TV Brasil nos Arraiais: emissora transmite festejos de São João


A TV Brasil entra no ritmo das festas juninas e, a partir deste sábado (17), transmite ao vivo os eventos que marcam as celebrações de São João nas cidades de Caruaru, em Pernambuco, e Salvador e Amargosa, na Bahia. Esse projeto da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) conta com a parceria da TV Pernambuco e da TVE Bahia, entre os dias 17 de junho e 2 de julho.

A faixa temática TV Brasil nos Arraiais acompanha as performances de artistas renomados, além de trios de forrós, grupos de danças regionais e quadrilhas. Neste sábado, às 22h, o público confere na emissora pública os festejos de São João de Caruaru, diretamente do Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, com o sinal produzido pela TV Pernambuco.

Em quatro horas de transmissão, a ancoragem será dividida pelas repórteres Moema França e Nice Lima. Elas estarão no próprio Pátio, apresentando os shows e trazendo informações sobre a festa nos intervalos das apresentações.

Caruaru se transforma na “Capital do Forró” durante o mês de junho. Organizado desde 1984, o evento de São João na cidade conta com centenas de artistas que se apresentam a cada edição em diversos polos descentralizados: o Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, o Polo Cultural da Estação Ferroviária, o Alto do Moura e o polo itinerante pela zona rural do município.

FESTAS JUNINAS - Sâo João de Caruaru - Foto: Janine Moraes/MinC

São João de Caruaru – Janine Moraes/MinC

Já na Bahia, haverá cobertura dos festejos realizados em Salvador (do Parque de Exposições e do Largo do Pelourinho) e Amargosa, com uma das celebrações juninas mais tradicionais do estado. As transmissões da TV Brasil em conjunto com a TVE Bahia estão previstas para os dias 22, 23, 24 e 25 de junho, e na semana seguinte, nos dias 30 de junho e 1º e 2 de julho, e contará com ancoragem nos locais dos eventos.

Com o objetivo de valorizar as tradições da região, a programação de São João em Salvador traz uma grande variedade de atividades artísticas e culturais.A expectativa é que cerca de 400 mil pessoas prestigiem as festividades. Neste ano, os festejos juninos soteropolitanos se somam à comemoração da Independência do Brasil na Bahia, que completa 200 anos.

FESTAS JUNINAS - Festa em Amargosa - Foto: Prefeitura de Amargosa

Festa junina em Amargosa – Prefeitura de Amargosa

Em Amargosa, a festa promove durante o dia aulas de forró, trio nordestino, vila junina com comidas típicas, repentistas e a apresentação de quadrilhas. À noite, no palco principal se apresentam artistas locais e outros de projeção nacional. Em 2023, Amargosa vai celebrar a sanfona como elo entre a cultura do Brasil e a de diversos povos dos mais variados continentes do mundo.

Ao vivo e on demand

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.

Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: tvbrasil.ebc.com.br/webtv.

Serviço

TV Brasil nos Arraiais – Caruaru – sábado, dia 17/06, às 22h, na TV Brasil
TV Brasil nos Arraiais – Salvador e Amargosa – dias 22/06, 23/06, 24/06, 25/06, 30/06, 01/07 e 2/07, na TV Brasil

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Fonte: Agência Brasil

Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 51 milhões neste sábado


A loteria mais famosa do Brasil pode pagar, neste sábado (17), um prêmio de R$ 51 milhões ao acertador das seis dezenas sorteadas.

O concurso 2602 será realizado às 20h no Espaço da Sorte, em São Paulo.

Os apostadores que quiserem concorrer ao prêmio milionário têm até as 19h (horário de Brasília) para ir a uma casa lotérica e fazer a sua fezinha.

Apostas também podem ser feitas no Portal Loterias Caixa ou no app Loterias Caixa.

A aposta mínima (de 6 números) custa R$ 5.




Fonte: Agência Brasil

Belém deve receber cerca de 50 mil visitantes para a COP30


Em evento neste sábado (17), em Belém, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve anunciar as primeiras medidas relacionadas ao processo de organização da 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em 2025. O evento será realizado na capital paraense.

A candidatura do Brasil, oficializada em maio, recebeu apoio praticamente unânime dos demais países sul-americanos, uma exigência das Organização da Nações Unidas (ONU) para a escolha, e deve ser oficialmente confirmada no fim do ano, durante a COP28, em Dubai. Apesar disso, o processo de organização já está em curso.

A realização de um evento do porte de uma COP vai exigir um “grande esforço” da cidade-sede e do país. Segundo o secretário de Clima, Energia e Maio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores (MRE), André Corrêa Lago, são esperadas dezenas de milhares de pessoas em Belém.

