Fundação Palmares certifica comunidade quilombola no Maranhão


A Fundação Cultural Palmares certificou como remanescente de quilombo a comunidade de Akin de Luciana I, no município de Serrano do Maranhão, localizado a cerca de 190 quilômetros de São Luís, capital maranhense.

A certificação foi publicada nesta quinta-feira (7) no Diário Oficial da União.

A comunidade Akin de Luciana I é formada por quase 300 pessoas, que vivem da extração de babaçu, do óleo, mesocarpo, fubá, peixe, frutas, juçara, buriti, bacaba e outros produtos naturais.

O reconhecimento da comunidade como remanescente de quilombo ocorreu após um processo de autodefinição do grupo.

O município de Serrano do Maranhão nasceu de uma vila de pescadores e de comunidades quilombolas, com o desmembramento de outro município, o de Cururupu.

Dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado no ano passado mostram que o município é o que apresenta a maior proporção de pessoas pretas no país. Dos 10.202 moradores do município, 58,5% se autodeclaram pretos. Os que se autodeclaram quilombolas são 55,7%.




Fonte: Agência Brasil

Escola Municipal Krisan Martin é invadida e tem itens da merenda furtados, em Presidente Prudente | Presidente Prudente e Região


Em nota enviada à TV Fronteira, a Prefeitura de Presidente Prudente, através da Secretaria Municipal de Educação, informou que os suspeitos teriam pulado as grades e o alambrado e, arrombado as portas que dão acesso ao interior da escola levando carne, uma balança de cozinha, produtos de limpeza e outros mantimentos.




Fonte: G1

Funcionária da Zona Azul é agredida e xingada durante expediente de trabalho, em Dracena




Investigações tentam identificar as mulheres envolvidas como suspeitas da agressão. Zona azul, em Dracena (SP)
Núcleo de Comunicação/dpark
Uma jovem, de 18 anos, foi agredida e xingada, nesta quarta-feira (6), no Centro de Dracena (SP). Ela trabalha na empresa responsável pela administração da Zona Azul no município e estava durante seu expediente no momento do crime.
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Segundo o Boletim de Ocorrência, a vítima estava exercendo a função de monitora e avistou as envolvidas estacionarem o carro sem registrar o ticket de estacionamento. A jovem abordou as mulheres para orientá-las a fazer a compra no ponto de venda, já que seu dispositivo eletrônico estava reiniciando.
De acordo com o relato da vítima, as envolvidas agiram de forma ríspida, disseram que ficariam apenas por cinco minutos e não iriam adquirir o ticket. Mesmo assim, a jovem orientou que iria aplicar um Aviso de Cobrança de Tarifa (ACT) no veículo para que elas regularizassem o estacionamento dentro de 15 minutos.
A jovem afirmou que as mulheres “deram um sorriso sarcástico, a ignoraram e adentraram” uma agência bancária. Ela aguardou um tempo e foi fazer a fiscalização dos veículos que estavam estacionados e, ao se aproximar do veículo das envolvidas, as mulheres atravessaram a rua e começaram a ofendê-la verbalmente com xingamentos.
Ainda conforme o documento policial, a vítima solicitou ajuda da empresa e outro funcionário presenciou as ofensas verbais e também o momento em que a jovem levou um tapa no rosto de uma das mulheres, afirmando que lhe daria um tiro.
Segundo a Polícia Civil, o caso será investigado para identificar as mulheres envolvidas como suspeitas da agressão para posterior encaminhamento ao Núcleo Especial Criminal (Necrim). Ninguém foi preso.
A empresa DPark Zona Azul divulgou um posicionamento repudiando “toda e qualquer forma de violência” contra seus funcionários durante o exercício de suas funções ou não.
“Tal comportamento é inaceitável e viola não só os direitos fundamentais garantidos pela Constituição, mas também os princípios éticos e humanos. Temos o direito à liberdade de expressão e devemos usá-la por meio do diálogo e não da violência. Instamos às autoridades a agirem com rigor e celeridade para garantir a segurança e integridade dos trabalhadores em todos os ambientes laborais. A violência não tem lugar em nossa sociedade e deve ser combatida com determinação e justiça. Exigimos respeito à integridade física e emocional dos trabalhadores, reafirmando o compromisso com um ambiente laboral seguro e saudável para todos”, finalizou a empresa.

