Carro carregado com maconha é abandonado em canavial próximo à Rodovia Arlindo Bettio, em Teodoro Sampaio




Policias militares tentaram abordar o motorista, que empreendeu fuga nesta terça-feira (11). Carro carregado de maconha foi abandonado em canavial, em Teodoro Sampaio
Polícia Militar
Um carro carregado com grande quantidade de maconha foi abandonado em uma canavial nesta terça-feira (11), próximo ao distrito de Planalto do Sul, em Teodoro Sampaio (SP).
Durante patrulhamento pela Rodovia Arlindo Bettio (SP-613), um carro chamou a atenção dos policiais militares quanto seguia sentido Euclides da Cunha (SP) a Teodoro Sampaio .
Ao tentar abordar o veículo, o motorista empreendeu fuga e entrou em um canavial, onde abandonou o carro com grande quantidade de maconha no interior.
O condutor fugiu e, até o momento, não foi encontrado.
A ocorrência está em andamento e a quantidade de maconha está sendo contabilizada.

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Fonte: G1

Picape causa incêndio em oficina mecânica, em Osvaldo Cruz




Segundo o Corpo de Bombeiros, as chamas tiveram início após dar a partida no veículo, que estava no local. Não houve feridos. Picape causa incêndio em oficina mecânica, em Osvaldo Cruz (SP)
Corpo de Bombeiros
Um incêndio atingiu, na noite desta segunda-feira (10), uma oficina mecânica, na Avenida Presidente Roosevelt, em Osvaldo Cruz (SP).
De acordo com o Corpo de Bombeiros, as chamas tiveram início após dar a partida em uma picape, que estava no local. O proprietário do estabelecimento e um funcionário saíram da oficina mecânica e acionaram os bombeiros.
O fogo foi contido pelo Corpo de Bombeiros, antes que atingisse os outros três veículos que estavam no estabelecimento. Além disso, conforme o Corpo de Bombeiros, as chamas não atingiram nenhum prédio vizinho.
Não houve feridos.
Picape causa incêndio em oficina mecânica, em Osvaldo Cruz (SP)
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Picape causa incêndio em oficina mecânica, em Osvaldo Cruz (SP)
Corpo de Bombeiros

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Fonte: G1

Lei define agosto como Mês da Primeira Infância


O mês de agosto passa, a partir de agora, a ser dedicado às ações de conscientização sobre a importância da atenção integral às gestantes e às crianças de até 6 anos de idade. A Lei nº14.617, que institui o Mês da Primeira Infância, foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (11).

Em 2021, o Brasil registrou cerca de 2,6 milhões de nascimentos, segundo o IBGE. São crianças que se somaram às nascidas em anos anteriores e que completam as pouco mais de 20,6 milhões que estavam na primeira infância naquele ano, segundo o DataSUS.

É para essa parcela da população que as ações no mês de agosto serão dedicadas, com iniciativas dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além da sociedade civil organizada. São ações como oferta de atendimento integral e multiprofissional, promoção dos vínculos afetivos, da nutrição, imunização, direito de brincar e prevenção de acidentes e doenças.

A nova lei também prevê um esforço das casas legislativas em votar e priorizar debates sobre matérias voltadas às crianças na primeira infância.

No ano 2000, o economista James Heckman recebeu o Prêmio Nobel de Economia pelo estudo, que realiza com uma equipe multidisciplinar, sobre o impacto da qualidade do desenvolvimento na primeira infância nos resultados econômicos, sociais e na saúde de uma sociedade.

Essa importância e as especificidades dessa fase da vida também deverão ter ampla divulgação em todos os setores da sociedade, em especial nos órgãos públicos, meios de comunicação, setores empresárias e acadêmicos, define a nova lei.




Fonte: Agência Brasil

Mulher encontrada caída e com ferimentos após 60 horas desaparecida permanece internada no Hospital Regional | Presidente Prudente e Região


Ainda segundo informações do delegado repassadas ao g1 na tarde desta segunda-feira (10), a vítima, que trabalha como conselheira tutelar em Pirapozinho, foi encontrada com o uso do Helicóptero Águia, da Polícia Militar, e de drones que detectam calor.




Fonte: G1

Polícia Federal combate fraudes em aposentadorias rurais


Para combater fraudes em aposentadorias por idade de trabalhadores rurais, a Polícia Federal (PF) está cumprindo nesta terça-feira (11) mandados judiciais de busca e apreensão em endereços dos investigados na cidade de Alexânia, em Goiás. Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Anápolis. 

A Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT) estima que as fraudes tenham causado um prejuízo de mais de R$ R$ 624 mil aos cofres públicos.

