Maceió confirma aceleração do afundamento do solo de mina da Braskem


A Defesa Civil de Maceió informou nesta terça-feira (5) que o afundamento do solo acima da mina 18 da Braskem mantém uma leve aceleração. Ontem (4), o boletim apontava que o deslocamento vertical era de 0,26 centímetros por hora (cm/h).

No novo informe, divulgado na manhã de hoje, a velocidade passou para 0,27 cm/h. Com isso, o deslocamento vertical acumulado da mina é de 1,86 metros (m), apresentando um movimento de 6,5 cm nas últimas 24h.

A mina 18 está localizada na região do antigo campo do Centro Sportivo Alagoano (CSA), no Mutange. A Defesa Civil informou que segue em alerta máximo devido ao risco iminente de colapso da mina.

“Por precaução, a recomendação é clara: a população não deve transitar na área desocupada até uma nova atualização da Defesa Civil, enquanto medidas de controle e monitoramento são aplicadas para reduzir o perigo”, diz o boletim.

A equipe de análise do órgão ressalta que essas informações são baseadas em dados contínuos, incluindo análises sísmicas




Fonte: Agência Brasil

Mina da Braskem em Maceió mantém aceleração do afundamento do solo


A Defesa Civil de Maceió informou nesta terça-feira (5) que o afundamento do solo acima da mina 18 da Braskem mantém uma leve aceleração. Ontem (4), o boletim apontava que o deslocamento vertical era de 0,26 centímetros por hora (cm/h).

No novo informe, divulgado na manhã de hoje, a velocidade passou para 0,27 cm/h. Com isso, o deslocamento vertical acumulado da mina é de 1,86 metros (m), apresentando um movimento de 6,5 cm nas últimas 24h.

A mina 18 está localizada na região do antigo campo do Centro Sportivo Alagoano (CSA), no Mutange. A Defesa Civil informou que segue em alerta máximo devido ao risco iminente de colapso da mina.

“Por precaução, a recomendação é clara: a população não deve transitar na área desocupada até uma nova atualização da Defesa Civil, enquanto medidas de controle e monitoramento são aplicadas para reduzir o perigo”, diz o boletim.

A equipe de análise do órgão ressalta que essas informações são baseadas em dados contínuos, incluindo análises sísmicas




Fonte: Agência Brasil

Polícia Federal combate tráfico de armas da Europa para o Brasil


A Polícia Federal (PF) desencadeou, nesta terça-feira (5), a operação Dakovo, contra um esquema de tráfico de armas europeias para o Brasil. Segundo a PF, uma empresa com sede no Paraguai foi responsável por importar milhares de pistolas e fuzis fabricados na Croácia, Turquia, República Tcheca e Eslovênia. 

No Paraguai, segundo as investigações, as armas tinham sua identificação raspada para dificultar o rastreamento. Elas eram repassadas a grupos de traficantes de armamentos que atuam na fronteira com o Brasil. Dali, eram revendidas a facções criminosas brasileiras.

Mandados de prisão

A PF estima que mais de 43 mil armas foram importadas no esquema em um período de três anos. Em quase 70 operações policiais foram apreendidas 659 armas em dez estados brasileiros.

Polícia Federal do Brasil e Polícia do Paraguai deflagram a Operação DAKOVO, de combate ao tráfico internacional de armas. Foto: Polícia Federal

Polícia Federal do Brasil e Polícia do Paraguai deflagram a Operação DAKOVO, de combate ao tráfico internacional de armas. Foto: Polícia Federal – Polícia Federal

Desde o início das investigações – feitas em parceria com o Ministério Público Federal (MPF) e com autoridades paraguaias – já foram expedidos 25 mandados de prisão preventiva e 54 de busca e apreensão nos dois países e também nos Estados Unidos.

Nesta terça-feira, foi apreendida grande quantidade de dólares, ainda a ser contabilizada. Centenas de fuzis e pistolas foram recolhidas na sede da empresa paraguaia. Também foi descoberto o local onde é feita a raspagem da identificação das armas.




