Bloco Rio Maracatu apresenta união de culturas pernambucana e carioca


Cerca de 2.000 quilômetros separam o Rio de Janeiro de Pernambuco. Mas na tarde dessa terça-feira de carnaval (13), os cariocas puderam aproveitar, bem no centro da cidade, um pouco da cultura pernambucana. O bloco Rio Maracatu desfilou entre a igreja da Candelária e a Praça XV, e agitou centenas de foliões, mesmo sob um calor forte que ultrapassou os 40º C.

Rio de Janeiro (RJ) 13/02/2024 – Cortejo de carnaval do bloco Rio Maracatu desfila no centro da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Cortejo de carnaval do bloco Rio Maracatu – Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O grupo foi fundado em 1997, a partir da união de músicos pernambucanos e cariocas. Isso, num contexto de mobilização pela retomada e renovação do carnaval de rua no Rio de Janeiro. As atividades do grupo não se restringem aos dias da folia. Shows, oficinas e cortejos acontecem durante todo o ano. É o que explica uma das integrantes, a Vitória Arica, de 34 anos, que entrou no grupo em 2022.

“A gente está ensaiando para o carnaval desde setembro. No bloco, eu faço parte das Catirinas. São mulheres que ficam na beira do caminho quando o cortejo passa. Nós temos a função de proteger a Corte e fazer saudações para que ela vá adiante”, explica Vitória. “Eu gosto muito do bloco. Lá atrás, quando eu estava me sentindo muito sozinha depois da pandemia, conheci o Rio Maracatu, consegui me conectar com outras pessoas e aprendi bastante sobre a cultura pernambucana”.

Rio de Janeiro (RJ) 13/02/2024 – Cortejo de carnaval do bloco Rio Maracatu desfila no centro da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Rio de Janeiro (RJ) – Cortejo de carnaval do bloco Rio Maracatu desfila no centro da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O Maracatu é uma manifestação folclórica que começou em Pernambuco. Tem vínculos fortes com o povo afro-brasileiro. A partir da representação de um cortejo real, são misturados elementos profanos e também ligados às religiões de matriz africana, como o candomblé. No Recife e em Olinda, desenvolveu-se com mais força o maracatu do baque-virado. Na área rural do estado pernambucano, se destaca o maracatu de baque solto, que incorpora instrumentos de sopro, além da percussão.

O Rio Maracatu está mais ligado ao baque virado e completou 27 anos em 2024. Durante todo esse tempo, não abriu mão do intercâmbio constante entre mestres e nações de Recife. As nações são os grupos tradicionais e seculares. Nesse Carnaval, o Décio Vicente atuou como o rei do bloco. Ele conheceu o grupo em 2018, durante um desfile em Ipanema, na zona sul, e se apaixonou.

“Eu e a rainha somos pessoas negras, o que torna tudo mais especial e legal. Faz com que o bloco esteja ainda mais ligado às nações do Maracatu de Recife. Estou animado, é um dos cortejos mais bonitos da cidade. O público sempre apoiou o bloco, mesmo mudando algumas vezes de lugar, e eu acho que tudo está muito emocionante hoje”, disse Décio.

O Pedro Prata é diretor do bloco e um dos professores das oficinas que acontecem durante todo o ano. Ele comemora o crescimento da festa, que a cada ano ganha mais integrantes e público.

“Desde o fim da pandemia, o bloco está renascendo, tem uma turma nova. Já é o terceiro ano dessa turma. E o carnaval está bem legal, estamos trabalhando vários anos para que ele cresça. Trazemos a cultura de Pernambuco, mas também misturamos um pouco com o nosso jeitinho carioca”, disse Pedro.




Fonte: Agência Brasil

Bandidos armados e encapuzados invadem propriedade rural e rendem oito vítimas em assalto em João Ramalho



