Filho é preso após arremessar frango congelado no rosto da própria mãe, em Presidente Prudente




Suspeito teria agredido a vítima, de 72 anos, após ela pedir que ele não entrasse com uma garrafa de bebida alcóolica em casa. Filho é preso após arremessar frango congelado no rosto da própria mãe, em Presidente Prudente (SP)
Arquivo/g1
Um homem, de 42 anos, foi preso por violência doméstica nesta quinta-feira (11) após arremessar um frango congelado no rosto da mãe, de 72 anos, em Presidente Prudente (SP).
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A Polícia Militar foi acionada para atender um possível desentendimento familiar no bairro Jardim Cinquentenário. No local, uma mulher contou aos policiais que o filho faz uso abusivo de bebida alcoólica e chegou em casa bêbado por volta das 10h com uma garrafa nas mãos. Ela pediu que ele não entrasse com a bebida alcoólica dentro de casa.
Momentos depois, ele teria atirado um frango congelado com força no rosto da vítima pela janela do quarto, onde ela estava descansando. A carne lesionou o nariz e o olho esquerdo da idosa.
Ao ver a mãe limpando o sangue do nariz, o filho teria dito que ela poderia chamar a polícia pois ele não se importava. Ela acredita que um vizinho chamou os agentes.
Questionado sobre a possível agressão, o homem disse que foi um acidente.
Diante dos fatos, ele foi preso em flagrante por violência doméstica e permaneceu à disposição da Justiça.
O delegado que registrou o caso, Daniel Aparecido Viudes, solicitou a concessão de medidas protetivas a favor da vítima contra o filho.

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Fonte: G1

Moto Romaria celebra ‘a fé sobre duas rodas’ neste fim de semana, em Santo Expedito | Presidente Prudente e Região


Segundo o reitor do Santuário Diocesano de Santo Expedito, padre Umberto Laércio Bastos de Souza, a Moto Romaria se dedica a essa experiência há 18 anos para receber “a intercessão de Santo Expedito, para que, sobre duas rodas, qualquer perigo que possa advir, os motociclistas estejam protegidos pela honra e pela glória de Deus”.




Fonte: G1

FAB lança 336 mil litros de água para combater incêndios no Pantanal


O Comando Conjunto da Operação Pantanal, da Força Aérea Brasileira (FAB) informa que, desde o dia 28 de junho, quando começou a atuar no combate às queimadas, já lançou 336 mil litros de água nos focos de incêndio na região. Somente nesta quinta-feira (11), em dois voos realizados, 24 mil litros despejados em áreas atingidas pelo fogo.

Os voos são operados com o Sistema Modular Aerotransportável de Combate a Incêndios (MAFFS, do inglês Modular Airborne Fire Fighting System). O equipamento conta com um tubo que projeta água pela porta traseira esquerda do avião, podendo descarregar até 12 mil litros em áreas de incêndio.

De acordo com o major aviador Rafael Portella Santos, comandante da missão realizada no Pantanal Sul-Mato-Grossense, esta é a primeira vez que a FAB opera o sistema MAFFS instalado no KC-390 Millennium em situação real. “Fizemos diversos treinamentos simulados no decorrer da operação da aeronave para que, hoje, pudéssemos estar aqui com pilotos e tripulantes capacitados para este momento”, afirmou.

Santos explicou que toda a operação com o sistema MAFFS é realizada em etapas. A primeira ocorre com a coordenação em solo do ponto onde há a necessidade de conter as chamas. Na sequência, é preciso fazer a visualização do local, avaliar a redução de riscos para aeronaves que atuam de forma semelhante e manter o contato com a equipe em solo. A partir daí, ocorre a primeira passagem, objetivando a precisão e a segurança da operação e, depois, o sobrevoo para o lançamento da água.

Na sequência, a aeronave retorna para oeabastecimento, podendo decolar novamente em cerca de 40 minutos.

Desde o início da missão, a FAB já realizou 28 voos de apoio ao bioma Pantanal, somando 28 horas e 35 minutos de voo.




