Filho é preso por violência doméstica e descumprimento de medida protetiva contra a própria mãe, em Presidente Prudente




Vítima, de 58 anos, alegou que jovem não lhe dá ‘paz’ há dois meses, no Jardim Estoril. Filho foi preso por violência doméstica e descumprimento de medida protetiva contra a própria mãe, em Presidente Prudente (SP), nesta segunda-feira (16)
Leonardo Jacomini/g1
Um homem, de 30 anos, foi preso em flagrante, nesta segunda-feira (16), por violência doméstica e descumprimento de medida protetiva de urgência contra a própria mãe, de 58 anos, no Jardim Estoril, em Presidente Prudente (SP).
De acordo com o registro do Boletim de Ocorrência, a vítima chegou em casa e percebeu que o suspeito, que deveria manter uma distância de 300 metros dela, estava dentro de um cômodo. Neste momento, ela se escondeu dentro de um banheiro e acionou a viatura da Polícia Militar, que foi ao local e o encontrou deitado no chão de um quarto.
A PM, então, constatou que realmente havia uma medida protetiva em desfavor do homem. Ele foi preso em flagrante e conduzido à Delegacia da Polícia Civil.
A vítima alegou que, “desde os 15 anos”, o filho faz uso de drogas e que há seis meses não lhe dá “paz”.
“Na semana passada, ele ficou preso uma noite, mas foi liberado na custódia. O juiz determinou seu afastamento, mas de madrugada ele continua indo na casa. Ontem [domingo (15)] à noite ele apareceu em casa e pegou umas carnes e outros mantimentos e saiu”, relatou a mãe.
O delegado Lincoln de Souza Simonato informou ao g1, na tarde desta segunda-feira, que a prisão em flagrante do homem foi convertida para preventiva e que ele foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP), em Caiuá (SP).
A vítima foi cientificada pela Polícia Civil:
da eventual necessidade de representação, em virtude da natureza da infração, a ser oferecida pessoalmente ou por procurador, com poderes específicos, no prazo improrrogável de seis meses, a partir do conhecimento da autoria,
dos direitos que lhe são assegurados pela Lei Maria da Penha, dentre eles o de requerer medidas protetivas de urgência,
da possibilidade de o delegado determinar ao agressor o afastamento do lar, desde que seja verificada a existência de risco atual ou iminente a vida ou a integridade física da mulher em situação de violência doméstica e familiar, ou de seus dependentes; e
da rede de apoio disponível para que seus direitos sejam assegurados.

Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.




Fonte: G1

Santa Catarina permanece em alerta para temporais


A Defesa Civil de Santa Catarina manteve o alerta de atenção meteorológica para temporais nestas segunda (16) e terça-feira (17). Desde o início deste mês de outubro, o estado já registra quatro mortes, em decorrência das chuvas fortes que atingem a região.

Para esta segunda-feira, mais temporais devem atingir o Grande Oeste de Santa Catarina. A previsão de chuvas fortes é para todo o estado, com risco de queda de galhos e árvores, destelhamentos e danos na rede elétrica. A condição de chuvas intensas deverá se estender ao Planalto Norte, na terça-feira, aumentando os perigos. “Muita atenção para risco de temporais com quedas de granizo, vendavais, chuvas intensas e também para riscos de enxurradas, alagamentos, deslizamentos. O solo está muito encharcado, em virtude das chuvas dos últimos dias e também para riscos de inundações graduais”, alerta o coordenador de monitoramento e alerta da Defesa Civil, Frederico Rudorff.

Vítimas

No sábado (14), o corpo da quarta vítima em decorrência das chuvas, Maicon Moraes Agostinho, de 29 anos, foi encontrado. Ele estava desaparecido no município de Campo Belo do Sul, desde o dia 7, depois de ter sido arrastado pela enxurrada, ao tentar atravessar uma ponte submersa, montado a cavalo.

Além de Maicon, a Defesa Civil já havia confirmado nos dias anteriores a morte de Paulo Torinelli, de 65 anos; Olívia Berto, de 75 anos; e Rodrigo Farias, de 42 anos. Um quinto óbito está sendo analisado pela Defesa Civil, para confirmação se houve relação com as chuvas.

