Criador solta aves mantidas irregularmente em cativeiro, mas leva multas de R$ 5,5 mil e ainda terá de responder por crime ambiental




Gaiolas foram apreendidas e destruídas pela Polícia Ambiental, em Ouro Verde (SP). Criador de aves em cativeiro levou multas de R$ 5,5 mil em Ouro Verde (SP)
Polícia Militar Ambiental
A Polícia Militar Ambiental aplicou multas que totalizaram R$ 5,5 mil contra um homem, de 57 anos, que mantinha irregularmente em cativeiro 11 aves da fauna silvestre em uma residência no bairro Paraíso, em Ouro Verde (SP). Além disso, o suspeito ainda terá de responder por crime ambiental.
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Nesta terça-feira (18), os policiais retonaram ao local onde em data anterior haviam constatado a presença das aves em cativeiro, mas naquela ocasião não tinham conseguido contatado com o morador, que não estava na casa.
Na primeira vez em que esteve na residência, a fiscalização observou sobre o muro da calçada e pelos fundos de um lote vazio que havia no imóvel nove aves da espécie coleirinho-papa-capim (Sporophila nigricollis) e dois canários-da-terra-verdadeiros (Sicalis flaveola), além de dois alçapões armados em gaiolas utilizadas para atrair outros pássaros.
Criador de aves em cativeiro levou multas de R$ 5,5 mil em Ouro Verde (SP)
Polícia Militar Ambiental
Já nesta terça-feira, os policiais foram atendidos pelo morador, que lhes permitiu a entrada no imóvel.
Segundo a corporação, o homem alegou que ficou sabendo da fiscalização anterior da Polícia Ambiental e, por isso, soltou todas as aves nativas, com exceção de um coleirinho-papa-capim que permaneceu em cativeiro, e desarmou os alçapões.
No local, os policiais apreenderam e destruíram 14 gaiolas vazias, dois alçapões e duas caixas para transporte de aves.
A ave que ainda permanecia no local foi apreendida e solta na natureza.
O morador recebeu dois autos de infrações ambientais:
um no valor de R$ 4,5 mil por manter em cativeiro espécimes da fauna silvestre nativa e
outro no valor de R$ 1 mil por utilizar espécime da fauna silvestre nativa.
A ocorrência será apresentada via ofício à Delegacia da Polícia Civil, onde o suspeito irá responder por crime ambiental.
Criador de aves em cativeiro levou multas de R$ 5,5 mil em Ouro Verde (SP)
Polícia Militar Ambiental

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Fonte: G1

Processos seletivos e concursos públicos oferecem remunerações de mais de R$ 6 mil para o Oeste Paulista; veja oportunidades




