Santa Casa assume o compromisso de levar informação de qualidade a população | Especial publicitário – Santa Casa Presidente Prudente


O diferencial da Santa Casa Presidente Prudente está na sua capacidade de prover um ambiente de cuidados abrangente. Aqui, o paciente encontra tudo o que necessita dentro do complexo hospitalar, eliminando a necessidade de deslocamentos e assegurando agilidade, conforto e segurança em todas as fases do tratamento. Equipada com serviços como Tomografia, Hemodinâmica, Endoscopia, Ambulatório e Laboratório próprio, a instituição também é especializada em uma ampla gama de procedimentos cirúrgicos, incluindo emergenciais, urológicas, bariátricas, plásticas, entre outras.




Fonte: G1

Sem habilitação, motociclista colide contra traseira de carro na Avenida Juscelino Kubitscheck em Presidente Prudente



Veículo foi apreendido por estar com o licenciamento vencido. Um motociclista colidiu contra a traseira de um carro, na madrugada desta terça-feira (26), na Avenida Juscelino Kubitschek, localizada no Jardim Santa Mônica, em Presidente Prudente (SP).
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De acordo com a Polícia Civil, a motociclista, de 25 anos, explicou que conduzia o veículo quando colidiu em um carro, que não tinha certeza se estava estacionado ou em movimento.
Já a proprietária do automóvel, de 38 anos, informou que estava no veículo estacionado na via, quando sentiu o impacto da motocicleta colidindo na traseira do carro.
Ainda conforme o Boletim de Ocorrência, o acidente resultou em danos aos veículos e lesões à motociclista, que foi socorrida pela Unidade de Resgate da Santa Casa de Misericórdia, em Presidente Prudente, onde permanece internada.
A moto, com placas de Teodoro Sampaio (SP), foi apreendida pelos militares por estar com o licenciamento vencido. Além disso, a motociclista dirigia sem habilitação.
De acordo com a Santa Casa, a paciente teve apenas uma fratura no dedo e passa bem, mas segue em observação.

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Fonte: G1

Inquérito mostra como delegado agiu para livrar assassinos de Marielle


Ao desvendar o assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, ocorrido em 2018, a Polícia Federal (PF) revelou também um esquema envolvendo autoridades da segurança pública do Rio de Janeiro que, em vez de atuarem para desvendar o caso, adotaram estratégias para evitar o avanço das investigações. No centro do esquema estava o delegado Rivaldo Barbosa, então chefe da Polícia Civil. 

Se, na teoria, cabia a ele desvendar o caso, na realidade, segundo a Polícia federal, o delegado teria feito mais do que obstruir a investigação. As suspeitas são de que ajudou no planejamento do crime, algo que surpreendeu até a família de Marielle, de quem o delegado se aproximou e ganhou confiança logo no início das investigações.

No inquérito, tornado público pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Rivaldo é acusado de obstruir os trabalhos policiais, de forma a proteger os autores de crimes cometidos por diversos contraventores, deste e de outros casos, em especial envolvendo milicianos e bicheiros. Entre os crimes imputados a ele está o de participar de organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva.

A indicação de Rivaldo para o cargo na Polícia Civil foi feita pelo general de Exército Richard Nunes, mesmo diante de um parecer do setor de inteligência que informava sobre “atividades suspeitas” que associavam o delegado a contraventores locais, em especial bicheiros. A nomeação foi assinada pelo então interventor do governo federal no estado, general Walter Braga Netto.

Segundo a PF, a lista de acusados envolvidos com o assassinato da vereadora abrange Ronnie Lessa, autor dos disparos contra Marielle e Anderson; Élcio de Queiroz, que dirigiu o carro que perseguiu o de Marielle na ocasião do assassinato; o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, o “Suel”, a quem coube monitorar a rotina da vítima, além de ajudar a dar sumiço na arma utilizada no crime; e Edilson Barbosa dos Santos, mais conhecido como “Orelha”, dono do ferro-velho onde foi feito o desmanche do carro usado no crime. Os investigadores apontam como mandantes do crime o deputado Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ) e seu irmão Domingos Brazão. Tanto os irmãos Brazão quanto Rivaldo Barbosa foram presos preventivamente no último domingo (24).

