Sem procurar veterinário, dono de chácara usa banha de porco para tratar ferimento de cão rottweiler e acaba autuado por maus-tratos | Presidente Prudente e Região


No entanto, além da multa, a ocorrência também será comunicada via ofício à Polícia Civil e o homem envolvido ainda terá de responder pelo crime de maus-tratos a cão previsto no parágrafo 1º-A, da lei federal nº 9.605/1998, que estipula pena de multa, proibição da guarda e reclusão, de dois a cinco anos.




Fonte: G1

Deputada Gleisi Hoffmann é a entrevistada do DR com Demori


A ex-líder estudantil, advogada, deputada federal e presidente do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann, é a entrevistada do DR com Demori, que a TV Brasil leva ao ar nesta terça-feira (5), às 22h. Com a estreia da nova grade da emissora pública na segunda-feira (4), o programa amplia seu espaço no canal e passa a contar com 1 hora de duração.   

No bate-papo inédito com o jornalista Leandro Demori, a parlamentar aborda os desafios do mandato e as perspectivas políticas. Gleisi conta também que chegou a cogitar seguir carreira religiosa, e relembra sua participação no movimento estudantil, o início na carreira política e sua chegada ao PT, em 1989.

Durante a conversa, a deputada lembra do cenário desafiador de quando assumiu a presidência do partido, em 2017, e comenta as origens do chamado “anti-petismo” e a ampliação do discurso e da atuação da extrema direita no país após o impeachment da ex-presidente Dilma Roussef.

“Desde que nascemos sempre teve uma oposição. O PT nasceu com uma bandeira diferente. A classe dominante, a elite brasileira, não queria que tivesse um partido assim, e ainda mais com um líder sindical”, explica.

Quando questionada sobre o vazamento de conversas por meio do aplicativo Telegram entre o então juiz Sergio Moro, o então promotor Deltan Dallagnol e outros integrantes da Operação Lava Jato, em 2019, Gleisi avalia o papel da imprensa na época: “falta uma autocrítica à mídia sobre esse período, porque ela comprou a versão da Lava Jato sem fazer os questionamentos que eram precisos e sem utilizar os questionamentos que nós tínhamos para verificar se aquilo tudo estava correto”.

Sobre o programa

O programa Dando a Real com Leandro Demori, ou simplesmente DR com Demori, traz personalidades para um papo mais íntimo e direto, na tela da TV Brasil. Já passaram pela mesa nomes como o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, a deputada federal Erika Hilton, o psicólogo Alexandre Coimbra e o fundador da banda Pink Floyd, Roger Waters.

A atração vai ao ar às terças-feiras, às 22h, na programação da emissora. DR com Demori tem janela alternativa aos domingos às 22h30.

Disponível no app TV Brasil Play, a produção ainda é veiculada pela Rádio Nacional e pela Rádio MEC na terça, às 23h.

Ao vivo e on demand

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Serviço
Dando a Real com Leandro Demori – terça-feira, dia 05/03, às 22h, na TV Brasil
Dando a Real com Leandro Demori – terça-feira, dia 05/03, às 23h, na Rádio Nacional e na Rádio MEC
Dando a Real com Leandro Demori – terça-feira, dia 05/03, para quarta-feira, dia 06/03, às 4h, na TV Brasil
Dando a Real com Leandro Demori – domingo, dia 10/03, às 22h30, na TV Brasil

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Fonte: Agência Brasil

Fiscalização apreende drones, baterias e carrinhos de controle remoto estrangeiros sem notas fiscais em Parapuã | Presidente Prudente e Região


A Polícia Militar Rodoviária apreendeu nesta terça-feira (5), em Parapuã (SP), uma carga de 27 drones do modelo F11 Pro, 35 baterias para drones e 21 carrinhos de controle remoto de origem estrangeira sem notas fiscais, em um total de 83 itens, que eram transportados em um carro.