Há chances para Presidente Prudente (SP), Rancharia (SP) e Santo Anastácio (SP), entre outras. Concursos públicos e processos seletivos oferecem oportunidades diferentes escolaridades no Oeste Paulista
Divulgação
Concursos públicos e processos seletivos disponíveis oferecem oportunidades para trabalhar em diversas cidades da região de Presidente Prudente (SP). Há vagas para diferentes áreas e as inscrições podem ser realizadas pela internet.
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Veja as oportunidades:
Polícia Militar do Estado de São Paulo
A Diretoria de Pessoal da Polícia Militar do Estado de São Paulo abriu inscrições para a realização de concurso público para o provimento de 200 cargos de Aluno-Oficial PM, destinados a candidatos do sexo masculino e feminino.
Para participar, os candidatos devem ter entre 17 e 30 anos, ter a estatura mínima de 1,55 m, se mulher, e 1,60 m, se homem, além de ter ensino médio completo.
Os interessados devem se inscrever até o dia 11 de julho, pela internet, mediante o pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 150.
A seletiva será realizada por meio de prova objetiva, contendo 80 questões sendo divididas, conforme os saberes, da seguinte forma:
20 questões de ciências humanas e suas tecnologias: história (6), filosofia (4), sociologia (4) e geografia (6);
24 questões de linguagens e códigos: língua portuguesa e interpretação de texto (18) e língua inglesa ou espanhola (6);
30 questões de matemática e ciências da natureza: matemática (12), física (6), química (6) e biologia (6); e
6 questões de conhecimentos específicos: noções de administração pública (2) e noções básicas de informática (4).
Também haverá prova dissertativa que será composta de redação.
A remuneração inicial da função será de R$ 4.833,27.
Tribunal de Justiça do Estado
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) divulgou a realização de um novo concurso destinado ao preenchimento de 572 vagas para o cargo de escrevente técnico judiciário, sendo 19 oportunidades para o Oeste Paulista.
As vagas estão divididas conforme as comarcas:
Presidente Prudente, Iepê (SP), Martinópolis (SP), Pirapozinho (SP), Presidente Bernardes (SP), Rancharia (SP) e Regente Feijó (SP): com 10 vagas;
Mirante do Paranapanema (SP), Presidente Epitácio (SP), Presidente Venceslau (SP), Rosana (SP), Santo Anastácio (SP) e Teodoro Sampaio (SP): com 3 vagas;
Dracena (SP), Junqueirópolis (SP), Pacaembu (SP), Panorama (SP) e Tupi Paulista (SP): com 1 vaga; e
Adamantina (SP), Bastos (SP), Flórida Paulista (SP), Lucélia (SP), Osvaldo Cruz (SP) e Tupã (SP): com 5 vagas.
Os interessados podem se inscrever até o dia 12 de julho, pela internet, mediante o pagamento da taxa de inscrição de R$ 81.
Aos admitidos, a remuneração será de R$ 6.043,54, em jornada de 40 horas semanais.
Os candidatos serão avaliados por meio de prova objetiva composta por 100 questões englobando os saberes de língua portuguesa, direito, conhecimentos gerais, informática e raciocínio lógico. Além disso, também serão submetidos à prova prática de digitação.
Etec
Rancharia
A Escola Técnica Estadual Deputado Francisco Franco, na cidade de Rancharia , anunciou dois novos processos seletivos, com o objetivo de formar cadastro reserva para professor de ensino médio e técnico.
As oportunidades são para as seguintes áreas de acordo com os respectivos editais:
Edital nº 058/10/2024: Língua Portuguesa, Literatura e Comunicação Profissional (Base Nacional Comum/ ETIM / MTec)(Agropecuária Integrado ao Ensino Médio (MTec – Programa Novotec Integrado) – MTec-PI); e
Edital nº 058/11/2024: Laboratório de Mediação e Intervenção Sociocultural (para o itinerário Linguagens, Ciências Humanas e Sociais) (Ensino Médio (BNCC/ETIM/MTec/AMS/com Ênfases/Itinerários Formativos/Projetos de Aprofundamento/PD)).
Para concorrer a uma das vagas é necessário que os candidatos possuam licenciatura ou equivalente, acompanhado do diploma de curso de bacharelado ou de tecnologia de nível superior que permitam a formação docente.
Ao ser admitido, o profissional deverá cumprir jornadas de até 200 horas mensais e contarão com remuneração de R$ 21,40 por hora/aula.
Os interessados poderão se inscrever até dia 7 de julho, pela internet.
Fatec
Presidente Prudente
A Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Presidente Prudente anunciou a abertura de inscrições para dois novos processos seletivos, que tem como objetivo preencher duasvaga para o cargo de Professor de Ensino Superior.
As oportunidades são para as seguintes áreas de acordo com os respectivos editais:
Edital nº 157/13/2024: Língua Espanhola I/Letras e Linguística (1); e
Edital nº 157/14/2024: Língua Espanhola II/Letras e Linguística (1).
Para concorrer a uma das vagas é necessário que os candidatos possuam graduação e titulação em programas de mestrado ou doutorado na área da disciplina, com experiência profissional de pelo menos três anos, ou tenha graduação e especialização, cumulativamente, na área da disciplina, com experiência de pelo menos cinco anos.
Ao ser admitido, o profissional deverá cumprir jornadas de duas horas/aulas, em período vespertino, e contarão com remuneração de R$ 36,18 por hora/aula.
Os interessados poderão se inscrever até dia 24 de junho, pela internet.
Unesp
Presidente Prudente
A Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho divulgou a abertura de inscrições para um concurso, que têm como objetivo preencher três vagas de docentes na Faculdade de Ciências e Tecnologia do Campus de Presidente Prudente.
Segundo os editais, as oportunidades são:
Edital Nº 15/2024: Educação – Psicologia Educacional, disciplina de Psicologia da Educação (1);
Edital Nº 16/2024: Ciências Exatas e da Terra – Matemática e/ou Engenharia de Agrimensura e/ou Engenharia Cartográfica, disciplinas de Desenho Geométrico e Geometria Descritiva (1);
Edital Nº 17/2024: Engenharia – Engenharia de Agrimensura e/ou Engenharia Cartográfica, Engenharia Civil, disciplinas de Desenho Topográfico e Topografia I (1).
O salário oferecido varia de R$ 1.236,62 a R$ 1.829,31, referente a jornada de trabalho de 12 horas semanais para o exercício das funções estabelecidas ao cargo, acrescido de benefícios regulamentados internamente.
Os interessados devem se inscrever até dia 27 de junho, pela internet.
Prefeitura de Santo Anastácio
A Prefeitura de Santo Anastácio divulgou um novo processo seletivo para a formação de cadastro reserva de motorista, por tempo determinado.
Ao ser admitido, o profissional deverá atuar em 40 horas semanais, com remuneração de R$ 1.501,85.
As inscrições podem ser realizadas até as 16h do dia 21 de junho, exclusivamente, via internet, mediante o pagamento da taxa no valor de R$ 65.
A seleção será por meio de prova objetiva, que abordará questões de língua portuguesa, matemática e conhecimentos específicos.

