Polícia de São Paulo combate tráfico de drogas


A Polícia Civil está nas ruas de São Paulo, na manhã desta terça-feira (21), com a Operação Auditoria, para combater criminosos que comandam mais de 80 pontos de tráfico de drogas. Os agentes atuam na capital e também em cidades da região metropolitana como Guarulhos, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, Suzano e Mogi das Cruzes. São 240 policiais cumprindo 38 mandados de prisão e 110 de busca e apreensão.

Segundo comunicado oficial, há pontos de tráfico em que são registrados ganhos superiores a R$ 700 mil em uma semana.

A rede criminosa tem cargos administrativos que cadastra novos membros, fiscaliza e pune aqueles que descumprem regras.

Até o momento, foram presas 16 pessoas e também houve a apreensão de drogas, celulares, dinheiro, documentos e cadernos com anotações sobre as atividades da facção.

Receptação

Numa ação na tarde dessa segunda-feira (20), a Polícia Civil prendeu em flagrante três homens pelos crimes de receptação e associação criminosa na zona leste da capital paulista.

Após investigação de policiais do 30º DP, foram identificados estabelecimentos comerciais na Vila Paranaguá onde havia a adulteração de módulos e receptação de carros roubados.

Três criminosos foram presos em flagrante. Com eles, foram apreendidos celulares, aparelhos eletrônicos e módulos veiculares de automóveis roubados ou furtados. Os suspeitos foram encaminhados a uma delegacia.




Fonte: Agência Brasil

Policial atira em operários e fica em prisão domiciliar


O investigador da Polícia Civil de Minas Gerais, Fernando Augusto Diniz, de 37 anos, preso em flagrante na última sexta-feira (17) após atirar com um fuzil contra três trabalhadores de uma obra em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, ficará em prisão domiciliar com o uso de tornozeleira eletrônica, por decisão da justiça.

Ele passou por audiência de custódia e o juiz Marco Paulo Calazans converteu a prisão em flagrante em domiciliar, com o uso de tornozeleira eletrônica, após pedido da defesa. Os advogados argumentaram que o policial tem uma doença e que precisa de tratamento.

Na audiência, a defesa alegou que o preso tem “uma pequena lesão expansiva intramedular, sugerindo glioma bem diferenciado”.

Acrescentou que o sistema prisional não conta com serviço médico assistencial na própria sede, além de serem precárias as condições de encaminhamento a Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em situações de urgência.

O policial invadiu a obra com um fuzil 556, considerada arma de guerra, e mandou que três trabalhadores – de 32, 34 e 57 anos – deitassem no chão e atirou em seguida. Dois foram baleados e levados ao Hospital Municipal de Contagem. Eles contaram à polícia que conseguiram correr mesmo feridos e pediram socorro à Polícia Militar.

Um terceiro homem foi ferido de raspão na altura da cintura, mas não houve necessidade de socorro médico. Uma perícia técnica realizada no local da obra encontrou um cartucho de fuzil calibre 556.

Motivo

O pai do policial civil Fernando Augusto Diniz mora ao lado do canteiro de obras e tinha registrado boletim de ocorrência na delegacia contra a empreiteira. Segundo ele, que não foi identificado, a construtora praticava atos irregulares, embora a polícia não tenha especificado quais. As investigações apuram se um conflito entre vizinhos teria motivado o ataque armado.

O investigador Fernando Diniz tem 17 mil seguidores em uma rede social e se apresenta como criador de conteúdo digital. Ele diz que é formado em Direito e tem especialidade em segurança pública pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Também se apresenta como integrante da Patrulha Unificada Metropolitana de Apoio (Puma) da polícia civil mineira. Em seu perfil, compartilha versículos bíblicos no Instagram. 




Fonte: Agência Brasil

Roubos de carga e de veículos caem no estado do Rio, em setembro


Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) mostram que crimes como roubos de carga e de veículos registraram queda de mais de 40% em todo o estado no mês de setembro deste ano, na comparação com o mesmo período de 2024.

Por outro lado, a produtividade policial aumentou no período com mais apreensões de fuzis e drogas. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (20).

O furto de celular, um dos crimes que mais afeta a população, ficou praticamente estável: em setembro deste ano foram levados 3.849 aparelhos contra 3.842 registrados em setembro do ano passado, um aumento de 0,2%.

Já o furto de bicicleta teve aumento de 10% em relação a setembro de 2024. Foram 356 bicicletas levadas de seus proprietários contra 323 no mesmo mês de 2024.

