Ação itinerante recebe embalagens vazias de defensivos agrícolas no Recinto de Exposições Jacob Tosello, em Presidente Prudente | Presidente Prudente e Região


Conforme o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), que promove a atividade, os recebimentos itinerantes visam atingir os pequenos agricultores que estão em propriedades rurais distantes das 400 unidades de recebimento que integram o Sistema Campo Limpo, um “programa brasileiro de logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas, no qual o inpEV atua como núcleo de inteligência”.




Fonte: G1

Caminhão bate contra carreta, capota e derrama carga de milho sobre rodovia, em Flórida Paulista




Acidente ocorreu na tarde desta terça-feira (1º), na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), e carga de calcário, transportada por carreta, também ficou sobre a pista. Caminhão bate contra carreta, capota e derrama carga de milho sobre rodovia, em Flórida Paulista (SP)
Diego Fernandes Silva/Folha Regional
Um acidente entre um caminhão e uma carreta, ambos transportadores de cargas, foi registrado na tarde desta terça-feira (1º), no km 603 da Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), em Flórida Paulista (SP).
Os veículos transitavam em sentidos opostos quando, por motivos a serem esclarecidos, colidiram lateralmente, por volta das 13h50.
Com o impacto, o último reboque da carreta, carregada de calcário, tombou na faixa de rolamento, fazendo com que o outro caminhão, carregado de milho e farelo de milho, viesse a capotar, segundo informações da Polícia Militar Rodoviária.
O motorista do caminhão, de 31 anos, teve escoriações no joelho. Já o passageiro do veículo, de 42 anos, não sofreu ferimentos, bem como o condutor da carreta, de 29 anos.
O acidente provocou o derramamento das cargas transportadas sobre a pista e o trânsito precisou ser desviado. Conforme a polícia, a via já começou a ser limpa e o tráfego flui normalmente.
A Polícia Científica foi acionada para apurar as causas e circunstâncias do ocorrido.
Caminhão bate contra carreta, capota e derrama carga de milho sobre rodovia, em Flórida Paulista (SP)
Diego Fernandes Silva/Folha Regional

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Fonte: G1

Três homens são presos ao tentar furar bloqueio na Terra Yanomami


Militares detiveram, nesta terça-feira (1º), três homens que tentaram furar um bloqueio montado no Rio Uraricoera, na região de Palimú, na Terra Indígena Yanomami, em Roraima. As prisões ocorreram durante a madrugada.

A bordo de uma embarcação, o trio tentou ultrapassar o cabo de aço que o Comando Conjunto da Operação Ágata Fronteira Norte atravessou no rio, junto ao Posto de Controle e Interdição Fluvial, para controlar a movimentação de invasores da terra indígena.

Em nota, o Comando Militar da Amazônia informou que, logo após serem detidos, os três homens foram conduzidos até a sede da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Boa Vista. Os nomes dos três presos não foram divulgados, mas o Comando Militar da Amazônia informou que eles são venezuelanos e têm entre 23 e 33 anos de idade.

Deflagrada em janeiro deste ano, a Operação Ágata Fronteira Norte é uma das ações que o governo federal adotou para responder à crise humanitária que as comunidades indígenas da reserva Yanomami vêm enfrentando há anos.

Além de prestar assistência aos indígenas, a operação visa retirar garimpeiros do interior da terra indígena.

Homologada há 31 anos, a Terra Indígena Yanomami abrange uma extensa área de Roraima, além de uma parte do estado do Amazonas, totalizando cerca de 9,6 milhões de hectares – cada hectare equivale aproximadamente às medidas de um campo oficial de futebol. Segundo o governo federal, na reserva vivem mais de 30,4 mil habitantes.

Ainda de acordo com o Comando Militar da Amazônia, desde o início da Operação Ágata Fronteira Norte, as Forças Armadas e outros órgãos de segurança pública já retiraram 111 garimpeiros do interior da terra indígena.




Fonte: Agência Brasil

Briga entre idoso e ex-mulher termina com facão apreendido e com os dois feridos, em Flora Rica | Presidente Prudente e Região


Ambos foram ouvidos na Delegacia da Polícia Civil, em Flora Rica, e confirmaram que “realmente houve uma discussão” e que a mulher “se apoderou de um facão” e foi para cima do idoso, que, com o intuito de se defender, usou as mãos, “segurando os braços dela”.




Fonte: G1

Polícia Civil apreende seis máquinas caça-níqueis em bar no bairro São Francisco, em Dracena | Presidente Prudente e Região


Ainda segundo a polícia, o dono do ponto comercial será ouvido oportunamente, em tese, para responder pela contravenção de jogo de azar. Após concluído o trabalho da polícia judiciária, o auto será remetido para apreciação do Poder Judiciário.




