Óperas são destaque do Theatro Municipal do Rio em setembro


O Festival Oficina da Ópera irá oferecer, no mês de setembro, o atrativo do canto lírico ao público, em algumas apresentações com preços populares. O evento também tem o objetivo de formar equipes de profissionais culturais.  

O Theatro Municipal vai apresentar as obras O Caixeiro da Taverna, de Guilherme Bernstein, com regência do próprio compositor nos dias 11 e 12 de setembro. A montagem Pagliacci será exibida em 15 e 17 de setembro, com coro e orquestra do Municipal e solistas convidados.

A opereta radiofônica O Sonho de Edgard, A Invenção do Rádio, de Adriano Pinheiro, será encenada nos dias 13 e 14 de setembro. Essa é uma parceria com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

O espetáculo leva ao público a vida de Edgard Roquette Pinto e o surgimento da Rádio MEC, hoje emissora da EBC. A história mostra como a Rádio MEC influenciou a sociedade, costumes, tendências e modismos, disseminando conhecimento e cultura pelo Rio de Janeiro e pelo Brasil.

“É uma produção criativa e coletiva entre a Rádio MEC e o Theatro, e vai ser transmitida pela emissora no dia 13 de setembro. A história da rádio, como ela foi a primeira do Brasil, consequentemente é a história do rádio brasileiro”, conta Thiago Regotto, gerente-executivo das Rádios EBC, lembrando que a emissora completou 100 anos em 2023.

Democratização

O Festival Oficina da Ópera aposta na democratização da música clássica, concertos e apresentações eruditas. Duas das três obras estão incluídas no programa Municipal ao Meio-Dia, que propicia exibições a partir de R$ 2. As demais apresentações têm ingressos que variam de R$ 15 a R$ 60.

“Damos mais um passo rumo à democratização do Theatro Municipal, trazendo um público ainda mais amplo para conhecer nossos espetáculos”, diz Clara Paulino, presidente da Fundação responsável pelo Municipal.

Outra característica do festival é o programa elaborado com o objetivo de formar equipes criativas do setor no Rio de Janeiro, dando ênfase ao trabalho de jovens diretores cênicos.

“Jovens figurinistas, cenógrafos, iluminadores, três jovens diretores cênicos produzindo juntamente com a orientação de grandes profissionais da casa, pessoas experientes”, explica Eric Herrero, diretor artístico do Municipal.

A programação completa do Festival Oficina da Ópera e das apresentações até o fim do ano está no site do Theatro Municipal (theatromunicipal.rj.gov.br). O palácio histórico fica na Praça Floriano, s/nº, Centro, Rio de Janeiro.

Óperas são destaque do Theatro Municipal do Rio, em setembro. Arte: Divulgação

Óperas são destaque do Theatro Municipal do Rio, em setembro. Arte: Divulgação – Divulgação




Fonte: Agência Brasil

Homem é preso por violência doméstica após ameaçar a própria esposa, em Presidente Prudente | Presidente Prudente e Região


Na unidade policial, a vítima relatou que tem um relacionamento com o envolvido desde 2003 e estão casados desde 2011. Ela disse ainda que, em 2007, os dois se separaram por um tempo e, após o retorno, “sempre existiram ameaças de morte”. A mulher reforçou que “sempre tentou separar, mas não consegue porque ele se nega a deixar o lar, não aceita a separação”.




Fonte: G1

Passeio pelo bairro da Glória no Rio resgata memórias indígenas


A programação do quinto passeio do Rolé Carioca reúne atividades que visam ao resgate das memórias indígenas em um território originalmente ocupado pelo povo Tupinambá. Neste domingo (3), os participantes do circuito vão poder conhecer os pontos de identidade dessa etnia, no local hoje conhecido como bairro da Glória, na região central da capital fluminense, que é próximo ao Aterro do Flamengo e da Baía de Guanabara. A intenção é mostrar as presenças, contribuições e resistências indígenas, que, mesmo sendo essenciais para o desenvolvimento da cidade, passam por apagamento histórico no lugar.