Ladrões roubaram joias, 150 dólares, garrafas de bebidas e um carro, que ficou enroscado na fuga dos criminosos em uma rua em Rancharia (SP). Ninguém foi preso. Três homens armados e encapuzados assaltaram na noite desta segunda-feira (12) oito pessoas que estavam em uma casa em uma propriedade rural no bairro Água da Mina, em João Ramalho (SP).
Os bandidos invadiram o imóvel e passaram a ameaçar as vítimas em busca de joias, dinheiro e armas.
O dono da propriedade, um homem, de 47 anos, disse aos bandidos que não tinha dinheiro nem armas.
Então, os ladrões pegaram as alianças de casamento do dono e da esposa dele, além de uma corrente de ouro também pertencente à mulher.
Na sequência, todas as oito vítimas foram levadas para um quarto do imóvel. Enquanto isso, a casa foi revirada pelos assaltantes.
Na fuga, os bandidos levaram um carro de propriedade do dono do sítio. No entanto, os ladrões perderam o controle de direção do veículo, que ficou enroscado às margens de uma rua, em Rancharia (SP), onde foi abandonado pelos criminosos.
No momento do assalto, estavam no sítio o dono da propriedade, a esposa dele e o casal de filhos de ambos, de sete e nove anos. Também estavam no local o pai do dono do sítio, a cuidadora do idoso e o casal de caseiros da propriedade rural.
O dono do sítio não conseguiu reconhecer os assaltantes, pois estavam todos encapuzados e com os braços encobertos por roupas de “mangas longas” e luvas. Um deles portava um revólver aparentemente de calibre 38. Outro usava uma pistola oxidada e o terceiro tinha uma espingarda do cano curto “niquelado”.
Embora os bandidos estivessem armados, nenhum tiro foi disparado no local durante o assalto.
Além das alianças e da corrente, os ladrões também roubaram 150 dólares pertencentes à esposa do dono do sítio, uma mochila própria para carregar notebook e várias garrafas de bebidas.
O proprietário aguardará a perícia e depois fará uma relação detalhada de tudo o que foi roubado pelos bandidos.
A Polícia Científica foi acionada para periciar tanto o local do roubo como o veículo da vítima que ficou imobilizado no acostamento em Rancharia.
Durante toda a madrugada, os policiais realizaram diligências para encontrar pistas que levassem aos bandidos, mas ninguém foi preso.
O caso é investigado pela Polícia Civil.

Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.




Fonte: G1

Mocidade Alegre é a campeã do carnaval de São Paulo de 2024


A Mocidade Alegre é a vencedora do carnaval de São Paulo de 2024, repetindo o feito do ano passado.  A escola alcançou 270 pontos entre os nove quesitos avaliados (evolução, comissão de frente, fantasia, enredo, samba-enredo, bateria, alegoria, mestre-sala e porta-bandeira e harmonia). 

A segunda colocada é a Dragões da Real.

* Matéria em atualização




Fonte: Agência Brasil

Mais de 85% dos votos em enquete do g1 são contra o uso de dinheiro público na realização de eventos durante o Carnaval | Presidente Prudente e Região


“O modelo antigo de desfile de escolas de samba, no qual a Prefeitura custeia os desfiles, não temos condição. O orçamento da Secretaria de Cultura não comporta o modelo antigo, sendo que realizamos reunião para repensar novas formas, como blocos de rua entre outros, mas mesmo assim não conseguimos efetivar de diferentes formas, devido à falta de recursos”, reforçou o secretário ao g1.




Fonte: G1

Foliões ocupam as ruas da capital no bloco Calango Careta


Quem anda a pé em Brasília está acostumado a ver calangos de tom cinza a esverdeado tomando banhos de sol ou se escondendo em fendas das calçadas, escapulindo entre pedras ou escalando muros de casa e troncos de árvores.

De tão comuns aos andarilhos brasilienses, o pequeno réptil – o lagarto Tropidurus torquatus, de 15 a 20 centímetros –, é homenageado por um bloco de carnaval que desde 2015 está nas ruas da cidade, o Calango Careta.

Brasília, DF 09/02/2024 O bloco Calango Careta enpolgou os foliões na enquadra da 710 Sul  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O bloco Calango Careta empolgou os foliões – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Nesta terça-feira gorda de manhã ensolarada na capital federal, os foliões calangos resolveram sair da toca, ocupar as ruas da cidade e dançar ao sol no bloco de carnaval acompanhados por 80 músicos de instrumentos de sopro e de percussão, além de artistas circenses amadores fazendo performances sobre pernas de pau.

A concentração, a partir das 10h ocorreu na quadra residencial 710 Sul. O convite para a folia foi feito de forma cifrada pelas redes sociais. “700 amores, 10 passos rumo ao Sul! E lá estaremos em uma área verde”, descrevia o anúncio-charada da localização do ponto de partida, que muda a cada ano e é revelada apenas na manhã do cortejo.