Fonte: G1

Duas em cada três mulheres já sofreram assédio na cidade de São Paulo


Duas em cada três mulheres já sofreram algum tipo de assédio na capital paulista, número que representa cerca de 3,4 milhões de pessoas. O local em que elas percebem maior risco de serem assediadas é o transporte público. Os dados são da pesquisa Viver em São Paulo: Mulheres, realizada pela Rede Nossa São Paulo em parceria com o instituto Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica (Ipec).

Lançado nesta terça-feira (5), o levantamento apresenta a percepção dos moradores e moradoras de São Paulo sobre temas como divisão de tarefas domésticas, violência e assédio contra as mulheres.

Questionadas sobres tipos de assédio que já sofreram, 53% das entrevistadas apontaram gestos, olhares incômodos ou comentários invasivos; 44% já sofreram assédio no transporte público e 29% dentro do ambiente de trabalho. Entre as entrevistadas, 25% disseram que já foram agarradas, beijadas ou desrespeitadas em outra situação sem o seu consentimento; 15% sofreram assédio dentro do transporte particular; e 13% das mulheres dizem que já sofreram assédio no ambiente familiar.

A maior parte das mulheres acredita que corre mais risco de sofrer assédio no transporte público (37%), seguido da rua (24%), bares e casas noturnas (10%) e pontos de ônibus (8%).

Para 49% do total de entrevistados (homens e mulheres), o aumento da pena dos agressores é a medida prioritária para combater o assédio e a violência contra a mulher. A segunda medida mais mencionada é a ampliação dos serviços de proteção (37%). Em seguida, vem a criação de novas leis (35%) e agilizar o andamento da investigação (30%).

Tarefas domésticas

As mulheres são totalmente responsáveis ou assumem a maior parte das tarefas domésticas em 41% dos lares do município de São Paulo. Também em uma parcela de 41% das residências as tarefas são divididas igualmente entre homens e mulheres.

A pesquisa concluiu que a diferença de percepção sobre a divisão de tarefas domésticas entre homens e mulheres é latente. Para 32% das mulheres, esse tipo de serviço é dividido igualmente; entre os homens, o percentual sobe para 50%.

Além disso, 4% dos homens e 13% das mulheres dizem que a realização de tarefas domésticas é responsabilidade apenas das mulheres; na pesquisa do ano passado, esse percentual era de 12% e 19%, respectivamente.

As tarefas domésticas mais realizadas pelas mulheres são limpar a casa, preparar as refeições e lavar a louça. Entre os homens, as tarefas mais realizadas são a manutenção da casa, tirar o lixo e organizar a casa.

De acordo com a Rede Nossa São Paulo, o estudo mostrou que as mulheres se responsabilizam mais pelas tarefas do cotidiano, incluindo o cuidados com os filhos, e os homens se dedicam mais aos afazeres complementares, como consertos em geral e organização.

“A percepção captada pela série histórica confirma a sobrecarga do cotidiano feminino e não mostra sinais de mudanças significativas em relação ao estereótipo do papel de cada gênero no dia a dia do lar”, diz a entidade, em nota.




Fonte: Agência Brasil

Governador Tarcísio de Freitas tem agenda oficial em três cidades do Oeste Paulista nesta quarta-feira | Presidente Prudente e Região


Por fim, às 13h30, em Sagres (SP), serão entregues 50 habitações e o novo sistema de saneamento da cidade, além da regularização de 767 imóveis de municípios da região de Presidente Prudente (SP), em ato na Rua Vereador José Alexandre de Lima, s/nº, no Centro.