Inicialmente o passeio estava previsto para o último dia 27, dentro das comemorações do Agosto Indígena, instituído em 2021, em São Paulo, para celebrar e reforçar a importância dos povos originários, além de preservar a história e incentivar o protagonismo dos indígenas que contribuem muito para a cultura brasileira.

“Nós queremos apresentar neste roteiro parte da história da nossa cidade, mas reconhecendo a importância e o protagonismo dos povos indígenas. Através do nosso patrimônio histórico e urbano vamos compartilhar informações não apenas das ações de resistência do povo Tupinambá, como também sua história, cultura, tecnologias e outras contribuições”, destaca à Agência Brasil a historiadora e pesquisadora do Rolé Carioca, Amanda Custódio.

“A importância desse rolé é garantir a visibilidade de uma luta que aconteceu ali, que é a grande luta da Confederação dos Tamoios, que, na verdade, foi a primeira resistência de povos Tupi e Guarani de vários lugares. Não existia uma etnia chamada tamoios. É porque o povo tupinambá vira para o português e diz ‘ta’mõi’, que em língua tupi quer dizer o mais velho, aquele que chegou primeiro e merece respeito. Os portugueses, que não entendiam nada, chamavam de tamoios, mas não existia o povo Tamoio, existia o povo Tupinambá”, conta a presidente da Associação Indígena Aldeia Maracanã (AIAM), Marize Guarani, em entrevista à Agência Brasil.

Circuito

O percurso foi traçado para visitar nove pontos: o Monumento a Pedro Álvares Cabral; o Projeto Caminho Ancestral da Glória, que é um mural galeria de arte a céu aberto; a Igreja de Nossa Senhora do Outeiro da Glória, que era Território Uruçumirim; o Monumento a São Sebastião, os Jardins do Palácio do Catete; o Posto 1 da Praia do Flamengo; a Foz do Rio Carioca, o Posto 2 da Praia do Flamengo e a Estátua de Estácio de Sá.

“A escolha do Rolé Carioca pelas Presenças Indígenas na Glória acontece porque nesse bairro ocorreu um processo de total relação com a fundação da cidade do Rio de Janeiro. Esse território pertencia ao povo Tupinambá que resistiu contra a colonização portuguesa e por isso sofreu um violento massacre. Foi no Outeiro da Glória que ocorreu a grande Batalha de Uruçumirim, um marco da colonização portuguesa no Rio de Janeiro, quando o povo Tupinambá foi derrotado e Estácio de Sá morto”, conta Amanda Custódio.

O Monumento a Pedro Álvares Cabral, em frente ao Metrô da Glória, escolhido para ser o ponto de encontro do circuito, permite reflexões. A pedagoga indígena Marize Guarani diz que isso também ocorre com o Monumento a São Sebastião, no centro da Praça Luís de Camões.

“A estátua de São Sebastião é colocada como se ele tivesse dado força aos portugueses, para que a guerra em que eles eram em maior número eles pudessem ganhar. Então, foi São Sebastião que ajudou os portugueses e se torna o padroeiro da cidade do Rio de Janeiro, só que isso é uma narrativa de uma guerra de imagens, ou seja, soterra a imagem do povo originário e em cima dela planta um santo católico”, diz.

Marize Guarani, que atua para manter a memória e a difusão da cultura dos povos originários, participou da equipe de pesquisa do rolé para a criação do passeio. “O Rolé Carioca vai tentar dar visibilidade a algo que a história da cidade não mostra, que é a presença do povo Tupinambá ali na região da Baía de Guanabara, onde havia 80 loteamentos”, revela.

A Glória não é a única região no Rio que no passado foi território indígena. Segundo Marize Guarani, basta apenas lembrar os nomes de diversos bairros que têm grafia tupi. “Ipanema, Grajaú, Turiaçu, tudo isso é território tupinambá. Isso é língua tupi. Tinham os aldeamentos em torno da Baía de Guanabara, mas também para dentro”, comenta, ao lembrar que há ainda presença do povo guarani em Maricá e na Costa Verde do Rio, onde em Paraty tem também uma aldeia Pataxó.

