Evento em SP celebra arte produzida por moradores em situação de rua


Para lembrar que existe muita cultura nas ruas, sendo produzida por pessoas em situação de vulnerabilidade social, o Museu da Língua Portuguesa e o Sesc Bom Retiro estão promovendo até amanhã (18), na capital paulista, o Festival Pop Rua, que discute o direito à cultura e apresenta produções artísticas realizadas por pessoas que vivem nas ruas de todo o país.

Com tendas de serviços para atendimento dessa população, almoços, shows musicais, apresentações artísticas e muitas mesas de debates, o festival vem mostrar que há muita produção cultural acontecendo nas ruas brasileiras e que há também muita gente em situação de vulnerabilidade querendo ocupar os espaços culturais do Brasil. O que eles precisam é de oportunidades.

São Paulo (SP), 17/08/2023 - Apresentação do Slamis, organizado pelo psiquiatra e palhaço Flávio Falcone e a palhaça Mafalda, durante o Festival Cultura e Pop Rua no Museu da Língua Portuguesa, em frente a estação da Luz. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Festival Pop Rua no Museu da Língua Portuguesa, em frente a estação da Luz. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

“Estou feliz demais. Emocionado demais”, disse Flávio Ferreira, 57 anos, após cantar no coral do projeto Uma Só Voz e ser bastante aplaudido ao se apresentar hoje (17) no festival.

Ferreira contou à reportagem da Agência Brasil que era casado e técnico em refrigeração, antes de passar a viver nas ruas do Rio de Janeiro por quatro anos. “Perdi tudo”, disse ele, que foi viciado em drogas e bebidas.

São Paulo (SP), 17/08/2023 - O músico em situação de rua, Wesley Lucas da Silva, participa do Festival Cultura e Pop Rua no Museu da Língua Portuguesa, em frente a estação da Luz. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O músico em situação de rua Wesley Lucas da Silva participa do Festival Cultura e Pop Rua no Museu da Língua Portuguesa. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Sua vida passou a mudar quando voltou a estudar e passou a frequentar o coral Uma Só Voz, que se reúne semanalmente no Museu do Amanhã. “Cheguei no coral por meio de dois amigos. Eu dormia na rua, na calçada da Defensoria Pública. Aí eles me convidaram. Eu não tinha nada para fazer mesmo. Aí fui e gostei demais”. Hoje ele está internado em um centro de recuperação e trabalha em um mercado. Frequenta o coral e assiste aulas. No futuro, quer ser veterinário e cuidar de cachorros, uma de suas paixões.

Ricardo Branco de Vasconcellos, o Rico, é o regente e responsável pelo coral. Segundo ele, o grupo reúne pessoas em extrema vulnerabilidade ou que já tiveram essa experiência de viver em ruas. “Esse é um projeto que acredita que a arte pode fazer a diferença para a pessoa”, disse ele, à Agência Brasil.

“A rua produz muita coisa sim. A rua produz pessoas solidárias, pessoas profissionais, artistas extraordinários, professores e potências estão ali. O que falta são festivais como esse. A realidade da rua é heterogênea. Mas, muitas vezes as políticas públicas não são pensadas para essa diversidade”, acrescentou ele.

Quem também se apresentou no festival foi o grupo Pagode na Lata, uma proposta cultural e educacional de redução de danos que atua na região da Cracolândia, em São Paulo. “O Pagode é uma construção coletiva de usuários, trabalhadores e ex-trabalhadores do território da Cracolândia”, disse Leonardo Lindolfo, assistente social e integrante do Pagode na Lata.

São Paulo (SP), 17/08/2023 - O músico do Pagode na Lata, Leonardo Lindolfo, participa do Festival Cultura e Pop Rua no Museu da Língua Portuguesa, em frente a estação da Luz. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Músico do Pagode na Lata, Leonardo Lindolfo, no Festival Cultura e Pop Rua. Foto:  Rovena Rosa/Agência Brasil

“Para além da redução de danos, focamos no viés da economia solidária. Hoje vamos tocar aqui no festival, mas tocamos também em outros lugares e vamos levantando uma grana. E o usuário que está no Pagode usa esse dinheiro para comprar uma bicicleta, para morar ou sair de uma situação de rua. E essa é uma vitória para a gente porque hoje, no Pagode na Lata, nenhum usuário está mais em situação de rua. Estamos olhando para outras estratégias, olhando para essa pessoa de forma integral e não só para o uso das substâncias. Há potências aqui na Cracolândia e a gente vai fomentando isso”, explicou ele à reportagem.

