Espetáculo gratuito infantil aborda povos originários da floresta amazônica, em Pres. Prudente | Presidente Prudente e Região


O Sesc Thermas apresenta o espetáculo infantil “O Portal Encantado”, do Grupo Dragão 7, neste domingo (26), na Área de Convivência, às 15h. A apresentação é gratuita e destinada a todas as idades, no Jardim das Rosas, em Presidente Prudente (SP).




Fonte: G1

SP: mostra de cinema Léa Garcia – 90 Anos celebra obra da artista


A mostra inédita Léa Garcia – 90 anos, que começa neste sábado (25), celebra a obra da renomada artista do cinema nacional, que morreu em 2023 aos 90 anos. Com entrada gratuita, as sessões ocorrem no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo até 23 de junho. Com a curadoria de Leonardo Amaral e Ewerton Belico, a retrospectiva terá 15 longas-metragens protagonizados pela atriz.

Na abertura da mostra, será apresentado Orfeu Negro, de Marcel Camus, pelo qual Léa Garcia foi indicada ao prêmio de melhor interpretação feminina no Festival de Cannes. Baseado na peça de Vinícius de Moraes, vencedor da Palma de Ouro em Cannes e ganhador do Oscar de melhor filme estrangeiro pela França, o filme conta a trágica história romântica entre a jovem Eurídice e o motorista e músico Orfeu.

Mostra de cinema “Léa Garcia – 90 Anos” celebra obra da artista, no CCBB-SP. - ORFEU NEGRO. Foto: Divulgação/CCBB-SPMostra de cinema “Léa Garcia – 90 Anos” celebra obra da artista, no CCBB-SP. - ORFEU NEGRO. Foto: Divulgação/CCBB-SP

Mostra de cinema Léa Garcia – 90 Anos celebra obra da artista, no CCBB-SP. – ORFEU NEGRO – Divulgação/CCBB-SP

As projeções incluem os longas Ganga Zumba, de Cacá Diegues; Compasso de Espera, de Antunes Filho; O Forte, de Olney São Paulo; Feminino Plural, de Vera de Figueiredo; M8 – Quando a morte socorre a vida, de Jeferson De; Ladrões de Cinema, de Fernando Coni Campos; e A Deusa Negra, de Ola Balogun.

Serão exibidos ainda A noiva da cidade, de Alex Viany; Cruz e Souza – poeta do desterro, de Sylvio Back;  Mulheres do Brasil, de Malu di Martino; Um dia com Jerusa, de Viviane Ferreira; e O Pai da Rita, A Negação do Brasil e As Filhas do Vento, de Joel Zito Araújo.

Na programação, o público poderá acompanhar três sessões comentadas por pesquisadores e realizadores que trabalharam com a atriz, e que pretendem explorar a importância de sua trajetória e seu pioneirismo como protagonista negra no cinema brasileiro.

No dia 1º de junho, a sessão comentada será com Joel Zito Araújo, com bate-papo logo após a exibição do filme As Filhas do Vento. No dia 8, a atividade será com a pesquisadora Mariana Queen Nwabasili depois da exibição de Compasso de Espera. Já no dia 21, o bate-papo com o professor e cineasta Juliano Gomes ocorrerá após Ladrões de Cinema.

A programação completa está disponível no site do CCBB.




Fonte: Agência Brasil

Arquivo Nacional planeja nova plataforma de documentação colaborativa


Centros de documentação costumam ser vistos como espaços fechados e exclusivos para pesquisadores acadêmicos. O Arquivo Nacional propõe superar essa ideia e tornar o acervo mais acessível e participativo. Nesse sentido, foram anunciados nesta sexta-feira (24) os vencedores do HackathAN, um concurso que buscou soluções tecnológicas para estimular a identificação de documentos digitais pela sociedade civil.

Uma nova plataforma vai permitir que qualquer pessoa ajude a melhorar a descrição do acervo online. Com o volume grande de documentos que chegam ao Arquivo Nacional, nem sempre é possível oferecer informações detalhadas sobre eles. É aí que entra a proposta de participação ativa da população e de valorização do conhecimento público, especializado ou não.

“Aqui no Arquivo Nacional nós não temos todos os profissionais de todas as áreas. Temos grandes arquivistas. E quando você traz o público para cá, traz especialistas em futebol, em história contemporânea, em história dos bondinhos, por exemplo. Essas pessoas vão nos ajudar a descrever e a tornar os nossos objetos digitais mais acurados”, explicou Max Faria, coordenador geral de tecnologia do Arquivo Nacional.