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Fonte: G1

Dupla é flagrada pescando em local proibido em corredeira do Rio Laranja Doce, em Taciba




Polícia Ambiental apreendeu duas varas telescópicas, nesta terça-feira (18). Dupla é flagrada pescando em local proibido no Rio Laranja Doce, em Taciba (SP)
Polícia Ambiental
A Polícia Ambiental flagrou dois homens, de 23 e 32 anos, pescando em local proibido, em uma corredeira abaixo da cachoeira do Rio Laranja Doce, nesta terça-feira (18), em Taciba (SP).
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Conforme os agentes, a dupla foi flagrada pescando com a utilização de caniço simples e não havia capturado pescados de qualquer espécie.
Ao serem questionados, os envolvidos disseram que residiam em Porecatu (PR) e desconheciam que o local era proibido para a pesca.
Dois Autos de Infração Ambiental na modalidade advertência foram elaborados devido a pesca proibida. Os policiais apreenderam duas varas telescópicas, que foram encaminhadas para a sede da Polícia Ambiental de Presidente Prudente (SP) e permaneceram à disposição da Justiça.
Dupla é flagrada pescando em local proibido no Rio Laranja Doce, em Taciba (SP)
Polícia Ambiental

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Fonte: G1

Governo anunciará medidas para o setor audiovisual brasileiro


O governo federal anunciará nesta quarta-feira (19) novas medidas de estímulo ao setor audiovisual. O anúncio será feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante cerimônia de comemoração dos 126 anos do cinema brasileiro, data alusiva ao dia 19 de junho de 1898, quando o italiano radicado no Brasil, Afonso Segreto, registrou as primeiras imagens cinematográficas no país.

Segundo nota divulgada pela Presidência da República, os investimentos celebram “a consolidação de políticas culturais de incentivo, fomento e valorização dos filmes produzidos no país. É também uma oportunidade de reconhecer o talento dos profissionais da indústria, além de evidenciar o cinema como importante expressão artístico-cultural”.

No ano passado, das 415 estreias de longas metragens em cinemas do país, 161 eram produções nacionais. Apesar disso, em termos de público, os filmes brasileiros atraíram apenas 3,6 milhões de pessoas, ou seja, apenas 3,2% do total, segundo dados da Agência Nacional do Cinema (Ancine), divulgados pelo Ministério da Cultura.

Investimentos

A previsão é que o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) invista R$ 1,6 bilhão para a produção de filmes e séries brasileiras neste ano, um valor recorde, segundo o Ministério da Cultura, e 23% superior ao registrado em 2023 (R$ 1,3 bilhão).

Entre as ações em andamento, o ministério destaca o investimento em coproduções internacionais, no valor de R$ 200 milhões. O segmento recebeu 476 projetos de 47 países.

Também estão aprovados R$ 400 milhões para crédito para projetos de infraestrutura, principalmente focados na expansão da rede de cinemas fora do eixo Rio/São Paulo.

De acordo com o ministério, desde 2023 já foram investidos R$ 6,1 milhões em cerca de 100 projetos de produção de curtas-metragens e para intercâmbio de profissionais no exterior, a partir de seis chamadas públicas da Secretaria do Audiovisual.

Através da Lei Rouanet, houve captação de R$ 146,6 milhões para projetos audiovisuais em 2023 e 2024.




Fonte: Agência Brasil

Detentos utilizaram short, canivete e punhal artesanal para assassinar presos acusados de planejar morte de Sergio Moro | Presidente Prudente e Região


Após o crime, o delegado de Polícia Civil responsável pelo caso, Marcelo Magalhães, e a equipe de investigação compareceram ao local dos fatos. Na Penitenciária 2, os policiais encontraram e apreenderam dois instrumentos utilizados nos crimes, sendo um canivete e um punhal, ambos de produção artesanal.




Fonte: G1

Motorista morre após acidente entre picape e trator com semirreboque, em Euclides da Cunha Paulista | Presidente Prudente e Região


Um motorista, de 28 anos, morreu, na noite desta terça-feira (18), após um acidente de trânsito entre uma picape e um trator com semirreboque carregado com ramos de mandioca, no km 44,600 da Rodovia Arlindo Béttio (SP-613), em Euclides da Cunha Paulista (SP).




