Com clássicos da música caipira, show convida público a relembrar sons que marcaram gerações, em Presidente Prudente




Apresentação gratuita será neste sábado (14), às 16h, no Jardim das Rosas. Show será neste sábado (14), em Presidente Prudente (SP)
Divulgação
Com clássicos da música caipira, as irmãs Flor Maria e Giordanny Talita apresentam o show “Colcha de Retalho”, na tarde deste sábado (14), no Sesc Thermas, em Presidente Prudente (SP).
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A iniciativa reúne versões emocionantes de sons como “Tristeza do Jeca”, “Cuitelinho”, “Romaria” e a faixa que dá nome ao show.
A ideia do formato do show surgiu após o falecimento da avó materna das artistas, que teve forte influência na formação musical das duas, ao cantar e ouvir essas canções com as netas.
“Acreditamos que o afeto por meio da música pode transformar. Esperamos que o público se sinta tocado e saia modificado”, afirmou a cantora Flor Maria.
Ainda, a apresentação é uma homenagem afetiva às raízes familiares, à avó das cantoras, à força da mulher na cultura caipira e levanta reflexões sobre o machismo e a diversidade na música regional.
Show será neste sábado (14), em Presidente Prudente (SP)
Divulgação
Serviço 📍
O show gratuito será às 16 horas na Área de Convivência do Sesc Thermas.
O Sesc fica localizado na rua Rua Alberto Peters, nº111, no Jardim das Rosas.
O telefone para mais informações é o (18) 3226-0400.

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Fonte: G1

Com recheio de creme de avelã, massa crocante e gotas de chocolate, aprenda a preparar Torta Cookie




Doceira Danielle Cristine Rodrigues, de Presidente Prudente (SP) ensina o passo a passo. Com massa crocante e recheio de chocolate, aprenda Torta Cookie
Cláudio Ferreira / TV Fronteira
Com uma massa recheada de chocolate, crocante e que surpreende pelo sabor, a doceira Danielle Cristine Rodrigues Simão, de Presidente Prudente (SP), ensina a receita de Torta Cookie.
Veja os ingredientes e o modo de preparo abaixo!
Com massa crocante e recheio de chocolate, aprenda Torta Cookie
Cláudio Ferreira / TV Fronteira
Ingredientes
150g de manteiga
100g de açúcar de confeiteiro
100g de açúcar mascavo
100g de leite em pó
380g de farinha de trigo
10g de fermento em pó
2 ovos
750g de creme de avelã
150g de gotas de chocolate
Com massa crocante e recheio de chocolate, aprenda Torta Cookie
Cláudio Ferreira / TV Fronteira
Modo de Preparo
Para a massa, retire a manteiga da geladeira cerca de 30 minutos antes para que ela fique no ponto cremoso.
Em uma tigela, coloque a manteiga, o açúcar de confeiteiro, o açúcar mascavo e misture.
A cada ingrediente adicionado na receita, misture bem.
Coloque o leite em pó, os ovos, a farinha de trigo e o fermento.
Mexa a massa e, por fim, coloque as gotas de chocolate.
Em uma fôrma de fundo removível, pegue uma parte da massa, abra, e coloque aos poucos.
Faça toda a base da torta com a massa, incluindo as bordas, e coloque o creme de avelã.
Abra novamente a massa restante, coloque em cima do creme de avelã e finalize a montagem da torta com as gotas de chocolate.
Leve a fôrma ao freezer por cerca de 30 minutos.
Retire a torta e, com o forno pré aquecido, coloque a fôrma a 180ºC no fogão por 30 minutos.
Sirva a torta e aproveite!
Com massa crocante e recheio de chocolate, aprenda Torta Cookie
Cláudio Ferreira / TV Fronteira
Com massa crocante e recheio de chocolate, aprenda Torta Cookie
Cláudio Ferreira / TV Fronteira

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Fonte: G1

Inscrições para concurso da Polícia Federal são prorrogadas até dia 17


A Polícia Federal prorrogou para as 18 horas de terça-feira (17) o prazo de inscrições para o concurso público destinado ao preenchimento de mil vagas em cargos de delegado, perito criminal, escrivão, agente e papiloscopista. Inicialmente, o prazo terminaria nesta sexta-feira (13). 