Fonte: G1

Visitantes são flagradas tentando entrar com maconha em penitenciárias do Oeste Paulista | Presidente Prudente e Região


Conforme a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), durante o procedimento de revista nos pertences trazidos pelos visitantes aos sentenciados, ao ser revistada a sacola da visitante, Policiais Penais observaram algo diferente na textura e odor no vasilhame que continha alimentos.




Fonte: G1

Clientes de empresa de energia solar com sede em Presidente Prudente alegam prejuízos que ultrapassam R$ 1 milhão | Presidente Prudente e Região


O analista de suporte e gestão Murilo Gonçalves Leite, por exemplo, conseguiu fechar um contrato para instalar um sistema de energia solar na residência onde mora, em Presidente Prudente. Quando foi escolher uma empresa, ele decidiu optar pela Solar Power Photovoltaic, que tinha sede no município. Foram pagos R$ 13 mil à vista, para aproveitar um desconto de quase R$ 3 mil.




Fonte: G1

Biblioteca Nacional terá polo na Estação Antártica Comandante Ferraz


A Biblioteca Nacional vai ter um “braço avançado no Polo Sul”, disse à Agência Brasil o presidente da instituição, Marco Lucchesi. No próximo dia 8 de outubro, “caso as condições meteorológicas sejam favoráveis”, serão enviados 700 livros da Biblioteca Nacional para a Estação Antártica Comandante Ferraz.

O transporte será feito pelo navio de apoio oceanográfico Ary Rongel, da Marinha. O lote enviado ficará na biblioteca da base brasileira, onde duas estantes estão sendo especialmente preparadas para abrigar os livros. “É uma ação muito importante para tratar da geopolítica da paz”, destacou Lucchesi.

Os 700 livros foram selecionados pela curadoria interna da Biblioteca Nacional e incluem coleções especiais, ensaios críticos e catálogos bilíngues de exposições. Segundo Lucchesi, a ideia é aprofundar e aprimorar o acervo. Entre os livros doados estão, por exemplo, O cemitério dos vivos: memórias/ Lima Barreto” (Diogo de Hollanda e Fábio Lucas), Ensaios insólitos (Darcy Ribeiro) e Escorço bibliográfico de Dom Pedro I (Maria Graham).

Casa do Brasil

Responsável pelo projeto, na Marinha, Marco Antônio Linhares Soares, secretário da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), ressalta que a implantação de uma área com livros da Biblioteca Nacional na Casa do Brasil na Antártica constitui um “ato sublime, de extensão dos hábitos e cultura de nosso país em local tão longínquo”.

Soares ressaltou  que a doação da Biblioteca se reveste de fundamental importância para aqueles que ali desenvolvem suas atividades laborais e de pesquisa “ao incrementar a ligação com a pátria distante através dessa relevante instituição nacional, que conserva a cultura do país nas páginas impressas.”

A ideia do projeto foi concebida por Marco Lucchesi, após visita à Biblioteca Nacional argentina que, em abril, inaugurou um espaço na Base Carlini de la Antártida Argentina. Os pesquisadores brasileiros receberam com alegria a ideia de ter livros e disponibilizaram um espaço exclusivo com essa finalidade. Marco Lucchesi reiterou que a iniciativa representa a presença geopolítica do Brasil através da memória e da cultura da paz.

Na avaliação do chefe da Estação Antártica Comandante Ferraz, Fábio Araújo, a leitura torna-se fundamental para os 17 pesquisadores brasileiros que trabalham lá durante o inverno, quando as temperaturas podem despencar para menos de 70º C. Para ele, viver na estação na Antártica pode ser desafiador e estressante. “Por isso, a leitura desempenha um papel crucial, fornecendo entretenimento, conhecimento, estímulo mental e contribuindo para o alívio do estresse”, afirmou.

Parceria

Neste mês de agosto, a Biblioteca Nacional e a Marinha do Brasil iniciam parceria para envio de obras para bibliotecas, universidades, embaixadas e ministérios, entre outros órgãos, de diversos países, no âmbito do Serviço Nacional de Intercâmbio Bibliográfico.

O transporte será feito entre os dias 12 de agosto e 17 de dezembro pelo Navio Escola Brasil, integrando a 37ª Viagem de Instrução de Guardas Marinha (VIGM), e terá como destino Colômbia, Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, França, Portugal, Itália e Espanha. Cabo Verde deverá entrar nessa relação proximamente.

“Trata-se da diplomacia do livro, feita por instituições brasileiras que são responsáveis pela política de intercâmbio e soft power (poder amigo), porque envolve o diálogo, que é consequência da cultura”, disse o presidente da Fundação Biblioteca Nacional. Marco Lucchesi acaba de retornar da China, onde pretende estender um intercâmbio com Macau. A ideia, conforme afirmou, é estender um compromisso geopolítico mais amplo, da China à Antártica.

