Depois de passar por Santos, no litoral paulista, a sexta edição do Mirada – Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas chega hoje (14) a São Paulo, retornando ao formato presencial. Até o dia 24 de setembro, o evento realizado pelo Sesc São Paulo apresenta ao público paulistano sua programação teatral.
Na capital paulista serão apresentados dez espetáculos internacionais: Reminiscência e DRAGON (Chile), Estreito/Estrecho (coprodução Portugal/Chile), Ensaio para uma Cartografia (Portugal), La Luna en el Amazonas (Colômbia), Hamlet (Peru), Teatro Amazonas (Espanha), CUANDO PASES SOBRE MI TUMBA (Uruguai), Cosmos e Aurora Negra (Portugal).
As peças serão encenadas nas unidades 24 de Maio, Belenzinho, Bom Retiro, Consolação, Pinheiros, Pompeia, Santana e Vila Mariana do Sesc e abordam, entre outros temas, os sintomas da colonização e os processos migratórios. Nessa abordagem está, por exemplo, Estreito/Estrecho, onde artistas das companhias Teatro Experimental do Porto (Portugal) e Teatro La Maria (Chile) revisitam a trajetória do navegador Fernão de Magalhães (1480-1521) de forma crítica e satírica.
O grupo colombiano Mapa Teatro parte de uma notícia de 2019, sobre a existência de comunidades indígenas isoladas voluntariamente na Amazônia colombiana, para falar sobre resistência na peça La Luna en El Amazonas.
Outro destaque é a peça Hamlet, que cruza o texto de Shakespeare com a vida de oito atores com Síndrome de Down.
Desde o dia 9 de setembro, o festival está sendo apresentado em Santos, no litoral paulista. Até o próximo domingo (18), o evento mostrará 36 espetáculos de múltiplas linguagens em teatro, dança, performance e teatro de rua na unidade do Sesc em Santos, além de espaços públicos, teatros e edifícios históricos da cidade.
Mais informações e a programação do Festival Mirada podem ser encontradas no site do evento.
Criado pelo professor José Machado de Almeida e desenhado pela professora Luiza Salvador Damato, o brasão oficial de Presidente Prudente (SP) foi instituído oficialmente quando o município completaria 36 anos de emancipação político-administrativa, em 6 de maio de 1953, por meio da Lei n° 240.
Conforme descrito pelo próprio autor na legislação, o brasão “simboliza a história, aponta o comércio, mostra a lavoura e as fontes de produção que projetam o município como um dos mais laboriosos e prósperos do Estado de São Paulo.”
Composto por oito símbolos que representavam a cidade na época, o brasão prudentino passou por mudanças ao longo destes 105 anos de história. Confira o significado de cada um dos itens, de acordo com as informações presentes na Lei n° 2.466 de 1986 e nos arquivos do Museu e Arquivo Histórico Antônio Sandoval Netto:
Coroa mural: simboliza que o município é política e administrativamente independente e sede do Poder Judiciário.
Bandeirante Raposo Tavares: representa a passagem pelo Paranapanema e Paraná do bandeirantismo “no afã de levar sempre para frente as fronteiras oeste do Brasil”.
Ramo de algodão e de menta: localizados nas laterais do brasão, representam a “maior fonte de produção agrícola”, pois à época, Presidente Prudente era “o maior centro algodoeiro e de menta do Brasil”.
Matas virgens: representam a primeira cobertura vegetal da região, das matas “inóspitas” presentes no município.
Insígnia do Deus Mercúrio: simboliza o comércio, a transformação da região no “principal mercado comercial e agrícola” do triângulo formado por “Paraná, Mato Grosso e São Paulo”.
Arado: representa a “máquina agrícola de uso diuturno”, “afirma a compreensão de nossos lavradores no amanho da terra”.
“Labor Omnia Vincit”: frase em latim que significa “o trabalho tudo vence” e representa o trabalho realizado pelos prudentinos, transformando a cidade na “Princesa da Alta Sorocabana”. E “onde, sem dúvida, o homem que trabalha vence e progride continuadamente”.
