Pesquisa de preços registra aumento de 60% no valor da batata em supermercados de Presidente Prudente


Uma pesquisa de preços realizada em sete mercados em Presidente Prudente (SP), constatou uma inflação de 4,34% no preço da cesta básica em relação à pesquisa anterior . Outros produtos também registraram aumento, o que mais se destacou foi a batata, com alta de 60,45%.

De acordo com o Índice de Preços Toledo (IPT), realizado pela Empresa Júnior da Toledo Prudente, o consumidor que gastava R$ 948,56 para comprar a cesta básica, agora gasta R$ 989,75, em média.

Seguindo a tendência de alta, o grupo de alimentos apresentou uma inflação de 4,18%, com destaque para o quilograma (kg) da batata, que teve aumento de 60,45% e o tomate (kg), com acréscimo de 34,91%.

Outros produtos que também apresentaram alta nos preços, foram os do grupo de higiene pessoal, que apresentou uma inflação de 8,85%, com destaque para o papel higiênico de quatro unidades (30 metros/folha simples), com acréscimo de 28,08% e o sabonete (85-90) com aumento de 8,78%.

Por fim, o grupo de artigos de limpeza também registrou uma inflação de 0,16%. O desinfetante, com fragrância de pinho de (500 ml), teve alta de 38,02% e o detergente líquido (500 ml), teve acréscimo de 4,03%.

Devido às promoções, variedades e disponibilidades de produtos nos estabelecimentos comerciais, alguns itens apresentaram uma diferença significativa de preços entre os locais pesquisados.

O creme dental, por exemplo, variou entre R$ 1,19 e R$ 4,39, que resultou em uma diferença de 268,91%. Já a margarina (500g), foi de R$ 3,39 para R$ 9,98, com uma diferença de 194,40%.

Ainda de acordo com o IPT, a concorrência entre os supermercados oferece ao consumidor a oportunidade de economizar até R$ 63%, pois comprando uma unidade de cada produto pelo maior preço, ele gastaria R$ 450,73. Já se a compra fosse feita pelo menor preço, o total gasto seria de R$ 277,18, economizando, desta forma, R$173,55.

Clique aqui e confira a íntegra da pesquisa.




Fonte: G1

Grupo Urutau de Teatro Experimental apresenta neste domingo o espetáculo ‘Menina com Sorriso de Orelha a Orelha’ em Presidente Prudente


O Grupo Urutau de Teatro Experimental, da cidade de Araraquara (SP), apresenta neste domingo (9), às 15h, na Área de Convivência do Sesc Thermas, em Presidente Prudente (SP), o espetáculo “Menina com Sorriso de Orelha a Orelha”.

Na apresentação, a menina brinca de ser rainha, princesa, súdita e alteza, ri sozinha, mas questiona tudo o que vê. Voa com os pássaros, enxerga pelos olhos dos animais, sente como eles e envolve a família toda em sua encantadora viagem lúdica, de gestos, jardins e florestas e sorri, sempre sorri.

O espetáculo utiliza bonecos, músicas, sonoridades, variedades circenses e cenários que se transformam.

A estética dos cenários, adereços e figurinos é moldada com tecidos, linhas, lãs, tapetes, retalhos de pano e cortinas.

O Sesc Thermas fica na Rua Alberto Peters, 111, no Jardim das Rosas, em Presidente Prudente.




Fonte: G1

Projeto ‘Classes Descentralizadas’ capacita 45 presas da Penitenciária Feminina de Tupi Paulista em curso técnico de administração


O projeto “Classes Descentralizadas” realizado na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista (SP), desde 2018, pela Escola Técnica Estadual (Etec) Professora Carmelina Barbosa, de Dracena (SP), já formou quatro turmas, com 45 reeducandas, em curso técnico de administração.

A ação tem como objetivo capacitar homens e mulheres privados de liberdade, tendo em vista que a educação, a empregabilidade e a geração de renda são etapas fundamentais na reinserção à sociedade. O projeto integra a formação profissional do Programa de Educação para o Trabalho e Cidadania (Proet).

Além da reinserção social, o estudo contribui para a redução da pena das reeducandas, uma vez que, de acordo com a Lei de Execução Penal (artigo 126, parágrafo 1º, inciso I), pode ser descontado um dia da pena a cada 12 horas de frequência escolar. Essas doze horas devem ser divididas, no mínimo, em três dias.

