Suspeito de praticar dois roubos próximos ao Parque do Povo é preso em Presidente Prudente


Os assaltantes ainda obrigaram a vítima a transitar com eles em seu veículo pelas ruas do município, viabilizando a fuga dos criminosos do local. O envolvido, preso nesta sexta-feira, estava com uma faca e ameaçou a vítima, encostando-a em seu pescoço.




Fonte: G1

Dia da Visibilidade Trans será comemorado em São Paulo


Para celebrar o Dia Nacional da Visibilidade Trans e Travesti – 29 de janeiro -, a Casa Florescer participará de uma passeata, a partir das 14h, com concentração no Museu de Arte de São Paulo (Masp), na avenida Paulista, região central da cidade. A VI Caminhada Trans de São Paulo é um ato que busca lutar por acolhimento e inclusão da comunidade.

No mesmo dia, às 18h, a comitiva da Florescer apresenta um show de variedades na programação do SP Transvisão, da Escola São Paulo de Teatro. Esta é a 11ª edição do evento, que é gratuito. O objetivo é promover ações voltadas para o debate sobre a tolerância e a diversidade, além de valorizar a cultura e o universo LGBTQIA+ [lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis, queer, intersexo e assexuais].

Também está aberta na Escola SP de Teatro, até domingo (29), a exposição Manas por Manas – acompanhamento em saúde e autocuidado da população de travestis e mulheres trans. Com entrada gratuita, a exposição mostra o trabalho do Núcleo de Pesquisa em Direitos Humanos e Saúde da População LGBT, que há dez anos realiza pesquisa entre esse grupo, com o acompanhamento de 400 pessoas trans e travestis no processo de autocuidado em saúde, por 16 pessoas também trans e travestis.

“Essa exposição é composta por três banners que explicam todo o processo de acompanhamento e dos processos delas como trabalhadoras que vivenciam situações semelhantes quanto à manutenção da sobrevivência, racismo, transfobia e daí em diante, e como nós, com a pesquisa, promovemos um espaço de cuidar de quem cuida”, explicou a supervisora da pesquisa Manas por Manas, Clair Aparecida.

Bonde das Manas

A exposição também fala do Bonde das Manas,  iniciativa para estimular o acesso dessas pessoas aos espaços culturais da cidade. “São depoimentos de quem está acessado a esses espaços e quais os impactos na vida delas, como elas se autorizam a entrar nesses espaços, que cidade é essa que acolhe pessoas trans travestis”, disse Clair Aparecida.

Desde o dia 25 de janeiro diversos órgãos da capital paulista estão prestando serviços na Casa Florescer. A programação também ocorre em outros pontos da cidade até o dia 1º de fevereiro. Um dos atendimentos prestados foi o de auxiliar na busca por trabalho, por meio do Cate (Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo) e da Ade Sampa (Agência São Paulo de Desenvolvimento), órgãos ligados à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, na sexta-feira (27).

“Procuramos sempre incluir em nosso calendário ações para todos os públicos, buscando atender a particularidade de cada grupo, com o intuito de auxiliar na inserção no mercado de trabalho e na geração de renda. Atuamos com o público trans e travesti em nossos mutirões de emprego e também no programa Transcidadania, que trabalha em várias frentes a fim de promover o resgate da cidadania para pessoas que já enfrentam inúmeros desafios para ter acesso a oportunidades e uma vida de qualidade”, explicou a secretária municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Aline Cardoso.

A Casa Florescer é um centro de acolhida administrado pela organização da sociedade civil Croph (Coordenação Regional das Obras de Promoção Humana), em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social. O espaço acolhe e atende gratuitamente 30 mulheres transgênero e travestis em situação de vulnerabilidade.




Fonte: Agência Brasil

Santa Maria terá memorial em homenagem às vítimas da Boate Kiss


As obras do memorial em homenagem às vítimas do incêndio na Boate Kiss devem começar ainda neste ano, mas não há uma data definida. A promessa foi feita na noite dessa sexta-feira (28) pelo prefeito da cidade de Santa Maria (RS), Jorge Pozzobom. 

