Rapaz é assassinado a golpes de facão dentro da Santa Casa de Misericórdia de Santo Anastácio | Presidente Prudente e Região


Um rapaz, de 18 anos, foi assassinado na manhã deste sábado (13) dentro da Santa Casa de Misericórdia de Santo Anastácio (SP).

O suspeito de ter cometido o crime é um homem, de 43 anos, que fugiu e ainda não foi encontrado.

Segundo as informações fornecidas pela Polícia Militar, a vítima foi morta a golpes de facão.

Ainda de acordo com a polícia, os dois envolvidos haviam brigado durante a noite desta sexta-feira (12) e se ferido, mutuamente, com pedaços de madeira.

Ambos foram encaminhados ao hospital e o homem mais velho acabou liberado depois de receber atendimento médico.

No entanto, ele voltou horas depois ao setor de emergências da Santa Casa, onde o rapaz estava internado, e golpeou a vítima até a morte, fugindo em seguida.

Outros pacientes que também estavam sendo atendidos no mesmo local presenciaram o crime.

A Polícia Militar faz buscas para tentar encontrar o autor do homicídio.

Segundo a administração da Santa Casa, a briga começou fora da unidade de saúde, mas eles entraram no hospital e o assassinato ocorreu no setor de urgência e emergência.

Pacientes que tomavam medicação no local, assim como alguns funcionários da unidade de saúde.

A administração do hospital informou ainda que funcionários tentaram separar a briga.

A Polícia Científica foi acionada e realizou a perícia no local do crime.




Fonte: G1

PM Ambiental multa duas pessoas manter jabutis em cativeiro em Dracena

Por Marcos Maia

Da Redação

Nesta sexta-feira ( 12) a Polícia Militar Ambiental ao averiguar denuncias, surpreendeu duas mulheres, uma de 32 anos e a outra de de 43, em dois locais de Dracena, criando animais silvestres da espécie Jabutis em cativeiro, sem autorização.

No primeiro casos os policiais ambientais encontraram seis Jabutis na cozinha da residência e na segunda ocorrência mais sete jabutis ( foto).

Diante das irregularidades constatadas foram elaborados os Autos de Infração Ambiental, um noval de R$ 3.000 e o outro de R$ 3.500.

Segundo a polícia, os animais estavam em boas condições sanitárias e foram soltos em habita natural para continuarem vivendo em liberdade na natureza.

O Jabuti é o quinto animal mais silvestre mais vendido no Brasil, e em geral, é visto como um animal tranquilo e fácil de cuidar e pode viver por cerca de 80 anos e se alimentam de vegetais, frutas e até de outros animais e não tem o habito de comer alface e mante-lo em cativeiro suprimi os comportamentos dele pode causar desnutrição.

As pessoas acham que ter um jabuti é o mesmo que possuir um gato ou um cachorro mas não é verdade e também é bom ressaltar que os jabutis caminham muito.

HOMENAGEM DIA DOS PAIS

Pai é a maior benção na vida de seus filhos e o grande pilar que assenta as famílias. Parabéns a todos os pais pelo seu dia. Homenagem do Roney Multas de Dracena.

Artesanato do Centro-Oeste compõe exposição no Rio


O Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB), localizado na Praça Tiradentes, região central do Rio de Janeiro, oferece ao público a exposição gratuita Casa do Brasil Central, do Cerrado ao Pantanal, que pode ser vista de terça-feira a sábado, das 10h às 17h, até o próximo dia 30 de outubro. Após a visitação, as peças artesanais podem ser adquiridas.

A exposição é promovida pelas unidades do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.

“Os estados e o Distrito Federal se juntaram para fazer uma ocupação, como se fossem um território só, com os biomas do Pantanal e Cerrado”, disse o curador da mostra Renato Imbroisi à Agência Brasil.

Renato Imbroisi decidiu transformar a mostra em uma grande casa cenográfica, montada em uma área de 440 metros quadrados (m²) do CRAB, em cujos cômodos o visitante tem a oportunidade de apreciar as riquezas naturais, objetos artesanais e a culinária típica da região conhecida como Coração do Brasil ou Berço das Águas.

“Cada espaço tem a força de mostrar o artesanato de cada um desses estados, com uma diversidade grande. A gente tem cerâmica, madeira, bordados, trabalhos com fibras, crochê, pintura, escultura. São mais de 200 artesãos”.

A casa

A exposição tem duas entradas. A primeira exibe os monumentos de Brasília, seguindo-se o Pantanal e o Cerrado, ilustrados por esculturas de animais em fibra de vidro, madeira, barro e produto reciclado. A partir dessa área, o público entra em uma varanda, decorada por redes cuiabanas bordadas, além de objetos de mestres artesãos tradicionais dos estados do Centro-Oeste.

