outros objetos apreendidos foram encaminhados à Delegacia da Polícia Civil.

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Fonte: G1

Bom Retiro celebra ano novo lunar coreano


Um dos feriados mais importantes da cultura asiática, o Ano Novo Lunar foi comemorado, em São Paulo, no Centro Comercial do Bom Retiro, localizado no número 226 da rua José Paulino – onde tradicionalmente ocorre a Feira do Bom Retiro – e reuniu centenas de pessoas, que se aglomeraram para ver apresentações de k-pop (um tipo de música pop coreana) ou comer comidas típicas em barraquinhas de rua. O evento também promoveu jogos típicos como o jegichagi, uma espécie de peteca, e o tuho, um tipo de tiro ao alvo.

“O Ano Novo Lunar começa amanhã (22). E, na Coreia, tem uma tradição específica com cerimonial, saudação, pessoas vestidas com roupas tradicionais”, explicou Camila Soares, coordenadora dos eventos da feira do Bom Retiro. “Hoje tivemos diversos tipos de apresentações típicas e tradicionais, mostrando como que funciona isso na Coreia, como se comemora o Ano Novo Lunar: as pessoas se reúnem com parentes, fazem uma saudação específica, comem alguns tipos de comida específicas e jogam”, falou ela, em entrevista à Agência Brasil.

A professora e dançarina de k-pop Josy Botelho, 42 anos, saiu de Suzano (SP) para vir a São Paulo conhecer a feira neste sábado (21). Ela aproveitou as celebrações do Ano Novo Lunar para assistir apresentações de k-pop e visitar diversas barraquinhas. “Hoje eu vim para conhecer a feira. Vim com umas amigas para participar e estar mais inserida nesse universo”, falou ela, que participa de um projeto de k-pop com uma comunidade carente de Guaianases, na zona leste paulistana. “Estou apaixonada. Quero voltar aqui mais vezes”, acrescentou ela.

Entre as comidas típicas que estavam sendo vendidas nas barraquinhas de rua hoje, e que provocaram imensas filas, estava o tteokguk, uma sopa feita de bolinho de massa de arroz. “Essa sopa é para a prosperidade. Tem até uma lenda coreana que diz que quanto mais você come o tteokguk, mais anos de vida você ganha, mais próspero você se torna”, explicou Camila Soares.

Neste ano, lembrou Camila, está sendo comemorado também os 60 anos de imigração sul-coreana no Brasil. Uma série de eventos deve ocorrer em todo o Brasil para celebrar a data, em especial nessa região do Bom Retiro, que congrega uma grande comunidade coreana. “A comunidade coreana no Brasil está em torno de 50 mil pessoas. Mas aqui no Bom Retiro há o maior número de coreanos. Aqui há lojistas, pessoas que trabalham com o comércio de roupa, restaurantes, cafés, escola de coreanos. A maior comunidade e a mais forte está concentrada aqui no bairro”, disse ela.




Fonte: Agência Brasil

Trecho da Avenida Manoel Goulart entre a Vila Santa Helena e o Jardim das Rosas ficará interditado por 8h neste domingo


Ainda segundo a Semob, o bloqueio da via será necessário por questões de segurança, já que, conforme solicitação prévia, neste período, serão içadas estruturas metálicas de grande porte para a obra de um hotel que está em construção no estacionamento do shopping.




Fonte: G1

Porto Alegre recebe Fórum Social Mundial de 2023


Centrais sindicais e movimentos sociais realizam, de segunda-feira (23) até sábado (28), em Porto Alegre, o Fórum Social Mundial (FSM) de 2023. Com o tema Democracia, Direitos dos Povos e do Planeta – Outro Mundo É Possível, o evento será realizado nos espaços da Assembleia Legislativa, no centro da capital gaúcha.

O FSM foi realizado pela primeira vez em Porto Alegre, em 2001. Segundo os organizadores, o encontro é um contraponto à agenda econômica do Fórum Econômico Mundial, que ocorre no mesmo período em Davos, na Suíça.

“Vivemos uma mudança de rumos no maior país da América Latina. Essa mudança é popular, é democrática, é negra, é indígena, é feminista, é de resgate de direitos, é em defesa do meio ambiente, mas só será concreta se houver organização e mobilização da sociedade”, afirma o secretário de Organização e Política Sindical da Central Única dos Trabalhadores (CUT) no Rio Grande do Sul, Claudir Nespolo.

