Caminhada Rosa reúne mais de 500 pessoas no Parque do Povo, em Presidente Prudente


A “Caminhada Rosa – A saúde contra o câncer de mama”, promovida pela Associação de Apoio ao Portador de Câncer (AAPC) e o grupo Amigas do Peito, foi realizada na manhã deste domingo (9), no Parque do Povo, em Presidente Prudente (SP).

A concentração teve início às 8h30 no estacionamento localizado na Avenida 14 de Setembro, em frente à TV Fronteira. No local havia também um trio elétrico com música e proporcionando exercícios de ginástica para a população.

A caminhada teve início por volta das 9h20, percorrendo o Parque do Povo, e encerrou às 10h, também no estacionamento da Avenida 14 de Setembro, com a distribuição de água e suco natural.

Para marcar o encerramento do evento, balões com gás hélio nas cores branca e rosa foram soltos, sendo os brancos para simbolizar as mulheres que morreram devido ao câncer e os rosas em homenagem às mulheres que estão tratando da doença.

De acordo com a organização, o evento reuniu mais de 500 pessoas.

  • Caminhada Rosa é realizada para conscientizar sobre a importância dos exercícios físicos na prevenção de câncer, em Presidente Prudente

Um dos organizadores da caminhada, Luís Fernando Perobelli Leite, de 45 anos, informou ao g1 que a ideia surgiu para mostrar a importância dos exercícios físicos no tratamento e na prevenção de câncer.

“A ideia surgiu em um bate-papo com um médico mastologista que nos mostrou um dado que dizia que a prática de exercícios físicos, ao menos 15 minutos ao dia, diminui a chance de recidiva em até 12%”, avaliou Leite.

Caminhada Rosa reúne mais de 500 pessoas no Parque do Povo, em Presidente Prudente (SP) — Foto: Leonardo Bosisio/g1

Caminhada Rosa reúne mais de 500 pessoas no Parque do Povo, em Presidente Prudente (SP) — Foto: Cedida

Caminhada Rosa reúne mais de 500 pessoas no Parque do Povo, em Presidente Prudente (SP) — Foto: Leonardo Bosisio/g1

Caminhada Rosa reúne mais de 500 pessoas no Parque do Povo, em Presidente Prudente (SP) — Foto: Cedida




Fonte: G1

Caminhos da Reportagem estreia série especial Riquezas da Nossa Terra


Em Paraty, seis empresas familiares produzem anualmente de 350 mil a 400 mil litros de cachaça artesanal. A maior parte é vendida para os turistas que passeiam pela cidade. No episódio Uma Dose de Paraty, a equipe do Caminhos da Reportagem, em parceria com o Sebrae, visitou cachaçarias que usam o selo da Indicação Geográfica (IG). A IG reconhece lugares que são famosos pela tradição e qualidade na oferta de um produto. O programa, que vai ao ar neste domingo (9), às 22h, na TV Brasil, abre a série especial Riquezas da Nossa Terra.

Caminhos da Reportagem Especial: Riquezas da Nossa Terra

Caminhos da Reportagem Especial: Riquezas da Nossa Terra – TV Brasil

O modo de fazer a cachaça passado de geração em geração desde os tempos coloniais fez da cidade histórica do sul fluminense a primeira do Brasil, em 2007, a ser reconhecida como Indicação Geográfica pela produção da mais brasileira das bebidas.

A nossa equipe conheceu os antigos engenhos de açúcar com o produtor que está há mais tempo em atividade em Paraty, Eduardo Mello, da cachaçaria Coqueiro. Ele e a família preservam a receita dos antepassados, que começaram a produzir cachaça em 1803.

Ângelo Mello e Eduardo Mello produtores da cachaça Coqueiro

Ângelo Mello e Eduardo Mello produtores da cachaça Coqueiro – TV Brasil

Aprendemos sobre as diferentes etapas do processo de produção na cachaçaria Pedra Branca. O proprietário, Lúcio Gama Freire, mostrou como é separado manualmente o coração da cachaça, a parte da bebida destilada que vai para a maturação, armazenamento e envelhecimento.