Os interessados devem se inscrever exclusivamente no site oficial da banca organizadora, o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe).

Taxa de inscrição

A taxa de inscrição varia conforme o cargo disputado. Para disputar as vagas de delegado e de perito criminal da Polícia Federal, o valor é de R$ 250.

Para cargos de escrivão, agente e papiloscopista a taxa é de R$ 180.

A data final para o pagamento da taxa de inscrição foi mantida em 20 de junho.

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Para solicitar a inscrição, o candidato deverá informar o número do seu Cadastro de Pessoa Física (CPF) e enviar, via upload, sua fotografia individual, tirada nos últimos seis meses anteriores, em que necessariamente apareça a sua cabeça descoberta e seus ombros.

Os candidatos deverão verificar, no endereço eletrônico, das 10 horas de 18 de junho às 18 horas de 19 de junho de 2025 (horário oficial de Brasília/DF), se a foto encaminhada obedeceu rigorosamente às instruções do edital.

Caso não tenha sido reconhecida, o candidato deverá fazer novo envio de uma nova foto que atenda às determinações do edital, no período acima.

Vagas

As oportunidades da Polícia Federal estão distribuídas da seguinte forma: 120 vagas para delegados, 69 para peritos criminais, 630 para agentes, 160 para escrivães e 21 para papiloscopistas.

O concurso exige dos candidatos curso superior e oferece salários iniciais que variam de R$ 14.164 a R$ 26,8 mil.

A jornada de trabalho é de 40 horas semanais para todos os cargos do certame.

Cotas

Para concorrer às vagas reservadas a pessoas negras, o candidato deverá, no ato da inscrição, optar por concorrer às vagas reservadas às pessoas negras (20% para cada cargo ou área) e se autodeclarar negro, conforme quesito cor ou raça adotado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os candidatos que se autodeclararem negros (pretos ou pardos) passarão pelo procedimento de heteroidentificação, realizado por uma comissão, para verificar a identidade racial autodeclara pelo candidato.

O edital também reserva 5% do total das vagas para cada cargo do processo seletivo a pessoas com deficiência (PCD).

Para concorrer a uma dessas vagas, o candidato deverá assinalar a opção no ato da inscrição e enviar imagem legível de laudo caracterizador de deficiência emitido por profissional de saúde que atue na área da deficiência do candidato.

O laudo deve ter sido emitido, no máximo, nos 36 meses anteriores ao último dia de inscrição (17 de junho).

O candidato com a inscrição aprovada será convocado para passar pela avaliação biopsicossocial promovida por equipe multiprofissional do Cebraspe.

O candidato com deficiência poderá requerer atendimento especializado no ato da inscrição tanto para o dia em que fará as provas, bem como para as demais fases do concurso, devendo indicar as condições que necessita.

Provas

As provas objetivas e discursivas de caráter eliminatório e classificatório estão previstas para 27 de julho e serão aplicadas em todas as capitais e no Distrito Federal.

Os detalhes completos sobre os cargos, requisitos e etapas do processo seletivo estão disponíveis no edital publicado em 20 de maio.




Fonte: Agência Brasil

Escritório de advocacia é furtado na Rua Siqueira Campos, em Presidente Prudente | Presidente Prudente e Região


De acordo com o Boletim de Ocorrência, a vítima, de 48 anos, relatou que, por volta das 2h, estava em sua residência quando o alarme do escritório soou em seu aparelho celular, motivo pelo qual se dirigiu ao local e constatou que a porta frontal estava arrombada e que seu notebook havia sido furtado.




Fonte: G1

Preservar a Amazônia é questão de segurança nacional, diz especialista


A Amazônia é, historicamente, alvo de cobiça e interesse de estrangeiros. Europeus invadiram a região durante os séculos de colonização. Autoridades dos Estados Unidos cogitaram o mesmo em meados do século 19. No fim dos anos 1990, empresas japonesas chegaram a registrar patente do cupuaçu, fruto típico amazônico. Um caso de biopirataria.

