Canjica Salgada é pedida perfeita para o mês junino




Chef de cozinha Renan Carapiá, de Presidente Prudente (SP), ensina o passo a passo da receita. Canjica Salgada é pedida perfeita para mês junino
Betto Lopes/TV Fronteira
O chef de cozinha Renan Carapiá, de Presidente Prudente (SP), ensina a preparar uma receita para o período junino, a Canjica Salgada. Confira o passo a passo abaixo!
Ingredientes
300g de milho para canjica (cozido na pressão)
1 calabresa
100g de bacon
1/2 cebola branca
2 dentes de alho
100g de abóbora cabotia (purê)
50ml de leite de coco
100g de carne seca
Azeide de dendê
1 maço de salsinha
100g de costelinha defumada
Sal
Pimenta do reino
Canjica Salgada é pedida perfeita para mês junino
Betto Lopes/TV Fronteira
Modo de preparo
O primeiro passo é picar o bacon e colocá-lo em uma panela para refogar. Não é necessário o uso de gordura ou óleo, pois o bacon já solta a própria gordura.
Acrescente a calabresa, também picada, e a carne seca. Depois, retire um pouco das carnes para colocar a costelinha. Isto dará um sabor de defumado à receita. A costelinha começará a desmanchar e, neste momento, pare de mexer as carnes.
Coloque as carnes em outro recipiente e aproveite a gordura do bacon, que restará na panela, para adicionar um fio de azeite de dendê. Adicione a cebola picada e o alho, até que ambos fiquem dourados e refogados. Coloque meia xícara de água e continue a mexer.
Canjica Salgada é pedida perfeita para mês junino
Betto Lopes/TV Fronteira
Adicione o purê de abóbora cabotia na panela e mexa até que a consistência fique cremosa. Coloque aproximadamente 1 litro de água e siga mexendo o caldo até que ele engrosse.
Acrescente o leite de coco e, depois de fervido, coloque a canjica (previamente cozida, deve estar mole), aos poucos no caldo. Deixe o caldo ferver até a canjica absorver o sabor.
Misture as carnes com o caldo e mexa aos poucos. A salsinha deve ser colocada apenas nesta etapa, para aromatizar.
Finalize com pitadas de sal e pimenta do reino.
A receita é uma ótima pedida para Festa Junina e para dias mais frios, neste mês de junho.
Canjica Salgada é pedida perfeita para mês junino
Betto Lopes/TV Fronteira

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Fonte: G1

Transexualidade infantojuvenil é tema de debate no Rio


A transexualidade em crianças e adolescentes é tema de evento que está sendo realizado nesta sexta-feira (2), na Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, para lembrar o Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, celebrado em 17 de maio. O encontro Transdiversidade Infantojuvenil: desafios e possibilidades reúne defensores públicos e ativistas dos direitos trans. 

Segundo o coordenador do Núcleo de Defesa da Diversidade Sexual (Nudiversis), da Defensoria Pública, Helder Moreira, a discussão é importante para que a sociedade entenda que “a pessoa trans não nasce aos 18 anos”.

“É urgente falar sobre a existência de crianças e adolescentes trans, justamente para normalizar esse assunto dentro da nossa sociedade, para que essas pessoas consigam viver com maior qualidade de vida, tendo acesso à faculdade, conseguindo se formar, ter mais acesso à educação e a um lar mais harmonioso”, explica Moreira.

Segundo o coordenador, a expectativa de vida das pessoas trans é de 35 anos, menos da metade da média da população brasileira. Os dados constam no Dossiê: Assassinatos e Violência Contra Travestis e Transexuais Brasileiras, que confirma o alto índice de violência apresentado pelo Trans Murder Monitoring (“Observatório de Assassinatos Trans”, em inglês), onde o Brasil ocupa o topo do ranking mundial de violência contra este público.

“A porcentagem de pessoas que chegam à universidade é baixíssima. As pessoas trans são expulsas das suas famílias ainda na fase de criança ou adolescente e acaba entrando numa prostituição compulsória. A prostituição passa a ser o único caminho daquela pessoa”.