Fonte: Agência Brasil

Emprega Prudente oferta 195 vagas em diversas áreas para trabalhadores do Oeste Paulista




Há chances para atendente, eletricista, secretária, técnico em informática, entre outras. Emprega Prudente divulga 195 vagas para profissionais de diversas áreas
Rodrigo Marinelli/g1
O Emprega Prudente, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (Sedepp) de Presidente Prudente (SP), está com 195 oportunidades disponíveis para profissionais de diversas áreas e escolaridades, nesta terça-feira (5).
Todos os cargos podem ser consultados no Mural de Vagas do site, plataforma que substituiu o antigo sistema do Balcão de Empregos.
Com o novo portal, as propostas podem ser consultadas de acordo com o setor de interesse. Além disso, os trabalhadores também podem cadastrar dados pessoais.
Há oportunidades para candidatos com ensino superior, técnico, médio e fundamental completos ou em andamento.
Há oportunidades para candidatos com ensino superior, técnico, médio e fundamental completos ou em andamento.
Confira as vagas disponíveis e as quantidades ofertadas:
1 vaga para Supervisor de Vendas
1 vaga para Supervisor de Logística
1 vaga para Auxiliar Administrativo Logístico
1 vaga para Assistente Operacional
1 vaga para Consultora de Vendas
1 vaga para Atendimento ao Cliente
1 vaga para Vendedora
1 vaga para Consultor de Vendas
2 vagas para Vendedora
7 vagas para Auxiliar de Enfermagem
1 vaga para Auxiliar de Compras
2 vagas para Auxiliar de Produção (PCD)
26 vagas para Auxiliar de Produção
4 vagas para Vendedor (a)
1 vaga para Atendente
1 vaga para Auxiliar Geral
1 vaga para Atendente de Loja Noturno
7 vagas para Atendente
1 vaga para Auxiliar de Manutenção em Refrigeração e Ar Condicionado
8 vagas para Motorista Entregador
2 vagas para Auxiliar Contábil
6 vagas para Auxiliar de Cozinha
10 vagas para Motorista de Caminhão Truck
10 vagas para Motorista de Caminhão Toco
2 vagas para Motorista Toco
1 vaga para Atendente de Restaurante
1 vaga para Representante Comercial
1 vaga para Serviços Gerais
4 vagas para Assessor de Operações
1 vaga para Operador de Guincho/Empilhadeira
1 vaga para Encanador
1 vaga para Eletricista
1 vaga para Auxiliar de Manutenção
1 vaga para Vendedor Externo
9 vagas para Pedreiro
1 vaga para Encarregado de Obra
1 vaga para Costureira
3 vagas para Vendedor
1 vaga para Pré-Vendedor
2 vagas para Vendedor Interno (colchões, estofados e móveis)
3 vagas para Vendedor Interno
4 vagas para Auxiliar Administrativo
1 vaga para Preparador Automotivo
1 vaga para Pintor Automotivo
1 vaga para Funileiro
1 vaga para Auxiliar de Funilaria e Pintura
1 vaga para Servente de Limpeza
1 vaga para Auxiliar de Eletricista
1 vaga para Ajudante de Serviços Gerais (PCD)
1 vaga para Auxiliar de Laboratório
2 vagas para Operadora de Caixa
1 vaga para Operador Comercial e de Caixa
1 vaga para Auxiliar de Padeiro
1 vaga para Auxiliar de Pizzaiolo
1 vaga para Assistente Técnico de Segurança do Trabalho
1 vaga para Técnico em Segurança
3 vagas para Recepcionista
1 vaga para Terapeuta Ocupacional
1 vaga para Fonoaudióloga
1 vaga para Mecânico de Manutenção
1 vaga para Auxiliar de Lavanderia
1 vaga para Confeiteira/Panificação
1 vaga para Segurança – Temporário
1 vaga para Auxiliar de Estoque
1 vaga para Servente de Obra (limpeza)
1 vaga para Chapeiro
1 vaga para Salgadeira
15 vagas para Motorista de Ônibus
2 vagas para Ajudante de Motorista
1 vaga para Líder de Oficina / Coordenador
1 vaga para Mecânico
1 vaga para Serviços Gerais de Limpeza
1 vaga para Auxiliar de Limpeza (PCD)
1 vaga para Auxiliar de Padaria
1 vaga para Vendedor Externo
2 vagas para Cozinheiro
1 vaga para Visitador Técnico/Representante Comercial
1 vaga para Secretária
1 vaga para Técnico em Informática
1 vaga para Auxiliar de Almoxarifado / Estoque
2 vagas para Analista de Pós Venda
Mais informações sobre o novo sistema podem ser obtidas diretamente na Sedepp, por meio do telefone 3918-4200.
A secretaria fica localizada na Rua Marrey Júnior, 250, no Jardim Bongiovani, em Presidente Prudente.

Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.




Fonte: G1

Em 5 anos, homicídios caem mais de 30% em seis estados e no DF


Entre 2016 e 2021, 12 das 27 unidades da federação registraram quedas nas taxas de homicídio superiores a 30%. Em sete delas – Acre, Alagoas, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Sergipe – a redução foi de mais de 40%. É o que mostra a nova edição do Atlas da Violência.

Considerando apenas o período entre 2020 e 2021, houve quedas robustas no Acre (33,5%), Sergipe (20,3%) e Goiás (18%). Já os maiores aumentos foram anotados no Amazonas (34,9%), Amapá (17,1%) e Rondônia (16,2%). Além do levantamento sobre homicídios, o Atlas da Violência inclui ainda uma série de informações envolvendo violências contra populações específicas: mulheres, crianças, idosos, LGBTQIAP+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Queer ou Questionadores, Intersexuais e Assexuais), negros e indígenas.

A publicação – divulgada anualmente pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) – tem como base principalmente dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) e do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), ambos sob gestão do Ministério da Saúde. Também são levados em conta os mapeamentos demográficos divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e levantamentos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

A série histórica de homicídios foi atualizada incluindo os dados de 2021, ano em que houve 47.847 ocorrências segundo consta no SIM. Esse número corresponde a uma taxa de 22,4 mortes por 100 mil habitantes. O índice caiu em relação a 2020, mas ficou em patamar acima do anotado em 2019.

Considerando a última década, o número de homicídios no país seguiu uma tendência ininterrupta de crescimento de 2011 a 2017, ano em que houve 65,6 mil ocorrências. A partir daí, houve queda em 2018 e em 2019, alcançando o patamar de 45,5 mil casos. Uma nova alta foi observada em 2020, com 49,8 mil assassinatos. Finalmente em 2021, foram 47,8 mil registros. Dessa forma, apesar da queda na comparação com o ano anterior, os dados ainda mostram um patamar acima do verificado em 2019.

A diminuição das taxas de homicídio ocorreu em praticamente todas as regiões do país, com exceção da região Norte. Cinco estados – Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – registraram índices abaixo de 19,9 por 100 mil habitantes. Já as maiores taxas – entre 35,5 e 52,6 por 100 mil habitantes – foram observadas no Amazonas, Roraima, Amapá, Ceará e na Bahia.

Atlas da Violência

O Atlas da Violência elenca fatores que contribuíram para essa dinâmica dos dados nos últimos anos, entre eles, o envelhecimento da população. Isso porque homens entre 15 e 29 anos são os que mais apresentam risco de serem vítimas de homicídios. Dessa forma, a redução da população de jovens teria influência na queda do número de casos desde 2017.

“A violência é a principal causa de morte dos jovens. Em 2021, de cada 100 jovens entre 15 e 29 anos que morreram no país por qualquer causa, 49 foram vítimas da violência letal. Dos 47.847 homicídios ocorridos no Brasil em 2021, 50,6% vitimaram jovens entre 15 e 29 anos. São 24.217 jovens que tiveram suas vidas ceifadas prematuramente, com uma média de 66 jovens assassinados por dia no país”, informa o levantamento.