“Turiaçu fica entre Madureira e Rocha Miranda e não tem mais aldeia hoje. O único vestígio é o nome do lugar, como também o Grajaú, que não tem. Itatiaia também é nome indígena e não tem vestígio, vai apagando [a história]. Jacarepaguá esse nome é indígena. Tudo isso era também terra indígena”, pontua.

“É importante ressaltar que não só a Glória era um local com aldeamentos indígenas, mas sim todo o nosso território, por isso nós enquanto equipe do Rolé Carioca temos o compromisso de abordar a presença indígena em todos os circuitos históricos que realizamos”, completa Amanda Custódio.

De acordo com os organizadores do Rolé, a escolha pela Glória foi pelo caráter representativo de episódios da história colonial, “que ao mesmo tempo invisibilizou a memória dos povos ancestrais e a violência contra esses habitantes”. “O próprio nome do bairro revela uma das camadas de opressão e está associado ao genocídio dos povos indígenas no Rio de Janeiro”, destaca.

Conforme os organizadores, esta edição do Rolé Carioca tem patrocínio da Petrobras e da White Martins, com realização do Ministério da Cultura e do governo federal. Conta ainda com patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura da prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura-Lei do ISS, além de copatrocínio da Universidade Estácio, em parceria com o Instituto Yduqs, e da First RH Group.

Rolé Carioca

O projeto cultural Rolé foi criado em 2012 com o propósito de pesquisar, catalogar e difundir conteúdo sobre o patrimônio histórico e cultural do Rio de Janeiro. Atualmente tem mais de 50 mil seguidores nas redes sociais. “O Rolé tem a missão de formar um acervo multiplataforma sobre a história, cultura e memória da cidade, com ações que o apresentam em diferentes formatos, tais como passeios guiados por mais de 650 roteiros, banco de dados com mais de 500 pontos mapeados, canal de vídeos, site, jogo, aplicativo etc”, informaram os organizadores.




Fonte: Agência Brasil

Mega-Sena acumula e prêmio pode chegar a R$ 55 milhões


Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2628 da Mega-Sena sorteadas neste sábado (2), em São Paulo. Com isso, o prêmio acumulado para o próximo sorteio que será realizado na terça-feira (5) pode chegar a R$ 55 milhões.

As dezenas do concurso 2628 foram: 05 – 14 – 32 – 40 – 53 – 54.

As apostas para o concurso 2629 podem ser feitas em qualquer casa lotéricas credenciada pela Caixa ou pela internet.




Fonte: Agência Brasil

Kizomba é celebrada como experiência cultural em São Paulo


A vivência da cultura da kizomba é a proposta do Kizomba Design Museum, entre os dias 6 e 8 de setembro na capital paulista. O ritmo, criado por imigrantes angolanos e caboverdianos em Portugal é a “maior expressão cultural da diáspora africana que se expressa em português”, nas palavras de um dos curadores do projeto, o músico e escritor Kalaf Epalanga.

“Nós queríamos recriar, de forma estilizada, claro, o que acontece nas nossas festas de quintal. As nossas festas de quintal, – que eu acho muito parecido com o samba – você tem a música, a galera que está em um canto discutindo futebol, em outro canto, discutindo política. Comida – sempre uma feijoada. E, claro, muita bebida também, muita cerveja. Essa é mais ou menos uma dinâmica de uma festa de quintal, muito parecida com a cultura brasileira também”, explica Epalanga sobre a ideia de reunir comida, música e discussões sobre linguagem, identidade e política.

O artista conta que a kizomba foi um ritmo não só fundamental para a construção do kuduro, movimento musical em que é um dos expoentes, com o Buraka Som Sistema, como também foi um refúgio aos trabalhadores africanos, que, como ele, vivem na Europa.