O dossiê indica que as travestis e transexuais femininas constituem um grupo de alta vulnerabilidade à morte violenta e prematura no Brasil, com uma expectativa de vida de 35 anos, enquanto a da população em geral é de 74,9 anos.

Transição

O cantor e influenciador digital Levi Aisar ficou nacionalmente conhecido quando tinha apenas 14 anos e participou da 4ª temporada do programa The Voice Kids, quando ainda se identificava como mulher e com seu nome de batismo, Lavínia Aisar.

Foi pouco tempo depois, por volta dos 15 anos, que Levi começou a se entender como homem e começou sua transição de gênero, que foi concluída há alguns meses com a oficialização de seu novo nome.

“A gente sempre sente, desde criança, uma confusão. A gente se sente diferente das outras crianças. Isso começou comigo desde cedo. Sempre pensei que tinha algo errado comigo, porque minha família não tinha muita informação sobre isso e era muito religiosa. Então nunca encontrei respostas e sempre lutei contra isso durante a minha infância.”

Levi contou à família que gostava de meninas quando tinha 14 anos, mas ainda demorou um pouco para que se reconhecesse como um homem trans. “Com a minha família foi bem difícil no começo. Eles não aceitaram muito. Fiquei um tempo sem contato com a minha família e comecei minha transição por mim mesmo. Hoje em dia eles me apoiam bastante”, relata.

Agatha, de 8 anos, por outro lado, fez sua transição bem mais cedo, com apenas 4 anos. Sua mãe, Thamirys Nunes, acolheu e apoiou a filha nesse momento. Thamirys criou uma organização não governamental Minha Criança Trans e leva suas vivências para as redes sociais, onde tem 100 mil seguidores no Instagram.

“São diversos desafios: o medo da violência, a insegurança de não saber até quando minha filha vai ser respeitada, quando ela não vai sofrer um ato de agressão, de preconceito. E também há o julgamento do outro, que olha para a minha maternidade e tenta achar uma causa ou efeito de eu ter uma filha trans. Tentam me deslegitimar, me colocar num papel disfuncional e não reconhecer o direito da minha filha existir e o meu direito de, enquanto mãe, acolher quem ela é e respeitar minha criança”.

O evento será realizado até as 16h e os debates podem ser acompanhados pelo canal da Defensoria Pública na internet.




Fonte: Agência Brasil

Com 33 meses de atraso, boxistas assinam termo de uso de espaços comerciais no Camelódromo de Presidente Prudente




Boxistas assinam termo de uso de espaços comerciais no Camelódromo de Presidente Prudente (SP)
Bruna Bonfim/g1
Com 33 meses de atraso, os boxistas do Camelódromo de Presidente Prudente (SP) participam, na manhã desta sexta-feira (2), da cerimônia de entrega oficial e assinatura dos termos de uso do shopping popular.
As obras tiveram início em janeiro de 2020 e deveriam ter sido concluídas em setembro daquele mesmo ano. No entanto, sofreram seguidos atrasos ao longo desses 33 meses.
O evento acontece no próprio Camelódromo, na Avenida Brasil, na Vila São Jorge. No local, há três mesas para os boxistas realizarem as assinaturas, divididas por ordem alfabética.
Conforme o engenheiro civil Gustavo de Oliveira Cardoso, membro da Secretaria de Obras e Serviços Públicos (Sosp), informou ao g1 que os boxistas poderão instalar o piso e pintar os boxes da cor que desejarem.
Durante discurso, o prefeito Ed Thomas (sem partido) disse que o Poder Executivo pretende batizar o espaço com o nome “Shopping Popular Dona Ana Maia Cardoso de Oliveira Lima” e que a escolha deve tramitar na Câmara Municipal.
A comerciante Bruna Aparecida Santana Ferreira vende eletrônicos há 18 anos no Camelódromo e afirmou ao g1 que a expectativa dela é de medo devido à quantidade de boxes que estarão abertos no local.
“A minha expectativa, sinceramente, é de medo, porque de 240 boxes, só 108 boxes vão voltar no primeiro momento. Como que nós vamos abrir com a maioria fechada? Isso não vai dar ninguém. Isso só vai deixar mais forte o Centro, o Vila Romana. Porque aqui não tem nem a metade dos números. Queremos todos os 240 boxes de volta!”, reforçou Bruna.
Além disso, ela também relatou que saiu do Terminal Urbano, onde estava instalada desde que saiu do Camelódromo, há um mês porque “não estava vendendo nada” e reforçou que vai esperar reabrir o local.
“Eu estou vindo para cá porque eu preciso trabalhar, mas me desanima porque não tem todos aqui. Quem que vai vir aqui, chegar e ver um corredor todo fechado? A população compra com os olhos, aqui não tem força para isso ainda, são apenas 108 boxes. Está faltando muitos boxistas, muito”,
“Eu saí daqui, fui para o Terminal. Fiquei no Terminal até um mês atrás, onde não tinha condições de ficar. Não estava vendendo nada, era Sol, chuva. Saí de lá, agora vamos esperar abrir aqui.”