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Fonte: G1

CNPq lança edital para apoiar formação de mulheres em ciências exatas


O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançou nesta quarta-feira (6) edital ofertando R$ 100 milhões para apoiar a formação de meninas e mulheres em cursos das ciências exatas, engenharias e computação. O Objetivo da medida é estimular a diversidade na pesquisa científica

A medida é voltada para meninas e mulheres matriculadas no oitavo e no nono ano do ensino fundamental e no ensino médio em escolas públicas, além daquelas matriculadas na graduação de exatas, engenharias e computação.

A cientista Hildete Pereira de Melo ressalta que em todos os campos científicos homens brancos são presença predominante, mas que as mulheres sempre estão nos bastidores. “Você vai remexendo os baús da história, e você vai achando mulheres, só que elas estão escondidas”.

A história da ciência é marcada pela ação de pioneiras no cenário internacional, como Marie Curie, nascida na Polônia em 1867, que foi a primeira mulher a ganhar um Prêmio Nobel e a primeira pessoa a ser premiada em duas categorias, química e física com pesquisas sobre radioatividade; quanto no nacional, onde se destacou Bertha Lutz, bióloga e diplomata tida como responsável por incluir a igualdade de gênero na Carta da Organização das Nações Unidas.

“A maior cientista brasileira, eu vou ousar dizê-lo, Johanna Döbereiner é a mulher que permitiu, pelas descobertas dela, que o cerrado brasileiro pudesse produzir soja, açúcar”, defende Hildete.

Professora de economia e políticas sociais da Universidade Federal Fluminense, Hildete é uma das autoras do livro Pioneiras da CIência no Brasil, A economista se dedicou ao longo da carreira os estudos de gênero. ”Casar não estava nas minhas cogitações (…) Eu queria ser um objeto de significado social”.

A luta dos movimentos sociais busca representatividade e direito a ocupar todos os espaços na sociedade.

Dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) apontam que 58% dos 100 mil bolsistas de mestrado, doutorado e pós doutorado no país são mulheres, mas esse número não representa a realidade dos cargos de chefia. “A gente continua massivamente nas escolas, mas eu diria que as lideranças ainda são masculinas”, aponta Hildete.

Para uma das maiores cientistas do país no campo do estudo genético, Lygia da Veiga Pereira,  há um fundo cultural que limita a mulher. “O que precisamos é que tirar essa coisa cultural subliminar de que isso não é coisa feminina, de que isso não é coisa para mulher, que você para ser cientista, você vai abrir mão de uma parte do feminino”, opina. “ O que pega é na hora de ter filhos”, ressalta.

Chefe do Laboratório de Células Tronco Embrionárias da Universidade de São Paulo, Lygia conta que também enfrentou os desafios de conciliar maternidade e produção científica.

“É uma loucura e é uma revolução maravilhosa, foi maravilhosa para mim em vários aspectos. Mas foi muito penosa em outros”, conta. “Por mais que você possa abrir espaços na sua cabeça, abrir espaços no seu coração, o tempo não abre espaço, tempo é aquele, é finito, né? Então até eu atingir um equilíbrio entre a divisão dos meus tempos e da minha disponibilidade, foi bem penoso”, relembra.

A cientista ressalta que a maternidade é uma função importantíssima e fundamental para a sociedade e que recais predominantemente sobre a mulher.”Isso não pode penalizar a mulher em outras ambições que ela tenha profissionais”, defende.

Veja matéria da TV Brasil




Fonte: Agência Brasil

Vagas de estágio oferecem até R$ 1 mil de bolsa-auxílio para estudantes no Oeste Paulista




Há chances para universitários e aprendizes de até 21 anos que já concluíram o ensino médio. Ciee disponibiliza vagas de estágio para Presidente Prudente (SP) e região
Bruna Bonfim/g1
O Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) de Presidente Prudente (SP) está com vagas abertas nesta quinta-feira (7), para universitários e aprendizes no Oeste Paulista.
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Há chances para as seguintes áreas:
Direito: alunos cursando do 2º ao 6º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 750. O candidato deve residir em Lucélia (SP) ou região.
Gestão da Administração: alunos cursando do 1° ao 6° semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 1.050. O candidato deve residir em Presidente Prudente ou região.
Gestão da Administração: alunos cursando do 1º ao 6º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 1 mil. O candidato deve residir em Presidente Prudente ou região.
Agronomia: alunos do 3º ao 8º semestre. São 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 1 mil. O candidato deve residir em Presidente Prudente ou região.
Comunicação Social: alunos cursando do 1º ao 6º semestre. São 25 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 650. O candidato deve residir em Adamantina (SP) ou região.
Aprendizes de até 21 anos formados no Ensino Médio: são 30 horas semanais e o valor da bolsa-auxílio é de R$ 633,39. O candidato deve residir em Presidente Prudente ou região. Quando admitido, o candidato atuará na área de produção.
Serviço
O Ciee solicita que os jovens fiquem atentos ao celular, pois a instituição oferece as vagas através de ligação telefônica pelo número (18) 3003-2433.
Mais informações sobre as oportunidades podem ser consultadas pela internet ou pelo mesmo telefone.