“Todas as cidades que convidam para que a COP aconteça têm que fazer um grande esforço para o evento. É um evento que, nos últimos anos, tem uma média de 40 mil a 50 mil pessoas durante duas semanas. É a maior conferência das Nações Unidas”, afirmou a jornalistas durante entrevista coletiva, em Belém. A maior parte dessas presenças são de integrantes das sociedades civis dos países, como entidades, cientistas e movimentos sociais.

Com isso, Belém, assim como outras cidades que já abrigaram o evento, precisa se organizar em termos de infraestrutura, capacidade hoteleira, restaurantes, transporte e aviação.

“Pelo que tenho visto, o governador está consciente disso, o presidente Lula também. Esse evento é uma ocasião muito importante para assegurar que Belém tenha melhorias”, acrescentou o secretário de Meio Ambiente do Itamaraty. Segundo ele, outras cidades ganharam com melhorias em trânsito e em infraestrutura.

Por ser um evento da ONU que pode reunir presencialmente mais de 100 chefes de Estado, há todo um protocolo rígido de segurança, mas também de sala de evento, com diferentes padrões de tamanho de acordo com a importância das autoridades, entre outras regras.

Países Amazônicos

A capital paraense também se prepara para realizar, no dia 8 de agosto, a reunião dos oito países integrantes da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA). Participam os presidentes de Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela. Um documento aprovado no encontro será apresentado durante a próxima Assembleia das Nações Unidas, em setembro, em Nova York (EUA).

Segundo o embaixador Corrêa Lago, a ideia deste evento é fortalecer a OTCA, que é uma organização pouco conhecida e ainda pouco atuante no cenário internacional. Ele crê que uma nova dinâmica para esta articulação de países possa “acentuar a possibilidade de a Amazônia ser solução para o mundo” em termos de proteção climática.

Metas mais ambiciosas

Pela primeira vez realizada na Amazônia, a COP Belém, em 2025, será o marco de 10 anos do Acordo de Paris, a principal convenção climática da ONU, assinada em 2015 durante a COP21, na capital francesa. O documento estabeleceu metas para a redução de emissões de gases causadores do aquecimento global. De acordo com Lago, há uma grande expectativa internacional sobre esta futura reunião da ONU no Brasil.

“A COP de Belém vai ser a COP 10 anos depois de Paris. Então, é uma COP que vai ser extremamente importante, porque é uma conferência na qual os países são supostos a adiantar maiores ambições climáticas. Todos os países do mundo têm que apresentar, em Belém, na COP30, em 2025, ambições maiores de combate à mudança do clima”, destacou.

A última atualização da meta do Brasil no Acordo de Paris ocorreu em 2020, com cinco anos da vigência do tratado climático. Na época, o governo determinou que a chamada Contribuição Nacional Determinada (NDC, da sigla em inglês), será a neutralidade nas emissões de gases do efeito estufa até 2060.

Neutralizar a emissão de gases de efeito estufa, segundo o Acordo de Paris, significa mudar a matriz energética para fontes sustentáveis que não dependem de queima de combustíveis fósseis e que façam com que o clima não exceda a média atual em 1.5 grau Celsius (estimativa agressiva) ou 2.0 graus Celsius (estimativa conservadora).

É uma mudança na economia, eliminando combustíveis fósseis e outras fontes de emissões de gás carbônico onde for possível nos setores de transporte, geração de energia e na indústria. Para outras fontes, a cada tonelada de gás carbônico emitida, uma tonelada deve ser compensada com medidas de proteção climática, com o plantio de árvores, por exemplo.

Até então, a Contribuição Nacional Determinada (NDC, da sigla em inglês), ratificada pelo governo brasileiro, em vigor desde 2015, previa que até 2025 as emissões de gases de efeito estufa seriam reduzidas a 37% em relação a 2005, ano em que o país emitiu aproximadamente 2,1 bilhões de toneladas de gás carbônico. Para 2030, a meta seria uma redução de 43%.

Acordo de Paris

Em 2015, o Brasil se juntou a mais de 190 países que integram a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima na assinatura do chamado Acordo de Paris. Pelo acordo, que foi resultado de mais de 20 anos de negociação, as nações definiram objetivos de longo prazo para limitar o aquecimento da temperatura global em níveis abaixo de dois graus Celsius, se possível a 1,5 grau, até o final deste século. A partir dos compromissos do Acordo de Paris, o Brasil definiu a sua NDC.

A meta considera os níveis pré-revolução industrial (1750) implementada a partir de 2020. A redução significativa do aquecimento global e o cumprimento dos compromissos do Acordo de Paris ainda estão entre as metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), com o qual o Brasil também se comprometeu até 2030.