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Fonte: G1

PF faz buscas contra neonazistas que teriam estimulado assassinatos


A Polícia Federal cumpre, nesta sexta-feira (2), mandados de busca e apreensão contra um grupo neonazista que usava aplicativos de mensagens e chats para compartilhar “material de extremismo violento ideologicamente motivado”.

Há suspeita de que integrantes do grupo tenham induzido assassinatos cometidos em 25 de novembro de 2022, em Aracruz (ES), por um menor de 16 anos.

Segundo os investigadores, o grupo divulgava tutoriais de assassinato no aplicativo de mensagens, além de vídeos de mortes violentas, de fabricação de explosivos e de promoção de ódio a minorias. Havia também, em meio aos materiais divulgados, vídeos descrevendo ideais neonazistas.

Os ataques cometidos pelo menor ocorreram em duas escolas e, segundo a Polícia Civil do Espírito Santo, teriam sido planejados há pelo menos dois anos. Os disparos com arma de fogo resultaram na morte de quatro pessoas e 13 ficaram feridas. O adolescente é filho de um policial militar.

Os mandados de busca e apreensão das ações de hoje foram cumpridos nas cidades de São Paulo (SP) e Petrolina (PE), por determinação da 1ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Linhares, no Espírito Santo.

Extremismo violento

“A investigação demonstrou que os arquivos de conteúdo de extremismo violento encontrados no aparelho celular do menor foram baixados do canal do aplicativo que ele participava”, informou a PF.

“O uso da cruz suástica na vestimenta do menor no momento do ataque demonstra a influência de ideologia neonazista recebida pelo grupo de aplicativo, reforçando a tese de que o atentado foi cometido por razões de intolerância a raça, cor e religião com o fim de provocar terror social, o que configura o crime de terrorismo”, acrescentou.

A PF informou que a empresa do aplicativo de mensagens pouco cooperou com a investigação. No entanto, mesmo sem a obtenção de boa parte dos dados solicitados, os investigadores conseguiram identificar dois integrantes que atuavam de forma ativa, “com postagens de teor racista e antissionista”.

De acordo com a PF, se somadas, as penas máximas dos crimes investigados atingem 72 anos de reclusão, “lembrando que tanto o crime de terrorismo quanto o de homicídio qualificado são considerados hediondos pela legislação”.

O ministro da Justiça e Segurança Pública anunciou as ações da PF por meio de sua conta no Twitter.






Fonte: Agência Brasil

Retirada de água do meio ambiente atinge 4,1 trilhões de m³ em 2020


Em 2020, aproximadamente 4,1 milhões de hectômetros cúbicos (hm³) de água, correspondentes a 4,1 trilhões de metros cúbicos, foram retirados do meio ambiente no Brasil pelas atividades econômicas e pelas famílias para uso próprio e distribuição. Cada hectômetro cúbico equivale a 1 milhão de metros cúbicos. 

