Rapaz de 20 anos é preso após dar golpe do falso comprovante de PIX e gerar prejuízo de R$ 500 a sorveteria, em Junqueirópolis


Um rapaz, de 20 anos, foi preso em flagrante por estelionato, em decorrência de um golpe aplicado a uma sorveteria, através do uso de falsos comprovantes de PIX, em Junqueirópolis (SP), nesta terça-feira (27). Segundo a Polícia Civil ao g1, o prejuízo do estabelecimento comercial chegou a aproximadamente R$ 500.




Fonte: G1

Funcionários do Hospital Estadual paralisam atividades e protestam por melhorias nas condições de trabalho, em Presidente Prudente


A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo disse, em nota à TV Fronteira, que nesta semana foram feitas 14 contratações emergenciais de profissionais, entre médicos e enfermeiros, para o Hospital Estadual de Presidente Prudente e acrescentou, inclusive, que esses novos contratados já começaram suas atividades.




Fonte: G1

Censo 2022: 30 cidades do Oeste Paulista apresentaram crescimento; Narandiba foi a que mais aumentou


Todos os 5.568 municípios brasileiros, mais dois distritos (Fernando de Noronha e Distrito Federal), num total de 5.570 localidades, receberam visita de recenseadores. Segundo o IBGE, foram visitados 106,8 milhões de endereços em 8,5 milhões de quilômetros quadrados.




Fonte: G1

PF deflagra operação para reprimir contrabando de agrotóxicos


A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (28), a Operação Messis, com o objetivo de reprimir o contrabando de agrotóxicos de origem estrangeira. Segundo a PF, as ações também visam o combate a crimes ambientais decorrentes do transporte ilegal dos produtos. Três mandados de busca e apreensão foram cumpridos no município de Torres, no Rio Grande do Sul.

Em nota, a PF informa que a investigação teve início com apreensão de 350 quilos de agrotóxicos, em agosto de 2022, pela Polícia Civil de Camaquã (RS). Ao se constatar que a matéria era de competência da Justiça Federal, o caso foi repassado à PF.

Durante as investigações, foi apurado que os suspeitos adquiriam os produtos no Uruguai para então serem comercializados no Brasil.

“Um dos investigados já foi indiciado pela Polícia Federal em três inquéritos por contrabando, contabilizando mais de meia tonelada de agrotóxicos apreendidos em sua posse. Os demais suspeitos possuem histórico criminal por crimes como roubo e receptação e, um deles, é investigado por comercializar armas de fogo”, detalhou a PF.

Caso sejam condenados, os suspeitos terão penas que, somadas, podem chegar a nove anos de reclusão, pelos crimes de contrabando e por transporte de agrotóxico sem as exigências legais.




Fonte: Agência Brasil

Concursos públicos na região de Presidente Prudente visam contratar profissionais de diferentes áreas