Fonte: Agência Brasil

Lobby militar nos parlamentos fere democracia, alertam especialistas


Uma pesquisa revelou que as três Forças Armadas brasileiras possuem até 115 servidores dedicados ao lobby dentro dos parlamentos brasileiros. A Marinha tem 12 servidores, a Aeronáutica, 10 militares e o Exército 93 pessoas dedicadas “a defender os interesses da Força junto aos parlamentares brasileiros”, segundo o levantamento. No caso do Exército, a maior parte está espalhada pelos estados e municípios das oito regiões militares brasileiras.  

Como comparativo, as assessorias parlamentares ligadas aos comandantes das Forças que estão em Brasília, excluindo os servidores ligados ao Ministério da Defesa e as assessorias locais, têm 36 servidores nas assessorias parlamentares, número três vezes maior que o do Ministério da Educação, que tem 10 funcionários para se relacionar com todo o Congresso Nacional.

O boletim O Lobby dos Militares no Legislativo, produzido pelo Instituto Tricontinental de Pesquisa Social, aponta que esse é apenas um dos aspectos da tutela militar sobre a política brasileira. “Enquanto a tutela permanecer, não teremos plena democracia no Brasil”, reforça.

Essas estruturas estão ligadas diretamente aos comandantes das Forças Armadas, desfrutando de “completa autonomia para o estabelecimento das suas relações parlamentares diante do poder político a que devem subordinação: o Ministério da Defesa e a Presidência da República”. Já o Ministério da Defesa tem uma Assessoria Parlamentar (Aspar) com 13 funcionários (5 civis e 8 militares). Número considerado pelos autores como “pífio quando comparado aos mais de 100 militares designados para a função de lobistas” que são ligados aos comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica.

Ou seja, o lobby ligado aos comandantes é 715% superior à assessoria parlamentar do Ministério de Defesa. “Se, por um lado, esse quadro auxilia na compreensão das dificuldades dos parlamentares para contrariar interesses das FFAA, por outro, é um excelente indicador da ampla autonomia que a instituição militar possui”.

Lobby militar nos parlamentos fere democracia, alertam especialistas  - Rodrigo Letz. – Foto: Arquivo Pessoal

Para Rodrigo Letz, as Forças Armadas têm estrutura próxima a de poder de estado – Arquivo pessoal

Um dos pesquisadores do estudo ouvido pela Agência Brasil, o professor de Ciências Políticas da UnB Rodrigo Letz, estuda o pensamento político do militar brasileiro. “A maior relevância do estudo é a revelação concreta, a partir de dados, de que cada Força tem uma grande estrutura, muito equiparada a um poder de Estado, completamente autônomo ao poder político, não subordinado ao poder civil, que é oriundo do poder popular”. Para Letz, nas democracias, as relações institucionais da burocracia devem ser feitas pelo poder político, ainda mais se tratando de militares.

Para o secretário-executivo do Instituto Vladmir Herzog, Rogério Sottili, o estudo reforça a tese de que os militares no Brasil formam uma elite com grande poder político. O Instituto Vladimir Herzog trabalha para “reforçar e defender de forma irrestrita os valores de democracia e direitos humanos”, levando o nome do famoso jornalista assassinado durante a última ditadura civil-militar (1964-1985).

Para Sottili, apenas o Ministério da Defesa teria que ter assessoria parlamentar para defender os interesses das Forças Armadas. “Isso é legítimo. O problema é ter as três Forças atuando de forma totalmente independente do ministério, do Estado brasileiro e do governo. O que configura uma autonomia inaceitável”. O especialista alerta que essas estruturas institucionalizam um poder paralelo dentro do Estado, além de construir “um caminho para a manutenção dos militares na política”.

Militares nos Parlamentos

O estudo do Instituto Tricontinental apurou ainda o perfil dos militares no Congresso Nacional. Foram identificados 23 deputados federais e 2 senadores eleitos em 2022, representando 2,5% do total de cadeiras. Apesar de serem minoria, o boletim considera que “os parlamentares-militares são referência na difusão dos valores e interesses corporativos no processo legislativo, encontrando ressonância na tomada da decisão política nacional”. Desses, 5 são das Forças Armadas, 16 das Polícias Militares e 2 de Corpos de Bombeiros. Apenas um dos parlamentares é do sexo feminino.

Lobby militar nos parlamentos fere democracia, alertam especialistas  - Rodrigo Letz. – Foto: Arquivo Pessoal

Rogério Sottili destaca que o perfil ideológico revela o resultado da eficiência do lobby dos militares no Congresso- Arquivo pessoal

Todos os parlamentares-militares são do espectro político-ideológico identificado com a direita, segundo o levantamento. O PL tem 14 parlamentares eleitos, seguido pelo Republicanos (6), União Brasil (2), Patriota (2), Avante (1), Podemos (1), PSD (1) e Progressistas (1).