Desse volume, a atividade econômica eletricidade e gás foi a que mais contribuiu para o volume total de retirada. A explicação é a grande quantidade de água turbinada pelas hidrelétricas e a participação majoritária delas na geração elétrica brasileira. No mesmo ano, a participação da hidroenergia na retirada atingiu 85,1%. No entanto, apesar de o volume de água captado pela atividade ser, em sua maior parte, utilizado, há também o retorno na mesma quantidade e qualidade, o que é chamado de uso não consuntivo.

A retirada total de água inclui a que ocorre para atendimento próprio, como também a captação para fins de distribuição.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na terceira edição da pesquisa Contas Econômicas Ambientais da Água: Brasil – 2018 a 2020, realizada em parceria com a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).

Conforme o pesquisador responsável pelo levantamento no IBGE, economista Michel Lapip, como a matriz energética brasileira é baseada principalmente em hidroenergia, os volumes de água necessários para gerar energia elétrica são enormes. Para o funcionamento das turbinas, as águas saem das barragens ou do leito do rio e depois da geração de energia retornam aos reservatórios.

“Essa água que passa nas turbinas é considerada água retirada por mais que ela seja devolvida, o que é considerado uso não consultivo. A água retirada é devolvida para o meio ambiente na mesma quantidade, mas não deixa de ser uma retirada”, explicou em entrevista à Agência Brasil.

Ainda em 2020, na atividade esgoto e atividades relacionadas, a retirada representou 0,9% do total. O volume equivale à coleta de água da chuva escoada pelas redes pluviais que, segundo o IBGE, foi registrada com volume igual tanto em retirada quanto em retorno ao meio ambiente. A pesquisa indicou que as famílias foram as que mais usaram água de distribuição (59,4%) e serviços de esgoto (59,8%). No ano, o uso per capita de água pelas famílias ficou em 117,5 litros diários (litros/habitante/dia).

Já o total captado somente nas retiradas de águas superficiais e águas subterrâneas pelas atividades econômicas para uso consuntivo, alcançou 71,2 mil hm³. Nesse caso, a atividade com a maior participação na retirada foi a agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (58,2%).

“Diferentemente da atividade de eletricidade e gás, esse setor tem o consumo da água e não devolve toda para o meio ambiente. Também é o setor que mais consome entre as atividades econômicas. Essa é uma característica recorrente”, disse o economista.

Na sequência ficaram as atividades de captação, tratamento e distribuição de água (27,9%) e de indústrias de transformação e construção (8,4%).Conforme o conceito da ANA, o uso consuntivo é o que retira água do manancial para destinação a áreas como a irrigação, utilização na indústria e o abastecimento humano.

Adição

Com 56,2%, a água da chuva foi a principal forma de adição ao estoque total de água do Brasil em 2020, que alcançou 24,9 milhões de hectômetros cúbicos. Em sentido contrário, a redução do estoque de água no mesmo ano ficou em 25,9 hm³. A saída de água (46,8%), que pode ser para o mar, para outros países ou para outros recursos do território, foi a maior participação no total.

A Região Norte teve 87,1% de participação na entrada de água para o estoque do país e foi a que mais contribuiu para o total. “O Norte, dentro da Amazônia, tem quase toda a reserva de água do Brasil” – a região tem maior contribuição na entrada, mas a menor retirada.

Por regiões, o maior uso per capita (144,3 litros) ficou com o Sudeste, enquanto o menor uso foi no Norte, com 78,7 litros por habitante/dia. “Considerando ainda as famílias, a participação do volume de esgoto coletado pela rede de esgotamento sanitário em relação ao volume de água usado é maior, em 2020, na Região Sudeste, com aproximadamente 71%”. revelou a pesquisa, destacando que a na Região Norte, “apenas 16% da água utilizada pelas famílias, aproximadamente, retornaram ao meio ambiente por meio da rede de coleta”.

O pesquisador informou que não é possível fazer comparação com a edição anterior, porque houve mudanças metodológicas, na medida em que a ANA melhorou o modelo das informações com relação a estoques. “A metodologia mudou e o grau de precisão das estimativas está maior. Por isso, a gente não fez a comparação”.

