TJ-SP mantém em 2ª instância condenação de casal acusado de fazer espionagem para facção criminosa em Presidente Prudente


A 8ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) confirmou em segunda instância a decisão do juiz Fabio Mendes Ferreira, da 2ª Vara Criminal da Comarca de Presidente Prudente (SP), que condenou um casal à prisão por espionagem de agentes públicos para a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

O homem foi condenado a quatro anos e um mês, enquanto a mulher recebeu uma pena de três anos e seis meses, ambos de reclusão.

Segundo o TJ-SP, o casal era de São Paulo (SP), mas tinha se mudado havia pouco tempo, na época dos fatos, para a cidade de Presidente Prudente com o intuito de levantar dados de autoridades e funcionários do sistema prisional e repassá-los para a organização criminosa.

Na residência dos dois, no Parque Cedral, foram encontradas drogas, bem como foram apreendidos aparelhos e chips de celulares, pen-drives e notebook, em 2013, por policiais militares das Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota).

Segundo as investigações, o casal recebia cerca de R$ 4 mil todo mês para realizar os levantamentos.

O relator da apelação no TJ-SP, desembargador José Vitor Teixeira de Freitas, frisou que a materialidade do delito ficou comprovada por meio de Boletim de Ocorrência, de auto de exibição e apreensão, de laudos periciais, de relatórios e de extratos de movimentação financeira.

“Essas são as provas dos autos e por meio delas é possível concluir que os acusados praticaram a conduta delitiva imputada na denúncia”, escreveu.

A decisão publicada nesta quinta-feira (20) foi unânime e ainda participaram da votação os desembargadores Luis Augusto de Sampaio Arruda e Sérgio Antonio Ribas.




Fonte: G1

Após roubo de celular, homem é preso em flagrante em Dracena


A ocorrência foi registrada no cruzamento entre a Avenida Presidente Roosevelt e a Rua Edson da Silveira Campos, por volta das 14h. Segundo informações da polícia, o homem havia acabado de roubar um celular, e a vítima, uma mulher, de 38 anos, teria sido “empurrada de forma violenta pelo autor”.

A mulher entrou em luta corporal com o homem para proteger seu celular e, quando chegaram no local, os policiais depararam-se com o autor do crime sendo contido por cidadãos que passavam pelo trecho.

O celular da vítima foi recuperado. A ocorrência segue em andamento.

O homem foi preso em flagrante e permanece à disposição da Justiça.




Fonte: G1

Show de viola caipira interpreta clássicos do rock em Presidente Prudente


A Universidade Estadual Paulista (Unesp) realizará, nesta sexta-feira (21), um show de moda de viola caipira com músicas do estilo rock, em Presidente Prudente (SP). O ‘Moda de Rock’ será apresentado pelos violeiros Ricardo Vignini e Zé Helder, às 17h30, de forma gratuita, no Anfiteatro 1 da universidade.

Os violeiros Ricardo e Zé também são professores e em 2007 criaram um projeto chamado ‘Moda de Rock’, com o intuito de mostrar o quanto a viola caipira poderia ser usada para qualquer estilo musical. Os músicos aproveitaram também para reviver a trilha sonora de suas adolescências.

O repertório da dupla traz os principais clássicos de bandas como Metallica, Iron Maiden, Pink Floyd, Sepultura, Queen, Dire Straits, Slayer e Ramones.

Depois de gravarem o álbum “Moda de Rock toca Led Zeppelin”, eles se preparam para arranjos e gravações de músicas nacionais, repertórios de Mutantes, Raul Seixas, Novos Baianos, Plebe Rude, Dorsal Atlântica, Cólera, Titãs e Camisa de Vênus.

Através do projeto, Ricardo Vignini e Zé Helder realizaram diversas apresentações no exterior e contaram com participações em gravações de nomes como Andreas Kisser, (da banda Sepultura), Lúcio Maia, (Nação Zumbi), Edgard Scandurra (Ira!), Robertinho de Recife, Pepeu Gomes, Kiko Loureiro (Angra e Megadeth), o percussionista Marcos Suzano e o cantor e compositor Renato Teixeira.

Segundo Virginia Nicoluci, coordenadora do Comitê de Ação Cultural da Faculdade de Ciência e Tecnologia (FCT) da Unesp, a apresentação marca o encerramento da semana de atividades na FCT, entre elas a 1ª Feira de Ciências e Tecnologia e também as Semanas de Geografia e de Computação.