Na Amazônia, Lucchesi participou, no dia 19 deste mês, do lançamento da primeira Constituição Brasileira traduzida em Nheengatu, língua indígena, chamada tupi moderno, pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber. Ele pretende inserir essa tradução no acervo da biblioteca, junto com fotos de aldeias indígenas, visando ampliar a iconografia da instituição em termos antropológicos. “Queremos ter uma Biblioteca Nacional que se transforme em um grande mundo de fraternidade.”




Fonte: Agência Brasil

Sobe para 13 total de vítimas mortas na Operação Escudo no Guarujá


O total de vítimas mortas durante a Operação Escudo, no Guarujá, litoral paulista, subiu para 13, nesta terça-feira (1º). Em nota, a Secretaria da Segurança Pública destaca que a operação continua “em curso”, apesar das denúncias de violência policial em torno do caso.

A secretaria afirma que as vítimas “morreram ao entrarem em confronto com as forças de segurança desde o início da operação”. Ontem a pasta já havia dito que daria seguimento à operação e o governador de São Paulo, Tarcísio Freitas, negou que a polícia tenha cometido excessos.

O governo estadual tem recebido críticas e sido questionado por conta da operação, que foi deflagrada após o assassinato do policial Patrick Bastos Reis, soldado das Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota), na última quinta-feira (27). No mesmo dia, um homem de 28 anos de idade, suspeito de ser o autor do crime, foi preso.

Oficialmente, a Operação Escudo tem por objetivo o combate ao narcotráfico e prendeu, até o momento, 32 pessoas. Diversas entidades têm levantado dúvidas sobre a atuação dos agentes das forças de segurança, apontando abusos de autoridade.

Uma comissão formada pela Ouvidoria das Polícias do Estado de São Paulo, pela Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e pelo Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe) se deslocou ao Guarujá, para apurar se houve ou não excessos por parte dos policiais. O grupo irá ouvir familiares das vítimas e, eventualmente, outras pessoas que possam ter sido alvo de arbitrariedades praticadas pelos policiais.

Segundo o ouvidor da Polícia, Claudio Silva, organizações de defesa dos direitos humanos têm recebido inúmeros relatos de brutalidade policial, relacionados à Operação Escudo. Silva comentou  que a região da Baixada Santista já tem convivido, há algum tempo, com a truculência dos agentes da polícia.

O Ministério Público de São Paulo designou, ontem, três promotores da região para investigar a atuação da Polícia Militar no âmbito da Operação Escudo. Os nomes foram indicados pelo procurador-geral de Justiça, Mario Sarrubbo.

*Matéria alterada às 16h10min para atualização do número de mortos informados pela Secretaria de Segurança Pública. 




Fonte: Agência Brasil

Subiu para 12 total de vítimas mortas na Operação Escudo no Guarujá


O total de vítimas mortas durante a Operação Escudo, no Guarujá, litoral paulista, subiu para 12, nesta terça-feira (1º). Em nota, a Secretaria da Segurança Pública destaca que a operação continua “em curso”, apesar das denúncias de violência policial em torno do caso.

A secretaria afirma que as vítimas “morreram ao entrarem em confronto com as forças de segurança desde o início da operação”. Ontem a pasta já havia dito que daria seguimento à operação e o governador de São Paulo, Tarcísio Freitas, negou que a polícia tenha cometido excessos.

O governo estadual tem recebido críticas e sido questionado por conta da operação, que foi deflagrada após o assassinato do policial Patrick Bastos Reis, soldado das Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota), na última quinta-feira (27). No mesmo dia, um homem de 28 anos de idade, suspeito de ser o autor do crime, foi preso.

Oficialmente, a Operação Escudo tem por objetivo o combate ao narcotráfico e prendeu, até o momento, 32 pessoas. Diversas entidades têm levantado dúvidas sobre a atuação dos agentes das forças de segurança, apontando abusos de autoridade.

Uma comissão formada pela Ouvidoria das Polícias do Estado de São Paulo, pela Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e pelo Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe) se deslocou ao Guarujá, para apurar se houve ou não excessos por parte dos policiais. O grupo irá ouvir familiares das vítimas e, eventualmente, outras pessoas que possam ter sido alvo de arbitrariedades praticadas pelos policiais.

Segundo o ouvidor da Polícia, Claudio Silva, organizações de defesa dos direitos humanos têm recebido inúmeros relatos de brutalidade policial, relacionados à Operação Escudo. Silva comentou  que a região da Baixada Santista já tem convivido, há algum tempo, com a truculência dos agentes da polícia.

O Ministério Público de São Paulo designou, ontem, três promotores da região para investigar a atuação da Polícia Militar no âmbito da Operação Escudo. Os nomes foram indicados pelo procurador-geral de Justiça, Mario Sarrubbo.




Fonte: Agência Brasil