Fonte: Agência Brasil

Assaltantes roubam R$ 200 do caixa de farmácia no Jardim Santa Clara, em Presidente Prudente



Bandidos fizeram menção de estar armados para render balconista. Dois homens assaltaram na tarde desta quinta-feira (11) uma farmácia localizada no Jardim Santa Clara, em Presidente Prudente (SP).
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De acordo com as informações fornecidas pelo Boletim de Ocorrência registrado na Delegacia Participativa da Polícia Civil, os criminosos fugiram depois de pegar R$ 200 em dinheiro do caixa do estabelecimento comercial.
Um balconista, de 33 anos, contou que os rapazes usavam capacetes quando entraram na farmácia e faziam menção de estar armados, com as mãos embaixo das blusas que vestiam.
Os bandidos pediram dinheiro e a vítima indicou-lhes o caixa da farmácia, de onde eles roubaram a quantia de R$ 200.
Em seguida, os ladrões ainda pediram o celular do balconista, mas a vítima chamou um outro funcionário, que estava nos fundos do imóvel, e os assaltantes decidiram ir embora do local.
As câmeras internas de monitoramento de segurança da farmácia registraram toda a ação criminosa.
A Delegacia de Investigações Gerais (DIG), da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic), foi acionada para apurar o caso.
Os criminosos fugiram e não foram identificados.

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Fonte: G1

PF apura uso de dispositivo ilegal em equipamentos da sede do INSS


A Polícia Federal (PF) instaurou um inquérito para apurar a instalação de, pelo menos, um “dispositivo irregular” na rede de computadores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A informação foi tornada pública pelo site Metrópoles e confirmada à Agência Brasil pela assessoria do instituto, órgão público vinculado ao Ministério da Previdência Social e responsável por pagar benefícios previdenciários e assistenciais a cerca de 110 milhões de pessoas.

Segundo a assessoria do INSS, o “dispositivo irregular” foi detectado no fim de junho, por uma equipe da Diretoria de Tecnologia da Informação do próprio instituto. Os técnicos localizaram o equipamento ao realizar uma “varredura”, ou seja, uma busca minuciosa, em todos os aparelhos do edifício-sede, em Brasília, que funcionam interconectados à rede de computadores do órgão.

Ainda de acordo com a assessoria do INSS, a instalação irregular do dispositivo causou “um comportamento estranho à rede”, mas, até o momento, não foram identificados indícios de vazamento de informações ou comprometimento de senhas de servidores.

“Importante destacar que o tráfego interno na rede [do INSS] é criptografado e para acessar os sistemas é necessário ter certificado digital, estar logado na VPN [do inglês, Rede Privada Virtual], utilizar validação em dois fatores, entre outros”, informou o órgão, acrescentando, em nota, que tão logo o problema foi identificado, a PF foi acionada e senhas de segurança para acesso aos sistemas foram alteradas.

Consultada pela Agência Brasil, a PF não se manifestou até a publicação desta reportagem.

Segundo o site Metrópoles, os técnicos do INSS identificaram mais de um dispositivo irregular em máquinas de “locais de acesso restrito” do edifício-sede do instituto. Segundo o portal de notícias, os dispositivos instalados irregularmente possibilitam “potencial acesso a todo o trânsito de informações da rede que não esteja protegido por criptografia”, caso dos dados de pessoas que recém-solicitaram benefícios e cuja solicitação é acessível mediante apenas o nome de usuário e senha.




Fonte: Agência Brasil

PF tem áudio de conversa entre Bolsonaro e Ramagem no caso Abin


A Polícia Federal (PF) encontrou um áudio com uma conversa entre o ex-presidente Jair Bolsonaro, o ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) Augusto Heleno e o ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Alexandre Ramagem na investigação de espionagem ilegal no órgão de inteligência do governo federal. Segundo a PF, a conversa foi “possivelmente” gravada por Ramagem e ocorreu em agosto de 2020.