“Com essa grana, vamos fazendo o projeto, conseguindo sobreviver e fazendo com que essas pessoas sejam vistas de outras formas. Tem pessoas aqui que tocavam samba há 30 anos na região da Santa Cecília e, por algum desencontro na vida ou desorganização, elas perderam esse vínculo. Com a ausência do Estado, que deveria fomentar isso, a sociedade civil se organiza e vai tentando promover essas ações de cultura e de arte e também virando uma economia solidária”, destacou.

Transformação

Projetos como esses mostram que a cultura pode representar uma grande transformação na vida de uma pessoa. Como aconteceu com Darcy Costa, coordenador e secretário do Movimento Nacional da População de Rua.

São Paulo (SP), 17/08/2023 - Apresentação do Slamis, organizado pelo psiquiatra e palhaço Flávio Falcone e a palhaça Mafalda, durante o Festival Cultura e Pop Rua no Museu da Língua Portuguesa, em frente a estação da Luz. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Festival Cultura e Pop Rua no Museu da Língua Portuguesa, em frente a estação da Luz. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

“Vivi três anos em situação de rua. Fui usuário de crack por cinco anos. E o que me ajudou a me reorganizar e a mudar o meu foco foram justamente as oficinas de mosaico, de cultura e de desenho e os encontros de direitos humanos. Tudo isso me serviu como base e âncora para reorganizar minha cabeça e minha vida”, contou.

Hoje, ao palestrar durante o evento, Costa destacou que “a rua tem cultura”. E que essa capacidade precisa ser explorada.

“É possível sim a gente compreender essa cultura, esse potencial e a gente poder investir nisso, enxergando eles também como pessoas capazes de superar situações críticas. Com a ajuda das instituições de cultura, acredito que se torne muito mais possível. Precisamos de alimento, precisamos. Precisamos de locais para passar a noite. Mas precisamos de cultura, uma cultura transformadora e que permita que essas pessoas sejam integradas e participem da cidade com a cidade”, falou.

Para Robson César Correia de Mendonça, do Movimento Estadual da População em Situação de Rua de São Paulo, é preciso destacar que, além de produtores de cultura, as pessoas em situação de rua também querem viver a cidade. “A rua quer ser acolhida e quer participar das manifestações culturais, do teatro, da dança e de uma oficina de desenho”, disse ele. “Tem porta aberta para tudo. Só não há porta aberta na cultura, na moradia e no mercado de trabalho para essas pessoas”, destacou.

Portas fechadas escondem talentos. Como os amigos Flávio Alves da Silva, 31 anos, e Wesley Lucas da Silva, 22 anos.

Flávio vive nas ruas de São Paulo há 11 anos. A dependência química e os conflitos familiares o levaram a deixar a profissão de garçom, sua casa e uma possível carreira como cantor. “Eu já tive uma banda, sou cantor. Cantei na banda de uma igreja. Se tivesse oportunidade, eu voltaria [a cantar]”, falou ele.

Já Wesley, que vive nas ruas há cinco anos, era baterista. “Sou artista ainda. Sou baterista. Tinha 16 alunos e todos os sábados eu ensinava a tocar. Hoje em dia, não está fácil para ninguém. Artista sou desde que cresci. Já nasci com o dom. O que me falta é oportunidade. Falta todo mundo ver o que eu sou capaz de fazer. Faço qualquer tipo de música. Faço sozinho, ninguém me ensinou. Aprendi olhando”.

Enquanto as portas não se abrem para mostrar seus talentos, Wesley e Flávio aproveitaram o dia para curtir o festival. “Hoje é um dia de alegria, felicidade, amor e paixão. Estou sendo feliz em vir aqui. É bom distrair a mente, ver o povo sorrindo, a comida está maravilhosa”, falou Wesley.

“Estou aqui hoje participando da festa comendo, bebendo e sorrindo. Estou aqui comendo um tropeiro, com suco de laranja natural. E vou ver cultura, um pouquinho de cada coisa. Quero ouvir música”, completou Flávio.

Visibilidade

Segundo Renata Motta, diretora-executiva do Museu da Língua Portuguesa, o festival surgiu com a ideia de dar visibilidade para essas pessoas e aproximá-las das instituições culturais que estão localizadas na região central de São Paulo.