O representante do Instituto Herzog, Rogério Sottili, destaca que o perfil ideológico revela o resultado da eficiência do lobby dos militares no Congresso. “A maioria deles participando de comissões estranhas ao interesse da corporação, ao interesse dos militares. A maioria atua em comissões de agricultura”, pontua.

Emendas Parlamentares

Um dos objetivos das assessorias militares nos parlamentos é o de “facilitar a transmissão de informações sobre emendas parlamentares”. Segundo a pesquisa, as assessorias são eficientes nesse aspecto. Entre 2010 e 2021, a média anual em emendas parlamentares foi de R$ 143,3 milhões, com um pico de recursos obtidos em 2015 (R$ 394,5 milhões).

ARTE - Lobby militar nos parlamentos fere democracia, alertam especialistas  - Rodrigo Letz. – Foto: Arte: Instituto Tricontinental de Pesquisa Social

 Lobby militar nos parlamentos fere democracia, alertam especialistas – Arte: Instituto Tricontinental de Pesquisa Social

“O pico (de emendas) se deu em um período de crise entre Legislativo e Executivo. Isso indica que os parlamentares, um poder, estabeleceu uma espécie de moeda de troca política com uma instituição central na República que é o Exército a partir de distribuição de emendas parlamentares. Isso do ponto de vista democrático é absolutamente grave”, avalia o pesquisador do Instituto Tricontinental, Rodrigo Letz.

A Agência Brasil procurou o Ministério da Defesa e aguarda retorno.




Fonte: Agência Brasil

Virada Sustentável movimenta São Paulo


A Praça das Artes e o Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, recebem neste fim de semana – dias 17 e 18 – a segunda edição da Virada ODS, considerado o maior evento do mundo. A meta é popularizar, promover e destacar a importância dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). 

Para participar, o cadastro deve ser feito no site.  Menores de 16 anos só entrarão acompanhados dos pais. Mais informações aqui.

Da programação organizada pela prefeitura de São Paulo, constam palestras com personalidades e especialistas nacionais e internacionais, feira de expositores, atividades culturais, educativas, hackathon e festival de música.

Com premiação de R$ 30 mil, Hackathon Virada ODS propõe a criação de soluções para Agenda 2030 da ONU. A maratona hacker gira em torno de sete eixos prioritários: Mudanças Climáticas; Combate ao racismo; Saúde mental; ESG; Acessibilidade e inclusão; Democracia e desigualdades; e população em situação de rua e população imigrante e refugiada. Local: Centro de Inovação Verde Bruno Covas – Hub Green Sampa (R. Sumidouro, 580 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05428-070)

Confira outros destaques

Dia 17 – sábado

Shows na Virada

Local: Vale do Anhangabaú (R. Vitória – Centro Histórico de São Paulo)

Faixa etária: Livre

Ingressos: Credenciamento prévio

11h – Eranko – Circo de Ébanos

14h – Circo em Ciclos

19h – DJ Vivian Reis

Palestras

Rodada de prefeitos: acelerando a implementação da Agenda 2030 – Instituto Cidades Sustentáveis

Horário: das 10h às 12h

Local: Sala do Conservatório – Praça das Artes (Av. São João, 281 – Centro Histórico de São Paulo

Mudanças climáticas

Horário: das 14h às 15h30

Local: Sala do Conservatório – Praça das Artes (Av. São João, 281 – São Paulo

Mediadora: Maristela Baioni – Representante Residente Assistente para Programa do PNUD Brasil

Carlos Nobre – Climatologista e cientista

Mundano – Ativista brasileiro

Daniela Chiaretti – Jornalista – Valor Econômico

Acessibilidade e Inclusão

Horário: das 16h às 17h30

Local: Sala do Conservatório – Praça das Artes (Av. São João, 281 – São Paulo

Mediadora: Silvia Grecco – Secretária municipal da Pessoa com Deficiência

Carolina Ignara– Diretora e fundadora do Grupo Talento Incluir

Andréa Werner – deputada estadual

Wolf Kos – Fundador do Instituto Olga Kos

Ivan Baron – Influenciador digital

Palco externo

A Agenda 2030 no Instituto Federal de São Paulo

Horário: 10h

Apresentação de trabalhos relacionados à Educação de Trânsito, aos Programas de Segurança Viária e ao plano Cicloviario

Horário: 10h40

Programa de Ambientes Verdes e Saudáveis (PAVS)

Horário: 11h20

Programa Reencontro

Horário: 12h

ESG (Environmental, Social and Governance)