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Fonte: G1

Incêndio danifica parte do telhado de olaria, em Martinópolis




Corpo de Bombeiros e Defesa Civil foram acionados nesta quarta-feira (6). Incêndio atinge uma olaria, nesta quarta-feira (6), em Martinópolis (SP)
Coordenadoria Municipal de Defesa Civil
Um incêndio atingiu uma olaria, nesta quarta-feira (6), no bairro rural do km 03, em Martinópolis (SP).
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Segundo a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, o fogo teve início em um dos fornos do local e atingiu o telhado da olaria.
O incêndio foi considerado de pequena proporção e não houve vítimas.
As equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil atuaram no combate às chamas.
Incêndio atinge uma olaria, nesta quarta-feira (6), em Martinópolis (SP)
Coordenadoria Municipal de Defesa Civil

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Fonte: G1

Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira prêmio estimado em R$ 3,5 milhões


As seis dezenas do concurso 2.697 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelas redes sociais da Caixa, no YouTube, e da Loterias Caixa, no Facebook. O prêmio da faixa principal está estimado em R$ 3,5 milhões.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.




Fonte: Agência Brasil

Confronto entre PRF e suspeitos de integrar milícia deixa seis feridos


Policiais rodoviários federais se envolveram em um confronto com homens armados na Avenida Brasil (BR-101), na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, na madrugada desta quinta-feira (7). Pelo menos seis pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas a um hospital da região.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o tiroteio ocorreu por volta das 4h20, na altura do quilômetro 384, e os homens feridos são suspeitos de integrar uma milícia.

A PRF também informou ter prendido nove suspeitos, que foram encaminhados para a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado – Inquéritos Especiais (Draco-IE), da Polícia Civil. Ainda segundo a PRF, nenhum agente foi ferido durante o tiroteio. Quatro veículos foram recuperados e armas foram apreendidas.




Fonte: Agência Brasil

Homem tem prejuízo de R$ 4 mil após cair em golpe do ‘presente surpresa’ e dupla acaba presa por estelionato e associação criminosa | Presidente Prudente e Região


Na sequência, o homem verificou seu extrato em uma agência bancária e percebeu que seu cartão havia sido bloqueado. Ele recebeu ainda uma mensagem de duas compras efetuadas com o cartão, uma no valor de R$ 2,5 mil, que foi cancelada, e outra compra no valor de R$ 4 mil, que foi concretizada.




Fonte: G1

Pesquisadores apontam desgaste na imagem de militares após ações da PF


Quase 60 anos depois do golpe militar de 1964, militares das Forças Armadas do Brasil se veem na condição de investigados por uma tentativa de golpe de Estado. A corporação está diante de um desgaste de imagem provocado por investigações inéditas e prisões de militares de altas patentes, na avaliação de três pesquisadores ouvidos pela Agência Brasil.

Para esses especialistas, que estudam temas relacionados ao papel das Forças Armadas, a investigação conduzida pela Polícia Federal sobre a tentativa de golpe de Estado e também as prisões autorizadas pelo Judiciário ficarão marcadas na história e passam “recados” para a sociedade no que se refere ao respeito à democracia.

Nesta semana, veículos de imprensa destacaram os depoimentos à Polícia Federal de ex-comandantes das três Forças que prestaram esclarecimentos como testemunhas da investigação sobre a tentativa de golpe. A PF não comenta investigações em andamento. Outros militares são investigados por eventuais participações nesse episódio e em outros supostos crimes.

Para a professora Juliana Bigatão, coordenadora do Observatório Brasileiro de Defesa e Forças Armadas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as investigações devem gerar impactos na visão dos brasileiros sobre a corporação.

