ABL elege jornalista e escritor Ruy Castro como novo imortal


A Academia Brasileira de Letras (ABL) elegeu, nesta quinta-feira, (6), em sessão no Petit Trianon, o jornalista e escritor Ruy Castro, como novo ocupante da cadeira 13 do quadro de membros efetivos. Participaram da eleição 35 Acadêmicos de forma presencial ou por carta, dos quais Castro teve 32 votos. 

Ruy Castro começou a trajetória profissional como repórter em 1967, no Correio da Manhã, do Rio de Janeiro, e passou por todos os grandes veículos da imprensa carioca e paulistana. A partir de 1990, concentrou-se nos livros. É autor de biografias de Carmen Miranda e Garrincha e de livros de reconstituição histórica sobre o samba-canção, a Bossa Nova, Ipanema e o Flamengo. Em 2022, recebeu o prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras.

Cadeira 13

A cadeira estava vaga com o falecimento do acadêmico Sergio Paulo Rouanet, no dia 3 de julho deste ano, aos 88 anos, vítima de uma síndrome de Parkinson avançada, no Rio de Janeiro. Rouanet foi responsável pela criação da lei brasileira de incentivos fiscais à cultura, a chamada Lei Rouanet.

Rouanet foi o oitavo ocupante da cadeira 13, eleito em 23 de abril de 1992, na sucessão de Francisco de Assis Barbosa, e foi recebido em 11 de setembro de 1992 pelo acadêmico Antonio Houaiss. Foi um dos grandes intelectuais do país. Destacou-se na carreira pública como cônsul na Alemanha e, como ministro da Cultura, por ter criado a lei de incentivo fiscal ou Lei Rouanet.

Os ocupantes anteriores da cadeira 13 foram Francisco de Assis Barbosa, Augusto Meyer, Hélio Lobo, Sousa Bandeira, Martins Júnior, Francisco de Castro, Visconde de Taunay e Francisco Otaviano.




Fonte: Agência Brasil

SP: exposição permite interação do público com artistas conceituados


A arte como uma grande brincadeira. Essa é a proposta da nova exposição em cartaz no Museu da Imagem e do Som (MIS-SP), na capital paulista, que permite que o visitante possa tocar, experimentar e brincar com todas as obras.

A ideia é que o público possa interagir com os objetos de arte, instigando sua criatividade e dando novos sentidos aos trabalhos produzidos por conceituados artistas brasileiros como Regina Silveira, Beatriz Milhazes, Denilson Baniwa, Ernesto Neto, Guto Lacaz, Hélio Oiticica, Lenora de Barros e Lygia Clark, entre outros.

“A gente realmente acredita no poder de transformação da arte”, disse Têra Queiroz, uma das curadoras da mostra Arte é Bom, que tem início hoje (6) e dura até o dia 11 de dezembro.

“É uma exposição para ser tocada, mexida, vivida, enfim, é para as pessoas se relacionarem assim como as crianças se relacionam com tudo”, acrescentou Daniela Thomas, que também assina a curadoria da mostra.

A visita começa do lado de fora do MIS onde se encontram as obras Múltiplas Infâncias, de Rommulo Vieira Conceição, e Risadas Cósmicas, do artista Marcos Chaves. Essa última é representada por um imenso meteorito, de onde saem diversas gargalhadas.

Do lado de dentro, mas ainda no térreo, o percurso se inicia com a divertida obra Giroscópio, de Artur Lescher, parecida com o gira gira dos parquinhos infantis. É ela que vai dar as boas-vindas ao visitante, antes dele poder se vestir com as obras em crochê de Ernesto Neto ou colocar as máscaras ou os óculos diferentes criados por Lygia Clark – e em que você se depara com os próprios olhos refletidos no espelho.