Os movimentos climáticos de seca e abundância de chuva podem influenciar os estoques e retiradas de água, além dos desempenhos das atividades. “Se a chuva for demais, estraga a agricultura e o contrário ocorre quando há escassez de chuva. O setor de hidroenergia vai gerar menos e acionar mais as termoelétricas”, comentou.

Dados econômicos

A pesquisa mostrou que também em 2020, a cada R$ 1,00 gerado pela economia do país havia o consumo de 6,2 litros de água. Indicou ainda que o valor adicionado bruto (VAB) da atividade econômica água e esgoto somou R$ 48,2 bilhões e que o valor da produção de água de distribuição e serviços de esgoto ficou em R$ 74,5 bilhões. Nesse total, a participação da água de distribuição atingiu 65,7%. O custo médio da água utilizada na atividade agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura chegou a R$ 0,11/m³, “levando-se em conta os perímetros públicos de irrigação (PPI)”, completou o IBGE.

Pesquisa

De acordo com o IBGE, as Contas Econômicas Ambientais da Água: Brasil apresentam indicadores físicos e monetários sobre a oferta e a demanda de água no país com resultados para as cinco grandes regiões: Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste – e o Brasil.




Fonte: Agência Brasil

Minas Gerais registra primeiro caso de gripe aviária em pato


O estado de Minas Gerais registrou seu primeiro caso de gripe aviária. O vírus foi encontrado em um pato de vida livre da espécie Cairina moschata, na cidade de Pará de Minas. Em nota, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) destacou que se trata de um caso de influenza aviária de baixa patogenicidade (H9N2), que geralmente causa pouco ou nenhum sinal clínico nas aves. 

Em nota, a pasta detalhou que a detecção de um novo subtipo do vírus não tem relação com os focos confirmados de alta patogenicidade (H5N1) em aves silvestres nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, que podem causar graves sinais clínicos e altas taxas de mortalidade. “Não requer a aplicação de medidas emergenciais e não compromete a condição do Brasil como país livre de IAAP [influenza aviária de alta patogenicidade]”.

“O Mapa reforça que a influenza aviária de baixa patogenicidade não é uma doença de notificação obrigatória à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) e não traz restrições ao comércio internacional de produtos avícolas brasileiros”.

Subtipos

Ainda segundo a pasta, os diversos subtipos do vírus da influenza aviária podem infectar esporadicamente outras espécies, como mamíferos, incluindo pessoas. Os casos de infecção humana, entretanto, são considerados esporádicos e relacionados à exposição sem proteção adequada às aves doentes, não havendo registro de transmissão entre humanos.

“Evidências de presença de outros vírus de influenza aviária de baixa patogenicidade já foram encontradas no Brasil anteriormente. Esses vírus circulam normalmente em populações de aves silvestres, principalmente as aquáticas, em todo o mundo, causando doença leve ou assintomática em aves domésticas e selvagens.”

O ministério alerta que o contato direto com aves doentes ou mortas deve ser evitado. Todas as suspeitas de influenza em aves domésticas ou silvestres, incluindo a identificação de aves com sinais respiratórios ou neurológicos devem ser notificadas ao órgão estadual de saúde animal ou à Superintendência Federal de Agricultura e Pecuária.

Novos focos

Na quinta-feira (1º), foram confirmados mais seis focos de influenza aviária de alta patogenicidade (H5N1) no país, totalizando 19 confirmações de focos em aves silvestres no Brasil.

Dentre os seis casos recentes, quatro foram identificados no Espírito Santo, sendo três no município de Marataízes – nas espécies Thalasseus acuflavidus (trinta-réis de bando), Thalasseus maximus (trinta-réis-real) e Nannopterum brasilianum (biguá) – e um no município de Guarapari – Thalasseus acuflavidus (trinta-réis de bando).

Os outros dois casos recentes foram identificados no Rio de Janeiro, ambos na espécie Thalasseus acuflavidus (trinta-réis de bando).