Atividades

De acordo com a organização, o evento deste ano não é conduzido pelo Conselho Internacional do FSM. Trata-se de um evento regional, porém de caráter mundial. A edição de 2023 do fórum terá atividades na Assembleia Legislativa nos dias 23 e 24. No dia 25, será realizada marcha pela cidade e, nos dias 26 e 27, haverá o Seminário Internacional e, no dia 28, no Parque da Redenção, o Festival Social Mundial.

As centrais sindicais irão promover no dia 25, às 9h, uma mesa sobre Sindicalismo e Trabalho Decente – Salário Igual para Trabalho Igual, no Teatro Dante Barone. No mesmo dia e local, às 14h, haverá mesa sobre Economia Solidária e, às 17h, será realizada a Marcha do Fórum Social Mundial, com concentração no Largo Glênio Peres. As inscrições para o evento estão abertas no site do evento.




Fonte: Agência Brasil

Municipal de SP tem ações educativas para população em situação de rua


Ateliês itinerantes de artes, plantio de flores e ervas e construção de instrumentos musicais para o público que circula no entorno do Theatro Municipal de São Paulo são as ações do projeto De onde si vê, preferencialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade. Além das oficinas culturais, realizadas em ateliês itinerantes em diversos locais do bairro República e na Praça das Artes, o projeto oferece ações de escuta e acolhimento.

A coordenadora do Núcleo de Educação do Theatro Municipal, Adriane Bertini, explica o nome do projeto De onde si vê, dizendo que a intenção é que pessoas em situação de rua consigam ver a si mesmas em um lugar onde podem se transformar em cidadãs e também sonhar. “Parece uma coisa muito desafiadora, mas é a nossa intenção, criar esse lugar onde as pessoas vejam a si mesmas ou pelo menos se vejam em um outro lugar, um lugar onde também possam sonhar.”

“O objetivo é ampliar o diálogo do teatro com as pessoas em situação de rua e de vulnerabilidade do entorno. O projeto olha para essas pessoas, o ateliê de artes é conectado com as linguagens artísticas das ruas do entorno do teatro. Então, tem grafite, oferece propostas de elaboração de tipografias feitas pelas pessoas relatando os sentimentos!, diz Adriane.

Ela destaca o lado terapêutico das oficinas de jardinagem, em que pessoas em situação de rua lidam com a terra e aquelas que vieram do campo para a cidade em busca de melhores oportunidades acabam por resgatar muitas memórias. “Por isso temos esses dois eixos de oficinas.”

Os ateliês, conduzidos por educadores sociais, contam com equipe técnica de psicólogo e assistente social, que oferecem oportunidade de escuta e acolhimento à população do entorno da praça. A Jangada Social, equipe que faz as ações, é formada por quatro educadores, um assistente social, um psicólogo, um coordenador e em supervisor.

Adriane ressalta o papel das ações de acolhimento e escuta, que ocorrem em todos os eixos. É na escuta que podem ocorrer possíveis encaminhamentos para equipamentos de saúde e de assistência social, diz a coordenadora do Núcleo de Educação do Municipal. “As oficinas culturais são acompanhadas por uma assistente social e um psicólogo que oferecem o momento de escuta, em que os participantes conversam e contam suas histórias, suas memórias.”

Os ateliê Artes Na Rua, que trabalham com arte impressa e construção de instrumentos musicais, funcionam às terças-feiras, das 14h30 às 16h30. Já os ateliês itinerantes Roça Na Rua, com oficinas de jardinagem, estão disponíveis às quintas-feiras, das 14h30 às 16h30.

Há também mutirões culturais, com apresentações musicais, oficinas e intervenções artísticas, de artistas de bairros distantes do centro da cidade, que ocorrem todo último sábado do mês, das 14h30 às 19h30. A programação dos Mutirões Culturais faz parte do projeto De onde si vê.

O próximo mutirão cultural está previsto para o dia 28 deste mês, das 14h30 às 19h3, com oficinas de arte impressa, tipografia, plantio de flores e ervas, oficina de palhaçaria, vivência de maracatu e shows, das 16h30 às 19h30, com participação do Coletivo Xemalami, Pombas Urbanas e Grupo Ago Anama.

No último sábado de fevereiro (25), das 14h30 às 19h30, haverá oficinas de arte impressa, tipografia e plantio de flores e ervas. Estão previstos ainda shows, com a participação do Pagode na Lata, Sarau da Brasa e Inconsciente Coletivo, das 16h30 às 19h30.