Ele assinou termo de compromisso com o presidente da Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria, Gabriel Rovadoschi. O documento, no entanto, não estabelece uma data para começar a construção, mas Pozzobom reafirmou que haverá comprometimento na realização da obra.

“Com todas as pessoas daqui de Santa Maria enquanto cidadãos e que merecem receber este espaço de memória, no tempo em que isso for possível, mas que também vai servir, a depender do tempo, como memorial da justiça ou memorial à impunidade”, disse Pozzobom.

O custo previsto da obra é de R$ 4 milhões. As fontes de financiamento devem vir do governo do estado e da prefeitura. O prefeito já se encontrou com o governador Eduardo Leite para apresentar o projeto.

O tempo de execução da obra deve ficar entre 12 e 18 meses, segundo o vice-prefeito, Rodrigo Décimo, que vai coordenar a construção.

O presidente da Associação de familiares de Vítimas, Gabriel Rovadoschi, destacou a importância da entrega do memorial.

“O que é mais importante é o compromisso absoluto que nós vamos fazer um memorial. Isso está garantido. Esse termo que nós recebemos hoje é um simbolismo que nós vamos fazer esse memorial”, disse Gabriel.

O projeto foi aprovado em 2017 num concurso e até hoje espera para se tornar realidade.
Em 2013, a Boate Kiss pegou fogo após uma banda que se apresentava no local usar um sinalizador de área externa.  O incêndio resultou na morte de 242 pessoas. Até hoje, o caso continua sem que ninguém tenha sido preso.




Fonte: Agência Brasil

Carro capota após colisão no Jardim Aviação, em Presidente Prudente



Ocorrência foi registrada na manhã deste sábado (28) e não houve vítimas. Uma colisão entre dois carros foi registrada, na manhã deste sábado (28), na Rua Coronel Albino, no Jardim Aviação, em Presidente Prudente (SP).
Conforme informações do Corpo de Bombeiros, dois veículos colidiram e, após o choque, um dos carros capotou na via. O acidente não teve vítimas.
Os bombeiros e a Polícia Militar estiveram no local.

Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região.




Fonte: G1

Artista lírica trans que cantava escondida diz que “a voz me moldou”


Quando começou a estudar canto, Vivian Fróes Serrão tinha 13 anos e o gênero masculino ainda em seu nome e documentos. Como todo “menino” com voz muito aguda, porém, o tom que lhe parecia mais natural era recebido ao redor com estranhamento e preconceito. Só em seu quarto, escondida, ela cantava as músicas que mais gostava, e, nas aulas, o repertório era cuidadosamente escolhido para não revelar seu verdadeiro tom.

“Com o tempo, eu tive coragem, e um dia levei uma música mais aguda que eu costumava cantar do jeito que eu gostava. O professor me incentivou muito, e isso me surpreendeu. E aí eu comecei a treinar na aula e a me aprofundar no canto”, disse Vivian, que hoje tem 31 anos, é cantora lírica e preparadora vocal. Ela concedeu entrevista à Agência Brasil na Semana da Visibilidade Trans.

“Por uma grande parte da minha vida, eu cantei com voz feminina sem me identificar enquanto mulher trans, porque eu nem sabia o que era transexualidade. Eu me identificava com os contratenores, uma classificação vocal para homens com voz muito aguda”, explicou.

Descobrir que podia ser um contratenor fez com que a Vivian da época sentisse que tinha um lugar na música, mas permanecia o desconforto de ainda não reconhecer sua verdadeira identidade de gênero e o preconceito por ser considerada “feminina demais” em diversos outros espaços que frequentava.

Canto erudito

“Um episódio que me marcou muito foi quando procurei um professor de canto para fazer aula de canto erudito, e ele morava muito longe. Depois de horas de viagem de ônibus, cheguei na casa dele, e, quando eu comecei a cantar, ele falou para baixar uma oitava [mudar para um tom mais grave]”, recordou ela, que foi recriminada ao responder que aquele era o tom em que cantava.

“Ele disse que eu não podia cantar naquela oitava porque eu era homem. Disse que não existia contratenor e perguntou se eu era castrati, se eu tinha feito castração”, revelou.

