Rio: 156 pessoas foram baleadas no transporte público desde 2016


Um levantamento do Instituto Fogo Cruzado mostra que pelo menos 156 pessoas foram baleadas no transporte público na região metropolitana do Rio de Janeiro nos últimos oito anos. Desse total, 56 morreram e 100 ficaram feridas. Somente em 2024, foram 14 pessoas atingidas nessas condições.

“Esses números passam a mensagem de perigo iminente para quem circula na região metropolitana do Rio de Janeiro. Presenciamos, dia após dia, tiroteios em operações policiais e em disputas entre facções criminosas. E, a qualquer momento, esses tiros podem resultar em vítimas. Traz uma sensação de insegurança contínua, porque, independentemente de onde você circula, se está saindo cedo ou tarde, pode ser alvo da violência armada. Isso por conta da dinâmica que a segurança opera no Rio. Uma lógica bélica, de confronto e disputa por territórios”, disse Carlos Nhanga, coordenador do Instituto Fogo Cruzado no Rio de Janeiro.

O caso mais recente foi o do passageiro que estava em um ônibus na Linha Amarela, altura do bairro de Pilares, Zona Norte do Rio, durante operação policial na região no dia 30 de outubro. Também emblemático foi o caso da operação policial no chamado Complexo de Israel, Zona Norte, que terminou com três pessoas mortas e duas feridas. Todas estavam em veículos que passavam por vias próximas ao local. Um dos mortos estava em um ônibus.

https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-10/sobe-para-tres-numero-de-mortos-apos-acao-policial-no-rio

O estudo também indica que, das 156 vítimas nos últimos oito anos, 40 foram atingidas em meio a ações policiais: 12 morreram e 28 ficaram feridas.

“O impacto nas favelas já é motivo suficiente para questionar a efetividade dessas operações. Se você entra em um lugar onde moram e circulam milhares de pessoas para uma operação, você está assumindo o risco de colocar essas pessoas na linha de tiro. E o segundo ponto é que o tiroteio repercute para além das favelas, como nas vias próximas. E são diversos serviços públicos que são afetados por essas operações”, disse Nhanga.

O Fogo Cruzado mapeou os números de baleados dentro do transporte público desde 2016:

● 2016: 6 baleados no transporte público – 3 mortos e 3 feridos

● 2017: 27 baleados no transporte público – 7 mortos e 20 feridos

● 2018: 30 baleados no transporte público – 10 mortos e 20 feridos

● 2019: 21 baleados no transporte público – 6 mortos e 15 feridos

● 2020: 20 baleados no transporte público – 10 mortos e 10 feridos

● 2021: 21 baleados no transporte público – 8 mortos e 13 feridos

● 2022: 9 baleados no transporte público – 3 mortos e 6 feridos

● 2023: 8 baleados no transporte público – 6 mortos e 2 feridos

● 2024: 14 baleados no transporte público – 3 mortos e 11 feridos

Balas perdidas

O passageiro atingido na última quarta-feira (30) foi a 93ª vítima de bala perdida na Região Metropolitana do Rio em 2024. Ou seja, não necessariamente em transporte público, como apresentado nos números anteriores. No total, 20 pessoas morreram e 73 ficaram feridas. Em 2023, neste mesmo período entre janeiro e 31 de outubro, foram 126 pessoas vítimas de balas perdidas: 41 morreram e 85 ficaram feridas.

“As pessoas que moram no Rio estão mais suscetíveis de serem vítimas de bala perdida no transporte, na rua, em casa, por conta dessa dinâmica do confronto. A Bahia, por exemplo, tem dinâmica parecida, mas não com tiroteios tão frequentes quanto no Rio. Aqui, você tem tiroteios todos os dias em diversas comunidades, envolvendo a polícia ou não”, conclui Nhanga.




Fonte: Agência Brasil

Preço de enterros triplica após concessão de cemitérios em SP


A concessão da gestão dos cemitérios municipais à iniciativa privada, repassada às administradoras em março do ano passado, elevou os preços dos enterros e cremações na cidade de São Paulo. Levantamento do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep) mostrou que os valores de pacotes para realização do funeral mais que triplicaram em cemitérios da cidade após a concessão.