“É um evento gratuito, para toda comunidade de Presidente Prudente participar e curtir, especialmente por ser um projeto reconhecido internacionalmente”, disse a coordenadora.

Logo após o show Moda de Rock, sobem ao palco duas bandas locais: Filhos da Ciça e Terra Sonida.

O Anfiteatro I da FCT da Unesp fica na Rua Roberto Simonsen, nº 305, na Vila Santa Helena, em Presidente Prudente.

Violeiros Ricardo Vignini e Zé Helder se apresentarão nesta sexta-feira (21), em Presidente Prudente (SP) — Foto: Rita Perran




Fonte: G1

Homem é preso em flagrante por cárcere privado, tentativa de homicídio e porte ilegal de arma de fogo em Taciba


Um homem, de 31 anos, foi preso em flagrante por posse de arma de fogo, tentativa de homicídio e cárcere privado em uma propriedade rural, em Taciba (SP), na madrugada desta quinta-feira (20). Segundo a Polícia Civil, as vítimas da tentativa de homicídio foram policiais militares contra os quais o suspeito teria disparado tiros, enquanto as vítimas do cárcere privado foram uma jovem, de 22 anos, que é a namorada do indiciado, e o filho dela, de apenas sete anos de idade.

Tudo começou com um desentendimento amoroso motivado por ciúmes, de acordo com o delegado responsável pelas investigações, Airton Guelfi. O casal estava em uma confraternização na casa de amigos quando, segundo a vítima, o homem tornou-se agressivo e ela buscou abrigo no interior da casa.

Ao g1, o delegado ainda informou que, conforme o relato da vítima, o homem quebrou a porta do banheiro em que ela estava, entrou no cômodo e a prendeu no local, momento em que a Polícia Militar foi acionada.

O homem nega a versão dos fatos.

Durante a ocorrência, os policiais conversaram com as testemunhas e o casal. Ficou acordado que a vítima buscaria seu filho, de sete anos, fruto de outro relacionamento, que estava dormindo sob a supervisão de uma terceira pessoa na propriedade rural do companheiro.

Conforme os policiais, o homem foi para o carro dele, na presença de um dos amigos, e a viatura policial os seguiu até sua residência, localizada em um bairro rural de Taciba. Na ocasião, a mulher também estava junto aos policiais no veículo.

Chegando ao local, o rapaz desceu até sua propriedade, enquanto os policiais e a namorada aguardavam próximos à porteira, cuja distância entre a casa era de 200 metros, conforme o delegado. Segundo o relato dos policiais, assim que saiu da casa, o rapaz efetuou disparos com uma arma de fogo contra a guarnição, que não revidou e voltou à pista, para pedir apoio.

“O autor nega que ele tenha disparado contra os militares. Ele fala que só disparou para cima, no sentido de advertência, porque ele achou que eram pessoas estranhas que estavam entrando dentro da residência dele”, informou ao g1 o delegado.

O autor dos disparos alegou que, assim que adentrou a casa, percebeu que a criança estava dormindo e, por isso, decidiu que não iria levá-la para a mãe naquele momento. Tempo depois, avistou um carro entrando em sua propriedade. Ele também afirmou que a Polícia Militar não havia se deslocado da residência onde estavam, motivo pelo qual atirou duas vezes para cima, pois pensou que alguém estava invadindo seu imóvel para praticar um furto, de acordo com o delegado.

Homem foi detido por cárcere privado, tentativa de homicídio e posse ilegal de arma de fogo, em Taciba (SP) — Foto: Polícia Militar

Com a chegada do reforço policial à propriedade, localizada a cerca de cinco quilômetros da área urbana de Taciba, iniciou-se uma negociação, por telefone, para devolver a criança. Para evitar a possibilidade de fuga do autor, os policiais militares ainda cercaram a área.

Após aceitar entregar a criança, o rapaz, junto ao pai, que morava em uma casa próxima, e um amigo, se deslocaram até a porteira da propriedade rural com o menino, de sete anos. Ele foi entregue à mãe.

O homem foi preso em flagrante por tentativa de homicídio contra os policiais e cárcere privado de sua namorada e do filho dela. Foi autuado, ainda, por porte ilegal de arma de fogo, um revólver de calibre .38 encontrado no interior de seu carro, ainda municiado com seis projéteis. Dentro do veículo também foram encontrados dois projéteis deflagrados, conforme a polícia. O revólver foi apreendido pela PM.