“Os incidentes que nós tivemos durante todos esses eventos em Santa Catarina poderiam ser evitados, bastava um pouco mais de cuidado. Não atravessem em pontes, não atravessem em áreas alagadas. Você não consegue ver onde está pisando, você não consegue identificar a vazão dos rios e das águas”, orienta o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, coronel Fabiano de Souza.

Municípios

De acordo com o último relatório divulgado pelo órgão, na manhã de hoje, são 144 os municípios que registraram alguma ocorrência causada pelos temporais, dos quais 126 já decretaram situação de emergência. Os municípios mais afetados receberam apoio da Marinha do Brasil, Exército Brasileiro e Polícia Rodoviária Federal, além de terem as equipes municiais e estaduais de resgate, segurança pública e assistência social trabalhando em conjunto.

Barragem

Na manhã de domingo (15), uma das comportas da Barragem Norte em José Boiteux, Vale do Itajaí, foi aberta, após o reservatório atingir o volume máximo e começar a verter acima da estrutura de contenção, representando risco de cheias para a região do Médio Vale, segundo informou a Defesa Civil. Indígenas dos povos Xokleng, Guarani e Kaingang, que vivem na região, temiam a inundação da Terra Indígena (TI) Ibirama-LaKlanõ.

As sete comportas da barragem não eram operadas desde 2014, por isso, o sistema hidráulico de controle apresentou problemas quando uma segunda comporta começou a ser aberta e a operação foi interrompida. De acordo com estudos técnicos da Defesa Civil, a abertura de uma única comporta já irá representar “até dois metros a menos nas enchentes dos municípios às margens do rio Itajaí-Açu.”

Na operação para a abertura das comportas a Defesa Civil atuou junto com a Polícia Federal e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas. O Ministério dos Povos Indígenas também anunciou a liberação de R$ 1,2 milhão para ajuda humanitária e emergencial aos povos atingidos pelas chuvas.

De acordo com uma nota divulgada no sábado (14), várias ações estão sendo implementadas para garantir a segurança dos povos que vivem na região. Entre as medidas, foi solicitada à Defesa Civil um laudo imediato que “comprove a segurança do comportamento das águas após o fechamento das comportas da Barragem Norte, sobretudo após o transbordo das águas acima da estrutura de contenção.”




Fonte: Agência Brasil

PRF registra 79 mortes em rodovias federais durante o feriado


A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 926 acidentes durante a Operação Nossa Senhora Aparecida 2023, encerrada na madrugada deste domingo (15). Deste total, 263 foram considerados graves, deixando 1065 pessoas feridas e 79 mortas.

Em 2022, no mesmo período, ocorreram 940 acidentes, sendo 271 graves. No total, morreram 80 pessoas e 1116 pessoas ficaram feridas. A comparação mostra a redução de 3% no número de acidentes graves; e de 4,8% no número de pessoas feridas.

A PRF lembra que a operação iniciada no dia 11 de outubro compreende um período de grande fluxo de pedestres e de veículos.

Ao todo, 54.309 veículos foram fiscalizados por mais de 9 mil policiais escalados para a operação. Os 31.564 testes de alcoolemia feitos nos motoristas resultaram em 1092 autuações.

Segundo a PRF, 36.591 condutores foram flagrados dirigindo em uma velocidade acima do limite da pista. Outros 5697 foram flagrados cometendo ultrapassagens irregulares; e 3404 veículos foram autuados com motoristas ou passageiros sem usarem devidamente o cinto de segurança.

A PRF registrou 517 casos de crianças ou bebês que estavam sendo transportados sem o uso adequado da cadeirinha.

Criminalidade

A Operação Nossa Senhora Aparecida apreendeu, durante o período, 10 toneladas de maconha e retirou de circulação 17 armas de fogo e 194 munições irregulares. Além disso, recuperou 93 veículos com registro de roubo ou furto e deteve 593 pessoas.