Quatro empresas assumiram a administração do serviço funerário na capital paulista. Ao todo, são 22 cemitérios públicos e um crematório. Os contratos preveem que as concessionárias são responsáveis pela operação dos serviços, gestão, manutenção, exploração, revitalização e expansão das unidades. A vigência do contrato de concessão é de 25 anos.

“A principal questão é o valor do serviço que aumentou muito. Essa é a principal denúncia que existe, os preços são exorbitantes. E é facilmente comprovado pela tabela que eles próprios [empresas] divulgam”, disse o secretário de assuntos jurídicos do Sindsep, João Batista Gomes. Ele avalia que a alta nos preços está diretamente ligada à concessão das unidades. O levantamento contempla as duas empresas que disponibilizam os valores no site, cujas concessões abrangem 11 cemitérios.

Ele relatou que a privatização prejudicou também o encaminhamento de denúncias, já que todos os servidores municipais foram deslocados e substituídos por funcionários das empresas. “Esses trabalhadores até tem sindicato, mas é muito frágil a relação [de trabalho] deles. Então o pessoal tem medo de denunciar”, disse Gomes.

O vereador Hélio Rodrigues afirma que, desde o início da concessão, recebeu inúmeras denúncias sobre os cemitérios e as cobranças indevidas realizadas pelas concessionárias. Ele reiterou a relação entre a privatização e o encarecimento do serviço. “Sem dúvida, esses reajustes são consequência da concessão. Também existem muitos relatos de cobranças de valores diferentes do que consta nas tabelas oficiais e falta de transparência em relação aos valores praticados”, relatou.

“Também tivemos muitas denúncias dos trabalhadores, como é o caso dos jardineiros e empreiteiros autônomos que prestam serviços nos cemitérios e estão regulamentados por uma portaria do município, mas sofrem assédio frequente das concessionárias que dificultam seu acesso aos locais, abordagem a famílias e a realização de seus trabalhos. Nosso mandato conseguiu a renovação da autorização de trabalho até dezembro de 2024”, acrescentou.

Os encaminhamentos do parlamentar incluem ofício para a Secretaria Nacional dos Direitos do Consumidor noticiando a cobrança indevida de diversos serviços, como a tanatopraxia (um tipo de limpeza do corpo) em duplicidade, e representações ao Tribunal de Contas do Município (TCM) sobre auditoria nos cemitérios.

O TCM reconheceu a falta de informações divulgadas pelas empresas acerca da gratuidade e dos preços dos funerais aos munícipes. O tribunal reconheceu também o descumprimento de uma comunicação visível e de fácil acesso aos munícipes informando que não são obrigados a contratar o serviço de jardinagem e manutenção dos jazigos diretamente com a concessionária, e que eles têm a livre escolha de contratação de profissionais autônomos.

Até janeiro deste ano, as concessionárias atuaram com acompanhamento do Serviço Funerário do Município de São Paulo, como parte da fase de implementação. A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Município de São Paulo (SP Regula) é responsável pela fiscalização e gestão contratual das concessões.

Prefeitura

A prefeitura de São Paulo informou, em nota, que a qualidade dos serviços e o cumprimento de todas as cláusulas contratuais da concessão são monitoradas periodicamente pela SP Regula. “É fundamental que os munícipes formalizem as reclamações ou sugestões por meio da Ouvidoria Geral do Município, do site da SP Regula ou pelos canais de atendimento SP156. Todos os casos são rigorosamente apurados”, diz a nota.

“O funeral social (pacote mais barato comercializado hoje) custa R$ 566,04, ou seja, 25% mais barato do que o pacote ‘Jasmim’, que era o mais barato antes da concessão (R$ 754,73). Os demais pacotes mantiveram os preços de 2019, com apenas a correção prevista no primeiro ano de contrato”, acrescentou a prefeitura.

A nota diz ainda que “desde o início da concessão, houve avanços na qualidade dos serviços, com a implementação de padrões mínimos para urnas funerárias e cinerárias, definição do tempo de velório e monitoramento do corpo”.

Celso Vitor Souza, de 61 anos, disse que a concessionária do cemitério Vila Nova Cachoeirinha não presta informações que esclareçam sobre as antigas concessões de uso de jazigo, feitas antes da concessão dos cemitérios à iniciativa privada. Este é o caso de sua família, que está sendo cobrada em R$ 20 mil para renovação da concessão de uso. No local, foram enterrados os pais e irmão de Celso.