Provamos também a cachaça orgânica produzida por Maria Izabel no sítio Santo Antônio, na margem da baía de Paraty.  Ela prepara o fermento à base de cana no fogão a lenha da casa onde mora. “Tudo aqui está interligado. É da terra que vem a cana, então a gente cuida da terra e a terra cuida da gente”, diz a produtora.

Maria Izabel faz cachaça com produção de cana própria e certificada como orgânica

Maria Izabel faz cachaça com produção de cana própria e certificada como orgânica, por TV Brasil

A IG foi um passo fundamental para a valorização da cachaça artesanal de Paraty, que vive um momento de ascensão, com prêmios, experimentação de blends, desenvolvimento de licores e drinks e busca de novos mercados.

Os irmãos e sócios Paulo e Carlos José Miranda, da Paratiana, fazem experiências com o envelhecimento da cachaça em madeiras brasileiras. Cada uma garante um sabor diferente à bebida. Misturando esses produtos (por exemplo, a aguardente envelhecida no barril de amburana com a do tonel de jequitibá), eles criam novos rótulos e colecionam prêmios em festivais internacionais de destilados.

Carlos Jose Miranda e Paulo Miranda: irmãos e produtores da cachaca Paratiana

Carlos Jose Miranda e Paulo Miranda: irmãos e produtores da cachaca Paratiana – TV Brasil

No Quilombo do Campinho, a nossa equipe conheceu o drink Mata Atlântica, premiado numa das edições do Festival da Cachaça, Cultura e Sabores de Paraty. A bebida é feita com cachaça e juçara, uma palmeira cujos frutos são muito presentes na alimentação e na economia dos povos tradicionais da região.

Este episódio é o primeiro da série de 12 programas realizados em parceria com o Sebrae que vão mostrar produtos das Indicações Geográficas brasileiras.

Ficha técnica:

Reportagem: Ana Passos

Imagens: João Victal

Auxílio técnico :Pablo Costa

Produção: Ana Passos, Luciana Góes, Renata Cabral

Produção-executiva: Elisabete Pinto

Edição de texto: Renata Cabral

Edição de imagem: Erly Campello

Arte: Felipe Leite, Júlia Gon

Apoio SP:

Deise Machado – produção

Jefferson Gomes Pastores – imagens

Wladimir Roger Ortega – auxílio técnico

Apoio Rio de Janeiro:

Sandro Tebaldi – imagens

Claúdio Tavares – auxílio técnico




Fonte: Agência Brasil

Homem é autuado em R$ 12,5 mil por pastoreio de bovinos em área de reserva, em Mirante do Paranapanema




Ocorrência foi registrada neste sábado (8) e os animais foram apreendidos e depositados ao envolvido. Homem é autuado em R$ 12,5 mil por pastoreio de bovinos em área de reserva
Polícia Ambiental
Um homem, de 45 anos, foi autuado, neste sábado (8), em R$ 12,5 mil por pastoreio de bovinos em área de reserva, no Assentamento Margarida Alves, em Mirante do Paranapanema (SP).
De acordo com a Polícia Ambiental, os agentes foram até o local após uma denúncia e constataram a utilização da área para o pastoreio de 15 bovinos por um morador do assentamento, um homem de 45 anos.
Um Auto de Infração Ambiental foi elaborado no valor de R$ 12,5 mil por dificultar a regeneração natural de formas de vegetação em cerca de 2,5 hectares de reserva.
Os animais foram apreendidos e depositados ao envolvido.
Homem é autuado em R$ 12,5 mil por pastoreio de bovinos em área de reserva
Polícia Ambiental
Homem é autuado em R$ 12,5 mil por pastoreio de bovinos em área de reserva
Polícia Ambiental
Homem é autuado em R$ 12,5 mil por pastoreio de bovinos em área de reserva
Polícia Ambiental
Homem é autuado em R$ 12,5 mil por pastoreio de bovinos em área de reserva
Polícia Ambiental

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Fonte: G1

Nenhum apostador acerta Mega-Sena e prêmio acumula em R$ 17 milhões


Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.527 da Mega-Sena sorteadas ontem (8), no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo.