O Atlas da Violência também indica outros dois fatores de influência para a queda observada. O primeiro é um armistício na guerra entre as maiores facções do país pelo controle do corredor internacional de drogas nas regiões Norte e Nordeste. O outro envolve os efeitos de programas qualificados de segurança pública adotados em alguns estados, abrangendo políticas e ações inovadoras.

“Chama atenção aí o estado da Paraíba, que vem reduzindo sucessivamente suas taxas de homicídio desde 2011. Naquele ano foi inaugurado o programa Paraíba Unida pela Paz, baseado em planejamento, apoiado em diagnóstico e orientado por resultados, no qual o governador atua pessoalmente como o fiador e condutor da política. É importante também salientar a importância da continuidade política no processo, uma vez que não apenas os governadores nessas quatro últimas gestões pertencem ao mesmo grupo político, bem como os gestores da segurança e defesa social permanecem entre os profissionais que ajudaram na formulação e introdução do programa naquele estado”, destaca o Atlas da Violência.

Conforme a publicação, as quedas observadas a partir de 2017 poderiam ter sido mais intensas. “A redução dos homicídios no país não foi mais robusta devido à política armamentista desencadeada no governo Bolsonaro”, revela a nova edição, que cita estudo do Fórum Brasil de Segurança Pública. Ele estima que, se não houvesse o aumento de armas de fogo em circulação a partir de 2019, teriam ocorrido 6.379 assassinatos a menos no Brasil em 2021.

Apesar da queda nas taxas de homicídio, o Atlas da Violência levanta preocupação com o uso letal da força pelas polícias no Brasil e indica que alguns eventos trazem fortes indícios de execução, o que acende um alerta para um país democrático, onde vigora o Estado de Direito.

Segundo o Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública 2023, no ano de 2022 houve 6.429 mortes por intervenção policial, o que representa 13,5% do total das mortes violentas intencionais no país. Em alguns estados como Bahia e Rio de Janeiro, esses índices alcançaram patamar acima de 20%.

Crianças e adolescentes

Segundo dados do Atlas da Violência, 2.166 crianças de zero a quatro anos e 7.396 de cinco a 14 anos perderam suas vidas por agressão no Brasil entre 2011 e 2021. O mesmo ocorreu com 97.894 adolescentes entre 15 e 19 anos. São vítimas que não tiveram a chance sequer de iniciar ou concluir a vida escolar, nem de construir um caminho profissional.

Na maioria das vezes, as agressões ocorrem em casa e os agressores são pessoas próximas, que gozam da confiança das vítimas. A Lei Menino Bernardo, aprovada em 2014, incluiu no Estatuto da Criança e do Adolescente a proibição do castigo físico como forma de educar os filhos. O Atlas da Violência aponta que essa é “uma violência que foi normalizada por diversas décadas”.

Mas, além da violência letal, o levantamento do Ipea chama também atenção para a violência física, psicológica, sexual, patrimonial e institucional, além de casos envolvendo negligência e trabalho infantil.

“A proporção de estudantes do ensino fundamental que deixaram de ir à escola por causa da sensação de insegurança é expressiva. No Brasil, saltou de 5,4% em 2009 para 11,4% em 2019”, informa a publicação.

Uma atenção especial é dedicada ao bullying (intimidação sistemática), que estaria crescendo no ambiente digital, por meio de celulares, computadores e outros dispositivos usados para difundir mensagens e imagens. Dados do IBGE, reunidos no Atlas da Violência, indicam que a proporção dos estudantes que foram objeto de cyberbullying (práticas do bullying cometidas em espaços virtuais) é apenas ligeiramente superior no ensino médio (13%) em comparação ao ensino fundamental (12,6%).

“O bullying é expressão de preconceito, intolerância e discriminação por modos específicos de ser (etnia, raça, gênero, classe, estilos de comportamento, maneiras e forma do corpo, posição política e ideológica, etc.), retrata-se na

forma de agressão moral, psicológica e física e aparece em formas verbais (xingamento, insultos, chacotas, difamação etc.) ou físicas (agressões, ameaças ou intimidação)”, define o Ipea.