Fonte: G1

Soltar balão é crime: entenda os perigos e riscos dessa prática ilegal


Com as festas juninas, as autoridades alertam para o perigo de soltar balões. A prática é considerada crime ambiental, previsto na Lei nº 9.605/98. Quem for flagrado fabricando, vendendo, transportando ou soltando balões pode ser condenado a pagamento de multa ou pena de um a três anos de prisão. 

Perigo para vegetação

Os balões juninos, de ar quente, inflamáveis e não tripulados, quando caem podem provocar incêndios na vegetação e em residências. No último domingo (16), um balão gigantesco caiu sobre cinco moradias em uma área de São Vicente, cidade do litoral de São Paulo, assustando os moradores. Ninguém ficou ferido.

A queda de um balão foi responsável por um incêndio no Parque Estadual do Jaraguá, na zona norte da capital paulista, em maio.  De acordo com o governo de São Paulo, a soltura de balões é um dos principais causadores de incêndios na flora. A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística aplicou 40 autos de infração ambiental, nos primeiros cinco meses do ano, por fabricação, venda, transporte ou ato de soltar balões, aumento de 135% em relação ao mesmo período do ano passado.

Entre janeiro e maio, foram registradas 30 ocorrências com balões na rede elétrica da região metropolitana de São Paulo, sendo 21 na capital paulista, de acordo com a Enel Distribuição São Paulo. Segundo a empresa, mais de 6,1 mil clientes foram impactados por interrupção no fornecimento de energia, o equivalente a cerca de 24 mil pessoas.

“Pode cair [o balão], por exemplo, em uma refinaria, em uma indústria química ou se chocar com uma aeronave em voo. Quem faz isso, soltar balão, está assumindo risco de causar mortes”, alerta o especialista em gerenciamento de risco, Gerardo Portela, em entrevista à TV Brasil.

Risco para aviões

Outra ameaça é para a aviação civil. Muitas vezes os radares não conseguem avistar os balões, por causa das condições meteorológicas, aumentando o risco de choque com aviões.

O Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, lançou uma campanha para alertar a população sobre os riscos dessa prática ilegal. Serão realizadas ações em escolas próximas ao aeroporto. De janeiro a maio de 2024, foram registradas sete ocorrências com balões no aeroporto. Em 2023, foram 39.

“Dependendo da massa do balão e da velocidade da aeronave, o impacto da colisão pode chegar a 250 toneladas. Um balão de 15 quilos, por exemplo, considerado pequeno, ao colidir contra um avião que esteja voando a cerca de 300 Km/h causa um impacto de três toneladas e meia”, explica o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

Levantamento do Cenipa aponta que Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba são as capitais com o maior número de ocorrências de balões. De janeiro a maio de 2024, foram identificados186 no país, antes da temporada das festas juninas. O Aeroporto Santos Dumont, também no Rio de Janeiro, teve 23 registros, seguido pelo Aeroporto Internacional de Viracopos (Campinas – SP), com 21; e o Aeroporto de Bacacheri, em Curitiba (PR), com 14.

Quando um balão é avistado, os controladores de tráfego são orientados a notificar os operadores próximos ao local onde o balão foi visto, assim como os pilotos também são alertados.

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Fonte: Agência Brasil

Rio supera Paris em filmagens nas ruas


A cidade do Rio de Janeiro registrou 7.885 diárias de filmagens nas ruas em 2023. Com isso, a capital fluminense ultrapassou Paris, que registrou no ano passado, 7,4 mil diárias de filmagens. Isso significa que as paisagens do Rio, a cidade brasileira mais filmada, estão cada vez mais em filmes, séries e outras produções audiovisuais. 

Os dados são da Rio Film Commission, departamento da RioFilme – órgão da Secretaria Municipal de Cultura – que atende às produtoras que filmam no município. Segundo o órgão, a cada dia do ano passado, pelo menos 21 sets de filmagem estavam trabalhando nas ruas, praias, parques e praças da cidade.

Atrás do Rio, no Brasil, está São Paulo, a maior cidade da América Latina, que registrou 4.895 diárias de filmagens no ano passado. Na América Latina, o Rio superou a Cidade do México, que notificou 7.876 diárias.

A maior “fábrica” de fazer filmes do mundo é Los Angeles, onde  foram realizadas 24.873 diárias. À frente do Rio também está Madri, com 11.133 diárias. Na Europa, além de Paris, o Rio está à frente de Lisboa, com 1.309 diárias.