Os furtos em coletivos, quando os assaltantes entram nos ônibus para pegar os celulares dos passageiros, tiveram um aumento de 13% em relação a setembro de 2024. Neste ano, foram 717 aparelhos levados nesta situação, contra 636 no mesmo mês do ano passado.

Produtividade policial

Pela primeira vez, desde o início da série histórica iniciada em 2007, as polícias Civil e Militar apreenderam 593 fuzis nos primeiros nove meses do ano. Ou seja, foram retirados de circulação uma média de dois fuzis das mãos dos criminosos por dia.

Ainda na produtividade policial, outros indicadores que registraram bons resultados neste ano foram: 12.898 veículos recuperados; 31.691 prisões em flagrante; 19.114 drogas apreendidas e 4.591 armas tiradas de circulação.

Patrimônio

Os crimes contra o patrimônio registraram queda em todo o Rio de Janeiro no mês de setembro. O número de roubos de carga caiu 46% no período – foram 182 casos em 2025, contra 339 no mesmo mês de 2024, o menor índice para setembro desde 2023.

Os roubos de veículos também apresentaram queda significativa. Em setembro de 2025, foram 1.801 ocorrências, contra 3.094 no mesmo período do ano passado – uma redução de 42%.

A mesma tendência foi observada nos roubos de rua, que caíram 14%, com 4.448 vítimas em setembro deste ano, ante 5.189 no ano anterior.

“Os resultados positivos são frutos de um planejamento baseado em evidências, integração e ações estratégicas. As reduções nos crimes contra o patrimônio e o aumento da produtividade policial reforçam o compromisso das forças de segurança com a sociedade” afirmou a diretora-presidente do ISP, Marcela Ortiz.

Veja alguns indicadores:

  • roubo de carga: 182 registros em setembro de 2025, redução de 46% em relação ao mesmo período de 2024, que teve 339 casos;
  • roubo de rua: 4.448 vítimas em setembro de 2025, redução de 14% em comparação a setembro de 2024, que teve 5.189 casos;
  • roubo de veículo: 1.801 registros em setembro de 2025, queda de 42% frente às 3.094 ocorrências de setembro de 2024;
  • apreensão de fuzis: 593 fuzis apreendidos no acumulado de 2025, aumento de 2,8% em relação a setembro de 2024 (577 apreensões);
  • apreensão de drogas: 19.114 apreensões em nove meses em 2025, crescimento de 3,9% em comparação ao mesmo período de 2024 (18.391 apreensões);
  • apreensão de armas: 4.591 apreensões em nove meses em 2025, média de 17 armas apreendidas por dia;
  • prisão em flagrante: 31.691 prisões em nove meses em 2025, média de 70 pessoas presas por dia;
  • recuperação de veículos: 12.898 veículos recuperados em nove meses em 2025, média de 47 recuperações por dia;
  • latrocínio: 52 vítimas no acumulado de 2025, 20% a menos que em 2024, quando foram registradas 65 vítimas;
  • mortes por Intervenção de Agente do Estado: 519 mortes em setembro de 2025, queda de 7% em relação a setembro de 2024 (558 vítimas).

Os dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública são referentes aos registros de ocorrência (RO) lavrados nas delegacias de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro durante o mês de setembro.





Fonte: Agência Brasil

Defesa Civil alerta para frio intenso no estado de São Paulo


A semana começou com muito frio no estado de São Paulo. Segundo a Defesa Civil, essa condição deverá se intensificar nos próximos dias, podendo chegar a 8 graus Celsius (°C) na região metropolitana de São Paulo e a 5°C na Serra da Mantiqueira.

Por causa disso, a Defesa Civil emitiu um alerta para baixas temperaturas, que vale até a próxima quarta-feira (22). Segundo o órgão, o frio intenso é causado pela passagem de uma frente fria pelo estado de São Paulo em plena primavera, estação marcada por temperaturas mais amenas.

Além do frio, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) fez um alerta amarelo de vendaval para o estado de São Paulo, que vale até a manhã de terça-feira (21). O alerta amarelo é o primeiro na escala utilizada pelo Inmet (abaixo dos alertas laranja e vermelho) e indica um perigo potencial para a ocorrência do fenômeno. Segundo o órgão, os ventos podem variar entre 40 quilômetros por hora (km/h) e 60 km/h no estado.

Menor temperatura para outubro

Na manhã de hoje (20), a cidade de São Paulo registrou temperatura mínima de 11,2°C, a mais baixa para um mês de outubro desde 2014, quando os termômetros chegaram a marcar 10,7°C.

