PF prende quadrilha internacional que operava pirâmide financeira


A Polícia Federal cumpriu hoje (19) seis mandatos de prisão preventiva e 41 mandados de busca e apreensão durante a Operação La Casa de Papel, deflagrada para desarticular uma organização criminosa responsável pela implementação de um esquema de pirâmide financeira transnacional. A organização praticava também crimes contra o sistema financeiro nacional, evasão de divisas, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, usurpação de bens públicos e estelionato.

Segundo a polícia, o esquema de pirâmide financeira captou recursos de cerca de 1,3 milhão de pessoas em mais de 80 países. O prejuízo aos investidores é estimado em R$ 4,1 bilhões. As operações teriam começado em 2019 e continuavam em curso.

A investigação teve início na cidade de Dourados, Mato Grosso do Sul, em agosto de 2021. A polícia autuou em flagrante dois dos investigados quando se deslocavam em direção à fronteira com o Paraguai com escolta armada. Na abordagem, foram encontradas esmeraldas avaliadas em US$ 100 mil, que estavam escondidas e não tinham origem legal, pois estavam amparadas em nota fiscal cancelada.

De acordo com a Polícia Federal, o objetivo da operação é desmobilizar completamente a organização criminosa, impedindo que, com a prisão preventiva de seus líderes e suspensão das atividades das empresas, continue a praticar golpes. A PF destaca ainda a importância da ampla divulgação nas redes sociais dos riscos desse tipo de negócio, bem como de realizar a descapitalização e buscar o ressarcimento dos recursos subtraídos às pessoas lesadas.




Fonte: Agência Brasil

Fazedores de cultura do Rio já podem se inscrever na Flip 2022


A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (SececRJ) está com inscrições abertas até o dia 31 para fazedores de cultura de todo o estado que queiram participar da 20ª Feira Literária Internacional de Paraty (Flip). A Flip 2022 está programada para o período de 23 e 27 de novembro e vai homenagear a escritora negra Maria Firmina dos Reis (1822-1917), considerada a primeira romancista brasileira.

Os empreendedores culturais selecionados serão conhecidos no dia 5 de novembro, quando se comemora o Dia Nacional da Cultura, informou hoje (19) à Agência Brasil o superintendente de Leitura e Conhecimento da SececRJ, Ike Leon. Eles farão parte da programação da Casa da Leitura e do Conhecimento, estande da secretaria na Flip, destinado a propostas ligadas às temáticas de patrimônio, audiovisual, música e livro e leitura. As inscrições podem ser feitas no site da SececRJ.

O formulário de inscrição solicita nome, nome artístico, atividade a ser realizada na Flip, eixo temático ao qual pertence a atividade, portfólio breve sobre a experiência do proponente, data e turno de preferência para participação na programação. Informações podem ser obtidas também nas redes sociais da secretaria.

Democratização

A secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros, espera que o espaço, neste ano, seja o mais democrático das edições da feira, proporcionando acesso a todas as pessoas. “Nossa intenção é construir a programação de forma que promova a classe cultural e artística do estado”, disse.

O superintendente Ike Leon destacou que a Casa da Leitura e do Conhecimento da SececRJ nasceu na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, no ano passado e, desde então, vem comparecendo a feiras e festivais do estado. “Na Flip, a casa estará presente, em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura de Paraty, como parte da programação oficial.”

As pessoas selecionadas ganharão certificado de participação na Flip. “Vamos fazer a seleção, acolher o máximo de propostas possíveis e permitir que se democratize a oportunidade de exibir trabalhos, de participar de um evento deste porte”.

Lançamento e venda de livros, contação de histórias, palestras, apresentações teatrais são algumas das atividades previstas na Casa da Leitura e do Conhecimento.

Yke Leon disse que na Bienal do Livro de 2021, a Secretaria recebeu cerca de 500 inscrições e conseguiu acolher pessoas vindas de 52 dos 92 municípios do estado. “Gente que nunca tinha pisado na Bienal como público foi, como artista, como escritor. Isso é mais da metade dos municípios do Rio de Janeiro”.