“A ideia surgiu a partir do reconhecimento dessas duas instituições [o Museu da Língua Portuguesa e o Sesc Bom Retiro] da nossa inserção neste território de alta vulnerabilidade social e aqui estamos falando do Bom Retiro, Luz, Santa Ifigênia e Campos Elísios. Pensamos então em criar um festival que visibilize a população em situação de rua. É um festival totalmente desenvolvido de forma participativa, com protagonismo da população de rua por meio dos seus movimentos sociais, mas também de coletivos e organizações que atuam e tenham lideranças de população em situação de rua. O primeiro ponto é a questão da visibilidade e o segundo ponto é um chamado para que o campo da cultura, especialmente das instituições culturais que estão nesse território, possa pensar em novas estratégias para atuação com esses públicos em vulnerabilidade social.”

Segundo ela, o festival pretende discutir o direito à cultura, que é determinado pela Constituição Federal. “É muito importante pensarmos na cultura como um direito e a cultura como potência, e as ruas como esse lugar de pessoas que também fazem e devem usufruir de cultura”.




Fonte: Agência Brasil

Manutenção em rede elétrica interdita parte da Avenida Manoel Goulart neste domingo; VEJA PONTOS | Presidente Prudente e Região


Equipes da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Cooperação em Segurança Pública (Semob) interditarão parte da Avenida Manoel Goulart neste domingo (20), das 6h às 12h, para manutenção na rede elétrica, em Presidente Prudente (SP). O serviço será executado pela empresa concessionária Energisa Sul-Sudeste.




Fonte: G1

Delgatti prestará novo depoimento à PF nesta sexta-feira


O hacker Walter Delgatti Netto prestará novo depoimento à Polícia Federal nesta sexta-feira (18). À Rádio Nacional, o advogado do hacker, Ariovaldo Moreira, confirmou a convocação e afirmou que os esclarecimentos serão prestados na sede da PF, em Brasília. Ele, entretanto, não confirmou o horário da nova oitiva.

Na última quarta-feira (16), ele prestou depoimento à corporação afirmando que recebeu R$ 40 mil da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) para invadir sistemas do Judiciário brasileiro e inserir falsos documentos e alvarás de soltura. A deputada nega as acusações.

Hoje, o hacker compareceu à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura os atos de 8 de janeiro e afirmou que recebeu do ex-presidente Jair Bolsonaro a promessa de indulto caso assumisse a autoria de um suposto grampo contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O indulto significa o perdão da pena, efetivado mediante decreto presidencial.

*Colaborou Gésio Passos, da Rádio Nacional 




Fonte: Agência Brasil

Grupo Banco do Brasil renegocia R$ 5,4 bilhões em um mês de Desenrola


Em um mês de Programa Desenrola, as empresas ligadas ao Banco do Brasil (BB) renegociaram R$ 5,4 bilhões. Desse total, mais de R$ 850 milhões correspondem à Faixa 2 do programa especial do governo, R$ 4,1 bilhões dizem respeito às renegociações especiais oferecidas pelo próprio banco e R$ 377 milhões foram renegociados por meio da empresa Ativos S.A, subsidiária do banco.

Segundo a instituição financeira, 608 mil clientes refinanciaram débitos desde 17 de julho. Desse total, cerca de 320 mil renegociaram por meio do Banco do Brasil e 288 mil por meio da subsidiária.

Além das pessoas físicas com renda de até R$ 20 mil, foco da primeira fase do Desenrola, o BB estendeu as renegociações para os demais públicos inadimplentes, micro e pequenas empresas e pessoas físicas em geral.

Na divisão por públicos, o BB renegociou mais de R$ 850 milhões de 101 mil pessoas físicas enquadradas na Faixa 2 do Programa Desenrola, cujas renegociações foram abertas há um mês. O banco também refinanciou cerca de R$ 2,9 bilhões de 194 mil pessoas físicas em geral e R$ 1,2 bilhão de cerca de 22 mil micro e pequenas empresas.

O Banco do Brasil oferece descontos de até 25% nas taxas de juros de renegociação, descontos de até 96% nas dívidas e prazo de até 120 meses para pagamento, para os públicos selecionados.

