Sete cavalos morrem após serem atingidos por caminhão na Rodovia Assis Chateaubriand, em Tarabai



Acidente foi registrado na manhã desta segunda-feira (7), no km 486,500. Sete cavalos morreram após serem atingidos por um caminhão na Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), nesta segunda-feira (7), em Tarabai (SP).
O acidente foi registrado na altura do km 486,500.
Por conta da batida, todos os animais morreram no local.
O motorista do veículo não sofreu ferimentos.
A pista está liberada e a perícia foi acionada para ir até o local.
A ocorrência está em andamento.

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Fonte: G1

ICMBio lança plataforma com dados sobre espécies ameaçadas de extinção


Uma nova plataforma lançada pelo ICMBio, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, reúne dados de quase 15 mil espécies avaliadas quanto ao risco de extinção. A plataforma, que ganhou o nome SALVE, vai facilitar a gestão do processo de avaliação de espécies ameaçadas e contribuir para a geração de conhecimento e implementação de políticas públicas para o país.

Rodrigo Jorge, coordenador de Avaliação das Espécies da Fauna em Risco de Extinção do ICMBIO, ressalta que é fundamental contar com uma plataforma com esse nível de detalhamento e organização de dados, que deverão ser atualizados em ciclos de dez anos.

Outro destaque do Salve é a transparência, já que o sistema pode ser acessado por qualquer pessoa que queira consultar as informações, como explica Rodrigo Jorge.

O usuário pode fazer consultas por recortes que já estão prontos na plataforma, como por exemplo a categoria das espécies criticamente em perigo, e também dá para fazer associações com diferentes filtros. É possível inserir na busca a espécie pretendida, tanto pelo nome comum, quanto pelo nome científico, e obter dados como grupo, categoria, última avaliação, estados, bioma, classificação taxonômica, distribuição, história natural, entre outros. Os dados podem ser baixados pelo usuário.

Do total de espécies avaliadas no Salve, mais de cinco mil e quinhentas possuem ficha publicada e mais de 1200 estão em alguma categoria de ameaça. A plataforma pode ser acessada no endereço: salve.icmbio.gov.br.




Fonte: Agência Brasil

Companhia de dança da Itália faz primeira turnê no Brasil


Em sua primeira turnê pelo Brasil, a Companhia de Dança Virgílio Sieni, da Itália, promove nesta segunda-feira (7), a partir das 15h, uma série de workshops que envolvem não só atores e dançarinos profissionais, mas também jovens de comunidades carentes. Esse é o caso da Rocinha, comunidade da zona sul do Rio de Janeiro, onde a organização não governamental Il Sorriso dei miei Bimbi (o Sorriso das minhas Crianças), da italiana Barbara Olivi, trabalha desde 1998 com programas sociais de educação para crianças e jovens. 

A oficina será dada pelos bailarinos da companhia na Biblioteca Parque da Rocinha e é voltada para adolescentes de 13 a 18 anos de idade. O encontro “é pensado para esse grupo de meninos e meninas que já estudam dança”, disse a diretora do Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro (IIC-Rio), Livia Raponi, que traz a companhia ao país.

Com o título Praticando a Democracia do Corpo, a série de oficinas visa a conduzir os participantes à descoberta do gesto e das possibilidades criativas do corpo em movimento. A segunda oficina ocorrerá nesta terça-feira (8), no teatro do próprio IIC-Rio, às 10h. Poderão participar atores, dançarinos, “mas também pessoas apaixonadas por dança e teatro. É mais aberto a uma plateia variada em termos de idade, de profissão”. Pelo que ela e sua equipe pesquisaram, Livia Raponi afirmou que se trata de experiências imperdíveis. “Não é simplesmente um laboratório de dança, mas tem todo um pensamento, uma filosofia, uma visão de mundo”. Tem que ter interesse para trabalhar com o corpo e com gestos, acrescentou. Ainda há vagas.

O terceiro workshop será na Biblioteca Parque Estadual, no centro da capital fluminense, no dia seguinte (9), às 10h. O público inscrito é procedente de escolas e dança de todo o estado do Rio. Haverá mais uma atividade na Rocinha, no dia 11, às 16h, voltada para crianças de 8 a 11 anos de idade. O último laboratório oferecido pela companhia de dança italiana ocorrerá no dia 17, na Universidade Federal da Bahia (UFBA), que tem uma Faculdade de Dança.