São Paulo (SP) - Kizomba Design Museum Debuts in São Paulo with a Three-day Immersive Experience. Foto: Kim Praise/Kizomba

Kizomba Design Museum será de 6 a 8 de setembro- Kim Praise/Kizomba

Refúgio

“Eu, jovem da diáspora em Lisboa, me reencontrei nesses lugares. Eram pequenos santuários, onde a gente ia não só matar saudade, mas também, de certa forma, ganhar de volta a nossa dignidade, enquanto seres pensantes que ocupam o espaço europeu, mas que por vicissitudes da vida estamos em um lugar da pirâmide social onde nos sentimos carne de canhão para o sistema capitalista. Estamos ali como operários de fato. E, às vezes, é negada a nossa subjetividade. Eu sempre senti que a kizomba devolvia a nossa subjetividade, o nosso sentido de pertencimento. Era a verdadeira cultura comunitária”, reflete.

Como uma cultura diaspórica, a kizomba tem influências e semelhanças com ritmos de diversas partes do mundo. Epalanga detalha que o ritmo surge a partir do semba, “que é um dos ritmos tradicionais em Angola, muito em voga nos anos 1950 e 1960”. Além de beber de movimentos musicais do Congo e do Caribe, especialmente do zouk das Antilhas. Assim como no ritmo caribenho, na kizomba os pares também dançam “agarradinhos”.

“É um lugar que você sente o calor humano da sua comunidade. E quando eu falo comunidade, não falo só de pessoas negras ou racializadas, é o sentido mesmo dessa massa periférica que está na camada mais baixa da pirâmide social que tem na kizomba a fonte da alegria extrema e absoluta”, define Epalanga.

Encontro de povos

Sobre o nascimento dessa cultura, o artista aponta como fundador o encontro de dois povos africanos em Portugal. “Quando um grupo de jovens angolanos, notadamente Eduardo Paim e Ruca Van-Dunem, se mudam para Lisboa, levando esses ritmos, essas músicas, essa inspiração, quando chegam em Lisboa, encontrando a comunidade caboverdiana que estava muito presente, aí passa surgimento da kizomba de fato”, diz o escritor, que em seu livro, Também os Brancos Sabem Dançar, reconstrói as origens do kuduro. Outro ritmo diaspórico que ganhou repercussão mundial. Como influências determinantes para esse surgimento, Epalanga destaca não só a própria kizomba, como ritmos tradicionais portugueses e a música eletrônica.

Apesar da importância social, o artista acredita que falta reflexão estruturada sobre a cultura da kizomba. “Queremos, acima de tudo, criar memória. Aí, essa proposta de usar o termo museu e não só festival da kizomba. O termo museu está colocado ali estrategicamente. Nós queremos produzir pensamento a partir da memória da kizomba”, explica.

Comida, estilo e música

O Design Museum, que conta também com a curadoria do multiartista Nástio Mosquito, acontece no Copan, edifício icônico do centro paulistano. A programação passa pela Galeria Pivô, pela Livraria Megafauna e pelo Cuia Café.

As atrações começam com um matabicho – café da manhã angolano – servido pela chef Bel Coelho. O espaço da galeria vai receber ainda um mercado de beleza e estilo. Além dos debates, acontecem oficinas para quem quiser aprender alguns passos de kizomba.

A programação completa pode ser vista na página www.kizombadesignmuseum.com




Fonte: Agência Brasil

Hoje é Dia: semana da Independência celebra 100 anos da Rádio MEC


Esta semana tem um feriado nacional na quinta-feira. No dia 7 de setembro, o Brasil celebra um marco de sua história: o Dia da Independência, relembrando o momento em que o país conquistou sua autonomia política. A data já foi tema de diversas matérias de veículos da Empresa Brasil de Comunicação. Uma foi esta lista, publicada na Agência Brasil em 2017, com figuras importantes para a Independência. 

Também no 7 de setembro, há 100 anos atrás, houve o lançamento da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, precursora da atual Rádio MEC AM. A fundação da emissora, que desempenha um papel crucial na educação e cultura do país, já foi tema de especiais como este do Portal EBC de 2016 e da Agência Brasil em 2021.

Confira também: Não Se Engane desmente fakes sobre vacinas e ameaça a cristãos

Outras datas do mês

Em 5 de setembro, é também lembrado o Dia da Amazônia, uma oportunidade para aumentar a conscientização sobre a importância desse bioma tão vital para o planeta e para ressaltar a necessidade de sua proteção. Em 2017, o História Hoje, da Radioagência Nacional, falou sobre a data e sobre a região.