Para enfrentar esse frio, o governo de São Paulo instalou um abrigo solidário na Estação Pedro II, da Linha 3-Vermelha do Metrô, para oferecer acolhimento emergencial à população em situação de rua durante os dias mais frios. O abrigo deverá funcionar até a manhã da próxima quarta-feira, oferecendo alimentação, colchões, cobertores e acolhimento humanizado para pessoas em situação de rua.

A prefeitura de São Paulo também está acionando a Operação Baixas Temperaturas (OBT), que é implantada sempre que a temperatura na capital paulista fica abaixo dos 13ºC. Segundo a prefeitura, as dez tendas destinadas à população em situação de rua foram espalhadas por diversas regiões da cidade e funcionam das 18h à 0h, oferecendo alimentos, bebidas quentes, água, cobertores, itens de higiene, atendimentos de saúde e vacinação.




Fonte: Agência Brasil

Petrobras recebe licença do Ibama para explorar Margem Equatorial


A Petrobras obteve a licença do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para explorar petróleo na Margem Equatorial. A região, localizada no norte do país, é apontada como novo pré-sal devido ao seu potencial petrolífero.

O Ibama fez o anúncio no começo da tarde desta segunda-feira (20).

De acordo com a Petrobras, a sonda exploratória se encontra na região do bloco FZA-M-059 e a perfuração está prevista para começar “imediatamente”. O poço fica em águas profundas do Amapá, a 175 quilômetros da costa e a 500 quilômetros da foz do rio Amazonas.

A perfuração dessa fase inicial tem duração estimada em cinco meses, segundo a companhia. Nesse período, a empresa busca obter mais informações geológicas e avaliar se há petróleo e gás na área em escala econômica. “Não há produção de petróleo nessa fase”, frisou a Petrobras no comunicado.

A autorização foi obtida cerca de dois meses depois da última fase do processo de licenciamento, a chamada avaliação pré-operacional (APO), que consiste em um simulado de situação de emergência e plano de reação, com atenção especial à fauna.

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Promessa de segurança

A Petrobras informou que atendeu a todos os requisitos estabelecidos pelo Ibama – órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima – cumprindo integralmente o processo de licenciamento ambiental.

A presidente da companhia, Magda Chambriard, classificou a obtenção da licença como “uma conquista da sociedade brasileira”.

“Revela o compromisso das instituições nacionais com o diálogo e com a viabilização de projetos que possam representar o desenvolvimento do país”, afirmou Chambriard no comunicado.

Ela lembrou que foram cinco anos de diálogo com governos e órgãos ambientais municipais, estaduais e federais até a licença. Chambriard considera que a estatal pôde comprovar “a robustez de toda a estrutura de proteção ao meio ambiente”.

“Vamos operar na Margem Equatorial com segurança, responsabilidade e qualidade técnica. Esperamos obter excelentes resultados nessa pesquisa e comprovar a existência de petróleo na porção brasileira dessa nova fronteira energética mundial”, completou.

Nova fonte de petróleo

A Margem Equatorial ganhou notoriedade nos últimos anos, por ser tratada como nova e promissora área de exploração de petróleo e gás. Descobertas recentes de petróleo nas costas da Guiana, da Guiana Francesa e do Suriname, países vizinhos ao Norte do país, mostraram o potencial exploratório da região, localizada próxima à linha do Equador. No Brasil, a área se estende do Rio Grande do Norte até o Amapá.

A busca pela licença de exploração se iniciou em 2013, quando a petrolífera multinacional britânica BP arrematou a licitação da área. Por decisão estratégica, a companhia repassou a concessão para a Petrobras em 2021.

A Petrobras tem poços na nova fronteira exploratória, mas, até então, só tinha autorização do Ibama para perfurar os dois da costa do Rio Grande do Norte.

Em maio de 2023, o Ibama chegou a negar a licença para a área chamada de Bacia da Foz do Amazonas, o que fez a Petrobras pedir a reconsideração.

Além da companhia, setores do governo, incluindo o Ministério de Minas e Energia e o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, defenderam a liberação da licença. No Congresso, presidente do senado, Davi Alcolumbre (União-AP), foi um dos principais articuladores para apressar e autorizar a licença.

Segundo a Petrobras, a espera pela licença de exploração custou R$ 4 milhões por dia à empresa.

Um estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) estima que o volume potencial total recuperável da Bacia da Foz do Amazonas pode chegar a 10 bilhões de barris de óleo equivalente. Para efeito de comparação, dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que o Brasil tem 66 bilhões de barris entre reservas provadas, prováveis e possíveis.