Especialista em defesa e segurança nacional, Mariana Plum não nega esse histórico de ameaças externas. Mas entende que o foco quase exclusivo do Estado nelas ofuscou as crescentes ameaças internas à biodiversidade, aos povos e aos conhecimentos da região.

“Há inseguranças na Amazônia que afetam profundamente a nossa soberania e a de quem vive nela. Narcotráfico, tráfico ilegal, desmatamento, pesca ilegal e crime organizado transnacional. Esses são apenas alguns exemplos”, analisa a especialista.

“Facções criminosas vêm se alastrando de maneira assustadora. Crimes contra a floresta e infrações ambientais cresceram mais de 50% no último ano. A devastação da Amazônia está andando de mãos dadas com a criminalidade. Crimes que não geram nenhuma riqueza, não trazem desenvolvimento e não geram emprego”, complementa.

Mariana conversou com a reportagem da Agência Brasil no Theatro da Paz, em Belém, onde se apresentou no TEDxAmazônia 2025. As falas acima fizeram parte da palestra. O evento reuniu lideranças indígenas, pesquisadores, ativistas ambientais e artistas, que apresentaram reflexões sobre emergência climática e defesa da floresta.

Ela é diretora-executiva do Centro de Soberania e Clima, uma instituição de pesquisa que defende a Amazônia como tema central da política de segurança nacional. Tem no currículo trabalhos no Ministério da Defesa, no exército e na Escola Superior de Guerra.

Na entrevista, ela reforçou a necessidade de atuação integrada entre governos, instituições militares e sociedade civil na Amazônia. O argumento central é de que a floresta deve ser tratada como uma infraestrutura essencial à segurança nacional, que presta serviços indispensáveis à vida, como regulação climática, segurança hídrica, produção de alimentos e equilíbrio ecossistêmico.

“O que está em risco não é somente a floresta, é a capacidade do Estado de repetir os fundamentos constitucionais mais básicos de cidadania e dignidade humana. Todos esses dependentes do primeiro fundamento constitucional: a soberania. Onde o Estado não chega, o crime ocupa. E onde o crime se instala, a floresta, as pessoas e o futuro ficam sob ameaça”, disse Mariana.

Agência Brasil: Durante a palestra, você citou que um dos problemas na preservação e defesa da Amazônia é a atuação fragmentada de órgãos e profissionais responsáveis. O que seria exatamente essa fragmentação?

Mariana Plum: Usei o termo no sentido de que a gente precisa colocar todas as organizações que têm um papel na região para trabalhar de maneira conjunta. E isso significa estabelecer um plano nacional para a Amazônia, para que todos consigam estar na mesma página e trabalhar em prol dos mesmos objetivos. Quando a gente não tem um plano nacional para a região, acaba que cada ator vai fazendo aquilo que considera mais importante. Nesse processo de falta de escuta e de conversa, em vez de você caminhar para o mesmo objetivo, os caminhos seguem separados e essa não é a opção mais eficiente para resolver as questões na região.

Agência Brasil: E quem são esses atores principais na Amazônia?

Mariana Plum: A gente tem que falar primeiro do governo federal, dos diferentes governos estaduais e municipais que precisam estar todos articulados. Mas também da sociedade civil, porque ela é muito importante, porque ela também é capaz de ver e propor soluções que os tomadores de decisão muitas vezes não conseguem. Falamos também da academia, das universidades, que fazem pesquisas profundas embasadas em ciência, em metodologias que podem contribuir para formulação de políticas públicas. E a gente precisa dos indivíduos, de quem está na floresta, porque são eles que sentem e vivem diretamente o que acontece ali.

Então, não é possível a gente fazer uma política sem incluir as vozes locais, entender diferenças e complexidades da região pelos olhos deles. Só assim para implementar políticas públicas que façam sentido, não sejam desconectadas da realidade, não sejam perda de vida, de dinheiro e de tempo.