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Brasão de Presidente Prudente (SP) — Foto: Arte/TV Fronteira
Brasão de Presidente Prudente (SP) — Foto: Arte/TV Fronteira
Já em 29 de dezembro de 1973, a Lei n° 1.603 foi instituída provocando alterações no brasão oficial do município.
O arado deu lugar para a cabeça de um boi, o ramo de menta foi substituído por um ramo de milho, a frase em latim foi traduzida para o português e a substituição do escudo português pela coroa mural de oito torres em prata.
Porém, 13 anos depois, em 18 de fevereiro de 1986, a Lei n° 2.466 foi sancionada pelo então prefeito de Presidente Prudente, Virgílio Tiezzi Júnior (PMDB), restabelecendo o brasão instituído pela Lei n° 240, de 1953, e revogando as modificações sancionadas em 1973, exceto o parágrafo III do artigo 7º que institui a coroa mural.
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Detalhe do brasão de Presidente Prudente (SP) — Foto: Leonardo Bosisio/g1
Detalhe do brasão de Presidente Prudente (SP) — Foto: Leonardo Bosisio/g1
Presidente Prudente (SP) completa 105 anos de fundação nesta quarta-feira (14) e motivos para celebrar não faltam. Com mais de 230 mil habitantes, o município é o maior do Oeste Paulista e é ponto de referência para diversos cidadãos de outras cidades no setor da educação, saúde e comércio, entre outros serviços. Porém, quando o assunto é a saída e entrada de moradores, Presidente Prudente vive em uma bolha de dúvida.
Vitória Bittencourt, de 20 anos, é a mais nova prudentina e conta que sua experiência na cidade está sendo muito positiva até então. Ela se mudou de Bataguassu (MS) para cá em julho deste ano para estudar Direito em uma das faculdades particulares da cidade, e conta que está vivendo um “mundo de possibilidades”.
“Eu conhecia Presidente Prudente anteriormente por conta do meu pai, que tem uma mercearia em Bataguassu. Às vezes, eu vinha para cá com ele comprar alguns produtos para abastecer nosso comércio, por conta dos preços mais em conta nos mercados maiores daqui. Também já tinha vindo para me consultar com médicos , mas morar está sendo uma experiência completamente diferente” , disse Vitória ao g1.
A estudante começou a faculdade em 2020, durante a pandemia e, por conta disso, ela teve aulas remotas e permaneceu em Bataguassu. Quando começaram as aulas presenciais, em 2022, ela não sabia se ia conseguir se adaptar ao curso e a rotina de aulas. Vitória então, como muitos universitários, viajava todos os dias para estudar em Presidente Prudente.
Ela saía de Bataguassu às 17h e chegava na cidade por volta das 19h, para então frequentar as aulas. Além da rotina cansativa da estrada, sua família tinha medo dos riscos de acidentes durante o trajeto. Vitória também não conseguia frequentar os grupos de estudos que a faculdade oferece e sentiu seu desempenho diminuir.
“Eu perdia muito tempo no caminho. Então minha família e eu decidimos que o melhor era me mudar para perto da faculdade, com o objetivo de melhorar meu desempenho nos estudos. Hoje moro em frente a faculdade, o que eu gastava duas horas para chegar na aula, hoje faço o trajeto em menos de 10 minutos. Está dando muito certo, estou adorando morar aqui”, afirma a universitária.
Vitória ainda conta que o que mais gosta em Presidente Prudente são as variedades de opções de escolha em todos os sentidos. “Na minha antiga cidade, por exemplo, tinha umas três opções de academias. Aqui eu posso escolher entre mais de 10 em qual eu quero fazer. Sem contar as opções de restaurantes e variedade de comidas que temos aqui. A praticidade dos aplicativos de alimentação, de transporte. É tudo muito prático e me dá a oportunidade de escolher o que eu realmente quero! Estou amando morar aqui, é sensacional”, ressalta a estudante.
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A estudante Vitória Bittencourt, de 20 anos, mora em Presidente Prudente (SP) — Foto: Arquivo pessoal
A estudante Vitória Bittencourt, de 20 anos, mora em Presidente Prudente (SP) — Foto: Arquivo pessoal
Segundo o economista e doutor em desenvolvimento territorial, Flavio Oliva, a questão de novas pessoas no município não se limita apenas à questão econômica, ela abrange principalmente a questão social. Uma vez que temos mais habitantes, a taxa de crescimento populacional está atrelada também à condição de vida. Assim, se a cidade oferece, por exemplo, alta empregabilidade, quanto mais pessoas nós tivermos aqui, melhor desenvolvimento, já que elas terão poder de compra.