O maior espaço da mostra, uma sala circular, foi dedicada ao trabalho de Regina Silveira. É lá que o público irá se deparar com insetos gigantes projetados no piso e nas paredes, que reagem ao movimento dos visitantes. “São insetos gigantados, projetados por cinco câmeras que reagem ao movimento do usuário que está dentro da sala. Eles desaparecem quando pisados e pipocam nas paredes. Ao pipocar nas paredes, eles provocam a multiplicação da trilha sonora. E isso fica bastante intolerável, mas essa é a ideia”, disse a artista, em entrevista à Agência Brasil.

Já Elevador, da artista Marcia Xavier, pretende levar o visitante a ter refletida sua imagem sobre os rios de São Paulo. “É uma cabine forrada de espelhos no chão e nas paredes e, no teto, temos uma imagem aérea de São Paulo onde vemos o encontro das águas do Rio Pinheiros com o Rio Tietê. Esse lugar é chamado de Cebolão, porque foram criados viadutos para a gente trafegar entre os rios. Peguei essa imagem aérea e transformei em preto e branco e, depois, vermelho, para transformar rios e ruas em sangues e veias”, explicou a artista à reportagem. A ideia da obra, disse Marcia Xavier, é discutir o quanto deixamos de cuidar de um bem tão precioso à vida, como são os rios e as águas. “Esse trabalho nos faz pensar sobre essas águas”, falou ela.

No segundo andar, o visitante pode tentar equilibrar objetos com imãs ou ainda fazer sua própria pintura na parede. Aqui está também a obra 360, de Arnaldo Antunes, na qual o visitante vai se deparar com uma porta presa a um eixo central: quem tenta abrir a porta acaba dando uma volta em torno do objeto, sem conseguir atravessá-la.

“É importante ter uma exposição inteira aberta para manipulação porque acho que a gente consegue entrar mais dentro das crianças. Não ficamos só num embate, arte num lugar e criança em outro. Aqui a gente funde. Se a criança incorpora aquilo acaba virando um produto de transformação”, disse Marcia Xavier.

Além das obras, o MIS-SP irá promover oficinas, performances e visitantes guiadas à exposição. A programação completa, além de detalhes sobre a exposição, horários e ingressos podem ser obtidas no site. Às terças-feiras, o museu tem entrada gratuita.




Fonte: Agência Brasil

Corpo de pescador é encontrado às margens do Rio Paraná e Polícia Civil busca esclarecer circunstâncias da morte


O corpo do pescador Genivaldo dos Reis, de 47 anos, que estava desaparecido desde o dia 19 de setembro, em Teodoro Sampaio (SP), foi encontrado às margens do Rio Paraná, na última sexta-feira (30), em Anaurilândia (MS).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, as buscas foram encerradas porque, segundo o pai da vítima, o corpo do homem foi localizado no Rio Paraná, em um trecho pertencente ao município de Mato Grosso do Sul.

O delegado Edmar Rogério Dias Caparroz informou ao g1 que o inquérito para apurar o caso foi instaurado pela Polícia Civil, em Teodoro Sampaio, como “morte suspeita”.

“O pai desse desaparecido, e agora confirmado o óbito, prestou declarações na delegacia. Nós vamos enviar e manter contato com a Delegacia de Anaurilândia [MS] e estamos aguardando o resultado do laudo de exame necroscópico, para ver a indicação da causa da morte“, explicou Caparroz.

O delegado também explicou como a investigação do caso deve prosseguir diante da localização do corpo.

“Nós estamos aguardando para ver se o corpo tinha algum sinal de violência ou se a morte se deu em razão do afogamento mesmo. A gente não pode descartar nenhuma linha de investigação, o que pode nos dar um norte, é o resultado deste laudo de exame necroscópico, que vai indicar a causa da morte dele. Nós pedimos perícia em uma edificação que ele construiu em uma ilha também. Mas, por ora, o caso está sendo tratado como morte suspeita”, complementou.

“As informações que nós tivemos são de que ele foi encontrado por um policial civil, em condição de folga, que o encontrou e acionou as equipes do Corpo de Bombeiro. A família se deslocou até Anaurilândia e procedeu ao reconhecimento [do corpo do homem]”, finalizou Caparroz ao g1.