O nome do evento é uma adaptação do termo “hackathon”, com substituição das últimas duas letras pela sigla do Arquivo Nacional (AN). Eventos do tipo são uma espécie de maratona que reúne programadores, designers e todo tipo de profissional ligado ao desenvolvimento de softwares. Em um curto espaço de tempo, é preciso apresentar uma solução tecnológica diante de um desafio proposto pelos organizadores.

No HackathAn, foram 237 inscrições de 21 estados diferentes, mais o Distrito Federal e uma inscrição da Venezuela. Foram formadas 31 equipes e entregues 24 projetos. Três equipes participaram da premiação de hoje. Os três melhores colocados receberam, respectivamente, R$ 5 mil, R$ 3 mil e R$ 2 mil.

“Celebramos hoje a inovação, a criatividade, a dedicação de mentes talentosas que se uniram para enfrentar desafios reais, com soluções inovadoras. O HackathAn é o primeiro evento dessa natureza promovido pelo Arquivo Nacional e foi realmente um sucesso. Durante o período de desafios, vimos equipes se dedicando intensamente para desenvolver projetos, que não têm como propósitos resolver só problemas atuais, mas também abrir caminhos para um futuro mais efetivo e tecnológico em nossa instituição”, disse Gecilda Esteves, diretora geral adjunta do Arquivo Nacional.

Vencedores

A equipe vencedora do concurso foi composta por Anita Lucchesi, Bruno Buccalon, Martim Passos e Yuri Pereira. São profissionais de diferentes áreas como Jornalismo, História, Arquitetura e Design, que possuem conhecimentos na área de programação. O projeto do grupo se chama “Meu Arquivo”, voltado justamente para aproximar as pessoas da instituição e do acervo.

Rio de Janeiro (RJ) 24/05/2024 – Arquivo Nacional anuncia os vencedores do  HackathAN, um hackathon com desafio de desenvolver ferramentas para participação dos usuários na descrição de documentos de seu acervo. Foto: Fernando Frazão/Agência BrasilRio de Janeiro (RJ) 24/05/2024 – Arquivo Nacional anuncia os vencedores do  HackathAN, um hackathon com desafio de desenvolver ferramentas para participação dos usuários na descrição de documentos de seu acervo. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Vencedores do HackathAN, um hackathon com desafio de desenvolver ferramentas para participação dos usuários na descrição de documentos de seu acervo. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O projeto deles envolve gamificação e diferentes dinâmicas interativas, inspiradas em projetos da área de ciência cidadã. Aqueles que, voluntariamente, adicionarem descrições aos documentos digitais vão ganhar níveis distintivos na plataforma e poderão acompanhar toda a métrica deles: quantos e quais documentos descreveram, e em quais categorias.

“O Arquivo Nacional é de todo mundo, porque essa memória pertence a todos. É importante aproximar de forma afetiva a história e a memória contida no acervo. Queremos chamar a população para participar de algo que pode parecer um pouco chato, trabalhar com descrição. Mas a maneira como você apresenta e convida as pessoas a participarem pode ser interessante. Alguém da sociedade civil, aficionada por um tema específico da história, pode contribuir e enriquecer a descrição do acervo”, explicou a historiadora Anita Lucchesi, especialista em História Pública Digital.

Por ser um projeto colaborativo e inclusivo, também há uma preocupação com a qualidade e a precisão do conhecimento que vai estar disponível online. Plataformas abertas correm sempre o risco de receber conteúdos falsos ou enviesados. Os organizadores do evento pretendem montar dispositivos diferentes de validação desses conhecimentos para evitar problemas.

“Depois que as descrições forem feitas, vai existir o ‘selo do cidadão’, uma indicação de que aquele conteúdo disponível no site ainda não passou pela validação do Arquivo Nacional. Ele vai entrar em uma fila. Em algum momento, porque temos limitação de pessoas aqui, o próprio profissional do Arquivo Nacional vai conseguir validar se aquela informação está correta. E quando isso acontecer, aquele conteúdo vai receber um selo diferente do Arquivo Nacional”, diz o coordenador de tecnologia, Max Faria.




Fonte: Agência Brasil

Inundação em Porto Alegre foi falta de manutenção, dizem especialistas


O sistema de proteção contra inundações de Porto Alegre é considerado “robusto, eficiente e fácil de operar e manter”, mas falhou porque não recebeu as manutenções permanentes necessárias por parte da prefeitura, por meio do Departamento Municipal de Água e Esgoto (DMAE). Essa é a avaliação de um grupo de 42 engenheiros, arquitetos e geólogos, que divulgou um manifesto, na última quinta-feira (23), em que explicam o que ocorreu para a cidade ser tomada pela água do Guaíba, na maior enchente da história da capital gaúcha.    