Brasília, DF 09/02/2024 O bloco Calango Careta enpolgou os foliões na enquadra da 710 Sul  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Bloco tem performances com pernas de pau – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A razão do pequeno enigma é que “o bloco não tem alvará para desfilar”, explicou Márcio Fuzuê, fundador do Calango Careta, à Agência Brasil antes de iniciar a festa. Segundo ele, obter a licença oficial para pular carnaval “dá muito trabalho, envolve muita burocracia e tem muitas exigências. É mais fácil sair para brincar na rua.”

Márcio Fuzuê vê o Calango já como um bloco tradicional que quer ser conhecido por fazer um carnaval de rua, com foliões que tocam instrumentos.

Antes de começar a folia, Fuzuê estimava reunir 5 mil pessoas no percurso entre a 710 Sul e o Eixão, o Eixo Rodoviário de Brasília, que hoje está fechado até às 18h para os carros. A proposta do bloco era ter um “livre alívio coletivo”, segundo seu fundador

Brasília, DF 09/02/2024 O bloco Calango Careta enpolgou os foliões na enquadra da 710 Sul  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A terça-feira ensolarada empolgou os foliões brasilienses – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Espaço democrático

A tomada das ruas de Brasília é valorizada pelos seguidores do Calango Careta, como o cineasta André Miranda, 40 anos, que trajava uma camiseta da seleção brasileira de futebol, uma máscara de rato e algemas

“Os espaços públicos são para serem ocupados pelas pessoas. O carnaval é época disso: ocupar, se divertir e sem caretice.”

Com tema semelhante de fantasia, o músico e professor de História Ramon Ribeiro Barroncas, portava um passaporte grande e com o carimbo de CANCELADO.

“O carnaval é ocupação de rua. O carnaval é sobre pessoas se divertindo. É um momento de a gente extravasar um pouco. É um momento que a gente merece. Carnaval tem que ser a festa de todo mundo. Tem que ser democrático.”

Brasília, DF 09/02/2024 O bloco Calango Careta enpolgou os foliões na enquadra da 710 Sul. André Miranda e Ramon Ribeiro, foram fantasiados para o bloco  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Calango Careta empolgou os foliões na entrequadra da 710 Sul. André Miranda e Ramon Ribeiro fantasiados para o bloco – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

“Brasília nasceu excluindo as pessoas. A cidade não deixa de ser setorizada, centralizada, porque a periferia não está aqui, quem está aqui é quem mora no Plano [Piloto]”, emendou Ramon.

Para Mercês Parente, de 72 anos, servidora pública aposentada que mora na capital desde 1961, os carnavais já foram mais excludentes no passado, quando ocorriam em clubes privados: “é muito melhor estar na rua. O clube é restrito para os sócios.”

A oficial de chancelaria Vidya Alves Moreira, 46 anos, concorda com a ocupação das ruas pelos foliões: “adoro esse movimento construído nos últimos anos em Brasília”, disse.

Morando em Nova York, onde trabalha no consulado brasileiro, ela está de férias na cidade. “Eu amo o carnaval de Brasília. Se eu puder, todo ano eu venho. Ainda é seguro, é tranquilo, tem muita criança, pessoas de todas as idades. Eu me divirto imensamente.”

Veja imagens do bloco:






Fonte: Agência Brasil

Brasilienses ocupam as ruas da capital no bloco Calango Careta


Quem anda a pé em Brasília está acostumado a ver calangos de tom cinza a esverdeado tomando banhos de sol ou se escondendo em fendas das calçadas, escapulindo entre pedras ou escalando muros de casa e troncos de árvores.

De tão comuns aos andarilhos brasilienses, o pequeno réptil – o lagarto Tropidurus torquatus, de 15 a 20 centímetros –, é homenageado por um bloco de carnaval que desde 2015 está nas ruas da cidade, o Calango Careta.

Brasília, DF 09/02/2024 O bloco Calango Careta enpolgou os foliões na enquadra da 710 Sul  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O bloco Calango Careta empolgou os foliões – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Nesta terça-feira gorda de manhã ensolarada na capital federal, os foliões calangos resolveram sair da toca, ocupar as ruas da cidade e dançar ao sol no bloco de carnaval acompanhados por 80 músicos de instrumentos de sopro e de percussão, além de artistas circenses amadores fazendo performances sobre pernas de pau.

A concentração, a partir das 10h ocorreu na quadra residencial 710 Sul. O convite para a folia foi feito de forma cifrada pelas redes sociais. “700 amores, 10 passos rumo ao Sul! E lá estaremos em uma área verde”, descrevia o anúncio-charada da localização do ponto de partida, que muda a cada ano e é revelada apenas na manhã do cortejo.