  • Homem sai para pescar com amigo e desaparece no Rio Paraná, em Teodoro Sampaio
  • Buscas por pescador desaparecido no Rio Paraná entram no 3º dia nesta quinta-feira, em Teodoro Sampaio

Genivaldo era morador do distrito de Planalto do Sul, em Teodoro Sampaio, e estava desaparecido desde o último dia 19 de setembro, quando saiu para pescar com um amigo, em um trecho do Rio Paraná, na altura do Porto 10, e não voltou para sua casa.

O homem foi sepultado no último sábado (1º), no Cemitério Municipal Cristo Rei, em Teodoro Sampaio.




Fonte: G1

Meio ambiente é tema de mostra no Centro Cultural dos Correios, no Rio


O meio ambiente, as mudanças climáticas e a necessidade de preservação ambiental são o foco da exposição Green Minds [Mentes Verdes], aberta, hoje (6), no Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro.

Justamente quando o Dia Mundial do Meio Ambiente, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), completa 50 anos e são celebrados os 30 anos do início das reuniões para discutir os temas voltados para o clima, na Eco92, a mostra chega para propor debates e levar o público a refletir sobre o assunto.

Até 19 de novembro, a exposição ficará aberta. Ela tem a produção cultural de Augusto Herkenhoff, curadoria de Cota Azevedo e Isabela Simões e participação de artistas do Coletivo Zagut.

“Falar sobre o ecossistema e as situações do meio ambiente é uma pauta constante da arte, seja ela com o agente reutilizando materiais, ressignificando ou em situações mais urgentes sobre a questão climática de forma micro ou mundial”, disse Cota Azevedo em entrevista à Agência Brasil.

Os visitantes poderão passear pelas obras de mais de 100 artistas em um espaço externo do Centro Cultural. Para Cota Azevedo, o tema ecologia é um assunto constante entre artistas, seja pela utilização de materiais oriundos da natureza, reciclados, ou ainda atuando no meio para realizar uma obra.

A curadora acrescentou que, na arte contemporânea, é possível observar as reflexões que envolvem o ecossistema com foco em questões socioculturais e em política climática.

Clima

A exposição se antecipa ao início da 27ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 27), e define a próxima reunião do clima promovido pela ONU como mote da Green Minds. A COP 27 será entre 6 e 18 de novembro de 2022, em Sharm El Sheikh, no Egito, e líderes mundiais estarão debatendo questões climáticas e pensando em soluções para reduzir o impacto do aquecimento global.

Em outubro de 2021, a Organização Mundial de Saúde (OMS) publicou um relatório, utilizado como base para a COP 26, realizada em Glasgow, e destacava a necessidade de cumprir o acordo de emissão zero de carbono até o ano de 2050 para assegurar a vida humana.

“A gente pensou em trazer esses artistas, cada um fazendo uma proposição de trabalho com a ideia de construção, de pensar o novo, pensar realmente o verde. Daí a temática do meio ambiente. A gente também pegou a COP 27 como mote para revisitar esse lugar do debate sobre meio ambiente e questões temáticas. Por isso, a gente propõe este trabalho efêmero porque eles estão ao ar livre”, disse Cota.

Ações diferentes

Como alerta para a situação ambiental, a exposição Green Minds terá três ações diferentes. Ela vai expor, a partir de hoje, as obras por mais de 40 dias no pátio do Centro Cultural Correios.

A segunda etapa será no dia da abertura da COP 27 e a terceira ocorrerá no encerramento do evento. Segundo a organização, as obras e as ações também poderão ser vistas por meio de um catálogo de arte, em formato de livro, em plataforma editorial e em galeria virtual.

“Na segunda interferência, quando se chegar no ambiente [a pessoa] vai ver que são obras que estão dentro de um espaço que propõe debater o campo aberto de discussão. A gente tem uma estrutura de andaime, tem um varal que, dependendo das obras, elas estão em movimento no espaço e alocadas nas árvores. A proposta é de integração e discussão sobre isso, assim, distribuímos em várias ações para que pudéssemos ampliar a fonte de debate e trazer para o público a ideia interativa de pensar junto com vários artistas da Zagut”, acrescentou.