Horário: 12h40

Cooperando para o Futuro

Horário: 13h20

Representatividade Importa

Horário: 14h

Bate-papo com as aceleradas no programa Green Sampa

Horário: 14h40

A apresentação das políticas públicas sustentáveis e voltadas para smart cities da Secretaria Municipal das Subprefeituras – Alexandre Modonezi

Horário: 15h20

Projetos estratégicos com foco na redução das desigualdades

Horário: 16h

A Nutrição e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU – ODS

Horário: 16h40

Orçamento Cidadão

Horário: 17h20

Dia 18/06

Shows na virada

Local: Vale do Anhangabaú (R. Vitória – Centro Histórico de São Paulo

Faixa etária: Livre

Ingressos: Credenciamento prévio

11h – Caminhos da Saracura

14h – Nativos

18h – Francisco El Hombre

19h – Familia Triplice

Palestras

Combate ao racismo e xenofobia

Horário: das 10h às 12h

Local: Sala do Conservatório – Praça das Artes (Av. São João, 281 – São Paulo

Mediadora: Elisa Lucas – Secretaria-adjunta de Direitos Humanos e Cidadania

Hortense Mbuyi – Membro titular no Conselho Municipal de Imigrantes de São Paulo

Liliana Jubilut – Doutora e mestre em Direito Internacional

Débora Maria da Silva – Ativista de direitos humanos e principal líder do movimento Mães de Maio

Ismália Afonso da Silva – Analista de programa de Gênero e Raça do PNUD Brasil

Marcelo Haydu – co-fundador do Instituto Adus

População em situação de rua

Horário: das 14h às 15h30

Local: Sala do Conservatório – Praça das Artes (Av. São João, 281 – São Paulo

Mediador: Carlos Bezerra Júnior – secretário Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social

Ricardo Nunes –

Prefeito Miguel Prieto Vallejos, da Ciudad Del Este

Darcy da Silva Costa – Coordenador do Movimento Nacional da População de Rua

Prêmio Impactos Positivos

Horário: das 15h40 às 15h55

Local: Sala do Conservatório – Praça das Artes (Av. São João, 281 – São Paulo

ESG e ODS: Governança para a sustentabilidade

Horário: das 16h às 17h30

Local: Sala do Conservatório – Praça das Artes (Av. São João, 281 – São Paulo

Mediador: Daniel Falcão – Controlador Geral do município

Cris Monteiro – Vereadora de São Paulo

Cristiano Prado – Líder da Unidade de Desenvolvimento Socioeconômico Inclusivo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento  – PNUD

Renan Morgado – Gerente de Programas da Transparência Internacional

Rodrigo Oliveira – Especialista em economia circular e representante da organização Green Mining

Gabriela Prioli – Influenciadora digital, comentarista política e apresentadora de TV

Palco externo

Sustentabilidade nas Construções

Horário: 10h

Dia Internacional do Piquenique

Horário: 10h40

Parceria: Secretaria Municipais de Direitos Humanos e Cidadania

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU  ODS 10 – Redução das Desigualdades e as políticas públicas da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência

Horário: 11h20

Programa Vai de Roteiro – que oferece guias gratuitos pelos pontos turísticos da cidade

Horário: 12h

Parceria: Secretaria Municipal de Turismo

Projetar animação do PlanClima aos visitantes

Horário: 12h40

Sampa+Rural

Horário: 13h20

A Participação Social e Os Instrumentos Normativos: Ferramentas de Transformação do Centro de SP

Horário: 14h

Apresentação das campanhas Ponto Final ao Abuso Sexual e Ponto Final ao Racismo

Horário: 14h40

Resultados da Pesquisa, Ensino e Extensão – Inserção dos ODS em cursos de engenharia, horta urbana e “Desafios ODS”

Horário: 15h20

Direito de acesso à Justiça

Horário: 16h

Extensão e Responsabilidade Socioambiental

Horário: 16h40

Desafios e Ações para uma Gestão Pública eficiente, transparente e sustentável

Horário: 17h20




Fonte: Agência Brasil

MP abre procedimento para apurar possível risco em barragem de MG


O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) instaurou nesta sexta-feira (16) um procedimento administrativo com a finalidade de avaliar as condições de segurança e estabilidade da Barragem D4 da empresa Indústrias Nucleares do Brasil (INB), instalada na cidade de Caldas. A Promotoria de Justiça da Comarca da cidade, responsável pelo caso, acionou técnicos da Defesa Civil estadual e municipal, além da Agência Nacional de Mineração (ANM) e a Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM), com a finalidade de apurar as causas da elevação do nível de emergência da barragem e adotar medidas necessárias para controlar as anomalias e resgatar a segurança para a área.