Fonte: Agência Brasil

Cine Matinê exibe filme ‘Gato de Botas’ no Centro Cultural Matarazzo, em Presidente Prudente




A sessão gratuita é realizada a partir das 16h deste sábado (3) e é livre para todos os públicos. Cine Matinê exibe o filme ‘Gato de Botas’ no Centro Cultural Matarazzo
Reprodução/ Inter TV
O Cine Matinê exibe, a partir das 16h deste sábado (3), o filme “Gato de Botas” no Centro Cultural Matarazzo, na Vila Marcondes, em Presidente Prudente (SP). A sessão é gratuita e livre para todos os públicos.
Ambientado no mundo de contos de fadas, o Gato de Botas vai viver uma grande aventura ao lado de seu melhor amigo ovo, Humpty Dumpty, e Kitty Pata Mansa. Juntos, eles planejam colocar as mãos na famosa gansa que é capaz de botar ovos de ouro em uma missão quase impossível. Entretanto, um ato de traição acaba com essa relação e os transforma em inimigos mortais.
Aos poucos, Gato vai descobrir, meio atrasado, que tem um grande problema pela frente para conseguir limpar o que ficou para trás: a sua honra.
Pelo seu tom aventuresco, a animação é cheia de perseguições pelas ruas, pelos telhados das casas e até por alguns buracos, tudo para mostrar o aventureiro sagaz que é o querido Gato de Botas.
A sessão é gratuita e a sala de cinema possui 110 lugares, que serão preenchidos por ordem de chegada.
Serviço
O Centro Cultural Matarazzo está localizado na Rua Quintino Bocaiúva, n° 749, na Vila Marcondes, em Presidente Prudente.

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Fonte: G1

Ônibus de linha intermunicipal com 15 passageiros e carro colidem na Rodovia Assis Chateaubriand, em Tarabai




Ocorrência foi registrada na manhã desta sexta-feira (2) e os condutores foram submetidos ao teste do bafômetro. Ônibus e carro colidem na Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), em Tarabai (SP)
Polícia Rodoviária
Uma colisão lateral envolvendo um ônibus de linha intermunicipal e um carro foi registrada, nesta sexta-feira (2), no km 481 da Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), em Tarabai (SP).
De acordo com a Polícia Rodoviária, os agentes foram acionados para atender a ocorrência e, no momento do acidente, haviam 15 passageiros no interior do coletivo.
Ainda conforme os policiais, não houveram feridos.
Os condutores dos dois veículos foram submetidos ao teste do bafômetro, não sendo constatado a presença de álcool no sangue em nenhum dos dois.

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Fonte: G1

Na Casa Laura Alvim, espetáculo conta trajetória de Darcy Ribeiro


A Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema, bairro da zona sul da capital fluminense, abre ao público nesta sexta-feira (2), às 19h, o espetáculo Cartas de Darcy. A peça foi selecionada no edital 100 Anos de Darcy, lançado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro no final do ano passado. A classificação indicativa é 12 anos.

O projeto foi idealizado pelo ator e historiador Max Oliveira, que escreveu o texto da dramaturgia e é o ator em cena. Também professor de história da rede pública de ensino a partir de 2020, dando aulas para estudantes do ensino médio no Rio de Janeiro, ele afirmou ser impossível, quando se fala do novo ensino médio integral, não se compreender o desmonte que a educação sofreu no governo passado. “O que se vê hoje é um ensino ainda mais precarizado.”

Para Oliveira, o antropólogo, historiador, sociólogo, escritor e político brasileiro Darcy Ribeiro toca muito pela ideia de ver a educação como saída para o Brasil.

“Darcy é uma figura que a gente quer falar, quer trazer para dialogar, porque ele é fundamental para pensar não só a educação, mas o país. Em tudo que ele pensava, a questão indígena, a desigualdade social, a educação é um ponto central”. Para Darcy, a educação é o caminho para fazer o Brasil dar certo, afirmou o ator.

Quando pensou o projeto, logo após as eleições passadas, havia “um governo muito ruim para as áreas de educação e cultura”. Max Oliveira argumentou que se Darcy estivesse vivo, teria a impressão que não existia uma luz no fim do túnel. “O que ele diria de tudo isso?”.