“Em julho deste ano, a família foi realizar a exumação [do meu irmão] e foram impedidos. Os agentes funerários alegaram que a concessão venceu e era necessário o pagamento de R$ 20 mil. Procurei a Defensoria Pública, que exigiu as informações por escrito. Só então foi permitida a exumação. No entanto, até o momento continuo sem saber quais são os meus direitos com relação ao túmulo da família”, relatou Celso.




Fonte: Agência Brasil

Finados: “saudade é pior que pobreza”, diz idosa em situação de rua


Uma lona preta desgastada, apoiada por madeiras fincadas na terra, em área de calçada, cobre a vida da aposentada baiana Luzia Cavalcante, de 67 anos. “Mas estar na rua não é a minha maior dor. Pior que a pobreza é a saudade”, lamenta. 

Com a vassoura na mão, a mulher nascida em Campo Alegre de Lourdes (BA) buscava afastar a poeira jogada pelos carros que passam acelerados por uma via expressa na Asa Norte, em Brasília.

“Eu varro a rua na frente de casa para passar o tempo. Todos os anos, preparo minha cabeça para o Dia de Finados (2), o meu pior dia da vida”. É quando ela vai visitar os túmulos do marido Raimundo, falecido com câncer de esôfago, há 28 anos, e do filho João, assassinado aos 18 anos, em 2019.

Foi pela memória do filho que Luzia passou três dias buscando doação e empréstimo para juntar R$ 3 mil e conseguir sepultar o corpo do rapaz em um cemitério de Planaltina (DF). Teve dificuldades de pedir ajuda porque não sabe escrever sobre a dor e a necessidade que estava passando.

“Penso neles a toda hora. Tem gente que nos vê vivendo na rua e pensa que a gente é acostumado a viver na dor. Eu nunca me acostumei a viver sem eles”, lamentou.

Até a morte do rapaz, eles viviam em uma casa “humilde” na cidade de Vianópolis (GO).


Brasília (DF) 01/11/2024 Pessoas em situação de rua em Brasília. ( Luzia Cavalcante)  Foto Antônio Cruz/Agência Brasil
Brasília (DF) 01/11/2024 Pessoas em situação de rua em Brasília. ( Luzia Cavalcante)  Foto Antônio Cruz/Agência Brasil

Brasília (DF) 01/11/2024 Luzia Cavalcante perdeu o marido e o filho. Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Luto

Mas a dor e “outros motivos” levaram parte da família a viver em uma barraca na rua. Levantamento do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPE-DF), divulgado no ano passado, mostra que o número de pessoas em situação de rua nessa unidade federativa é de 2.938.

A morte de familiares é citada como um dos principais motivos que levam pessoas para essa condição. Em todo o Brasil, segundo o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, são 236,4 mil.

A correria de Luzia envolve tentar cuidar dos outros nove filhos que ficaram, incluindo a caçula que sofre de anemia profunda e não anda. A barraca onde vivem foi instalada próxima ao hospital público na Asa Norte em que a jovem de 18 anos faz tratamento.

“Amanhã é dia de ir ao cemitério. Segunda é para ir ao hospital”. Atualmente, ela sobrevive com o Benefício de Prestação Continuada (BPC), do governo federal, e tenta, nos dias que volta a Goiás, cultivar a roça na casa de amigos. Ela queria cuidar mais dos túmulos em que os amores da vida dela estão enterrados.

Invisibilidade

Luzia não sabia, mas, no Distrito Federal, onde ela vive, há a possibilidade de que pessoas em vulnerabilidade recorram ao sepultamento social. A secretaria de Desenvolvimento Social garante que divulga o serviço para o público-alvo. São exigidos para o benefício documentos oficiais, como o comprovante de renda, que não pode ultrapassar 50% do salário mínimo na casa da pessoa.

Conforme explica a professora de serviço social Larissa Matos, do Centro Universitário de Brasília (Ceub), pessoas em situação de rua, mesmo vivendo em áreas urbanas, à vista da multidão da metrópole, estão invisibilizadas, inclusive pelas políticas públicas e pela sociedade. Assim, também invisibilizadas também na situação de luto.

“A fragilidade em que vivem pode aprofundar ainda mais os sentimentos da perda e as lembranças de um outro momento de vida”, diz a pesquisadora.