De acordo com Imbroisi, a ideia é também gerar negócios para os artesãos participantes da exposição. “É uma vitrine de oportunidades. A exposição inteira está à venda.”

Na varanda, são encontradas também peças indígenas, principalmente de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

No quarto, uma projeção na cama oferece ao visitante animações em cima de vários tipos de bordados. Há também painéis com flores do Cerrado, em fotos dos profissionais Lena Trindade e Lucas Moura, feitas para a mostra.

Na cozinha, estão expostos vários utensílios, desde panelas de barro, panos de prato, jogos americanos, até frutos do Cerrado. A sala de jantar expõe cavalhadas de Goiás, esculturas de cenas do cotidiano da região, ilustrando a lida no campo, utensílios de vaqueiros, animais, além de uma parte religiosa com terços de sementes de buriti. No fundo, ouve-se uma trilha sonora de conversas dos artesãos trocando receitas e falando de seus trabalhos.

O banheiro representa as águas cristalinas. Há uma série de projeções de filmes dos rios, cachoeiras, das águas correntes da região. Na sala de estar, um painel gigante de madeira esculpida retrata boiadeiros que atravessam o Pantanal levando gado. No corredor, aparece em tamanho real a maioria dos artesãos com sua obra na mão e, em frente a eles, há paisagens do Cerrado e do Pantanal e dos animais desses biomas.

A segunda entrada exibe uma quantidade grande de ipês feitos de troncos de árvores, com flores e pássaros esculpidos em madeira.

Diversificação

Casa do Brasil Central, do Cerrado ao Pantanal

Casa do Brasil Central, do Cerrado ao Pantanal – Divulgação CRAB Sebrae

O diretor de Desenvolvimento do Sebrae Rio, Sergio Malta, destacou que esta é uma das maiores e mais diversificadas mostras de artesanato brasileiro já expostas no CRAB.

“Queremos, com isso, não só contribuir para essa arte popular e para a cultura do país, como também gerar renda para o artesão do Centro-Oeste, região que ocupa 19% do território nacional”.

Programa Ocupação

Criado em março de 2016, em um prédio histórico da Praça Tiradentes, no Rio de Janeiro, o CRAB está, atualmente, conectado com todo o país para reposicionar e qualificar estrategicamente os produtos feitos à mão no Brasil e capacitar os agentes da sua cadeia produtiva.

O primeiro passo para reforçar essa conexão foi a criação do Programa Ocupação: um convite para que as áreas de artesanato de todas as unidades do Sebrae ocupassem o espaço do CRAB com mostras temporárias todos os anos, apresentando ao público o que há de mais significativo e relevante na produção de cada estado.

De acordo com a gerente do CRAB, Ana Paula Moura, a ideia é “vestir” o CRAB com todas as riquezas existentes no Brasil.

A mostra de artesanato organizada pelo Sebrae Pará, chamada Círio de Cores e Sabores, inaugurou o projeto Ocupação do CRAB, em setembro do ano passado.




Fonte: Agência Brasil

Operação fiscaliza postos do Distrito Federal


Uma operação de fiscalização a postos de combustível no Distrito Federal terminou nesta sexta-feira(12) com a interdição de 28 bombas e 38 bicos de abastecimento, no período de três dias, informou o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Coordenada pela pasta, a operação Petróleo Real ocorre com a participação de mais nove instituições.  As inspeções abordaram itens que iam desde a qualidade do combustível até o cometimento de possíveis crimes contra a ordem econômica, como por exemplo a formação de cartel.

Ao todo, foram fiscalizados 93 postos e 597 bombas de abastecimento, resultando em 136 autuações. As principais ocorrências foram a falta de transparência e publicidade dos preços e a chamada “bomba baixa”, quando o combustível é entregue ao tanque do consumidor em menor quantidade do que o mostrado no visor da bomba.

Também foram apreendidos lacres fraudados, com furos que permitiam a reutilização irregular. No caso dos bicos interditados, o maior problema foi o vazamento de combustível mesmo com a bomba fechada.

De acordo com o MJSP, após essa primeira fase no DF, a operação deverá ser expandida para outras unidades da Federação em “data posterior”, disse a pasta em nota, sem dar mais detalhes.




Fonte: Agência Brasil

Costa fluminense é corredor migratório de baleias-jubarte


Mais de 60 baleias-jubarte foram avistadas na costa fluminense, nos últimos dois meses. O litoral do Rio de Janeiro é um corredor migratório, por onde passam anualmente animais dessa espécie, nos meses de junho e julho. Elas vêm da Antártica em direção às áreas de reprodução e cria de filhotes, no Nordeste brasileiro.

O corredor migratório tornou-se objeto de estudo, desde o ano passado, do Projeto Ilhas do Rio, que já monitora os cetáceos há mais de uma década, na região do Monumento Natural das Ilhas Cagarras (Mona Cagarras) e em seu entorno.