Há oportunidades para trabalhar em Osvaldo Cruz (SP), Presidente Prudente (SP) e Teodoro Sampaio (SP). Concurso público visa contratar 2,7 mil profissionais para o cargo de Soldado PM de 2ª Classe
Divulgação/Governo de SP
Concursos públicos e processos seletivos disponíveis oferecem oportunidades para trabalhar em diversas cidades da região de Presidente Prudente (SP). Há vagas para diferentes áreas e as inscrições podem ser feitas pela internet e presencialmente.
Confira todas as oportunidades abaixo:
Etec
Teodoro Sampaio (SP)
A Escola Técnica Estadual (Etec) de Teodoro Sampaio anunciou a realização de processos seletivos, com o objetivo de contratar e formar cadastro reserva para profissionais da área da Educação.
Veja as vagas de acordo com os editais:
Edital nº 156/12/2023: professor de ensino médio e técnico para a área de Suporte Emergencial à Vida (Segurança do Trabalho); e
Edital nº 156/13/2023: professor de ensino médio e técnico para a área de Cadeias Produtivas do Agronegócio.
Os interessados podem se inscrever até esta quarta-feira (28), no site da instituição.
Osvaldo Cruz (SP)
A Escola Técnica Estadual Amim Jundi, em Osvaldo Cruz, abriu um novo processo seletivo a fim de contratar um professor do ensino médio e técnico.
De acordo com o edital, a seleção busca formar cadastro reserva para docente da área de Língua Estrangeira Moderna – Espanhol (ensino médio).
Para se inscrever, é necessário possuir graduação completa em nível superior.
A remuneração será de R$ 20,19 por hora-aula.
O interessado pode se inscrever através do site, até o dia 10 de julho.
Unesp de Presidente Prudente
A Universidade Estadual Paulista (Unesp) irá realizar concursos públicos para contratar profissionais de nível superior em Presidente Prudente.
Confira as oportunidades de acordo com os editais:
Edital nº 23/2023: Professor Substituto para o Departamento de Cartografia da Faculdade de Ciências e Tecnologia do Campus de Presidente Prudente (1). Remuneração de R$ 1.236 a 1.829.
Edital 63/2023: Professor titular no Departamento de Geografia da Faculdade de Ciências e Tecnologia. Remuneração de R$ 19,855,85;
Edital nº 69/2023: Professor Titular no Departamento de Física da Faculdade de Ciências e Tecnologia (1). Remuneração de R$ 19.855,85;
Edital nº 121/2023: Professor Assistente no Departamento de Matemática e Computação, na área de Ciência da Computação (1). Remuneração de R$ 13.357,25.
As inscrições para todos os concursos devem ser feitas pela internet.
Confira os prazos de inscrições de acordo com cada edital:
Edital nº 23/2023: até 30 de junho;
Edital nº 69/2023: até o dia 3 de julho;
Edital nº 63/2023: até o dia 4 de julho; e
Edital nº 121/2023: até o dia 7 de julho.
Polícia Militar – Soldado
A Polícia Militar do Estado de São Paulo (PM-SP) divulgou no Diário oficial o edital do concurso público que prevê contratar 2,7 mil profissionais para o cargo de Soldado PM de 2ª Classe.
A remuneração básica inicial para o cargo é de R$ 4.852,21, sendo que as parcelas que compõem são: padrão do valor de R$ 2.033,27, Regime de Trabalho Policial (RETP), no valor de R$ 2.033,27, e insalubridade, no valor de R$ 785,67.
Para se inscrever, o candidato deve ser brasileiro, ter concluído o ensino médio ou equivalente, ter idade mínima de 17 e máxima de 30 anos. Além disso, é necessário ter estatura mínima, descalço e descoberto, de 155 centímetros, se mulher, e 160 centímetros, se homem, entre outros requisitos especificados no edital. É preciso ser habilitado para condução de veículo motorizado entre as categorias B e E.
As inscrições devem ser feitas apenas pela internet, até o dia 27 de julho.
Entre as cidades disponíveis para realizar os exames de conhecimentos (parte 1 e 2), estão o município de Dracena (SP), Presidente Prudente e Presidente Venceslau (SP).

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Fonte: G1

Censo 2022: 26 cidades do Oeste Paulista perdem população; Irapuru é a que mais encolheu


Todos os 5.568 municípios brasileiros, mais dois distritos (Fernando de Noronha e Distrito Federal), num total de 5.570 localidades, receberam visita de recenseadores. Segundo o IBGE, foram visitados 106,8 milhões de endereços em 8,5 milhões de quilômetros quadrados.




Fonte: G1

Motorista fica gravemente ferido após atropelar uma vaca na Rodovia Assis Chateaubriand, em Martinópolis




Acidente foi registrado na noite desta terça-feira (27). Animal estava sobre a faixa de rolamento da pista e morreu no local. Homem ficou gravemente ferido após colidir contra uma vaca, em Martinópolis (SP)
Polícia Militar Rodoviária
Um homem, de 27 anos, ficou gravemente ferido após atropelar uma vaca na Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), na noite desta terça-feira (27), em Martinópolis (SP).
Conforme a Polícia Militar Rodoviária, o animal estava sobre a faixa de rolamento da pista na altura do km 432,100. O motorista do veículo não conseguiu frear a tempo e colidiu contra o animal.
O condutor foi socorrido ao Hospital Regional de Presidente Prudente (SP) em estado grave.
Segundo o policiamento, o motorista realizou o teste do etilômetro, que resultou em negativo para ingestão de álcool.
O bovino de grande porte, fêmea, de pelagem branca e preta morreu no local.
A perícia foi acionada até o local.

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Fonte: G1

Glossário explica termos para debate sobre crise do clima


Trazer informação mais direta, clara e transparente para esclarecer a população sobre diversos termos que entraram nos debates sobre a crise climática é o objetivo do Glossário Ilustrado de Justiça Climática.

