Cidade de São Paulo iguala recorde de temperatura de maio de 2001


A temperatura na capital paulista chegou à máxima de 31,7ºC, nesta quinta-feira (2). Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), essa temperatura foi registrada pela última vez na cidade em maio de 2001. A previsão era de que a máxima ficasse em 33ºC. As altas temperaturas são provocadas por uma onda de calor que resulta de uma massa de ar quente e seco muito forte estacionada na cidade.

De acordo com o Inmet, as maiores temperaturas para o mês de maio registradas em São Paulo foram: 31,7ºC, no dia 3, em 2001; 31,5ºC, no dia 1º, em 2024; 31,3ºC, no dia 7, em 2010; 31,7ºC, no dia 3, em 2001; 30,7ºC no dia 2 em 2001; e 30,1ºC, no dia 1º, em 2003.

Segundo o Balanço Climatológico de Abril, o mês passado foi de chuvas bem abaixo da climatologia e de temperaturas muito acima. Na estação meteorológica no Mirante de Santana, o volume de chuva acumulado foi de 16,6 milímetros (mm), que ficou 70,4 mm (81 %) abaixo da Normal Climatológica (1991 a 2020), de 87 mm.

O maior volume de chuva em 24 horas foi de 9,4 mm na manhã do dia 17; houve dois dias com registro de precipitação acima ou igual a 1 mm, desvio de quatro dias a menos que a média climatológica de seis. Neste ano, o déficit de chuva está em 55,5 mm, volume negativo de 6% em relação aos quatro primeiros meses do ano.

As temperaturas fecharam o mês com média de 29,5°C. As máximas ficaram 2,9°C acima da Normal Climatológica, que é de 26,6 °C. O último registro dessa temperatura (29,5ºC) em um mês de abril foi em 2016. A temperatura máxima do mês foi de 32,8°C, registrada no dia 5.

Segundo o balanço, a média das temperaturas mínimas ficou em 19,4°C, o que representa desvio de 1,9°C acima da referência climatológica de 17,5 °C. A temperatura mínima do mês foi de 14,2°C, registrada na manhã do dia 19.

Nesta sexta-feira (3), a máxima deve chegar a 31ºC. O período da tarde deve ter muitas nuvens, mas com vento fraco a moderado e sem chuva. Isso deve ocorrer também no fim de semana, mas, no sábado (4), a temperatura máxima pode chegar a 32ºC.

Dados do Centro de Gerenciamento de Emergências da capital mostram que não chove significativamente na cidade há 16 dias.

A Defesa Civil Municipal mantém toda a cidade em estado de atenção para altas temperaturas.




Fonte: Agência Brasil

Chuvas: comporta de segurança rompe na zona norte de Porto Alegre


Uma segunda comporta de segurança, localizada na zona norte de Porto Alegre, se rompeu no início da tarde desta sexta-feira (3). O portão 14 foi rompido pela força das águas que se acumulam em razão dos temporais que atingem o Rio Grande do Sul. A informação foi apresentada ao prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, em meio a coletiva de imprensa. Após ser comunicado, ele pergunta: “Todo o portão?” e a confirmação vem em seguida.

A comporta fica embaixo da Avenida Sertório e abre caminho para a Rua Voluntários da Pátria, perto do DC Navegantes. “Aquele não é um dos maiores portões que temos. Ali é uma região plana e pode avançar Sertório adentro. Não podemos prever o quanto a água pode avançar”, avaliou o prefeito, ao solicitar que todo o efetivo da defesa civil seja deslocado para a região da comporta rompida.

O portão 14 ruiu no final da manhã de hoje, quando tanques do Exército chegavam para reforçar a estrutura.

Evacuação

Pouco antes de ser comunicado sobre o rompimento da comporta, Melo havia recomendado o fechamento do comércio pelo menos até o próximo domingo (5) em razão de iminente alagamento do Centro Histórico e do 4° Distrito de Porto Alegre. “Vamos escorar nossos portões entre o 12 e o 14 porque eles têm problemas sim”, disse, ao citar que já haviam sido colocados sacos de areia em ambos os portões e, ainda assim, havia problemas de vazamento.

Ao citar o que chama de “evacuação orientada”, o prefeito diz: “quero apelar para as pessoas. Já que o comércio está fechando, penso que as pessoas que estão mais próximas do rio [Guaíba] deveriam também tomar essa providência de deixar o 4º Distrito”.