Essas reflexões sobre o que Darcy Ribeiro diria ao povo brasileiro constituem o ponto de partida da peça Cartas de Darcy, que terá sessões às sextas e sábados, às 19h, e domingos, às 18h. Os ingressos têm valores de R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia entrada) e podem ser comprados na plataforma Eleventickets.

Vivências

Ao mesmo tempo em que contará a trajetória do antropólogo e suas utopias, o espetáculo mescla os pensamentos de Darcy Ribeiro com vivências do próprio ator, que era criança quando teve os primeiros contatos com ele, por meio de seu pai, político filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT).

“Eu acabo trazendo um pouco da minha vida para o palco, porque trabalho em cena com uma linguagem que é o teatro documentário. Ou seja, eu estou trazendo essa linguagem para ver documentos históricos, com noções de biodrama, para mostrar de que maneira o Darcy me atravessa”, disse. “Darcy é a grande figura que a gente traz para a cena.”

Oliveira considera que as ideias do antropólogo hoje “são absurdamente atuais o que, ao mesmo tempo, é muito triste, porque não era para estar tendo essas discussões ainda hoje”. Os discursos de Darcy Ribeiro sobre a formação do povo brasileiro e seus projetos para a educação no país, feitos na década de 1980, continuam necessários, na avaliação do ator. A temporada se estenderá até o dia 25 deste mês.

Darcy

Darcy Ribeiro é um dos intelectuais brasileiros mais importantes do século 20. Sua contribuição para a compreensão do que foi a formação do povo brasileiro é considerada valiosa e, sua vivência entre os indígenas produziu um conhecimento de quem esteve dentro e não distante, como costumavam ser os estudos eurocentrados.

Ele foi um antropólogo que conseguiu contribuir para o pensamento intelectual da América Latina. A educação, uma das suas maiores bandeiras, está presente em boa parte dos seus argumentos para a superação da desigualdade social no Brasil. Na avaliação da diretora da peça, Carmen Frenzel, “Darcy precisa falar novamente ao povo, Darcy precisa escrever suas cartas.”

O espetáculo Cartas de Darcy tem cenários e figurinos assinados por Oswaldo Eduardo Lioi, iluminação de Hebert Said, pesquisa da antropóloga Daphne Cordeiro e produção de Gaby Freitaz, Max Oliveira e Thiago Prado.




Fonte: Agência Brasil

Lula inaugura prédio de universidade em São Bernardo


Nesta sexta-feira (2), o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, vai cumprir duas agendas na cidade de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. Na primeira delas, que marca a retomada de investimentos do governo federal no ensino superior brasileiro, Lula participará da inauguração de um novo prédio da Universidade Federal do ABC (UFABC), que vai abrigar o bloco Zeta de laboratórios. Na segunda agenda, Lula vai inaugurar o novo prédio da Eletra Tecnologia de Tração Elétrica, empresa líder em transporte publico sustentável.

O bloco Zeta da UFABC é um prédio que foi criado no campus de São Bernardo e vai abrigar 22 laboratórios de pesquisa científica e inovação tecnológica nas mais diversas áreas como genética, desenvolvimento energético e equipamentos médicos. Há um laboratório, por exemplo, destinado ao desenvolvimento de inovações em doenças cardíacas complexas.

“O que a gente faz é trabalhar com uma doença chamada fibrilação atrial. O problema mundial hoje é que os equipamentos que guiam os médicos para cauterizar as células dentro do coração para parar essa arritmia estão baseados em técnicas tradicionais, não levando à complexidade da fibrilação atrial. Em casos complexos, onde a pessoa já tem essa doença mais evoluída, eles [médicos] queimam, queimam, queimam e não conseguem interromper a arritmia”, explica o professor João Salinet, coordenador do laboratório.

“Essa é uma doença crônica, que afeta entre 1% e 2% da população mundial e, para quem é mais velho, atinge até 20% da população mundial. O tratamento é caro”, explicou o especialista. “Nosso objetivo aqui é desenvolver o primeiro sistema para o SUS e que poderá ser exportado para outros países, com custo que cabe em nossos bolsos”, acrescentou Salinet.