Saudade diária

Outra baiana na capital do Brasil, que define a vida como uma “saudade diária”, é Maria dos Santos, de 60 anos. Ela, que mudou de Xique-Xique (BA) para a capital do país quando era adolescente, diz que a perda dos pais de forma precoce fez também com que perdesse a casa e o rumo da vida.

Maria também vive sob uma lona, ao lado de uma obra na capital.

“Quando eles eram vivos, tínhamos uma roça. Eles estão enterrados em Goiás. Não tenho como ir lá ver. Não tenho dinheiro para viajar. Até queria, mas não dá”, lamenta.

Por falar em saudades, o pernambucano Sebastião de Lima, de 59 anos, que vive sob uma lona na Asa Sul, diz que sonha todos os dias com a mãe, que morreu há três décadas. “O corpo dela está enterrado lá em Olinda (PE). Não tenho como visitar. Mas eu queria. Era ela a pessoa que me dava carinho na vida. Tudo piorou depois”.  Não seguiu na escola e só podia trabalhar para sobreviver.

Ele hoje trabalha com reciclagem, mas tem dificuldades de recolher materiais com as mãos. O homem sofreu um acidente há 20 anos enquanto consertava uma cerca. No ano seguinte, sofreu com a morte de um irmão e um sobrinho de 14 anos de idade.

“Eles foram enterrados em cova rasa, mas é em um lugar longe daqui. Fico só no meu barraco chorando e rezando por eles no dia dos mortos”.


Brasília (DF) 01/11/2024 Pessoas em situação de rua em Brasília. ( Sebastião Lima ) Foto Antônio Cruz/Agência Brasil
Brasília (DF) 01/11/2024 Pessoas em situação de rua em Brasília. ( Sebastião Lima ) Foto Antônio Cruz/Agência Brasil

Brasília (DF) 01/11/2024 – O pernambucano Sebastião Lima lembra a mãe, que morreu há três décadas. Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil




Fonte: Agência Brasil

Dia de Finados: Conheça 12 personalidades históricas sepultadas no Cemitério São João Batista, em Presidente Prudente | Presidente Prudente e Região


Berta Lúcia nasceu em Cataguases (MG) no dia 15 de novembro de 1939 e, conforme o livro-reportagem “Berta Lúcia: A santa prudentina” (Unoeste, 2017), de autoria de Amanda Monteiro, Ana Caroline Nezi, André Esteves, Daniel Lucena, Itamar Batista e Tainá Cassiana, com supervisão de Tchiago Inague, veio para Presidente Prudente com a mãe, Ana Fonseca de Oliveira, após a morte do pai.




Fonte: G1

Nenhuma aposta acerta a Mega-Sena e prêmio vai a R$ 127 milhões


As seis dezenas do concurso 2.792 foram sorteadas na noite desta sexta-feira (1º) no Espaço da Sorte, em São Paulo. O prêmio da faixa principal acumulou e está estimado em R$ 127 milhões. 

Os números sorteados são os seguintes: 16 – 22 – 33 – 34 – 49 – 59.

A quina teve 119 apostas ganhadoras e cada uma vai receber R$ 68.004,21. Já a quadra registrou 10.706 ganhadores, com prêmio de R$ 1.079,83 para cada.

O concurso 2.793 será realizado na terça-feira (5). As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 5.





Fonte: Agência Brasil

Bloco afro Ilê Aiyê completa 50 anos


O primeiro bloco afro do Brasil, o Ilê Aiyê, com sede em Salvador, está completando 50 anos.

Embora associado ao carnaval, o início do Ilê Ayê coincide com um momento histórico importante onde o mundo assistiu ao surgimento e fortalecimento de vários movimentos que lutavam e incentivavam a valorização da cultura negra como o Black Power, o movimento dos Direitos Civis americanos, e a independência de vários países africanos.

Criado em 1º de novembro de 1974, no bairro da Liberdade, em Salvador, o bloco que leva as cores preto, amarelo, vermelho e branco, teve seus primeiros desfiles com escolta policial. Os primeiros anos foram de muito preconceito, segundo Antonio Carlos dos Santos Vovô, conhecido como o Vovô do Ilê.

A conexão entre a religião e o Ilê Aiyê também é muito forte, afinal, grande parte da trajetória do bloco se mistura com a de Mãe Hilda e do terreiro Ilê Axé Jitolú, na Ladeira do Curuzu, em Salvador. Por quase duas décadas, o terreiro serviu ao bloco como diretoria, secretaria, salão de costura e recepção de associados.