O prêmio acumulado para o próximo sorteio (concurso 2.528), que ocorrerá na quinta-feira (13), está estimado em R$ 17 milhões.

Os números sorteados foram 08 – 19 – 29 – 38 – 48 – 56.

A quina teve 80 ganhadores, com prêmio individual de R$ 40.771,81. Acertaram quatro números 4.182 apostadores, que receberão cada um, R$ 1.114,21.

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em lotéricas ou pela internet. Um jogo simples, de seis números, custa R$ 4,50.

De acordo com a Caixa, a probabilidade de um apostador ganhar a Mega-Sena com um jogo simples é de 1 em 50 milhões (mais precisamente 50.063.860). Já uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), as chances de acertar o prêmio é de 1 em 10 mil (precisamente 10.003).




Fonte: Agência Brasil

Polícia Federal espera apreender volume recorde de cocaína este ano


A Polícia Federal apreendeu até agosto deste ano 72 toneladas de cocaína no país. Em entrevista à Agência Brasil, o delegado federal Fabrício Martins, da Coordenação-Geral de Repressão a Drogas, Armas, Crimes contra o Patrimônio e Facções Criminosas da PF, disse acreditar que, este ano, será alcançado um recorde nas apreensões da substância.

O recorde atual foi anotado em 2019, quando registrou-se a apreensão de 104 toneladas de cocaína. Em 2020 e 2021, o número girou em torno de 90 toneladas. O montante inclui todas as apreensões feitas pela PF e outras autoridades públicas (como a Receita Federal e a Polícia Rodoviária Federal) que arrecadaram a droga e entregaram à PF.

Martins destaca, no entanto, que o combate ao tráfico não deve se dar apenas pela apreensão das drogas. “A apreensão de drogas por si é eficiente? Não. Dentro do quadro de perdas da organização criminosa já está computado o quanto ela vai perder para as apreensões. A empresa vai continuar lucrando, porque o lucro é muito grande”, argumentou.

O delegado afirmou que, desde 2012, a Polícia Federal vem adotando outra abordagem: a descapitalização dos traficantes e de suas organizações. “As apreensões retiram um ativo financeiro [da quadrilha] e também demonstram que o dinheiro [que os traficantes têm] vem da droga. A partir daí, a gente pode fazer o sequestro dos bens”, afirmou.

Segundo dados da Polícia Federal, nos últimos três anos, foram sequestrados ou apreendidos com autorização da Justiça R$ 2,8 bilhões em bens de investigados por tráfico de droga em operações como a Enterprise e a Rei do Crime.

“Hoje, você não pode fazer uma investigação sobre tráfico de drogas sem investigar também a lavagem de dinheiro. Fazemos a análise fiscal, bancária e patrimonial. Assim, podemos pedir bloqueio de contas, sequestro de bens. Quando você tira os bens, [o traficante] fica sem poder de ação. Procuramos fazer o desmantelamento da organização pela descapitalização”, explicou.

Atacado

O delegado disse, também, que o Brasil é um país que faz fronteira com os três únicos grandes produtores de cocaína do mundo (Colômbia, Peru e Bolívia) e tem mais de 15 mil quilômetros de fronteira terrestre com os vizinhos sul-americanos (incluindo os produtores e o Paraguai, que funciona como entreposto).

Por isso, o Brasil não é apenas um grande consumidor da droga como também um importante ponto de trânsito para a cocaína que tem como destino a África, a Europa e a Ásia.

Ele disse que o transporte da droga entre os países vizinhos e as grandes cidades brasileiras (ou para o mercado consumidor internacional) não é necessariamente feito pelas próprias facções criminosas.

Há muitos esquemas envolvendo atacadistas independentes que veem organizações como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho apenas como revendedoras para seus produtos.

“Essas pessoas não pertencem às facções. Elas têm uma logística pronta e são grandes fornecedoras de drogas. Essas pessoas são tidas como empresárias e não têm sobre si um carimbo de criminosas [como os integrantes das facções criminosas]”, salientou.