Turnê

Nesta sua primeira viagem ao Brasil, o coreógrafo Virgílio Sieni traz o espetáculo Solo Goldberg Variations, criado por ele a partir da música homônima The Goldberg Variations, de Johann Sebastian Bach. Para ele, o Solo Goldberg Variations constitui “um manifesto, uma representação das fraquezas, das imperfeições, a tensão, as dobras e a poeira, algo que corta o corpo para dar à figura algo que mostre a realidade por meio do corpo tragicômico de palhaço”.

Rio de Janeiro (RJ) - Em sua primeira turnê pelo Brasil, a Companhia de Dança Virgílio Sieni, da Itália, promove nesta segunda-feira (7), a partir das 15h, uma série de ‘workshops’ que envolvem não só atores e dançarinos profissionais, mas também jovens de comunidades carentes
Foto: Giovanni Daniotti/Companhia de Dança Virgílio Sieni

Rio de Janeiro – Companhia de Dança Virgílio Sieni, da Itália, promove série de workshops que envolvem atores, dançarinos profissionais e jovens de comunidades carentes – Foto Giovanni Daniotti/Companhia de Dança Virgílio Sieni

A turnê será aberta nesta terça-feira (8), às 19h, no Teatro da Universidade Federal Fluminense (UFF), situado em Niterói, região metropolitana do Rio. Os ingressos custam R$ 5 e podem ser adquiridos na bilheteria do teatro ou no site https://www.guicheweb.com.br/pesquisa/centrodeartesuff. A turnê é promovida pelo IIC-Rio, em parceria com o Festival Dança em Trânsito.

No palco, a música será executada, ao vivo pelo pianista Andrea Rebaudengo, enquanto os bailarinos de Virgilio Sieni traduzem a principal marca de sua arte coreográfica, que engloba a experimentação do corpo e as múltiplas linguagens da dança. A apresentação em Niterói conta com apoio da Scuola di Cultura de Niterói e do Centro das Artes UFF de Niterói.

No dia 10, às 20h, o espetáculo ocupará o Teatro Sesc Ceilândia, em Brasília. No dia 14, às 19h, a companhia se apresentará no Teatro do Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro; no dia 16, às 20h, o público poderá assistir ao espetáculo no Teatro Fiesp/Sesi, em São Paulo (SP), com apoio do IIC-SP; encerrando a turnê, a companhia se apresentará no dia 18, às 20h, na Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia, em Salvador.

Das cinco apresentações que Virgílio Sieni fará no Brasil, três ocorrerão dentro do Festival Dança em Trânsito (Brasília, São Paulo e Salvador). A apresentação no Rio de Janeiro conta com parceria da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa. O retorno da companhia para a Itália está previsto para o dia 20 deste mês.




Fonte: Agência Brasil

Companhia de dança Itália faz primeira turnê no Brasil


Em sua primeira turnê pelo Brasil, a Companhia de Dança Virgílio Sieni, da Itália, promove nesta segunda-feira (7), a partir das 15h, uma série de workshops que envolvem não só atores e dançarinos profissionais, mas também jovens de comunidades carentes. Esse é o caso da Rocinha, comunidade da zona sul do Rio de Janeiro, onde a organização não governamental Il Sorriso dei miei Bimbi (o Sorriso das minhas Crianças), da italiana Barbara Olivi, trabalha desde 1998 com programas sociais de educação para crianças e jovens. 

A oficina será dada pelos bailarinos da companhia na Biblioteca Parque da Rocinha e é voltada para adolescentes de 13 a 18 anos de idade. O encontro “é pensado para esse grupo de meninos e meninas que já estudam dança”, disse a diretora do Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro (IIC-Rio), Livia Raponi, que traz a companhia ao país.