Em relação à Ativos S.A, empresa pertencente ao Banco do Brasil que atua na aquisição e cobrança de operações de crédito com mais de 90 dias de atraso, 288 mil clientes já foram beneficiados. A empresa oferece condições especiais como maior desconto nas operações e possibilidade de parcelamento em até dez vezes sem juros.

Canais de atendimento

Os clientes interessados em renegociar débitos com o Banco do Brasil podem usar o aplicativo ou o site da instituição. Para as pessoas físicas, o endereço da página na internet é www.bb.com.br/renegocie. As empresas devem fazer o pedido no endereço www.bb.com.br/renegociepj.

A renegociação também pode ser pedida por telefone, nos números 4004-0001 (Capitais) e 0800-729-0001 (demais regiões). O cliente pode usar ainda o WhatsApp, enviando uma #renegocie para o número (61) 4004-0001 e ir a qualquer agência do BB.




Fonte: Agência Brasil

Rede de supermercados oferece 11 vagas de emprego para mulheres vítimas de violência doméstica, em Presidente Prudente | Presidente Prudente e Região


De acordo com o MPT, a carta-compromisso prevê medidas que permitam, quando necessário, o afastamento do local de trabalho e a modificação das rotinas diárias das mulheres atendidas pelo programa, incluindo transferência de estabelecimento, adoção do trabalho remoto, jornadas de trabalho flexíveis, trabalho em tempo parcial ou licenças remuneradas.




Fonte: G1

Prêmio destina R$ 9 milhões para bibliotecas comunitárias


O Ministério da Cultura lançou nesta quinta-feira (17) o edital do Prêmio Pontos de Leitura 2023. Serão destinados R$ 9 milhões para premiar 300 bibliotecas comunitárias por suas ações de promoção da leitura e da literatura com o valor bruto de R$ 30 mil para cada. 

O objetivo do prêmio é reconhecer a atuação de bibliotecas comunitárias que contribuam significativamente para o fortalecimento da valorização da prática leitora, em contextos urbanos e rurais.  As bibliotecas comunitárias são iniciativas coletivas, criadas e mantidas por uma determinada comunidade, sem intervenção do poder público, com ações voltadas à mediação de leitura, criação literária e ampliação do acesso ao livro.

“Essas bibliotecas comunitárias promovem a diversidade e combatem a desigualdade”, disse o diretor do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas, Jeferson Almeida.

As inscrições podem ser feitas até o dia 18 de setembro pelo site Mapas Cultura. Podem participar pessoas físicas, jurídicas e coletivos culturais.

No evento de lançamento do edital, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, disse que o objetivo é apoiar as iniciativas da sociedade civil que já estão semeando inteligências em todos os lugares onde existem os pontos de leitura.




Fonte: Agência Brasil

Grupo anticorrupção terá foco em crimes ambientais e fraudes online


A Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla) terá como foco em 2023 e 2024 os crimes ambientais e a lavagem de dinheiro derivada deles e os crimes relacionados a relações comerciais e novas tecnologias, como fraudes envolvendo criptomoedas e apostas online. A primeira reunião do Conselho de Governança da Enccla foi realizada nesta quinta-feira (17), em Brasília.

“Estamos reinstitucionalizando a Enccla com uma nova configuração, com a criação de um grupo de governança, o conceito de metas e resultados e com foco no combate à corrupção e lavagem de dinheiro”, explicou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino. O Conselho da Enccla será presidido por Dino e pelo vice-presidente da República, Geraldo Alckmin.

Brasília(DF), 17/08/2023 - Ministro da Justiça, Flávio Dino e o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin presidem primeira reunião do Conselho de Governança da Enccla. Foto:Wilson Dias/Agência Brasil

Flávio Dino e Geraldo Alckmin presidem primeira reunião do Conselho de Governança da Enccla – Wilson Dias/Agência Brasil

O ministro da Controladoria-Geral da União, Vinicius Marques de Carvalho, disse que desde que foi criada, em 2003, a Enccla proporcionou o treinamento de milhares de servidores públicos na área de combate à lavagem de dinheiro, além da constituição de uma rede de laboratórios no tema e a integração entres os órgãos de controle e combate a corrupção no país.

O secretário nacional de Justiça, Augusto de Arruda Botelho, ressaltou que a Enccla é uma das iniciativas mais importantes do Estado brasileiro para debater e propor medidas para o combate à corrupção e à lavagem de dinheiro. Segundo ele, com o Conselho de Governança, as ações serão mais objetivas, práticas e efetivas.