Concebido na década de 1970 por engenheiros da Alemanha, com inspiração em modelos holandeses, o sistema porto-alegrense é composto por cerca de 60 quilômetros (km) de diques e barragens, de norte a sul da capital gaúcha. Avenidas importantes, como Castelo Branco, Beira-Rio e Diário de Notícias, além da rodovia Freeway, são barragens construídas para evitar o extravasamento da água do Guaíba para áreas urbanas.

Há também um muro de proteção, o Muro da Mauá, que funciona como dique para área central da cidade, desde a altura da rodoviária até a usina do Gasômetro. Por toda essa extensão, há 14 comportas, que permitem a entrada e saída da água, e 23 casas de bombas hidráulicas, que também tem as próprias comportas, e funcionam como pontos de drenagem da água, para devolver , em uma eventual inundação, ao lago.

Já os córregos (arroios) que cortam a cidade, como o Arroio Dilúvio, na Avenida Ipiranga, complementam o sistema de diques internos. A cota de inundação do sistema é de 6 metros de cheia, cuja altura na enchente do início do mês não passou de 5,30 metros.

“Os diques e os muros não vazam. Os vazamentos estão em boa parte das comportas sem manutenção. No ano passado, quando o sistema foi acionado, durante as inundações com início no Vale do Taquari e que também inundaram a região metropolitana, as deficiências nas comportas ficaram visíveis. Fáceis de serem sanadas, mas não foram. As próprias casas de bombas, bem como as Estações de Bombeamento de Água Bruta (EBABs) estão inundadas”, diz o manifesto.

O que dizem os engenheiros

“O mais urgente que tinha que ser feito, desenvergar [comportas], trocar as borrachas, não foi feito. Não precisaríamos ter sequer 10% da inundação que nós tivemos”, argumentou o engenheiro Vicente Rauber, ex-diretor do antigo Departamento de Esgotos Pluviais (DEP), que nos anos 1990 já tinha lançado uma publicação sobre como prevenir enchentes na cidade, que havia passado um trágico incidente em 1941.

“Como medidas emergenciais, [o DMAE] deveria ir lá e fechar os furos, os vazamentos [das comportas]. Uma empresa de saneamento trabalha permanentemente com mergulhadores, eles são necessários para fazer qualquer atividade, qualquer conserto embaixo d’água. Conserta os furos e tenta religar as casas de bomba, fazendo ensecadeiras, tirando a água dentro dela. Estamos num círculo vicioso, as casas de bomba não funcionam porque foram inundadas, e a água não sai porque não tem bomba [funcionando]”, acrescentou durante uma entrevista coletiva para lançar a carta.

Porto Alegre (RS), 24/05/2024 – CHUVAS RS- CASA DE BOMBAS - Casa de Bombas para retiradas de água em enchentes em Porto Alegre. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência BrasilPorto Alegre (RS), 24/05/2024 – CHUVAS RS- CASA DE BOMBAS - Casa de Bombas para retiradas de água em enchentes em Porto Alegre. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Casa de bomba, usada para retirada de água de enchentes em Porto Alegre, fica alagada no dia 24/05/2024. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

“Nós temos uma barragem, que impede a água de entrar. O muro e os diques são barragens. E, quando a barragem não impede a água de entrar, tem um sistema que pega e joga água para o outro lado da barragem. Muito simples, tradicional, clássico e eficiente, é fácil de fazer. É só manter as casas de bomba funcionando, que ela vai pegar a água de dentro da cidade e vai jogar fora”, apontou Augusto Damiani, engenheiro civil, ex-diretor-geral do DEP e do DMAE, hidrólogo e mestre em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental pelo Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Prefeitura nega falta de manutenção

Procurado, o DMAE informou que, atualmente, 11 das 23 bombas estão em funcionamento. No auge da inundação, 19 pararam por inundação ou por problemas elétricos. Elas estão sendo consertadas, assegurou o órgão.

Enquanto isso, moradores da região central e do norte da cidade, onde estão as bombas sem funcionamento ou com operação parcial, sofrem com o repique das enchentes, que quase colapsaram a cidade há 20 dias.

“Estamos trabalhando para religar as demais casas de bombas. Ontem [23], durante o temporal, nenhuma saiu fora de operação. Estamos trabalhando nas EBAPS [Estações de Bombeamento de Água Pluvial] que faltam. Algumas tiramos os motores para secar, outras ainda não conseguimos entrar em razão da inundação. Nossas equipes estão trabalhando incansavelmente para colocar todo o sistema em operação o mais breve possível”, disse o DMAE.