O bloco que abriga esse laboratório tem 5,8 mil metros quadrados e conta também com 12 laboratórios de iniciação científica, além de salas de aula voltadas para a pós-graduação. A construção do novo bloco contou com financiamento do governo federal, por meio do orçamento da UFABC, do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Finep) e de emendas parlamentares, além de recursos individuais de deputados federais. O valor total de investimento foi de R$ 28,5 milhões.

“Estamos entregando mais esse prédio. Isso ainda não é o final da consolidação do campus. Temos ainda algumas outras obras a serem construídas aqui. E esperamos ver isso no plano de investimentos para o próximo período”, disse Dácio Matheus, reitor da universidade, em entrevista coletiva concedida na tarde de hoje (1º) na sede do campus de São Bernardo do Campo.

Na entrevista, o reitor disse que pretende aproveitar a visita do presidente para conversar sobre outras demandas da universidade como a construção de um centro poliesportivo ou uma área de convivência para os estudantes; a construção de um acesso do campus para a Rodovia Anchieta; a construção de um bloco cultural no campus de Santo André; e a construção de uma passarela ligando dois blocos no campus de Santo André, que daria acesso a um terminal multimodal. “Esses projetos foram interrompidos. Já temos o projeto executivo, já temos as condições para a licitação. Só não temos os recursos ainda garantidos para isso”, falou ele.

Projetos paralisados

Segundo Denise Pires, secretária de Ensino Superior do Ministério da Educação, há atualmente mais de 400 projetos relacionados ao ensino superior paralisados em todo o país por falta de recursos ou de investimentos, sendo dez deles na UFABC.

“Temos infelizmente um número enorme de obras paralisadas devido a falta de investimento por parte do governo federal nos últimos anos. Em 2015, foi destinado mais de R$ 1 bilhão para todo o conjunto de universidades federais. Em 2019, esses recursos caíram para R$ 550 milhões. E, no ano seguinte, o reitor já não tinha recurso algum para investir em obras e fez um grande esforço [para não paralisá-las]. Por isso agradeço aos parlamentares que ajudaram essas instituições a não paralisar completamente as obras porque todo o investimento teria sido perdido”, disse a secretária. “Vamos inaugurar um prédio [na UFABC] que não teve sua obra paralisada por esforço da reitoria. E isso é verdade para toda a rede federal”, acrescentou.

De acordo com a secretária, em 2023 o Ministério da Educação trabalha para recompor o orçamento de investimentos no ensino superior para a retomada ou término de obras em que estejam faltando poucos recursos. “Nesse ano, não conseguimos sequer chegar aos R$ 550 milhões [de orçamento] de 2019. Mas nossa intenção é voltar a ter investimentos suficientes para que todas as obras sejam terminadas e possamos expandir ainda mais o sistema federal”, diz Denise. “O montante de recursos é elevado, mas nós colocaremos na proposta orçamentária para 2024. Temos trabalhado junto ao Parlamento para que o orçamento do Ministério da Educação seja recomposto”.

De acordo com a secretária, o MEC tem hoje um orçamento total que não chega à metade do disponível há uma década. “Não é possível continuarmos assim. O Brasil hoje está longe de ter uma educação de qualidade e uma educação de qualidade depende de investimento. Fala-se que há muito recurso para a educação no país, mas quem diz isso não quer que o Brasil se desenvolva. Temos não que olhar o montante de recursos, mas o recurso per capita, por aluno. E esse recurso por aluno é muito baixo em relação a outros países do mundo”, concluiu.

Atualmente, a UFABC é formada por cerca de 20 mil pessoas, entre estudantes, professores e servidores e oferece 29 cursos de graduação e 29 programas de pós-graduação.

Eletra

A segunda agenda do presidente em São Bernardo do Campo será na Eletra, empresa líder em transporte público sustentável. Lá, ele participará da inauguração de um novo prédio, de 27 mil metros quadrados, localizado na Via Anchieta, com capacidade para produzir 150 ônibus elétricos por mês ou até 1,8 mil por ano. A ampliação das instalações faz parte de um plano de investimentos de R$ 150 milhões.




Fonte: Agência Brasil