A logística, acrescentou Martins, envolve buscar a droga nos quatro vizinhos (os produtores e o Paraguai) por diversos meios, como barcos que navegam por rios amazônicos, pequenos aviões que pousam em pistas clandestinas (principalmente em Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul) e veículos rodoviários que cruzam a fronteira.

Daí as drogas são levadas aos grandes centros do país. Parte da carga é revendida nas próprias cidades pelas facções criminosas. Mas boa parte é remetida ao exterior, principalmente por via marítima. Mais de 50% da cocaína apreendida no ano passado foram em portos brasileiros.

Lucro

Ainda segundo o delegado, a exportação mostrou-se muito lucrativa. Um quilo de cocaína seria comprado a 2,5 mil dólares (cerca de R$ 13 mil) na fronteira do Brasil com os vizinhos sul-americanos e revendido por quatro vezes esse valor (10 mil dólares) nas grandes cidades do país. Se a carga chegar à Europa, no entanto, pode render de 30 a 40 mil euros (aproximadamente o mesmo valor em dólares no câmbio atual), ou seja, até quatro vezes mais.

O Porto de Santos (SP) é reconhecido pelo Escritório sobre Drogas e Crime das Nações Unidas (Unodc) como um dos principais pontos de trânsito de cocaína do mundo. E portos do Norte e Nordeste foram apontados como novos pontos de envio da droga para o exterior. “Houve um incremento no uso de veleiros e pesqueiros [para o transporte de cocaína] no norte do país. Somente em um veleiro, foram apreendidas seis toneladas”, finalizou Martins.




Fonte: Agência Brasil

SP: exposição mostra réplica do maior dinossauro do mundo


Mais de 38 metros de comprimento e cerca de 77 toneladas, o equivalente a três caminhões-cegonha enfileirados e 18 elefantes em relação ao peso. Os números impressionam, e fica ainda mais interessante quando dizemos que se trata de um animal. Mas não é qualquer bicho. O Patagotitan é o maior animal terrestre conhecido e habitou o planeta há 101 milhões de anos.

A descoberta é recente, de 2014, e foi feita na província argentina de Chubut, no meio da Patagônia. O fêmur desse gigante e uma réplica em tamanho real podem ser vistos até o dia 27 de novembro em uma exposição no Pavilhão das Culturas Brasileiras, no Parque Ibirapuera.

Os olhos do pequeno Mateus, de 4 anos, brilharam já no início da exposição, mas a curiosidade mesmo era para conhecer o maior de todos. Talvez o dinossauro preferido, o T-Rex, perca espaço para o tiranossauro vindo da Patagônia. “Ele adora. Ele tem muito interesse”, conta a avó Stela Vilela, de 65 anos, que trouxe o neto apaixonado pelos dinos. Na exposição Dinossauros Patagotitan – O Maior do Mundo também é possível conhecer o brasileiro Buriolestes schultzi, que viveu há 233 milhões de anos, o mais antigo do mundo.

“[De] dinossauro todo mundo gosta. E é muito importante chamar atenção para isso por muitas razões, uma delas é que os dinossauros nos ajudam a entender o mundo. Esse mundo moderno que nós vivemos, com seis continentes, os oceanos, com essa diversidade, foi um mundo semeado no tempo dos dinossauros, foi no tempo dos dinossauros que os mamíferos nasceram”, conta o paleontólogo Luiz Anelli, responsável pela exposição no Brasil. Professor da Universidade de São Paulo (USP), ele é escritor de livros como Brasil dos Dinossauros.

Exposição Dinossauros: Patagotitan, o Maior do Mundo, com curadoria científica do paleontólogo Luiz Eduardo Anelli, no Pavilhão das Culturas Brasileiras do Parque Ibirapuera.