Na visão da curadora Isabela Simões, as artes vêm dando visibilidade a essa preocupação com o clima e as condições do meio ambiente, sendo tema recorrente de obras e exposições, inclusive da Zagut. “São obras relacionadas sobre a destruição do planeta, a pandemia do coronavírus e a necessidade de uma convivência harmoniosa. De inúmeras formas a arte se relaciona à ecologia”, assinalou.

O Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro está instalado na Rua Visconde de Itaboraí, 20, no centro da cidade. A visitação pode ser feita de terça a sábado das 12 às 19 h. A entrada é gratuita e a classificação livre.




Fonte: Agência Brasil

Aulas e serviços públicos são retomados em Pontal


As aulas nas redes pública e privada e os serviços públicos em Pontal, no interior de São Paulo, voltaram ao normal hoje (6), 2 dias depois do vazamento de um gás tóxico que provocou um cheiro forte ocasionando dificuldades para respirar. Segundo a prefeitura, uma pessoa morreu e cerca de 100 precisaram de atendimento médico hospitalar. Além disso, cerca de 1 mil pessoas precisaram se ausentar de suas casas temporariamente, em decorrência da situação emergencial. De acordo com a Prefeitura de Pontal, a substância tóxica ainda não foi identificada e as investigações seguem a cargo da Polícia Civil.

Devido ao vazamento, a Prefeitura de Pontal suspendeu o atendimento de todos os serviços públicos, inclusive as aulas da rede pública e privada.

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) informou, por meio de nota, que espera a análise das imagens das câmeras de segurança existentes nas proximidades do local onde ocorreu o lançamento de gás tóxico. O exame das imagens para identificar a origem está a cargo da Polícia Civil.

No dia seguinte ao vazamento, os técnicos da Cetesb fizeram uma varredura em casas e indústrias localizadas na área do epicentro da ocorrência, mas não foi possível identificar a origem da névoa contaminada. Também foram monitoradas as galerias de águas pluviais e poços de visitas da rede de esgoto (bueiro), mas nenhum indício foi encontrado.

“Assim que for possível identificar os responsáveis pelo acidente, a Cetesb tomará as medidas administrativas cabíveis”, informou a companhia.

Segundo a Cetesb, por volta das 21h30 de terça-feira (4), uma névoa pairava na região do epicentro e envolvia ou impedia a aproximação de pessoas devido ao odor forte e ardente. O incômodo foi sentido em um perímetro de cerca de 100 metros quadrados e um epicentro de 50 metros quadrados. Após aproximadamente 1 hora a névoa se dissipou.

Segundo os técnicos da Agência Ambiental de Ribeirão Preto, o entorno é constituído por casas e oficinas de indústrias, ladeadas, pelo lado oposto ao da Rua Alexandre Andrucioli, por uma estrada vicinal.

“Foram quatro empresas ao todo vistoriadas, além de um depósito de produtos químicos de uma delas. Anteriormente, a polícia já havia vistoriado detalhadamente as residências envolvidas no episódio. Tanto nas casas, como nas empresas, nenhum indício foi encontrado. Foram verificadas as condições da rede de drenagem de águas pluviais, cinco poços de visitas de esgoto e a estação elevatória de esgoto do município, num raio de até 400 metros do centro dos acontecimentos, porém nada encontrando de suspeito”, disse a Cetesb.

A Promotoria de Justiça de Pontal disse que logo que tomou conhecimento do vazamento instaurou um Procedimento Administrativo de Acompanhamento das Políticas Públicas para acompanhar o suporte oferecido pelo município à população. Também instaurou uma investigação sobre a existência e extensão do dano ambiental, a lesão à saúde pública e demais direitos difusos da coletividade.