Com o título Praticando a Democracia do Corpo, a série de oficinas visa a conduzir os participantes à descoberta do gesto e das possibilidades criativas do corpo em movimento. A segunda oficina ocorrerá nesta terça-feira (8), no teatro do próprio IIC-Rio, às 10h. Poderão participar atores, dançarinos, “mas também pessoas apaixonadas por dança e teatro. É mais aberto a uma plateia variada em termos de idade, de profissão”. Pelo que ela e sua equipe pesquisaram, Livia Raponi afirmou que se trata de experiências imperdíveis. “Não é simplesmente um laboratório de dança, mas tem todo um pensamento, uma filosofia, uma visão de mundo”. Tem que ter interesse para trabalhar com o corpo e com gestos, acrescentou. Ainda há vagas.

O terceiro workshop será na Biblioteca Parque Estadual, no centro da capital fluminense, no dia seguinte (9), às 10h. O público inscrito é procedente de escolas e dança de todo o estado do Rio. Haverá mais uma atividade na Rocinha, no dia 11, às 16h, voltada para crianças de 8 a 11 anos de idade. O último laboratório oferecido pela companhia de dança italiana ocorrerá no dia 17, na Universidade Federal da Bahia (UFBA), que tem uma Faculdade de Dança.

Turnê

Nesta sua primeira viagem ao Brasil, o coreógrafo Virgílio Sieni traz o espetáculo Solo Goldberg Variations, criado por ele a partir da música homônima The Goldberg Variations, de Johann Sebastian Bach. Para ele, o Solo Goldberg Variations constitui “um manifesto, uma representação das fraquezas, das imperfeições, a tensão, as dobras e a poeira, algo que corta o corpo para dar à figura algo que mostre a realidade por meio do corpo tragicômico de palhaço”.

Rio de Janeiro (RJ) - Em sua primeira turnê pelo Brasil, a Companhia de Dança Virgílio Sieni, da Itália, promove nesta segunda-feira (7), a partir das 15h, uma série de ‘workshops’ que envolvem não só atores e dançarinos profissionais, mas também jovens de comunidades carentes
Foto: Giovanni Daniotti/Companhia de Dança Virgílio Sieni

Rio de Janeiro – Companhia de Dança Virgílio Sieni, da Itália, promove série de workshops que envolvem atores, dançarinos profissionais e jovens de comunidades carentes – Foto Giovanni Daniotti/Companhia de Dança Virgílio Sieni

A turnê será aberta nesta terça-feira (8), às 19h, no Teatro da Universidade Federal Fluminense (UFF), situado em Niterói, região metropolitana do Rio. Os ingressos custam R$ 5 e podem ser adquiridos na bilheteria do teatro ou no site https://www.guicheweb.com.br/pesquisa/centrodeartesuff. A turnê é promovida pelo IIC-Rio, em parceria com o Festival Dança em Trânsito.

No palco, a música será executada, ao vivo pelo pianista Andrea Rebaudengo, enquanto os bailarinos de Virgilio Sieni traduzem a principal marca de sua arte coreográfica, que engloba a experimentação do corpo e as múltiplas linguagens da dança. A apresentação em Niterói conta com apoio da Scuola di Cultura de Niterói e do Centro das Artes UFF de Niterói.

No dia 10, às 20h, o espetáculo ocupará o Teatro Sesc Ceilândia, em Brasília. No dia 14, às 19h, a companhia se apresentará no Teatro do Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro; no dia 16, às 20h, o público poderá assistir ao espetáculo no Teatro Fiesp/Sesi, em São Paulo (SP), com apoio do IIC-SP; encerrando a turnê, a companhia se apresentará no dia 18, às 20h, na Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia, em Salvador.

Das cinco apresentações que Virgílio Sieni fará no Brasil, três ocorrerão dentro do Festival Dança em Trânsito (Brasília, São Paulo e Salvador). A apresentação no Rio de Janeiro conta com parceria da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa. O retorno da companhia para a Itália está previsto para o dia 20 deste mês.