A estrutura de contenção de urânio e outros materiais radioativos, que até então possuía declaração de condição de estabilidade, foi elevada para o Nível 1 de emergência no dia 7 deste mês. A barragem D4 integra uma mina de exploração de urânio desativada em 1995. O processo de descomissionamento da unidade está em andamento.

Em sua página, a Agência Nacional de Mineração (ANM), informou que a Barragem D4 da Unidade em Descomissionamento de Caldas (UDC), está enquadrada no nível 1 de emergência, o menor na escala de três níveis.

De acordo com a estatal, a D4 foi construída como bacia de decantação, mas que recentemente, devido à mudança nos regulamentos dos órgãos fiscalizadores foi reclassificada como uma barragem. A aplicação desses critérios aos dados das duas barragens da INB em Caldas resultou no enquadramento no nível 1 de emergência. “A INB reforça que não houve nenhuma ocorrência nessas barragens, apenas a mudança quanto ao órgão fiscalizador e as adequações a essas classificações e documentações”, afirmou.

As barragens são permanentemente monitoradas. De acordo com o Plano de Ação de Emergência (PAE), que faz parte do Plano de Segurança de Barragem (PSB), os órgãos de segurança devem ser avisados, o que foi realizado através de ofício.




Fonte: Agência Brasil

Casos de síndrome respiratória grave estão em queda, aponta Fiocruz


Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) estão em queda nas tendências de longo prazo nas últimas seis semanas e de curto prazo, que envolvem as últimas 3 semanas. É o que informa o boletim InfoGripe, divulgado nesta sexta-feira (16) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Em alguns estados, há crescimento nas crianças do vírus sincicial respiratório, sendo responsável pelo aumento dos casos nessa faixa etária. O pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe aponta que a redução dos casos acontece principalmente das regiões Centro-Sul, com queda ou interrupção do crescimento de SRAG.

Já as regiões Norte e Nordeste do país apresentam sinais de crescimento da síndrome respiratória em diversos estados. Oito estados e nove capitais apresentam indícios de crescimento na tendência de longo prazo, com o aumento de casos associados ao vírus influenza A, sendo majoritariamente H1N1.

Os oito estados que apresentam sinal de crescimento são: Acre, Alagoas, Amapá, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe. Em cinco, Acre, Amapá, Pará, Rio Grande do Norte e Roraima, o crescimento recente está associado às crianças.

Nos estados de Alagoas, Paraíba e Sergipe, além das crianças, é possível observar aumento em faixas etárias da população adulta, principalmente em idades mais avançadas.

Capitais

Nove capitais apresentam sinal de crescimento da síndrome respiratória: Aracaju (SE), Belém (PA), Boa Vista (RR), Cuiabá (MT), João Pessoa (PB), Macapá (AP), Rio Branco (AC), São Luís (MA) e Vitória (ES). Na maioria, o sinal está presente sobretudo nas crianças.




Fonte: Agência Brasil

Ciclone: saiba como é o fenômeno que atinge parte do sul do Brasil


A passagem de um ciclone extratropical provocou mortes e estragos nos estados do Sul do país, principalmente no Rio Grande do Sul.  

Segundo o governo gaúcho, três pessoas morreram e 11 estão desaparecidas. Mais de R$ 1 milhão serão repassados a cinco municípios gaúchos atingidos pelo mau tempo.

O ciclone extratropical é um sistema de baixa pressão atmosférica que surge fora dos trópicos. É associado às frentes frias e encontrado nas médias e altas latitudes. No Hemisfério Sul, os ciclones giram no sentido dos ponteiros dos relógios, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec).

O ciclone que atingiu o sul do país – associado a uma frente fria – formou-se no Oceano Atlântico no decorrer da semana. A área de baixa pressão nos médios e altos níveis da atmosfera potencializou a formação do ciclone em terra, transportando a umidade do oceano para o continente.

O que provoca?

Quando o ciclone se aproxima do continente, aumenta a possiblidade de danos, com deslizamentos e chuvas e ventos fortes. “Isso que traz risco maior, com previsão de chuva excessiva, acumulados muito altos e ventos fortes”, explica a meteorologista Estael Sias, em vídeo publicado no canal da MetSul, plataforma com conteúdo meteorológico.

Para se ter uma ideia, as rajadas de vento superam 80 km/h na Região Sul, conforme previsão do Instituto Nacional de Meteorologia – Inmet. Os volumes de chuva ultrapassam 100 milímetros (mm) em 24 horas. Além dos estados do sul, o fenômeno atingiu também áreas do estado de São Paulo.