Fonte: Agência Brasil

Integrantes do MST fazem manifestação no Centro de Presidente Prudente




Movimento social também cobra “medidas concretas e efetivas” do governo federal. Integrantes do MST fazem manifestação no Centro de Presidente Prudente (SP)
Betto Lopes/TV Fronteira
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realiza, na manhã desta segunda-feira (16), o “Ato em defesa das Terras Públicas e por Reforma Agrária já”, em frente à Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo, no Centro, em Presidente Prudente (SP).
A ação faz parte da “Jornada Nacional por Terra e Comida de Verdade para o Povo” e tem como foco a “denúncia da Lei n° 17.557/2022”, que conforme o movimento social “tem como objetivo a entrega de cerca de 500 mil hectares de terras públicas nas mãos de grileiros de terras mediante ao pagamento de apenas 10% do valor”.
O MST reforçou ainda que a legislação foi questionada no Supremo Tribunal Federal (STF), por meio de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI).
“O MST, em várias regiões do Estado de São Paulo, centralizará as suas ações para denunciar o governo paulista e pressionar o STF para que acelere a análise da ADI e cancele a tal lei”, afirmou o documento do movimento social.
Integrantes do MST fazem manifestação no Centro de Presidente Prudente (SP)
Betto Lopes/TV Fronteira
O movimento ainda reforçou que a jornada busca cobrar do governo federal “sobre a necessidade de medidas concretas e efetivas para superarmos a situação de pobreza do campo com políticas públicas massivas para melhorar a qualidade de vida no campo e na cidade”.
“Entendemos que o Governo Lula é comprometido com a superação dos principais problemas do país. No entanto, até agora não houve o anúncio de nenhum Plano Nacional de Reforma Agrária. Entendemos ele como medida fundamental para o enfrentamento a problemas estruturais no país. Por isso, cobramos que o Governo assuma o compromisso de efetivar medidas concretas de retomada de políticas ligadas à Reforma Agrária, com o seu devido orçamento”, disse o documento do MST.
Integrantes do MST fazem manifestação no Centro de Presidente Prudente (SP)
Betto Lopes/TV Fronteira
O movimento social afirmou ainda que é necessário o assentamento imediato de todas as famílias acampadas no país. “São mais de 60 mil famílias debaixo da lona preta, na luta pela terra. São famílias que se colocaram na frente da luta pela democracia nos últimos seis anos e que agora almejam a conquista da terra”, afirmou o MST.
O documento encerrou afirmando que não será uma jornada de ocupações, “mas de mobilizações e manifestações diversas que buscam cobrar do Governo Federal as medidas necessárias para retomarmos um programa de Reforma Agrária condizente”.
Integrantes do MST fazem manifestação no Centro de Presidente Prudente (SP)
Betto Lopes/TV Fronteira
Em nota à TV Fronteira, a Superintendência Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) do Estado de São Paulo informou que “as terras públicas devem ser destinadas à reforma agrária, conforme determina a Constituição Federal”.
O Incra informou ainda estar aguardando a decisão do STF na ADI que alega a inconstitucionalidade da referida lei.
“Além disso, o Incra está buscando a Fundação Itesp com intuito de realizar novo convênio para arrecadação dessas terras públicas e sua destinação à reforma agrária.”
O g1 solicitou um posicionamento oficial à Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp) em Presidente Prudente e até a última atualização desta reportagem não houve resposta.
Integrantes do MST fazem manifestação no Centro de Presidente Prudente (SP)
Betto Lopes/TV Fronteira

Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.




Fonte: G1

Com oficinas e minicursos, 2ª edição da Feira de Ciências e Tecnologia do Oeste Paulista começa em Presidente Prudente | Presidente Prudente e Região


A 2ª edição da Feira de Ciências e Tecnologia do Oeste Paulista tem início, a partir das 14h30 desta segunda-feira (16), em Presidente Prudente (SP). O evento conta com programação gratuita de palestras, oficinas, minicursos, visitas técnicas, mesas-redondas, noites de observação e atividades culturais até o dia 20 de outubro.