Produções

Em 2023, a Rio Film Commission atendeu 26 produções internacionais, que solicitaram autorização para 258 diárias de filmagem na cidade. Os países que mais filmaram no município foram, por ordem: Estados Unidos, França, Áustria, México, Japão, Índia, Equador, Cazaquistão, Canadá e Austrália. Os endereços mais procurados pelas produções internacionais ficam todos na orla carioca, entre eles a Avenida Atlântica, com sete produções, a Francisco Bhering (Ipanema), com quatro produções, e a Praia do Flamengo, com três produções internacionais.

Entre os filmes que tiveram o Rio de Janeiro como locação estão as superproduções Godzilla e Kong: O Novo Império e Rob Peace, além de realities e séries internacionais, como a mexicana Yo Soy Glória Trevi, da Televisa. Godzilla e Kong filmou em 35 sets espalhados pela cidade, durante seis dias. Os bairros escolhidos pela produção foram o centro (15 diárias), Santa Teresa (12), Leme (4) e Copacabana (4).

As ruas do Rio também receberam a gravação de videoclipes de artistas famosos no cenário internacional, além de brasileiros que estão no topo das paradas, como Ludmilla, Lexa, Dennis DJ, Mc Cabelinho e Tiago Iorc. Entre as estrelas internacionais, as locações cariocas foram escolhidas por Bollywood e Ed Sheeran para os próximos videoclipes. O endereço da cidade que mais recebeu gravações de videoclipes foi a orla de Botafogo (Avenida das Nações Unidas), seguida do Aterro do Flamengo e da Rua dos Arcos, na Lapa.

As produtoras cariocas que mais filmam na cidade, de acordo com a Rio Film Commission, são a Globo, que é responsável por 8,3% das solicitações de autorização de filmagem, Porta dos Fundos e Conspiração, com 1,8%, e na sequência, TV Zero, com 1,2%.




Fonte: Agência Brasil

Escritora Eliane Marques aborda romance de estreia no Trilha de Letras


A escritora gaúcha Eliana Marques é a entrevistada desta quarta-feira do programa literário Trilha de Letras, da TV Brasil.  Ela vai conversar com a apresentadora Eliana Alves Cruz sobre seu romance Louças de Família, lançado em 2023 e aclamado pela crítica, com o qual parte para o desafio de uma narrativa longa. O bate-papo vai ao ar às 23h e tem versão na Rádio MEC no mesmo horário.

Advogada, psicanalista, tradutora, poeta e escritora, Eliana tem trajetória consolidada na poesia e na tradução. No encontro, ela lê um trecho do livro inspirado a partir de histórias de sua ancestralidade.

O Trilha de Letras também fica disponível em formato podcast nas plataformas digitais. A produção gravada na BiblioMaison está acessível ainda no app TV Brasil Play e no canal do YouTube da emissora pública.

No quadro Dando a Letra, espaço com dicas de livros, o booktuber Patrick Torres sugere o romance O Escravo, obra assinada por Carolina Maria de Jesus. A edição, lançada no ano passado, tem como uma das curadoras Conceição Evaristo e busca preservar o texto original conforme escrito pela autora brasileira.

Trama do primeiro romance e trajetória de vida

O enredo da obra Louças de Família acompanha Cuandu, uma jovem negra que vive na fronteira do Brasil com o Uruguai, terra natal da entrevistada do programa. A protagonista da história toma para si a tarefa de resolver as pendências da vida da tia Eluma, recentemente falecida.

Natural da fronteira entre os países da América do Sul, Eliane Marques é enfática desde o início do papo com Eliana Alves Cruz. “As mulheres negras estão na vanguarda de vários movimentos. Um deles é o literário”, diz a convidada.

Durante a trama, o leitor descobre que a tia da personagem principal trabalhou como empregada doméstica a vida toda. Apesar disso, no momento da morte, não há dinheiro sequer para pagar o enterro e as flores. A situação serve de mote para uma série de reflexões sobre diversos temas que a autora aprofunda na conversa com a anfitriã.

A realidade da tia, o desaparecimento da mãe dentro de um casamento e o pai violento foram sinais para a própria Cuandu, que viu na educação uma forma de escapar da mesma sina das mulheres da família. As questões pautam debate sobre o trabalho doméstico no Brasil e o que sobra como herança quando uma mulher negra morre.

Com bagagem na advocacia e na psicanálise, Eliane Marques também abre o coração para lembrar a trajetória de vida e a carreira profissional. “Neste momento, eu gostaria de ser apenas escritora”, pondera a premiada autora de diversas publicações reconhecidas de poesia e elogiadas na tradução.

Sobre o programa

O Trilha de Letras busca debater os temas mais atuais discutidos pela sociedade por meio da literatura. A cada edição, o programa recebe um convidado diferente. A atração foi idealizada em 2016 pela jornalista Emília Ferraz, atual diretora da produção que entrou no ar em abril de 2017. Nesta temporada, os episódios foram gravados na BiblioMaison, biblioteca do Consulado da França no Rio de Janeiro.