“O problema é que quando nós não temos ocupações para todo mundo, isso acaba gerando conflitos de ordem social. A ordem social está intimamente atrelada à questão econômica. Municípios maiores, que têm um potencial econômico maior, atraem muitas pessoas, justamente pela questão da renda, da possibilidade de ter uma qualidade de vida melhor. Então, não basta tão somente atrair novos moradores, estas pessoas vão precisar estar trabalhando, ocupadas com uma atividade profissional para ter uma vida digna”, disse o economista ao g1.
A estudante de direito Vitória, por sua vez, conta que pretende permanecer na cidade após o término da faculdade para dar continuidade nos estudos, mas, caso apareça uma oportunidade de trabalho em outro lugar, terá que deixar Presidente Prudente.
“Eu planejo ficar aqui depois de terminar o curso porque quero fazer uma pós-graduação. Pretendo prestar concurso público, então, dependendo de onde eu passar, vou ter que ir embora. Mas, se eu tiver opção de ficar aqui em Prudente, eu fico. Até porque é uma cidade muito boa, onde eu tenho tudo ao meu alcance”, conclui Vitória.
Ainda de acordo com o doutor Flavio Oliva, para atrair novos habitantes e fazer com que eles permaneçam, Presidente Prudente precisa de um motivo forte. Muitas vezes, as pessoas mais jovens acabam buscando qualificação profissional na cidade e partem para locais onde veem uma possibilidade melhor de ascensão profissional. Mas, não dá para precisar ao certo qual é o cenário atual de Prudente. “Para dizermos isso, teríamos que ter uma base, uma pesquisa enfatizando esses dados, o que não temos. O que temos são suposições, hipóteses”, afirma Oliva.
A Secretária de Desenvolvimento Econômico de Presidente Prudente, Ana Paula Setti, confirma que a Prefeitura realmente não possui dados para comprovar o que leva os prudentinos a deixarem a cidade, mas que, sem dúvida, a ascensão profissional é um dos principais fatores.
“Acredito que tudo depende da profissionalização. Temos muitos munícipes que ficam, como os médicos e dentistas que as universidades presentes na cidade formam todos os anos. Agora, temos profissionais que Presidente Prudente não tem mercado para eles, é o que os obrigam a irem embora”, afirma a Secretária ao g1.
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Presidente Prudente (SP) é referência em educação e saúde no Oeste Paulista — Foto: Maycon Morano/M2 Comunicação
Presidente Prudente (SP) é referência em educação e saúde no Oeste Paulista — Foto: Maycon Morano/M2 Comunicação
Falta de dados = falta de desenvolvimento
O economista ainda afirma que Presidente Prudente, atualmente, também não disponibiliza dados públicos do desenvolvimento da cidade em decorrência da entrada e saída de habitantes, o que poderia ser feito pela atividade pública.
“Não é tão simples, porém não é tão complicado. Requer muito investimento em informática e isso não é barato. Vai haver a necessidade de pessoas especializadas e recursos de tecnologia, porém, se tivermos condições de mostrar isso, certamente atrairemos mais investimentos, seja do empresário brasileiro ou internacional. Não estamos vendendo o peixe, na minha opinião”, disse Flavio.
A Secretária Municipal de Desenvolvimento Econômico confirma que Presidente Prudente não tem o controle desses dados e atualmente trabalha com dados oficiais de portais como o IBGE, que não são de controle da Prefeitura.
Questionada pelo g1 se esse levantamento caberia ou não a Prefeitura, a Secretária afirma que sim.
“Caber, sempre cabe. Acredito que poderia ter, mas justamente a parte de dados da Prefeitura está recebendo bastante alterações agora. O sistema que o município tem para fazer esse controle é antigo e não fornece essas informações. Para fazer começar a fazer esse levantamento, também precisaríamos de um profissional especializado na área, o que também não temos”, disse a Secretária ao g1.
