Homem é preso por tentativa de feminicídio em assentamento após esfaquear a própria mãe, em Iepê | Presidente Prudente e Região


Ao ser indagado pelos militares, o homem confessou que teria agredido a mãe por ela ter pedido que ele fosse mais calmo. Além disso, informou que no dia anterior ao fato, na terça-feira (9), também teria agredido a ex-mulher e que havia um boletim de ocorrência registrado.




Fonte: G1

Acidente com ônibus mata oito pessoas na Bahia


Um acidente com um ônibus de turismo deixou oito mortos, além de 23 feridos, na BR-101, na Bahia. O veículo, que tinha 34 pessoas a bordo, tombou depois de bater em um barranco, na cidade de Teixeira de Freitas, por volta das 4h30 da madrugada desta quinta-feira (11).

O ônibus, da empresa RM Viagens e Turismo, viajava do Rio de Janeiro com destino a Porto Seguro, na Bahia. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os feridos foram encaminhados a hospitais.

A PRF acredita que o acidente foi provocado pelo excesso de velocidade. Os dois condutores do veículo não se feriram, de acordo com a polícia.




Fonte: Agência Brasil

Polícia Civil identifica suspeito de assassinato no distrito de Itororó do Paranapanema, em Pirapozinho | Presidente Prudente e Região


Conforme o delegado responsável pelo caso, Rafael Galvão, as investigações tiveram início após o acionamento da Polícia Civil para o local do crime e identificaram, além do suspeito de executar o crime, um outro suspeito, residente na cidade de Santo Inácio (PR), que teria fornecido a arma e a munição do crime.




Fonte: G1

OAB pede dados sobre inquéritos arquivados por delegados no Rio


O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – seção Rio (OAB-RJ), Luciano Bandeira, e o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Assistência Judiciária, José Agripino da Silva Oliveira, entregaram nessa quarta-feira (10) ao secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Victor Santos, pedido de informação sobre quantos e quais os inquéritos policiais inconclusivos e arquivados no período em que os delegados Rivaldo Barbosa e Giniton Lages estiveram  no comando da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). O pedido se estende ao período em que Barbosa era secretário de Polícia Civil do Rio. Rivaldo está preso preventivamente, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), por obstruir as investigações sobre a morte de Marielle Franco e Anderson Gomes, quando era secretário de Polícia Civil.

A seccional fluminense da OAB pede ainda que seja franqueado o acesso dos advogados procuradores da Comissão de Direitos Humanos e Assistência Judiciária (CDHAJ) da instituição a esses documentos.

O pedido foi feito também à Procuradoria-Geral de Justiça do Estado e à DHC. O procurador-geral, Luciano Mattos, deverá informar em quais inquéritos desse período o Ministério Público opinou pelo arquivamento. Ao titular da DHC, Henrique Damasceno, a Ordem solicita que sejam revistos ainda os inquéritos do período em que o delegado Giniton Lages esteve no comando dessa delegacia. Lages também é investigado pela Polícia Federal como envolvido no caso Marielle Franco.

Barbosa comandou a DHC até 13 de março de 2018 (véspera do assassinato de Marielle e do motorista da vereadora, Anderson Gomes), quando foi empossado no cargo de secretário de Polícia Civil. Na manhã seguinte às mortes, o delegado Giniton Lages foi escolhido por Barbosa para ser titular da DHC, que teria a atribuição de investigar o crime.

Investigações da Polícia Federal mostram suposta adoção de estratégias para dificultar a conclusão da Polícia Civil no inquérito que apura os mandantes dos homicídios.

José Agripino disse que “a OABRJ tem papel histórico na defesa da ordem jurídica do Estado Democrático de Direito e, com essa medida, reafirma o compromisso inarredável com a democracia e com a sociedade civil. Segundo ele, foi amplamente divulgado pela mídia o uso de estratégias com o fim de dificultar investigações da Polícia Civil. “Cobraremos, de forma intransigente, que essas suspeitas sejam apuradas de forma célere”, afirmou.

*Matéria alterada para correção de informação. O título também foi alterado.