Segundo a coordenadora de pesquisa dos cetáceos do Projeto Ilhas do Rio, Liliane Lodi, o número de ocorrências dessas baleias no Rio de Janeiro vem aumentando ano após ano.

“É uma tendência, porque a população de baleias-jubarte em todo o hemisfério sul está crescendo. Isso tem sido observado no Brasil e na Austrália, com o fim da caça comercial. A população está voltando a se recuperar e o número de baleias tem aumentado”.

Filhote

As expedições realizadas em alto mar pela equipe conduzida pelo Instituto Mar Adentro registram a fila de jubartes rumo à Região Nordeste e confirmam a presença da espécie no litoral carioca.

Nas últimas semanas, para surpresa da coordenadora Liliane Lodi, foi feito um registro inédito na área do Mona Cagarras: uma jubarte com um filhote recém-nascido, que recebeu o nome de Heloisa, em homenagem à Garota de Ipanema, Heloisa Pinheiro.

De acordo com Liliane, não é possível identificar o sexo dos filhotes e, por esse motivo, o nome escolhido pelos pesquisadores é uma mera brincadeira: “é uma brincadeira que os pesquisadores fazem para batizar os animais”.

Liliane destacou que o nascimento de uma jubarte em águas cariocas é um indicativo de que a costa fluminense pode vir a ser uma área de reprodução e cria dessa espécie de cetáceos, assim como Abrolhos, na Bahia.

baleias-jubarte

Baleias-jubarte na costa fluminense – Bia Hetzel/Projeto Ilhas do Rio

Interação com golfilhos

O “corredor migratório” ainda é pouco estudado no Brasil. Nas saídas de campo de 2022, os pesquisadores avistaram, por 28 vezes, grupos de até sete animais. Em uma das saídas, observou-se um grupo com sete baleias-jubarte em associação com 30 golfinhos do tipo flíper interagindo pacificamente.

O mesmo aconteceu em 2021, quando 400 golfinhos foram vistos junto às jubartes. “Mesmo após tantos anos de pesquisa, é sempre uma emoção muito forte avistar esses animais. É como se fosse sempre a primeira vez”, salientou Liliane.

As análises das fotos mostraram que 18 indivíduos foram identificados individualmente este ano, através de marcas naturais. O padrão de coloração branco e preto da região inferior da nadadeira caudal é único para cada indivíduo e funciona como uma impressão digital ou código de barras. “Dessa forma, pode-se traçar o histórico de vida desses animais”, comentou a pesquisadora.

Continuidade

Os pesquisadores vão continuar monitorando as jubartes, porque as pesquisas com esses animais são de longo prazo.

“Vai ter continuidade no monitoramento do corredor, em 2023, porque são pesquisas de muito longo prazo. A gente precisa de muitos anos para ter resultados, para ver se o número tem aumentado, se elas continuam passando pela área ou não. Isso precisa ser monitorado ao longo dos anos”.

Os pesquisadores desconhecem o local por onde as baleias retornam das áreas de reprodução e cria em direção à Antártica. “A gente só conhece quando elas estão subindo. Quando elas estão voltando, provavelmente, o fazem por áreas muito oceânicas e muito afastadas da costa, que não envolvem a nossa área de pesquisa”. Não há registros desses cetáceos descendo do Nordeste brasileiro.

Estudo

Há 10 anos, os pesquisadores do projeto monitoram os padrões de ocorrência, distribuição, comportamento e movimentos dos cetáceos. O estudo já registrou a ocorrência de seis espécies de cetáceos: baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae), baleia-de-bryde (Balaenoptera brydei), baleia-franca-austral (Eubalaena australis), orca (Orcinus orca), golfinho-de-dentes-rugosos (Steno bredanensis) e golfinho-fliper (Tursiops truncatus).

Todas essas espécies se encontram no litoral carioca, especialmente no Mona Cagarras e na área compreendida entre a barra da Baía de Guanabara, praias da zona sul, suas ilhas e adjacências.

Essa região é reconhecida pela aliança internacional Mission Blue como um Hope Spot (ponto de esperança). Significa uma extensão com grande abundância e diversidade de espécies, habitats ou ecossistemas, com populações raras, ameaçadas ou endêmicas que carecem de proteção, pois constitui uma área crítica para a saúde dos oceanos.




Fonte: Agência Brasil

PF apreende quase 1 tonelada de maconha às margens do Rio Paraná


Durante uma ação realizada pela Polícia Federal (PF), após patrulhamento aéreo sobre o Parque Nacional da Ilha Grande, os agentes identificaram uma movimentação suspeita de indivíduos em uma trilha aberta dentro do parque.

Ao se aproximar do grupo, para uma abordagem sobre possível crime ambiental dentro da área de preservação ambiental, os suspeitos empreenderam fuga por entre uma mata ciliar.