Agência Brasil: Você também citou as Forças Armadas como protagonistas importantes nesse processo, principalmente em questões de defesa do território.

Mariana Plum: A gente normalmente não olha para as Forças Armadas como tendo um papel na preservação e proteção ambiental. Claro, o papel principal delas é proteger o nosso território, proteger de ameaças externas. Mas elas estão na Amazônia há tanto tempo, há tantos anos que essa parte de preservação ambiental já faz parte do dia a dia das Forças Armadas. Então, isso é uma coisa que a gente, quando criou o Centro de Soberania Climática, pensou: como é que a gente pode resolver os problemas da Amazônia sem incluir as Forças Armadas nessa tarefa? Infelizmente, o que a gente vê no Brasil hoje são divergências, polarizações. Temos que resgatar o que a gente sempre teve, que é a capacidade de dialogar criticamente mesmo com as divergências, porque a gente só cresce a partir dessas divergências.

A partir dessas diferentes percepções, construir convergências que façam a gente avançar no nosso propósito mais importante, que é preservar a Amazônia, garantir que as populações que vivem ali sejam respeitadas, tenham direitos humanos, cidadania, oportunidades e consigam crescer e acompanhar o desenvolvimento sustentável.


O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, e os chefes de missões diplomáticas à Amazônia Oriental, fazem sobrevoo sobre a Floresta Nacional de Carajás e visita à mineradora Vale.
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, e os chefes de missões diplomáticas à Amazônia Oriental, fazem sobrevoo sobre a Floresta Nacional de Carajás e visita à mineradora Vale.

Mariana diz que a floresta deve ser tratada como infraestrutura essencial à segurança nacional – Foto – Agência Brasil

Agência Brasil: E como integrar e reforçar essa atuação das Forças Armadas na Amazônia em um momento tão crítico para a instituição? Há uma crise de imagem e de confiança depois da tentativa recente de golpe de Estado, que teve participação de lideranças militares da ativa e da reserva.

Mariana Plum: Essa questão está relacionada com o próprio tema do TEDxAmazônia 2025, que fala sobre resgate. É tentar resgatar mesmo as boas ações que são feitas com diferentes atores, o que inclui as Forças Armadas. Tentar focar no que é positivo.

Sem esquecer as coisas ruins, porque a gente aprende a partir do que é ruim, mas também focar naquilo que é positivo. Podemos crescer a partir das boas ações que já existem ali lideradas pelos militares. Mas para isso, a gente precisa voltar a conversar, a ter diálogo.

Agência Brasil: A COP 30 pode ajudar a ampliar essa percepção de que é preciso ter mais investimentos na Amazônia nesse setor de defesa?

Mariana Plum: Sem dúvida. Ano passado, a gente teve exemplos muito contundentes de como não se pode prescindir da participação das Forças Armadas em relação aos efeitos que a mudança do clima traz para o nosso país.

Vimos o que aconteceu no Rio Grande do Sul, as queimadas no Pantanal, a seca na Amazônia. Em todos esses exemplos, as Forças Armadas foram uma presença essencial, porque elas têm meios, porque elas têm capilaridade, porque elas têm um número grande de pessoas. A missão principal das Forças Armadas é proteger o país contra ameaças externas. Mas elas também têm um papel secundário, que tem se mostrado cada vez mais relevante de atuar nas questões climáticas e ambientais.

Então, precisamos incluí-las na conversa, até para que consigam se organizar melhor em conjunto com os outros atores, em conjunto com a defesa civil, que, no caso de desastres, é quem tem a liderança no processo.

*A equipe de reportagem da Agência Brasil viajou a convite da Motiva, umas das principais apoiadoras do TEDXAmazônia.




Fonte: Agência Brasil

Sedepp passa a funcionar em novo endereço a partir de segunda-feira, em Presidente Prudente | Presidente Prudente e Região


Conforme a Prefeitura de Presidente Prudente, a mudança de sede foi iniciada faz parte de uma estratégia da gestão, para reduzir custos com locação, além de oferecer um endereço mais central e acessível para a população e para os empreendedores que buscam os serviços da Sedepp.