Fonte: Agência Brasil

Semana de Combate à Leishmaniose realiza coleta de sangue em cães para exames em Presidente Venceslau; VEJA LOCAIS




Serviço é promovido de forma gratuita e segue até sexta-feira (11), das 8h às 12h30. Coleta de sangue em cães será realizada ao longo da Semana de Combate à Leishmaniose, em Presidente Venceslau (SP)
Prefeitura de Presidente Venceslau
O Núcleo de Controle de Endemias de Presidente Venceslau (SP) promoverá coleta de sangue em cachorros para a realização de exame de leishmaniose. A ação segue até sexta-feira (11), das 8h às 12h30.
Vinculado à Secretaria Municipal de Saúde, o serviço é gratuito para toda a população e será realizado na Semana de Combate à Leishmaniose.
Confira a programação completa da coleta de sangue em cães ao longo da semana:
Segunda-feira (7): praça entre as Ruas Álvaro Antunes Coelho e Cid Faria Fraga Moreira;
Terça-feira (08) – Estratégia Saúde da Família (ESF) Vila Carmem / Praça da Rua Coimbra;
Quarta-feira (09) – Praça entre os bairros Ernane Murad e Vila Sumaré, entre as Ruas Prestes Maia e Florianópolis;
Quinta-feira (10) – ESF da Vila Luiza e Praça da Rua Planalto;
Sexta-feira (11) – ESF Morada do Sol e em frente à escola Therezinha de Medeiros.
De maneira simultânea, será promovida colagem de cartazes e panfletagem em estabelecimentos como escolas, creches, ESFs e no comércio local.
As ações serão desenvolvidas como forma de disseminar informações preventivas contra a doença.
Em caso de dúvidas, basta entrar em contato com o Núcleo de Endemias pelo número (18) 3271-7900.

Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.




Fonte: G1

Tecnologia e inovação são caminho para sistemas alimentares amazônicos


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A bioeconomia é a solução para o desenvolvimento econômico da Amazônia, em detrimento de práticas ilegais, e a tecnologia e a inovação devem ser aliadas na construção de sistemas alimentares sustentáveis e para produção de alto valor agregado na região. Essa é a avaliação das autoridades que estiveram na abertura da plenária “Diálogos sobre Bioeconomia Amazônica: Transformação Rural Inclusiva”, que ocorreu neste domingo (6) no âmbito da iniciativa Diálogos Amazônicos, em Belém (PA). 

Para a vice-diretora da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Maria Helena Semedo, a bioeconomia amazônica deve acompanhar uma transformação rural inclusiva e que reconhece o papel dos povos indígenas e das comunidades tradicionais da região. Segundo ela, essas populações devem participar do processo decisório e não apenas ser objeto de consulta.

“Estamos falando do uso sustentável dos recursos da região para a produção de alimentos e outros produtos de alto valor agregado, promovendo a exploração responsável e sustentável dos recursos naturais com o objetivo de trazer benefícios econômicos, sociais, ambientais para a região, mas principalmente para as comunidades locais que muitas vezes têm sido deixadas para trás”.

Para isso, segundo Maria Helena, é preciso desenvolver modelos de transformação sustentáveis e fortalecer as cadeias produtivas. “A pesquisa, a inovação tecnológica, a ciência têm que ser parte de todo o processo de transformação. Se não houver saber, não haverá soluções e inovação”, acrescentou, destacando a importância dos saberes tradicionais e ancestrais nos processos de desenvolvimento.

A vice da FAO citou três pontos de discussão que precisam avançar para transformação inclusiva da Amazônia: estratégias para o combate à fome e à pobreza, redução de desigualdades e equidade no acesso a recursos; análise da sustentabilidade para economia amazônica, da governança da posse da terra, da gestão sustentável dos recursos e uso coletivo do território pelos povos indígenas afrodescendentes e comunidades tradicionais; e os desafios e as oportunidades para a produção sustentável e abastecimento de alimentos, com o fortalecimento da agricultura familiar com participação das mulheres rurais.

A plenária deste domingo faz parte do evento técnico realizado com apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) que visa promover um entendimento comum entre os países da Amazônia sobre a adoção de um modelo de bioeconomia amazônica por meio da transformação de sistemas agroalimentares. Os debates têm foco no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 1, 2 e 10 – acabar com a pobreza; fome zero; e redução das desigualdades, respectivamente.

O governador do Pará, Helder Barbalho, explicou que em 2022 o governo local construiu o seu plano estadual de bioeconomia, com o estudo de 43 produtos potenciais para o comércio, que, conforme ele, “dialogam diretamente de forma sustentável com a floresta”. A projeção é de exportações na ordem de US$ 120 bilhões por ano.