Atualmente, a Enccla é formada por 80 instituições públicas dos três Poderes e esferas (Executivo, Legislativo e Judiciário) e o Ministério Público, além de entidades. O objetivo é formular políticas públicas e soluções para enfrentar a corrupção e a lavagem de dinheiro no país.

Conselho

O objetivo do Conselho de Governança é elevar o nível de representatividade da Enccla, para fortalecê-la, a fim de definir temas prioritários para o Estado brasileiro no combate à corrupção e à lavagem de dinheiro, unindo as esferas política e burocrática, além de impulsionar a implementação dos resultados.

Participam dele representantes dos seguintes órgãos: Vice-Presidência da República, Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Advocacia-Geral da União (AGU); Banco Central do Brasil, Controladoria-Geral da União (CGU), Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Polícia Federal (PF), Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB) e Tribunal de Contas da União (TCU).




Fonte: Agência Brasil

Helicóptero com três a bordo desaparece na floresta amazônica


Um helicóptero com três ocupantes está desaparecido há mais de 24 horas entre o Amapá e o norte do Pará. 

Em nota, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) informa que os passageiros são: José Francisco Vieira, engenheiro da Funai; tenente coronel Josilei Gonçalves de Freitas, comandante; e o mecânico Gabriel.

A equipe estava fazendo inspeção de pistas de pouso na região do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque. A decolagem ocorreu às 12h dessa quarta-feira (16), do polo base Bona, localizado na Aldeia Maritepu. O grupo deveria ter chegado às 14h em Macapá (AP), conforme nota da Funai a partir de informações da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), ligada ao Ministério da Saúde.

“Após serem acionadas, as autoridades competentes começaram as buscas na região. Conforme a Sesai, ainda não há informações relativas à aeronave e aos passageiros. A Funai segue em contato com outros órgãos empenhados nas buscas”, diz a nota.

O helicóptero pertence a empresa Sagres, contratada pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Amapá e Norte do Pará.

A Agência Brasil entrou em contato com a Força Aérea Brasileira e aguarda retorno.




Fonte: Agência Brasil

Lançamento de Mocambo Groove, ‘Pé na estrada’ mistura blues e rockabilly em videoclipe que celebra vontade de ‘cair na BR’ e conhecer novos caminhos | Presidente Prudente e Região


“Passamos por assentamentos do MST [Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra], escolas rurais, feiras-livres, praças públicas e todas as atividades foram gratuitas. Com a circulação, pudemos levar nosso trabalho ao público da nossa região, revisitar parceiros e coletivos, fortalecer movimentos sociais em que acreditamos e despertar o interesse pela arte através das oficinas, principalmente nas escolas”, contou Rafael Costa, guitarrista e vocalista da banda, além de produtor cultural.




Fonte: G1

Dono de gado leva multa de mais de R$ 2 mil por pastoreio de bovinos em Área de Preservação Permanente




Polícia Ambiental flagrou irregularidade em Álvares Machado (SP), nesta quinta-feira (17). Fiscalização flagrou pastoreio de gado em APP
Polícia Militar Ambiental
A Polícia Militar Ambiental aplicou nesta quinta-feira (17) uma multa de R$ 2.025,50 a um homem, de 41 anos, proprietário de quatro bovinos que pastoreavam irregularmente uma Área de Proteção Permanente (APP) em Álvares Machado (SP).
Em fiscalização no local, os policiais constataram que a intervenção dos animais havia atingido 0,098 hectare de vegetação nativa em estágio inicial e 0,10 hectare de vegetação exótica (gramínea) em APP.
A APP afetada abrange partes da chácara pertencente ao dono do gado e também de uma propriedade rural vizinha.
Os animais foram apreendidos, mas, por não haver local para a destinação deles, ficaram sob a responsabilidade do proprietário.
As áreas objeto das autuações foram embargadas.
Fiscalização flagrou pastoreio de gado em APP
Polícia Militar Ambiental
Fiscalização flagrou pastoreio de gado em APP
Polícia Militar Ambiental
Fiscalização flagrou pastoreio de gado em APP
Polícia Militar Ambiental
Fiscalização flagrou pastoreio de gado em APP
Polícia Militar Ambiental
Fiscalização flagrou pastoreio de gado em APP
Polícia Militar Ambiental
Fiscalização flagrou pastoreio de gado em APP
Polícia Militar Ambiental

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Fonte: G1