Em entrevista à Rádio Nacional, última quarta-feira (22), o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, negou falta de manutenção no sistema e atribuiu a falha à concepção do sistema.

“Em 1968, 1969, eu sou o décimo terceiro prefeito dessa leva [da década] de 1970 para cá. Esse sistema foi concebido de um jeito e ele nunca foi modificado. E ele tinha testado algumas vezes em centros menores e tinha respondido bem. Bom, mas ele nunca tinha sido testado com o fenômeno do tamanho que aconteceu”, afirmou.

“Esse fenômeno que aconteceu, o climático, ele poderia ter acontecido em qualquer cidade brasileira e talvez não fosse diferente, porque nós não temos cidades adaptadas para esse novo normal, nenhuma. Nenhuma, especialmente grandes cidades. Então, essa tragédia que aconteceu aqui, ela poderia acontecer em São Paulo, Rio de Janeiro, em qualquer outro lugar. Acho que o Brasil tem que pensar no novo normal”, insistiu Melo.




Fonte: Agência Brasil

Grupo cria movimento para recuperar setor do audiovisual no RS


Instituições públicas, sindicatos e associações do ramo do audiovisual lançaram um movimento para ajudar e recuperar o setor no Rio Grande do Sul. A iniciativa Futuro Audiovisual RS conta com o apoio, entre outras entidades, da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, da Academia Brasileira de Cinema, do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Cinematográfica e do Audiovisual (SindCine), do Instituto Akamani, da Associação de Produtoras Independentes (API) e da Fundação Cinema RS.

Inicialmente, o grupo pretende ajudar os profissionais do audiovisual diretamente atingidos pelas inundações a restabelecerem em segurança e com condições mínimas, o direito à moradia.

“Primeiramente, vamos atuar em frentes básicas, auxiliando quem perdeu tudo com a enchente e, com o passar do tempo, vamos analisar as demandas das fases futuras, a partir dos entendimentos que o próprio projeto gerará. Algumas já conhecemos, pois é evidente que o setor está e estará paralisado, e precisamos encontrar formas de manter emprego e renda para os nossos profissionais”, explicou a diretora do Instituto Akamani, Aleteia Selonk.

O movimento disponibilizou um formulário virtual para que profissionais afetados possam se cadastrar para receber ajuda. Para quem quiser ajudar, os recursos devem ser enviados para a chave PIX [email protected].

Segundo o grupo, a intenção é garantir que os valores recebidos sejam direcionados de maneira precisa e transparente para os trabalhadores do audiovisual mais impactados e que necessitam de apoio. Um comitê gestor, composto por agentes do audiovisual gaúcho, foi formado para gerenciar as doações.

Mais informações sobre o movimento podem ser consultadas no site da Futuro Audiovisual.




Fonte: Agência Brasil

Manzini Pizzaria, de Presidente Prudente, tem o rodízio mais completo da cidade | Especial Publicitário – Manzini Pizzaria


A pizza, símbolo de união entre familiares e amigos, é uma das opções mais amadas pelo brasileiro. O país é o segundo que mais consome a redonda no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Com o prudentino não é diferente, seja qual dia da semana for, um rodízio é uma boa pedida. Destaque no setor, a pizzaria Manzini se consolida como uma das maiores de Presidente Prudente, com capacidade para 300 pessoas.




Fonte: G1

Motorista perde o controle da direção e caminhão com carga de soja tomba no trevo entre as rodovias Assis Chateaubriand e Raposo Tavares




Homem foi levado ao HR, em Presidente Prudente (SP), para receber cuidados médicos. Caminhão com carga de soja tombou em Presidente Prudente (SP)
Aline Costa/TV Fronteira
Um caminhão carregado com uma carga de soja tombou na tarde desta sexta-feira (24) no trevo entre as rodovias Assis Chateaubriand (SP-425) e Raposo Tavares (SP-270), em Presidente Prudente (SP).
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De acordo com as informações repassadas pela Polícia Militar Rodoviária, o motorista perdeu o controle da direção ao trafegar pelo local.
O homem foi socorrido com ferimentos e levado ao Hospital Regional (HR), em Presidente Prudente, para receber cuidados médicos.
Ainda segundo a polícia, o trecho onde ocorreu o acidente de trânsito foi sinalizado e não foi necessária a interdição do tráfico de veículos no local.
Caminhão com carga de soja tombou em Presidente Prudente (SP)
Aline Costa/TV Fronteira
Caminhão com carga de soja tombou em Presidente Prudente (SP)
Aline Costa/TV Fronteira