A publicação – elaborada em parceria por diversos movimentos ambientais – reúne 43 expressões ilustradas em versão trilíngue (português, espanhol e inglês), que abordam termos como Net Zero, descarbonização, maquiagem verde e siglas como BECCS e REDD, além de conceitos sobre agroecologia, desperdício zero, refugiados ambientais e racismo ambiental.

O glossário é uma parceria do projeto ArvoreAgua com a Plataforma Latinoamericana de Justiça Climática e a campanha Que Os Grandes Poluidores Paguem. As ilustrações do glossário começaram a ser produzidas no ano passado.

Na avaliação dos movimentos, a utilização de uma linguagem técnica especializada em fóruns internacionais sobre negociações climáticas “esconde a realidade”, e dificulta ou confunde o real entendimento de pessoas leigas no assunto.

Outro ponto destacado é que o uso cada vez maior desse tipo de linguagem acaba por tirar o protagonismo e limitar a participação de povos indígenas, comunidades tradicionais protetoras da floresta e de integrantes de movimentos sociais que atuam no combate à crise climática sobre os problemas e soluções da Amazônia a partir da própria sociedade civil de base.

O documento será lançado na quinta-feira (29), em Santarém, no IV Cinturão Cultural do Tapajós – Territórios e Resistência, encontro de lideranças indígenas e movimentos amazônicos, juristas de povos atingidos por grandes projetos de exploração mineral na América Latina, pesquisadores, jornalistas, artistas, produtores de alimentos e bioprodutos medicinais da floresta.

No lançamento do evento – organizado pelo Instituto Sebastião Tapajós com o Ministério Público do Pará, em parceria com o projeto Luz e Ação da Amazônia, da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), Coletivo de Mulheres Indígenas As Karuana e Instituto Cabana Tapajós – 100 livros serão distribuídos. Além da versão digital a ser disponibilizada em julho, a intenção é produzir mais exemplares a serem distribuídos gratuitamente.

Vocabulário técnico

Uma das parceiras do glossário, a jornalista e estudante de Engenharia da Ufopa, Patrícia Kalil, disse que os povos da floresta precisam se apropriar de vocabulário técnico usado nesses grandes encontros, como a 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) na Amazônia, para não serem enganados e garantir espaço de participação e direito a voz, pois está havendo uma captura corporativa desses espaços de tomadas de decisão. A COP30 está marcada para novembro de 2025, em Belém.

“Trabalhamos para esclarecer toda essa terminologia técnica e superespecializada usada em mesas de negociações internacionais, COPs e relatórios corporativos. Como vamos discutir sem entender? Como vamos questionar os planos Net Zero sem entender que é uma trapaça maquiada de verde? Se o compromisso é de redução de emissões, queremos reduções reais, nada de compensações mentirosas e que não englobam toda a cadeia de produção e consumo”, afirmou a jornalista à Agência Brasil.

O glossário também destaca que, atualmente, as negociações climáticas têm se centrado mais em reduzir o problema das emissões do que em questionar sua causa, centrada no modelo de desenvolvimento calcado no uso de combustíveis fósseis, no extrativismo predatório e na desigualdade.

O documento diz, ainda, que muitas vezes essa linguagem facilita os grandes poluidores que não assumem suas responsabilidades e até geram falsas soluções para uma questão extremamente complexa. “Precisamos entender como os grandes poluidores manipulam as notícias, fazem lobby e infiltram seus interesses no governo, em organismos internacionais e na academia”, sintetizou Patrícia.

Segundo as organizações, esse jargão esconde a dimensão da crise climática e apresenta “falsas soluções” para o problema. Um dos termos apresentados no glossário para justificar o posicionamento é o de “neutralidade de carbono” cujo uso tem sido cada vez mais frequente nos debates ambientais.

Vista aérea mostra a floresta amazônica perto da cidade de Santarém (PA)

  Glossário aborda importância da Amazônia e explica vocabulário técnico     – Nacho Doce/Reuters/Direitos Reservados

O glossário aponta que o termo “neutralidade de carbono” é apresentado por empresas e governos como uma mudança radical que alcançaria um equilíbrio em que a mesma quantidade de gases de efeito estufa emitida pela geração de determinada atividade fosse eliminada “na medida do possível”. Ou seja, cada tonelada de dióxido de carbono fóssil emitida seria igualada a uma tonelada absorvida por plantas, oceanos, solos ou rochas. Segundo o documento, nenhum modelo dependente de petróleo e consumidor de energia fóssil pode ser neutro em carbono.

