Balanças de feirantes e vendedores ambulantes são fiscalizadas, em Presidente Prudente | Presidente Prudente e Região


São examinadas ainda características gerais do instrumento, legibilidade dos indicadores de medidas, identificações, estado geral de conservação, marcas de verificação e lacres. As balanças aprovadas recebem a etiqueta de “verificado” até 2025.




Fonte: G1

Polícia do Rio faz operação para prender assassinos de advogado


A Polícia Civil do Rio de Janeiro faz buscas na manhã desta segunda-feira (4) para prender dois suspeitos de envolvimento no assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo, morto por ao menos 10 tiros no último dia 26, a poucos metros da sede da Ordem dos Advogados do Brasil fluminense (OAB-RJ). Um dos alvos é policial militar (PM) envolvido com milícia.

A ação é conduzida por agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). A Justiça autorizou o cumprimento de dois mandados de prisão temporária e cinco mandados de busca e apreensão. Os procurados são o PM Leandro Machado da Silva, lotado no 15º Batalhão de Polícia Militar (BPM), que fica em Duque de Caxias, na região metropolitana do Rio, e Eduardo Sobreira Moraes.

Segundo a investigação, Eduardo foi o responsável pela vigilância e monitoramento do advogado nos dias que antecederam o crime e no próprio dia da morte, na parte da manhã até o início da tarde. Ele usava um carro Gol branco, parecido ao dos executores, flagrado por câmeras de segurança.

O Gol usado por Eduardo foi entregue a ele pelo PM Leandro Machado. Os investigadores afirmam que o PM foi o responsável por coordenar toda a logística do crime. Ele já tinha, inclusive, sido investigado e preso pela prática de homicídio e por integrar uma milícia em Duque de Caxias.

A Polícia Civil segue na apuração para identificar demais envolvidos e a motivação do crime.

O crime

Rodrigo Marinho Crespo foi alvejado por tiros às 17h15 da última segunda-feira (26). Ele tinha acabado de sair do escritório de advocacia Marinho & Lima Advogados, do qual era um dos sócios. O prédio fica a poucos metros da sede da OAB fluminense. Na mesma rua ficam o Ministério Público do Rio de Janeiro e a Defensoria Pública do Estado.

Rodrigo Marinho Crespo tinha ampla experiência em direito civil empresarial com ênfase em contratos e em direito processual civil.

“A possibilidade de existir relação com a atividade profissional causa grande preocupação à OAB. Queremos, em primeiro lugar, garantir a segurança dos advogados e advogadas que estão atuando em seus processos judiciais”, afirmou o presidente da OAB-RJ, Luciano Bandeira, no dia seguinte ao crime.

Por meio de nota, a Secretaria de Estado de Polícia Militar (PM) informou que a Corregedoria Geral da Corporação apoia a operação da Polícia Civil e que o PM Leandro Machado já estava afastado do serviço nas ruas, pois responde a um outro inquérito por participação em organização criminosa, tendo sido preso preventivamente em abril de 2021.

A corporação acrescenta que a Corregedoria Geral já havia instaurado um procedimento administrativo disciplinar em relação ao policial, que pode terminar em expulsão.

“O comando da PM reitera seu impreterível compromisso com a transparência e condena qualquer cometimento de crime realizado por seus entes, punindo com rigor os envolvidos quando constatados os fatos”.




Fonte: Agência Brasil

Dois homens são presos por tráfico de droga com mais de 490 kg de cocaína, em Presidente Bernardes




Segundo a Polícia Federal, o entorpecente estava na carroceria de uma picape. Dois homens são presos com mais de 490 kg de cocaína, em Presidente Bernardes (SP)
Polícia Federal
Dois homens, de 39 e 47 anos, foram presos em flagrante, neste domingo (3), por tráfico de droga com 496 quilos de cocaína na área rural de Presidente Bernardes (SP).
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Segundo a Polícia Federal, uma equipe realizava diligências para verificar uma informação sobre um veículo que estaria efetuando o transporte de entorpecentes na região denominada Assentamento Rodeio.
Os policiais abordaram uma picape e localizaram diversos fardos na carroceria do veículo contendo cocaína.
Os dois ocupantes do automóvel foram presos em flagrante por tráfico de droga e encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal em Presidente Prudente (SP).
Ainda conforme a PF, os presos permaneceram à disposição da Justiça Estadual e as investigações para o completo esclarecimento das circunstâncias terão continuidade.
Dois homens são presos com mais de 490 kg de cocaína, em Presidente Bernardes (SP)
Polícia Federal
Dois homens são presos com mais de 490 kg de cocaína, em Presidente Bernardes (SP)
Polícia Federal