Na Flip, a meta é possibilitar a maior diversidade possível de municípios, informou Leon. “Acolher o máximo possível de pessoas, de municípios, porque essa é a tônica da nossa gestão: a democratização de tudo, de acesso, de recurso, de oportunidade, de conhecimento”. Segundo o superintendente, a Casa da SececRJ na Flip vai acolher pelo menos uma proposta por hora.




Fonte: Agência Brasil

Festival em SP mistura arte e educação para falar de inovação social


Um festival que mistura música, arte, palestras, oficinas e empreendedorismo social. Essa é a proposta do Festival Internacional de Inovação Social (fiiS), inédito no Brasil, que ocorre neste sábado (22), no Parque Ibirapuera, na capital paulista. Serão mais de 40 atividades gratuitas e simultâneas. 

A expectativa é atrair cerca de 7 mil pessoas. O evento nasceu no Chile, em 2013, e passou por 19 cidades em diversos países, entre elas Buenos Aires, Lima, Montevidéu, Guayaquil, Assunção, Antofagasta, Málaga, Cairo, entre outras.

“[O fiiS] é o primeiro no mundo realmente a trazer esse modelo e o Brasil, por ser um país que lidera mobilizações relacionadas às causas de impacto social, de renovação social no mundo, a gente sempre acreditou que tinha que ter esse festival aqui no país”, aponta Flora Bitancourt, líder do evento no Brasil.

Flora diz que, como empreendedora social, havia participado de edições anteriores na Argentina e no Chile. “O mote do festival é a colaboração radical, é fazer colaborativamente um festival com o ecossistema de empresas, artistas, empreendedores sociais, governo, que estão ativamente atuando nas causas de impacto.”

No palco principal, por exemplo, ocorre um bate papo sobre o Prêmio Melhores ONGs, que vai reunir iniciativas sobre o que está sendo feito para estimular as doações no Brasil e anunciar as 100 melhores de 2022.

Outra atividade vai discutir o tema Investimento Social e Doações no Brasil, uma conversa mediada pela jornalista Glenda Kozlowski e que terá a participação de nomes como: Ruy Fortini, CEO da Doare, fintech de doações online; Adriana Barbosa, CEO do PretaHub e fundadora da Feira Preta; Vanessa Henriques, gerente do Instituto MOL; e Luiza Serpa, do Instituto Phi.

Flora explica que a proposta é convidar o público a vivenciar experiências escutando quem faz as ações na prática. “A gente vai representar várias frentes realmente como você pode atuar. E aí você se conecta com a causa que traz mais sentido para você.”

A programação tem bastante de diversidade de temas e formatos: show do bloco afro Ilú Oba de Mim, feira de sociobiodiversidade com produtos que contribuem para a manutenção do meio ambiente, espaços para empresas apresentarem a forma como estão agindo de forma responsável, espaços para debater alimentação saudável e produção orgânica, entre outros.

A programação completa pode ser encontrada aqui.

Além da parceria com diversas empresas, o fiiS integra o Pacto Global da ONU. “A gente realmente acredita que todas as empresas vão ter que se tornar empresas ESG [sigla em inglês para governança ambiental, social e corporativa], empresas que têm a responsabilidade social muito estruturada. O festival também quer se tornar uma plataforma para isso, por isso que a gente também é parceiro do Pacto Global da ONU, que é esse movimento de empresas para falar dos objetivos de desenvolvimento sustentável e quais são as metas que cada uma vai estruturar”, disse Flora.




Fonte: Agência Brasil

Homem morre em confronto com a Polícia Militar em Salmourão


Um homem morreu após ser baleado em um confronto com a Polícia Militar, na tarde desta quarta-feira (19), em Salmourão (SP).

A Polícia Militar informou que recebeu um chamado da corporação, em Tupã (SP), dando conta de que um carro teria sido roubado em Rinópolis (SP).

O relato dizia que eram dois bandidos encapuzados e uma vítima amordaçada.

Esse carro foi abordado em Salmourão, onde, segundo a PM, um dos bandidos tentou fugir e trocou tiros com os militares.

Os dois suspeitos foram detidos, mas um deles não resistiu aos ferimentos à bala e morreu.