“Uma vocação econômica e social que certamente estará trabalhando de maneira conjugada com outras vocações de uso do solo. Mas esta vocação como a estratégia central da geração de empregos verdes, da geração de oportunidades que dialoguem, com a conservação, com a regeneração e com oportunidade de ter uma floresta viva, intensa, pujante e preservada”, disse o governador, acrescentando que o estado produziu apenas US$ 256 milhões para exportação no último ano. “Isso significa 0,3% de toda a oportunidade que a bioeconomia pode trazer para nossa região”.

Para Barbalho, a transição para o uso sustentável do solo deve estar no mesmo nível de intensificação da fiscalização ambiental e redução do desmatamento, para permitir uma porta de saída às ilegalidades. Ele defendeu ainda os investimentos em ciência, tecnologia e inovação para “conhecer a nossa biodiversidade”. “Isto precisa ser transversal como política do Estado brasileiro, dos estados subnacionais e locais, isto precisa ser um chamamento a todos os organismos de financiamento, sejam nacionais sejam internacionais”, destacou.

Proteção da floresta

Segundo a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, as metas do governo são proteger pelo menos 80% da Floresta Amazônica e sua biodiversidade, reduzir a zero o desmatamento e avançar na demarcação das terras indígenas e titulação de territórios quilombolas.

“Sem proteção e regularização jurídica não é possível avançar em novos sistemas de produção. Sem políticas públicas ativas para o etnodesenvolvimento não é possível evitar o avanço daqueles que querem destruir a floresta. Sem políticas públicas efetivas, avançam o garimpo, o tráfico, o desmatamento e a violência. Precisamos de alternativas ao modelo de destruição e precisamos construí-las logo”.

A ministra destacou que a comunidades estão avançando na constituição de seus planos de Gestão Territorial e Ambiental (PGTAs), instrumentos de destaque na implementação da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI).

“É a partir desses PGTAs, construídos e articulados com nossa política nacional, que os povos indígenas poderão mostrar a todo mundo qual a melhor forma de proteger a floresta e a biodiversidade, que é aquela forma que também respeita as culturas e os modos de vida, que apontam que ser humano e natureza devem caminhar juntos”, destacou.

O secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), João Paulo Capobianco, endossou a fala da ministra e disse que a primeira tarefa é encerrar a destruição da floresta e a agressão a povos indígenas e populações tradicionais. “É o trabalho que nós todos juntos devemos implementar para que haja ambiente adequado para prosperar uma economia da floresta. Sem floresta não há bioeconomia”, disse.

De acordo com Capobianco, o Fundo Amazônia já investiu cerca de 27% dos recursos em ações de apoio a bioeconomia, mais de RS 400 milhões. E o objetivo do governo é aumentar esses números.  “Nós queremos que o Fundo Amazônia tenha como prioridade máxima apoiar a transição econômica na Amazônia”, disse.

As propostas do ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, são o incentivo à produção de itens da biodiversidade local, o desenvolvimento de uma agricultura regenerativa, de florestas produtivas e a instalação de agroindústrias na região.

“Uma agricultura que possa reconstruir esse grande bioma amazônico, no sentido da sua restauração, por isso um sistema agroflorestal de florestas produtivas voltadas para investimentos na área do açaí, por exemplo, do cacau, da castanha. São produtos muito valorizados e que podem trazer uma renda para o povo amazônico. Ao mesmo tempo, nós queremos agregar a esse programa, junto com BNDES com MMA, um programa de cooperativas e de agroindústria”, disse Teixeira.

Após a abertura da plenária, mesas de discussões técnicas foram instaladas.

Os Diálogos Amazônicos são um evento prévio à Cúpula da Amazônia, ambos em Belém. O evento é responsável pelo desenvolvimento das propostas da sociedade civil a serem apresentadas aos presidentes dos países amazônicos participantes da cúpula, que acontece nos dias 8 e 9 de agosto.

A Cúpula da Amazônia reúne os países da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), organização criada em 1978, que estava há 14 anos sem uma reunião. Formada por Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, a OTCA forma o único bloco socioambiental da América Latina. O governo brasileiro convidou para Cúpula a Guiana Francesa, que não está na OTCA, mas detém territórios amazônicos, além da Indonésia, da República do Congo e da República Democrática do Congo, países com grandes florestas tropicais ainda em pé.