Fonte: G1

Pouco tempo depois de vítima registrar B.O. contra ex-companheiro por descumprir medidas protetivas, rapaz é preso em Santo Anastácio




Mesmo ciente da proibição, o investigado, de 29 anos, descumpriu as medidas aplicadas e foi até a casa da mulher, ameaçando-a e praticando novos crimes de violência doméstica. Pouco tempo depois de vítima registrar B.O. contra ex-companheiro por descumprir medidas protetivas, rapaz é preso em Santo Anastácio (SP)
Polícia Civil
Um rapaz, de 29 anos, foi preso preventivamente por descumprir medidas protetivas de urgência contra a ex-companheira, de 25 anos, em Santo Anastácio (SP), nesta segunda-feira (4).
Um Boletim de Ocorrência já havia sido registrado pela mulher quando foi vítima de violência doméstica pelo companheiro. Na ocasião, solicitou medidas protetivas, as quais foram concedidas pelo Poder Judiciário, proibindo o rapaz de se aproximar ou manter contato com ela.
Mesmo ciente da proibição, o investigado descumpriu as medidas aplicadas e foi até a casa da mulher, ameaçando-a e praticando novos crimes de violência doméstica.
Diante disso, a vítima foi novamente à delegacia e informou o que havia acontecido, registrando um novo Boletim de Ocorrência contra o suspeito.
Investigações
Um inquérito foi instaurado pela Polícia Civil, que investigou o caso e representou pela prisão preventiva do rapaz. Ele foi localizado e detido ainda na tarde desta segunda-feira, permanecendo à disposição da Justiça.
A Polícia Civil advertiu sobre a importância e a necessidade de as vítimas de descumprimento de medidas protetivas comunicarem, imediatamente, os fatos às autoridades, “a fim de que sejam adotadas as medidas necessárias”.
“O descumprimento de medidas protetivas de urgência caracteriza o crime do artigo 24-A da Lei Maria da Penha e enseja a prisão preventiva do autor, medida que visa a garantia da ordem pública e a melhor proteção das vítimas de violência doméstica, evitando-se, assim, episódios trágicos e crimes mais graves, como o feminicídio”, afirmou.

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Fonte: G1

Ex-comandante da PM na região de Presidente Prudente, coronel da reserva Élio Aparecido Costa morre aos 70 anos




Velório e sepultamento ocorrerão em Alfredo Marcondes (SP), cidade-natal do militar. O coronel da reserva Élio Aparecido Costa morreu nesta terça-feira (5), aos 70 anos
42º BPM/I
O coronel da reserva da Polícia Militar do Estado de São Paulo Élio Aparecido Costa morreu, nesta terça-feira (5), aos 70 anos de idade.
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Entre novembro de 2002 e outubro de 2005, Costa foi o comandante do 18º Batalhão da Polícia Militar do Interior (BPM/I), que tem sede em Presidente Prudente (SP) e atua em outras 20 cidades do Oeste Paulista.
Antes disso, entre junho de 2000 e novembro de 2002, ele havia comandado o 42º BPM/I, que tem sede em Presidente Venceslau (SP).
Costa entrou para a reserva em 2011 e, segundo a nota de falecimento divulgada pelo 18º BPM/I, “encontrava-se em tratamento médico”.
O velório de Élio Aparecido Costa ocorre, a partir das 18h no Ginásio Municipal de Esportes de Alfredo Marcondes (SP). Já o sepultamento está marcado para as 11h desta quarta-feira (6), no Cemitério Municipal, também em Alfredo Marcondes.
Nas eleições municipais de 2008, ele disputou pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) o cargo de prefeito de Alfredo Marcondes, cidade onde nasceu, mas com os 545 votos obtidos ficou em terceiro lugar, atrás de Domingos Pereira de Castro, então no PMDB, com 718, e do vencedor Celso Pirani Passos, então no PP, com 1.533 votos.

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Fonte: G1

Saúde municipal já pensa em seguir o Estado e também decretar emergência para a dengue em Presidente Prudente, diz secretário | Presidente Prudente e Região


“O que eu acho que temos que colocar, pontuar, infelizmente, deixamos para decretar emergência só quando aparecem os casos. E dengue é prevenção. No ano passado, nós tivemos em torno de 35 mil casos e, infelizmente, recursos extras do governo federal e estadual eu recebi. E eles, hoje, com o número semelhante, decretam emergência”, acrescentou Casari.