“Não posso chegar aqui e dizer ‘Garanto que 100% do portão não vai romper’. Não posso fazer isso e nem o engenheiro pode fazer isso. Tenho que trabalhar com todas as possibilidades. Nessas possibilidades, acho que sim, é razoável pedir para os moradores, especialmente do Centro Histórico e do 4º Distrito, que possam, além de fechar o comércio, não circular. Aqueles que puderem sair, evidentemente, essa é a recomendação do prefeito”, disse o prefeito, antes do rompimento.

Desabrigados e doações

Ainda durante a coletiva, o prefeito relatou que, neste momento, Porto Alegre contabiliza 450 pessoas desabrigadas. Ao todo, três abrigos estão recebendo vítimas das enchentes na cidade e um novo abrigo está sendo montado no bairro Menino Deus. “Estamos analisando outras possibilidades – entre elas, o [ginásio de esportes] Gigantinho. Durante o dia, tomaremos mais decisões, de acordo com o número de desabrigados que, a cada momento, aumenta”.

“Sei que todo mundo, neste momento, quer ajudar e isso deve ser louvável e [ficamos] muito agradecidos. Mas não levem doações aos abrigos. Isso nos cria uma grande dificuldade. As doações devem ser levadas para a Defesa Civil. Ela organiza a distribuição”, disse. “É um apelo que faço: precisamos de doações, muitas doações. Mas elas devem ser dirigidas aos locais certos para que a gente possa direcionar corretamente.”

Calamidade pública

Na noite desta quinta-feira (2), a prefeitura decretou estado de calamidade pública em Porto Alegre. O instrumento classifica o desastre como de grande intensidade (nível III). Na prática, o decreto – baseado em pareceres da defesa civil municipal e da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc) – autoriza a administração a empregar todos os recursos e voluntários na assistência à população e restabelecimento de serviços.

Além de as chuvas terem causado ao menos 31 mortes e deixado 74 pessoas desaparecidas, elas ainda afetaram os serviços de telecomunicações, dificultando ainda mais os trabalhos das equipes de resgate.

A Defesa Civil de Porto Alegre divulgou um novo alerta nesta quinta-feira, indicando a possibilidade de continuidade das chuvas extremas até o meio-dia de segunda-feira (6). Solicitações emergenciais devem ser feitas por meio do telefone 199, ou junto ao Corpo de Bombeiros (193).




Fonte: Agência Brasil

Como chegar ao show da Madonna na Praia de Copacabana


A cantora Madonna fará uma apresentação gratuita neste sábado (4) em um palco montado na areia da Praia de Copacabana, em frente ao Hotel Copacabana Palace, onde está hospedada. O  evento encerra a The Celebration Tour, que comemora os 40 anos de carreira da diva pop.

O show está marcado para começar às 21h45 e terá duas horas de duração. A abertura da festa será com a apresentação de DJs, a partir das 19h.

Para receber a multidão de cerca de 1,5 milhão que é esperada, foi montado um esquema especial de trânsito que inclui bloqueio dos acessos de carro, ônibus e táxi a Copacabana.

Bloqueios no trânsito

A partir das 7h de sábado (4), será interditada a pista junto à orla da Avenida Atlântica. A pista junto às edificações funcionará em reversível, conforme ocorre aos domingos e feriados.

Ás 11h, a pista junto às edificações da Avenida Atlântica e todos os seus acessos serão interditados.

A partir das 18h, todos os acessos ao bairro de Copacabana serão interditados, exceto para ônibus de linhas regulares e táxis. Neste momento, não será mais possível entrar em Copacabana utilizando serviços de transporte por aplicativo, como Uber ou 99.

Já a partir das 19h30 haverá o bloqueio total dos acessos à Copacabana, inclusive para ônibus e táxis.

Metrô

O MetrôRio terá oferta máxima de trens desde as 15h do dia do show, e tanto a linha 2 quanto a linha 1 poderão ser usadas para a ida e volta para Copacabana.

