A 5ª Batatec acontece no IBC em Prudente | Inovação que vem da nossa Terra


A quinta edição da BATATEC acontecerá no prestigiado Centro de Eventos IBC, situado na Rua Orlando Ulian, 153 – Vila Furquim, em Presidente Prudente-SP. Com uma área coberta de 5.000 mts² o local tem uma estrutura imponente para receber grandes eventos como este e garantir uma experiência completa e enriquecedora para todos os participantes.






Fonte: G1

A maior feira da Batata-doce do Brasil | Inovação que vem da nossa Terra


Além das exposições e painéis técnicos, a APROBARPP oferecerá um restaurante com mais de 10 pratos exclusivos de batata-doce, uma série de opções gastronômicas e cervejas artesanais que serão oferecidas pelos Food Trucks em parceria com a FEAPP. E como entretenimento para o público em geral, haverá atrações musicais gratuitas, feira de artesanato, loja de souvenirs e 2ª Corrida de Rua com percurso de 5k. Este evento é uma plataforma que conecta o campo e a cidade, trazendo para os produtores, empresários, entusiastas do agronegócio novas tecnologias e oportunidades de negócios.




Fonte: G1

Batatec 2024: Maior Feira de Batata-Doce do Brasil Traz Novidades a Prudente | Inovação que vem da nossa Terra


A 5ª Feira Tecnológica da Batata-doce de Presidente Prudente e Região está marcada para os dias 18, 19, 20 e 21 de julho de 2024. O local escolhido é o espaço de eventos do IBC, que oferece uma estrutura de ponta em um ambiente de 5.000 m², especialmente revitalizado para receber grandes eventos como a Batatec. O evento contará com a presença de renomadas empresas e instituições do setor, incluindo o D. Carvalho Revendedor John Deere, Banco Sicredi, Cooperativa Agrícola Sul Brasil, CAMDA, Coopermota e Ottoboni Revendedor New Holland.






Fonte: G1

Tradicional sobremesa de festas juninas, Maçã do Amor tem preparo simples e com truques




A doceira Ana Lara Gouveia Coelho dá dicas de como acertar a receita. Tradicional nas festas juninas, Maçã do Amor tem modo de preparo rápido
Aline Costa/TV Fronteira
O mês de junho é conhecido pelas tradicionais festas juninas e suas comidas típicas. Uma delas é a Maçã do Amor, que possui um modo de preparo simples. A doceira Ana Lara Gouveia Coelho, de Presidente Prudente (SP), ensina a prepará-la e traz algumas dicas 🍎💓.
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Ingredientes
5 maçãs fuji
5 ⁠palitos de sorvete
2 xícaras de açúcar refinado
1 xícara de água
1 colher (sopa) de glucose
⁠1 colher (café) de corante
2 colheres(sopa) de vinagre de álcool
Modo de preparo
Espete os palitos nas maçãs e reserve. Em uma panela alta para facilitar o preparo, coloque todos os ingredientes antes de levar ao fogo e mexa.
Molhe a colher antes de pegar a glucose do recipiente para facilitar o processo e aproveitar toda a quantidade. Segundo a confeiteira, a glucose é importante na receita pois vai evitar que o caramelo derreta e fique ‘grudento’.
Em fogo médio ou alto, coloque a panela e não mexa por cerca de 15 minutos. Desligue o fogo quando a calda estiver fervendo e aparecer bolhas pequenas.
Para saber se está pronta, pingue algumas gotas da calda em um recipiente com água gelada. Pegue as bolinhas que formaram na água e jogue em uma superfície ou forma de alumínio. Caso faça barulho de vidro, está pronta. Espere a calda esfriar um pouco até que desapareçam as bolhas e ela fique com aspecto liso.
Delicadamente, mergulhe as maçãs espetadas no palito na calda, retire e coloque em uma forma untada com manteiga ou desmoldante. Espere secar e está pronto!
A doceira ainda orienta não colocar a maçã na geladeira, pois a umidade faz o caramelo derreter. A validade é de dois a três dias. Esta receita rende de cinco a seis maçãs.
Tradicional nas festas juninas, Maçã do Amor tem modo de preparo rápido
Aline Costa/TV Fronteira

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Fonte: G1

Caminhonete capota e espalha carga de mel pela Rodovia Raposo Tavares, em Regente Feijó | Presidente Prudente e Região


No decorrer da Operação Impacto, a equipe foi acionada para o registro de sinistro de trânsito, sendo que no local depararam com a pista leste interditada em razão do sinistro, um capotamento da camionete Toyota/Hilux de Palmeira/PR, que por razões a serem apuradas capotou derramando a carga de mel que transportava, e na sequência, o veículo que seguia atrás, o GM/Onix de Campinas, que chocou nas caixas da mercadoria.