Fonte: Agência Brasil

Abatedouro de porcos é interditado no Rio; carne é descartada


Policiais da Delegacia do Consumidor (Decon), em conjunto com técnicos do Instituto Municipal de Vigilância Sanitária (Ivisa-Rio), promoveram ação de fiscalização em um abatedouro clandestino de porcos, no bairro Bangu, zona oeste do Rio. Uma equipe de peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) também participou da operação. Mais de 5 toneladas de carne de porco e miúdos foram descartados.

No abatedouro, os agentes constataram condições insalubres durante todo o processo de criação, abate e conservação da carne suína. Os porcos eram criados expostos a esgoto a céu aberto, lixo e carcaças de outros animais mortos. Eram alimentados exclusivamente com comida estragada, e muitos se mostravam enfraquecidos e doentes.

De acordo com os policiais, o ambiente onde os animais eram abatidos estava muito sujo, tomado por larvas de mosca. Não havia câmara frigorífica no local e a carne suína era estocada em um quarto úmido, sem refrigeração e exposta a germes.

O abatedouro não tinha licença sanitária para funcionamento e foi interditado pela Vigilância Sanitária. O responsável pelo local foi conduzido à delegacia e autuado em flagrante pela prática de crime contra as relações de consumo.




Fonte: Agência Brasil

Professora é ameaçada e tem celular roubado à luz do dia, na Vila Nova, em Presidente Prudente




Vítima foi abordada por um rapaz que, segundo relato, anunciou o assalto e disse para a mulher não se mexer, ‘senão ia atirar’, nesta quarta-feira (10). Professora é ameaçada e tem celular roubado à luz do dia, na Vila Nova, em Presidente Prudente (SP)
Arquivo/g1
Uma professora, de 26 anos, teve o celular roubado em plena luz do dia enquanto caminhava pela rua Major Felício Tarabay, na Vila Nova, em Presidente Prudente (SP), nesta quarta-feira (10).
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A vítima foi abordada por um rapaz que, segundo relato, anunciou o assalto e disse para a mulher não se mexer, “senão ia atirar”. Ele tomou o celular de suas mãos e correu em direção ao Terminal Rodoviário ‘Comendador José Lemes Soares’.
À polícia, a professora disse que não foi possível identificar se o suspeito estava, de fato, armado.
Devido a um compromisso, a vítima se deslocou até a rodoviária, onde embarcou em um ônibus rumo a Taciba (SP), cidade onde reside.
O suspeito de ter cometido o crime ainda não foi localizado.

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Fonte: G1

Trio é preso suspeito de envolvimento na morte de jovem na Praça da Fonte Luminosa, em Regente Feijó | Presidente Prudente e Região


O primeiro assassinato foi registrado à 00h29, no Jardim Brasília, em Presidente Prudente. A vítima foi um homem, de 49 anos e, segundo a Polícia Civil, houve disparo de arma de fogo em via pública, na Rua Niterói, onde os policiais, em contato com a esposa da vítima, foram informados de que o autor dos disparos teria sido o jovem, que, posteriormente, foi encontrado morto em Regente Feijó, e que, mais cedo, teria passado pelo local com uma motocicleta preta e efetuado os disparos com arma de fogo contra a vítima.




Fonte: G1

Ipem-SP aprova três radares de trânsito durante fiscalização em Presidente Prudente; confira locais