Idosos e LGBTQI+

Esta edição do Atlas da Violência trouxe, também, de forma inédita, uma seção que trata da violência contra idosos. “O tema ganha destaque porque o Brasil caminha a passos largos no processo de transição demográfica, rumo ao envelhecimento da população. Daí faz-se mister trazer à tona essa questão, que tende a crescer nos próximos anos e décadas e representará mais um grande desafio para governos e sociedade”, registra a publicação.

O Atlas da Violência chama atenção para diferenças envolvendo raça. A mortalidade por agressão é cerca de 41% mais elevada para negros do que para não negros em 2021, quando o país registrou uma taxa de 16,6 óbitos por agressão por 100 mil habitantes para negros, e de nove por 100 mil para não negros.

No tópico em que discute as violências contra a população LGBTQI+, o Atlas da Violência destaca a necessidade de maior compromisso das instituições estatais com o diagnóstico da situação.

“As limitações na produção de dados constituem o principal desafio técnico à implementação de políticas públicas destinadas a esta população”, acentua. Além da insuficiência de dados, a publicação salienta que a institucionalização de discursos LGBTfóbicos durante o governo de Jair Bolsonaro gerou uma falta de confiança desta população no dispositivo de denúncia, que acusou queda no número de ocorrências registradas.




Fonte: Agência Brasil

Após denúncia, assentada recebe multa de R$ 2,6 mil por confinar javaporcos, em Caiuá




Policiais ambientais encontraram os animais nos fundos de uma propriedade rural. Mulher é multada em R$ 2,6 mil por manter javaporcos em cativeiro, em Caiuá (SP)
Polícia Ambiental
Uma mulher, de 46 anos, foi multada em R$ 2,6 mil nesta segunda-feira (4), por manter três javaporcos confinados, em Caiuá (SP).
A Polícia Militar Rodoviária foi até o Assentamento Maturi atender uma denúncia de animais em cativeiro.
Na propriedade rural, os agentes entraram em contato com a proprietária, que ficou ciente da denúncia e acompanhou a fiscalização.
Em meio a vistoria, foram localizados três animais híbridos da espécie javaporco sendo mantidos em confinamento nos fundos do loteamento.
Diante dos fatos, foi lavrado um Auto de Infração Ambiental em desfavor da sitiante no valor de R$ 2,6 mil, por “introduzir animal exótico no Estado de São Paulo”.
Os javaporcos foram apreendidos e, por falta de local para destinação, ficaram sob os cuidados da infratora.
Mulher é multada em R$ 2,6 mil por manter javaporcos em cativeiro, em Caiuá (SP)
Polícia Ambiental
Mulher é multada em R$ 2,6 mil por manter javaporcos em cativeiro, em Caiuá (SP)
Polícia Ambiental

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Fonte: G1

Motorista fica ferida após capotar carro na Avenida da Saudade, em Presidente Prudente




Motorista fica ferida após capotar com veículo na Avenida da Saudade, em Presidente Prudente (SP)
Robson Moreira/TV Fronteira




Fonte: G1

Idoso morre após ser atropelado na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, em Flórida Paulista




Vítima foi encontrada sem sinais vitais na via e nenhum veículo foi identificado no local. Homem, de 68 anos, morre ao ser atropelado por veículo na SP-294, em Flórida Paulista (SP)
Polícia Rodoviária
Um homem, de 68 anos, morreu após ser atropelado por um veículo na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), na madrugada desta terça-feira (5), em Flórida Paulista (SP).
Segundo a Polícia Militar Rodoviária, a vítima é moradora de Flórida Paulista e foi encontrada sem sinais vitais sobre a faixa de rolamento da pista leste, na altura do km 611,900.
A princípio, os indícios apontam que o homem foi atropelado, porém, nenhum veículo foi identificado no local.
A equipe da Concessionária Eixo-SP, responsável pela administração da via, esteve presente e constatou o óbito no local.
O delegado plantonista da Polícia Civil e o perito da Polícia Técnico Científica de Adamantina (SP) compareceram no local e colheram informações necessárias para prosseguir com as investigações.
Ainda conforme a Polícia Rodoviária, o corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Adamantina.
O trânsito flui normalmente na via.