A remição tem de ser declarada pelo juiz da execução, ouvidos o Ministério Público e a defesa, e o condenado tem direito a receber uma relação com os dias descontados. O tempo remido é computado como pena cumprida para todos os efeitos legais.

“A formação profissional em administração apresenta para essas reeducandas uma possibilidade de mudança de vida quando do retorno à sociedade, trazendo novos conhecimentos e ferramentas, oportunizando um novo recomeço”, frisou o supervisor técnico da unidade prisional, Eduardo Morello Ferreira.

A coordenadora de Projetos de Classe Descentralizada, Jéssica Franzão Ganzaroli de Oliveira, explicou que as classes descentralizadas funcionam em prédios externos da unidade escolar sede com um ou mais cursos gratuitos e tem parceria com prefeituras ou empresas, sob a supervisão de uma Etec próxima. Em Tupi Paulista, segundo Jéssica, o projeto tem parceria com a Fundação Professor Doutor Manoel Pedro Pimentel (Funap) e a Secretaria da Administração Penitenciária do Estado de São Paulo (SAP).

Ela ressaltou também que é nítida a evolução comportamental e cognitiva das competências transversais nas reeducandas no decorrer do curso.

“Como dizia Paulo Freire, ‘educação não transforma o mundo, educação muda pessoas e pessoas transformam o mundo’. Na minha opinião, a educação técnica traz a oportunidade dessas alunas seguirem um novo caminho na sociedade com o diploma do técnico em administração otimizando o tempo que passam privadas da liberdade. E ao término essas alunas estão realmente capacitadas e qualificadas para retornar ao mercado de trabalho buscando uma nova vida”, pontuou Jéssica.

O curso técnico em administração possui carga horária de 1.500 horas, mais 120 horas de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), cumpridas em período integral, de segunda a sexta-feiras. Além dele e da educação formal básica ofertada pela penitenciária, as presas da unidade podem participar de outras atividades do Proet, as quais baseiam-se em três pilares: formação social, formação profissional e atividades culturais.

“O curso foi de extrema importância, pois adquiri muito conhecimento. Me abriu a janela da mente. Agora tenho planos para o futuro e quero me aperfeiçoar na área para ser uma mulher bem-sucedida”, relatou uma reeducanda.

As aulas ocorrem desde o segundo semestre de 2018 e, desde então, possibilitaram a formação de 45 sentenciadas, com idades entre 22 e 42 anos.

“Para mim, foi um divisor de águas, me permitiu aprender coisas que eu nem imaginava que era capaz. Aprendi a ser uma pessoa capacitada, empreender, criar, inovar e me tornar uma mulher de negócios, visando o valor da educação… E saber chegar onde quer com ética e responsabilidade”, pontuou uma reeducanda da primeira turma formada.

Colação de grau, em julho de 2022, de oito reeducandas no curso técnico em administração — Foto: SAP




Fonte: G1

Colisão entre picape e caminhão mata uma pessoa na Rodovia Júlio Budiski


Uma pessoa morreu vítima de acidente de trânsito na manhã deste sábado (8), na Rodovia Júlio Budiski (SP-501), em Alfredo Marcondes (SP).

Em circunstâncias ainda a serem esclarecidas, uma picape e um caminhão envolveram-se em uma colisão no local.

O motorista que dirigia a picape morreu no local.

O caminhão trafegava no sentido Santo Expedito (SP) – Álvares Machado (SP), enquanto a picape seguia pela pista contrária, quando houve a batida.

Equipes do Corpo de Bombeiros, do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e da Polícia Militar Rodoviária compareceram ao trecho onde houve o acidente para o atendimento da ocorrência.

O trânsito precisou ser interditado para a realização dos trabalhos de socorro, perícia e retirada da vítima fatal e dos veículos.

O condutor do caminhão não sofreu ferimentos.

A Polícia Científica foi acionada para realizar a perícia e apurar as causas e circunstâncias do acidente.