O áudio foi citado no relatório da investigação da Abin paralela, divulgado nesta quinta-feira (11) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após a retirada do sigilo do inquérito.

A gravação tem 1 hora e 8 minutos e está sob segredo de Justiça. Segundo a PF, a conversa está relacionada ao uso ilegal da Abin para obter informações sobre a investigação na qual o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi investigado por “rachadinha” no seu gabinete quando ele ocupou do cargo de deputado estadual. A advogada de Flávio, que não teve o nome citado, também teria participado da conversa. Em 2021, a apuração foi anulada pela Justiça.

Segundo a PF, agentes que participavam do esquema realizaram o monitoramento de três auditores da Receita Federal responsáveis pelo relatório fiscal que baseou a investigação.

“Neste áudio, é possível identificar a atuação de Alexandre Ramagem indicando, em suma, que seria necessário a instauração de procedimento administrativo contra os auditores da Receita com o objetivo de anular a investigação, bem como retirar os auditores de seus respectivos cargos”, aponta o relatório.

A investigação da Polícia Federal concluiu que os assuntos tratados na conversa gravada se concretizaram e provam a atuação da Abin paralela durante o governo do ex-presidente. Em 2020, um dos três auditores foi exonerado pelo governo.

“As ações tratadas no áudio, segundo fontes abertas, se concretizaram, razão pela qual é elemento de prova que corrobora a atuação da estrutura paralela no interesse do núcleo político”, afirmaram os investigadores.

Defesa

Pelas redes sociais, o senador Flávio Bolsonaro disse que não tinha relações com a Abin e que a divulgação do relatório de investigação foi feita para prejudicar a candidatura de Ramagem à Prefeitura do Rio de Janeiro.

“Simplesmente não existia nenhuma relação minha com Abin. Minha defesa atacava questões processuais, portanto, nenhuma utilidade que a Abin pudesse ter. A divulgação desse tipo de documento, às vésperas das eleições, apenas tem o objetivo de prejudicar a candidatura do delegado Ramagem à prefeitura do Rio de Janeiro”, afirmou.

A Agência Brasil busca contato com a defesa de Jair Bolsonaro e do deputado federal Alexandre Ramagem.




Fonte: Agência Brasil

Acidente de trânsito deixa policial militar gravemente ferido no Jardim Bongiovani, em Presidente Prudente



Veículos envolveram-se em colisão nesta quinta-feira (11), na Rua João Batista Colnago. Um policial militar em trabalho ficou gravemente ferido em decorrência de um acidente de trânsito na tarde desta quinta-feira (11), no Jardim Bongiovani, em Presidente Prudente (SP).
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De acordo com as informações repassadas pelo Corpo de Bombeiros, a colisão envolveu uma motocicleta da Polícia Militar do Estado de São Paulo, que fazia patrulhamento no local, e um carro, por volta das 16h, na Rua João Batista Colnago.
O policial foi socorrido e levado à Santa Casa de Misericórdia de Presidente Prudente para receber atendimento médico.
O hospital informou à TV Fronteira que a vítima deu entrada no Pronto-socorro da unidade e foi atendida pela equipe médica.
No momento, ainda segundo a Santa Casa, o estado de saúde do policial é considerado grave.

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Fonte: G1

Ipem-SP aprova radar aferido na Rodovia Homero Severo Lins, em Rancharia



Medidor recebe um laudo técnico com validade de um ano. O Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP) aprovou, nesta quinta-feira (11), a verificação metrológica do radar instalado no km 531 da Rodovia Homero Severo Lins (SP-284), em Rancharia (SP).
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De acordo com o Ipem-SP, a verificação metrológica de radar é realizada uma vez por ano ou toda vez que o equipamento passar por reparo. A fiscalização leva de 20 minutos até uma hora.
As verificações metrológicas são realizadas com a utilização de uma viatura oficial, dotada de medidor de velocidade de alta precisão previamente calibrado (padrão). Os ensaios são realizados em cinco velocidades diferentes.
Após a passagem da viatura pelo medidor, os resultados registrados pelo seu sistema fotográfico são confrontados com os resultados obtidos pelo padrão do Ipem-SP.
Os medidores aprovados recebem um laudo técnico com validade de um ano. Se forem reprovados, a empresa responsável pelo medidor é autuada e o equipamento é interditado.
O Ipem-SP ressalta que, para as multas emitidas em função dessas medições serem legítimas, o medidor de velocidade precisa ter sido verificado e aprovado, e estar dentro do prazo de validade.
Para saber se o medidor de velocidade está dentro da validade, acesse o Portal de Serviços do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) nos Estados (PSIE).