Exposição Dinossauros: Patagotitan, o Maior do Mundo, com curadoria científica do paleontólogo Luiz Eduardo Anelli – Rovena Rosa/Agência Brasil

E todo mundo gosta mesmo. Viviane Kamiya, de 39 anos, está de férias e trouxe a mãe Sachie, de 71 anos. “Sempre tive muita curiosidade de ver. O tamanho impressiona muito. A gente sabe que eles são grandes, mas quando chegamos perto, a gente vê como a gente é pequeno em relação a eles”.  Anelli destaca que os dinossauros são importantes também para mobilizar as pessoas a ir à exposições. “[Eles] levam as pessoas para os museus no mundo inteiro. Os dinossauros colocam um livro no colo de uma criança e a criança pede para o pai ler para ela. Os dinossauros aproximam as crianças da ciência”, comemora.

Descobertas

O paleontólogo destaca que a Argentina se tornou um dos principais polos de exploração e preservação do patrimônio pré-histórico. Devido à localização, tipo de rochas e clima, os fósseis encontrados na Patagônia se destacam pelo grande nível de preservação e acessibilidade. “O Brasil estava numa zona mais árida, mais seca, com diversidade um pouco mais baixa. Então, apesar da gente ter o dobro do tamanho da Argentina e ter cinco vezes mais área de rochas do tempo dos dinossauros aparentes, a Argentina tem cinco vezes mais espécies de dinossauros conhecidas”, explica.

E ainda há muito o que descobrir. “O Patagotitan é um grão de poeira num campo de futebol. Tem muita coisa a ser descoberta, muita, porque a gente só encontra o que está na superfície. O paleontólogo não enxerga um centímetro abaixo da rocha”, aponta. O primeiro osso do Patagotitan, por exemplo, foi encontrado por um pastor que buscava ovelhas perdidas.

Exposição Dinossauros: Patagotitan, o Maior do Mundo, com curadoria científica do paleontólogo Luiz Eduardo Anelli, no Pavilhão das Culturas Brasileiras do Parque Ibirapuera.

Exposição apresenta 16 réplicas de esqueletos de dinossauros completos e 20 fósseis originais – Rovena Rosa/Agência Brasil

A exposição apresenta, ao todo, 16 réplicas de esqueletos de dinossauros completos e 20 fósseis originais. Também está exposto o crânio do Giganotossauro, um dinossauro que se tornou popular depois de derrotar o T-Rex no último filme da franquia Jurassic Park.

Os ingressos custam até R$ 50 e podem ser adquiridos pela internet. Gratuitamente, é possível visitar a Praça DINOS que, além de café e loja, traz um espaço especial para as crianças brincarem em caixas de areia como paleontólogos.




Fonte: Agência Brasil

Barragem entra em alerta preventivo por rachadura em Minas Gerais


A empresa de mineração AngloGold Ashanti estabeleceu alerta de nível 1 para uma de suas barragens, CDS II, localizada no município de Santa Bárbara, em Minas Gerais. A informação foi divulgada neste sábado (8), após vistoria preliminar realizada na sexta-feira (7) de técnicos da Agência Nacional de Mineração (ANM), que acompanham o caso.

A AngloGold Ashanti ressaltou em nota divulgada à imprensa que a decisão segue o Plano de Ação de Emergência para Barragens de Mineração (PAEBM): “Neste nível, não é necessário o acionamento de sirenes ou a evacuação da zona de autossalvamento, pois não há risco iminente de rompimento. Salientamos que as autoridades competentes estão sendo envolvidas”.

Segundo a empresa, após inspeção de rotina, a equipe técnica identificou uma trinca, de centímetros de largura, na barragem, “o que é comum em uma estrutura que passa por obras de reforço”.

“A mudança para nível 1 é preventiva e seguirá até a apresentação dos estudos e análises da auditoria externa especializada confirmando a segurança e estabilidade da barragem à ANM. Ressaltamos que a barragem CDS II conta com todas as licenças legais, além da declaração de condição de estabilidade emitida por auditoria externa em setembro de 2022”, explicou a empresa.