Também questionada se a prefeitura tem um planejamento para começar a fazer este levantamento, Setti disse não ter essa informação.
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Presidente Prudente (SP) completa 105 anos de fundação com uma população estimada em 231 mil pessoas — Foto: Arquivo/g1
Presidente Prudente (SP) completa 105 anos de fundação com uma população estimada em 231 mil pessoas — Foto: Arquivo/g1
Flavio Oliva reforça que o levantamento de dados setorizados, caso realizado pelo poder público, facilitaria a vinda de novos empreendimentos para Presidente Prudente.
“Neste caso, uma empresa que gostaria de se instalar na cidade teria que fazer esse estudo. Isso talvez atrapalhe o andamento estratégico da expansão, uma vez que se esses dados estejam disponibilizados em uma base interessante, seria muito mais fácil ter essa visibilidade. É o mesmo que irmos ao supermercado e os produtos não estarem nas gôndolas, onde vamos ver e como vamos comprar?” questiona o economista.
Ainda de acordo com a Secretária, criar um mercado para esses profissionais formados não é fácil. Muitas empresas deixam de se instalar na cidade justamente por falta de mão de obra especializada e a Prefeitura trabalha para aumentar a qualificação profissional.
“Essa é uma preocupação do Prefeito, ele sempre fala que gostaria que os filhos ficassem na cidade, se formassem e permanecessem aqui. É o que estamos trabalhando, principalmente aumentando a qualificação do mercado, porque muitas empresas não vêm para cá até pela própria falta de mão de obra especializada. Então nós formamos alguns profissionais, acaba não tendo mercado para todos aqui e eles vão embora. Por outro lado, algumas empresas procuram profissionais qualificados para exercer determinadas funções no empreendimento e não encontram por aqui”, conclui Ana Paula.
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Economia de Presidente Prudente (SP) é predominantemente de comércio e serviços — Foto: Marcos Sanches/Secom
Economia de Presidente Prudente (SP) é predominantemente de comércio e serviços — Foto: Marcos Sanches/Secom
Presidente Prudente é considerada uma cidade universitária por atualmente contar com nove faculdades e universidades, de acordo com os números do setor de tributação da Prefeitura. Segundo o doutor em desenvolvimento territorial, Flavio Oliva, o setor econômico mais afetado com a vinda de novos estudantes para Presidente Prudente é o imobiliário. Também são diretamente afetados o setor alimentício, de vestuário e entretenimento.
“A vinda de novos universitários de outros municípios para cá, faz com que haja melhor distribuição de riqueza na cidade, tanto para o comércio, quanto para o serviço de maneira geral. Os eventos que são promovidos por meio das universidades também permitem a questão de rede hoteleira, que também se enquadra na prestação de serviços”, disse o economista.
A Secretária de Desenvolvimento Econômico afirma que por ser considerada uma cidade universitária, os comerciantes têm conhecimento das melhores e piores temporadas. Desta forma, o próprio comércio local se prepara para a vinda de novas pessoas ao município.
“Os estudantes movimentam o mercado do entretenimento, ou seja, bares, restaurantes, casas noturnas e até academia, pois os jovens costumam ter interesse em manter a saúde em dia. Sem falar que muitos deles também trabalham, fazem estágio. A cidade de Presidente Prudente acaba contribuindo para a profissionalização deles e a introdução no mercado de trabalho”, conclui Ana.
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Estudantes movimentam diversos setores da economia em Presidente Prudente (SP) — Foto: TV Fronteira
Estudantes movimentam diversos setores da economia em Presidente Prudente (SP) — Foto: TV Fronteira
Segundo Flavio, atualmente, a economia de Presidente Prudente é predominantemente de comércio e serviço, além de ser referência em saúde e educação para mais de 900 mil pessoas do Oeste Paulista.
De acordo com a última pesquisa realizada em 2021 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Presidente Prudente tem uma população estimada em 231.953 pessoas, sendo a maior cidade em âmbito populacional da região Oeste do Estado.
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Mercado imobiliário é o mais afetado com a vinda de novos estudantes para Presidente Prudente (SP) — Foto: Arquivo/g1
Mercado imobiliário é o mais afetado com a vinda de novos estudantes para Presidente Prudente (SP) — Foto: Arquivo/g1
O concurso 2.519 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (13) no Espaço Loterias da Caixa em São Paulo, não teve acertadores das seis dezenas. Os números sorteados foram: 03 – 08 – 20 – 36 – 38 – 57.