Uma pessoa morreu na Rodovia Júlio Budiski (SP-501) neste sábado (8) — Foto: Simone Gomes/TV Fronteira

Uma pessoa morreu na Rodovia Júlio Budiski (SP-501) neste sábado (8) — Foto: Simone Gomes/TV Fronteira

Uma pessoa morreu na Rodovia Júlio Budiski (SP-501) neste sábado (8) — Foto: Simone Gomes/TV Fronteira

Uma pessoa morreu na Rodovia Júlio Budiski (SP-501) neste sábado (8) — Foto: Simone Gomes/TV Fronteira

Uma pessoa morreu na Rodovia Júlio Budiski (SP-501) neste sábado (8) — Foto: Simone Gomes/TV Fronteira

Uma pessoa morreu na Rodovia Júlio Budiski (SP-501) neste sábado (8) — Foto: Simone Gomes/TV Fronteira




Fonte: G1

Agência Brasil explica o que é um produto com Indicação Geográfica


Alguns produtos, como uma bebida, uma comida ou um item artesanal, têm uma ligação tão forte com os produtores e o local onde são feitos que isso vira reconhecimento internacional. No Brasil, atualmente, são 92 territórios reconhecidos como Indicação Geográfica (IG), selo concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) a uma região que tem reputação por produzir um determinado produto, seja pela tradição e o modo de fazer ou por ambientes naturais que influenciam a qualidade final.

“A Indicação Geográfica é o ativo de propriedade intelectual mais sofisticado que existe. Porque, por si só, permite que o produto tenha um diferencial competitivo, principalmente com relação ao valor premium que pode ser colocado neste produto no mercado. A gente tem uma tendência de elevação, a partir do momento que o produto recebe uma Indicação Geográfica, em torno de 20% a 50%. E, por consequência, um aumento do desenvolvimento local dessas regiões, principalmente por questões que envolvem turismo e melhorias das condições de renda”, explica o diretor de Marca, Desenhos Industriais e Indicações Geográficas no INPI, Felipe Augusto de Oliveira.

Um dos casos mais populares mundialmente de Indicação Geográfica é o da bebida borbulhante produzida na região de Champagne, no Nordeste da França, a partir da fermentação da uva. No Brasil, também há IGs famosas como o Queijo da Serra da Canastra, o café da Serra da Mantiqueira de Minas, o Cacau do Sul da Bahia, entre outros. Oliveira ressalta que a Indicação Geográfica é um direito de propriedade intelectual coletivo e, portanto, não beneficia apenas um indivíduo, mas grupos de produtores. Em vários casos, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) presta apoio técnico a associações e cooperativas que buscam esse reconhecimento.

“É uma maneira para que pequenos produtores possam ter um valor agregado à sua produção e trazer mais desenvolvimento para a região. Na maior parte das vezes, temos uma maioria de pequenos produtores que estão por trás de uma indicação geográfica, que não têm condições de competir em volume de produção com os grandes. Então, uma forma de trazer desenvolvimento para os pequenos negócios e para os demais negócios instalados naquela região, é por meio da diferenciação da Indicação Geográfica”, explica Hulda Giesbrecht, analista de inovação do Sebrae Nacional.

Caminhos da Reportagem

No mês de outubro, o programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, estreia nova temporada em parceria com o Sebrae, sobre os produtos brasileiros com Indicação Geográfica. A série Riquezas da Nossa Terra vai contar histórias de produtos e produtores das cinco regiões do país que têm seu trabalho de qualidade reconhecidos pelo selo, gerando renda para as comunidades e impulsionando a preservação do patrimônio.

Riquezas da terra

“Fazer chocolate nesse ambiente gostoso, essa passarinhada cantando, esse verde exuberante, é isso que dá o sabor do chocolate da gente. O sabor do chocolate é a história da gente, é o que a gente faz, não é artificial”, declara Gerson Marques, proprietário da Fazenda Yrerê, em Ilhéus (BA). O cacau produzido na região é um dos produtos com o selo de indicação geográfica que fazem parte da nova temporada do Caminhos da Reportagem.

As indicações geográficas podem ser de dois tipos: Denominação de Origem (DO) e Indicação de Procedência (IP). A modalidade Denominação de Origem reconhece que a qualidade do produto depende do ambiente e da geografia do local. Assim como o champagne francês, no Brasil contam com o selo: o café da Serra da Mantiqueira, em Minas Gerais; o mel do Planalto Sul, em Santa Catarina, entre outros.

O professor Flávio Bonren, da Universidade Federal de Lavras (UFLA), destaca que os cafés especiais formam nichos de mercado, com países e regiões buscando distinções. “Quando determinado país ou região ganha notoriedade internacional, é necessário proteger esse patrimônio”, ressalta o professor que participou do processo de reconhecimento do Café da Mantiqueira como IG.