Na história da música lírica na Europa, os castrati eram cantores que tiveram seus órgãos genitais mutilados antes de passarem pela puberdade, para evitar que o amadurecimento do corpo provocado pelos hormônios masculinos afetasse a voz aguda que tinham na infância.

“Ele não quis me ouvir cantando e me mandou embora. E eu voltei de lá chorando muito. Essa foi só uma das situações que eu passei. Isso tudo me deixava muito mal, e eu voltei a cantar escondida”, recordou.

Veja uma apresentação de Vivian:

Regência de corais

Mesmo assim, Vivian cursou Música na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Na graduação, procurou professores que aceitassem sua forma de cantar, e foi, então, que passou a caminhar para a música lírica profissional e para a regência de corais, sua especialidade.

“Essa voz moldou muito do que eu sou”, afirmou ela, que se reconheceu uma pessoa trans com 18 anos, durante a faculdade. “A voz é um elemento extremamente importante na vivência e na identidade das pessoas trans. A voz tem um peso muito grande na questão de gênero das pessoas trans e em como se dá a formação dessa identidade. Não só externamente, mas internamente também”, acrescentou.

Vivian contou que se assumir como uma mulher trans fez com que sua voz tivesse uma outra leitura por parte da sociedade, que passou a considerá-la condizente com seu gênero.

“Não que essa voz me determinasse enquanto gênero, mas casava com a ideia de feminilidade que era lida pelo meu lado externo, pela sociedade, que não mais se chocava em me ver cantando. Porém, isso não me impediu de viver uma série de preconceitos”, ponderou.

“Como quando minha voz estava adequada e, mesmo assim, tentavam dizer que minha voz era diferente, quando, na verdade, diferentes são as pessoas. A voz de uma mulher nunca vai ser igual a voz de outra mulher”, salientou.

Ela mencionou que é comum ver reações positivas de pessoas que não sabem que ela é uma mulher transexual, e perceber que essas opiniões mudam quando isso é revelado.

“Sempre ouvi que minha voz era falsa, que minha voz era falsete. Me colocavam ao lado de uma mulher cis que cantava igual a mim, e diziam que eu cantava em falsete, e ela, não. Isso é uma forma de discriminação da voz trans. E não deixa de ser uma forma de dizer: sua voz é falsa, é de plástico, que é como a gente, mulher trans, é vista a vida inteira, como uma mulher falsificada, de plástico”, enfatizou.

A voz trans

O preconceito não impediu que Vivian continuasse sua carreira como cantora, pianista, regente e preparadora vocal. Além das aulas de canto, ela também prepara os alunos para falar em público e conta que ser reconhecida como uma transexual atuante no ramo muitas vezes é o que atrai seus alunos, que admiram sua capacidade de preparar a própria voz.

“Por verem essas questões que eu trago, como pessoa trans e cantora lírica, as pessoas pensam que eu devo entender tudo de preparação vocal”, afirmou.

“Fico muito honrada de poder ser uma representatividade positiva nesse sentido, de superação e conquista. O que eu gostaria que passasse das minhas vitórias enquanto mulher trans e cantora trans é que existe muita luta, mas que é possível a gente superar. E eu olho esse lugar que hoje eu ocupo e me surpreendo”, revela.

Como trans e cantora, ela argumenta que a voz é também um instrumento de afirmação da identidade e a forma de expressão mais orgânica que pode existir musicalmente. Sua luta, enfatizou, é para que vozes diferentes possam se expressar com liberdade, para além daquelas que se esperam para homens e mulheres.

“A voz trans que não corresponde a uma estética cisnormativa, é uma voz como a da Pabllo Vittar. E eu amo a voz dela. E eu posso falar de técnica vocal, porque eu sou professora de canto. Posso afirmar com todas as letras que a Pabllo canta muito. Ela sabe cantar, e muito bem. Ela sabe muito de técnica vocal”, disse Vivian. “Por que tantas pessoas desconectadas ao movimento LGBT dizem que não gostam? A voz da Pabllo é uma voz que diverge da heteronormatividade. Ela é uma voz que não é nem masculina, nem cisgênero feminina, nem cisnormativa, como a minha. E nisso eu luto também”, disse.