O próximo concurso (2.520), na quinta (15), deve pagar um prêmio de R$ 110 milhões.
A quina teve 88 ganhadores e cada um vai receber R$ 46.964,83. Os 6.736 acertadores da quadra receberão o prêmio individual de R$ 876,50.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.
O sorteio é realizado às 20h, no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo.
Cerca de 60 policiais federais cumpriram hoje (13) 13 mandados de busca e apreensão no Tocantins. Em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), a Operação Babilônia investiga fraudes em licitações e superfaturamento na contratação de uma empresa de engenharia na Secretaria de Saúde do estado.
Segundo a Polícia Federal, o prejuízo causado aos cofres públicos estaduais pode chegar a R$ 46 milhões. Os mandados de busca e apreensão foram expedidos pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária do Tocantins.
O nome da operação foi escolhido como referência aos Jardins Suspensos da Babilônia, porque um dos contratos suspeitos abrange serviços de jardinagem. A investigação começou com base em suspeitas de irregularidades constatadas pela CGU, após a inspeção de contratos executados desde 2020.
A Polícia Federal não informou os alvos da operação. Os crimes de fraude à licitação e de peculato podem resultar em 16 anos de prisão e multa.
Em nota, a Secretaria Estadual de Saúde afirmou que está à disposição dos órgãos de controle para colaborar com as investigações. Segundo o órgão, “a atual gestão preza pelo bem do erário público e zela por uma saúde de qualidade para a população tocantinense”.
A Polícia Civil do Estado de São Paulo realizou nesta terça-feira (13) o recambiamento de um homem suspeito de ter roubado um casal de moradores em uma propriedade rural e, em seguida, ter estuprado uma das vítimas, em Dracena (SP), no dia 22 de julho deste ano.
Ele estava detido em Arapicara, no Estado de Alagoas, e foi trazido para Dracena para o cumprimento da prisão temporária expedida pela Justiça para o prosseguimento das investigações.
A prisão do suspeito no município alagoano ocorreu em uma ação operacional conjunta entre as polícias civis dos estados de Alagoas e de São Paulo e tem validade de 30 dias.
O prazo ainda pode ser renovado por mais 30 dias, caso haja necessidade, sendo que ao final do inquérito policial poderá ser decretada a prisão preventiva.
Em caso de condenação, a pena prevista para o crime de roubo é de quatro a dez anos de reclusão, com aumento de um terço até metade em razão da utilização de arma branca. Já no crime de estupro, a pena vai de seis a dez anos de reclusão.
A escolta contou com a participação de policiais civis de Dracena, além de agentes do Serviço Aerotático (SAT) do Departamento de Operações Policias Estratégicas (Dope), da Polícia Civil de São Paulo, que pilotaram o avião que transportou o homem, de 49 anos, de Alagoas para o território paulista.
O crime foi cometido no último dia 22 de julho e vitimou o casal que trabalha como caseiro do imóvel, em uma propriedade rural, no bairro Jardim das Palmeiras, em Dracena.
Dois homens encapuzados e armados com barras de ferro invadiram uma chácara, renderam as vítimas e roubaram dois celulares e uma quantia em dinheiro.
De acordo com a Polícia Civil, o casal dormia em cômodos diferentes durante a invasão do imóvel. Assim, um dos bandidos, que estava armado com uma barra de ferro, amarrou o homem, de 58 anos. Enquanto isso, o outro criminoso foi até o quarto onde a mulher estava e a forçou a praticar relação sexual com ele.
Os policiais foram informados de que o bandido estuprou a mulher, forçando-a a praticar sexo anal sem o uso de preservativo e ejaculando. A vítima também relatou ter sido agredida nas pernas com uma barra de ferro durante o ato. A mulher ainda disse que o estuprador a ameaçou de morte, caso as vítimas acionassem a polícia.
O crime ocorreu por volta das 2h, porém, o resgate foi chamado ao local apenas no período da manhã, quando o proprietário chegou até a chácara e comunicou a Polícia Militar.