“Esse falso discurso de ‘neutralidade de carbono’, embora não tenha base científica, na prática contribui para perpetuar a crença na salvação tecnológica e diminui o senso de urgência em torno da necessidade de começar a parar de extrair hidrocarbonetos fósseis subterrâneos. As corporações procuram “queimar agora, compensar depois”, ou o que é o mesmo ‘pagar para poluir’, o que fez com que as emissões de carbono continuassem a aumentar. Também acelerou a destruição do mundo natural, aumentando o desmatamento e o enorme risco de elevar ainda mais a temperatura do planeta,” assegurou Patrícia.

“Falsas soluções”

Outros exemplos de “falsas soluções”, que não estão voltadas para a redução da emissão dos gases de efeito estufa, seriam as calcadas nas expressões “Emissões Net Zero” ou “emissões líquidas zero”, “mecanismos de compensação”, “Bioenergia com Captura e Armazenamento de Carbono (BECCS, na sigla em inglês), Redução de Emissões por Degradação e Desmatamento (REDD), Geoengenharia e a Agricultura Climaticamente Inteligente (ACI, na sigla em inglês).

No primeiro caso, o glossário aponta que o termo está sendo usado para fazer as pessoas pensarem que um poluidor está diminuindo sua poluição se compensar as emissões. “Esse modelo transforma as emissões em uma equação matemática simplista: as emissões adicionadas em uma área são ‘equilibradas’ pela apreensão do território em outra”.

Os mecanismos de compensação, quando poluidores, dizem “compensar” os danos ambientais de suas atividades por meio de ações da promoção de projetos ambientais no mesmo local ou em um local distante. Já a Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal implica uma visão reducionista do que é uma floresta, tratando as árvores apenas como sumidouros de carbono, sem levar em conta o seu papel fundamental para a biodiversidade.

“Em muitos casos, projetos de REDD favorecem grandes empresas poluidoras e especuladores financeiros, pois o valor de uma floresta é calculado de acordo com a quantidade de carbono armazenado” diz o glossário.

“Um comprador de crédito de carbono oferece uma compensação em dinheiro para uma comunidade – muitas vezes comunidades indígenas ou comunidades tradicionais guardiãs de florestas – para não destruírem suas terras. Acontece que eles não planejavam destruir e já estavam preservando. Em troca, o comprador recebe licenças de carbono que podem ser usadas por poluidores ou como ativos financeiros”, diz o glossário.

Agrotóxicos

A Agricultura Inteligente para o Clima é apontada como uma falsa solução uma vez que é voltada apenas para transformar o agronegócio, já que condiciona a segurança alimentar à dependência de produtos agrotóxicos e ao uso de sementes geneticamente modificadas vendidas por grandes populações, além de promover a monopolização do uso da água.

“Mas, na realidade visa deslocar a agricultura familiar e camponesa, acabando com os conhecimentos e técnicas agrícolas tradicionais, com os cuidados e manutenção de variedades de sementes nativas guardadas, guardadas desde tempos imemoriais”, afirma o documento.

Também seria uma falsa solução o modelo proposto pela BECCS, que consiste na produção de energia por meio da queima de biomassa em larga escala e, depois, com o auxílio de maquinários, eliminar o excesso de dióxido de carbono na atmosfera em sumidouros de carbono, como o solo ou o oceano, “neutralidade de carbono”.

Para as organizações, a proposta é arriscada, não validada e perigosa, uma vez que desvia a atenção para a necessidade de redução drástica das emissões de carbono.

“As corporações de combustíveis fósseis tentaram introduzir essa proposta como uma fórmula mágica para enfrentar as mudanças climáticas, buscando lucrar com a destruição de nossos ecossistemas e comunidades. Essas empresas e os governos que as apoiam estão apostando tudo nesse tipo de reengenharia de eficácia questionável, ou tecnologia falha e arriscada”, critica o texto.

As organizações afirmam que a aplicação dessas falsas soluções não apenas acelerará a crise climática, “mas também aumentará as desigualdades e injustiças estruturais e condenará os povos – historicamente excluídos e vulneráveis – a condições de vida cada vez mais adversas, aumentando a vulnerabilidade”.

Efeito estufa

As organizações defendem que é necessário mudar o modelo de desenvolvimento centrado no uso de combustíveis fosseis e que tem resultado em emissões enormes de dióxido de carbono, um dos principais causadores do efeito estufa e da crise climática.