O preso vai passar por audiência de custódia, na Justiça, em Presidente Prudente (SP), na manhã desta sexta-feira (21).

Homem foi detido por cárcere privado, tentativa de homicídio e posse ilegal de arma de fogo, em Taciba (SP) — Foto: Polícia Militar

Homem foi detido por cárcere privado, tentativa de homicídio e posse ilegal de arma de fogo, em Taciba (SP) — Foto: Polícia Militar




Fonte: G1

Motociclista morre após atropelar cavalo na Avenida Raimundo Maiolini, em Presidente Prudente


O motociclista, de 20 anos, que morreu vítima de um acidente de trânsito na altura do km 8 da Avenida Raimundo Maiolini, em Presidente Prudente (SP), foi enterrado na manhã desta quinta-feira (20) no Cemitério Municipal Campal.

De acordo com as informações do Boletim de Ocorrência registrado na Delegacia Participativa da Polícia Civil, o acidente aconteceu na madrugada da quarta-feira (19), quando o rapaz conduzia uma motocicleta pela avenida, no sentido Centro–bairro, e atropelou um cavalo, no trecho que fica entre o Jardim Morada do Sol e o distrito de Montalvão.

Os policiais militares foram acionados para o atendimento da ocorrência e quando chegaram ao local depararam-se com o motociclista, identificado como Vinicius Rabelo Duarte de Oliveira, já desacordado e caído no chão.

Equipes da Unidade de Resgate e da Unidade de Suporte Avançado (USA), do Corpo de Bombeiros, prestaram socorro à vítima e a submeteram a procedimentos de reanimação.

No entanto, o jovem não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Ainda segundo o Boletim de Ocorrência, a moto envolvida no acidente foi recolhida administrativamente porque estava com o licenciamento atrasado.

A Polícia Científica compareceu ao local e realizou a perícia para apurar as causas e circunstâncias do acidente.

A Polícia Civil ainda requisitou a realização de exame necroscópico na vítima.

Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.




Fonte: G1

Vagas de estágio para estudantes de ensino médio e superior são ofertadas na região de Presidente Prudente




Há oportunidades para as áreas de administração, comércio, comunicação, direito, marketing, pedagogia e jornalismo. Estágio para estudantes de ensino médio e superior estão disponíveis na região de Presidente Prudente (SP)
Arquivo/g1
Nesta quinta-feira (20), o Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) de Presidente Prudente (SP) oferece vagas de estágios para alunos dos ensinos médio e superior no Oeste Paulista.
A bolsa-auxílio varia de R$ 500 a R$ 1,2 mil.
Há chances para as seguintes áreas:
Comércio e varejo: Alunos cursando o ensino médio, de 15 a 17 anos. 20 horas semanais. O valor mensal da bolsa-auxílio é de R$ 569,36 por hora. Residir em Presidente Prudente.
Direito: Alunos cursando do 1º ao 7º semestre. 30 horas semanais. O valor da bolsa-auxílio é de R$ 700. Residir em Presidente Venceslau (SP).
Aprendiz na área administrativa: Alunos cursando ou formados no ensino médio, de 18 à 22 anos. 30 horas semanais. O valor do salário é de R$ 1.212,00. Residir em Presidente Prudente.
Administração: Alunos cursando do 1º ao 6º semestre. 30 horas semanais. O valor da bolsa-auxílio é de R$ 1.200. Residir em Presidente Prudente ou região.
Marketing: Alunos cursando do 1º ao 4º semestre. 30 horas semanais. O valor da bolsa-auxílio varia de R$ 500 a R$ 800. Residir em Presidente Prudente ou região.
Pedagogia: Alunos cursando do 1º ao 7º semestre. 30 horas semanais. O valor da bolsa-auxílio é de de R$ 750. Residir em Presidente Prudente ou região.
Jornalismo ou Comunicação Social: Alunos cursando do 1º ao 6º semestre. 30 horas semanais. O valor da bolsa-auxílio é de R$ 800. Residir em Presidente Prudente.

Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.