Fonte: G1

Com porções de maconha enterradas em matagal, duas mulheres são presas por tráfico de droga em Presidente Prudente



Ocorrência foi registrada, na madrugada desta segunda-feira (16), no Parque Primavera. Duas mulheres, de 22 e 49 anos, foram presas em flagrante, na madrugada desta segunda-feira (16), por tráfico de drogas com mais de 75 quilos de maconha, no Parque Primavera, em Presidente Prudente (SP).
Conforme o Boletim de Ocorrência, os policiais do 8º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) receberam informações de que iria ocorrer uma transação de drogas.
A equipe foi até o local indicado, montou um ponto de observação e avistou duas mulheres saindo de um matagal em direção à rua. Os policiais notaram ainda que uma delas carregava uma embalagem de cor preta em uma das mãos.
As envolvidas foram abordadas e os agentes verificaram que uma das mulheres carregava dez porções de maconha. Ao ser questionada, ela afirmou que o entorpecente pertencia ao seu marido, que havia sido preso recentemente por tráfico de drogas.
A outra mulher relatou que sabia da situação e apenas acompanhava a amiga.
Os policiais localizaram ainda dois tonéis enterrados em meio ao mato contendo 68 porções de maconha, seis vasilhames íntegros e um estilhaçado com substância similar à skank. As mulheres foram detidas e encaminhadas para a Delegacia da Polícia Civil.
Na unidade policial, uma das envolvidas optou por permanecer em silêncio. Já a outra mulher relatou que estava em sua casa e a amiga lhe convidou para acompanhá-la até um matagal onde havia drogas escondidas. Ela disse ainda que sabia o que tinha ido buscar e reforçou que o entorpecente não lhe pertencia.
A maconha apreendida totalizou 75,28 kg.
O delegado responsável pelo caso ratificou a prisão em flagrante das duas mulheres por tráfico de drogas, que permaneceram à disposição da Justiça.

Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.




Fonte: G1

Operação Padroeira 2023 registra mais de 2,2 mil infrações nas rodovias do Oeste Paulista




Ação da Polícia Rodoviária ocorreu entre os dias 11 e 15 de outubro. Rodovia Raposo Tavares (SP-270), em Presidente Prudente (SP)
Cart
Finalizou às 23h59 deste domingo (15) a “Operação Padroeira 2023” realizada pela Polícia Militar Rodoviária no Oeste Paulista. A ação, que teve início na última quarta-feira (11), fiscalizou 1.530 quilômetros de rodovias da região de Presidente Prudente (SP) e registrou mais de 2,2 mil infrações de trânsito.
A ação policial tinha como objetivo sedimentar condições de trafegabilidade cada vez mais seguras, conscientes e humanizadas, “com foco na fiscalização da questão comportamental do motorista”.
Confira na tabela abaixo o número de acidentes e vítimas registrados.
Acidentes na região de Presidente Prudente
A Polícia Rodoviária reforçou ainda que a “maioria dos sinistros poderiam ter sido evitados pois, em grande parte dos casos, a causa desses sinistros continuam relacionados à imprudência, negligência ou imperícia dos condutores ou pedestres, como por exemplo o desrespeito às regras estabelecidas na via”.
Confira na tabela abaixo as principais infrações durante a operação.
Infrações de trânsito na região de Presidente Prudente
Além disso, quatro pessoas foram presas em flagrante e 3,1 kg de entorpecentes foram apreendidos.

Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.




Fonte: G1

Agentes da Força Nacional começam a atuar no Rio nesta segunda-feira


Cento e cinquenta agentes da Força Nacional de Segurança começam a atuar no Rio de Janeiro nesta segunda-feira (16). Esse é o primeiro contingente de um total de 300 que atuarão em apoio às forças estaduais fluminenses.

Junto com os 150 agentes, estarão no estado, neste primeiro momento, 40 viaturas (de um total de 80).

A Força Nacional realizará operações nas rodovias, sob a liderança da Polícia Rodoviária Federal, de acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

A atuação da Força Nacional foi pedida pelo governador fluminense, Cláudio Castro, no fim de setembro, para ajudar as polícias estaduais nas ações contra criminosos durante a Operação Maré, que começou na semana passada, antes mesmo da chegada dos agentes da Força Nacional.

Segundo o MJSP, na terça-feira (17), o secretário-executivo da pasta, Ricardo Cappelli, se reunirá com o Ministério Público Federal (MPF), com o objetivo de tratar de questões voltadas à atuação das forças federais de segurança na capital fluminense.




Fonte: Agência Brasil

SP: Protesto pede fim do cerco e bombardeios à Faixa de Gaza


A comunidade palestina em São Paulo e apoiadores fizeram na manhã deste domingo (15) um ato na Avenida Paulista, na região central da capital. Com um pequeno carro de som, faixas e cartazes, o protesto pediu que Israel interrompa os bombardeios e ataques à Faixa de Gaza.