Com a aprovação, equipamentos voltam a fotografar e gerar autuações aos motoristas que infringirem os limites de velocidade determinados em cada trecho. Ipem-SP aprova três radares de trânsito durante fiscalização em Presidente Prudente (SP)
Ipem-SP
Em uma fiscalização realizada na manhã desta quarta-feira (10), o Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP) aprovou três radares de trânsito em Presidente Prudente (SP).
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Dois deles haviam sido rejeitados na primeira aferição, em fevereiro deste ano, e estão localizados na Avenida da Saudade, 1.649, no bairro Cidade Universitária, e no km 6 da Rodovia Arthur Boigues Filho, a Estrada da Amizade, no Parque Residencial Carandá.
Já o terceiro, situado no cruzamento entre as avenidas José Soares Marcondes e Marechal Deodoro, na Vila Euclides, passou por uma avaliação periódica e segue em funcionamento no local.
À TV Fronteira, a Prefeitura de Presidente Prudente informou que, com essa aprovação, os equipamentos voltam a fotografar e gerar autuações aos motoristas que infringirem os limites de velocidade determinados em cada trecho.
O laudo de aprovação dos radares é válido por um ano.
Para as multas emitidas em função dessas medições serem legítimas, o medidor de velocidade precisa ter sido verificado e aprovado pelo Ipem-SP, e estar dentro do prazo de validade. Para saber se o medidor de velocidade está dentro da validade, acesse o Portal de Serviços do Inmetro nos Estados (PSIE).
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Reprodução/TV Fronteira
Verificação metrológica
Diariamente, o Ipem-SP realiza a verificação metrológica dos radares, instrumentos utilizados para medir e registrar velocidade destinados ao monitoramento do trânsito, em todo o Estado de São Paulo.
Conforme a Portaria 158/2022, do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), é obrigatória a verificação metrológica uma vez por ano ou toda vez que o equipamento passar por reparo.
A verificação metrológica no radar leva de 20 minutos até uma hora. A ação envolve os fiscais do Ipem-SP e a equipe da empresa responsável pelo instrumento.

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Fonte: G1

Tradicional festividade de Santo Expedito espera receber 50 mil devotos; veja a programação | Presidente Prudente e Região


Durante a comemoração voltada ao dia do padroeiro da cidade e do Santuário de Santo Expedito, haverá praças de alimentação onde serão servidos pratos como porco no tacho, batata frita, frango a passarinho, pastel, cachorro quente, sucos, bebidas, pamonhas, pão de Santo Expedito.




Fonte: G1

Regras definem tratamento de pessoas LGBTQIA+ em privação de liberdade


O Brasil agora tem parâmetros estabelecidos para todo o processo penal que envolva pessoas LGBTQIA+ [lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, queer, intersexuais, assexuais]. Uma resolução conjunta dos Conselhos Nacionais dos Direitos das Pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Queer, Intersexo, Assexuais e outras e de Política Criminal e Penitenciária reúne as regras de acolhimento nos casos de reclusão de pessoas dessa população.

A medida está publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (10).

Segundo o relator da resolução e delegado de Polícia Civil, Anderson Cavichioli, as normas foram baseadas em decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), na legislação brasileira, inclusive na própria Constituição Federal, e também em leis internacionais e são consideradas uma conquista do movimento LGBTQIA+.

Entre os avanços, ele destacou artigo que determina que somente a autodeclaração poderá identificar uma pessoa como parte da população LGBTQIA+ e que isso deve ser feito por magistrados em qualquer momento do processo penal.

O texto define dois desdobramentos possíveis a partir daí, que devem ser orientados por magistrados em linguagem acessível ao condenado. Uma das possibilidades trata do encaminhamento da pessoa transgênero, que poderá escolher em que tipo de unidade cumprirá a pena, se masculina, feminina, ou específica, quando houver. Já as demais pessoas que se autodeclararem serão obrigatoriamente encaminhadas para o sistema correspondente ao gênero ao qual se identificam, restando apenas a escolha da ala ou cela em que cumprirão a pena.

Garantias de direito

Cavichioli diz que a regulamentação também levou em consideração um levantamento realizado em 2020 pelo extinto Departamento Penitenciário Nacional (Depen), atual Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), que apontou na época que, no sistema penal brasileiro, 10.161 pessoas se autodeclaravam parte dessa população, sendo 2.284 homens gays, 1.164 homens bissexuais, 1.027 travestis, 611 mulheres trans, 2.425 mulheres lésbicas, 2.297 mulheres bissexuais e 353 homens trans.

Além de reforçar garantias de direitos previstos em lei, como o uso do nome social por exemplo, a resolução também traz claramente regras como a proibição de tratamento desumano em razão da condição de pessoa declarada LGBTQIA+.

Para Cavichioli, embora todos os pontos abordados pela resolução tenham grande importância, é necessário ir além, com a efetivação de políticas públicas que garantam, por exemplo, a capacitação de agentes que atuam no sistema penal.

“Sem a capacitação a resolução perde efetividade. É preciso que haja um empenho político para que os estados também a cumpram e conheçam as especificidades da norma”, conclui.




Fonte: Agência Brasil