Fonte: G1

PM procurado por assassinato de advogado no Rio se entrega à polícia


O policial militar (PM) Leandro Machado da Silva, suspeito de envolvimento no assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo, morto com pelo menos 10 tiros no último dia 26, se entregou nesta terça-feira (5) à polícia. Ele compareceu à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), na Barra da Tijuca.

Horas antes de o PM se entregar, agentes da DHC prenderam Cezar Daniel Mondego de Souza. Segundo investigações, ele é a terceira pessoa suspeita de envolvimento no assassinato do advogado. O outro suspeito é Eduardo Sobreira Moraes, que está foragido da Justiça desde segunda-feira (4).

Leandro Machado da Silva é lotado no 15º Batalhão de Polícia Militar (BPM), em Duque de Caxias, na região metropolitana do Rio. Ele já tem histórico de prisão pela prática de homicídio e por integrar uma milícia em Duque de Caxias.

Cezar Daniel era funcionário nomeado da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) desde 2019. Ele deixou o cargo no começo deste mês e seria substituído por Eduardo. Mas a portaria sobre a mudança foi tornada sem efeito. Segundo a Alerj, Cezar segue exonerado e o cargo está vago. O motivo da exoneração não foi informado.

Investigação

De acordo com a Polícia Civil, Cezar e Eduardo foram responsáveis pela vigilância e monitoramento do advogado nos dias que antecederam o crime e na parte da manhã e no início da tarde do dia do assassinato.

A dupla usava um carro Gol branco, parecido com o dos executores, flagrado por câmeras de segurança. O carro foi entregue para Eduardo pelo PM Leandro Machado. Os investigadores afirmam que Leandro é o responsável por coordenar toda a logística do crime.

A Polícia Civil segue na apuração para identificar os demais envolvidos e a motivação do crime.

O crime

Rodrigo Marinho Crespo foi alvejado por tiros às 17h15 do dia 26 de fevereiro. Ele tinha acabado de sair do escritório de advocacia Marinho & Lima Advogados, do qual era um dos sócios. O prédio fica a poucos metros da da sede da Ordem dos Advogados do Brasil fluminense (OAB-RJ). Na mesma rua ficam o Ministério Público do Rio de Janeiro e a Defensoria Pública do Estado.

Rodrigo Marinho Crespo tinha ampla experiência em direito civil empresarial com ênfase em contratos e em direito processual civil.

PM envolvido

Por meio de nota, a Secretaria de Estado de Polícia Militar (PM) informou que o PM Leandro Machado já estava afastado do serviço nas ruas, pois responde a um outro inquérito por participação em organização criminosa, tendo sido preso preventivamente em abril de 2021.

A corporação acrescenta que a Corregedoria Geral já havia instaurado um procedimento administrativo disciplinar em relação ao policial, que pode terminar em expulsão.




Fonte: Agência Brasil

Ato no Rio pede condenação de PM acusado de matar jovem em favela


“Se eu fosse uma mãe branca, se o meu filho fosse um jovem branco, morador de uma classe alta, será que eu também estaria esperando 10 anos?”. Esta pergunta é da Ana Paula Oliveira, mãe de Johnatha de Oliveira Lima. Em maio de 2014, quando tinha 19 anos, o jovem foi morto por um tiro disparado pelo policial militar (PM) Alessandro Marcelino de Souza na favela de Manguinhos, no Rio de Janeiro, onde morava.

“Será que o policial que assassinou meu filho estaria solto, estaria respondendo processo em liberdade?”, insistiu a mãe nesta terça-feira (5), durante ato em frente ao Tribunal de Justiça, no centro da cidade. A família e movimentos de defesa dos direitos humanos marcaram a manifestação para o dia em que, enfim, começou o julgamento do PM.

O ato estava marcado para as 9h30, mas a mãe em busca de justiça não conseguiu chegar na hora. O motivo do atraso é velho conhecido: uma operação da PM na comunidade, fato rotineiro que prejudica a circulação dos moradores.