“Além disso, o Ministério Público está em contato direto com órgãos e autoridades, inclusive Polícia Civil e Secretaria de Assistência Social, e coloca-se absolutamente à disposição para auxiliar na apuração dos fatos e responsabilidades administrativas, civis e criminais”, informou a promotoria.




Fonte: Agência Brasil

Defesa Civil Nacional alerta sobre tempestades no centro-sul do país


Tempestade no Sul, com fortes rajadas de vento entre o litoral do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. A “forte tempestade” que tem atingido também parte de Mato Grosso do Sul, oeste de São Paulo e sul de Goiás e Mato Grosso, conforme informou o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Diante da situação, a Defesa Civil Nacional divulgou uma nota, na qual orienta os moradores a se inscreverem nos serviços de alerta, enviando SMS com o CEP do local onde moram para o número 40199. “Em caso de desastre, a população receberá um aviso”, informou.

Outra recomendação é para as pessoas ficarem atentas aos alertas publicados no Twitter da Defesa Civil Nacional e do Instituto Nacional de Meteorologia.

Tempestades

Segundo o Inmet, a situação climática decorre da formação de um corredor de umidade vindo da Bolívia e do Paraguai, associado ao calor e à umidade. As tempestades seguirão em todo o Sul do país e, “de maneira ainda mais ampla, nos estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo”.

Sul de Goiás e Mato Grosso, bem como sul e sudoeste de Minas Gerais, também serão afetados.

No oeste, centro e no norte do Rio Grande do Sul, o volume de chuva poderá ultrapassar 100 milímetros (mm) ainda hoje (6). Em Santa Catarina e no Paraná, o acumulado deverá ficar em torno de 80 mm, explicou o instituto.

“A previsão indica ventos fortes, com rajadas em torno de 100 km/h, ao longo da faixa litorânea (área um pouco maior do que o litoral) do Rio Grande do Sul e ao sul da faixa litorânea de Santa Catarina”, acrescenta.

Rajadas de vento

Para a sexta-feira (7), a expectativa é que, com a baixa pressão atmosférica, o corredor de umidade resulte em uma frente fria, que, associada a um ciclone extratropical, vai provocar “fortes rajadas de vento, principalmente, entre o litoral do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina e, também, no interior do Paraná, de Mato Grosso do Sul, Goiás e São Paulo, mas com menor intensidade”.

Além da Região Sul, São Paulo, Mato Grosso do Sul, centro-sul de Minas Gerais e de Goiás e grande parte do Mato Grosso também serão afetados. A previsão, para esta sexta-feira, indica “chuva contínua no nordeste e norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, grande parte de São Paulo e sul de Minas Gerais, com volumes em torno de 70 mm”.

Medidas preventivas

A Defesa Civil sugeriu algumas medidas preventivas a serem adotadas pela população nessas situações de instabilidade climática. Uma delas é desligar aparelhos elétricos e quadro geral de energia.

“Em caso de enxurrada, coloque documentos e objetos de valor em sacos plásticos. Em situação de grande perigo confirmado, procure abrigo e evite permanecer ao ar livre. É importante que a população fique atenta às informações oficiais e aos locais onde serão divulgados os alertas, além de adotar as medidas de autoproteção”, diz o alerta.




Fonte: Agência Brasil

Policial militar suspeito de assassinar a própria namorada segue hospitalizado em Presidente Prudente


Por meio de nota, o HR informou que “seu estado de saúde é considerado grave, porém, estável”, nesta quinta-feira (6).

Já o corpo de Kássia Ketlin Teixeira dos Santos, de 18 anos, que foi encontrada morta com marca de disparo de arma de fogo no rosto, foi sepultado na manhã desta quinta-feira (6), no Cemitério Municipal de Teodoro Sampaio.

O delegado da Polícia Civil responsável pelas investigações sobre o caso, Edmar Rogério Dias Caparroz, explicou ao g1 que o policial militar não foi preso.

“Estamos avançando para entender a dinâmica”, salientou Caparroz.