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Fonte: G1

Carro lotado de maconha é apreendido na Rodovia Raposo Tavares, em Presidente Prudente




Motorista, de 28 anos, levaria a droga de Ponta Porã (MS) para São Paulo (SP). Carro lotado de droga foi apreendido nesta sexta-feira (24), em Presidente Prudente (SP)
Aline Costa/TV Fronteira
A Polícia Militar Rodoviária apreendeu na tarde desta sexta-feira (24) um carro lotado de maconha, na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), em Presidente Prudente (SP).
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Um rapaz, de 28 anos, que dirigia o veículo, foi preso em flagrante por tráfico de droga.
De acordo com as informações repassadas pela polícia, o motorista, que seguia de Ponta Porã (MS) para São Paulo (SP), assumiu a propriedade da droga.
A estimativa da polícia é de que a carga totalize em torno de 500 quilos de maconha.
O homem preso e o carro e a droga apreendidos foram levados à Delegacia Participativa da Polícia Civil.
Carro lotado de droga foi apreendido nesta sexta-feira (24), em Presidente Prudente (SP)
Aline Costa/TV Fronteira
Carro lotado de droga foi apreendido nesta sexta-feira (24), em Presidente Prudente (SP)
Aline Costa/TV Fronteira
Carro lotado de droga foi apreendido nesta sexta-feira (24), em Presidente Prudente (SP)
Aline Costa/TV Fronteira
Carro lotado de droga foi apreendido nesta sexta-feira (24), em Presidente Prudente (SP)
Aline Costa/TV Fronteira
Carro lotado de droga foi apreendido nesta sexta-feira (24), em Presidente Prudente (SP)
Aline Costa/TV Fronteira

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Fonte: G1

Com forno a lenha e produtos de qualidade, Va Bene conquista Prudentinos




Pizzaria tem promoções todos os dias da semana, com pizzas a partir de R$ 39,90 e retirada em até meia hora. Fachada Pizzaria Va Bene.
Divulgação
Comer uma boa pizza é, sem dúvidas, uma tradição do prudentino. Sabendo disso, a Va Bene disponibiliza um serviço de qualidade, com forno a lenha, retirada em até meia hora e delivery.
A ingestão de ao menos duas fatias desta iguaria por semana está vinculada a efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes, de acordo com a revista científica MDPI, que apontou que comer pizza pode ajudar no tratamento da artrite reumatoide. Ou seja, além de se deliciar com uma ótima pizza, ainda tem benefícios para a saúde.
A Va Bene, com seus produtos de primeira, garante uma experiência única e com aquela vontade de pedir de novo.
Os clientes podem escolher além da entrega, pizzas a la carte no atendimento presencial, com salão climatizado e que acolhe de forma aconchegante.
Saborear uma boa pizza e pagar barato por isso faz toda a diferença. A pizzaria Va Bene, de Presidente Prudente, tem todos os dias promoções, com pizzas a partir de R$ 39,90.
Va Bene, com produtos de primeira, garante uma experiência única.
Divulgação
Com mais de 70 opções no cardápio, tem para todos os gostos, com pizzas especiais, uma linha light, sem falar das doces, além de bebidas diversificadas.
Com 10 anos de história e qualidade, a inovação faz parte da casa, destaque para os sabores criados exclusivamente pela Va Bene, como a pizza dourada de Ferrero Rocher, Pistache, Raffaello, Nutella, dentre outros deliciosos.
Va Bene conquista o público Prudentino.
Divulgação
Com benefícios, sabores, exclusividade, rapidez, atendimento de qualidade e um serviço de primeira, a Va Bene conquista a cada dia o coração dos clientes. Afinal, uma pizza, conversa e companhia são ótimas pedidas.
O atendimento é de terça à quinta-feira, das 18h30 às 23h, sexta à domingo das 18h30 às 23h15. O WhatsApp é (18) 99765-4377 e o telefone é (18) 3222-1682. A pizzaria está na Av. Paulo Marcondes, 231 – Jardim Eldorado.
Promoções todas as semanas, com pizzas a partir de R$ 39,90.
Divulgação




Fonte: G1

Foragido da Operação Dedo Podre é preso para o cumprimento de pena de 8 anos em regime inicial fechado | Presidente Prudente e Região


De acordo com a Polícia Civil, as condenações incluem crimes como associação criminosa, falsidade ideológica, corrupção ativa e inserção de dados falsos em sistemas públicos, que totalizam 105 infrações, com penas que variam de oito a nove anos e quatro meses de prisão, em regime inicial fechado.




Fonte: G1