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Fonte: G1

Homem de 44 anos é preso por posse ilegal de arma de fogo com duas espingardas, em Pacaembu




A ocorrência foi registrada na Delegacia da Polícia Civil, em Adamantina (SP). Homem é preso por posse ilegal de arma de fogo, em Pacaembu (SP)
Polícia Militar
Um homem, de 44 anos, foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo, em Pacaembu (SP).
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Segundo informações divulgadas pela Polícia Militar neste domingo (3), uma equipe foi acionada para atender uma ocorrência de desinteligência, onde um dos envolvidos teria uma arma de fogo.
No local, os policiais questionaram o homem e ele informou o local onde o armamento estava. A PM apreendeu uma espingarda calibre 32 com um cartucho deflagrado e uma espingarda calibre 36.
O envolvido foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo e encaminhado para a Delegacia da Polícia Civil de Adamantina (SP).

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Fonte: G1

Comitiva do governo federal chega hoje ao Acre, atingido por enchentes


Uma comitiva do governo federal chega nesta segunda-feira (4) ao Acre, estado que foi fortemente atingido por enchentes. O anúncio foi feito pelo ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, no último sábado (2), por meio de uma postagem na rede social X.

“Conforme determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na próxima segunda-feira, irei ao Acre, numa força-tarefa para assistência à população atingida pelas enchentes. Além do MIDR [Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional], os Ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima, do Desenvolvimento Social, Família e Combate à Fome, da Saúde, do Desenvolvimento Agrário e da Defesa participam do grupo”, postou o ministro.

Segundo Waldez Góes, equipes da Defesa Civil atuam no Acre auxiliando prefeituras e o governo do estado a preparar planos de trabalho para a liberação de recursos federais para ações de assistência, restabelecimento e reconstrução.

Na última quarta-feira (28), o então presidente em exercício, Geraldo Alckmin, conversou por telefone com o governador do Acre, Gladson Cameli, e com o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, para tratar de “assistência emergencial humanitária”, conforme nota divulgada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

Situação de emergência

Na última segunda-feira (26), a pasta reconheceu a situação de emergência de 17 dos 22 municípios acrianos.

Com isso, as prefeituras de Assis Brasil, Brasileia, Capixaba, Cruzeiro Do Sul, Epitaciolândia, Feijó, Jordão, Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo, Plácido De Castro, Porto Acre, Porto Walter, Rio Branco, Santa Rosa do Purus, Sena Madureira, Tarauacá e Xapuri já podem solicitar recursos ao governo federal.

A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres. Além de socorro e assistência às vítimas, o decreto permite repassar recursos para restabelecer serviços essenciais e reconstruir infraestrutura ou moradias destruídas ou danificadas.

“Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia metas e valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU [Diário Oficial da União] com o valor a ser liberado”, informou o ministério.




Fonte: Agência Brasil

Ipem-SP inicia verificação anual de taxímetros em Presidente Prudente | Presidente Prudente e Região


Segundo o Ipem-SP, o objetivo da verificação periódica é certificar se o preço registrado pelo taxímetro corresponde, com base na distância e no tempo gasto, ao trajeto percorrido pelo veículo. A verificação abrange também a análise das condições gerais dos veículos, como a rolagem e rodagem dos pneus e do taxímetro (tarifa, lacres, entre outros).




Fonte: G1

‘Mulheres sobre tela’: Designer de moda ressignifica conceito de vestir ao desafiar padrões de produção dando espaço para clientes se expressarem




Há 15 anos, a artista, de Presidente Prudente (SP), teceu uma forma de autoexpressão que foge dos moldes tradicionais ao olhar com atenção para as singularidades de cada mulher.