Kássia Ketlin Teixeira dos Santos, de 18 anos, e Robson Silva de Lima, de 32 anos — Foto: Redes sociais

  • “Ele era muito ciumento”, diz mãe da jovem assassinada em Teodoro Sampaio supostamente por policial militar
  • Policial militar é suspeito de matar a própria namorada e tentar suicídio, em Teodoro Sampaio

De acordo com informações da Polícia Civil, a mãe da vítima não conseguiu fazer contato com ela e acionou a Polícia Militar, por meio do 190. Uma equipe foi encaminhada até a residência e encontraram a mulher sem vida e com marca de disparo de arma de fogo na região do rosto. Já o homem foi encontrado desorientado e também com ferimento de arma de fogo, que atravessou a cabeça e atingiu internamente a região dos olhos.

“O cenário apresentado, analisando com a perícia, as lesões, o encontro da disposição dos móveis na casa, indicam que, por motivos a serem esclarecidos, ele efetuou um disparo de arma de fogo, com a arma da corporação, que atingiu a face da vítima, logo abaixo do olho direito. Provavelmente, o que indica, é que ele teria praticado suicídio. Teria efetuado um disparo contra a própria cabeça, que essa munição transfixou e atingiu internamente a região dos olhos”, relatou o delegado responsável pelo caso, Edmar Caparroz, ao g1.

O Corpo de Bombeiros foi acionado, o homem foi socorrido para o hospital do município, entubado e transferido para o Hospital Regional (HR) de Presidente Prudente. Ainda conforme o delegado, as duas cápsulas das munições foram encontradas no interior da residência, a arma utilizada era da corporação e também foi apreendida. Além disso, três aparelhos celulares foram recolhidos pelos policiais.

Na residência também foi encontrada uma menina com cerca de dois anos, filha da vítima em um outro relacionamento. A criança foi entregue para familiares da mulher.

Segundo Caparroz, o policial militar é tratado como suspeito de cometer o feminicídio e é preciso esclarecer a dinâmica dos ferimentos no interior da casa.

“O homem, num primeiro momento, é suspeito, mas, está encaminhando para a autoria, porque, por ora, não se vislumbra a atuação de uma terceira pessoa. O que nós precisamos esclarecer é a dinâmica desses ferimentos no interior da casa. Nós vamos priorizar dois quesitos: dinâmica e motivação do crime”, salientou o delegado ao g1.

Arma utilizada por suspeito era da corporação e foi apreendida — Foto: Betto Lopes/TV Fronteira

A Polícia Militar se manifestou, por meio de nota, e afirmou o seguinte:

“É com extremo pesar que comunicamos que em 04 de outubro, um policial militar no município de Teodoro Sampaio, de folga e em trajes civis, por circunstâncias a serem esclarecidas, é suspeito de ter efetuado disparo de arma de fogo contra sua namorada e, em seguida, efetuado um disparo contra a própria cabeça.

Infelizmente ela entrou em óbito no local. Ele foi socorrido com vida, em estado grave, ao Pronto Socorro do município. A ocorrência foi apresentada na delegacia de Teodoro Sampaio, por onde seguirão as investigações.

A Polícia Militar lamenta profundamente o ocorrido, se solidariza com familiares e amigos da vítima e adota todas as providências necessárias para a apuração dos fatos”.




Fonte: G1

Encontro com Escritores terá Ignácio de Loyola Brandão em São Paulo


O Theatro Municipal de São Paulo segue com a programação da série Encontros com Autores e, neste mês de outubro, o Salão Nobre do teatro recebe os escritores Ignácio de Loyola Brandão e Felipe Castilho. Será hoje (6) às 18h.

Realizado em parceria com a Câmara Brasileira do Livro como parte da celebração da 64ª edição do Prêmio Jabuti, o programa pretende diversificar as linguagens apresentadas e aproximar público e escritores contemporâneos para um debate informal sobre suas obras e os assuntos que os movem.

Ignácio de Loyola Brandão, 86 anos, é contista, romancista e jornalista brasileiro. Membro da Academia Brasileira de Letras, ele foi homenageado, em 2021, pelo Prêmio Jabuti como Personalidade Literária.