Já a Indicação de Procedência é a modalidade que reconhece um local que se tornou conhecido por um produto que é tradicionalmente feito na região. É o caso do Cacau do Sul da Bahia, do bordado filé de Alagoas, na região das Lagoas Mundaú-Manguaba e da Cachaça de Paraty.

 “Ver o amor que o meu pai tinha pelo produto, pelo modo de fazer, pela qualidade, é que acabou nos encantando”, conta Ângelo Mello, filho de Eduardo Mello, o produtor há mais tempo em atividade em Paraty. A Cachaçaria Coqueiro preserva a receita dos antepassados, que começaram a produzir cachaça em 1803.

A Cachaça de Paraty é a estrela do primeiro episódio da nova temporada do Caminhos da Reportagem, que vai ao ar neste domingo (9), às 22h, na TV Brasil. Para saber como sintonizar e assistir a todos os episódios da série, acesse a página do programa.

Assista na TV Brasil




Fonte: Agência Brasil

Registro de Indicação Geográfica abre caminhos para cachaça de Paraty


A cachaça artesanal de Paraty vive um momento de ascensão com troféus em concursos internacionais de destilados, experimentação de blends e busca de novos mercados. O reconhecimento da cidade histórica do sul fluminense como Indicação Geográfica (IG) – registro legal concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) – foi passo fundamental para a valorização do produto. 

Em parceria com o Sebrae, o programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, gravou a série Riquezas da Nossa Terra, que vai mostrar produtos de Indicações Geográficas brasileiras. O primeiro dos 12 episódios, Uma Dose de Paraty, fala sobre a tradição da produção de cachaça na região. O programa vai ao ar neste domingo (9), às 22h, e vai ficar disponível na internet.

Selo

Hoje, seis empresas familiares produzem de 350 mil a 400 mil litros de cachaça por ano e usam o selo da IG. A maior parte da produção é vendida para os turistas que passam pela cidade.

Até três décadas atrás as cachaçarias estavam em declínio na cidade, quando um grupo de produtores resolveu investir na renovação das instalações e resgatar a tradição. A qualidade e o modo de fazer a bebida, passado de geração em geração, desde o período colonial, fizeram de Paraty a primeira cidade do país a ter o registro de IG pela produção da cachaça, em 2007, pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

Os irmãos Paulo e Carlos José Miranda (Casé), sócios da Paratiana, relacionam a conquista da IG com o aumento do turismo de degustação nos alambiques e com a abertura de mercados.  Eles exportam parte da produção para os Estados Unidos e Alemanha. Já ganharam prêmios nesses países e em outros, como Bruxelas e China. Casé conta que a empresa tem tido bons resultados com o envelhecimento em barris feitos de madeiras brasileiras, “o que faz todo sentido, já que a cachaça é uma bebida exclusivamente brasileira”, afirma.

Atualmente, o Brasil produz 800 mil litros da bebida e tem capacidade para produzir 1,2 milhão de litros anuais, segundo o Instituto Brasileiro da Cachaça, IBRAC. Paulo Miranda ressalta que em todo o país há um aperfeiçoamento na produção da cachaça. “Eu tenho muito orgulho de produzir esse destilado que é nosso, paratiense, brasileiro e que, de fato, tem sofrido uma influência para melhorar cada vez mais. A gente não produz só cachaça aqui em Paraty, a gente produz a nossa tradição”, conclui.

Paraty

Paraty – Reuters/Eddie Keogh/Direitos reservados

Coautor do livro Mucungo: a História da Cachaça em Paraty, lançado em 2021, Flávio Leão diz que não é possível saber a data exata do início produção do destilado de cana-de-açúcar, “mas com certeza antes do ano de 1600 já havia alambiques na cidade”. A abundância de rios na região favoreceu a instalação das rodas d’água, fundamentais para a moagem da cana-de-açúcar em grande escala e para a instalação dos engenhos.

Eduardo Mello, da cachaçaria Coqueiro, é o produtor há mais tempo em atividade e preserva a receita dos antepassados, que começaram a produzir cachaça em 1803. Os filhos Ângelo e Eduardo dividem com o pai o trabalho na cachaçaria.  “Ver o amor que o meu pai tinha pelo produto, pelo modo de fazer, pela qualidade, é que acabou nos encantando”, diz Ângelo.