Rio de Janeiro - Metrô Rio lança serviço de pagamento da tarifa por tecnologia de aproximação, com cartões, celulares e outros dispositivos, diretamente nas catracas de embarque das estações.(Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)Rio de Janeiro - Metrô Rio lança serviço de pagamento da tarifa por tecnologia de aproximação, com cartões, celulares e outros dispositivos, diretamente nas catracas de embarque das estações.(Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

Metrô terá oferta máxima a partir das 15h tanto para linha 1 e linha 2 – Fernando Frazão/Agência Brasil

O Metrô Rio recomenda que o desembarque seja feito pela estação Siqueira Campos/Copacabana. Já a estação Cardeal Arcoverde funcionará apenas para o desembarque das 16h às 22h.

Após o show, as estações Cardeal Arcoverde, Siqueira Campos e Cantagalo funcionarão até as 4h de domingo. Após à meia-noite de sábado, as demais estações do sistema somente funcionarão para desembarque.

O MetrôRio recomenda que os clientes comprem e recarreguem seus cartões de passagem Giro, unitário do MetrôRio ou o RioCard com antecedência, priorizando também comprar a volta antecipada, facilitando a entrada no sistema. A tarifa é de R$ 7,50 para a ida e R$ 7,50 para a volta.

Trens da SuperVia

Para a ida ao show da pop do rock, o público poderá usar normalmente os trens da grade. A estação Central do Brasil irá fechar às 21h15 e reabrirá à 0h15, ficando até 2h15 da madrugada para o atendimento ao término do espetáculo.

Após a apresentação, trens extras estarão esperando os fãs que forem de metrô até a Central do Brasil. Serão seis composições destacadas: duas para Japeri (1h30 e 2h20), duas para Santa Cruz (1h15 e 2h20) e duas para Saracuruna (1h20 e 2h20), todas partindo da Central, que será a única estação aberta para embarque. As demais ficarão abertas somente para desembarque.

Os ramais Japeri e Santa Cruz realizarão viagens paradoras. Somente a estação Praça da Bandeira não terá desembarque.

Ônibus especial

O sistema de ônibus, incluindo o BRT e as linhas municipais envolvidas neste serviço, vão operar ininterruptamente no sábado e domingo. O Terminal Gentileza será o ponto central de conexão entre os BRTs, as linhas intermunicipais, a Rodoviária e o Aeroporto do Galeão.

Foi criada uma linha especial Gentileza x Madonna para transportar os espectadores do Terminal Gentileza até o local do show. As partidas começam às 13h do sábado (4). Até as 19h30, o desembarque dessa linha será na Avenida Princesa Isabel, em Copacabana. Após esse horário, o ponto de desembarque será na Enseada de Botafogo.

A tarifa dessa linha exclusiva será de R$ 8,60, ida e volta, com controle de acesso e pagamento exclusivo por meio da plataforma de bilhetagem Jaé.

No momento da compra, os passageiros receberão uma pulseira para facilitar o retorno para casa. O embarque da volta será realizado na Enseada de Botafogo, da meia-noite às 4h de domingo. Para isto, bastará apresentar a pulseira para entrar no ônibus.

Ônibus convencionais

A partir das 19h30, haverá dois terminais de ônibus para embarque. Um na Enseada de Botafogo, próximo ao Botafogo Praia Shopping, servindo passageiros com destino à Central, Terminal Gentileza e alguns bairros da Zona Norte, como Abolição, Jacaré, Penha e Ilha do Governador.

Rio de Janeiro (RJ) 30/04/2024 – Trabalhadores usam ônibus em deslocamento na volta para casa, na região da Central do Brasil. Foto: Fernando Frazão/Agência BrasilRio de Janeiro (RJ) 30/04/2024 – Trabalhadores usam ônibus em deslocamento na volta para casa, na região da Central do Brasil. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Transporte estará disponível a partir das 19h em dois terminais para embarque Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Para quem precisa ir para o Centro ou a Rodoviária, o embarque nas linhas 100 e 167 com destino à Central do Brasil e Terminal Gentileza, respectivamente, será na Avenida das Nações Unidas, no sentido Centro, na Enseada de Botafogo.

Já para quem tem destino à Zona Norte, os embarques serão realizados na Avenida das Nações, no sentido Zona Sul, também na Enseada de Botafogo, onde estarão disponíveis as linhas 415 (Enseada de Botafogo x Usina), 492 (Enseada de Botafogo x Bancários), 457 (Enseada de Botafogo x Abolição), 474 (Enseada de Botafogo x Jacaré) ou 483 (Enseada de Botafogo x Penha).