Críticas

A exploração é criticada por ambientalistas, preocupados com possíveis impactos ao meio ambiente. Há também a percepção, por parte deles, de que se trata de uma contradição à transição energética, que significa a substituição dos combustíveis fósseis por fontes de energia renováveis, que emitam menos gases do efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global.

A Petrobras insiste que a produção de óleo a partir da Margem Equatorial é uma decisão estratégica para que o país não tenha que importar petróleo na próxima década. A estatal frisa que, apesar do nome Foz do Amazonas, o local fica a 540 quilômetros da desembocadura do rio propriamente dita.




Fonte: Agência Brasil

Petrobras recebe licença do Ibama para perfurar Margem Equatorial


A Petrobras obteve a licença do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para iniciar operação de pesquisa exploratória na Margem Equatorial. A região, localizada no norte do país, é apontada como novo pré-sal devido ao seu potencial petrolífero.

O Ibama fez o anúncio no começo da tarde desta segunda-feira (20).

De acordo com a Petrobras, a sonda exploratória se encontra na região do bloco FZA-M-059 e a perfuração está prevista para começar “imediatamente”. O poço fica em águas profundas do Amapá, a 175 quilômetros da costa e a 500 quilômetros da foz do rio Amazonas.

A perfuração dessa fase inicial tem duração estimada em cinco meses, segundo a companhia. Nesse período, a empresa busca obter mais informações geológicas e avaliar se há petróleo e gás na área em escala econômica. “Não há produção de petróleo nessa fase”, frisou a Petrobras no comunicado.

A autorização foi obtida cerca de dois meses depois da última fase do processo de licenciamento, a chamada avaliação pré-operacional (APO), que consiste em um simulado de situação de emergência e plano de reação, com atenção especial à fauna.

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Promessa de segurança

A Petrobras informou que atendeu a todos os requisitos estabelecidos pelo Ibama – órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima – cumprindo integralmente o processo de licenciamento ambiental.

A presidente da companhia, Magda Chambriard, classificou a obtenção da licença como “uma conquista da sociedade brasileira”.

“Revela o compromisso das instituições nacionais com o diálogo e com a viabilização de projetos que possam representar o desenvolvimento do país”, afirmou Chambriard no comunicado.

Ela lembrou que foram cinco anos de diálogo com governos e órgãos ambientais municipais, estaduais e federais até a licença. Chambriard considera que a estatal pôde comprovar “a robustez de toda a estrutura de proteção ao meio ambiente”.

“Vamos operar na Margem Equatorial com segurança, responsabilidade e qualidade técnica. Esperamos obter excelentes resultados nessa pesquisa e comprovar a existência de petróleo na porção brasileira dessa nova fronteira energética mundial”, completou.

Ibama

Por meio de nota, o Ibama informou que a emissão da licença ocorreu após “rigoroso processo de licenciamento ambiental”. Esse processo contou com elaboração de Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), três audiências públicas e 65 reuniões técnicas setoriais em mais de 20 municípios do Pará e do Amapá. Também foram feitas vistorias em todas as estruturas de resposta à emergência e unidade marítima de perfuração, além da realização da APO, que envolveu mais de 400 pessoas.

Ainda de acordo com o órgão ambiental, após a negativa de 2023, foi iniciada uma “intensa discussão” com a Petrobras, que permitiu “significativo” aprimoramento substancial do projeto apresentado, especialmente em relação à estrutura de resposta a emergência.

Entre os avanços, o Ibama cita a construção e operacionalização de mais um centro de atendimento à fauna, no município de Oiapoque (AP), que se soma ao já existente em Belém.

O Ibama afirmou que as exigências adicionais foram fundamentais para a viabilização ambiental do empreendimento, considerando as características ambientais excepcionais da região da bacia da Foz do Amazonas.

O instituto antecipou que, durante a atividade de perfuração, será realizado novo exercício simulado de resposta a emergência, com foco nas estratégias de atendimento à fauna.

Nova fonte de petróleo

A Margem Equatorial ganhou notoriedade nos últimos anos, por ser tratada como nova e promissora área de exploração de petróleo e gás. Descobertas recentes de petróleo nas costas da Guiana, da Guiana Francesa e do Suriname, países vizinhos ao Norte do país, mostraram o potencial exploratório da região, localizada próxima à linha do Equador. No Brasil, a área se estende do Rio Grande do Norte até o Amapá.