No início da noite, a AngloGold Ashanti informou que recebeu o laudo de empresa externa especializada “atestando que o fator de segurança da barragem CDS II se encontra em nível acima do recomendado, o que comprova a segurança e estabilidade da estrutura. O fator de segurança atual é de 1.82, ou seja, superior ao mínimo exigido pela legislação, que é de 1.50”.

A declaração e outras informações sobre a barragem podem ser consultados no site da empresa: www.anglogoldashanti.com.br/barragens/nossas-barragens/barragem-cds-ii. Em caso de dúvidas, os moradores da região podem entrar em contato com o canal de relacionamento pelo telefone 0800 72 71 500.




Fonte: Agência Brasil

Ponte do Rio Paranapanema, na divisa com Paraná, será interditada para obras em Taciba


A ponte sobre o Rio Paranapanema, na divisa entre o estado de São Paulo e o Paraná, será totalmente bloqueada para reformas a partir do dia 30 de outubro. A ponte faz fronteira entre os municípios de Taciba (SP) e Porecatu (PR).

Devido a ponte pertencer ao Estado de São Paulo, as obras serão realizadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo (DER/SP).

O DER informou que há necessidade da interdição total do trecho. A previsão é de que o local volte a ser liberado em 60 dias.

O órgão ainda alegou dificuldades de logística para seguir com a execução da obra com o tráfego liberado. Em agosto deste ano, foi realizado um teste com a interdição parcial do trajeto com o sistema “Pare e Siga”, mas verificou-se a necessidade temporária do bloqueio total para o prosseguimento dos serviços.

A ponte que passará por manutenção, divide a Rodovia Rodolfo Ribeiro de Castro (SP-421), em Taciba, com a Rodovia Deputado Homero Oguido (PR-170), em Porecatu.

O trajeto também dá acesso ao município paranaense com a região de Presidente Prudente (SP).

Aos motoristas que desejarem acessar o norte do Paraná, as opções de desvio são pela Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), via Presidente Prudente ou pela Rodovia Dona Leonor Mendes de Barros (SP-333), na rota de Assis (SP).




Fonte: G1

Mostra Internacional de Cinema de SP terá filmes de 60 países


Começa no dia 20 de outubro a 46ª edição da tradicional Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. As exibições vão até 2 de novembro com programação majoritariamente presencial. Serão apresentados 223 títulos, de 60 países, que foram divididos em três segmentos: Perspectiva Internacional, Competição Novos Diretores e Mostra Brasil. A abertura do evento, só para convidados, será no dia 19, na Cinemateca Brasileira, com o filme Triângulo da Tristeza, de Ruben Östlund, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes. 

Entre as homenageadas desta edição, está a cantora e atriz Doris Monteiro, protagonista de Agulha no Palheiro (1953), de Alex Vianny. Ela receberá o Prêmio Leon Cakoff e o filme, que foi restaurado pela Cinemateca Brasileira, será projetado na instituição. O Prêmio Humanidade será entregue à diretora Ana Carolina, durante a apresentação especial de seus filmes Mar de Rosas, Das Tripas Coração, Sonho de Valsa e Paixões Recorrentes.

Jean-Luc Godard, que morreu no dia 13 de setembro deste ano, receberá homenagens com a Apresentação Especial do documentário Até Sexta, Robinson, de Mitra Farahani. O filme traz momentos de um diálogo que durou 29 semanas entre o diretor franco-suíço e o cineasta e escritor iraniano Ebrahim Golestam. O jornalista, escritor e diretor Arnaldo Jabor, que morreu no começo deste ano, também será reconhecido com a exibição do longa Eu Te Amo.

Cinco títulos selecionados propõem “Olhares sobre a Amazônia”. Entre eles, um documentário inédito de Jorge Bodanzky: Amazonas, a nova Minamata. Desde 1976 o diretor realiza filmes sobre a região. A seleção é composta ainda por Pisar Suavemente na Terra, coprodução Brasil e EUA, de Marcos Colón; Noites Alienígenas, de Sérgio de Carvalho; À Margem do Ouro, de Sandro Kakabadze e Uyrá – A Retomada da Floresta, de Juliana Curi.