De acordo com o delegado Cléber Augusto Batista, a mulher, de 59 anos, ficou extremamente abalada emocionalmente.
“Ela foi encaminhada pelo resgate ao IML [Instituto Médico Legal], devido ao forte abalo emocional, e, depois, foi levada ao Pronto Atendimento Municipal [PAM]”, disse o delegado ao g1.
A Polícia Militar foi informada de que, uma hora antes, os bandidos supostamente teriam tentado invadir o sítio vizinho, porém, os moradores gritaram e entraram em contato com a corporação, fazendo com que os criminosos se afastassem do local.
Segundo o delegado, foram colhidos materiais genéticos e amostras das impressões digitais dos bandidos para o prosseguimento das diligências.
“Foram coletados materiais genéticos e impressões digitais. O inquérito policial para investigação e esclarecimento de autoria já foi instaurado”, finalizou Batista.
Ainda conforme o delegado, as investigações indicaram, até o momento, que o suspeito preso em Alagoas poderia ter agido sozinho durante o crime no último dia 22 de julho, porém, isso só será confirmado com a chegada dele a Dracena, dando prosseguimento ao desfecho das apurações.
A Polícia Civil ainda apreendeu na cidade de Pederneiras (SP) o aparelho de telefone celular que havia sido roubado de uma das vítimas, o qual será devolvido.
Uma onda de calor atinge, até quarta-feira (14), parte das regiões Norte, Sudeste e Centro-Oeste. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é de máximas em torno de 40°C em áreas dos estados do Tocantins, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e em todo o Distrito Federal.
Segundo o Inmet, as altas temperaturas são provocadas a partir da formação de uma massa de ar seco associada à falta de chuva, cenário comum nesta época do ano na área central do Brasil.
Além disso, segundo os especialistas, conforme os dias sem chuva se prolongam, a massa de ar seco se intensifica. A chegada da primavera, na segunda quinzena de setembro, também contribui para as temperaturas elevadas.
A partir de quinta-feira (15), há uma pequena possibilidade de chuva nas localidades mais afetadas pelo calor na área central do país, o que vai amenizar as temperaturas, apesar de permanecer abafado. A chuva age como um termorregulador da atmosfera, já que as nuvens formam uma espécie de barreira do calor.
A Polícia Civil do Pará deteve hoje (12), em caráter preventivo, o contramestre fluvial Marcos de Souza Oliveira, comandante da lancha Dona Lourdes II, que naufragou na quinta-feira (8), em Belém, com um número ainda incerto de passageiros a bordo.
A prisão foi tornada pública pelo governador do Pará, Helder Barbalho, que usou sua conta pessoal no Twitter para informar que, cinco dias após a tragédia, o marítimo foi detido em Ananindeua “graças ao trabalho integrado das forças de segurança do estado”.
Em entrevista à Agência Brasil, o advogado de Oliveira, Dorivaldo Belém, confirmou a prisão. Segundo ele, o contramestre foi detido quando estava prestes a se entregar às autoridades policiais, “conforme combinado anteriormente”.
“Já tínhamos comunicado ao juiz e ao delegado que ele se apresentaria hoje. Ficou combinado que ele faria isso esta manhã, às 10h. Ele veio do interior e estava em uma residência, prestes a se apresentar, mas se sentiu mal e pediu que o prazo fosse estendido até a tarde, no máximo para amanhã (14). A Polícia achou por bem fazer isso [detê-lo] e levá-lo para a delegacia geral, onde ele vai depor”, informou o advogado.
Ontem (11), o advogado disse à Agência Brasil que o contramestre classifica a tragédia como um “acidente causado pela força da natureza”. Segundo Dorivaldo Belém, Oliveira disse que, após o naufrágio, deixou o local onde os sobreviventes se concentravam por medo de ser agredido, e não compareceu antes à delegacia por estar emocionalmente abalado.
Ainda de acordo com o advogado, o contramestre disse que ouviu um forte barulho na parte inferior da lancha pouco antes dela perder o sistema de controle, ficar à deriva e começar a afundar. Oliveira também disse que havia 82 coletes salva-vidas a bordo da Dona Lourdes II, além de quatro boias de apoio que, juntas, serviriam para salvar a mais 60 pessoas a bordo.