Nenhum policial militar se feriu na operação.

O envolvimento de um possível terceiro suspeito não é descartado pela PM.

A Polícia Científica foi acionada para realizar a perícia no local.




Fonte: G1

Passageiros da Gol retidos em Fernando de Noronha deixam a ilha


Embarcaram hoje (19), no aeroporto de Fernando de Noronha, 68 clientes da aérea Gol retidos na ilha há vários dias, depois que uma decisão da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) proibiu pousos de aeronaves a jato no aeroporto local. A empresa fez um acordo para que a aérea Voepass, que conta com aviões turboélice em sua frota, buscasse os passageiros em Noronha. O avião pousou em Recife no início da tarde.

Segundo a Gol, não está prevista, por enquanto, outra operação em conjunto com a Voepass. A decisão da Anac proibiu o pouso de aeronaves turbojato, mas os aviões turboélice, como o da Voepass, continuam permitidos. A determinação passou a valer há uma semana, no dia 12, e, desde então, clientes da Gol ficaram retidos na ilha enquanto as providências eram tomadas.

De acordo com a Anac, a medida foi necessária após a verificação de riscos à segurança da operação pela degradação da pista do aeroporto. Diante da situação, a agência determinou a restrição parcial dos voos para recuperação do asfalto.

A Gol informou que clientes e moradores da ilha com passagens emitidas com destino ou partida de Fernando de Noronha desde quarta-feira (12) podem remarcar suas viagens, pedir crédito ou reembolso diretamente no site da companhia ou ainda pela Central de Atendimento, no telefone 0300-115 2121.




Fonte: Agência Brasil

Exposição apresenta os projetos paisagísticos de Burle Marx para SP


Os paulistanos talvez não saibam, mas diversos espaços abertos e emblemáticos da cidade de São Paulo poderiam ser muito diferentes caso os projetos desenvolvidos pelo paisagista brasileiro Burle Marx (1909-1994) tivessem saído do papel. Mostrar a capital paulista pensada por Burle Marx é o intuito da nova exposição do Centro Cultural Fiesp, que entrou em cartaz hoje (19): Paisagem construída: São Paulo e Burle Marx.

Com curadoria de Guilherme Wisnik, Helena Severo e Isabela Ono, a mostra apresenta os projetos desenvolvidos pelo escritório de Burle Marx para espaços muito significativos da cidade de São Paulo, tais como o Vale do Anhangabaú, o Parque Ibirapuera e o Parque Trianon, na Avenida Paulista. Esses projetos chegaram a ser encomendados, mas jamais foram concluídos.

A curadora Isabela Ono na exposição Paisagem construída: São Paulo e Burle Marx, no Centro Cultural Fiesp, Avenida Paulista.

A curadora Isabela Ono na exposição Paisagem construída: São Paulo e Burle Marx, no Centro Cultural Fiesp, Avenida Paulista. – Rovena Rosa/Agência Brasil

“O Burle Marx e seus colaboradores fizeram muitos projetos para São Paulo. Os realizados foram principalmente os privados, em centros corporativos, agências bancárias, residências privadas e clubes. Já os públicos, foram feitas várias encomendas pelos governos e pelas prefeituras, mas não foram adiante. Entre eles está o Vale do Anhangabaú, a calçada da Vergueiro, a Praça da Sé, o Trianon. São espaços bem emblemáticos e públicos de São Paulo e que não foram executados”, lamentou Isabela Ono, diretora do Instituto Burle Marx e uma das curadoras da exposição. Ono é filha de Haruyoshi Ono, que foi sócio de Burle Marx por mais de 30 anos.

Os desenhos e croquis desses projetos mostram, por exemplo, o que havia sido pensado para o Parque Trianon, instalado em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). O projeto previa manter o bosque com as árvores originárias do parque, substituindo as espécies exóticas por árvores brasileiras e regionais. Também foi projetado ali um playground, um piso de mosaico de pedra portuguesa, canteiros e até um espelho d´água ondulado, de onde era possível ver a imagem refletida do museu.