Fonte: G1

Polícia fecha duas fábricas clandestinas de cosméticos no Rio


Agentes da Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Propriedade Imaterial fecharam duas fábricas clandestinas de cosméticos em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, que vendiam produtos falsificados. Mais de 20 toneladas de cosméticos   foram apreendidas na ação.

A operação retirou de circulação duas linhas de produção em pleno funcionamento, que fabricavam e comercializavam produtos falsificados de marcas renomadas que eram distribuídas para vários estados do país.

As equipes encontraram grande quantidade de embalagens e rótulos, além de produtos químicos utilizados na produção das substâncias que eram posteriormente envasadas. Os dois locais foram periciados pela polícia técnica e interditados.

Em um desdobramento da ação, os agentes apreenderam um caminhão carregado de cosméticos falsificados que seriam revendidos por meio de plataformas online.




Fonte: Agência Brasil

Mega-Sena acumula novamente e prêmio vai para 100 milhões


Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.875 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (12). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 100 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados foram: 06 – 15 – 31 – 38 – 40 – 49

  • 61 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 77.957,21 cada
  • 4.656 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.459,06 cada

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Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de sábado (14), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 5.





Fonte: Agência Brasil

INSS: Justiça bloqueia R$ 2,8 bi de envolvidos em descontos ilegais


A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta quinta-feira (12) que a Justiça Federal em Brasília bloqueou R$ 2,8 bilhões em bens de entidades, empresas e investigados envolvidos nas fraudes em descontos irregulares nos benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

De acordo com a AGU, os bloqueios foram deferidos nas 15 ações protocoladas pelo órgão para garantir o ressarcimento dos beneficiários.

Os valores bloqueados envolvem 12 entidades associativas e seus dirigentes, seis empresas de consultoria, dois escritórios de advocacia e três empresas.

As fraudes são investigadas na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que apura um esquema nacional de descontos de mensalidades associativas não autorizadas, entre 2019 e 2024.

As ações judiciais fazem parte do trabalho do grupo especial montado pela AGU para buscar a recuperação do dinheiro descontado irregularmente dos aposentados.

Crédito extra

Mais cedo, a AGU pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para que o governo federal abra crédito extraordinário no orçamento para viabilizar o ressarcimento dos descontos irregulares.

O órgão também quer que os valores que serão usados na devolução não entrem no teto de gastos da União para os anos de 2025 e 2026.




Fonte: Agência Brasil

Municípios devem regulamentar serviço de mototáxi em SP, diz proposta 


A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) aprovou um projeto de lei determinando que a utilização de motocicletas na prestação do serviço de transporte individual privado deverá ser condicionada à aprovação e regulamentação dos municípios. Para se transformar em lei, o texto ainda terá de ser sancionado pelo governador Tarcísio de Freitas.

A aprovação do projeto de lei (PL) 7/2025 ocorreu nesta quarta-feira (11) pelo plenário da Alesp. De autoria dos parlamentares Fábio Faria de Sá (Podemos), André Bueno (PL), Rogério Santos (MDB), Itamar Borges (MDB) e Carla Morando (PSDB), o texto prevê que o transporte por motos, geralmente intermediado por aplicativos, obedeça a regulamentação a ser criada por cada município, com a cobrança de tributos municipais, contratação de seguro para passageiros e inscrição do motociclista como contribuinte do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

“No Estado de São Paulo, a utilização de motocicletas para a prestação do serviço de transporte individual privado remunerado de passageiros fica condicionada à autorização e regulamentação dos municípios”, diz o projeto.

A proposta, no entanto, faculta aos municípios a decisão de regulamentar e autorizar o serviço, de acordo com o interesse local e as peculiaridades de cada um. 

“Na mobilidade urbana, este projeto é uma novidade e uma correção para a legislação federal dos aplicativos, que não fala sobre a categoria das motos. Nosso projeto de lei fala justamente sobre isso”, disse um dos autores do projeto, Fábio Faria de Sá (Podemos).




Fonte: Agência Brasil