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Fonte: G1

Festival de cultura indígena movimenta Brasília em dezembro


A capital do país receberá a primeira edição do Festival Brasil É Terra Indígena, nos próximos dias 13 e 14 de dezembro, em um complexo cultural que será montado na esplanada do Museu Nacional da República, região central de Brasília. Gratuito, o evento reunirá talentos da música e das artes plásticas, com destaque para artistas indígenas, além da exposição de artesanato e debates sobre economia criativa, bioeconomia e intercâmbios culturais diversos, incluindo moda e gastronomia.

A programação musical completa de artistas indígenas conta com Djuena Tikuna, Kaê Guajajara, Siba Puri, DJ Rapha Anacé, Tainara Takua, Gean Pankararu, Heloisa Araújo Tukue, Brisa Flow, DJ Eric Terena, MC Anarandá, Katú Mirim, Edvan Fulni-ô, Suraras do Tapajós, LaManxi, Brô MC’s e Grandão Vaqueiro. Outros artistas consagrados da cena musical brasileira, como Lenine, Gaby Amarantos e Felipe Cordeiro participam como convidados dos músicos indígenas. Os Bro Mc’s convidam o rapper Xamã ao palco. Gaby Amarantos e Felipe Cordeiro são os convidados do show das Suraras do Tapajós. Gean Pankararu leva para a sua apresentação o cantor Lenine. Já Mariene de Castro participa do show da cantora Djuena Tikuna.

Além da programação de shows, o Brasil é Terra Indígena tem exposições de arte e debates sobre riqueza cultural e bioeconomia. O festival tem patrocínio do Instituto Cultural Vale, articulação do Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) e apoio dos ministérios da Cultura e  dos Povos Indígenas.

Criado como ato político e cultural, o projeto é uma ação que une o contemporâneo e o tradicional como forma de elevar e dinamizar a produção cultural indígena e a auto-sustentação dos povos originários brasileiros. “Nossa missão com o Festival Brasília é Terra Indígena é oferecer, espaço, estrutura e visibilidade a artistas indígenas dos nossos seis biomas. Nossa festa carrega consigo a luta por direitos, por isso a importância de ter junto de nós artistas que são aliados da nossa causa”, define Priscila Tapajowara, coordenadora do evento. “Temos muitos artistas indígenas produzindo música de qualidade altíssima, mas ainda sem visibilidade. É justamente esse cenário que queremos mudar”, acrescenta.

Feira de Arte

O festival contará com a Feira de Arte dos Povos Indígenas, aberta nos dois dias de festival, das 9h às 20h. Cerca de 80 artistas indígenas foram convidados, procedentes de todos os seis biomas brasileiros. Entre as etnias presentes estarão os povos Yanomami, Macuxi, Terena, Baré, Ashaninka, Kadiwéu, Guarani, Guajajara, Tremembé, Wauja e Mehinaku.

O Espaço Tecnologia e Ancestralidade será o local de debates e rodas de conversa, informou a organização. Uma das atividades previstas é o talk show Comunicação Indígena e Suas Narrativas, que contará com a participação de associações como Mídia Indígena, Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Coordenação de Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), Grande Assembleia dos Povos Guarani e Kaiowá (ATy Guasu), Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme), Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul (Arpinsul), Articulação dos Povos Indígenas da Região Sudeste (Arpinsudeste), Comissão Guarani Yvyrupa e o Conselho do Povo Terena.




Fonte: Agência Brasil

Peixe na água e rede vazia: desastre da Braskem atinge pescadores


Parte dos peixes e mariscos sempre presentes no prato dos moradores de Maceió tendem a sumir. Tainha, bagre, mandim, camurim, mororó, sururu, maçunim, siri e caranguejo, que habitam a Lagoa Mundaú, correm risco de não serem mais pescados, ao menos por um tempo.