O escritor que, em 2018, lançou o romance cujo enredo vislumbrou um país arrasado, no qual o futuro se confunde com um passado remoto, não civilizado – Desta Terra Nada Vai Sobrar, a Não Ser o Vento que Sopra Sobre Ela – acaba de lançar Deus, O Que Quer de Nós? (2022), sequência de Desta Terra Nada Vai Sobrar, a Não Ser o Vento que Sopra Sobre Ela (2018) e, juntos, formam uma tetralogia distópica com Não Verás País Nenhum (1981) e Zero (1974), publicado inicialmente na Itália e que chegou a ser proibido nos tempos da ditadura militar.

Em Zero, o personagem principal, José, em meio a um contexto de insegurança iminente com direitos suspensos, desenha o caos do período ditatorial numa narrativa com estrutura que questiona o silenciamento imposto.

Distopias

Apesar do tom crítico, as distopias de Ignácio de Loyola Brandão têm como marca o bom humor e, para debater com o escritor, o convidado é Felipe Castilho, autor de livros de fantasia que travam um diálogo com a cultura pop e o universo jovem. Famoso pela série O legado folclórico, que une mitologia brasileira com o mundo dos videogames, foi indicado duas vezes ao Prêmio Jabuti.

A primeira, com a obra Savana de Pedra, em 2017, na categoria Histórias em Quadrinhos, na qual traça um paralelo entre a vida selvagem da selva africana e a violência da vida nas metrópoles durante a ocupação das escolas públicas em meados de 2016, ponderando o interesse da mídia na divulgação de ambos os eventos, e, a segunda, com a obra Serpentário, em 2020, na categoria Romance de Entretenimento.

A atividade é aberta ao público de forma gratuita, por ordem de chegada e a mediação será de Luiz Trigo, professor titular da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo e membro do conselho do Prêmio Jabuti.

Na quinzena seguinte, dia 19 de outubro, quarta-feira, Amara Moira, Monique Malcher e Eliane Potiguara falam sobre experimentação da linguagem, criação literária e ativismo, com mediação de Bel Santos-Mayer. Os encontros são gratuitos e acontecem no Salão Nobre do Theatro Municipal.

Serviço:

Encontro com Escritores – Caminhos Distópicos – Inácio de Loyola Brandão e Felipe Castilho, mediação de Luiz Trigo.

Hoje – 6 de outubro, quinta-feira, 18h.

Theatro Municipal – Salão Nobre – Capacidade 200 lugares.

Classificação livre. Entrada livre e gratuita, por ordem de chegada até atingir a capacidade.




Fonte: Agência Brasil

Encontro com Escritores terá Inácio de Loyola Brandão em São Paulo


O Theatro Municipal de São Paulo segue com a programação da série Encontros com Autores e, neste mês de outubro, o Salão Nobre do teatro recebe os escritores Ignácio de Loyola Brandão e Felipe Castilho. Será hoje (6) às 18h.

Realizado em parceria com a Câmara Brasileira do Livro como parte da celebração da 64ª edição do Prêmio Jabuti, o programa pretende diversificar as linguagens apresentadas e aproximar público e escritores contemporâneos para um debate informal sobre suas obras e os assuntos que os movem.

Ignácio de Loyola Brandão, 86 anos, é contista, romancista e jornalista brasileiro. Membro da Academia Brasileira de Letras, ele foi homenageado, em 2021, pelo Prêmio Jabuti como Personalidade Literária.

O escritor que, em 2018, lançou o romance cujo enredo vislumbrou um país arrasado, no qual o futuro se confunde com um passado remoto, não civilizado – Desta Terra Nada Vai Sobrar, a Não Ser o Vento que Sopra Sobre Ela – acaba de lançar Deus, O Que Quer de Nós? (2022), sequência de Desta Terra Nada Vai Sobrar, a Não Ser o Vento que Sopra Sobre Ela (2018) e, juntos, formam uma tetralogia distópica com Não Verás País Nenhum (1981) e Zero (1974), publicado inicialmente na Itália e que chegou a ser proibido nos tempos da ditadura militar.