Fonte: Agência Brasil

Cúpula: acordo deve evitar ponto de não retorno da Amazônia


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O acordo a ser firmado entre os países amazônicos, ao fim da Cúpula da Amazônia, que ocorre nos dias 8 e 9 deste mês em Belém (PA), deve incluir, obrigatoriamente, medidas para evitar o ponto de não retorno da maior floresta tropical do mundo. 

A declaração foi dada pelas ministras do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e suas colegas da Colômbia, Susana Muhamad, e do Peru, Nancy Chauca Vásquez, neste domingo (6) durante os Diálogos Amazônicos, evento que termina neste domingo (6) na capital paraense e que precede a cúpula.

O ponto de não retorno é um termo usado por especialistas para se referir ao ponto em que a floresta perde sua capacidade de se autorregenerar, em função do desmatamento, da degradação e do aquecimento global, tendendo, então, ao processo de desertificação.

Marina destacou que a declaração final vai ser dada pelos presidentes dos países participantes, mas que já há pontos em comum nas discussões prévias.

“Há uma compreensão de todos os presidentes de que a Amazônia não pode alcançar o ponto de não retorno. E para evitar o ponto de não retorno, vamos ter que trabalhar não mais individualmente, mas conjuntamente, num esforço regional, para nos ajudar mutuamente a alcançar melhores resultados na proteção das florestas, da biodiversidade, dos povos originários, no estabelecimento de uma parceria que nos leve a um outro ciclo de prosperidade. Esse é um entendimento comum”.

Susana Muhamad destacou a importância dos conhecimentos tradicionais nas discussões. “Estamos de acordo que o ponto de não retorno deve ser um propósito comum. E que devemos ter um suporte científico e também dos conhecimentos tradicionais. Há outro ponto de acordo que é o fortalecimento da OTCA [Organização do Tratado de Cooperação Amazônica, constituída por Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela] como meio de encontro e a necessidade de manter a constância do trabalho político e técnico entre os governos e também as comunidades”.

Ela destaca que a mensagem é que se a crise climática continuar, corremos o risco de perder a Amazônia. “Há corresponsabilidades locais, nacionais, multilaterais e também mundiais. Creio que os presidentes também vão se fazer muito claros sobre isso”, completou a ministra da Colômbia.

Chauca Vásquez explicou que seu país tem tentado viabilizar leis que endureçam as punições contra os crimes ambientais, porém isso depende mais dos parlamentares peruanos do que do Poder Executivo.

“Nós trazemos um compromisso firme de luta contra a criminalidade, contra as atividades ilegais. No Peru, estamos fazendo esforços, acabamos de constituir uma comissão multissetorial, porque atender a Amazônia não é só uma responsabilidade do setor ambiental. Atender a Amazônia passa por trabalhar multissetorialmente, fechar as brechas em educação, saúde, água e saneamento, ter energia limpa para todos. Mas também em oportunidades de geração de bionegócios, queremos e podemos fazer cadeias de valor produtivas e de serviços sustentáveis”.

Encerrando a declaração à imprensa, Marina destacou que 75% do PIB da América do Sul está relacionado às chuvas produzidas pela Amazônia.

“Sem a Amazônia, não tem como ter agricultura, não tem como ter indústria, não tem como o Brasil sequer ter vida no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, porque a ciência diz que seria um deserto igual o deserto do Atacama ou do Saara. Portanto, não é uma questão de quantidade em termos de peso populacional, é uma questão de trabalharmos com o princípio da justiça ambiental e do PIB dos serviços ecossistêmicos que são gerados por essa região”.




Fonte: Agência Brasil

Apib quer projetos territoriais na Amazônia afetada pelo narcotráfico


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No evento Diálogos Amazônicos, realizado em Belém, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) quer, além da proteção dos territórios das comunidades, o fortalecimento de projetos de gestão territorial afetados pelo narcotráfico.

Segundo o coordenador executivo da entidade, Kleber Karipuna, que participa do evento prévio à Cúpula da Amazônia, as propostas preparadas para serem entregues aos oito chefes de Estado que participarão da Cúpula da Amazônia, a partir do dia 8 de agosto, já representam um cenário de “novos tempos” para os povos indígenas.