Investigadores criminosos

Um dia após o assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, Rivaldo Barbosa, já chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, nomeou o delegado Giniton Lages, com quem tinha comprovadamente relações próximas – inclusive relatadas pelo próprio Lages no livro “Quem Matou Marielle?”, escrito por ele -, para presidir as investigações do caso.

O inquérito da PF apresenta depoimentos e diversas provas indiciárias do esquema criminoso envolvendo a Delegacia de Homicídios. Algumas apontam que Rivaldo seria “conivente com os homicídios envolvendo a participação de milicianos e contraventores, dos quais recebia vantagens indevidas”, e que ele teria feito alertas a “alvos de investigação quando da menção de seus nomes em procedimentos criminais ou quando da existência de medidas restritivas em desfavor deles”.

Segundo a investigação da PF, entre os crimes acobertados está o assassinato do presidente da Portela, Marcos Falcon, em setembro de 2016; de Haylton Carlos Gomes Escafura e de sua mulher, na Barra da Tijuca, em 2016, assim como o de Geraldo Antônio Pereira, no mesmo ano; José Luís de Barros Lopes, em 2011, e Marcelo Diotti da Matta, em 2018. Uma das frentes de investigação da PF que comprovaram a ligação entre investigadores e criminosos partiu do depoimento da filha de Marcos Falcon, Marcelle Guimarães Vieira Souza.

Falcon era, na época, candidato ao cargo de vereador do município do Rio de Janeiro, mas foi assassinado a menos de uma semana do pleito. Sua filha disse à PF que o delegado Brenno Carnevale, responsável pela investigação da morte de seu pai, havia manifestado “descontentamento com as ingerências praticadas por Rivaldo Barbosa na investigação”. Entre as ingerências estaria o pedido de Rivaldo para que Carnevale não mexesse em “nada das novas descobertas”, e que as informações deveriam sempre passar antes diretamente por ele, Rivaldo.

Carnevale teria falado, também à filha de Marcos Falcon, sobre o “sumiço repentino” de procedimentos apuratórios atrelados a Falcon e Geraldo Pereira.

“Marcelle ressaltou que todos com quem conversava sobre a morte de seu pai, sobretudo policiais, desestimulavam-na a procurar a DH [Delegacia de Homicídios, quando chefiada por Rivaldo], pois essa delegacia estaria comprada e de nada adiantaria seu empenho”, detalha o documento divulgado pela PF. Além disso, segundo ela, Rivaldo teria marcado um encontro com Falcon pouco tempo antes de ser morto, mas que o encontro acabou não se concretizando em razão de seu assassinato.

Brenno Carnevalle estava lotado, em 2018, na delegacia que era responsável pela apuração dos homicídios envolvendo agentes de segurança pública. Em depoimento ao Ministério Público do RJ, ele informou que não houve nenhuma elucidação de crimes envolvendo bicheiros entre agosto de 2016 e março de 2018; e que materiais apreendidos e inquéritos haviam desaparecido de forma misteriosa.

No depoimento, ele reiterou o que havia sido dito por Marcelle e acrescentou outros fatos que ampliaram ainda mais as suspeitas contra Rivaldo. Foi o caso do sumiço de inquéritos como o de André Serralho, em 2016, bem como de alguns materiais apreendidos durante as investigações. Citou também o excesso de exigências burocráticas que inviabilizavam diligências; e as “súbitas trocas de presidências de inquéritos”, como o que envolvia a morte de Haylton Escafura, filho do contraventor conhecido como Piruinha.