Fonte: G1

‘Extremamente frustrante, uma falta de sensibilidade jurídica extrema, para um caso que se arrasta há 8 anos’, diz pai de Luana Barbosa após Tribunal do Júri


O pai da atriz e produtora cultural Luana Barbosa, Marcos Barbosa, conversou com o g1 nesta quinta-feira (20), após o Tribunal do Júri desconsiderar a morte da ativista cultural como homicídio doloso, aquele que há intenção de matar. O julgamento do policial militar Marcelo Aparecido Domingos Coelho ocorreu no Fórum de Presidente Prudente (SP), nesta quarta-feira (19).

“Pra nós é extremamente frustrante, uma falta de sensibilidade jurídica extrema, para um caso que se ‘arrasta’ há 8 anos, e o juiz retoma novamente para uma situação que estava há 6 anos atrás. É inaceitável isso. Até porque a Justiça Militar não é uma que dá para ser levada a sério. É uma Justiça parcial, corporativista e a gente já sabe qual vai ser o resultado. É uma falta de seriedade, uma falta de honestidade da Justiça não reconhecer a responsabilidade do policial nessa ação. Depois de oito horas de julgamento, e de tudo que vem se sucedendo até hoje, tudo se resume na impunidade, nesse caso da Luana, e como acontece na maioria dos casos de crimes cometidos pela Polícia Militar“, relatou ao g1 Barbosa.

O pai da vítima também explicou ao g1 sobre o desejo de que “a verdade viesse à tona”.

“Primeiro eu gostaria de colocar que a gente não está em busca de vingança. A única coisa que nós gostaríamos é que a verdade viesse à tona, que fosse reconhecida a responsabilidade dele [policial militar Marcelo Aparecido Domingos Coelho] na morte da minha filha e que fosse aplicada a devida pena. Em segundo lugar, eu penso que o julgamento já teve alguma suspeita logo de início quando até nós, pais, fomos proibidos de entrar na sala do júri e no fórum, o que é um absurdo. Não sei se foi o juiz ou o Tribunal que adotou essa postura, que eu considero um abuso e um desrespeito. Foi precisa a intervenção do nosso advogado para que pudéssemos entrar no fórum e, posteriormente, na sala do júri”, complementou.

Ele correu um risco, ele sabia do risco da ação que ele fez, ele sabia disso, mesmo sem a intenção. E o promotor, apesar de tudo isso, das evidências, entendeu que foi culposo. A mesma tese é defendida pela defesa também, e mesmo com o Rodrigo Arteiro [advogado da família] alterando, reiterando que uma decisão por homicídio culposo poderia levar o julgamento de volta para a Justiça Militar, a promotoria continuou insistindo nisso, e eu acredito que os jurados foram induzidos a votar pelas cláusulas ali que levam ao reconhecimento do homicídio culposo. O promotor insistiu de que, mesmo sendo considerado homicídio culposo, o juiz deveria sentenciar o policial, coisa que o juiz fugiu da responsabilidade dele, ele se omitiu, no meu modo de entender. E, sem ser preciso que a própria defesa fizesse o pedido posterior, do encaminhamento para a Justiça Militar, o juiz tomou essa decisão”, finalizou ao g1 o pai de Luana Barbosa.

Familiares e amigos de Lua se reuniram em frente ao Fórum de Presidente Prudente (SP), local onde aconteceu o julgamento — Foto: David de Tarso/TV Fronteira

O artista e amigo da vítima, Luís Paulo Valente, também conversou com o g1 sobre a decisão do Tribunal do Júri e evidenciou o sentimento de ‘indignação’ por parte de pessoas próximas a Luana.

“A gente, amigos, os pais da ‘Lua’, o nosso sentimento é de indignação e uma sensação grande de injustiça, uma vez que a tese de homicídio culposo, que foi reafirmada ontem, fazendo a sentença ser remetida novamente para a Justiça Militar, essa tese já havia sido refutada pelo Supremo Tribunal de Justiça [STJ], diante do inquérito civil, dos novos elementos que essa investigação trouxe e que deixou muito claro que a arma só disparou porque existia um dedo no gatilho que atirou. Então, existiu o dolo. Considerando que nós já levamos outras denúncias a público e também a própria perícia trouxe estas questões, por exemplo da coronhada no capacete, que não existiu, essa coronhada foi forjada depois do crime que matou a ‘Lua’. Então, foi uma prova fabricada. E também as câmeras de segurança da imagem de uma empresa, que foram retiradas da empresa e no momento seguinte a câmera foi retirada do local onde estava fixada. Bom, isso são coisas que não foram investigadas”, contou ao g1 Valente.