“A economia proporcionada com a revisão desses benefícios concedidos indevidamente, considerando-se a expectativa de vida projetada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), alcança o patamar de R$ 3,9 milhões”, informou a CGINT.

Advogados envolvidos

As investigações da segunda fase da Operação Notas Fiscais Falsas apuraram que dois advogados seriam responsáveis por demandar a Justiça Federal por meio de ações judiciais instruídas com documentos ideológica e materialmente falsos.

Segundo a PF, as fraudes permitiam a concessão de aposentadorias especiais (aposentadoria por idade rural) a pessoas que não preenchiam os requisitos legais para a concessão do benefício.




Fonte: Agência Brasil

Idoso de 81 anos é preso após descumprir medida protetiva contra ex-esposa, em Pacaembu | Presidente Prudente e Região


Um homem, de 81 anos, foi preso preventivamente, nesta segunda-feira (10), após descumprir medida protetiva contra a ex-mulher, em Pacaembu (SP). Conforme a Polícia Civil, ele também foi indiciado, juntamente com seu filho de 22 anos, pelo crime de violência psicológica contra mulher.




Fonte: G1

“Mesmo com vice negra, somos oprimidas”, diz escritora colombiana


A escritora e jornalista colombiana Edna Liliana Valencia, de 37 anos de idade, apresentou, no último fim de semana, no Festival Latinidades, em Brasília, o seu recém-lançado livro “El Racismo Y Yo” (“O racismo e eu”). 

Além de escritora, Edna atua como responsável pelo setor de imprensa da vice-presidência da Colômbia. Inclusive, a vice-presidente é uma mulher negra, Francia Márquez.

“Temos uma vice-presidente rural, negra e mulher (…). Mesmo estando no poder ou tendo nele uma representação histórica, continuamos sendo violentadas, oprimidas, discriminadas, excluídas, marginalizadas e assassinadas impunemente”, denuncia.

Vivências

 O “eu” do título do livro de Edna tem relação com o fato que ela mergulhou em vivências discriminatórias que enfrentou ao longo da vida, mas também busca esmiuçar impactos do racismo (que é diário) na vida  de outras mulheres negras. Edna foi reconhecida na Colômbia como âncora do canal France 24.

Em relação a sua vivência, a escritora explica que desde criança verificou que seria necessário desconstruir padrões estéticos que recebia em que o conceito de beleza seria associado à imagem de pessoas brancas que os colombianos recebiam da Europa.

Depois, como jornalista, entendeu que sua missão deveria ser de conscientizar colegas, pessoas entrevistadas e também o público sobre violências explícitas e sutis. “O racismo acaba se manifestando por meio até de sutil condescendência, subordinação, estereótipos e falta de empatia”, afirma em entrevista à Agência Brasil.

Legislação evoluiu, mas…

A jornalista considera que a legislação na Colômbia e no restante da América Latina tem evoluído para reduzir a vulnerabilidade de mulheres negras, mas que ainda não tem sido o suficiente.

“Da mesma forma, existem ferramentas institucionais e organizacionais que contribuem para a luta, mas ainda estamos longe de garantir direitos para a maioria de nós”, enfatiza.

Ela diz que o racismo no ambiente jornalístico é tão comum como em qualquer outro espaço profissional. um retrato do racismo estrutural marcante das Américas.

A escritora entende que o sistema racista é dominante nas sociedades atuais. “Os sistemas racista e patriarcal são globais”, assinala.

Para ela, o papel da mídia é o de denunciar e educar diariamente e ser efetivamente antirracista. “A mídia deve nos ensinar a desaprender os paradigmas de discriminação que aprendemos com a educação tradicional”, garante.

Entrevista

Confira abaixo trechos da entrevista que a escritora concedeu à Agência Brasil.

Agência Brasil – Gostaria de saber o quão autobiográfico e jornalístico é o seu livro. Esses elementos são misturados?

Edna Liliana Valencia – De fato, meu livro Racismo e Eu traz uma mistura entre elementos autobiográficos, periódicos, narrativos e poéticos. Devo dizer que não é uma biografia propriamente dita porque não se trata de contar detalhes da minha vida.

Ao contrário, trata-se de relatar episódios específicos da minha vida com o objetivo de lançar luz sobre os impactos do racismo na vida das mulheres negras sob diferentes pontos de vista.

Quanto à parte jornalística, inclui artigos, entrevistas e referências históricas que sustentam a narrativa e aportam diferentes vozes ao texto. E os poemas que se intercalam com os diferentes capítulos são o toque artístico deste livro que é muito informativo e muito fácil de ler.

Agência Brasil – Como jornalista, você já enfrentou racismo em sua carreira? Com colegas ou com fontes?