Outro fato narrado por Marcelle mostra que a delegacia chefiada por Rivaldo era conivente com os homicídios envolvendo a participação de milicianos e contraventores, dos quais, segundo a PF, Rivaldo recebia vantagens indevidas. A PF acrescenta que o delegado civil alertava alvos de investigação, quando tinham seus nomes mencionados em procedimentos criminais ou quando ficava a par de medidas restritivas que seriam aplicadas em desfavor deles.

“Uma análise, ainda que superficial desses inquéritos, infelizmente, revela uma lamentável realidade: historicamente, os homicídios ligados a disputas da contravenção, invariavelmente, não resultam em efetivas respostas estatais; rumam em via única destinada a uma deplorável impunidade institucionalizada”, diz o inquérito.

A sentença assinada pelo juiz da 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa, Bruno Monteiro Rulière, destaca que o exame dos procedimentos adotados “permite inspirar particular questionamento sobre a adequação e regularidade na condução dos inquéritos policiais (inconclusivos), que são marcados por rotinas engessadas, despidas de profícuos atos apuratórios, com uma manifesta situação de letargia e omissão deliberada de alguns agentes e/ou autoridade públicas”. “Com isso, todos inquéritos acabam sem conclusão”, detalhou o juiz.

Federalização

O inquérito mostra que o chefe da Polícia Civil, Rivaldo Barbosa, estava preocupado com a possibilidade de federalização do caso. Nesse sentido, relata uma manifestação dele na mídia, após ser indagado sobre a possibilidade de eventuais colaborações da PF na investigação. Ele disse ter convicção de que a Polícia Civil tinha condições de elucidar o caso.

Segundo o inquérito, chamou a atenção o fato de, antes da entrevista concedida ao RJTV 12 horas após o assassinato de Marielle, a Delegacia de Homicídios da Capital ter vazado a informação de que as munições empregadas na emboscada contra a vereadora decorriam de um lote vendido para a PF em 2006.

Isso, segundo o inquérito, foi feito “com o claro objetivo de repelir a atuação da força de segurança federal no caso”. No mesmo dia, 15 de março, o procurador-Geral de Justiça do RJ, José Eduardo Gussem, defendeu que, diante desses fatos, era importante “evitar que a investigação passe para a esfera federal”. A declaração foi feita após visita da procuradora-Geral da República, à época, Raquel Dodge, ao estado, ocasião em que anunciou que iria instaurar uma apuração preliminar do caso no MPF.

Dodge havia nomeado cinco procuradores para acompanhar a investigação do caso. “Entretanto, Gussem, no dia 21 de março de 2018, ingressou com um pedido no Conselho Nacional do Ministério Público para que a apuração dos procuradores da República fosse suspensa, o que foi deferido liminarmente pelo conselho e ensejou a revogação da portaria de nomeação do grupo”, diz o inquérito, ao apresentar algumas manifestações públicas de Gussem em favor de Rivaldo Barbosa.

“Avançando na análise da relação de Rivaldo Barbosa com Gussem, entretanto chamou a atenção desta equipe de investigação que, na ocasião em que o primeiro foi denunciado pelo MPRJ pela suposta prática de crimes contra a lei de licitações, por firmar contratos emergenciais na área de informática no valor de R$ 191 milhões, o então procurador não adotou a postura de proteger sua instituição, bem como de seus membros, outrora realizada com afinco, mas, de forma surpreendente, atacou os promotores de Justiça signatários da exordial acusatória, e defendeu Rivaldo Barbosa”, complementa o inquérito da PF.

Sabotagem

Entre os atos praticados para obstruir as investigações, reforçados com a nomeação de Lages, a PF aponta “exemplos inequívocos de que o aparato policial não somente se absteve de promover diligências frutíferas, mas também favoreceu para a sabotagem do trabalho apuratório”. Um desses exemplos foi a negligência para se obter as imagens do veículo utilizado para o crime contra a vereadora, que acabou por não abranger, inicialmente, a rota de fuga dos executores.