Fonte: Agência Brasil

Após chuva intensa, ponte sofre danos na cabeceira e é interditada no Assentamento Primavera, em Presidente Venceslau




Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente (Seaama) registrou o volume pluviométrico de 190 milímetros em apenas um dia. Ponte foi interditada no Assentamento Primavera, em Presidente Venceslau (SP)
Prefeitura de Presidente Venceslau
A chuva intensa que atingiu Presidente Venceslau (SP) na noite desta sexta-feira (20) provocou a interdição de uma ponte de madeira sobre um córrego no Assentamento Primavera.
Neste sábado (21), a Prefeitura informou que a Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente (Seaama) realiza a manutenção de estradas rurais em decorrência do temporal.
Segundo dados da própria Seaama, o volume pluviométrico registrado nas proximidades dos assentamentos foi de 190 milímetros em apenas um dia.
Diante do volume de água, uma das pontes localizadas no Assentamento Primavera, conhecida como “Ponte do Caveira”, registrou danos em uma das cabeceiras e foi totalmente interditada.
De acordo com o secretário de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente, Luiz Eduardo de Castro Silva, os trabalhos de manutenção serão iniciados no dispositivo a partir da próxima segunda-feira (23), caso as condições climáticas sejam favoráveis.
Ele ainda explicou ao g1 que existe uma outra estrada que oferece às pessoas condições de acessar o assentamento por um caminho alternativo.
Já os demais serviços em estradas rurais são regularmente realizados e o cronograma agora será alinhado de acordo com a necessidade de reparos aos danos causados pela chuva intensa, conforme concluiu o Poder Executivo.
Ponte foi interditada no Assentamento Primavera, em Presidente Venceslau (SP)
Prefeitura de Presidente Venceslau

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Fonte: G1

Decreto regulamenta gratuidade no transporte público para idosos em SP


O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, publicou hoje (21), no Diário Oficial, decreto que regulamenta a gratuidade no transporte público coletivo do estado para pessoas com idade entre 60 e 65 anos.

Com a publicação do decreto, as pessoas dessa faixa etária poderão voltar a usufruir da gratuidade no metrô, nos trens, no VLT (veículo leve sobre trilhos) e nos ônibus intermunicipais. No entanto, as empresas de transporte público terão ainda prazo de 15 dias para instalar o sistema que vai permitir que os idosos usem o benefício por meio de um bilhete eletrônico de uso pessoal e intransferível.

Segundo o governo de São Paulo, no sistema metroferroviário, o benefício será garantido por meio do cartão TOP ou do Bilhete Único. Além dos trens e do metrô, o cartão TOP também poderá ser usado no sistema de ônibus intermunicipais da região metropolitana de São Paulo. No VLT da Baixada Santista e nos demais serviços gerenciados pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU) nas regiões metropolitanas de Campinas, Baixada Santista, Vale do Paraíba e Litoral Norte e Sorocaba, o benefício será oferecido por cartões de bilhetagem eletrônica emitidos pelas concessionárias ou permissionárias de cada região.

A Secretaria dos Transportes Metropolitanos oferecerá mais informações sobre tais bilhetes na próxima semana.

O passageiro que já tem o cartão TOP não precisará solicitar outro, informou o governo, terá apenas que encostá-lo em um validador (abelhinhas) nas estações do metrô, CPTM, ViaQuatro, ViaMobilidade e em terminais e ônibus intermunicipais da EMTU para habilitar o benefício.

Quem ainda não tem o cartão, poderá solicitá-lo por meio do aplicativo TOP ou por agendamento em um dos estabelecimentos parceiros. No App, é necessário seguir o passo a passo, inserir os dados e marcar a retirada do cartão. Quem preferir agendar o pedido nos locais credenciados deve levar comprovante de residência e CPF ou RG físico no dia e horário marcados. São mais de 80 locais credenciados e distribuídos em toda região metropolitana de São Paulo.

A gratuidade para idosos entre 60 e 65 anos era garantida até janeiro de 2020, momento em que a prefeitura e o governo de São Paulo decidiram retirar o benefício. Mas, em novembro do ano passado, a Assembleia Legislativa aprovou uma lei garantindo a gratuidade do transporte para essas pessoas. A lei foi sancionada depois pelo então governador de São Paulo, Rodrigo Garcia.

Prefeitura

A prefeitura de São Paulo também informou que as pessoas com idade entre 60 e 65 anos voltarão a ter gratuidade nos ônibus que circulam na capital paulista. Para garantir o benefício, será preciso apresentar o Bilhete Único, que terá que ser recarregado mensalmente. O benefício começa a valer em 1º de fevereiro.

Para ter acesso à gratuidade, o passageiro deverá levar o cartão do bilhete único comum e aproximá-lo de um dos equipamentos de recarga dos terminais, estações ou nos ônibus. O procedimento de recarga tem que ser feito todo mês. Para saber se o cartão está ativo, basta digitar o CPF no site do cartão. Quem ainda não tem, pode fazer a solicitação no site do Bilhete Único 

A prefeitura alerta que o Bilhete Único é de uso pessoal e que, se for usado por outros, o benefício será suspenso.