Fonte: G1

Celular Seguro recebe 57,8 mil alertas de bloqueio em 6 meses


Após seis meses de funcionamento, o Programa Celular Seguro já recebeu 57.790 mil alertas de bloqueios de usuários que já instalaram o aplicativo em seus telefones móveis. Lançado em dezembro do ano passado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), o programa possui mais de 2 milhões de usuários cadastrados, com mais de 1,1 milhão de celulares.

A plataforma funciona como uma espécie de botão de emergência que deve ser utilizado somente em casos de perda, furto ou roubo do celular. A ação garante o bloqueio ágil do aparelho, da linha telefônica e de aplicativos bancários em poucos cliques.

O acesso ao Celular Seguro é feito por meio do cadastro no Gov.br, a plataforma de serviços do governo federal. Os aparelhos podem ser registrados via site – ou aplicativo, disponíveis na Play Store (Android) e na App Store (iOS). As empresas que já aderiram à iniciativa estão descritas nos termos de uso.

Não há limite para o cadastro de números, mas eles precisam estar vinculados ao CPF do titular da linha para que o bloqueio seja efetivado. Quem estiver cadastrado no Celular Seguro pode indicar pessoas da sua confiança, que estarão autorizadas a efetuar os bloqueios, caso o titular tenha o celular roubado, furtado ou extraviado.

Também é possível que a própria vítima bloqueie o aparelho acessando o site por meio de um computador. Após o envio do alerta, as instituições financeiras e empresas de telefonia que aderiram ao projeto farão o bloqueio do chip e dos aplicativos. O procedimento e o tempo de bloqueio de cada empresa também estão disponíveis nos termos de uso do programa.

Novas funções

A ferramenta Celular Seguro não oferece a possibilidade de fazer o desbloqueio. Caso o usuário emita um alerta de perda, furto ou roubo, mas recupere o telefone em seguida, terá que solicitar os acessos entrando em contato com a operadora e os bancos. Cada empresa segue um rito diferente para a recuperação dos aparelhos e das contas em aplicativos.

De acordo com o MJSP, para o segundo semestre, há a previsão de lançamento de novas funcionalidades para ampliar a segurança dos usuários do programa. Uma delas é a possibilidade de, ao acionar o alerta, a vítima bloquear chip e aplicativos financeiros, mas manter o aparelho funcionando. Nesse caso, se um novo chip for instalado, uma mensagem aparecerá na tela orientando o novo comprador do telefone a ir a uma delegacia e apresentar a nota fiscal de compra.

Também será incorporada à ferramenta a lista de Identificação Internacional de Equipamento Móvel (IMEI), a identidade de cada aparelho celular, para consulta de quem for comprar um aparelho usado. Com isso, será possível conferir se o aparelho desejado tem alguma restrição ou registro de roubo ou furto.

A plataforma foi desenhada pelo MJSP em parceria com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O objetivo é reduzir a “atratividade” da prática de roubos e furtos e desestimular a receptação de aparelhos roubados.




Fonte: Agência Brasil

Fiscalização flagra 11 infrações ambientais e aplica multas de R$ 12,3 mil em Adamantina e Salmourão | Presidente Prudente e Região


Durante a operação, foram elaborados 11 Autos de Infração Ambiental, que totalizaram R$ 12,3 mil em multas. Os envolvidos e materiais apreendidos foram conduzidos à Delegacia da Polícia Civil, onde foram “tomadas as medidas pertinentes para cada caso”.




Fonte: G1

Homem morre em colisão traseira entre carro e caminhão na Rodovia Assis Chateaubriand



Acidente foi registrado na madrugada desta sexta-feira (21), em Presidente Prudente (SP). Um homem, que não teve a idade divulgada, morreu em um acidente envolvendo um carro e um caminhão na madrugada desta sexta-feira (21), na Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), em Presidente Prudente (SP).
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Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o carro teria batido na traseira do caminhão no km 465 da via.
O motorista do carro morreu no local.
A ocorrência está em andamento.