Exposição Paisagem construída: São Paulo e Burle Marx, com curadoria de Guilherme Wisnik, Helena Severo e Isabela Ono, no Centro Cultural Fiesp.

Exposição Paisagem construída: São Paulo e Burle Marx, com curadoria de Guilherme Wisnik, Helena Severo e Isabela Ono, no Centro Cultural Fiesp. – Rovena Rosa/Agência Brasil

“[Mostrar essas obras não realizadas de São Paulo] não é uma provocação, mas um alerta de que é possível pensar a cidade de São Paulo de uma maneira mais próxima, mais humana, mais verde e inspiradora”, disse a curadora.

Os projetos desenvolvidos para São Paulo compõem um dos três eixos da exposição. Um segundo espaço da mostra apresenta obras icônicas de Burle Marx, que estão hoje espalhadas pelo Brasil e pelo mundo. Entre elas, o extenso calçadão que percorre as praias da zona sul carioca; o Parque do Flamengo; e até o Parque del Este, em Caracas, na Venezuela. Também integra este núcleo uma sala escura sensorial, chamada de espaço penetrável, com projeções de imagens sobre tecidos pendurados na sala.

A proposta é levar ao público fotografias de jardins e calçadas criadas por Burle Marx e seus colaboradores, oferecendo uma experiência imersiva.

“A projeção mais inspiracional, que chamamos de penetrável, mostra como a pessoa poderia estar se sentindo dentro do espaço de um jardim, vivenciando um jardim. Quisemos trazer essa vivência para a exposição, com uma música do Tom Jobim”, explicou a curadora.

Já o terceiro núcleo mostra o ativismo, o lado ecologista de Burle Marx e suas expedições pelo Brasil. “Ele tem uma fala pública de ecologista e ambientalista muito potente”, ressaltou a curadora.

As peças selecionadas para a exposição refletem a pluralidade do trabalho de Burle Marx e de seus colaboradores por meio de desenhos, maquetes, plantas de projeto, croquis, fotografias e vídeos. “Buscamos sempre trazer o projeto com uma foto para a pessoa entender que aquele jardim em duas dimensões existe em três dimensões na vida real”, destacou Isabela.

Instalação Jardim efêmero, na entrada da exposição Paisagem construída: São Paulo e Burle Marx, com curadoria de Guilherme Wisnik, Helena Severo e Isabela Ono, no Centro Cultural Fiesp.

Instalação Jardim efêmero, na entrada da exposição Paisagem construída: São Paulo e Burle Marx, com curadoria de Guilherme Wisnik, Helena Severo e Isabela Ono, no Centro Cultural Fiesp. – Rovena Rosa/Agência Brasil

Já na entrada do prédio do Centro Cultural Fiesp foi instalado um jardim efêmero, com estruturas verticais. “O jardim foi desenvolvido pelo escritório Burle Marx para a exposição. E a ideia era trazer um pouco dos elementos escultóricos dos jardins de Burle Marx para cá. Ali está um jardim vivo para a pessoa ter a real dimensão do jardim”, disse a curadora.

Impressões

Exposição Paisagem construída: São Paulo e Burle Marx, com curadoria de Guilherme Wisnik, Helena Severo e Isabela Ono, no Centro Cultural Fiesp.

Exposição Paisagem construída: São Paulo e Burle Marx, com curadoria de Guilherme Wisnik, Helena Severo e Isabela Ono, no Centro Cultural Fiesp. – Rovena Rosa/Agência Brasil

Diversas pessoas estiveram visitando a exposição em seu primeiro dia em cartaz, como a técnica administrativa Bianca Andrejauskas, 37 anos. “O trabalho do Burle Marx eu não conhecia tão profundamente e é um trabalho maravilhoso, lindo. Ele tem toda essa questão de manter a flora, de tirar essa urbanização e esse excesso de concreto da nossa cidade. E tem muita coisa que poderia ser melhor aproveitada: são espaços lindos que ele planejou e que não foram executados. E é uma coisa que eu gostaria de ter visto”, disse à Agência Brasil.