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Fonte: G1

Agentes de Abin paralela sabiam sobre minuta de golpe, indica PF


Ao menos dois dos investigados presos nesta quinta-feira (11) na Operação Última Milha tinham conhecimento sobre a existência de uma minuta de decreto para promover um golpe de Estado, que poderia ser assinada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. 

A Última Milha, tocada pela Polícia Federal (PF), apura uma suposta estrutura paralela de espionagem montada na Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que teria como objetivo monitorar ilegalmente adversários pessoais e políticos do clã Bolsonaro.

A “minuta do golpe” é alvo de um outro inquérito, que tem como alvo o ex-presidente Jair Bolsonaro e assessores próximos. As duas investigações tramitam sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Uma das bases da investigação sobre a Abin paralela são os diálogos mantidos entre o militar Giancarlo Gomes Rodrigues e seu superior, o policial federal Marcelo Araújo Bormevet. Os dois eram os responsáveis por operar diretamente o programa First Mile, adquirido pela Abin e capaz de monitorar o posicionamento geográfico de aparelhos celulares sem ser detectado pelo sistema de telefonia.

A PF aponta que as buscas feitas no First Mile coincidem com as conversas trocadas entre os dois, que foram obtidas pelos investigadores. Em dado momento, destaca a PF, Bormevet pergunta a Giancarlo: “O Nosso PR imbrochável já assinou a porra do decreto?”. O militar responde: “Assinou nada. Tá foda essa espera, se é que vai ter alguma coisa”.

Para os investigadores, “as referências relacionadas ao rompimento democrático declaradas pelos policiais é circunstância relevante que indica no mínimo potencial conhecimento do planejamento das ações que culminaram na construção da minuta do decreto de intervenção”.

A observação foi feita no requerimento no qual a PF pediu a prisão preventiva dos dois investigados, bem como o compartilhamento de informações entre o inquérito da Abin paralela e o da minuta do golpe. Ambos os pedidos foram deferidos por Moraes.

Para a PF, os crimes supostamente cometidos na Abin “se situam no nexo causal dos delitos que culminaram na tentativa de abolição violenta do estado democrático de direito”.

Esse foi um dos argumentos utilizados pela PF para pedir a prisão dos investigados. A autoridade policial alegou que a deflagração de uma nova fase da Última Milha poderia fazer com que os suspeitos buscassem destruir provas que ligassem as duas investigações.

Além de Bormevet e Giancarlo, outras duas pessoas foram presas nesta quinta-feira, enquanto uma quinta segue foragida. De modo preliminar, a PF apontou o cometimento de crimes como pertencimento a organização criminosa, invasão de dispositivo informático alheio, interceptação clandestina de comunicações e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito.A Agência Brasil tenta contato com os investigados citados na reportagem para que se posicionem sobre a operação.




Fonte: Agência Brasil

Postos do Poupatempo no Oeste Paulista passam a oferecer atendimento para surdos pela Central de Interpretação de Libras | Presidente Prudente e Região


O atendimento no Poupatempo pode ser realizado tanto presencial quanto virtualmente. Para ter acesso ao serviço presencial, é obrigatório agendamento prévio de data e hora, sem nenhum custo, pelo portal, pelo aplicativo Poupatempo SP.GOV.BR, pelos totens de autoatendimento ou ainda pelo WhatsApp, no número (11) 95220-2974.




Fonte: G1