Na última sexta-feira (1º), a Capitania dos Portos, órgão da Marinha, proibiu o tráfego de embarcações em grande parte da Lagoa Mundaú devido aos riscos de desabamento da mina nº 18 de exploração de sal-gema pela petroquímica Braskem.

Desde o começo da crise com afundamento das minas, iniciada em 2018, é a primeira vez que as atividades de pesca são proibidas

A situação trouxe desespero para ao menos 500 pescadores da região, que já vinham sofrendo com a assoreamento da lagoa e a poluição.

Mauro Santos, presidente da Colônia de Pescadores da Zona 4, que circula a área isolada pela exploração da Braskem, fala que a produção do pescado vem diminuindo nos últimos 10 anos.

“Devido ao medo desse afundamento (da mina 18 da Braskem), a capitania botou uma nota impedindo de circular ali, naquela área. Mas ali a gente não circula, a gente trabalha. É diferente de interditar uma via, porque ao interditar uma via, sempre se arruma outra alternativa. E a gente não, não pode interditar onde é trabalho. Ali não é passeio, é o trabalho da gente lá”, diz Mauro.

A pescadora e marisqueira Andreza Santos afirma que a situação da pesca piorou nos últimos anos. Ela diz que com a proibição da pesca na lagoa, está indo para locais mais distantes para trabalhar.

“A gente tá se virando como pode. Estamos indo para outro local, que não é nossa área, para pescar mais longe. Agora veio ajuda das cestas básicas, mas não vai amenizar nosso sofrimento como pescadores. A gente quer que o pessoal tenha responsabilidade com a gente, que somos pescadores. Hoje era para a gente estar com essas redes na água”, lamenta.

Mauro Santos diz que a maioria dos pescadores vive ao redor da Lagoa do Mundaú e, por medo, pede a realocação dos Flexais, comunidades no bairro de Bebedouro. A demanda emergencial dos pescadores é que se pague um auxílio ou seguro defeso que permita a sobrevivência.

Maceió, 04/12/2023, Pescadores de Maceió enfrentam dificuldades com a interdição da lagoa Mundaú. Região corre risco de desabamento. Foto: Gésio Passos/Agência Brasil

Segundo presidente da Colônia de Pescadores da Zona 4, Mauro Santos, produção do pescado vem diminuindo nos últimos 10 anos. Foto: Gésio Passos/Agência Brasil

No final de semana, a prefeitura de Maceió começou a entrega de cestas básicas que, para os pescadores, ainda é insuficiente.

“Para quem estava impedido de pescar, tendo necessidade de levar o alimento para casa, aí [a cesta básica] já foi um paliativo. É um paliativo enquanto a gente está reivindicando uma ajuda, que seja tanto um auxílio como um seguro [defeso] para melhorar. Porque a gente não vai viver só de comida, porque a gente precisa pagar água, precisa pagar luz. É por isso que precisa de uma ajuda.”, apela Mauro.

Nesta segunda-feira (4), a prefeitura se reuniu com o Ministério da Pesca para solicitar o seguro defeso para os pescadores atingidos pela ação da Braskem.

Centro de Apoio

Em nota, a Braskem informou que está em construção um centro de apoio aos pescadores e píer, tendo sido seus projetos discutidos com representantes da Colônia de Pescadores Z4 e Federação dos Pescadores. A empresa reconhece ainda a condição de isolamento social dos moradores das comunidades dos Flexais.

A Braskem ainda afirma que diagnóstico ambiental independente e demais estudos realizados demonstram não haver impacto na qualidade da água ou restrição à atividade pesqueira decorrente das atividades da empresa.

Na segunda-feira, o Ministério Público Federal de Alagoas e a Defensoria Pública da União expediram uma recomendação para que a Braskem, em 5 dias, garanta auxílio-financeiro para pescadores e marisqueiros atingidos pela interdição da Lagoa Mundaú.




Fonte: Agência Brasil