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Fonte: G1

Rio Grande do Sul contabiliza perda de 17 mil colmeias desde enchentes


O estado do Rio Grande do Sul já contabiliza a perda de pelo menos 16,9 mil colmeias desde o início das enchentes ocorridas nos primeiros dias de maio – em média, cada colmeia tem de 50 mil a 80 mil abelhas. Os dados levam em conta apenas as mortes da espécie Apis mellifera e de abelhas-sem-ferrão, ocorridas até o último dia 20.

O levantamento, feito pela Federação Agrícola e de Meliponicultura do Rio Grande do Sul, em parceria com o Observatório das Abelhas, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Ministério da Agricultura e Pecuária, registrou perda de colmeias em, pelo menos, 66 municípios do estado, principalmente em Palmares do Sul (RS), que computou a destruição de mais de duas mil colmeias.

“As colmeias ficaram submersas ou foram carregadas [pela água]. Muitas áreas foram inundadas pelas águas que escorreram das partes mais altas, levaram as colmeias ou inundaram os locais, deixaram as colmeias realmente submersas e as abelhas morreram”, destacou em entrevista à Agência Brasil a coordenadora executiva do Programa Observatório de Abelhas do Brasil, a bióloga Betina Blochtein.

Os dados do levantamento não consideraram as colmeias que foram parcialmente atingidas pela água e nem aquelas que estão em risco em razão da falta de alimentos para as abelhas. No total, segundo a Associação Brasileira de Estudo das Abelhas, o estado gaúcho tem 486 mil colmeias.

“A gente não está computando as colmeias que estão agora em alto risco, por exemplo, que foram parcialmente afetadas. As paisagens foram muito lavadas, em muitos casos elas estão com uma camada de lodo, de terra por cima, não têm vegetação com flores, então, não têm alimentação para as abelhas”, disse Blochtein.

A quantidade de abelhas mortas no estado em razão da tragédia climática pode ser muito maior, segundo a bióloga. Isso porque apenas a espécie Apis mellifera e abelhas-sem-ferrão foram monitoradas. As abelhas que não vivem em colmeia, não sociais, por exemplo, não têm como ser computadas no levantamento.

“Temos na natureza centenas, milhares de espécies de abelhas que a gente não consegue monitorar, e que ninguém viu onde elas estavam quando começou a chuva e ninguém consegue contá-las”.

Blochtein ressalta que essas abelhas, não sociais, são mais frágeis, têm menos capacidade de se defender de alterações climáticas bruscas e, provavelmente, foram ainda mais impactadas pelas chuvas e enchentes.

“O que acontece é que as abelhas não sociais não têm reservas de alimento, elas são mais sensíveis e  tendem a perecer mais facilmente. O triste disso tudo é que se a gente tomar a Apis mellifera, ou mesmo as abelhas-sem-ferrão, como as espécies que indicam o que está acontecendo com os polinizadores, então vamos ter um cenário bem trágico, que nem conseguimos enxergar”.

Culturas mais atingidas

Segundo o Relatório Temático sobre Polinização, Polinizadores e Produção de Alimentos no Brasil, da Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos, e da Rede Brasileira de Interações Planta-Polinizador, 76% das plantas para consumo humano no Brasil são polinizadas por abelhas. A ação de polinização do inseto tem importância variada, a depender de cada planta.

Além de aumentar a produtividade dos cultivos, a polinização feita pelas abelhas produz frutos e sementes de melhor aparência, qualidade e dá mais valor de mercado aos produtos. De acordo com o relatório, em 2018, o valor econômico da polinização para a produção de alimentos no Brasil era estimado em R$ 43 bilhões. A valoração monetária considerou o valor da produção e o incremento de produtividade associado aos polinizadores.

“A gente sabe que o grau de dependência de polinização das culturas não é sempre o mesmo. Tem culturas que dependem mais de abelhas. Por exemplo, a maçã, que tem uma dependência de mais de 90% da presença de abelhas. Se não tem abelhas ou tem poucas abelhas, as maçãs ficam pequenininhas e ficam muito irregulares”, destaca Blochtein.

O Rio Grande do Sul é responsável por 45% da produção de maçãs brasileiras, segundo a Associação Gaúcha dos Produtores de Maçã (Agapomi). A área de cultivo é de 14 mil hectares, distribuídos em 26 municípios. As macieiras são a principal fonte de renda para 550 pequenos, médios e grandes produtores.