A cantora espera que sua carreira na música e o ativismo no movimento trans inspirem outras pessoas a buscarem suas verdades, independentemente do preconceito.

“Não acredite nesses insultos, nessas discriminações e coisas horríveis que falam para vocês. Não acredite, porque isso é fake [falso]. Esse é o mundo fake que querem pintar pra gente, mas a gente chegou aqui com a nossa verdade para mostrar o que é o mundo de verdade, e também o mundo deles, e como eles podem ser felizes de verdade”, afirmou. “Nunca se sinta como se você não fizesse sentido. Nunca sinta como se faltasse algo em você. O que falta é no mundo”.




Fonte: Agência Brasil

Ministra dos Povos Indígenas espera demarcação de 14 áreas este ano


A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, afirmou, em entrevista a veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que 14 processos de demarcação de terras indígenas estão prontos para homologação pelo governo federal.

São áreas localizadas em oito estados de quase todas as regiões do país. “Temos 14 processos identificados, que estão com os estudos prontos, concluídos, já têm a portaria declaratória. A gente espera que o presidente Lula possa assinar a homologação”, disse.

As terras indígenas prontas para o reconhecimento definitivo ficam no Ceará, Bahia, Paraíba, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Acre, Amazonas e Mato Grosso. O governo anterior, de Jair Bolsonaro, havia paralisado todos os processos de demarcação de terras indígenas e a retomada desses processos foi um compromisso de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No fim ano passado, durante a transição de governo, o grupo de trabalho temático sobre questões indígenas já havia incluído, no seu relatório, uma lista das 13 áreas prontas para demarcação. Ao todo, elas somam cerca de 1,5 milhão de hectares.

Ameaças

Primeira indígena a assumir um cargo de ministra no governo federal, Sônia Guajajara foi a entrevistada da edição desta sexta-feira (27) do programa Voz do Brasil, da EBC, em que atualizou a situação de vulnerabilidade de diversos povos.

O tema ganhou evidência nos últimos dias com a eclosão da crise sanitária vivida pelos Yanomamis, em Roraima. Segundo a ministra, este caso é apenas “a ponta do iceberg”.

“Tivemos seis anos de muita ausência do poder público. Yanomami é uma pontinha do iceberg”, afirmou Guajajara. A ministra citou os casos dos povos Arariboia e Guajajara, no Maranhão, Uru-eu-wau-wau, em Rondônia, Karipuna, no Acre, e Munduruku, no Pará. “Todas essas áreas estão com situação grave de madeireiro ou de garimpeiro e, com isso, [há] uma insegurança geral de saúde e alimentar”, disse.

A ministra também mencionou a situação dos indígenas Guarani Kaiowá, grupo que já esteve em evidência há alguns anos, mas que segue grave. Eles vivem em área ainda não demarcada e que é disputada por fazendeiros, as chamadas de áreas de retomada, em que há conflito permanente. “Temos recebido demanda do Guarani Kaiowá. Eles vivem em áreas de retomadas e isso dificulta a produção de alimentos. Tem a situação do povo Pataxó, também numa área de retomada. É uma terra indígena que aguarda portaria declaratória do governo federal. [Há também] os Awá Guarani, no Paraná, que têm procurado a gente para dar uma atenção especial”, acrescentou.

Outra fonte de preocupação, de acordo com a ministra, segue sendo a região Vale do Javari, no extremo oeste do Amazonas, que concentra o maior número de povos indígenas isolados de todo o país. No ano passado, a região foi notícia mundial com os assassinatos brutais do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira.

“Nas duas últimas semanas foi encontrada uma bomba dentro da casa de um servidor da Funai [no Vale do Javari]. A Polícia Federal foi chamada e conseguiu desarmar a bomba. O Vale do Javari é uma prioridade para garantir proteção”, revelou a ministra.

“Com essa afirmação do presidente Lula de que vai retomar a demarcação de terras indígenas, de que vai avançar com esses processos, então [isso] já gera uma certa turbulência, animosidade de quem é contra a demarcação e, com isso, eles tentam formas de intimidar a própria atuação do governo federal”, acrescentou.