“Ele tinha um projeto para o Ibirapuera e para o Anhangabaú. Você vê que é um projeto antigo, de 1974, que poderia ter sido executado e mantido. Eu trabalho próximo ali do Anhangabaú e o vale ainda tem muito a parte de concreto. O Burle Marx havia planejado mais essa questão de verde dentro do Anhangabaú e isso não foi concretizado”, lamentou.

Exposição Paisagem construída: São Paulo e Burle Marx, com curadoria de Guilherme Wisnik, Helena Severo e Isabela Ono, no Centro Cultural Fiesp.

Exposição Paisagem construída: São Paulo e Burle Marx, com curadoria de Guilherme Wisnik, Helena Severo e Isabela Ono, no Centro Cultural Fiesp. – Rovena Rosa/Agência Brasil

A estudante de arquitetura Giulia Baron, 20 anos, também foi outra a visitar a exposição nesta quarta-feira. Ela contou que já conhecia o trabalho de Burle Marx e que, desde que soube da abertura da exposição, estava ansiosa para visitá-la.

“Estou achando o máximo. É muito inspirador ver todos os croquis e as fotos em seguida”, disse, destacando os desenhos à mão como uma das coisas mais interessantes da exposição. “Consegui ver a dimensão do trabalho dele. Consegui ver as anotações dele no canto [dos desenhos]”, observou.

“Toda essa parte de trazer a valorização da vegetação brasileira veio com ele. Os projetos dele sempre trazem espécies tropicais. Ele foi um grande inspirador para diversos outros artistas e arquitetos. Ele é a base do paisagismo brasileiro, sem ser aqueles jardins inspirados nos franceses ou ingleses”, disse Giulia.

A exposição fica em cartaz até o dia 5 de fevereiro. Mais informações podem ser obtidas no site da instituição.




Fonte: Agência Brasil

Ministro defende “crescimento sustentável” de previdência privada


O ministro do Trabalho e Previdência, José Carlos Oliveira, defendeu hoje (19) o “crescimento sustentável” da previdência complementar no país. “Ainda há muito espaço”, disse, na abertura do Congresso Brasileiro de Previdência Privada, que segue até o dia 21, no Transamerica Expo Center, em São Paulo.

Ele destacou duas iniciativas para o crescimento do setor: estruturação dos planos de família, que permitem o ingresso de parentes em planos fechados; e os planos instituídos corporativos, que permitirá a oferta de previdência complementar por entidades fechadas.

Luís Ricardo Marcondes Martins, presidente da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), organizadora do evento, concordou que as medidas possibilitam o crescimento do setor, especialmente os planos instituídos corporativos.

“[São] dotados de um extraordinário potencial por possibilitar a cobertura previdenciária para empregados e todos os tipos de colaboradores, cedidos, temporários, prestadores de serviços, entre outros, que gravitam no entorno da corporação. Podemos e vamos avançar muito”, disse.

Para o ministro Carlos Oliveira, as propostas são fruto do trabalho conjunto da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) com representantes do segmento no âmbito do Conselho Nacional de Previdência Complementar.

Ele lembrou que a Previc atua em processos de licenciamento, regulação infralegal, monitoramento e fiscalização, aplicação do processo sancionador e regimes especiais. “Essa atuação busca assegurar a existência de uma governança robusta, controles internos eficientes e gestão de risco eficaz em todas as entidades fechadas de previdência complementar”, disse.

O ministro destacou ainda que o setor tem 263 entidades em funcionamento, que administram 1.126 planos, que representam mais de R$ 1,14 trilhão em ativos, atingindo 8 milhões de pessoas, sendo 3,9 milhões participantes e assistidos.




Fonte: Agência Brasil

Aulão de defesa pessoal será gratuito para mulheres em São Paulo


Em comemoração ao Dia Nacional de Luta Contra a Violência à Mulher, celebrado em 10 de outubro, e ao Dia Internacional pela não Violência Contra à Mulher, em 25 de novembro, a Federação Sul Americana de Krav Maga vai promover, em São Paulo, um aulão gratuito para alertar sobre a importância da prevenção à violência contra as mulheres.  