Além da maçã, o estado também tem outras culturas que são dependentes, em diferentes níveis, da polinização das abelhas. “Temos também a soja, que não tem uma dependência tão elevada de abelhas, entre 12% e 20%. Mas imagina 15% de aumento da soja, 15% a mais no peso em grãos é muita coisa. Realmente, a perda de abelhas repercute”.

A bióloga Vera Lucia Imperatriz Fonseca, referência em pesquisa com abelhas nativas, professora e pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) frisa que as mudanças climáticas não vão arrefecer e ressalta que o país precisa se preparar para enfrentar a situação.

“A mudança climática está andando e não vai mudar. Ela vai aumentar, não vai diminuir. Não tem volta para esse assunto. É um processo contínuo. No entanto, a agricultura ainda não se conscientizou disso e nem o mercado. Não vai melhorar amanhã ou ano que vem, não vai. Então, as chuvas vão continuar. E não há uma política de lidar com isso, uma política de restauração”.




Fonte: Agência Brasil

Mulheres negras lideram maioria das comunidades na Baixada Santista


O perfil predominante das 37 lideranças comunitárias dos municípios de Santos, São Vicente, Guarujá, Cubatão e Peruíbe, na Baixada Santista (SP), é de mulheres que se autodeclaram negras, que representam 70% do total, e 96% delas não têm renda pessoal. Os dados são do  estudo Território e Comunidades da Baixada Santista, feito pelo Instituto Elos. 

A pesquisa também mostra que 62% atuam há mais de vinte anos como lideranças e 61% têm mais de 50 anos. O objetivo do estudo é identificar o panorama atual das lideranças, organizações e territórios da Baixada Santista pós pandemia, mapear o acesso aos bens e serviços públicos nos territórios e as condições institucionais ou não, das ações realizadas pelo fortalecimento comunitário na região.

Entre os desafios para atuar como lideranças nos territórios, os fatores mais indicados são a falta de acesso a recursos financeiros para manter associações comunitárias e a desmobilização (87% e 74% respectivamente). A falta de acesso às políticas públicas foi indicada como um desafio para 70% das lideranças entrevistadas. No entanto, de todo o universo da pesquisa, apenas 35% participam de conselhos ou de iniciativas de diálogos com o setor público.

A pesquisa foi lançada na mesma semana do dia 21 de junho, data instituída para comemorar o Dia da Educação Humana Não Sexista. A data existe desde 1991 e foi criada pela Rede de Educação Popular entre Mulheres da América Latina e do Caribe (Repem).

“O que vemos é que existe uma dificuldade imensa de se manter e de manter esse trabalho social. E não só na pandemia, mas no pós-pandemia, porque ainda se enfrenta uma realidade de bastante vulnerabilidade social, com o agravamento da fome, da insegurança alimentar e quem está à frente dessas organizações são majoritariamente mulheres negras”, explicou a arquiteta e diretora de projetos do Instituto Elos, Natasha Gabriel.

Natasha destacou que essas mulheres à frente das organizações são aquelas que fazem um trabalho de cuidados social e coletivo, voltado para a economia do cuidado não só no ambiente doméstico e familiar, mas no coletivo por meio dos trabalhos sociais nos territórios.

“Por isso falamos do tema da educação não sexista, porque a base de tudo é a educação. Ou seja, quando entendemos que a maioria das pessoas que estão preocupadas com a nossa sociedade, com esse cuidado cotidiano coletivo são mulheres, entendemos que precisamos realmente trabalhar uma série de valores, como a diversidade, a solidariedade, a empatia, a cooperação”, diz a diretora.

Para Natasha, levando em consideração que muitas já estão na liderança há mais de 20 anos, seria necessário pensar em um arranjo social justo, porque além de exercerem essa função, são mulheres que muitas vezes têm um emprego formal remunerado e cuidam da casa e da família, mergulhando em jornada tripla. Segundo ela, 96% das lideranças atuam sem remuneração pessoal.

“Por que a sociedade não reconhece isso como um trabalho que mereça alguma remuneração, já que ele é tão importante e fundamental para a transformação socioambiental? O ideal é que seja minimamente viável já que é tão importante”, questiona.




Fonte: Agência Brasil