O inquérito fala também de uma “duvidosa dinâmica” da delegacia de homicídios que teve como ponto de partida uma denúncia anônima, que tentou associar o crime ao então vereador Marcelo Siciliano, adversário político dos verdadeiros mandantes citados pela PF, os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão.

A investigação levantou também, falsamente, suspeitas contra Orlando Curicica, miliciano que atuaria na Zona Oeste do Rio de janeiro. Curicica havia delatado esquemas de pagamentos mensais por milicianos a delegacias do estado; e que pagamentos extras teriam sido feitos para evitar investigações específicas de alguns homicídios.

Em maio de 2018, uma equipe da delegacia de homicídios comandada por Lages esteve na Penitenciária de Bangu 1 com o intuito de obter uma confissão de Orlando Curicica, que apontasse a autoria do crime a Marcelo Siciliano. “Diante da negativa de Curicica, tal equipe teria o ameaçado de lhe atribuir outros homicídios como meio de coerção (ou coação) a confessar aquela hipótese pré-moldada”, descreve o inquérito da PF. “Imputar o delito ao então vereador Marcelo Siciliano teria o condão não só de garantir-lhes a impunidade, mas também fulminaria politicamente um dos concorrentes eleitorais da família Brazão nos bairros da Zona Oeste carioca”, complementa o documento.

Vantagens indevidas

O inquérito cita “vantagens indevidas” que Gussem teria recebido do ex-secretário de Saúde do estado, Sérgio Côrtes, para arquivar investigações que o tinham como alvo. Todo esse contexto levou os investigadores a constatar que Rivaldo Barbosa “conseguiu atingir seu segundo intento, de modo que os órgãos de persecução penal federais foram alijados das investigações”.

O inquérito descreve também algumas estratégias adotadas por Rivaldo para lavar o dinheiro recebido dos contraventores. Ele inclusive teria constituído, com sua esposa, Erika Araújo, uma empresa, com o propósito de justificar o aumento de patrimônio obtido no período em que dirigia a delegacia de homicídios e, posteriormente, quando foi chefe da Polícia Civil.

“Rivaldo e sua esposa Erika se lançaram às atividades empresariais justamente no período em que Rivaldo foi nomeado para chefiar a Delegacia de Homicídios da Capital, de modo a se protrair enquanto ele foi diretor da Divisão de Homicídios (21/5/2016) e chefe da Polícia Civil (8/3/2018). Recorda-se que é justamente quando está na DHC ou à frente da Polícia Civil que foram encontrados relatos, depoimentos e formalizadas denúncias envolvendo episódios de corrupção e outras atividades ilícita”, diz o inquérito.

Outro lado

Ouvido pela PF durante as investigações, o general Richard Nunes prestou depoimento aos delegados e negou ter ingerência na escolha de Rivaldo.

“A Subsecretaria de inteligência contraindicou o nome de Rivaldo, mas o depoente decidiu pelo seu nome, tendo em vista que tal contraindicação não se pautava por dados objetivos. Teve contato com Rivaldo na época da força de pacificação”, diz o depoimento.

Agência Brasil entrou em contato com a defesa de Rivaldo Barbosa e aguarda retorno.

Em nota, a defesa de Braga Netto afirmou que “a seleção e indicações para nomeações eram feitas, exclusivamente, pelo então Secretário de Segurança Pública” e atribuiu sua assinatura na nomeação de Rivaldo Barbosa a “questões burocráticas”.




Fonte: Agência Brasil

Museu do Amanhã leva projeto itinerante ao Maranhão e Pará


Pela primeira vez, uma exposição promovida pelo Museu do Amanhã e Instituto de Desenvolvimento e Gestão vai ser apresentada em outras cidades. Realizada entre 2021 e 2022 no Rio, a exposição Fruturos – Tempos Amazônicos, apresentada pelo Instituto Cultural Vale, será apresentada no Centro Cultural Vale Maranhão, em São Luís, do dia 27 de março a 30 de maio. Depois seguirá para as cidades de Canaã dos Carajás, Parauapebas e Belém, no estado do Pará.