“O juiz poderia ter aplicado uma sentença, que é o que nós gostaríamos para pôr um ponto final nessa história. Então, novamente, a gente revive as mesmas questões que tínhamos quando este processo estava na mão da Justiça Militar, aonde o policial foi integralmente absolvido de qualquer culpa. Causa estranhamento também o Ministério Público ter oferecido essa denúncia de homicídio culposo ignorando a investigação da Delegacia Civil e se atendo aos fatos apontados pelo Inquérito Militar”, acrescentou.

Valente também explicou que o juiz responsável impediu que pessoas amigas e familiares acompanhassem o pais da vítima durante o julgamento “isso foi uma tortura para eles e um ato de grande desumanidade desse juiz, que fez com que os pais da ‘Lua’ tivessem que ficar sozinhos dentro daquele Tribunal”.

O advogado do policial militar, Tacito Alexandre Carvalho e Silva, também foi contatado pela equipe do g1 e afirmou que “a justiça foi feita”.

“As provas dos autos, eram robustas no sentido de afastar qualquer tipo de dolo, direito ou indireto (eventual). Restou provado também, que o condutor da motocicleta teve a intenção de se evadir da “blitz”. Esta soma de fatores evidência que o acusado jamais teve a intenção de matar a vítima. Por isso, entendo que os Jurados agiram corretamente quando reconheceram que não houve dolo, ou seja, vontade de matar, nos atos praticados pelo policial, à época dos fatos. Entendemos e nos consternamos com a dor da família e dos amigos da Luana, mas o nosso trabalho é em busca da justiça e ontem, no nosso entender, a justiça foi feita“, pontuou ao g1 o advogado.

O promotor de Justiça Frederico Giovanini Gonçalves também foi questionado pelo g1 e se posicionou de acordo com a decisão do Tribunal do Júri. “Tecnicamente não era caso de homicídio doloso. Achei acertada a decisão”.

Luana Barbosa morreu em 27 de junho de 2014, um dia após completar 25 anos — Foto: Marcos Barbosa/Arquivo Pessoal

O Tribunal do Júri desconsiderou, nesta quarta-feira (19), a morte da atriz e ativista cultural Luana Barbosa como homicídio doloso, aquele que há intenção de matar. O julgamento do policial militar Marcelo Aparecido Domingos Coelho ocorreu no Fórum de Presidente Prudente (SP).

Segundo documento com a decisão do juiz Alessandro Correa Leite, “após instrução em plenário e respondendo aos quesitos formulados, os jurados afastaram a competência do Tribunal do Júri, desclassificando a imputação para o crime de homicídio culposo.

Ainda conforme a decisão, “convém observar que os jurados não absolveram o réu”.

Por fim, o juiz do caso decide que, “após a desclassificação efetuada pelo Tribunal do Júri, a Justiça Militar é a competente para apreciação do feito” e determina que, “após o trânsito em julgado desta decisão”, seja feita a remessa da decisão à Justiça Militar Estadual, “para prosseguimento em seus ulteriores termos”.

A advogada Renata Cardoso Camacho Dias, da defesa do policial militar Marcelo Aparecido Domingos Coelho, disse ao g1 que utilizaria o argumento de que “o fato se deu em decorrência de um disparo acidental, sem qualquer intenção de atingir a vítima”.

“Importante dizer que o condutor da moto não obedeceu à ordem policial de parada, em três momentos sequenciais, e, pior, há fortes relatos de que acelerou a moto para empreender fuga! Assim, impossível falar-se em dolo e eventual”, ressaltou Renata ao g1.

As investigações da Polícia Civil concluíram que o caso se trata de “dolo eventual”, ou seja, o policial militar não teve a intenção de matar, mas atirou sem prever o que poderia acontecer e as consequências disso.

“Após a análise do laudo pericial, pude entender que o Marcelo não mirou para matar ninguém. Mas, a partir do momento em que ele praticou a conduta, o policial assumiu o risco de produzir um resultado mais gravoso, no caso, a morte da Luana. Por isso, eu entendi que ele praticou a conduta de ‘dolo eventual’, mas pelo fato de ter levantado a arma na altura da cabeça do Felipe e a maneira que ele manuseou a arma de fogo”, explicou, na época, o delegado responsável pelas investigações, Matheus Nagano.