“É necessário considerar que se trata de um fato inédito esse tipo de investigação, inclusive as prisões preventivas de membros das Forças Armadas. O Brasil não tem uma tradição de investigar e punir os militares por crimes contra a democracia”, afirma.

Na avaliação do professor João Roberto Martins Filho, da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), o ineditismo do julgamento de militares pela Justiça civil se diferencia de outro momento histórico, logo depois do golpe militar de 1964, quando houve prisões e demissões de mais de 6 mil militares.

“Naquele episódio, esses militares, que tiveram posição contrária ao golpe, foram investigados e julgados pelos próprios militares, via IPM (Inquérito Policial Militar)”.

Ele destaca que a investigação de generais do Exército (a mais alta patente da Força) coloca o atual episódio em outro patamar.

Justiça

Integrante do Grupo de Estudos em Defesa e Segurança Internacional (Gedes), a professora Ana Amélia Penido destaca que são muito raros os casos em que oficiais com a patentes de general são condenados, mesmo na justiça militar. “Em geral, a justiça ‘funciona’ para as baixas patentes”, considera a professora da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp).

Ela entende que a investigação passa uma “mensagem” para a sociedade de que supostos crimes cometidos por militares devem ser objetos de investigação, assim como acontece com civis.

Para Juliana, da Unifesp, é muito importante que as investigações tenham ampla divulgação e é ainda mais fundamental a existência de “desfechos” dos processos para que não exista sensação de impunidade. Os especialistas recordam que, por conta da Lei de Anistia (1979), nenhum membro das Forças Armadas respondeu por crimes no período da ditadura.

Imagem

Para os pesquisadores ouvidos pela Agência Brasil, ainda é cedo para se ter uma exata dimensão do impacto desses episódios na imagem das Forças Armadas.

“Historicamente, os militares são bem quistos pela população. Não pelas atribuições militares que eles têm, mas pelas atividades civis que eles acabam desempenhando”, afirma Ana Amélia.

Ela recorda que os militares brasileiros ficaram bastante conhecidos por atividades como transportes de cesta básica e por outros serviços como garantir água para áreas de difícil acesso. Ela entende, porém, que os ataques antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 têm feito com que a opinião favorável venha caindo.

O professor João Roberto Martins Filho entende que as Forças passam por uma crise de imagem e os atuais comandantes têm demonstrado intenção de que os últimos episódios sejam superados. “Houve os oficiais generais legalistas que ajudaram a evitar um golpe”.

Com a deflagração da Operação Tempus Veritatis, no dia 8 de fevereiro, o Exército informou que estava acompanhando a Polícia Federal e que prestaria todas as informações necessárias para a investigação.

“Esse posicionamento foi adequado dentro de uma democracia”, afirmou Juliana Bigatão. Ela lembra que o Exército exonerou de cargos de comando militares que foram alvos da operação da Polícia Federal. “Os representantes dos altos escalões das Forças Armadas estão colaborando ou adotando uma posição de que se investigue o que foi feito. É uma sinalização muito importante e é a atitude esperada dentro de um regime democrático”, considerou.

Para Ana Amélia, os militares que resistiram ao dia 8 de janeiro e à suposta tentativa de um golpe de Estado tiveram postura institucional. “Eu acho que a gente precisa encontrar medidas para arejar a caserna. Para tornar o quartel mais parecido com o que acontece com a sociedade.”

Riscos da politização

A raiz do problema, na avaliação de Juliana, esteve na politização das Forças Armadas durante o governo de Jair Bolsonaro. “Tinham mais militares em postos governamentais do que na época do próprio regime militar”, recorda.

Já Ana Penido defende a necessidade de mudança no cenário de isolamento dos militares nos quartéis. Para ela, é necessária integração dos mundos civil e militar tanto na formação militar quanto no setor de inteligência, da justiça e também do orçamento. Ela explica que a politização não foi um episódio especificamente brasileiro.

“Em outros países também costuma acontecer esse grau de politização em operações, em tropas mais vinculadas a operações especiais. Não é uma novidade”.

Para o professor João Roberto Martins Filho, um exemplo importante é o da Alemanha que não admite vinculação das Forças Armadas a partidos políticos, como ocorreu em período nazista. “Hoje, lá, as Forças são mais abertas culturalmente e democráticas”.

Consultado pela reportagem, o Ministério da Defesa não respondeu aos pedidos de comentários sobre as avaliações dos pesquisadores a respeito do momento de desgaste de imagem das Forças Armadas.




Fonte: Agência Brasil