A mostra vai apresentar a biodiversidade e o conhecimento milenar do maior bioma tropical do mundo além de propor novas descobertas sobre a relação entre a floresta e o clima e evidenciar o caráter urgente de sua conservação.

“Estamos muito felizes com nosso primeiro projeto de itinerância, que é uma conquista muito importante para o Museu do Amanhã e reforça o pioneirismo do IDG. A iniciativa confirma o alcance do Museu, agora de forma geográfica, para além do ambiente virtual. Esse projeto traz ainda um chamado e um importante alerta sobre o que podemos fazer pela preservação de um dos maiores patrimônios mundiais, que precisa de soluções urgentes para sua manutenção”, explica Fabio Scarano, curador do museu carioca.

Uma das principais características do projeto de itinerância é a adequação e customização da mostra de acordo com o destino. É possível, por exemplo, que a exposição ganhe diferentes formatos e tamanhos a cada cidade. Em cada parada, um artista local será convidado para oferecer sua perspectiva sobre o futuro da Amazônia.

O artista visual, fotógrafo e cineasta Paulo Desana é o convidado em São Luís e promoveu uma oficina com indígenas do Maranhão. Juntos, produziram novas obras inspiradas nas mitologias indígenas do estado, tendo como base a obra Os Espíritos da Transformação, de Paulo Pamürɨmasa..

Para a construção dos elementos visuais presentes em Fruturos – Tempos Amazônicos, foi realizada uma pesquisa coletiva dos grafismos/pinturas tradicionais do Maranhão e, em seguida, pintados em rostos indígenas. Para o registro fotográfico, foi utilizada tinta neon. O resultado são fotos intensas e coloridas, fazendo com que as pessoas se tornassem telas de pinturas brilhantes.

A mostra é dividida em sete áreas que abordarão temas como fauna, flora, povos e cultura. Ao longo da exposição, o visitante poderá se sentir parte da floresta a partir da ambientação, que trará atividades interativas, elementos que revelam a diversidade da Amazônia e a atmosfera sonora da região.




Fonte: Agência Brasil

Ao ser flagrado dirigindo sem retrovisores, motociclista acaba preso por transportar crack no capacete em Presidente Prudente | Presidente Prudente e Região


Um rapaz, de 19 anos, foi preso em flagrante por tráfico de droga, na noite desta segunda-feira (25), por transportar uma porção de crack dentro do capacete de uma motocicleta na Rua Mendes de Moraes, próxima à linha férrea, em Presidente Prudente (SP).




Fonte: G1

Concurso Caixa: taxa de inscrição deve ser paga até 5 de abril


Os inscritos no concurso público da Caixa Econômica Federal (CEF) poderão pagar o boleto da taxa de inscrição até 5 de abril. A prorrogação da data limite foi anunciada pela banca organizadora do certame, a Fundação Cesgranrio, nesta segunda-feira (25). A data determinada inicialmente era 27 de março.

Os valores das taxas variam de acordo com o cargo inscrito.  As taxas de inscrição custam R$ 50, para posições de nível médio, e R$ 65 para as de nível superior.

Os candidatos que solicitaram isenção total de pagamento do valor de inscrição, mas tiveram o pedido negado em definitivo em 21 de março, devem, igualmente, realizar o pagamento integral até a nova data de vencimento (5 de abril).

O pagamento do valor de inscrição até a data de vencimento pode ser feito por boleto bancário, por PIX pelo QR Code gerado no ato de inscrição ou em qualquer banco, respeitando o horário de funcionamento das agências e dos correspondentes bancários.

A inscrição só será validada após a confirmação do pagamento até a data do vencimento. O pagamento não realizado ou após a data de vencimento implicará no cancelamento da inscrição.