Em nota nesta quarta-feira (19) ao g1, a Polícia Militar do Estado de São Paulo informou que Marcelo Aparecido Domingos Coelho foi demitido da instituição. Sobre o posicionamento a respeito do caso, que perdura há oito anos, a corporação “esclarece que não comenta decisão judicial”.

Julgamento aconteceu na tarde desta quarta-feira (19), no Fórum de Presidente Prudente (SP) — Foto: David de Tarso/TV Fronteira

A atriz e produtora cultural Luana Carlana de Almeida Barbosa, conhecida como Lua, morreu no dia 27 de junho de 2014. Ela estava na garupa da motocicleta conduzida por seu namorado, o músico Felipe Fernandes de Barros, à época com 29 anos, e, por volta das 9h30, eles passaram por uma blitz policial na Avenida Joaquim Constantino, na Vila Formosa, em Prudente Prudente.

Na época, foi informado que o rapaz teria desobedecido à ordem de parada e quando passaram pelos policiais, um deles, Marcelo Aparecido Domingos Coelho, atirou e a bala disparada perfurou o tórax da jovem passageira. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu. Luana morreu um dia depois de completar 25 anos.

Desde então, foram vários desdobramentos. Tiveram inquérito, reconstituição, decisões judiciais e análises. Coelho alegou, segundo consta em um acórdão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), que o motociclista desobedeceu à ordem de parada na blitz e realizou uma manobra evasiva em sua direção. O policial ainda disse que sacou a arma e pensou que seria atropelado, que sentiu um impacto no braço quando ocorreu o tiro e que não tinha percebido que a arma havia disparado.

Já o motociclista, ainda conforme o acórdão, declarou que não parou na blitz por problemas de freio no veículo que conduzia, que o policial apontou a arma em direção ao seu peito com os dois braços esticados, que desviou do réu, que o militar atirou em sua namorada e que não houve qualquer impacto contra seu capacete.

Fato aconteceu durante uma blitz que acontecia na Avenida Joaquim Constantino no dia 27 de junho de 2014 — Foto: Arquivo/g1




Fonte: G1

Homem morre após colisão frontal na Estrada Vicinal Roberto Romanini, entre Osvaldo Cruz e Salmourão



Bebê de 10 meses estava em um dos carros envolvidos no acidente, foi socorrido e não sofreu ferimentos graves. Um homem, de 22 anos, morreu na manhã desta quinta-feira (20) após uma colisão frontal entre um carro e uma picape no km 6,500 da Estrada Vicinal Roberto Romanini, entre as cidades de Osvaldo Cruz (SP) e Salmourão (SP).
De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, em um dos veículos havia um bebê de 10 meses, que não sofreu ferimentos graves. O condutor e a criança foram socorridos e encaminhados para a Santa Casa de Osvaldo Cruz.
O jovem chegou a ser socorrido, porém não resistiu aos ferimentos. As causas do acidente devem ser apuradas.

Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.




Fonte: G1

Operação Pré-Piracema apreende 400 metros de redes de pesca irregulares no Rio Paraná, em Rosana


A Polícia Ambiental apreendeu, nesta quarta-feira (19), 400 metros de redes de pesca, com tamanho superior ao permitido, no montante da Usina Hidrelétrica Engenheiro Sérgio Motta, no Rio Paraná, em Rosana (SP).

Durante a Operação Pré-Piracema, os policiais localizaram as redes de emalhar dentro do rio, ela contava com oito panos de 50 metros cada emendados entre si, totalizando 400 metros de comprimento.

O material foi recolhido e apreendido na sede da Polícia Ambiental no município, onde permaneceu à disposição da Justiça.

400 metros de redes de pesca irregulares são apreendidas no Rio Paraná, em Rosana (SP) — Foto: Polícia Ambiental




Fonte: G1

Tribunal do Júri não considera morte de Luana Barbosa como homicídio doloso e caso é transferido para Justiça Militar


O Tribunal do Júri desconsiderou, nesta quarta-feira (19), a morte da atriz e ativista cultural Luana Barbosa como homicídio doloso, aquele que há intenção de matar. O julgamento do policial militar Marcelo Aparecido Domingos Coelho ocorreu no Fórum de Presidente Prudente (SP).