Outro terminal extra será em Copacabana, na altura do Posto 6, com ônibus convencionais e executivos direcionados aos bairros da Zona Oeste, como Barra da Tijuca (Terminal Alvorada), Cidade de Deus, Recreio, Piabas, Santa Cruz, Rio das Pedras e Campo Grande.

Neste terminal estarão disponíveis as linhas convencionais Integrada 2 – 552 (Ipanema x Alvorada, via Av. Lúcio Costa), Integrada 6 – 558 (Ipanema x Cidade de Deus, via Itanhangá), Integrada 8 – 553 (Ipanema x Recreio, via Lagoa-Barra / Av. das Américas), Integrada 9 – 554 (Ipanema x Piabas, via Av. Niemeyer / Av. Benvindo Novaes), 539 (Ipanema x Rocinha, via Estrada da Gávea) e 557 (Ipanema x Rio das Pedras).

Além dessas opções, haverá as linhas executivas 2334 (Ipanema x Campo Grande), 2335 (Ipanema x Santa Cruz, via Barra da Tijuca), e 2338 (Ipanema x Campo Grande, via Estrada do Magarça).

VLT

Também funcionará de forma ininterrupta neste fim de semana a linha 1 do VLT (Santos Dumont – Terminal Gentileza), com intervalo de 20 minutos.

A linha 3  do VLT, que faz o trajeto entre a Central do Brasil e o Aeroporto Santos Dumont começa a operar no início da tarde de hoje (26). A linha 3  do VLT, que faz o trajeto entre a Central do Brasil e o Aeroporto Santos Dumont começa a operar no início da tarde de hoje (26).

Veículo funcionará na linha 1 com intervalo de 20 minutos – Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Segurança

O esquema de segurança para o público do show  prevê a atuação de 3.200 militares, 64 viaturas e 65 torres de monitoramento na região. Ruas transversais da orla terão fechamento com grades e controle de acesso. Serão 18 pontos de bloqueio e de revista com reconhecimento facial. Além disso, as estações do metrô em Copacabana terão revista com detectores de metais.

Também está prevista a utilização drones de reconhecimento facial e 12 câmeras extras de reconhecimento facial. Foi criado ainda um centro de comando e controle da Polícia Militar na Praça do Lido para atuar durante o espetáculo, e a A Polícia Civil terá 1.500 agentes de prontidão.

Previsão do tempo

Segundo o serviço meteorológico da prefeitura, Alerta Rio, a previsão do tempo para este sábado é de redução de nebulosidade a partir do fim do período da manhã, com predomínio de céu parcialmente nublado e sem chuva.




Fonte: Agência Brasil

Sitiante leva multa de R$ 2 mil por desmatamento em área objeto de especial preservação em Pacaembu




Polícia Militar Ambiental constatou a degradação em 0,381 hectare. Sitiante levou multa de R$ 2 mil por desmatamento em Pacaembu (SP)
Polícia Militar Ambiental
A Polícia Militar Ambiental multou em R$ 2.095,50 um sitiante, de 62 anos, em razão da destruição de vegetação nativa em uma área de 0,381 hectare em uma propriedade rural em Pacaembu (SP).
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Em vistoria no local, os policiais constataram nesta quinta-feira (2) o desmatamento em área objeto de especial preservação.
O dono do sítio recebeu um auto de infração ambiental por destruir vegetação nativa em estágio inicial.
Sitiante levou multa de R$ 2 mil por desmatamento em Pacaembu (SP)
Polícia Militar Ambiental
Sitiante levou multa de R$ 2 mil por desmatamento em Pacaembu (SP)
Polícia Militar Ambiental
Sitiante levou multa de R$ 2 mil por desmatamento em Pacaembu (SP)
Polícia Militar Ambiental

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Fonte: G1

Com nome inusitado e viral nas redes sociais, aprenda a receita de Biscoito Montanha-Russa