A busca pela licença de exploração se iniciou em 2013, quando a petrolífera multinacional britânica BP arrematou a licitação da área. Por decisão estratégica, a companhia repassou a concessão para a Petrobras em 2021.

A Petrobras tem poços na nova fronteira exploratória, mas, até então, só tinha autorização do Ibama para perfurar os dois da costa do Rio Grande do Norte.

Em maio de 2023, o Ibama chegou a negar a licença para a área chamada de Bacia da Foz do Amazonas, o que fez a Petrobras pedir a reconsideração.

Além da companhia, setores do governo, incluindo o Ministério de Minas e Energia e o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, defenderam a liberação da licença. No Congresso, presidente do senado, Davi Alcolumbre (União-AP), foi um dos principais articuladores para apressar e autorizar a licença.

Segundo a Petrobras, a espera pela licença de exploração custou R$ 4 milhões por dia à empresa.

Um estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) estima que o volume potencial total recuperável da Bacia da Foz do Amazonas pode chegar a 10 bilhões de barris de óleo equivalente. Para efeito de comparação, dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que o Brasil tem 66 bilhões de barris entre reservas provadas, prováveis e possíveis.

Críticas

A exploração é criticada por ambientalistas, preocupados com possíveis impactos ao meio ambiente. Há também a percepção, por parte deles, de que se trata de uma contradição à transição energética, que significa a substituição dos combustíveis fósseis por fontes de energia renováveis, que emitam menos gases do efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global.

A Petrobras insiste que a produção de óleo a partir da Margem Equatorial é uma decisão estratégica para que o país não tenha que importar petróleo na próxima década. A estatal frisa que, apesar do nome Foz do Amazonas, o local fica a 540 quilômetros da desembocadura do rio propriamente dita.

* Matéria atualizada às 15h26, para ajuste de informações sobre a categoria da licença concedida pelo Ibama.




Fonte: Agência Brasil

SP registra 11,2ºC nesta segunda; a mais baixa para outubro em 11 anos


Na manhã desta segunda-feira (20), a cidade de São Paulo registrou a temperatura mínima de 11,2 graus Celsius (ºC), a mais baixa para outubro desde 2014, quando termômetros marcaram 10,7ºC.

Segundo a Defesa Civil do Estado de São Paulo, o registro é resultado da passagem de uma frente fria acompanhada por ventos e massa de ar polar.

Para minimizar problemas, a Defesa Civil promove acolhimento da população e mobilização de pessoas em estado de vulnerabilidade social. Entre as ações emergenciais está a ativação do Abrigo Solidário, uma iniciativa do governo do estado que oferece acolhimento temporário à população em situação de rua.

Também foram emitidos alertas de frio intenso e orientações para a população. As pessoas devem evitar:

  • exposição prolongada ao frio, principalmente durante a madrugada e início do dia;
  • uso de brasas e fogareiros em ambientes fechados, para prevenir o risco de intoxicação;
  • e redobrar a atenção com crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas.

*Estagiário da EBC sob supervisão de Odair Braz Junior




Fonte: Agência Brasil

Polícia apreende 3,5 toneladas de maconha no interior de São Paulo


A Polícia Federal (PF) deteve um caminhão, na cidade de Pacaembu, interior de São Paulo, que carregava 3,5 toneladas de maconha.

Os traficantes usaram embalagens de agrotóxico para encobrir a presença da droga, informou a PF.

O motorista do caminhão foi preso em flagrante e encaminhado para a delegacia da PF em Presidente Prudente, na região oeste do estado de São Paulo.

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Ele foi autuado por crime de tráfico de drogas. Sua identidade ainda não foi divulgada.




Fonte: Agência Brasil

Operação da PF em Guarulhos impede tráfico de animais silvestres


A Policia Federal (PF) fez uma operação no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, nos dias 17 e 18 de outubro -sexta-feira e sábado – , resultando na apreensão de maconha, um passaporte italiano e de 18 pássaros brasileiros em situação de maus-tratos. As informações foram divulgadas na manhã desta segunda-feira (20).

A ação policial teve início na sexta-feira (17) e, durante a inspeção de um voo para Santa Catarina, a fiscalização encontrou uma porção de maconha na bagagem de mão de um passageiro, que foi encaminhado para a Justiça Federal.

No sábado (18), a operação continuou e, usando aparelho de raios-x, a PF identificou material biológico dentro de uma mala. Eram 18 pássaros vivos mantidos em condições precárias. O responsável era um homem, da Bélgica, que ia para a França.