Premiados

A 46ª Mostra traz filmes que se destacaram nos principais festivais internacionais em 2022. De Cannes, por exemplo, além do grande vencedor que abrirá esta edição, serão exibidos filmes como As Oito Montanhas, de Felix van Groeningen e Charlotte Vandermeersch, vencedor do Prêmio do Júri; Boy From Heaven, de Tarik Saleh, Melhor Roteiro; La Jauría, de Andrés Ramírez Pulido, vencedor do Grande Prêmio da Semana da Crítica, entre outros.

Serão exibidos também premiados no Festival de Veneza, no Festival de Berlim, no Festival de San Sebastián e no Festival de Locarno, o qual premiou o brasileiro Regra 34, de Julia Murat, vencedor do Leopardo de Ouro de Melhor Filme.

Mostra Internacional de Cinema

Mostra Internacional de Cinema – Divulgção/ Mostra Internacional de Cinema

Terão espaço ainda os indicados ao Oscar. Estão na programação 13 obras que foram indicadas por seus respectivos países para concorrer a uma vaga como Melhor Filme Internacional. São eles: da Costa Rica, Domingo e a Neblina, de Ariel Escalante; da Alemanha, Nada De Novo No Front, de Edward Berger; da Islândia, Belas Criaturas, de Guðmundur Arnar Guðmundsson; do Irã, Terceira Guerra Mundial, de Houman Seyyedi; do Japão, Plano 75, da diretora Chie Hayakawa; da Lituânia, Peregrinos, de Laurynas Bareiša; do Paquistão, Joyland, de Saim Sadiq; da Palestina, Febre do Mediterrâneo, de Maha Haj; de Portugal Alma Viva, de Cristèle Alves Meira; da Espanha, Alcarràs, de Carla Simón; da Suécia, Boy from Heaven, de Tarik Saleh; da Suíça, Um Pedaço do Céu, de Michael Koch; e, pelo México, Bardo – Falsa Crônica de Algumas Verdades, de Alejandro G. Iñárritu.

A venda de ingressos terá início no dia 15 de outubro com a disponibilização de pacotes pelo aplicativo do evento ou pelo site da Velox. No app, que poderá ser baixado a partir de 14 de outubro, o público confere toda a programação, faz reserva de ingressos para credenciados e pode também comprar ingressos individuais.

O circuito pago terá exibições na Cinemateca Brasileira, no Cine Marquise, no Reserva Cultural, no Cine Sesc, no Instituto Moreira Salles, no Cineclube Cortina, no Cine Satyros Bijou, no Museu da Imagem e do Som, e no Espaço Itaú de Cinema Augusta e Frei Caneca. As exibições com preços populares serão na Biblioteca Roberto Santos e no Centro Cultural São Paulo.

Já o circuito gratuito terá programação no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), no Centro de Formação Cultural Tiradentes e nos Centros Educacional Unificado (CEU) Perus, Meninos e Vila Atlântica.

Nas plataformas Sesc Digital e Spcine Play, será possível assistir gratuitamente dez e sete títulos, respectivamente, selecionados pela curadoria do evento.

A programação completa está disponível no site da mostra: https://46.mostra.org/




Fonte: Agência Brasil

Centro de Controle de Zoonoses recebe casinhas fabricadas com madeiras ilegais apreendidas na região


O Centro de Controle de Zoonozes (CCZ) de Presidente Prudente (SP), recebeu nesta sexta-feira (7), 30 casinhas confeccionadas com madeira de apreensão, que foram doadas em parceria pela Polícia Militar Ambiental e a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP).

Segundo o capitão da Polícia Militar Ambiental, Júlio César Cacciari , as casinhas foram confeccionadas pelos detentos da Penitenciária de Caiuá.

“Já apreendemos cerca de R$ 1 milhão em madeira ilegal, que está sendor reventida à sociedade por meio de ações como esta. A saúde pública e a saúde animais precisam receber nossa mais especial atenção”, disse Cacciari.

Ainda de acordo com o capitão, novos projetos para utilização de materiais provenientes de descaminho já estão sendo elaborados, como brinquedos infantis para parques públicos e abrigos para pontos de ônibus.