Salsabil Tag Eldin está há 9 anos no Brasil e trabalha como intérprete, auxiliando pessoas de língua árabe nos trâmites burocráticos de visto e refúgio. Ela saiu da Palestina “por causa da guerra, para uma vida melhor, que a gente consiga estudar e trabalhar”.

Ela mantém contato com famílias que estão passando dificuldades em Gaza. Uma dessas amigas também mora no Brasil, mas viajou com os dois filhos para visitar a família do marido, que ainda vive na região. “Estou falando com ela todos os dias, mas ela está sem internet, sem água, sem luz, sem nada. Eu mandei uma mensagem e ela só recebeu 24 horas depois”, conta.

Os relatos e informações que recebe do país de origem a tem deixado “muito triste”. “Quando eu vejo os vídeos, principalmente de crianças lá, eu começo a chorar. É muito difícil”, conta.

Rawa Alsagheer é coordenadora dos movimentos Dignidade para as Mulheres Palestinas e Caminho Palestino Revolucionário Alternativo. Vivendo no Brasil há 8 anos, ela se vê na obrigação de contar a versão dos palestinos sobre o conflito para o mundo. “Se a gente, palestinos da diáspora, não sairmos e colocarmos a realidade, que é o que os palestinos estão passando há 75 anos, quem vai fazer isso?”, diz,

Brasília (DF), 15/10/2023,  O socioambientalista Thiago Ávila, durante aula pública Pró-Palestina, na asa norte em Brasília. Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Brasília (DF), 15/10/2023, Integrantes de moviementos sociais se reuniram para debater as consequências das ações de Israel sobre o povo palestino. Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Na visão dela, muitas das informações sobre a região chegam ao Brasil de maneira distorcida. “Forma falsa e manipulada para parecer que essa ocupação está se defendendo e nós somos terroristas. Nós estamos defendendo o nosso direito à terra e à existência”, enfatiza a militante.

Brasília

Em Brasília também foi realizado neste domingo, no Eixão, um ato pró-Palestina. Os participantes debateram o conflito sob a perspectiva do sofrimento da população palestina tanto hoje como ao longo das décadas de disputa de território com Israel.




Fonte: Agência Brasil

Centenas de pessoas fazem ato no Rio de Janeiro em defesa de Israel


Centenas de pessoas fizeram, neste domingo (15), no Rio de Janeiro, um ato em defesa de Israel, país envolvido em um conflito com o grupo extremista islâmico Hamas. O ato foi organizado pela Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro (Fierj).

Carregando bandeiras e fotos de israelenses sequestrados pelo grupo palestino, os manifestantes caminharam pela orla de Copacabana, na zona sul da cidade, e entoaram frases como “Hamas, nunca mais”, “Libertem os reféns” e “Hamas é terrorista”.

Ao fim do protesto, vários dos manifestantes rezaram em hebraico e cantaram o hino israelense.

Rio de Janeiro (RJ), 15/10/2023 - Comunidade judaica faz caminhada em apoio a Israel, pela orla de Copacabana. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Rio de Janeiro (RJ), 15/10/2023 – Comunidade judaica faz caminhada em apoio a Israel, pela orla de Copacabana. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

“Essa manifestação é para condenar o terror e apoiar a existência do Estado de Israel. O que a gente muitas vezes vê, inclusive no nosso país, são pessoas complacentes com o terror. O terrorismo não é o caminho para chegar a lugar nenhum”, afirma o presidente da Fierj, Alberto David Klein.

O atual capítulo do conflito teve como estopim a invasão do Hamas ao território israelense, a partir de Gaza. O grupo palestino matou cerca de 1.300 israelenses, entre civis e militares, segundo as Forças de Defesa de Israel, e sequestrou dezenas de pessoas, levando-as para a Faixa de Gaza.

Em resposta, Israel iniciou um intenso bombardeio ao território palestino controlado pelo Hamas e onde vivem mais de 2 milhões de pessoas. Agências internacionais de notícias informam que mais de 2.300 palestinos, entre civis e militares, já morreram em Gaza




Fonte: Agência Brasil