Danos

O ciclone extratropical que afetou a região sul do país nesta quinta-feira (15) – acompanhado de uma frente fria – provocou a morte de uma pessoa em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, e vários estragos em  outras cidades gaúchas, incluindo Porto Alegre.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia, grandes volumes de chuva vão atingir ainda neste fim de semana o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Em São Paulo, o acúmulo de chuva deve se concentrar, principalmente, no Vale da Ribeira, com volumes superiores a 100 milímetros (mm) em 24 horas.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, anunciou hoje o repasse de R$ 1,1 milhão para cinco municípios atingidos pelo ciclone extratropical. Por meio de sua conta no Twitter, ele explicou que os recursos são resíduos do total destinado a uma outra emergência climática que ocorreu em março no estado.

Leite aproveitou para alertar sobre a previsão de mais chuvas ao longo do dia e assegurou que o governo está mobilizado para atender a situação. As cidades mais atingidas foram Itati, Dom Pedro de Alcântara, Maquiné, Moinhos do Sul e Três Forquilhas, no litoral norte do Rio Grande do Sul.

Capital

O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, mobilizou equipes de emergência da prefeitura no atendimento dos problemas provocados pelo temporal. Em suas redes sociais, ele pediu aos moradores da cidade que evitem sair de casa. Desde quinta-feira, o ciclone extratropical que passa pelo Rio Grande do Sul trouxe chuvas fortes e ventos intensos para Porto Alegre e outras cidades. “A quem tiver possibilidade, apelamos para que evite sair de casa devido aos transtornos provocados pelo ciclone”, apelou.

Ao todo, 146 pontos da capital foram atingidos pelo temporal e fortes ventos que derrubaram mais de 100 árvores, a maioria sobre a rede de alta tensão. A prioridade é atender casos onde há obstrução de vias, entradas de imóveis e situações de risco.

Muitas ocorrências precisam ser atendidas em conjunto com a companhia de energia elétrica para que seja feito o manejo de árvores presas à rede elétrica. Muitos bairros permanecem sem luz. Hoje, houve 65 ocorrências com bloqueio total das vias públicas ocasionadas por queda de árvores, postes de iluminação ou acúmulo de água em razão do temporal que atingiu Porto Alegre. Dezenas de sinais de trânsito também foram danificados pelos ventos. As zonas sul e norte da capital são as regiões mais afetadas. A Defesa Civil presta auxílio às famílias desalojadas, atendidas em ginásios da prefeitura. Foram entregues agasalhos e peças de higiene pessoal aos desabrigados.

Ao todo, 11 unidades de saúde estão fechadas em consequência do temporal: Jardim das Palmeiras, Morro dos Sargentos, Lami, Paulo Viaro, Laranjeiras, Esperança Cordeiro, Vila Elizabeth, Ilha da Pintada, Ipanema, Farrapos e Ponta Grossa.

Santa Catarina

O ciclone extratropical está próximo aos litorais de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul e se desloca em direção ao alto-mar, o que ainda causa rajadas de ventos no sul do estado, com direção oeste e rajadas pontuais entre 50 e 70 km/h. A tendência é que, com o afastamento do ciclone, os ventos enfraqueçam nas próximas horas.

Praia Grande

Os bombeiros de Santa Catarina, após 18 horas de trabalhos, desmobilizaram as equipes que estavam atuando em Praia Grande. Eles retiraram famílias das residências atingidas pelas chuvas das últimas horas. Segundo a prefeitura, 60 pessoas ficaram desalojadas e foram encaminhadas para um ginásio municipal.

No momento, a situação dos rios está normalizada e as famílias retornaram para suas casas. “Nossa prioridade foi mobilizar os bombeiros no resgate de maior número de vítimas possíveis e encaminhar para os abrigos disponibilizados pela prefeitura. Com o empenho de todos, conseguimos atender os que precisaram dos nossos serviços”, informou o comandante do 4º batalhão, tenente-coronel Henrique da Silveira.

Ressaca do mar

Até o final da noite de hoje, as equipes de resgate estão de prontidão porque, mesmo se afastando da costa, o ciclone ainda pode provocar mais chuvas e ventos fortes.

São esperadas rajadas acima de 70 km/h na faixa leste do Rio Grande do Sul e no sul de Santa Catarina. Ainda há a possibilidade de mais transtornos como queda de árvores e postes de energia, além do destelhamento de casas no litoral.

O alerta de ressaca do mar emitido pela Marinha informa que as ondas estão com 3,5 metros de altura entre o Rio Grande do Sul e Florianópolis. Somente na tarde deste sábado (17) é que o mar deve diminuir de intensidade.




Fonte: Agência Brasil

SP confirma dois novos casos de febre maculosa no estado


O Centro de Vigilância Epidemiológica do estado de São Paulo confirmou nesta sexta-feira (16) dois novos casos de febre maculosa no estado paulista. Com isso, o estado registra 19 casos da doença em 2023, com nove óbitos.