O Dia Internacional de Ação pela Igualdade da Mulher, em 6 de setembro, reforça a luta constante por igualdade de gênero e o empoderamento feminino. Já o dia 8 de setembro, é o Dia Mundial da Alfabetização, reconhecido pela ONU. A data, que realça a importância da educação e da alfabetização como ferramentas essenciais para o desenvolvimento e progresso das sociedades, foi tema do Repórter DF em 2022. Assista:

Para fechar a semana, temos, em 6 de setembro, os 110 anos do nascimento de Leônidas da Silva, um dos primeiros craques da história do futebol brasileiro. Em 2013, o centenário dele foi tema do De Lá Pra Cá, da TV Brasil. Já em 2018, ele foi lembrado pelas Rádios EBC como o primeiro artilheiro brasileiro em Copas do Mundo.

Confira a lista semanal do Hoje é Dia com datas, fatos históricos e feriados:

Setembro de 2023

3

Nascimento do compositor, organista, teórico e poeta italiano do Renascimento tardio e princípios do Barroco Adriano Banchieri (455 anos)

Nascimento do poeta baiano Waly Salomão (80 anos)

Descoberta da penicilina por Alexander Fleming (95 anos)

4

Morte do cantor e compositor baiano Waldick Soriano (15 anos)

Morte do ator, diretor e produtor capixaba de teatro, cinema e televisão Fernando Torres (15 anos)

Registro da câmera Kodak pelo inventor norte-americano George Eastman (135 anos)

5

Morte da atriz fluminense Beatriz Segall (5 anos)

Desabamento do teto do Templo da Igreja Universal em Osasco, matando 24 pessoas e ferindo 467 (25 anos)

Dia Internacional da Caridade – data reconhecida pela ONU

Dia Internacional da Mulher Indígena – comemoração instituída durante o “2º Encontro de Organizações e Movimentos da América” que referendou decisão do “Congresso Camponês da Bolívia” de 1978, para marcar a data da morte da guerreira aymara e opositora do regime colonial espanhol, Bartolina Siza Maturana, que, juntamente com sua cunhada e também heroína aymara, Gregoria Apaza, foi enforcada e esquartejada por colonizadores espanhóis em 5 de setembro de 1782

Dia da Amazônia

6

Nascimento do músico, cantor e compositor inglês Roger Waters (80 anos) – um dos fundadores da banda de rock progressivo/rock psicodélico Pink Floyd, na qual atuou como baixista e vocalista

Morte do cineasta japonês Akira Kurosawa (25 anos)

Nascimento do futebolista e técnico fluminense Leônidas da Silva (110 anos)

Dia Internacional de Ação pela Igualdade da Mulher

7

Morte do violonista paulista Américo Jacomino, o Canhoto (95 anos)

Nascimento da atriz paulista Lucy Meirelles (95 anos)

Entra no ar a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, predecessora da Rádio MEC AM (100 anos)

Início da circulação, a partir de Campanha-MG, do semanário “O Sexo Feminino”, dedicado “aos interesses da mulher” (150 anos)

Dia da Independência do Brasil

A Rádio Sociedade (atual Rádio MEC) entrou no ar (100 anos)

A Rádio Sociedade, doada ao Ministério da Educação e Saúde Pública, passou a se chamar Rádio Ministério da Educação (87 anos)

8

Dia Mundial da Alfabetização – data reconhecida pela ONU

9

Nascimento do compositor italiano Girolamo Frescobaldi (440 anos) – considerado um dos maiores compositores de música para cravo do século XVII. Foi também um organista reconhecido

Morte do militar, político e ex-presidente gaúcho do Brasil Hermes da Fonseca (100 anos)

Morte do cantor e compositor Mr. Catra (5 anos)




Fonte: Agência Brasil

Projeto de biólogo venceslauense que representou o Brasil em evento sobre mudanças climáticas no Uruguai será exposto na COP 28 | Presidente Prudente e Região


O encontro, que neste ano acontecerá em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, reunirá trabalhos desenvolvidos pelos participantes do projeto Mercocidades: “Medir e planejar diante da mudança climática”, no qual o venceslauense marcou presença representando o Brasil junto à assessora da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, Laura Lúcia Ceneviva, a convite da Secretaria Municipal de Relações Internacionais da Prefeitura de São Paulo.