Edna Liliana Valencia – Diariamente. O racismo está presente no exercício jornalístico tanto quanto em qualquer outra área do conhecimento. Meus colegas jornalistas muitas vezes, consciente ou inconscientemente, deixam escapar expressões racistas. Inclusive, reproduzem essas expressões nas reportagens que colocam no ar ou nas redações. Ainda mais quando normalmente tenho sido a única ou uma das poucas jornalistas afro nas mídias em que atuei, o que também demonstra um racismo estrutural ainda mais denso do que o racismo cotidiano. O mesmo vale para fontes e audiências. Mesmo na atribuição de tópicos e funções. O racismo acaba se manifestando por meio até de sutil condescendência, subordinação, estereótipos e falta de empatia.

Agência Brasil – Qual é a situação atual das mulheres negras em Bogotá e na Colômbia em geral? Elas são mais vulneráveis ​​do que as mulheres brancas?

Edna Liliana Valencia – Claro, as mulheres afro-colombianas continuam vulneráveis ​​em comparação com as mulheres brancas e qualquer outro sujeito sociopolítico. É uma realidade impossível de mudar hoje onde nossas vidas continuam sendo impactadas por um sistema racista que domina tudo. Temos hoje uma vice-presidente rural, negra e mulher e vários ministros afro-colombianos e outras irmãs no congresso da República, o país está demonstrando com força o quão racista e violento pode ser. Mesmo estando no poder ou tendo nele uma representação histórica, continuamos sendo violentados, oprimidos, discriminados, excluídos, marginalizados e assassinados impunemente.

Agência Brasil -. A legislação na Colômbia evoluiu para proteger as mulheres negras?

Edna Liliana Valencia – Não podemos negar que, hoje, temos ferramentas que antes não tínhamos. Existe a lei antidiscriminação (número 1482 do ano de 2011) que deveria nos proteger tanto pelo fator racial quanto pelo fator patriarcal. Existem também outras leis contra feminicídio e maus-tratos. Da mesma forma, existem ferramentas institucionais e organizacionais que contribuem para a luta, mas ainda estamos longe de garantir direitos para a maioria de nós.

Agência Brasil –  Como foi o processo de escrita do seu livro? Quanto tempo levou?

Edna Liliana Valencia – Foi um processo muito eclético, aconteceu em partes às vezes e como um todo em outras. A primeira coisa que ficou pronta e registrada do livro foram os poemas. No entanto, eles não são todos da mesma época. Algumas poesias foram escritas há muitos anos, quando tinha 14 anos ou outras quando tinha 25. Outras escrevi especificamente para o livro e até houve algumas que ficaram de fora e isso me deixa muito triste. Espero publicá-los em livros futuros.

Agência Brasil – Você entende que os desafios das mulheres negras na Colômbia, no Brasil e na América Latina são semelhantes?

Edna Liliana Valencia – Sem dúvida são semelhantes, mesmo em diferentes países africanos e em contextos diaspóricos do norte global, as mulheres interseccionais vivenciam realidades muito semelhantes. E é óbvio porque o sistema racista e o sistema patriarcal são globais. No entanto, também existem condições particulares em cada país e em cada região. Tampouco seria saudável homogeneizar e perder de vista as histórias nacionais passadas e presentes (de cada país).

Agência Brasil – Qual é o papel dos jornalistas e da mídia na luta contra o racismo?

Edna Liliana Valencia – Tornar visível, representar, denunciar, educar, relacionar. Ser a memória viva do movimento antirracista interseccional afrofeminista. Nosso papel é essencial para o desenvolvimento dessa transformação tão necessária da sociedade global. A mídia deve nos ensinar a desaprender os paradigmas de discriminação que aprendemos com a educação tradicional. No entanto, devo dizer que estamos longe dessa realidade. Embora existam cada vez mais meios de comunicação feministas, a mídia tradicional ainda é mais nossa inimiga do que nossa amiga. Eles ainda não têm consciência (diretores e funcionários) do importante papel que têm nesse momento histórico, por isso, conscientizar também faz parte da nossa missão.