TV Brasil já realizou três temporadas do programa e recebeu mais de 200 autores nacionais e estrangeiros. As duas primeiras temporadas foram apresentadas pelo escritor Raphael Montes. A terceira, por Katy Navarro, jornalista da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). A jornalista, escritora e roteirista Eliana Alves Cruz assume a quarta temporada, que também ganha uma versão na Rádio MEC.

A produção exibida pelo canal público às quartas, às 23h, tem horário alternativo na telinha durante a madrugada. Na programação da Rádio MEC, o conteúdo também é apresentado às quartas, às 23h.

Ao vivo e on demand

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize:
https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.

Seus programas favoritos estão na TV Brasil Play ou no aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV.

Serviço

Trilha de Letras – quarta, dia 19/6, às 23h, na TV Brasil 

Trilha de Letras – quarta, dia 19/6, às 23h, na Rádio MEC 

Trilha de Letras – quarta, dia 19/6 para quinta, dia 20/6, às 3h, na TV Brasil 

Trilha de Letras – domingo, dia 23/6, para segunda, dia 23/6, às 2h30, na TV Brasil 




Fonte: Agência Brasil

Chico Buarque integra patrimônio da sensibilidade brasileira


Cinquenta e oito anos de carreira, 537 canções, 1.302 gravações, 50 discos (próprios ou com parceiros, em estúdio ou ao vivo), quatro peças de teatro, uma novela, um livro de contos e seis romances – o próximo, Bambino a Roma, será publicado em agosto. Esse é o legado do compositor, dramaturgo e escritor Chico Buarque de Hollanda, que nesta quarta-feira (19) comemora 80 anos junto com a família, em Paris.

Adélia Bezerra de Meneses, escritora, professora e crítica literáriaAdélia Bezerra de Meneses, escritora, professora e crítica literária

Adélia Bezerra de Meneses, escritora, professora e crítica literária – Arquivo pessoal

A vasta obra de Chico é objeto de mais de uma dezena de livros, alguns lançados nesta celebração octogenária. Entre os autores, se destaca Adélia Bezerra de Meneses, professora de teoria literária na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e na Universidade de São Paulo (USP). Ela escreveu três livros sobre o artista, o último Chico, Buarque ou a Poesia Resistente – Ensaios sobre as Letras de Canções Recentes (editora Ateliê), está em finalização gráfica.

Adélia foi militante estudantil na década de 1960, trabalhou com alfabetização de adultos com o método Paulo Freire em uma vila operária em Osasco, assistiu com “igual paixão” a reuniões da Ação Popular (AP) e aos festivais da MPB no Teatro Paramount (TV Record). Fez mestrado e doutorado sob a orientação de Antonio Candido, professor no Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada da USP. A tese foi publicada em livro Desenho Mágico – Poesia e Política em Chico Buarque, que ganhou o Prêmio Jabuti de 1982, na categoria Ensaio.

A seguir, os principais trechos da entrevista que Adélia Bezerra de Meneses concedeu por escrito à Agência Brasil.

Agência Brasil: A senhora tem dois livros publicados [mais um no prelo] sobre as composições de Chico Buarque. Por que a canção popular merece estudos de literatura?
Adélia Bezerra de Meneses: Eu tenho na manga um argumento de autoridade. Guardo comigo, como uma preciosidade, que compõe a caixa de tesouros que já doei à minha neta, um cartãozinho do [Carlos] Drummond [de Andrade], em que, agradecendo o envio do meu primeiro livro sobre o Chico Buarque, chama a obra dele de “poesia”.

A canção popular é um extraordinário veículo para a poesia. Atualmente, pouca gente lê um livro de poemas, mas muitos ouvem canção, decoram as letras, cantam junto. Mas isso – essa junção de melodia com letra – não é um fenômeno da modernidade: desde a mais remota antiguidade, a poesia vinha amalgamada com a música: lírica é a poesia acompanhada ao som da lira.

A pergunta toca num ponto sensível, ferozmente polemizado por alguns críticos de música. Por experiência própria, posso afirmar que nem toda letra de canção pode ser tratada como poema, mas as canções de Chico suportam essa abordagem – que não é nem superior, nem inferior à análise musical: é outro o viés buscado. Importa também dizer que há distinções entre os compositores, e Chico – conforme suas próprias declarações – pende mais para a letra do que para a música.