O evento será no domingo (23) a partir das 9h, na academia Humanfit, em São Paulo. As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas. As interessadas devem se inscrever pelo WhatsApp: (11) 99354-7726. A aula vai mostrar como é possível as mulheres se sentirem mais seguras, dentro e fora de casa.

Quem participar do aulão vai aprender sobre a filosofia do Krav Maga e vivenciar situações como roubo de bolsa, puxão de cabelo, enforcamento, simulação de tentativa de estupro, entre outras, para executar as técnicas de defesa e perceber que, com o treinamento adequado é possível se defender. Para saber mais, acesse o site.

Segundo o professor Carlos Primo, habilitado pela Federação Sul Americana de Krav Maga, que vai ministrar a aula, o Krav Maga é uma técnica de defesa pessoal que, apesar de trazer uma série de benefícios ao corpo não é uma prática esportiva – não há campeonatos ou regra, e sim o único objetivo de preparar o praticante para que ele possa voltar para casa em segurança.

 “O Krav Maga foi criado na década de 1940, para que qualquer pessoa, independentemente de sexo, tamanho, força física, pudesse se defender de um ou mais agressores, armados ou não, ou seja, as mulheres podem e devem conhecer e praticar”, disse o professor.




Fonte: Agência Brasil

Fazendeiro leva multa de mais de R$ 25 mil por derrubada de árvores e destruição de vegetação nativa em Área de Preservação Permanente


A Polícia Militar Ambiental multou, nesta terça-feira (18), um fazendeiro, de 62 anos, em mais de R$ 25 mil por infrações contra o meio ambiente em uma fazenda em Martinópolis (SP).

Os policiais constataram a supressão de vegetação nativa em uma área de maciço, onde foi elaborado, inicialmente, um auto de infração no valor de R$ 723,25.

Em seguida, a Polícia Ambiental constatou a supressão de 67 árvores em área comum, o que gerou ao idoso um auto de infração no valor de R$ 20.100,00.

O homem também foi autuado por destruição de vegetação nativa em Área de Preservação Permanente (R$ 279) e supressão de oito árvores também em APP (R$ 4 mil).

O valor total dos autos e das multas, em desfavor do proprietário da fazenda, chegaram a R$ 25.102,25.

Fazendeiro é autuado em mais de R$ 25 mil pela supressão de árvores e destruição de vegetação nativa em área de preservação — Foto: Polícia Ambiental

Fazendeiro é autuado em mais de R$ 25 mil pela supressão de árvores e destruição de vegetação nativa em área de preservação — Foto: Polícia Ambiental

Fazendeiro é autuado em mais de R$ 25 mil pela supressão de árvores e destruição de vegetação nativa em área de preservação — Foto: Polícia Ambiental

Fazendeiro é autuado em mais de R$ 25 mil pela supressão de árvores e destruição de vegetação nativa em área de preservação — Foto: Polícia Ambiental

Fazendeiro é autuado em mais de R$ 25 mil pela supressão de árvores e destruição de vegetação nativa em área de preservação — Foto: Polícia Ambiental




Fonte: G1

Duas pessoas morrem em grave acidente na Rodovia Júlio Budiski envolvendo carro e caminhão em Álvares Machado




De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, o chamado para o atendimento da ocorrência foi feito às 12h35 e o trecho afetado fica no km 19. Acidente envolveu carro e caminhão na Rodovia Júlio Budiski (SP-501)
Cedida
Duas pessoas morreram em decorrência de um grave acidente de trânsito que envolveu um carro e um caminhão na tarde desta quarta-feira (19), na Rodovia Júlio Budiski (SP-501), em Álvares Machado (SP).
Equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar Rodoviária estão no local.
A ocorrência segue em atendimento.
De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, o chamado para o atendimento da ocorrência foi feito às 12h35 e o trecho afetado fica no km 19.
A Polícia Científica também foi acionada para realizar a perícia e apurar as causas e circunstâncias do acidente de trânsito.
Acidente envolveu carro e caminhão na Rodovia Júlio Budiski (SP-501)
Cedida
Acidente envolveu carro e caminhão na Rodovia Júlio Budiski (SP-501)
Cedida




Fonte: G1