Fim das inscrições

O período de inscrição para o concurso terminou às 23h59 desta segunda-feira (25). Em resposta à Agência Brasil, a Caixa disse ainda não tem a confirmação do número do total de inscritos. No último balanço divulgado pela instituição, em 20 de março, mais de 1,3 milhão de candidatos de todo o país tinham se inscrito no concurso que oferece mais de 4 mil vagas, incluindo cadastro reserva. Naquele momento, a maior procura era pelo cargo de Técnico Bancário Novo (TBN), que dá acesso à carreira geral no banco, com 1,016 milhão de inscrições e 533,2 mil confirmações (pagantes e isentos).

Concurso

Conforme edital, entre vagas e cadastro de reserva, o banco oferece neste concurso 2 mil vagas de nível médio para Técnico Bancário Novo (TBN), 2 mil vagas de técnico na área de Tecnologia da Informação (TI). Além destas, há 50 vagas de nível superior, sendo 28 para médicos do trabalho e 22 para engenheiros de segurança do trabalho.

Para os cargos de nível médio, a remuneração inicial é R$ 3.762, mais benefícios. Já o concurso para as carreiras profissionais de médico do trabalho e de engenheiro de segurança do trabalho é de nível superior, a remuneração inicial de R$ 11.186 e R$ 14.915, respectivamente, além dos mais benefícios, como  plano de saúde, Previdência Complementar, auxílio alimentação, vale transporte, auxílio creche e participação nos lucros.

De acordo com o cronograma, os candidatos solicitantes de atendimento especial e de uso de nome social para concorrer à vaga poderão consultar se o pedido foi aceito na próxima segunda-feira (1º de abril).

As provas serão aplicadas em 26 de maio, um domingo. Os exames terão questões de conhecimentos gerais e específicos, além de redação, para cargos técnicos, e prova discursiva, para nível superior.

Os aprovados serão convocados a partir de agosto de 2024, para apresentarem a documentação e realizarem os exames médicos obrigatórios. Acesse o cronograma do concurso público.

Os editais de nível médio e de nível superior do novo concurso para a Caixa Econômica Federal estão disponíveis no site da Fundação Cesgranrio específico para o concurso público da Caixa.




Fonte: Agência Brasil

Vazamento em adutora deixa 30 cidades sem água no Rio Grande do Norte


O vazamento em uma adutora na manhã desta terça-feira (26) deixou 30 cidades do Rio Grande do Norte sem abastecimento de água. O problema na adutora Monsenhor Expedito ocorreu na Ponte da Fonte, na RN-002, rodovia que liga os municípios de Monte Alegre e Lagoa Salgada.

A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) informou que, ao tomar conhecimento do problema na adutora, desligou o abastecimento para conter o vazamento e “tomar medidas cabíveis”.

O fornecimento de água foi suspenso nos municípios de Barcelona; Boa Saúde; Bom Jesus; Campo Redondo; Coronel Ezequiel; Ielmo Marinho; Jaçanã; Japi; Lagoa D’anta; Lagoa de Pedras; Lagoa de Velhos; Lagoa Salgada; Lajes Pintadas; Monte Alegre; Monte das Gameleiras; Passa e Fica; Rui Barbosa; Santa Cruz; Santa Maria; São Bento do Trairi; São José de Campestre; São Paulo do Potengi; São Pedro; São Tomé; Senador Elói de Souza; Serra Caiada; Serra de São Bento; Serrinha; Sítio Novo e Tangará.

De acordo com a Caern, a empresa está avaliando a situação e não há previsão de normalização do abastecimento. “Ainda estamos avaliando a situação”, informou a assessoria da empresa à Agência Brasil.




Fonte: Agência Brasil

Polícia Federal extradita italiano membro da máfia Ndrangheta


A Polícia Federal (PF) extraditou na semana passada o italiano Vincenzo Pasquino, condenado na Itália por tráfico internacional de drogas e apontado como membro da organização criminosa Ndrangheta.