Fonte: Agência Brasil

Genro guarda munições de arma de fogo na casa da sogra e acaba preso em flagrante no distrito de Boa Esperança d’Oeste, em Caiabu




Rapaz, de 27 anos, também irá responder por tráfico de drogas, porque tentou dispensar porções de crack e maconha, ao se deparar com policiais militares. Foram apreendidos 486 gramas de maconha, 253 gramas de crack e seis cartuchos intactos de calibre.38, no distrito de Boa Esperança d’Oeste, em Caiabu (SP), na noite desta sexta-feira (20)
Polícia Militar
A Polícia Militar prendeu em flagrante na noite desta sexta-feira (20) um rapaz, de 27 anos, por tráfico de drogas e posse ilegal de munições de uso permitido, em Caiabu (SP).
Foram apreendidos 486 gramas de maconha, 253 gramas de crack e seis cartuchos intactos de calibre.38 relacionados a ele.
A equipe da Cavalaria, do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), deslocou-se ao distrito de Boa Esperança d’Oeste para averiguar uma denúncia de que o homem estaria comercializando drogas e guardando armas na residência de sua sogra.
No local, os policiais militares foram recebidos pelo sogro do suspeito e o morador autorizou e acompanhou a vistoria no imóvel.
Os policiais encontraram dentro de um guarda-roupas os seis cartuchos íntegros de calibre .38, os quais o morador relatou ser de seu genro, que não estava no imóvel.
Em patrulhamento próximo ao cemitério, os militares avistaram um homem que carregava uma sacola plástica e que, ao perceber a aproximação da viatura, dispensou o objeto e escondeu-se em um canavial.
Os policiais recolheram a sacola, que continha um tablete de maconha e um invólucro plástico com pedras de crack.
Com o apoio do Helicóptero Águia, os militares realizaram buscas e localizaram o suspeito em meio à vegetação.
Ele acabou preso em flagrante e foi encaminhado à Delegacia Participativa da Polícia Civil, em Presidente Prudente (SP), onde permaneceu à disposição da Justiça.

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Fonte: G1

Criador de 77 aves exóticas sem documentação ambiental leva multa de R$ 17,4 mil em Presidente Prudente




Polícia Ambiental constatou que os pássaros em cativeiro pertencem a uma espécie que não faz parte da listagem de fauna considerada doméstica para fins de operacionalização do Ibama. Aves exóticas são mantidas irregularmente em cativeiro em Presidente Prudente (SP)
Polícia Ambiental
Um homem, de 32 anos, levou uma multa de R$ 17,4 mil por manter irregularmente em cativeiro 77 aves exóticas da espécie agapórnis em uma residência, na Vila Marcondes, em Presidente Prudente (SP).
A fiscalização da Polícia Militar Ambiental compareceu ao imóvel nesta sexta-feira (20) para averiguar uma denúncia e, no local, constatou que as aves em cativeiro pertencem a uma espécie que não faz parte da listagem de fauna considerada doméstica para fins de operacionalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Os policiais solicitaram ao morador as notas fiscais das aves, mas o homem envolvido informou que não possui a documentação.
Com isso, ele recebeu um auto de infração ambiental no valor de R$ 17,4 mil por introduzir espécime exótico e híbrido no território do Estado de São Paulo, sem parecer técnico oficial favorável e licença expedida pela autoridade competente.
As aves foram apreendidas, porém, permaneceram sob a responsabilidade do infrator.
Ainda segundo a polícia, o homem também irá responder por crime ambiental.
Aves exóticas são mantidas irregularmente em cativeiro em Presidente Prudente (SP)
Polícia Ambiental
Aves exóticas são mantidas irregularmente em cativeiro em Presidente Prudente (SP)
Polícia Ambiental
Aves exóticas são mantidas irregularmente em cativeiro em Presidente Prudente (SP)
Polícia Ambiental

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Fonte: G1

Sete fotógrafas judias mostram São Paulo e suas contradições


Em 1970, Claudia Andujar passava pela Rua Direita, no centro de São Paulo, quando decidiu quase encostar sua máquina fotográfica no chão para retratar as pessoas que passavam por ali. Fotografadas desse ângulo, de baixo para cima, elas têm a imagem agigantada no quadro, o que faz com que se comparem em tamanho aos arranha-céus que já eram comuns na cidade naquela época.