Registro

Além de comprovar a tradição da atividade, no registro da Indicação Geográfica são definidos padrões técnicos e de qualidade para o produto. Para usar o selo da IG, os produtores interessados precisam submeter a bebida à Associação dos Produtores e Amigos da Cachaça de Paraty (Apacap), que avalia se as normas estão sendo cumpridas. “O interessante, na Indicação Geográfica,  é que ela é concedida a uma associação ou entidade ligada aos produtores daquela região, então a gestão tem que ser coletiva. Isso obriga o produtor a estar organizado”, explica Celso Merola, chefe da divisão de Desenvolvimento Rural do Ministério da Agricultura no Rio de Janeiro.

Na produção artesanal a dedicação tem que ser constante, explica o presidente da Apacap e proprietário da cachaçaria Pedra Branca, Lúcio Gama Freire. O chamado corte da cachaça é feito manualmente. Isso significa que após a bebida ser destilada, é preciso retirar as partes de maior teor alcóolico (cabeça) e menor (cauda) para selecionar o coração da cachaça, que é enviado para a maturação, armazenamento e envelhecimento antes da comercialização. O teor alcóolico da cachaça pode variar de 38° a 48° de acordo com a legislação brasileira.

Do plantio ao engarrafamento, a produtora Maria Izabel acompanha todas as etapas de perto. O fermento é feito no fogão à lenha da casa onde mora, no Sítio Santo Antônio, na margem da baía de Paraty. Quando decidiu montar o alambique, nos anos 90, não havia energia elétrica na propriedade e ela tirou proveito do declive do terreno fazendo com que a gravidade atuasse no processo, dispensando o uso de bombas. Hoje, a cachaça que produz é certificada como orgânica. “Não é só porque ela tem um certificado, ela é orgânica porque a gente trabalha como organismo. Tudo aqui tá interligado. É da terra que vem a cana, então a gente cuida da terra e a terra cuida da gente. Isso cria o equilíbrio, essa harmonia”, explica.

Charme das casas coloridas e ruas de pedras em Paraty.

Charme das casas coloridas e ruas de pedras em Paraty – TV Brasil

A procura pela aguardente famosa movimenta o turismo e o comércio do centro histórico.  A chef Ana Bueno, do restaurante Banana da Terra, explica que a cachaça está cada vez mais presente nos cardápios dos restaurantes e é um ingrediente versátil na elaboração dos pratos.

Criado no Quilombo do Campinho, o drink Mata Atlântica foi premiado em uma das últimas edições do Festival da Cachaça, Cultura e Sabores de Paraty. A bebida é preparada com cachaça e juçara, uma palmeira cujos frutos são muito presentes na alimentação e na economia dos povos tradicionais da região. Daniele Elias Santos, vice-presidente da associação de moradores, conta que a comunidade foi formada por três mulheres que vieram da África escravizadas para trabalhar nos engenhos de cana-de-açúcar. “Hoje são outros tempos. A gente tem nossos empreendimentos, a gente trabalha com turismo de base comunitária e recebe grupos do Brasil e do mundo.”




Fonte: Agência Brasil

Museu de São Paulo promove a 27ª Festa do Imigrante este fim de semana


O Museu da Imigração (MI) promove hoje (8) e amanhã (9) a 27ª edição da Festa do Imigrante, com música, dança, gastronomia e artesanato de comunidades que representam as culturas de 54 países. O evento tem atividades específicas para as crianças, além de vivências culturais com grupos de diferentes nacionalidades e oficinas destinadas a interessados em temas como migração e museologia.

A festa começa às 10h e termina às 18h e será repetida nos dias 15 e 16 de outubro, no complexo da antiga Hospedaria de Imigrantes do Brás.

De acordo com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, o palco montado no jardim do museu terá 68 apresentações de música e dança com grupos e artistas refugiados, migrantes ou descendentes de diferentes tradições, como Benin, Polinésia Francesa, Índia, Japão, Moçambique, Bielorrússia, Áustria, Chile, Ucrânia, Itália, entre outros.

“As danças trazem o modo de se movimentar em cada país, revelando aspectos de celebração dentro de cada cultura. As apresentações musicais trazem desde sonoridades mais contemporâneas a ritmos mais tradicionais e apresentações folclóricas”, segundo a organização.