Ao fugir, os suspeitos abandonaram às margens do Rio Paraná 41 fardos de maconha, totalizando 826 quilos. Toda a droga apreendida foi encaminhada para a Delegacia da Polícia Federal, em Guaíra.




Fonte: Agência Brasil

Mega-Sena deste sábado paga prêmio de R$ 27 milhões


O Concurso 2.510 da Mega-Sena, que será sorteado hoje (13) à noite em São Paulo, pagará o prêmio de R$ 27 milhões a quem acertar as seis dezenas. O sorteio será às 20h no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê.

O último concurso, quarta-feira (10), não teve acertadores das seis dezenas, e o prêmio acumulou. A quina teve 47 ganhadores e a quadra, 2.560.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

Os sorteios da Mega-Sena são realizados duas vezes por semana, às quartas e aos sábados. Para adequar o número do concurso da Mega da Virada, que deve ter final 0 ou 5, foram criadas as Mega-Semanas que são exclusividade da Mega-Sena. Os sorteios ocorrem em datas predeterminadas ao longo do ano. Na ocasião são realizados três concursos semanais, às terças, quintas e sábados.




Fonte: Agência Brasil

Novo imortal da ABL produzirá edições revisadas de grandes clássicos


O escritor, professor e economista Eduardo Giannetti da Fonseca tomou posse hoje (12), na cadeira de número 2 da Academia Brasileira de Letras (ABL), sucedendo ao filósofo e professor Tarcísio Padilha, falecido no dia 9 de setembro do ano passado. Os ocupantes anteriores da cadeira 2 foram Coelho Neto (fundador), João Neves da Fontoura, João Guimarães Rosa e Mário Palmério. 

Giannetti é referência em temas como ética e filosofia. É autor de diversos livros e artigos, sendo alguns deles traduzidos para outros idiomas. Venceu duas vezes do Prêmio Jabuti: a primeira vez, em 1994, por “Vícios privados, benefícios públicos?” e a segunda, em 1995, pelo livro “As partes & o todo”. Foi vencedor do prêmio Economista do Ano, pela Ordem dos Economistas de São Paulo, em 2004.

No discurso de posse, Gianetti disse que “temos deveres e responsabilidades com os que nos precederam e, não menos, com os que vêm depois de nós. Se a memória é a correia de transmissão do espírito entre o passado e o presente, a imaginação criadora é a ponte capaz de nos conduzir ao futuro. Eis a imortalidade que importa.”

Em entrevista antes da posse, Giannetti disse à Agência Brasil que pretende atuar, principalmente, na parte editorial da ABL. “Eu quero ajudar a ABL a produzir edições acadêmicas e comentadas de grandes clássicos brasileiros. Este é o meu projeto”.

O novo acadêmico comentou que muitos autores e obras importantes brasileiras não estão disponíveis hoje em catálogo ou em edições que “façam justiça à importância destas obras para a cultura nacional”. Eduardo Giannetti não quis mencionar, porém, nenhum autor ou obra específicos.

O autor afirmou que existe um déficit na bibliografia brasileira de edições cuidadosas, críticas e comentadas de livros que são primordiais na história cultural e literária. Estão, neste caso, autores da literatura, filosofia e poesia, mencionou.

Estudioso de cultura europeia, Giannetti observa que entre os autores ingleses, por exemplo, existem obras muito cuidadosas, que tornaram-se referenciais. “Todos os estudiosos se reportam à mesma edição, que é canônica. Acho que, no Brasil, a gente ainda vai ter que construir isso”.

Biografia

Eduardo Gianetti nasceu em Belo Horizonte, no dia 23 de fevereiro de 1957. É economista, professor, autor e palestrante formado na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) e em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), ambas da Universidade de São Paulo (USP). Possui doutorado em Economia pela Universidade de Cambridge (1987). Atualmente é professor da Ibmec Educacional. Foi também professor de economia do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), da FEA-USP (1988-1999) e da Universidade de Cambridge (1984-1987).




Fonte: Agência Brasil

Novo diretor da Anvisa toma posse nesta sexta-feira


O novo diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Daniel Meirelles Fernandes Pereira, tomou posse nesta sexta-feira (12).

Até ontem (11), Fernandes Pereira ocupava o cargo de secretário-executivo do Ministério da Saúde. O mandato no cargo de diretor da Anvisa tem duração prevista até 24 de julho de 2027.

Pereira passa a ocupar a vaga deixada pela ex-diretora Cristiane Rose Jourdan Gomes. A Anvisa é dirigida por uma diretoria colegiada composta por cinco integrantes.

Por lei, os mandatos na agência reguladora têm duração de cinco anos. Os diretores da Anvisa são escolhidos mediante indicação do Presidente da República e passam por sabatina na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado e aprovação no plenário.




Fonte: Agência Brasil