Segundo documento com a decisão do juiz Alessandro Correa Leite, “após instrução em plenário e respondendo aos quesitos formulados, os jurados afastaram a competência do Tribunal do Júri, desclassificando a imputação para o crime de homicídio culposo.

Ainda conforme a decisão, “convém observar que os jurados não absolveram o réu”.

Por fim, o juiz do caso decide que, “após a desclassificação efetuada pelo Tribunal do Júri, a Justiça Militar é a competente para apreciação do feito” e determina que, “após o trânsito em julgado desta decisão”, seja feita a remessa da decisão à Justiça Militar Estadual, “para prosseguimento em seus ulteriores termos”.

A advogada Renata Cardoso Camacho Dias, da defesa do policial militar Marcelo Aparecido Domingos Coelho, disse ao g1 que utilizaria o argumento de que “o fato se deu em decorrência de um disparo acidental, sem qualquer intenção de atingir a vítima”.

“Importante dizer que o condutor da moto não obedeceu à ordem policial de parada, em três momentos sequenciais, e, pior, há fortes relatos de que acelerou a moto para empreender fuga! Assim, impossível falar-se em dolo e eventual”, ressaltou Renata ao g1.

As investigações da Polícia Civil concluíram que o caso se trata de “dolo eventual”, ou seja, o policial militar não teve a intenção de matar, mas atirou sem prever o que poderia acontecer e as consequências disso.

“Após a análise do laudo pericial, pude entender que o Marcelo não mirou para matar ninguém. Mas, a partir do momento em que ele praticou a conduta, o policial assumiu o risco de produzir um resultado mais gravoso, no caso, a morte da Luana. Por isso, eu entendi que ele praticou a conduta de ‘dolo eventual’, mas pelo fato de ter levantado a arma na altura da cabeça do Felipe e a maneira que ele manuseou a arma de fogo”, explicou, na época, o delegado responsável pelas investigações, Matheus Nagano.

Em nota nesta quarta-feira (19) ao g1, a Polícia Militar do Estado de São Paulo informou que Marcelo Aparecido Domingos Coelho foi demitido da instituição. Sobre o posicionamento a respeito do caso, que perdura há oito anos, a corporação “esclarece que não comenta decisão judicial”.

Familiares e amigos de Lua se reuniram em frente ao Fórum de Presidente Prudente (SP), local onde aconteceu o julgamento — Foto: David de Tarso/TV Fronteira

A atriz e produtora cultural Luana Carlana de Almeida Barbosa, conhecida como Lua, morreu no dia 27 de junho de 2014. Ela estava na garupa da motocicleta conduzida por seu namorado, o músico Felipe Fernandes de Barros, à época com 29 anos, e, por volta das 9h30, eles passaram por uma blitz policial na Avenida Joaquim Constantino, na Vila Formosa, em Prudente Prudente.

Na época, foi informado que o rapaz teria desobedecido à ordem de parada e quando passaram pelos policiais, um deles, Marcelo Aparecido Domingos Coelho, atirou e a bala disparada perfurou o tórax da jovem passageira. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu. Luana morreu um dia depois de completar 25 anos.

Desde então, foram vários desdobramentos. Tiveram inquérito, reconstituição, decisões judiciais e análises. Coelho alegou, segundo consta em um acórdão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), que o motociclista desobedeceu à ordem de parada na blitz e realizou uma manobra evasiva em sua direção. O policial ainda disse que sacou a arma e pensou que seria atropelado, que sentiu um impacto no braço quando ocorreu o tiro e que não tinha percebido que a arma havia disparado.

Já o motociclista, ainda conforme o acórdão, declarou que não parou na blitz por problemas de freio no veículo que conduzia, que o policial apontou a arma em direção ao seu peito com os dois braços esticados, que desviou do réu, que o militar atirou em sua namorada e que não houve qualquer impacto contra seu capacete.

Julgamento aconteceu na tarde desta quarta-feira (19), no Fórum de Presidente Prudente (SP) — Foto: David de Tarso/TV Fronteira

Luana Barbosa morreu em 27 de junho de 2014, um dia após completar 25 anos — Foto: Marcos Barbosa/Arquivo Pessoal

Fato aconteceu durante uma blitz que acontecia na Avenida Joaquim Constantino no dia 27 de junho de 2014 — Foto: Arquivo/g1




Fonte: G1