Fonte: Agência Brasil

Após capotar carro, motorista é preso por embriaguez ao volante e furto em Taciba




Ao constatar o emplacamento na Rodovia José Batista de Souza, os policiais militares verificaram que o veículo possuía uma queixa de furto. Homem, de 45 anos, foi preso por embriaguez ao volante e furto do veículo que dirigia, em Taciba (SP)
Polícia Militar Rodoviária
Um motorista, de 45 anos, foi preso após dirigir embriagado e capotar o carro na Rodovia José Batista de Souza (SP-483), nesta segunda-feira (10), em Taciba (SP). Além disso, ele foi indiciado por ter furtado o veículo que dirigia.
Durante a Operação Impacto, a Polícia Militar Rodoviária foi acionada para atender um acidente de trânsito com vítima no km 040. No local, os agentes constataram que o condutor perdeu o controle da direção e capotou o carro.
Ao consultar o emplacamento, os militares verificaram que o automóvel possuía queixa de furto em Presidente Prudente (SP), na mesma data.
O motorista foi socorrido com ferimentos leves ao Hospital Regional de Presidente Prudente, onde realizou o teste de bafômetro que resultou em 0,79 miligramas de álcool por litro de ar alveolar.
Diante dos fatos, foi dada voz de prisão em flagrante delito pelo crime de embriaguez ao volante e furto.
A ocorrência foi apresentada na Delegacia de Presidente Prudente, onde o envolvido permaneceu preso à disposição da Justiça.

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Fonte: G1

Do rock ao roll: pai fã de Deep Purple protocola pedido a prefeito para dar ao filho nome ‘proibido’ e realiza sonho | Presidente Prudente e Região


“Eu fui rever minha lista para ver o que daria para ser feito caso não tivesse sucesso, aí surgiu André, de Andre Matos [vocalista das bandas Viper, Angra e Shaman]. Provavelmente, se não desse, seria André, pois Robert, Bruce e Paul ficariam fora de questão, já que também eram nomes estrangeiros”, recordou Luck.




Fonte: G1

Ifood assina compromisso com MPF após tentar desmobilizar entregadores


A empresa de entrega de comida Ifood assinou um compromisso com o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) em que se compromete a promover ações em favor dos direitos trabalhistas e do respeito ao direito de informação da população.

O Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado na última sexta-feira (7), ocorre em decorrência de reportagem da Agência Pública que revelou que o Ifood contratou as agências de publicidade Benjamim Comunicação e a Promove Serviços de Propaganda e Comunicação (Social QI) para desmobilizar movimento dos entregadores. Os profissionais reivindicavam melhores condições de trabalho. As agências também assinaram o TAC.

De acordo com a reportagem, as agências contratadas criaram perfis falsos e se passavam por entregadores do Ifood para questionar nas redes sociais as reivindicações dos trabalhadores. A matéria, que pode ser lida aqui, foi base para uma investigação do MPF.

Obrigações

O TAC prevê obrigações do iFood para assegurar a liberdade sindical e os direitos de greve e de negociação coletiva dos entregadores. “Esses direitos são fundamentais, sendo parâmetros mínimos, previstos na Constituição Federal e em tratados internacionais de direitos humanos, para que os trabalhadores tenham meios de promover a sua organização, fomentar a solidariedade entre os membros do grupo e expressar adequadamente a voz coletiva de seus integrantes”, destaca o procurador do Trabalho Renan Kalil.

O iFood deverá ainda financiar pesquisas e projetos, no valor de R$ 6 milhões, que analisem as relações de trabalho com entregadores, o mercado publicitário e de marketing digital, e a responsabilidade social dos controladores de plataformas.

“Para que tenham seu direito à informação respeitado, os cidadãos precisam saber se é uma empresa que está postando determinado conteúdo na Internet, em qual contexto e para qual finalidade. Isso é especialmente importante para que eles possam formar livremente sua opinião sobre assuntos de relevância pública e, a partir disso, exercer outro direito fundamental: a liberdade de expressão, que deve ser isenta de interferências indevidas ou ocultas”, destacou o procurador da República Yuri Corrêa da Luz.

Segundo o TAC, o iFood ficará proibido de divulgar, pelos próximos seis meses, anúncios, propagandas e campanhas publicitárias sobre supostas medidas adotadas pela empresa para promoção de direitos fundamentais e trabalhistas. “O objetivo é impedir a publicação, no curto prazo, de informações que possam se mostrar inverídicas ou imprecisas sobre a postura da empresa em relação às demandas de interesse social como as que foram alvo de investigação”, disse o MPF em nota.

O Ifood informou que cumprirá os termos do TAC. “Celebramos o acordo porque as obrigações assumidas pelo iFood no TAC estão alinhadas com nossos valores e princípios, em especial a promoção de um ambiente de maior transparência nas redes sociais, o respeito ao direito de manifestação e de associação dos entregadores e o investimento em pesquisas que colaborem com o desenvolvimento sustentável do país”, disse, em nota, o diretor jurídico da empresa, Lucas Pittioni.

As agências de publicidade Benjamim Comunicação e a Promove Serviços de Propaganda e Comunicação (Social QI) foram procuradas, mas ainda não se manifestaram.




Fonte: Agência Brasil