A extradição recebeu o crivo do Supremo Tribunal Federal (STF) e foi autorizada pelo governo brasileiro. A medida foi tomada a pedido dos promotores das regiões italianas de Turim e Reggio Calabria.

Pasquino entrou no Brasil em janeiro de 2018 e foi preso em João Pessoa, em maio de 2021, junto com Rocco Morabito, apontado como “rei da cocaína” e tido como um dos mais destacados membros da Ndrangheta, que já foi extraditado.

As tratativas para realização da extradição foram feitas entre a PF e a congênere italiana, por via dos respectivos Escritórios Centrais Nacionais da Interpol (ECN Brasília e ECN Roma).




Fonte: Agência Brasil

Após irmão morrer em confronto com a Polícia Militar, mulher questiona suspeita dele comandar o tráfico de drogas e sua ligação com organização criminosa




Segundo Boletim de Ocorrência, o envolvido, de 30 anos, morreu, na última quarta-feira (20), após trocar tiros com os agentes, na Vila Marina, em Presidente Prudente (SP). Suspeito de comandar tráfico de drogas na linha férrea morre em troca de tiros com a Polícia Militar, em Presidente Prudente (SP)
Bárbara Munhoz/g1
Dois dias após o irmão ter morrido em um confronto com a Polícia Militar em Presidente Prudente (SP), a irmã dele prestou depoimento à Polícia Civil relatando que o homem, de 30 anos, não era vinculado à nenhuma organização criminosa e não possuía arma de fogo. Ele era suspeito de comandar o tráfico de drogas na linha-férrea.
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A mulher, de 45 anos, disse aos policiais que o irmão era usuário de entorpecentes e tinha problemas com bebidas alcoólicas. Além disso, ela também relatou que ele possuía “problemas mentais” e “sempre fez acompanhamentos psicológicos e psiquiátricos”.
“Ele não era nenhum comandante de tráfico, ele era usuário de drogas”, disse ela ao g1.
Ainda conforme o depoimento, a mulher ressaltou que desconhece que seu irmão era vinculado à alguma organização criminosa e relatou ainda que, durante o velório dele, escutou uma pessoa dizendo que tinha um colega que estava com seu irmão na linha-férrea, viu ele apanhando e pedindo para não ser morto.
Por fim, a mulher disse ainda que ouviu durante o velório de seu irmão, que a arma de fogo não pertencia à ele e foi inserida no local pelos policiais militares.
“Eu não estou falando que ele era inocente. Ele não era inocente, ele só não estava do jeito que eles colocaram. Ele não tinha arma e foi morto”, afirmou a mulher ao g1.
Ela relatou ao g1 que a família não foi informada da morte do irmão e só souberam do ocorrido após um amigo dele desejar os pêsames à seu outro irmão. Na sequência, a irmã deles ligou na Delegacia e confirmou a morte com o delegado plantonista.
“Ninguém entrou em contato para avisar. Eles tinham os documentos, tinham tudo do meu irmão. Ninguém ligou para avisar que ele tinha sido morto”, finalizou a mulher.
Ao g1, o delegado responsável pelo caso, Claudinei Alves, informou que o inquérito policial foi instaurado, os policiais militares e familiares da vítima foram ouvidos e aguarda o resultado dos laudos periciais.
‘Surpreendidos por disparos’
Por meio de nota ao g1, a Polícia Militar informou que o foco da operação “estava na detecção de atividades criminosas, presença de possíveis traficantes de drogas e irregularidades em bares locais” e, em certo momento, a equipe foi informada sobre um indivíduo que estaria armado e ameaçando os pedestres, “além de supostamente estar envolvido com tráfico de drogas”.
“Durante a incursão de averiguação dos fatos, os policiais foram surpreendidos por disparos de arma de fogo que vinham em sua direção. Os disparos foram efetuados por um indivíduo que notou a aproximação da equipe, sendo imediatamente repelida a injusta agressão”, afirmou o posicionamento da PM.