Gastróloga Mary Fonseca, de Presidente Prudente (SP), ensina o passo a passo. Biscoito Montanha-Russa pode ser recheado com presunto e queijo
Mariana Perussi/TV Fronteira
A gastróloga Mary Hellen de Lima Fonseca, de Presidente Prudente (SP), ensina a preparar o Biscoito de Montanha-Russa, que viralizou nas redes sociais.
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Ingredientes
3 ovos
1 xícara de polvilho doce
1 xícara de polvilho azedo
½ xícara de leite
½ xícara de óleo
Sal
Presunto, queijo e parmesão a gosto
Modo de preparo
Para começar, despeje o óleo, o leite e os ovos no liquidificador. Em seguida, adicione uma pitade de sal, o polvilho doce e o povilho azedo.
Bata até que a massa fique homogênea e adicione o recheio, com o queijo muçarela e o presunto, e misture.
Para o biscoito, unte uma assadeira de cupcake com desmoldante, óleo ou margarina e despeje a massa. Para finalizar, coloque no topo queijo parmesão ralado.
Depois, leve a um forno pré-aquecido a 180°C por 15 minutos.
Após sair do forno, retire da assadeira e monte em um prato para servir aos convidados e familiares acompanhado de um café.
Biscoito Montanha-Russa pode ser recheado com presunto e queijo
Mariana Perussi/TV Fronteira
Biscoito Montanha-Russa pode ser recheado com presunto e queijo
Mariana Perussi/TV Fronteira
Biscoito Montanha-Russa pode ser recheado com presunto e queijo
Mariana Perussi/TV Fronteira

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Fonte: G1

Com repertório de pop rock brasileiro, banda Cocktail Jam realiza apresentação gratuita em Presidente Prudente




Show acontece a partir das 16h deste sábado (4), no Jardim das Rosas. Banda Cocktail Jam realiza apresentação gratuita em Presidente Prudente (SP)
Vinicius Alexandre
O Sesc Thermas de Presidente Prudente (SP) promove, a partir das 16h deste sábado (4), um show com a banda Cocktail Jam, na Área de Convivência. A entrada é gratuita.
O grupo atua há mais de três décadas na região de Presidente Prudente e apresenta um repertório de pop rock brasileiro dos anos 1980, com “uma viagem no tempo ao som dos hits dançantes e das baladas românticas que marcaram uma geração”.
A apresentação é livre para todos os públicos.
Serviço
O Sesc Thermas fica na Rua Alberto Peters, nº 111, no Jardim das Rosas, em Presidente Prudente.
Para mais informações, o telefone para contato é (18) 3226-0400.

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Fonte: G1

Chuvas afetam telecomunicações, dificultando resgates no RS


Além de já terem causado ao menos 31 mortes, deixado 74 pessoas desaparecidas e outras 56 feridas, as fortes chuvas que castigam o Rio Grande do Sul afetaram os serviços de telecomunicações, dificultando ainda mais os trabalhos das equipes de resgate.

Em parte das 235 cidades gaúchas afetadas por alagamentos, inundações, enxurradas, deslizamentos e outras consequências dos temporais, órgãos públicos e a população em geral ficaram sem acesso à telefonia e internet. Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, a cerca de 120 quilômetros de Porto Alegre, é uma destas localidades onde a própria prefeitura chegou a ficar incomunicável.

“O serviço de telefonia agora está operando, mas desde o fim de semana ele está oscilando bastante e há momentos em que não funciona. Isso não só dificulta o contato entre as equipes da Defesa Civil e do Samu [Serviço de Atendimento Móvel de Urgência], como também o recebimento das demandas, dos pedidos de socorro”, relata Emanuel Mezadri, motorista da secretaria municipal de Segurança Pública de Bento Gonçalves que atendia ao telefone alternativo informado pela Defesa Civil no momento em que a Agência Brasil conseguiu contato com o órgão, nesta sexta-feira (3).

No levantamento que divulgou esta manhã, a Defesa Civil estadual aponta que clientes da operadora TIM de 87 cidades estão sem acesso à telefonia e internet. Usuários da Claro de 51 municípios também não conseguem acessar os serviços. Já a Vivo enfrenta problemas em 19 localidades. A fim de minimizar os problemas de conectividade, as três operadoras liberaram o roaming entre si. Com isso, os usuários de uma empresa poderão acessar, temporariamente, a rede das outras duas companhias, conforme a disponibilidade do sinal.