Também deve haver responsabilização dos grandes poluidores, a exemplo do Estados Unidos e da Europa, mas também de grandes corporações transnacionais, privadas e estatais, e de oligarquias e elites financeiras, que lucram com a destruição do planeta.

Rio de Janeiro (RJ) -  Glossário Ilustrado de Justiça Climática.
Foto Divulgação

Glossário Ilustrado de Justiça Climática. Divulgação

“Com a crise climática, é cada vez mais urgente promover discussões sérias sobre os reais desafios brasileiros e globais relacionados ao impacto dos grandes poluidores no planeta. Sim, precisamos de uma mudança que reestruture nossos modelos de organização, responsabilize os culpados pela crise e restaure a harmonia com a natureza, ao mesmo tempo em que promova a justiça social e a equidade”, sugere Patrícia.

Segundo a publicação, essa transição não diz respeito apenas a uma troca de tecnologia, mas sim a um processo que coloca no centro os direitos da natureza e dos povos mais afetados. Modelos que não tenham por base o uso de combustíveis fósseis e centrados na gestão comunitária dos territórios, soberania alimentar e energética, na agroecologia, no desperdício zero, na reciclagem, redução de resíduos, compostagem, no biogás e na redução do consumo e da produção de forma a aumentar o bem-estar humano para garantir o bem-estar da natureza e dos seus recursos.

Por fim, as organizações apontam que essas mudanças devem se centrar na promoção do coletivo, na distribuição igualitária da riqueza, na promoção de uma vida digna, especialmente para as pessoas historicamente marginalizadas, deslocadas e afetadas pelo sistema, no consumo do que é apenas necessário e na promoção dos direitos humanos, respeito às comunidades indígenas, ancestrais, mulheres, camponeses e trabalhadores, bem como no respeito aos direitos da natureza.




Fonte: Agência Brasil

Censo do IBGE: confira a população atualizada dos municípios da região de Presidente Prudente


Todos os 5.568 municípios brasileiros, mais dois distritos (Fernando de Noronha e Distrito Federal), num total de 5.570 localidades, receberam visita de recenseadores. Segundo o IBGE, foram visitados 106,8 milhões de endereços em 8,5 milhões de quilômetros quadrados.




Fonte: G1

Acidentes de trânsito com postes afetam mais de 4 mil moradores em Presidente Prudente e região




Custos financeiros dos equipamentos danificados devem ser arcados pela pessoa responsável pelo acidente. Acidentes de trânsito com poste afetaram 4.166 moradores em Presidente Prudente (SP) e região
Energisa
Nos primeiros cinco meses de 2023, mais de 4 mil moradores dos 24 municípios da região de Presidente Prudente (SP) tiveram a energia interrompida temporariamente após veículos atingirem postes e causarem estragos à rede elétrica.
Segundo a empresa Energisa, responsável pela distribuição de energia nesses locais, o trabalho de resgates, seguido da substituição de cabos, equipamentos e postes danificados podem levar horas, dependendo da complexidade da colisão. Desta forma, o tempo do fornecimento de energia para determinados clientes pode ser prolongado.
“Mas, nem sempre é possível restabelecer todos de uma única vez. Nosso compromisso é sempre trabalhar para que o cliente tenha a energia normalizada o quanto antes, no entanto, há situações que, por segurança, os reparos precisam ser feitos com a rede desligada”, acrescenta Luiz Moreto, gerente de Operação da Energisa Sul-Sudeste.
Isso explica o fato de alguns moradores nas áreas urbanas e rurais, entre residências, estabelecimentos comerciais e imóveis, terem sido impactados com a interrupção temporária no fornecimento de energia elétrica.
Custos dos danos
Conforme a empresa, a substituição de um poste pode custar até R$ 4 mil. No entanto, esse valor varia de acordo com o tipo de estrutura e equipamentos instalados. Ou seja, se for necessário trocar outros equipamentos, esse valor pode ser ainda maior.
Tais custos financeiros deverão ser arcados pela pessoa responsável pelo acidente. A cobrança é feita a partir das investigações que vão indicar as causas e responsáveis pelo acidente.
Em caso de acidentes, as pessoas que presenciarem o fato precisam manter a distância e acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros e a Energisa para fazer o socorro de maneira adequada, segundo a empresa.
O telefone para contato da Energisa é 0800 70 10 326.

Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.




Fonte: G1