Um dos novos diagnósticos se refere a uma mulher de 38 anos que esteve recentemente na Fazenda Santa Margarida, região rural de Campinas (SP), onde foi detectado um surto de febre maculosa que já levou a morte quatro pessoas que estiveram no local. Essa paciente, segundo a Secretaria Estadual de Saúde, está internada na cidade de Campinas.

O outro caso se refere a uma moradora da cidade de Americana, de 58 anos, que faleceu no dia 8 de junho e que não tinha relação com o surto que foi identificado na Fazenda Santa Margarida. A secretaria está investigando o provável local dessa infecção.

Também conhecida como doença do carrapato, a febre maculosa é uma infecção febril de gravidade variável, com elevada taxa de letalidade. Causada por uma bactéria do gênero Rickettsia é transmitida pela picada do carrapato. Ela não é transmitida de pessoa para pessoa.

A secretaria alerta para que quem esteve na Fazenda Santa Margarida entre os dias 27 de maio e 11 de junho e apresente febre, dor e manchas vermelhas pelo corpo, dor de cabeça, procure imediatamente o atendimento médico, informando que esteve nessa região.

Fazenda

Por nota à imprensa, a Fazenda Santa Margarida disse lamentar profundamente os casos de febre maculosa que foram transmitidos em sua sede e que se solidariza com a dor e o sentimento dos familiares e amigos de vítimas dessa doença. “Vale destacar que a Fazenda Santa Margarida realiza eventos há mais de vinte anos no mesmo lugar e, conforme amplamente já divulgado, nunca houve qualquer relato de casos ou de suspeita de febre maculosa entre nossos visitantes, colaboradores e terceirizados”, manifestou-se, em nota.

A Fazenda Santa Margarida informou ter elaborado um plano para evitar a transmissão da doença. “Hoje, a Fazenda Santa Margarida protocolou na Prefeitura Municipal de Campinas o Plano de Ação de Contingenciamento Ambiental e de Comunicação para Mitigação de Riscos de Parasitismo e Transmissão de FMB [febre maculosa brasileira]. Tão logo a prefeitura aprove as ações, a Fazenda Santa Margarida fará a divulgação dos principais pontos do documento. Este plano foi elaborado com o objetivo de atender às exigências do parecer técnico bem como de estabelecer diretrizes e medidas preventivas eficazes para garantir a segurança dos participantes, equipe e visitantes em eventos realizados na Fazenda Santa Margarida”, diz a nota.




Fonte: Agência Brasil

SP: vereadores propõem lei que dará passe livre para baixa renda


Vereadores da Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara Municipal de São Paulo protocolaram projeto de lei (PL) que concede o passe livre no transporte coletivo público da cidade às pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) e desempregados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O PL, apresentado na quinta-feira (15), recebeu o número 340/2023. 

“A presente lei autoriza o Poder Executivo instituir o programa de Vale Transporte Social para a população de baixa renda e aos desempregados, com o objetivo de assegurar o transporte público coletivo gratuito no município de São Paulo”, diz o Artigo 1º do projeto.

Segundo a proposta, o programa consiste na oferta gratuita mensal de créditos de passagens aos beneficiários, no valor mínimo de 44 tarifas vigentes do transporte coletivo municipal. “A quantidade de créditos de passagens fornecidos mensalmente será equivalente a, pelo menos, quarenta e quatro viagens”, diz o texto do PL. Os beneficiários, no entanto, precisarão comprovar residência na cidade de São Paulo.

O PL foi apresentado conjuntamente pelos nove integrantes da Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara: Jair Tatto (PT), Isac Félix (PL), Atílio Francisco (Republicanos), Cris Monteiro (Novo), Sidney Cruz (Solidariedade), Paulo Frange (PTB), Rinaldi Digilio (União Brasil), Roberto Tripoli (PV) e Rute Costa (PSDB).

Na semana passada, o presidente da subcomissão da Tarifa Zero na Câmara dos Vereadores, Paulo Frange, disse que a intenção da administração municipal é implementar gradativamente o passe livre, iniciando pelas pessoas que serão atendidas pela lei proposta agora.

 “Estamos acreditando que a gradualidade, sim, é possível. São Paulo tem saúde financeira para isso neste momento”, afirmou Frange. Segundo o vereador, o financiamento do sistema não será feito com aumento ou criação de taxas ou contribuições.

O CadÚnico, que é usado para mapear famílias de baixa renda no país, também identifica pessoas que podem ser beneficiadas em diversos programas sociais.




Fonte: Agência Brasil