“As prestadoras [dos serviços] acompanham de perto a situação climática, que afeta serviços como o fornecimento de energia elétrica e deixa sem acesso estradas e ruas de diversas cidades, para retomar com segurança o trabalho de restabelecimento dos serviços prejudicados. Como forma de minimizar os impactos para a população atingida, as associadas da Conexis Brasil Digital que atuam no estado habilitaram suas redes de forma que, onde há apenas uma das redes disponíveis, automaticamente, os clientes de qualquer operadora acesse à rede disponível”, informou, em nota, a Conexis, entidade que reúne as empresas de telecomunicações e de conectividade.

Para tentar restabelecer minimamente as comunicações em algumas regiões, o Ministério das Comunicações determinou que a Telebras fornecesse antenas emergenciais de conexão banda larga via satélite ao Comando Militar do Sul e à Defesa Civil estadual. Os 14 terminais satelitais transportáveis (T3SAT) que a estatal entregou nesta quinta-feira ajudarão as equipes de resgate a atenderem moradores ilhados pelas águas.

“Isso é fundamental para que a Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros e os demais profissionais possam atuar com mais informações nos locais isolados. Se necessário, inclusive, os resgatados podem utilizar esses equipamentos para se comunicar com os seus entes queridos neste momento tão necessário”, comentou o ministro das Comunicações, Juscelino Filho, em nota.

“A parte das comunicações foi muito atingida [pelas intempéries]. Vários municípios estão sem comunicação. As operadoras [de telefonia] já foram acionadas e abriram roaming. Estamos acompanhando isso de perto”, acrescentou o ministro, em um vídeo divulgado nas redes sociais. Segundo Juscelino Filho, o ministério também “acionou” os Correios, outra empresa estatal que, de acordo com o ministro, se colocou à disposição para, com sua estrutura no estado, ajudar as ações do governo. “Vamos agora atuar para salvar vidas e, depois, chegar com as ações de recuperação, [procurando] reestabelecer o mais rápido possível a comunicação na região”.




Fonte: Agência Brasil

Defensoria de SP denuncia prisões ilegais de detentos durante saidinha


Agentes de segurança pública fizeram prisões ilegais no período de liberações temporárias do sistema carcerário, no mês passado, em municípios paulistas. É o que denuncia relatório produzido pela Defensoria Pública de São Paulo, que analisou o contexto de 157 detenções e descobriu que a maioria dos alvos era negra e a maior parte dos agentes foi ocultada nos registros das ocorrências.

O documento menciona, tendo por base o que foi lançado no sistema de Gestão Penitenciária (Gepen), que 72% das pessoas presas entre os dias 12 e 18 de março, primeira saída temporária deste ano, no estado, eram negras (pretas ou pardas) e 28%, brancas. Não houve indicação de presos amarelos ou indígenas.

A Defensoria Pública explica no relatório que pessoas foram detidas sob a justificativa de que estariam descumprindo regras da saidinha, o que serviu aos agentes de segurança de pretexto para encaminhá-las a um distrito policial e, depois, a uma audiência de custódia. Conforme ressalta o órgão, isso ocorreu, em diversas ocasiões, “sem a existência de qualquer ordem judicial e fora de hipótese de flagrante delito”.

O órgão salienta, ainda, que a maior parte das audiências de custódia realizadas na capital tiveram como referência um boletim de ocorrência elaborado pela Polícia Militar. Em 85,3% deles, as autoridades deixaram de informar o nome completo dos policiais responsáveis pela prisão, indicando apenas o “nome de guerra” do agente. A falta de precisão na identificação dos policiais, esclarece a Defensoria Pública, impede a correta apuração das circunstâncias da prisão e eventual responsabilização por violência policial”. “A verificação da regularidade dessas prisões pelo Judiciário fica prejudicada em tais condições, pois dificulta a realização do controle da atividade policial”, adiciona.

Ainda segundo o relatório, em quase dois terços (61,7%) das prisões, as forças policiais alegaram que os detentos ultrapassaram o limite previsto para retorno ao local de permanência, ou seja, foram presos por estarem em via pública, no intervalo entre 19h e 6h.

“Algumas pessoas foram presas dentro da sua própria residência”, observa a Defensoria Pública.

Além disso, em 30% dos processos analisados, não foi sequer mencionado o que motivou a abordagem policial. Como sublinha o relatório, essa ausência, por si só, já serviria para evidenciar o caráter ilegal das prisões.