Fonte: G1

🎪 Espetáculo infantil gratuito traz adaptações de cenas clássicas do circo tradicional, música, poesia e interação com plateia




‘O Estupendo Circo di SóLadies’ é apresentado neste domingo (3), a partir das 15h, no Sesc Thermas, em Presidente Prudente (SP). ‘O Estupendo Circo di SóLadies’ traz adaptações de cenas clássicas do circo tradicional, música, poesia e interação com plateia
Karime Xavier
O grupo Circo di SóLadies chega ao palco da Área de Convivência do Sesc Thermas, em Presidente Prudente (SP), neste domingo (3), com o espetáculo infantil ‘O Estupendo Circo di SóLadies’, às 15h, com entrada gratuita.
Em cena, os artistas paulistanos contam a história de Greice, Augustine e Úrsula, que, após muito tempo trabalhando e aguentando desmandos dos patrões, decidem criar seu próprio circo e rodar pelo mundo.
O espetáculo traz adaptações de cenas clássicas do circo tradicional, música, poesia e interação com a plateia.
Serviço 🤹‍♀️
O Sesc Thermas fica na Rua Alberto Peters, nº 111, no Jardim das Rosas. Para mais informações, o telefone é (18) 3226-0400. A programação completa está disponível no site.
‘O Estupendo Circo di SóLadies’ traz adaptações de cenas clássicas do circo tradicional, música, poesia e interação com plateia
Karime Xavier

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Fonte: G1

Kayky Brito é transferido para hospital particular na zona sul do Rio


O ator Kayky Brito, 34 anos, foi transferido na tarde deste sábado (2) para o hospital Copa d’Or, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O artista foi atropelado no início da madrugada de hoje, ao atravessar a Avenida Lúcio Costa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade. Ele estava em um quiosque na orla da praia com amigos e atravessou a pista para ir ao carro. Quando retornou, foi atropelado por um motorista de aplicativo que tinha saído do Recreio dos Bandeirantes levando como passageiras uma mulher e uma criança. As passageiras e o motorista não se machucaram.

O motorista parou o carro e aguardou a chegada da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. O ator foi transferido para o Hospital Miguel Couto, na Gávea, zona sul do Rio. O motorista foi à delegacia da Barra da Tijuca prestar depoimento e, em seguida, foi levado ao Instituto Médico Legal, onde foi submetido a teste de alcoolemia no sangue. O exame deu negativo para bebida alcoólica.

Kayky Brito foi diagnosticado com vários traumas, além de traumatismo craniano. O estado de saúde do ator é considerado grave.




Fonte: Agência Brasil

Suspeito de furtar pacotes de amendoim, uísque e rolos de fios é preso em Dracena




De acordo com a Polícia Militar, o rapaz, de 43 anos, tentou fugir para um pasto próximo ao local, no entanto, foi detido. Suspeito de furtar pacotes de amendoim, uísque e rolos de fios é preso em Dracena (SP)
Polícia Militar
Um homem, de 43 anos, foi preso em flagrante na manhã deste sábado (2) suspeito de furtar itens de um estabelecimento comercial, em Dracena (SP).
Com ele, a Polícia Militar encontrou quatro rolos de fios de 2,5 milímetros, dois rolos de fios de 6 milímetros, um rolo de fios de 4 milímetros, além de oito pacotes de amendoim, sete pacotes de salgadinho, uma garrafa de uísque e três pacotes de cigarro.
A irmã e o cunhado do suspeito auxiliaram na restituição dos produtos furtados.
O homem tentou fugir para um pasto próximo ao local, no entanto, foi preso, ainda de acordo com a polícia. Ele permaneceu à disposição da Justiça.

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Fonte: G1