“Daqui para a frente, a Cúpula poderá ser o evento alavancador de propostas, debates e novos espaços de diálogo, caso essas propostas façam sentido para as realidades dos povos indígenas brasileiros”, disse ele à Agência Brasil. “Temos grandes expectativas e estamos articulando estratégias com as lideranças e organizações indígenas e parceiras para levar protagonismo e as pautas indígenas para esses espaços”, acrescentou.

Karipuna disse que as expectativas são positivas, pois representam oportunidade de levar as pautas indígenas aos espaços de poder. “É um espaço fundamental para proporcionar o debate das propostas e discussões relacionadas aos povos indígenas dos países amazônicos e apresentá-las aos presidentes da Bacia Amazônica, incluindo a Guiana Francesa”.

Durante os debates, a Apib tem defendido, conforme ele, a proteção dos territórios amazônicos; o fortalecimento dos projetos de gestão territorial, principalmente, nas regiões de fronteira que têm sido afetadas pelo avanço do narcotráfico. “Além disso, posso citar também a pauta climática”.

Karipuna lembrou que, em abril, os povos indígenas decretaram emergência climática durante o Acampamento Terra Livre, em Brasília. “A Apib vai continuar reforçando a importância das demarcações de terras indígenas e da derrubada da tese do marco temporal no combate à crise climática”, afirmou.

“Teremos, em breve, a COP30 no Brasil. É necessário que a gente continue presente, protagonizando e apresentando as pautas do movimento indígena em eventos como esse, bem como avançando nas políticas que garantam os direitos dos povos originários”, complementou.




Fonte: Agência Brasil

Apib quer projetos ambientais na Amazônia afetada pelo narcotráfico


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No evento Diálogos Amazônicos, realizado em Belém, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) quer, além da proteção dos territórios das comunidades, o fortalecimento de projetos de gestão territorial afetados pelo narcotráfico.

Segundo o coordenador executivo da entidade, Kleber Karipuna, que participa do evento prévio à Cúpula da Amazônia, as propostas preparadas para serem entregues aos oito chefes de Estado que participarão da Cúpula da Amazônia, a partir do dia 8 de agosto, já representa “novos tempos” para os povos indígenas.

“Daqui para a frente, a Cúpula poderá ser o evento alavancador de propostas, debates e novos espaços de diálogo, caso essas propostas façam sentido para as realidades dos povos indígenas brasileiros”, disse ele à Agência Brasil. “Temos grandes expectativas e estamos articulando estratégias com as lideranças e organizações indígenas e parceiras para levar protagonismo e as pautas indígenas para esses espaços”, acrescentou.

Karipuna disse que as expectativas são positivas, pois representam oportunidade de levar as pautas indígenas aos espaços de poder. “É um espaço fundamental para proporcionar o debate das propostas e discussões relacionadas aos povos indígenas dos países amazônicos e apresentá-las aos presidentes da Bacia Amazônica, incluindo a Guiana Francesa”.

Durante os debates, a Apib tem defendido, conforme ele, a proteção dos territórios amazônicos; o fortalecimento dos projetos de gestão territorial, principalmente, nas regiões de fronteira que têm sido afetadas pelo avanço do narcotráfico. “Além disso, posso citar também a pauta climática”.

Karipuna lembrou que, em abril, os povos indígenas decretaram emergência climática durante o Acampamento Terra Livre, em Brasília. “A Apib vai continuar reforçando a importância das demarcações de terras indígenas e da derrubada da tese do marco temporal no combate à crise climática”, afirmou.

“Teremos, em breve, a COP30 no Brasil. É necessário que a gente continue presente, protagonizando e apresentando as pautas do movimento indígena em eventos como esse, bem como avançando nas políticas que garantam os direitos dos povos originários”, complementou.




Fonte: Agência Brasil

Com umidade do ar abaixo dos 20%, Defesa Civil alerta sobre possibilidade de incêndios e cuidados com a saúde | Presidente Prudente e Região


Dentre as consequência da baixa umidade, está o risco de incêndios, sobretudo na região oeste do Estado. Só em Presidente Prudente, de sábado (5) para domingo (6), foram registrados dois focos, um próximo ao Recinto de Exposições Jacob Tosello e o outro na Avenida Juscelino Kubitschek de Oliveira, na divisa com o Jardim Humberto Salvador.




Fonte: G1