No período carnavalesco, o Curuzu é palco de um ato cultural-religioso: a bênção para a saída do bloco, que acontece com uma orquestra de dezenas de percussionistas e o coral negro em uma celebração. Atualmente, o ritual é realizado pela filha de Mãe Hilda, Hildelice Benta dos Santos, a Doné Hildelice.

O Bloco da Liberdade continua com suas raízes no Curuzu. Sua sede, agora, é a  Senzala do Barro Preto, onde são realizadas dezenas de atividades educativas de inclusão e também manutenção do legado do Ilê Aiyê. Lá também funciona a Escola Mãe Hilda, com laboratórios de informática, salas de aula, salas de pintura, cozinha industrial e outros espaços.

Neste ano do cinquentenário, o bloco ganhou documentário, shows dentro e fora do país, exposição e, na noite desta sexta-feira (1º), realizou-se um show para celebrar a trajetória do Mais Belo dos Belos. O espetáculo foi na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador. Entre  os convidados, parceiros de longa data como a Orquestra Afrosinfônica e os cantores Matilde Charles, Daniela Mercury e Carlinhos Brown.




Fonte: Agência Brasil

Morre menino de 5 anos baleado em Japeri


O menino Carlos Eduardo Cabral de Moura, de 5 anos, morreu após ser baleado em Japeri, na Baixada Fluminense, nesta sexta-feira (1º). Ele foi levado para o Hospital Municipal da cidade, mas não resistiu aos ferimentos.

Segundo o hospital, a criança chegou em estado grave, em parada cardiorrespiratória, e foi levada à sala vermelha, onde foram iniciadas as manobras de ressuscitação. A equipe formada por dois pediatras, um clínico da rotina e um especialista em ortopedia e traumatologia (diretor do hospital), além de técnicos de enfermagem da sala vermelha e uma fisioterapeuta participaram do atendimento. No entanto, o quadro evolui para óbito às 11h20.

Carlos Eduardo era aluno da Escola Municipal Darcílio Ayres Raunheitti, no bairro Nova Belém. A Prefeitura, assim como as secretarias municipais de Saúde e de Educação, disseram que estão consternadas com a tragédia e se solidarizam com a família e amigos.

Em 2024, o Instituto Fogo Cruzado registrou 18 crianças baleadas na região metropolitana do Rio: 15 ficarem feridas e três morreram.

Segurança Presente

Uma van da Operação Segurança Presente foi alvo de disparos efetuados da comunidade Lagoa do Sapo, em Japeri. De acordo com os policiais que estavam na ocorrência, não houve troca de tiros. Os tiros teriam sido efetuados no momento em que a viatura estava manobrando em uma rua de acesso à comunidade. Carlos Eduardo estava nas proximidades com a mãe quando foi atingido.




Fonte: Agência Brasil

Escola de Administração Penitenciária realiza curso on-line para carreira de policial penal