Ele não apresentou nenhum documento com algum tipo de autorização para o transporte das aves. Ele foi preso e pode responder por crimes de maus-tratos, receptação e crime contra a fauna silvestre.

Animais

A polícia contou com a colaboração do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que identificou os animais: eram dois tangarazinhos, cinco saíras-sete-cores, sete saíras-douradinhas, dois saíras-militar e dois saíras-da-terra.

Os bichos estavam debilitados e foram encaminhados para tratamento.

Também no sábado, foi apreendido um passaporte italiano que estava com restrição da Justiça Estadual do Espírito Santo.




Fonte: Agência Brasil

Veja o que fazer para reaver objetos caídos nos trilhos do Metrô/Rio


O MetrôRio lançou a campanha “Pacto de Segurança” com orientações sobre as regras de segurança no sistema metroviário, entre elas, a de não acessar os trilhos para resgatar objetos.

Do início de setembro até o último dia 9, as equipes operacionais da concessionária resgataram 151 objetos que caíram nas vias das linhas 1, 2 e 4. Fones de ouvido aparecem em primeiro lugar, seguidos de celulares e de sandálias e calçados.

 A orientação da concessionária, caso o cliente deixe cair algum objeto na via, é que acione um funcionário para informar o que aconteceu para recuperar o item com segurança e sem atrapalhar a circulação dos trens.

“Somente a equipe de operações pode acessar a via usando equipamentos de proteção e seguindo protocolos rigorosos. Além disso, por questões de segurança, já que os trilhos são energizados e a circulação no trecho precisa ser interrompida, a recuperação do objeto será realizada fora do horário de pico”, diz o MetrôRio.

Conscientização

A gerente de marketing do MetrôRio e idealizadora da campanha, Simone Pfeil, disse que a iniciativa visa reforçar as ações de conscientização nas estações. “Nosso objetivo é engajar todos os passageiros para o respeito às regras de segurança no sistema e uma delas é nunca tentar resgatar objetos na via. A gente costuma ter bastante êxito em devolver os objetos em bom estado. O que vale é a segurança e a vida”, preconiza.

A publicitária Gabrielle Misael seguiu as regras de segurança. Ela estava na estação Vicente de Carvalho, na zona norte do Rio, a caminho do centro, quando o seu fone de ouvido bluetooth caiu nos trilhos do Metrô.

“Aconteceu comigo em abril. Avisei ao agente da estação que meu fone havia caído na via e, no fim do dia, eles me entregaram. Foram muito atenciosos comigo”, conta Gabrielle.

Outro fone resgatado dos trilhos do Metrô carioca foi o do administrador Maurício Mascarenhas. Em uma das viagens, ele deixou o fone de ouvido cair na via. Na hora, um passageiro falou que o segurança da estação poderia ajudá-lo a recuperar o objeto perdido nos trilhos. Ele ficou surpreso.

“Procurei um funcionário do Metrô e relatei a perda do meu fone, indicando exatamente onde ele havia caído. O agente anotou meus dados e me informou que, à noite, após o encerramento do serviço, a equipe faria a retirada do objeto. Ele orientou que, no dia seguinte, eu procurasse a cabine de segurança, ao lado das catracas. Para minha surpresa, na manhã seguinte   passei na estação, apresentei meu documento de identificação e entregaram o meu fone,” diz o administrador.

Veja as orientações da campanha Pacto de Segurança no MetrôRio

1- Não corra para embarcar. Um acidente pode atrasar muito mais a sua vida.

2- Não tente impedir o fechamento das portas. Porta do trem não tem sensor de movimento como porta do elevador.

3- Atenção com o vão entre o trem e a plataforma. Um passo em falso pode custar caro. Olhe bem por onde pisa.

4- Nunca tente pegar objetos na via. Um celular pode ser substituído. A sua vida, não. Peça ajuda a um funcionário do Metrô.

5- Respeite a faixa amarela. Só a ultrapasse quando o trem parar completamente. A faixa amarela é um freio visual.

6- Cuidado nas escadas. Não use o celular ao subir ou descer e segure-se no corrimão. Uma mensagem pode esperar. Sua segurança, não.

7- Cuidado nas escadas.  Correr nas escadas é perigoso para você e para os outros. Desça com calma. O próximo trem já está chegando.

8- Peça ajuda se precisar. Sentiu insegurança na escada rolante? Chame um funcionário. O próximo passo é sempre mais seguro com apoio.




Fonte: Agência Brasil