Pela apuração feita, constatou-se que uma parcela de 12% foi presa por supostamente estar em locais proibidos. “A Portaria Conjunta nº 02/2019 proíbe as pessoas que estiverem em saída temporária de frequentarem bares, casas noturnas, casas de jogos ou de prostituição.
Na prática, é possível notar que grande parte dessas pessoas foram presas simplesmente por estarem no centro de São Paulo, local considerado pelos policiais como cena de uso aberto de drogas. Além de o centro da cidade não se enquadrar como um dos locais proibidos, a prisão dessas pessoas pode demonstrar discriminação com o local que trabalham ou frequentam, não se podendo excluir a hipótese de que pessoas residam naquele local ou mesmo que tenham ido visitar parentes ou amigos na região, o que é um dos objetivos do instituto da saída temporária”, escreve o órgão.

O relatório também destaca que a Polícia Militar foi a instituição responsável pela maior parte das prisões analisadas, com 91% dos casos, enquanto a Guarda Civil Metropolitana (GCM) respondeu por 9,8% das detenções. Houve também um caso em que um agente penitenciário realizou a prisão, mas que ficou sem detalhes suficientes no boletim de ocorrência para que se compreenda as circunstâncias em que aconteceu. A Defensoria Pública pontua que a atuação da GCM fica circunscrita à proteção de patrimônio e, portanto, realizar prisões configura desvio de função.

Outro lado

Procurada pela Agência Brasil, a Secretaria da Segurança Pública, à qual está subordinada a Polícia Militar, não rebateu as denúncias de ilegalidade apresentadas pela Defensoria Pública e realçou, em nota, desempenhos atingidos pela corporação durante abordagens. “Em todos os casos, os presos reconduzidos pela polícia a unidades prisionais passam por audiências de custódia nas 24 horas seguintes, cabendo à Justiça a avaliação de cada caso”, disse no comunicado.

“Desde a implementação da medida, em junho do ano passado, cerca de 1,5 mil detentos beneficiados foram presos pela Polícia Militar por descumprimento das regras impostas pelo Poder Judiciário, dos quais 119 foram flagrados cometendo novos crimes. A medida contribuiu para a redução dos roubos e furtos em cerca de 6 mil ocorrências, durante os dias das últimas quatro saídas temporárias (junho, setembro e dezembro de 2023 e março de 2024), o que demonstra a efetividade do combate à impunidade promovida pela atual gestão”, emendou.

Já a Secretaria Municipal de Segurança Urbana afirmou ser “importante ressaltar que a GCM cumpre suas atribuições conforme estabelecido na Constituição Federal”. “Qualquer conduta irregular dos agentes da corporação é rigorosamente investigada mediante denúncia e, se constatadas irregularidades, as medidas cabíveis serão tomadas.”




Fonte: Agência Brasil

Motorista foge após matar cachorro atropelado e acaba preso por embriaguez ao volante, em Presidente Prudente | Presidente Prudente e Região


No local, os policiais conversaram com o tutor do animal morto, um cão da raça lhasa apso, que relatou estar caminhando pela calçada e, em determinado momento, um carro acessou a via e atropelou seu cachorro, que havia entrado no “leito carroçável”. Após o atropelamento, o condutor do veículo fugiu do local.




Fonte: G1

Governo estuda adiamento do concurso unificado no RS, diz Pimenta


O ministro-Chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta, disse nesta sexta-feira (3) que a decisão sobre um possível adiamento das provas do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) no estado do Rio Grande do Sul deve sair nas próximas horas. “No mais tardar, até o início da tarde de hoje, a gente precisa ter uma orientação definitiva sobre a realização do concurso”.

Boletim da Defesa Civil do Rio Grande do Sul divulgado na manhã desta sexta-feira contabiliza 31 mortes em decorrência das chuvas em todo o estado. Há ainda 74 pessoas desaparecidas e 56 feridos. Até o momento, 235 municípios foram afetados pelos temporais, totalizando 351.639 pessoas afetadas. Dessas, 17.087 estão desalojadas e 7.165, em abrigos. Os números, de acordo com o governador Eduardo Leite, devem subir ao longo dos próximos dias.

Ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Paulo Pimenta disse ter participado de uma reunião, na noite desta quinta-feira (2), envolvendo a Casa Civil e a própria ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, para tratar da aplicação do concurso no Rio Grande do Sul. O encontro envolveu ainda a Advocacia-Geral da União (AGU).

“A possibilidade de adiamento do concurso tem um custo de R$ 50 milhões. São mais de 2,5 milhões de inscritos em todo o país. A princípio, a ideia de suspender o concurso só para o Rio Grande do Sul, do ponto de vista jurídico, é muito questionável. Outra hipótese que existiria é a suspensão total do concurso. A não ser que haja alguma decisão judicial nesse sentido.”

“O que estou afirmando é que nós vamos buscar segurança jurídica porque alguém poderia me perguntar: deve ser judicializado para que não ocorra prova no Rio Grande do Sul? É muito provável [que aconteça]. Como é provável que seja judicializado em outros estados para garantir que a prova ocorra. Não podemos levar o concurso para uma insegurança jurídica. Vamos tomar uma decisão consolidada no decorrer das próximas horas para garantir a tranquilidade e a segurança jurídica necessária para todas as pessoas que vão participar desse certame.”

Na noite de quinta-feira o governo chegou a confirmar a realização das provas em todo o país conforme o previsto. Em nota, afirmou que faria todos os esforços para garantir a participação dos candidatos do Rio Grande do Sul. A questão, no entanto, ainda está em debate.

De acordo com o ministro, 86 mil inscritos no Concurso Unificado são do Rio Grande do Sul. Ao todo, 10 cidades gaúchas vão ofertar as provas. “Algumas dessas cidades não estão em áreas em situação de emergência e não estão com impedimento de acesso”, disse. Ainda segundo ele, dos 86 mil inscritos no estado, 21 mil estão fora de cidades onde vai acontecer a prova e 6 mil estão em municípios em situação de emergência ou sem acesso a cidades onde ocorrerá a prova.

“No decorrer da manhã, vamos nos debruçar sobre isso. O compromisso do governo é que ninguém seja prejudicado. Ninguém pode deixar de participar do concurso porque está numa cidade em situação de emergência ou está numa cidade onde o bloqueio impede o acesso ao local da prova. No decorrer do dia de hoje, vamos tratar do assunto, ver do ponto de vista jurídico toda a segurança necessária para não comprometer a situação também das demais 2,6 milhões de pessoas.”

“Muitas delas já se deslocaram, já estão na cidade onde vai acontecer a prova. As provas já estão nos estados. Existe toda uma logística de distribuição. Portanto, é uma decisão que envolve vários aspectos. Mas a garantia é que ninguém no estado do Rio Grande do Sul será prejudicado ou impedido de participar do concurso. Se não puder fazer a prova no domingo, vamos ter que construir uma alternativa.”

Para Pimenta, a situação é “bastante delicada e de difícil solução”. “Por um lado, temos 2,6 milhões de pessoas e, desse total, 2,5 milhões prontos para fazer a prova no domingo. Eles já estão na cidade onde a prova vai ocorrer. As provas já estão nas cidades. Diferentemente do Enem [Exame Nacional do Ensino Médio], que tem um banco de perguntas e que prevê a possibilidade de fazer uma espécie de segunda chamada, esse é um outro formato. Você não tem banco de perguntas. Não temos uma solução pronta.”

“Vejo com muita dificuldade uma operação de transporte de 6 mil pessoas, à medida em que estamos trabalhando no resgate de famílias que estão, muitas delas, entre a vida e a morte neste momento. Então, o que estamos buscando, neste momento, é também uma segurança jurídica. Na medida em que nós encontrarmos essa solução, que garanta que essas pessoas que, por ventura, estão em cidades em situação de emergência ou em cidades em que o acesso ao local da prova está bloqueado possam realizar a prova numa outra data. Essa pode ser uma solução.”

“É muito delicado. Como são vários concursos, você imagina o seguinte: as provas já estão nos estados, vão para o local de prova. Você já sabe, em cada sala de aula, quem são as pessoas que vão fazer a prova e para qual concurso elas vão fazer. Então, numa sala de aula, tem diversas provas diferentes. Esse pacote já sai pronto de Brasília. Ele vai chegar lá na sala de aula. Você imagina mexer numa logística dessa dimensão, com dificuldade de acesso como estamos, é muito difícil.”




Fonte: Agência Brasil