O retrato feito por Claudia Andujar é apenas uma das 81 fotografias incluídas na exposição Modernas! São Paulo a Imagem Vista por Elas, que está em cartaz no Museu Judaico, no centro da capital paulista, até o dia 5 de março. “Essas fotos ela fazia quase tocando no chão. Ela quase deitava no chão para fazê-las”, disse a coordenadora de Projetos no Museu Judaico, Mariana Lorenzi, em entrevista à Agência Brasil.

A exposição, que poderá ser visitada gratuitamente no aniversário da cidade, comemorado em 25 de janeiro, apresenta uma São Paulo ainda em transformação. Retratada por sete mulheres, todas imigrantes judias que fugiram do nazismo, a São Paulo que aparece nas fotos é a dos contrastes entre o preto e o branco, entre a luz e a sombra, entre o antigo e o moderno, entre a província e a metrópole, entre a demolição e a construção. A curadoria da mostra é de Ilana Feldman e Priscyla Gomes. A capital paulista completa 469 anos.

Mostra Modernas! São Paulo vista por elas, com curadoria de Ilana Feldman e Priscyla Gomes, em exposição no Museu Judaico de São Paulo.

O olhar dessas mulheres mostra São Paulo por um período de mais de 50 anos – Rovena Rosa/Agência Brasil

As imagens dessa São Paulo abrindo-se para a modernidade foram feitas por Alice Brill, Claudia Andujar, Gertrudes Altschul, Hildegard Rosenthal, Lily Sverner, Madalena Schwartz e Stefania Brill. Com exceção de Hildegard Rosenthal, que era casada com um judeu, todas eram judias.

“Elas vieram da Europa, de vários lugares como Alemanha, Suíça e Hungria”, contou Mariana. “Quando elas começam a sofrer perseguição, veem todos os seus direitos sendo retirados e entendem que precisam fugir de lá. Nem todas vêm direto para São Paulo, mas, em algum momento, elas se estabelecem aqui, onde começam uma nova vida em uma cidade que é muito diferente de onde elas estavam, ainda muito provinciana, mas que estava em um desenvolvimento frenético.”

O olhar dessas mulheres mostra São Paulo por um período de mais de 50 anos, com cenas que apresentam não só a cidade dos arranha-céus ou das multidões, mas também a cidade dos ângulos diversos, da solidão e principalmente da chuva.

“Essas fotógrafas conseguiam olhar um pouco para coisas mais cotidianas, esses momentos de pausa, de descanso, de humor, de presença das crianças na cidade”, destacou Mariana.

“O que as pessoas vão ver aqui é o começo do que hoje é São Paulo. A maior parte das fotos foi feita nos anos 50, mas tem fotos dos anos 40 até os anos 90. Quem tem um olhar um pouco mais atento, consegue ver a linha dessa cidade em transformação. Vai também ver personagens icônicos da cidade como o engraxate, o menino das notícias, e os contrastes entre a cidade que está pulsando pelo desenvolvimento, mas que já enfrenta muitos problemas sociais, desigualdades e conflitos”, acrescentou.

Mostra Modernas! São Paulo vista por elas, com curadoria de Ilana Feldman e Priscyla Gomes, em exposição no Museu Judaico de São Paulo.

Os visitantes poderão ainda brincar com essas imagens, produzindo seus próprios ângulos sobre a cidade – Rovena Rosa/Agência Brasil

Os visitantes poderão ainda brincar com essas imagens, produzindo seus próprios ângulos sobre a cidade. “Estamos propondo esse exercício de tirar foto, mas com um frame”, explicou Jonnathan Chilman, arte-educador do museu. Segurando um pedaço de papel, vazado no meio, ele demonstra como participar da proposta: basta segurar o papel em frente a uma das fotografias expostas e, com o seu celular, tirar uma foto da imagem que aparece no centro da folha, de um ângulo que a pessoa considere interessante.

“Dentre as peças da exposição, a gente escolhe a que chama mais a atenção e os visitantes, por conta própria, recortam, dentro do recorte feito pelas próprias artistas, ou seja, do que chama mais a atenção dentro da foto durante o processo de visita à exposição. Algumas vezes, as pessoas vão vir aqui e ter uma lembrança do passado, do que viveram naquele momento”, disse Chilman.

Catálogo

No próximo dia 28, às 16h, o Museu Judaico lançará o catálogo que reúne as fotos que fazem parte da exposição. Na ocasião, haverá um bate-papo com as curadoras da mostra.

Aos sábados, o Museu Judaico não cobra entrada. Mais informações sobre a exposição e também sobre o museu podem ser obtidas no site https://museujudaicosp.org.br/exposicoes/modernas-sao-paulo-vista-por-elas/




Fonte: Agência Brasil