Ações permanentes

A ministra do Povos Indígenas ainda falou sobre a necessidade de ações permanentes nos territórios indígenas, para repelir ameaças e evitar novas situações de vulnerabilidade.

“Essa ação é muito importante, é a retomada da presença do Estado no território. E é preciso que seja feito um trabalho articulado com vários ministérios. Para isso, instalou-se uma comissão de enfrentamento que vai começar na segunda-feira (30), e a ideia é que o Ministério da Defesa permaneça ali com essa presença de fiscalização, juntamente com Ministério da Justiça, [com] a Polícia Federal”, finalizou.




Fonte: Agência Brasil

Rio: programação gratuita celebra um ano do Espaço Cultural Arte Sesc


A mansão centenária Figner, localizada no bairro do Flamengo, zona sul da capital fluminense, foi reaberta em janeiro do ano passado, depois de restauração, abrigando o Espaço Cultural Arte Sesc. Neste sábado (28), o espaço celebra um ano de atividades, com programação inteiramente gratuita para o público de todas as idades.

O curador do Arte Sesc, Marcelo Campos, disse que a partir das 14h, dentro do Programa Educativo, haverá visita mediada à exposição Abstrações, composta por obras de artistas do sexo feminino que exploram o caminho da abstração em diferentes tempos e formas expressivas, entre as quais Fayga Ostrower, Renina Katz, Anna Letycia, Anna Maria Maiolino, Ana Cláudia Almeida e Laís Amaral. A mostra seguirá em cartaz.

Haverá também a partir das 14h um laboratório artístico para o público infantil, além da exibição de documentários, como Nós, Palhaças, que registra o olhar feminino sobre o passado, o presente e o futuro do circo, na Sessão Pipoca Picadeiro. A exibição é seguida de debate com os realizadores.

Às 16h, serão realizados, dentro também do Programa Educativo, visita mediada e laboratório para o público adulto, mais ligado ao cinema e à música. A programação prevê, às 17h, exibição do documentário Orin – Música para os Orixás. O encerramento das festividades ocorre a partir das 18h, com o lançamento do Catálogo Exposição Abstrações. “Qualquer pessoa pode participar. É uma atividade externa, fora do casarão”.

Importância

Marcelo Campos reforçou a importância do centro cultural para o Serviço Social do Comércio (Sesc) do Rio. “Abrir um espaço de cultura na cidade é uma raridade e o bairro do Flamengo é um lugar que não tem tanto espaço cultural assim”.

As exposições que ocupam o Espaço Arte Sesc são recortes curatoriais em torno de peças do acervo do Sesc RJ, composto por mais de 500 obras, que estavam espalhadas por unidades do estado. Com a revitalização do espaço, foi possível iniciar um trabalho de catalogação, higienização e acondicionamento desses trabalhos em salas apropriadas na sede do Flamengo, o que permitiu a continuidade das pesquisas em torno do acervo.

Além das exposições, o Arte Sesc conta com programações diversas em outras linguagens artísticas, como música, audiovisual, artes cênicas e literatura. No Bistrô Artes Sesc, os visitantes podem provar cardápio assinado pelo chef francês Frédéric Monier.

Origem

Situado na Rua Marquês de Abrantes, 99, no Flamengo, o Espaço Cultural Arte Sesc é uma das 26 unidades do Sesc no Rio de Janeiro. No local, está a sede estadual da instituição. O imóvel foi construído em 1912 e tombado pelo Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH). Ali morou o empresário tcheco Frederico Figner (1866/1947), pioneiro da indústria fonográfica no Brasil. Ele foi o fundador da Casa Edison, que revendia equipamentos de som e luz como fonógrafos, gramofones e kinetoscópios, e também criador da primeira gravadora musical do Brasil, a Odeon.

O espaço foi reinaugurado em janeiro de 2022 depois de um ano de trabalhos de restauração e de sete anos fechado para o público. Nesse período, o imóvel abrigou apenas atividades administrativas. A exposição inaugural foi Notícias do Brasil: Carybé, Cícero Dias e Glauco Rodrigues, com gravuras assinadas pelos três artistas, em celebração aos 100 anos da Semana de Arte Moderna de 1922.