Em Zero, o personagem principal, José, em meio a um contexto de insegurança iminente com direitos suspensos, desenha o caos do período ditatorial numa narrativa com estrutura que questiona o silenciamento imposto.

Distopias

Apesar do tom crítico, as distopias de Ignácio de Loyola Brandão têm como marca o bom humor e, para debater com o escritor, o convidado é Felipe Castilho, autor de livros de fantasia que travam um diálogo com a cultura pop e o universo jovem. Famoso pela série O legado folclórico, que une mitologia brasileira com o mundo dos videogames, foi indicado duas vezes ao Prêmio Jabuti.

A primeira, com a obra Savana de Pedra, em 2017, na categoria Histórias em Quadrinhos, na qual traça um paralelo entre a vida selvagem da selva africana e a violência da vida nas metrópoles durante a ocupação das escolas públicas em meados de 2016, ponderando o interesse da mídia na divulgação de ambos os eventos, e, a segunda, com a obra Serpentário, em 2020, na categoria Romance de Entretenimento.

A atividade é aberta ao público de forma gratuita, por ordem de chegada e a mediação será de Luiz Trigo, professor titular da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo e membro do conselho do Prêmio Jabuti.

Na quinzena seguinte, dia 19 de outubro, quarta-feira, Amara Moira, Monique Malcher e Eliane Potiguara falam sobre experimentação da linguagem, criação literária e ativismo, com mediação de Bel Santos-Mayer. Os encontros são gratuitos e acontecem no Salão Nobre do Theatro Municipal.

Serviço:

Encontro com Escritores – Caminhos Distópicos – Inácio de Loyola Brandão e Felipe Castilho, mediação de Luiz Trigo.

Hoje – 6 de outubro, quinta-feira, 18h.

Theatro Municipal – Salão Nobre – Capacidade 200 lugares.

Classificação livre. Entrada livre e gratuita, por ordem de chegada até atingir a capacidade.




Fonte: Agência Brasil

Vagas de estágio oferecem bolsa-auxílio de até R$ 1,2 mil para alunos de ensino médio, técnico e superior no Oeste Paulista




Há vagas de estágio para diversas áreas em Presidente Prudente (SP) e Regente Feijó (SP). Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) de Presidente Prudente (SP)
Arquivo/g1
O Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) divulgou, nesta quinta-feira (6), as vagas de estágio abertas para estudantes dos ensinos médio, técnico e superior na região de Presidente Prudente (SP).
Há chances para as seguintes áreas:
Comércio e varejo: Alunos cursando o ensino médio, de 15 a 17 anos. 20 horas semanais. O valor do salário é de R$ 5,51 por hora. Residir em Presidente Prudente.
Técnico em enfermagem: Alunos cursando do 1º ao 3º semestre. 30 horas semanais. O valor da bolsa-auxílio é de R$ 500. Residir em Presidente Prudente ou região.
Engenharia de Produção: Alunos cursando do 2º ao 8º semestre. 30 horas semanais. O valor da bolsa-auxílio é de R$ 1.056. Residir em Regente Feijó (SP) ou região.
Administração: Alunos cursando do 1º ao 6º semestre. 30 horas semanais. O valor da bolsa-auxílio é de R$ 1.200. Residir em Presidente Prudente ou região.
Marketing: Alunos cursando do 1º ao 4º semestre. 30 horas semanais. O valor da bolsa-auxílio varia de R$ 500 a R$ 800. Residir em Presidente Prudente ou região.
Pedagogia: Alunos cursando do 1º ao 7º semestre. 30 horas semanais. O valor da bolsa-auxílio é de de R$ 750. Residir em Presidente Prudente ou região.
Jornalismo ou Comunicação Social: Alunos cursando do 1º ao 6º semestre. 30 horas semanais. O valor da bolsa-auxílio é de R$ 800. Residir em Presidente Prudente.

Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.




Fonte: G1