Brasília, DF 09/02/2024 O bloco Calango Careta enpolgou os foliões na enquadra da 710 Sul  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Bloco tem performances com pernas de pau – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A razão do pequeno enigma é que “o bloco não tem alvará para desfilar”, explicou Márcio Fuzuê, fundador do Calango Careta, à Agência Brasil antes de iniciar a festa. Segundo ele, obter a licença oficial para pular carnaval “dá muito trabalho, envolve muita burocracia e tem muitas exigências. É mais fácil sair para brincar na rua.”

Márcio Fuzuê vê o Calango já como um bloco tradicional que quer ser conhecido por fazer um carnaval de rua, com foliões que tocam instrumentos.

Antes de começar a folia, Fuzuê estimava reunir 5 mil pessoas no percurso entre a 710 Sul e o Eixão, o Eixo Rodoviário de Brasília, que hoje está fechado até às 18h para os carros. A proposta do bloco era ter um “livre alívio coletivo”, segundo seu fundador

Brasília, DF 09/02/2024 O bloco Calango Careta enpolgou os foliões na enquadra da 710 Sul  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A terça-feira ensolarada empolgou os foliões brasilienses – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Espaço democrático

A tomada das ruas de Brasília é valorizada pelos seguidores do Calango Careta, como o cineasta André Miranda, 40 anos, que trajava uma camiseta da seleção brasileira de futebol, uma máscara de rato e algemas

“Os espaços públicos são para serem ocupados pelas pessoas. O carnaval é época disso: ocupar, se divertir e sem caretice.”

Com tema semelhante de fantasia, o músico e professor de História Ramon Ribeiro Barroncas, portava um passaporte grande e com o carimbo de CANCELADO.

“O carnaval é ocupação de rua. O carnaval é sobre pessoas se divertindo. É um momento de a gente extravasar um pouco. É um momento que a gente merece. Carnaval tem que ser a festa de todo mundo. Tem que ser democrático.”

Brasília, DF 09/02/2024 O bloco Calango Careta enpolgou os foliões na enquadra da 710 Sul. André Miranda e Ramon Ribeiro, foram fantasiados para o bloco  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Calango Careta empolgou os foliões na entrequadra da 710 Sul. André Miranda e Ramon Ribeiro fantasiados para o bloco – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

“Brasília nasceu excluindo as pessoas. A cidade não deixa de ser setorizada, centralizada, porque a periferia não está aqui, quem está aqui é quem mora no Plano [Piloto]”, emendou Ramon.

Para Mercês Parente, de 72 anos, servidora pública aposentada que mora na capital desde 1961, os carnavais já foram mais excludentes no passado, quando ocorriam em clubes privados: “é muito melhor estar na rua. O clube é restrito para os sócios.”

A oficial de chancelaria Vidya Alves Moreira, 46 anos, concorda com a ocupação das ruas pelos foliões: “adoro esse movimento construído nos últimos anos em Brasília”, disse.

Morando em Nova York, onde trabalha no consulado brasileiro, ela está de férias na cidade. “Eu amo o carnaval de Brasília. Se eu puder, todo ano eu venho. Ainda é seguro, é tranquilo, tem muita criança, pessoas de todas as idades. Eu me divirto imensamente.”

Veja imagens do bloco:






Fonte: Agência Brasil

Homens usam caixa de som com pen drive para caçar aves silvestres e são interceptados pela Polícia Militar em parque ecológico | Presidente Prudente e Região


Quando chegaram ao local para a verificação de uma denúncia de caça no parque ecológico, os policiais militares depararam-se com quatro homens próximos ao portão principal, sendo que dois correram e os outros dois permaneceram na área. Posteriormente, um dos que haviam corrido voltou ao local e foi identificado pelos policiais.