Curso será obrigatório e um pré-requisito para evolução na profissão. EAP realiza curso on-line para carreira de policial penal
SAP
A Escola de Administração Penitenciária (EAP) realiza, a partir desta sexta-feira (1º), o Curso de Integração da Carreira de Agente de Segurança Penitenciária e da classe de Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária para a carreira de policial penal. As atividades serão na modalidade de educação à distância (EAD) com um total de 120 horas-aula.
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O curso será obrigatório e um pré-requisito para evolução funcional da carreira.
Além disso, será desenvolvido pelo do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Agentes de Segurança Penitenciária da EAP, que está localizado na Avenida Ataliba Leonel, na zona norte, em São Paulo (SP).
O objetivo é desenvolver as competências técnico-profissionais dos servidores no intuito de consolidar os conhecimentos pertinentes ao cargo de policial penal, de acordo com as legislações vigentes.
Para os Agentes de Segurança Penitenciária, as aulas serão compostas por quatro disciplinas:
Prática do Serviço de Vigilância,
Prática do Serviço de Escolta,
Técnica de Condução Operacional, e
Pistola .40 e Espingarda de Calibre 12 GA – Introdução aos Fundamentos do Tiro, armamento e munições não letais.
Já para os Agentes de Escolta e Vigilância Penitenciária, as aulas contemplarão os conhecimentos de:
Prática do Serviço Penitenciário,
Papiloscopia,
Saúde no Sistema Prisional, e
Reintegração Social.
Após a conclusão do módulo EAD, serão oferecidas as demais etapas do “Ciclo de Nivelamento Técnico Decorrente da Transformação dos Cargos de Agente Penitenciário” na modalidade presencial.
Sobre as atividades
As atividades on-line são para Agentes de Segurança Penitenciária de Classes I a VII e Agentes de Escolta e Vigilância Penitenciária de Níveis I a VII.
O acesso à plataforma será por meio de login e senha, no site.
Os Agentes de Segurança Penitenciária deverão acessar o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) e clicar no Curso de Integração da Carreira de Agente de Segurança Penitenciária para a Carreira de Policial Penal.
Já os Agentes de Escolta e Vigilância Penitenciária deverão acessar o Ambiente Virtual de Aprendizagem e clicar no Curso de Integração da Classe de Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária para a Carreira de Policial Penal.
Os servidores que nunca acessaram a plataforma deverão encaminhar e-mail para o endereço [email protected], solicitando login e senha.
Será considerado apto o aluno que assistir, responder às questões de fixação e participar do curso de forma integral, de acordo com a proposta para o cargo e ao final preencher a avaliação de reação.
Para servidores em licença para tratamento de saúde, o curso na modalidade EAD está permitido.
O certificado será disponibilizado ao final do curso.
É de responsabilidade do aluno a emissão do certificado na plataforma, que poderá ser salvo em PDF e/ou impresso. Após o encerramento do período do evento, não será possível a emissão do certificado.

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Fonte: G1

Morador de rua furta caixa de lanchonete, diz que usaria dinheiro para comprar comida e acaba preso em Presidente Prudente | Presidente Prudente e Região


De acordo com a profissional, o suspeito entrou no estabelecimento e furtou R$ 103,50 do caixa, porém, quando o envolvido estava saindo da lanchonete, foi contido por testemunhas e deixou cair parte do dinheiro que havia sido furtado e uma carteira com documentos, mas escapou em seguida.




Fonte: G1

Proprietário rural é autuado em mais de R$ 10 mil por derrubada de 35 árvores e de vegetação nativa em Martinópolis




Envolvido informou aos policiais que havia adquirido a área em 2023. Ocorrência foi registrada nesta quinta-feira (31), em Martinópolis (SP)
Polícia Ambiental
Um homem, de 38 anos, foi autuado em mais de R$ 10 mil, nesta quinta-feira (31), por supressão de 35 árvores e de vegetação nativa em uma estância no bairro Laranja Doce, em Martinópolis (SP).
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De acordo com a Polícia Militar Ambiental, no local, uma equipe detectou a supressão de 21 árvores nativas, as quais estavam em meio à pastagem da propriedade, e outras 14 árvores nativas localizadas junto a cerca de divisa de propriedade.
A equipe também verificou a supressão de uma área de 0,067 hectare de vegetação nativa secundária em estágio inicial de regeneração, objeto de especial preservação, por ser remanescente de Mata Atlântica.
Ao entrar em contato com o proprietário do local, o homem informou aos policiais que adquiriu a área em 2023 e que, durante o preparo do solo, houve a supressão de algumas árvores.
Diante dos fatos, foram elaborados dois autos de infração ambiental, sendo eles:
um no valor de R$ 368,50, por destruir 0,0670ha de vegetação nativa, em estágio inicial, mediante supressão, em área objeto de especial preservação, sem autorização da autoridade ambiental competente; e
um, na modalidade de multa simples, no valor de R$ 10.500, por explorar qualquer tipo de vegetação nativa, correspondente a 35 unidades, mediante supressão, localizada fora de área de reserva legal averbada, de domínio privado, sem aprovação prévia do órgão ambiental competente ou em desacordo com a concedida.
Ainda conforme a Polícia Ambiental, o caso será encaminhado à Delegacia da Polícia Civil para a apuração de eventual crime ambiental.
Ocorrência foi registrada nesta quinta-feira (31), em Martinópolis (SP)
Polícia Ambiental
Ocorrência foi registrada nesta quinta-feira (31), em Martinópolis (SP)
Polícia Ambiental
Ocorrência foi registrada nesta quinta-feira (31), em Martinópolis (SP)
Polícia Ambiental
Ocorrência foi registrada nesta quinta-feira (31), em Martinópolis (SP)
Polícia Ambiental

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Fonte: G1