Agência Brasil: Em seu primeiro livro, Desenho Mágico, a senhora se propôs “estabelecer um paralelo” entre a história do Brasil e a obra dele. Que história do Brasil o Chico Buarque compôs?
Adélia Bezerra de Meneses: A maneira de eu abordar a obra de Chico Buarque como um todo foi apontar que a sua produção assumiu as modalidades da “poesia resistência” desdobrada em lirismo nostálgico/lirismo amoroso; utopia; crítica. Isso não significa em absoluto uma redução a canções de temática social explícita.

Como se efetiva essa resistência na obra de Chico Buarque? No lirismo nostálgico, a recusa do presente opressor se dá por uma volta ao passado, seja o passado individual de cada um, que é a própria infância, como em João e Maria e Maninha; seja o passado coletivo, da sociedade pré-industrial, em que as relações humanas não eram degradadas pela estandardização e massificação, como em Realejo, ou A Banda.

Na vertente crítica, há a recusa do presente adverso, ferindo-o através da crítica social, seja de forma direta, como em Construção, Angélica e O Meu Guri; seja através das ricas modulações de que se reveste a ironia, como em Mulheres de Atenas, Bye Bye, Brasil, Bancarrota Blues, etc. Quanto às canções de protesto, como Apesar de Você, Cálice e Quando o Carnaval Chegar, originam-se no vértice da crítica e da utopia. Assim, Apesar de Você, que se tornou uma espécie de hino oficial contra a ditadura, recusa de um presente de opressão e espera de um “amanhã” que há de ser um outro dia.

Na variante utópica verifica-se a recusa da realidade opressora, projetando-se para um tempo-espaço outros, em que não se daria mais o reino da falta da liberdade, da exploração e do simulacro. São canções que cantam o “dia que virá”, ou propõem um futuro em que se dará a reconciliação do homem consigo próprio e com o mundo. Delas, a paradigmática é O Que Será, visionária e épica, um canto libertário, erótico e político.

Uma observação importante é que, em seu prosseguimento, a utopia rareia cada vez mais na produção de Chico Buarque. De fato, difícil utopia essa dos anos que atravessamos, contra o pano de fundo do capitalismo multinacional e da pasteurização dos projetos revolucionários. Que princípio esperança resta para ser afirmado num mundo que verga ao fim da história” e que o novo perdeu sua força mobilizadora?

Agência Brasil: A senhora escreveu sobre “figuras do feminino na canção de Chico Buarque”. Que mulheres há nessas canções?
Adélia Bezerra de Meneses: É uma pergunta complicada de ser respondida, como todas assim genéricas, levando-se em conta que Chico privilegia a mulher como protagonista, modulando o feminino de diversas maneiras. Uma observação inicial é que, sendo quase sempre no contexto de uma intensa relação afetiva que se flagra o fundamental do feminino, desliza-se inescapavelmente para o terreno dos afetos, obrigando-nos a descortinar o poderoso filão da lírica amorosa do autor. Em outras palavras, falar sobre a lírica amorosa de Chico Buarque quase que se confunde com falar sobre a mulher. Pegando alguns exemplos ao acaso: Pedaço de Mim ou Olhos nos Olhos: aí se destaca a mulher num momento de separação afetiva – por sinal, revelando reações femininas polares: percepção de incompletude e mutilação, no primeiro caso; e, no segundo, atitude desafiante frente ao antigo amor que, após uma separação desarraigada, vai encontrá-la “refeita”, “até remoçando”. Ou tomemos Mar e Lua, que mostra uma relação homoerótica no registro feminino, de infinita delicadeza e sensibilidade: “Todo mundo conta / que uma andava tonta / grávida de lua / E outra andava nua / ávida de mar.”

Agência Brasil: Outros compositores anteriores e contemporâneos do Chico Buarque escreveram canções com o eu lírico feminino. Por que ele é o mais lembrado por compor assim?
Adélia Bezerra de Meneses: Quero crer que esse “mais lembrado” seja o índice de um consenso do público, portanto uma consagração popular, não? Sem se fazer nenhuma estatística, tem-se a impressão de que tanto quantitativa quanto qualitativamente, Chico, dentre os compositores mais conhecidos, sobressai compondo no feminino, com uma competência única.

Por quê? Porque ele é poeta. Com efeito, o poeta é aquele ser a quem é dado, mais do que aos outros, o poder de manifestar a vida dos afetos; é como se ele tivesse uma maior possibilidade de contato com o inconsciente, pessoal e filogenético [genealógico], e a poesia é um espaço em que se permite ao inconsciente aflorar. É assim que nas canções de Chico Buarque emerge a fala da mulher, de uma perspectiva, por vezes, espantosamente feminina. Diante de algumas de suas composições, eu já me pilhei pensando: como é que ele sabe?