Fonte: G1

Filho chega em casa ‘alterado’ e é preso em flagrante após agredir o próprio pai com soco no rosto



Policiais militares encontraram o idoso, de 77 anos, com o nariz sangrando. Um homem, de 45 anos, foi preso em flagrante na manhã desta terça-feira (13) por violência doméstica, suspeito de agredir com um soco no rosto o seu próprio pai, de 77 anos, no Parque São Judas Tadeu, em Presidente Prudente (SP).
Os policiais militares foram acionados para o atendimento da ocorrência e quando chegaram à residência da família depararam-se com o idoso, que estava com o nariz sangrando, em decorrência do soco desferido pelo filho.
No local, os policiais foram informados de que o filho havia passado a noite fora de casa e ao voltar, pela manhã, chegou bravo e pediu um favor para o pai, que negou o pedido e, assim, foi agredido com um soco no rosto.
O filho falou que trabalhou a noite toda, chegou em casa e pediu um favor para o pai, que negou, e acabaram discutindo. O rapaz ainda contou aos policiais militares que não se lembra do momento da agressão, mas alegou que o pai partiu para cima dele. O rapaz ainda confirmou que usou droga e álcool durante a noite.
A vítima relatou que o filho é usuário de drogas e álcool e quando consome as substâncias químicas fica agressivo.
“Ele passou a noite toda fora e chegou em casa alterado; começou a me perturbar e depois me agrediu com um soco no nariz; não é a primeira vez que sou agredido por ele e ameaçado de morte; tenho medo dele, por isso, caso […] seja solto na audiência de custódia, requeiro medidas protetivas de urgência”, detalhou o aposentado aos policiais.
Na Delegacia Participativa, o filho confessou à Polícia Civil que é usuário de crack e álcool. Além disso, ele alegou que havia trabalhado a noite inteira cuidando de carros em um clube social onde ocorria uma festa de Carnaval, no Jardim Paulista.
“Quando cheguei em casa de manhã com pneu da bicicleta furado, meu pai disse que eu estava alterado; pedi para meu pai ver se a borracharia estava aberta, ele foi lá e disse que estava fechada; acabamos discutindo e meu pai me deu um soco no rosto; não revidei e não sei o que aconteceu; nunca agredi e ameacei meu pai”, disse o filho.
A Polícia Civil arbitrou uma fiança no valor de R$ 1,5 mil, para que o preso fosse colocado em liberdade provisória.
No entanto, a quantia não foi paga e o homem permaneceu detido no aguardo da audiência de custódia na Justiça.

Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.




Fonte: G1

SP: apuração dos desfiles das escolas do Grupo Especial começa às 16h


A escola de samba campeã do Grupo Especial do Carnaval de São Paulo será revelada nesta terça-feira (13). A apuração dos desfiles, que começa às 16h, será no Sambódromo do Anhembi, zona norte da capital paulista.

A avaliação dos jurados inclui nove quesitos: evolução, comissão de frente, fantasia, enredo, samba-enredo, bateria, alegoria, mestre-sala e porta-bandeira e harmonia. Este último será o critério de desempate, caso necessário, para definir as campeãs.

Os desfiles do Grupo Especial ocorreram na sexta-feira (9) e sábado (10). A escola de Samba Camisa Verde e Branco abriu o primeiro dia de desfile, seguida pela Barroca Zona Sul, Dragões da Real, Independente Tricolor, Acadêmicos do Tatuapé, Mancha Verde, e Rosas de Ouro.

No segundo dia, a Vai-Vai abriu o desfile. Na sequência, vieram Tom Maior, Mocidade Alegre, Gaviões da Fiel, Águia de Ouro, Império da Casa Verde e Acadêmicos do Tucuruvi.




Fonte: Agência Brasil

Motorista perde o controle da direção e bate carro contra árvore, na SP-613, em Teodoro Sampaio




Rapaz, de 57 anos, transitava pela via quando, por motivos a serem esclarecidos, invadiu a pista contrária, no km 27,950, segundo a Polícia Rodoviária, nesta segunda-feira (12). Acidente foi registrado na noite desta segunda-feira (12), em Teodoro Sampaio (SP)
Pontal News
Um homem, de 57 anos, ficou ferido após envolver-se em um acidente de trânsito, na Rodovia Arlindo Béttio (SP-613), em Teodoro Sampaio (SP), na noite desta segunda-feira (12).
Ele transitava pela via quando, por motivos a serem esclarecidos, perdeu o controle da direção e invadiu a pista contrária, no km 27,950, segundo a Polícia Militar Rodoviária.
O veículo, com placas de Santa Cruz de Monte Castelo (PR), ainda teria batido contra uma árvore, destruindo completamente a frente do carro.
Com ferimentos leves, o motorista foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado ao hospital local.
A Polícia Científica foi acionada para apurar as causas e circunstâncias do acidente.
Acidente foi registrado na noite desta segunda-feira (12), em Teodoro Sampaio (SP)
Pontal News

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Fonte: G1