Segundo as autoridades marítimas, a lancha tinha capacidade para 82 pessoas, incluindo tripulantes. Até o momento, a Secretaria de Segurança Pública do Pará (Segup) trabalha com a hipótese de que ao menos 89 pessoas estavam a bordo no momento do acidente. Já foram confirmadas as mortes de 22 pessoas e o resgate de 66 sobreviventes. As equipes de buscas continuam à procura de ao menos uma pessoa desaparecida que, segundo parentes, estava na lancha.
De acordo com o advogado do comandante da lancha, Oliveira nega que a embarcação estivesse transportando mais pessoas que sua capacidade, mas reconhece que não tinha autorização para operar no trajeto entre Cachoeira do Arari, no arquipélago de Marajó, e Belém, próximo de onde a embarcação afundou.
“A embarcação está devidamente registrada na Capitania dos Portos e, portanto, estava autorizada a fazer esse tipo de transporte [de passageiros], mas com um detalhe irregular, ela não estava autorizada a operar no trajeto em que houve o acidente”, declarou o advogado à Agência Brasil, admitindo que o cliente já vinha operando no trecho há cerca de 6 meses, enquanto, segundo ele, aguardava a resposta definitiva ao processo em que pediu autorização para trabalhar.
Segundo a Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos do Pará (Arcon), Oliveira passou a usar a Dona Lourdes II após ter outras duas embarcações (Clícia e Expresso) apreendidas por estarem sendo usadas para o transporte irregular de passageiros.
O desfile cívico em comemoração ao aniversário de 105 anos de fundação de Presidente Prudente (SP) contará, nesta quarta-feira (14), com a participação de 73 grupos que integrarão a parada festiva na Avenida Washington Luiz, a partir das 8h30, no Centro da cidade.
A preparação da estrutura para o desfile, com a instalação do palco oficial e de uma arquibancada para 1 mil pessoas, foi iniciada nesta terça-feira (13) e impactou diretamente no fluxo do tráfego de veículos pelo local.
Para a montagem da estrutura, em ambos os sentidos, uma das faixas da Avenida Washington Luiz foi interditada, na altura da Câmara Municipal, onde será montado o palco.
Além disso, parte da Avenida Coronel José Soares Marcondes também foi interditada, no sentido Centro–bairro, impedindo o cruzamento da Avenida Washington Luiz.
Na quarta-feira (14), data do aniversário da cidade e feriado municipal, o trecho da Avenida Washington Luiz que fica entre a Estação Ferroviário e a Rua 15 de Novembro e todos os acessos também estarão interditados no período das 6h30 às 17h.
As linhas de ônibus do transporte coletivo urbano que passam por essas vias sofrerão alterações.
Os pontos afetados serão os seguintes:
Pontilhão do Viaduto Tannel Abbud no sentido Centro
Avenida Brasil x Rua Ulysses Ramos de Castro
Rua Pedro de Oliveira Costa x Rua Dr. José Foz
Avenida Brasil x Rua Barão do Rio Branco
Rua Dr. José Foz x Rua Dr. Gurgel
Rua Siqueira Campos x Rua Dr. Gurgel
Avenida Coronel José Soares Marcondes x Rua Dr. Gurgel
Rua José Dias Cintra x Rua Dr. Gurgel
Rua Ribeiro de Barros x Rua Dr. Gurgel
Avenida Washington Luiz x Rua 15 de Novembro
Rua 15 de Novembro x Avenida Washington Luiz
Rua Jacob Blumer x Rua Coronel Quincas Vieira
Rua Júlio Prestes x Rua Desbravador Ceará
Avenida Coronel José Soares Marcondes x Rua Pedro de Oliveira Costa
Rua Joaquim Nabuco x Rua Pedro de Oliveira Costa
Rua Major Felício Tarabai x Rua Pedro de Oliveira Costa
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Desfile em comemoração ao aniversário de 105 anos de Presidente Prudente (SP) acontece nesta quarta-feira (14) na Avenida Washington Luiz — Foto: Elisângela Lucca/Secom
Desfile em comemoração ao aniversário de 105 anos de Presidente Prudente (SP) acontece nesta quarta-feira (14) na Avenida Washington Luiz — Foto: Elisângela Lucca/Secom
O desfile começará às 8h30, com o hasteamento das bandeiras e a execução do Hino Nacional, que será acompanhado pela Orquestra de Metais e Percussão (OMP3).