Agência Brasil: Chico Buarque escreveu quatro peças de teatro, uma novela, um livro de contos e seis romances. Essa literatura tem a mesma importância e qualidades estéticas das canções?
Adélia Bezerra de Meneses: Chico Buarque é um desses casos de artista com verdadeiro comprometimento com a palavra nas suas várias modalidades, com a mesma eficácia estética: é o romancista laureado, de penetração internacional, é o dramaturgo de peças que marcaram o teatro brasileiro, é o contista rascante que nos leva para os anos de chumbo. No entanto, para a imensa maioria dos nossos conterrâneos, Chico é o compositor/poeta, autor de canções que passaram a integrar o patrimônio da sensibilidade brasileira. Não por acaso, ganhou o Prêmio Camões, a mais alta honraria atribuída a autores da língua portuguesa, pelo conjunto da obra. Mas uma coisa interessantíssima é que em seu discurso em Portugal, por ocasião do recebimento do prêmio, no Palácio de Queluz, e confessa, com surpreendente simplicidade: “Mas por mais que eu leia e fale de literatura, por mais que eu publique romances e contos, por mais que eu receba prêmios literários, faço gosto em ser reconhecido no Brasil como compositor popular…”

Temos aqui, como se vê, um caso em que a avaliação do público e a autoavaliação do artista convergem. E, um pouco antes, no mesmo discurso, ele tinha citado Vinicius de Moraes, amigo de sua família, para quem a palavra cantada talvez fosse “simplesmente um jeito mais sensual de falar a nossa língua.” Talvez esteja aqui a explicação para a penetração da canção popular, que vai mais fundo que o texto escrito ficcional: a canção, palavra cantada, nos pega sensorialmente.

Sua pergunta também dá oportunidade para uma última observação: é de se notar, na dramaturgia de Chico Buarque, a importância das canções, muitas vezes estruturando o enredo das suas peças. E algumas se autonomizaram, descolando-se da ação dramática onde se originaram: é o caso de Pedaço de Mim (da Ópera do Malandro), de Cala a Boca, Bárbara (da peça Calabar), de Gota d´Água e de Roda Viva (das peças de, respectivamente, mesmo nome). Elas ganharam tal força que são cantadas sem que se faça referência ao texto dramático de onde provieram.

Agência Brasil: Sua tese que resultou no livro Desenho Mágico foi orientada pelo professor e crítico literário Antonio Candido, amigo dos pais de Chico Buarque – Maria Amélia e Sérgio Buarque de Hollanda. Eles leram os originais do seu trabalho. O escritor Humberto Werneck conta que o próprio Chico Buarque ligou para a senhora após sua aprovação no doutorado. Como foi a relação com o seu objeto de estudo? Chico leu seus livros sobre ele?
Adélia Bezerra de Meneses: De fato, o professor Antonio Candido me apresentou ao professor Sérgio e à dona Maria Amélia, pessoas de uma extraordinária riqueza afetiva. Eles leram o meu trabalho e logo providenciaram para que um exemplar chegasse às mãos do Chico – e o portador foi ninguém mais nem menos que o Darcy Ribeiro. E eu pude conversar com o Chico ainda antes da publicação do livro, resolvendo alguns problemas – em geral, de estabelecimento de texto.

Quanto à sua pergunta sobre a relação com o “objeto de estudo”, criou-se na [minha] família um anedotário cercando as comunicações com o Chico, já famosíssimo. No dia do doutorado, na festinha de comemoração, em que estavam presentes o professor Sérgio e dona Maria Amélia, tocou o telefone e quando a pessoa que atendeu a ligação do Rio de Janeiro perguntou quem queria falar com a Adélia, a resposta foi: “é a tese”. As brincadeiras continuavam: posteriormente à publicação, quando o livro ganhou o Prêmio Jabuti, seu telefonema cumprimentava pelo “recebimento da tartaruga.”

Agência Brasil: Qual a canção de Chico Buarque de que a senhora mais gosta? Por quê?
Adélia Bezerra de Meneses: Que pergunta difícil… Eu seria absolutamente incapaz de escolher uma única. E o problema é que, com o passar dos anos, a resposta fica cada vez mais difícil porque, ao elenco que eu possa ter elegido, deve-se acrescentar algo novo que terá surgido, de alta qualidade, como uma estrela nova a alterar a constelação tão custosamente formada. Quando em 2017 o jornal Folha de S.Paulo fez uma enquete, perguntando quais as três canções preferidas a um grupo de críticos, eu fiz uma listinha de quatro. Mas, agora, passados alguns anos, mais uma veio, necessariamente, se agregar ao elenco. São cinco: Cala a Boca, Barbara; O Que Será; Todo Sentimento; Construção; e As Caravanas.




Fonte: Agência Brasil