No campo da culinária, o festival terá à disposição do público pratos típicos de diversas regiões, com tendas de expositores gastronômicos de 37 países, tais como Afeganistão, Alemanha, Armênia, Áustria, Bolívia, Bulgária, Costa do Marfim, Egito, Espanha, Ilha da Madeira, Índia, Iraque, Itália, Japão, Rússia, Turquia e Venezuela. Na área do artesanato, participam 21 países,  como Bulgária, Chile, Colômbia, Costa do Marfim, Dinamarca e Grécia, a fim de contemplar a importância do fazer manual na cultura popular e possibilitar o contato do visitante com peças únicas que refletem a identidade cultural de países representados no evento.

Haverá ainda oficinas para a vivência de tradições dos povos presentes na festa, incluindo passos de danças folclóricas, movimento de yoga clássica, ritmos da Pelestina. Os visitantes terão a oportunidade de aprender a construir um “grilinho”, instrumento musical da Ilha da Madeira, aprender a feitura dos margučiai – ovos decorados tradicionais na Lituânia, ou aprender a cozinhar o æbleflæsk, receita típica da Dinamarca, feita com toucinho defumado e maçãs.

Os ingressos antecipados custam R$ 10 e na bilheteria, que fica aberta até às 17h, R$ 16. O Museu da Imigração fica na rua Visconde de Parnaíba, 1.316, na Mooca. Informações podem ser obtidas pelo telefone 11 2692-1866 ou pelo site do museu. Os ingressos, que têm número limitado, podem ser adquiridos pelo site. O local conta com acessibilidade, mas não há estacionamento.




Fonte: Agência Brasil

Ex-vereador Cidão Mendonça morre aos 49 anos em Presidente Prudente


O corpo dele está sendo velado na Casa de Velório Athia, na Vila Miriam.

O sepultamento está previsto para este domingo (9) em horário e local ainda indefinidos.

Cidão Mendonça, como era conhecido popularmente, nasceu no dia 8 de setembro de 1973, em Presidente Prudente, e ocupou por dois mandatos consecutivos, entre os anos de 2009 e 2016, o cargo de vereador no Poder Legislativo local.

Mendonça disputou quatro eleições para uma cadeira parlamentar na Câmara Municipal de Presidente Prudente, todas pelo então Democratas (DEM).

Na primeira vez, em 2008, foi eleito com 1.564 votos.

Em 2012, reelegeu-se com 1.309votos.

No pleito de 2016, Mendonça tentou uma nova reeleição, mas, com 1.434 votos, não conseguiu voltar à Câmara Municipal.




Fonte: G1

Mega-Sena deste sábado deve pagar prêmio de R$ 8 milhões


O Concurso 2.527 da Mega-Sena, que será sorteado hoje (8) à noite em São Paulo, deverá pagar R$ 8 milhões a quem acertar as seis dezenas. O sorteio das seis dezenas será feito às 20h no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê.

O concurso de quarta-feira (5) não teve acertadores e o prêmio ficou acumulado para hoje. Foram sorteadas as dezenas 02 – 16 – 24 – 38 – 43  e 59.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio.




Fonte: Agência Brasil

Polícia do Rio apreende R$ 1 milhão de quadrilha que lavava dinheiro


A Polícia Civil do Rio de Janeiro apreendeu hoje (7) R$ 1 milhão de uma organização criminosa que atuava em crimes de lavagem de dinheiro, após furtos mediante fraude, como golpes do PIX e clonagem de aplicativos de mensagens.

A prisão foi realizada pelo Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro. O montante estava em um shopping na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. Na ação, duas pessoas foram encaminhadas à delegacia especializada para prestar esclarecimentos.

Os agentes investigam também possível envolvimento do bando com outras quadrilhas que teriam cometido crimes como fraudes a licitações em diversos municípios do estado do Rio, sonegação e fraudes fiscais.

Uso de laranjas

As investigações contaram com informações da Unidade de Inteligência Financeira e de Setor de Compliance Bancário, que apontaram para a existência de um sofisticado sistema de movimentações financeiras de empresas de fachada e utilização de laranjas para transferência e saque de altos valores em espécie.

De acordo com a Polícia Civil, o valor apreendido foi contabilizado e depositado em conta judicial para garantia de ressarcimento a vítimas e lesados. As investigações vão prosseguir em sigilo para identificação dos demais envolvidos na ação criminosa.




Fonte: Agência Brasil