O local do palanque para receber as autoridades foi alterado, porém, a dispersão segue mantida até a Rua Júlio Prestes, na altura do Colégio Cristo Rei. O evento será transmitido ao vivo pelas redes sociais da Prefeitura.
Entre os grupos inscritos para participar da parada festiva, estão escolas públicas e privadas, entidades e forças de segurança pública, além de cinco bandas e fanfarras, que serão distribuídas durante o percurso.
Por decisão do Tiro de Guerra, o evento municipal deste ano irá incorporar o desfile alusivo ao Dia da Independência da Brasil, que teve o seu bicentenário celebrado no último dia 7 de setembro.
A organização do desfile espera a participação de três mil pessoas na parada festiva e um público de 10 mil pessoas para acompanhar o evento nesta quarta-feira (14).
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Desfile em comemoração ao aniversário de 105 anos de Presidente Prudente (SP) acontece nesta quarta-feira (14) na Avenida Washington Luiz — Foto: Elisângela Lucca/Secom
Desfile em comemoração ao aniversário de 105 anos de Presidente Prudente (SP) acontece nesta quarta-feira (14) na Avenida Washington Luiz — Foto: Elisângela Lucca/Secom
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Desfile em comemoração ao aniversário de 105 anos de Presidente Prudente (SP) acontece nesta quarta-feira (14) na Avenida Washington Luiz — Foto: Elisângela Lucca/Secom
Desfile em comemoração ao aniversário de 105 anos de Presidente Prudente (SP) acontece nesta quarta-feira (14) na Avenida Washington Luiz — Foto: Elisângela Lucca/Secom
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Desfile em comemoração ao aniversário de 105 anos de Presidente Prudente (SP) acontece nesta quarta-feira (14) na Avenida Washington Luiz — Foto: Elisângela Lucca/Secom
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Desfile em comemoração ao aniversário de 105 anos de Presidente Prudente (SP) acontece nesta quarta-feira (14) na Avenida Washington Luiz — Foto: Elisângela Lucca/Secom
Em 2022, Euclides da Cunha Paulista completa 57 anos de fundação. Marcada pela união, pela hospitalidade e pela simplicidade do seu povo, a história do município começa com o loteamento de terras, quando José Joaquim Mano e Mário Eduardo Ferreira loteiam parte de seus terrenos e os doam para a construção de um Centro Comunitário e uma capela.
Na década de 1960, com a chegada da Companhia Camargo Corrêa, responsável pela construção do “Ramal de Dourados”, da “Estrada de Ferro Sorocabana”, foi montado um acampamento, localizado a 4 mil metros do local da atual cidade, que foi denominada como “Caciporé”, origem da língua Tupi Aruaco e Ianomâmi.
Assim, a oficialização do povoado se deu com a inauguração do “Ramal de Dourados”, em 15 de setembro de 1965, com o novo nome de “Porto Euclides da Cunha”, em homenagem ao escritor carioca, pessoa conhecida e admirada por um dos fundadores, José Joaquim Mano.
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Banhada pelo Rio Paranapanema, Euclides da Cunha Paulista completa 57 anos de fundação — Foto: Cedida
Banhada pelo Rio Paranapanema, Euclides da Cunha Paulista completa 57 anos de fundação — Foto: Cedida
No dia 1º de janeiro de 1993, com a instalação da Câmara Municipal, Euclides da Cunha Paulista passou a ser considerado um município. As primeiras eleições da cidade ocorreram em 3 de outubro de 1992.
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Balneário Beira Rio e a Praça Matriz — Foto: Cedida
Balneário Beira Rio e a Praça Matriz — Foto: Cedida
Cidade pequena, turística e banhada pelo Rio Paranapanema, Euclides tem dois principais pontos turísticos: o belíssimo Balneário Beira Rio e a charmosa Praça Matriz.
A população estimada do município é de 9.600 habitantes.
Euclides da Cunha Paulista completa 57 anos de fundação