Nova mostra

Para 2023, Marcelo Campos revelou que o centro cultural vai trocar a exposição em cartaz. “Vai permanecer com ligação com a coleção do Sesc Rio. Nós vamos ter uma exposição que homenageia Emanoel Araújo, recém-falecido, que tem obras na coleção”. O curador adiantou que serão trazidos artistas afrodescendentes para dialogar com as obras de Araújo. Essa exposição será inaugurada em abril e ficará em cartaz durante seis meses.

Emanoel Araújo foi escultor, desenhista, ilustrador, figurinista, gravurista, cenógrafo, pintor, curador e museólogo brasileiro. Nasceu no dia 15 de novembro de 1940, em Santo Amaro (BA) e faleceu em 7 de setembro de 2022, na capital paulista.




Fonte: Agência Brasil

Com rajadas de vento de mais de 80 km/h, temporal causa estragos em Dracena


Um temporal causou estragos, na tarde desta sexta-feira (27), em Dracena (SP). Conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as rajadas de vento ultrapassaram os 80 km/h e foram registrados 40 milímetros de chuva, entre as 18h e 19h, no município.




Fonte: G1

Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio de R$ 75 milhões


O Concurso 2.559 da Mega-Sena, que será realizado hoje (28) à noite em São Paulo, pagará o prêmio de R$ 75 milhões a quem acertar as seis dezenas. O sorteio será às 20h no Espaço da Sorte.

O último concurso (2.558), na última quarta-feira (25), não teve ganhadores na faixa principal, e o prêmio ficou acumulado. Foram sorteadas as dezenas: 02 – 10 – 18 – 25 – 34 – 44.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio.




Fonte: Agência Brasil

Pré-carnaval anima o Rio de janeiro neste fim de semana


O Rio de Janeiro terá neste fim de semana 11 blocos espalhados pela cidade. A expectativa é que este ano o município receba 5 milhões de pessoas, um público maior do que em 2020. 

A Riotur lançou no dia 24 foi lançado um aplicativo em português, inglês e espanhol com georreferenciamento e filtros para busca por bairro, data e horário para facilitar a vida do folião carioca e dos turistas. A nova ferramenta está disponível nas lojas Apple e Android.

Esquema Operacional

A Riotur também divulgou a infraestrutura montada para o carnaval de rua, serão: 34 mil banheiros químicos, 8 postos médicos, 220 ambulâncias, 5 mil garis disponíveis para o Carnaval, 2 mil funcionários da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), entre guarda municipal e controle urbano, e 3 mil operadores de trânsito.

O Centro de Operações Rio informou que a CET-Rio montou um esquema especial de trânsito para viabilizar os desfiles de blocos aprovados pela prefeitura no sábado (28/01) e domingo (29/01) ().

Programação

Sábado (28/01):

– Chame Gente, das 9h às 15h – Av. Prefeito Mendes de Moraes, na altura da Rua Herbert Moses – São Conrado;

– Soul da Gema, das 14h às 20h – Av. Lúcio Costa, 3.360 – Barra;

– Seu Kuka é eu do Grajaú , das 16h às 22h – Praça Professor Francisco Daurea – Grajaú;

– Bloco Nem Muda Nem Sai de Cima, das 17h às 22h – Rua Garibaldi – Tijuca;

– 20 de Ouro do Mestre Odilon, das 15h às 21h – Estrada do Rio Jequiá, 729 – Zumbi – Ilha do Governador.

Domingo (29/01):

Bloco Me Chama, das 9h às 14h – Av. Lúcio Costa, 3.360 – Barra;

Bloco das Divas, das 16h às 21h – Recreio dos Bandeirantes;

Bloco Só Caminhadinha (infantil), das 9h às 12h – Largo dos Leões – Humaitá;

Bloco Só Caminha, das 12h às 18h – Largo dos Leões – Humaitá;

Bloco Carnavalesco Xodó da Piedade, das 14h às 20h – Rua Silvana, 226 – Piedade.

GRBC Unidos do Rego Barros, das 17h às 21h – Rua Rego Barros, 77 – Santo Cristo – Centro.

*Estagiário sob supervisão de Akemi Nitahara




Fonte: Agência Brasil