Por fim, a Polícia Militar esclareceu que o envolvido foi desarmado “ainda vivo” e socorrido, porém o óbito foi constatado no local.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Estado de São Paulo informou ao g1 que um revólver calibre 38, um aparelho celular e 95 gramas de crack foram apreendidos e as armas de fogo dos policiais também foram apreendidas e encaminhadas para perícia.
“O caso foi registrado como morte decorrente de intervenção policial, resistência, legítima defesa, tráfico de drogas e tentativa de homicídio pela Delegacia Seccional de Presidente Prudente” finalizou a SSP.
VEJA TAMBÉM:
Suspeito de comandar tráfico de drogas na linha-férrea morre em troca de tiros com a Polícia Militar, em Presidente Prudente
Relembre o caso
Um homem, de 30 anos, morreu na noite da última quarta-feira (20), após trocar tiros com policiais militares, na Vila Marina, em Presidente Prudente (SP). Ele era suspeito de comandar o tráfico de drogas na linha-férrea.
Conforme o Boletim de Ocorrência registrado, a equipe da Força Tática iniciou uma operação conjunta com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico de Presidente Prudente (Sedepp) e a Vigilância Sanitária na Rua Mendes de Moraes por volta das 18h, especificamente nos bares da região, com o intuito de combater o tráfico de drogas, visto que a linha-férrea “é um ponto intenso de encontro de usuários e traficantes”.
Durante revista nos locais apontados, os policiais receberam informações de que um homem, de 30 anos, era integrante da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e estaria comandando o tráfico de drogas na linha-férrea. Ainda conforme as informações, ele teria uma arma de fogo e ameaçava os usuários de drogas, bem como efetuava disparos em via pública.
Com a denúncia de que o envolvido se escondia em um terreno baldio, os agentes foram até o local por volta das 22h25 para verificar a suspeita e foram surpreendidos com disparo de arma de fogo na direção em que estavam.
Os dois policiais que atendiam a ocorrência efetuaram três disparos cada na direção do suspeito, que estava com uma arma em mãos. Segundo o documento policial, o ambiente estava escuro e os militares só notaram a presença do suspeito no terreno após o disparo.
Após os tiros, os agentes encontraram o homem caído no chão com vida e um deles o desarmou. Um dos policiais retornou a viatura e solicitou o resgate, mas o envolvido não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Posteriormente, os militares identificaram que o suspeito estava armado com um revólver calibre 38, carregado com seis cartuchos, sendo um deflagrado, um “picotado” e quatro intactos. Também foi encontrado um celular e uma pedra bruta de crack nos pertences do suspeito.
Durante a realização da perícia, também foi localizada uma carteira com documentos da vítima e dinheiro.
Os agentes não se machucaram.
As armas de fogo e os cartuchos que pertencem à Polícia Militar foram apreendidos para a realização de exame pericial.
“Com efeito, os elementos de prova até então amealhados, indicam que os policiais militares durante o atendimento de ocorrência, usando dos meios necessários, repeliu injusta agressão iminente contra individuo que disparou contra eles, preservando o direito à integridade física e à vida”, indicou o Boletim de Ocorrência registrado pelo delegado Lincoln de Souza Simonato.

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Fonte: G1

A ansiedade no trabalho | psicoblog


Há características de personalidade que são mais geradoras de ansiedade. Como exemplo, colaboradores com alto grau de exigência, que se preocupam com detalhes para que tudo saia perfeito, com limites irrealistas, gastam um tempo maior que o necessário, causando atrasos, piorando os sintomas de ansiedade. Outro exemplo são as crenças relacionadas as figuras de autoridade e o sentimento de que não podem falhar e que levam a reações inadequadas pelo medo da crítica. Ou ainda, a insegurança com relação ao próprio desempenho e o receio de não dar conta das tarefas.




Fonte: G1