“A gente se preocupa com os nossos vizinhos, os nossos amigos que ficaram”, disse, apreensiva, Ana Paula.

Longa espera

Ana Paula afirma que a luta pela condenação do assassino do filho deu sentido a sua vida. A angústia deveria terminar no mês passado, mas o julgamento precisou ser adiado para março. Agora, ela diz que seu o principal desejo é justiça. “Eu desejo o mínimo: que a justiça seja feita e que, a partir daí, se possa garantir a vida de outros jovens como meu filho e se possa garantir que outras mães, outras mulheres pretas, como eu, não tenham que passar por essa dor”, disse à Agência Brasil.

Cercada por outras mães que tiveram filhos mortos pela violência do Estado, em meio a faixas e cartazes com o rosto das vítimas – a maioria preta – Ana Paula entende que não está sozinha. “São muitos familiares, muitas vítimas, não são casos isolados.”

Para Ana Paula, só o fato de precisar esperar dez anos por um julgamento constitui por si uma injustiça. “Com certeza, é”, afirma sem hesitar. “Eu quero que a Justiça se mostre justa para mim também enquanto mulher preta, mãe moradora de favela. Eu quero que a Justiça me prove que ela é igual para todos.”

A Anistia Internacional Brasil é uma das organizações da sociedade civil que têm apoiado grupos como o Mães de Manguinhos, fundado por Ana Paula ao lado de outra mãe, que também teve um filho assassinado.

A diretora executiva da Anistia Internacional, Jurema Werneck, informou que o Ministério Público e a Defensoria Pública prepararam como elemento de prova para o julgamento uma reconstituição feita por animação em três dimensões (3D) que mostra o movimento do policial, do tiro e de Johnatha sendo atingido. “Eles acreditam que isso vai ser mais uma prova para demonstrar com culpabilidade desse acusado”, disse.

“A gente espera que todos os dados e provas trazidos pelo Ministério Público sejam o suficiente para convencer o júri.” Jurema espera que “a decisão do júri seja de acordo para mandar uma mensagem para a polícia do Rio de Janeiro e para o governador do estado de que violência policial e homicídio cometido pela polícia em serviço não podem ser aceitos”.

Luta coletiva

A diretora executiva do Instituto Marielle Franco, Lígia Batista, lembrou que, mesmo antes de ser eleita para cargo político, a então ativista Marielle Franco acompanhou o caso de Johnatha. Lígia destaca que existe uma rede de solidariedade para dar um recado à luta da Ana Paula.

“Ana Paula não está sozinha. O movimento de mães e familiares de vítimas do Estado brasileiro é gigante, é potente e tem construído novas possibilidades de vida para essas famílias. A solidariedade é fundamental para que essa luta continue, solidariedade e a coletividade”, diz.

“Isso aqui não é vitória para ninguém. É um momento de dor. Um dia em que estamos aqui com o coração apertado. A perda é irreparável”, disse a outras parentes de vítimas a advogada Marinete da Silva, mãe de Marielle. A vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram mortos a tiros no dia 14 de março, dentro de um carro, na Rua Joaquim Palhares, no centro do Rio.

O crime

Na tarde de 14 de maio de 2014, Johnatha andava pela comunidade, quando cruzou com um tumulto entre policiais e moradores de Manguinhos. Ele foi atingido nas costas por um tiro disparado por um PM da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). Ele chegou a ser levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu. A família prestou queixa na delegacia e começou a pressionar pelo andamento das investigações.

Procurada pela Agência Brasil, a Secretaria de Estado de Polícia Militar informou que o policial Alessandro Marcelino de Souza está submetido a um procedimento apuratório interno instaurado pela corregedoria. A PM acrescentou que avaliará a permanência dele nos quadros da corporação. Atualmente, o Alessandro Marcelino de Souza está afastado do serviço externo.




Fonte: Agência Brasil