O promotor de Justiça do Meio Ambiente, Jurandir José dos Santos, falou sobre o abrigo de animais, que foi entregue recentemente, e sobre o papel do servidor público. Segundo ele, os servidores precisam se dedicar para servir a população da melhor maneira possível.

“Medidas como esta atendem a sociedade e garantem atividades dignas aos detentos”, afirmou o promotor.

Ainda segundo o gerente do CCZ, Ricardo dos Santos, essas 30 casinhas contribuirão com o trabalho realizado pelo Centro de Zoonoses e pelos protetores, que também vão receber algumas unidades.

  • Nas mãos de presos da Penitenciária de Caiuá, madeira ilegal apreendida pela Polícia Ambiental vira abrigos para animais
  • Abrigos confeccionados por presos com madeira ilegal começam a ser doados para animais do CCZ de Presidente Prudente

30 casinhas foram entregues para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), em Presidente Prudente (SP) — Foto: Arquivo/Secom

Madeiras ilegais apreendidas pela Polícia Militar Ambiental na região de Presidente Prudente (SP) foram transformadas com o objetivo de voltar como benefício à sociedade. É o que aconteceu no projeto “Produzir e Reinserir”, entre a Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo (SAP) e a corporação.

A produção da primeira remessa de produtos foi concluída e resultou num total de 50 casas para cães e gatos.

Neste ano, 55,7 m³ de madeiras nativas ilegais foram apreendidas em fiscalizações da Polícia Ambiental no Oeste Paulista.

Esse material, sem legalidade no transporte e/ou depósito e sem origem legal, foi doado e direcionado às mãos de 10 sentenciados da Penitenciária de Caiuá (SP) para se transformarem em casinhas para cães e gatos abandonados, bem como brinquedos para crianças carentes.

Madeira ilegal apreendida pela Polícia Ambiental é encaminhada para produção de abrigos para animais — Foto: Polícia Militar Ambiental

A Secretaria da Administração Penitenciária informou que a Penitenciária de Caiuá desenvolve desde 15 de março deste ano o projeto “Produzir e Reinserir”, com a participação de 10 sentenciados do regime semiaberto.

Conforme a pasta estadual, o projeto pretende aumentar as vagas de trabalho na unidade, com o objetivo de levar aprendizado profissional e reinserção social aos sentenciados.

“Nesta primeira fase, foi firmada uma parceria com a Polícia Militar Ambiental de Presidente Prudente. A instituição faz a doação de madeiras apreendidas e contribui para a construção dos abrigos para animais do Centro de Controle de Zoonoses [CCZ] de Presidente Prudente”, contou ao g1 a SAP.

Para a produção acontecer, é utilizado um barracão que fica na área externa do presídio, com orientação e acompanhamento de servidores.

Madeira ilegal apreendida pela Polícia Ambiental é encaminhada para produção de abrigos para animais — Foto: Secretaria de Administração Penitenciária

De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária, todos os sentenciados participantes do projeto fazem jus à remição de pena, ou seja, a cada três dias de trabalho um dia da pena é reduzido.

Conforme a Polícia Militar Ambiental, somadas as apreensões do ano passado, 62 m³ de madeiras ilegais foram destinadas nos seis primeiros meses de 2022 a prefeituras e outras instituições públicas e filantrópicas.

“As doações contabilizam, esse ano, valor aproximado de R$ 300 mil. Madeira ilegal que sai do crime e vai servir à população”, salientou o capitão Júlio César Cacciari de Moura ao g1.

Madeira ilegal apreendida pela Polícia Ambiental é encaminhada para produção de abrigos para animais — Foto: Secretaria de Administração Penitenciária

Madeira ilegal apreendida pela Polícia Ambiental é encaminhada para produção de abrigos para animais — Foto: Secretaria de Administração Penitenciária

Madeira ilegal apreendida pela Polícia Ambiental é encaminhada para produção de abrigos para animais — Foto: Polícia Militar Ambiental




Fonte: G1