Para você, o que é ser livre? A aplicação desse adjetivo, do latim libertas, não está necessariamente atrelado a feitos grandiosos. Ele se manifesta nas decisões mais sutis do cotidiano, como escolher qual roupa usar. Assim tem sido para as mulheres que vestem a marca de Milena Saito, designer de moda de Presidente Prudente (SP) que, há 15 anos, escolheu resistir aos padrões do mercado e encorajar outras mulheres a fazerem o mesmo por meio da arte de ressignificar o conceito de “vestir”.
“Dar espaço para que as mulheres se vistam como desejarem é uma forma de combater o machismo e os padrões sociais existentes. Viver a moda como uma via de autoexpressão é uma forma de combater diversas opressões, como também o etarismo e o racismo, sem precisar falar”, argumentou ao g1.
Por meio da arte do handmade, Milena Saito ressignificou o conceito de ‘vestir’
Acervo pessoal
Desde que se formou em design de moda pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), no Estado do Paraná, a artista, de 38 anos, optou por trabalhar de forma personalizada, focando seus atendimentos nas singularidades e nos desejos de cada pessoa.
“No início, essa escolha veio como uma resposta contra a produção em série e padronizada dentro da indústria da moda. Após alguns anos trabalhando dessa forma, fui percebendo o quanto tem potência essa forma artesanal e singular de produção”, lembrou ao g1.
Entre estampas, linhas e agulhas, a designer de moda teceu uma forma de autoexpressão que foge dos moldes tradicionais ao olhar com atenção para cada mulher. As criações nascem a partir do slow fashion – produções totalmente artesanais e, por consequência, mais demoradas; um estilo de trabalho contrário à corrente do fast fashion, que valoriza a produção em série e massificada, desconsiderando as particularidades e os gostos de cada pessoa.
Artista prudentina pratica o slow fashion há 15 anos
Acervo pessoal
‘Corpos reais’ 👗
No ateliê, localizado no Jardim das Rosas, Milena é responsável por todos os processos que envolvem a marca, denominada Amardura, desde a idealização das peças até o corte, a costura, a personalização e até mesmo a divulgação, sempre com o critério de levar conforto e uma estética mais despojada “que não se prenda às tendências do momento”.
“É uma forma de se libertar da ditadura que, muitas vezes, a moda representa. Entre tantos certos e errados, pode e não pode, no ateliê há espaço e liberdade para escolher conforme o desejo pessoal de cada mulher, de acordo com o olhar que ela tem de si mesma. Seguindo essa linha de raciocínio, o poder de escolha ao vestir-se pode ser uma das tantas formas de empoderamento feminino”, afirmou a designer.
Milena é responsável por todos os processos que envolvem a marca
Acervo pessoal
Para a artista, ao escolher uma peça de roupa que goste, a cliente se sentirá mais confortável e bonita, fazendo com que a peça seja usada por mais tempo e tenha vida útil “muito maior”, contribuindo, ainda, para a sustentabilidade do planeta.
Mas, para além da estética, colocar uma roupa que respeite as medidas de cada corpo e o estilo de quem a veste representa liberdade: de ser, pertencer e aparecer.
“Essa é uma forma de voltar o olhar para si, [re]conhecendo-se e afirmando os próprios gostos, além de proporcionar uma noção real das medidas do próprio corpo, tendo a compreensão de que as vestimentas devem se adequar aos corpos reais e não o contrário”, enfatizou Milena Saito.
‘Dar espaço para que as mulheres se vistam como desejarem é uma forma de combater o machismo’, reflete a designer de moda Milena Saito, que possui ateliê em Presidente Prudente (SP)
Acervo pessoal
‘Proteger e bendizer’ 🧿🌿
A artesã ainda compartilhou com o g1 a ideia de que toda peça carrega afeto, motivo pelo qual oferece a chance de personalizações únicas, por meio de carimbos contendo trechos de poesias e letras de músicas e até de folhas secas naturais.
Desta forma, cada produção imprime uma característica inédita, já que nenhuma peça fica igual a outra, estabelecendo conexões profundas e até mesmo com o sagrado.
“Ao usarmos carimbos de letras ou folhas naturais, como folha de comigo-ninguém-pode, lavanda ou alecrim, é uma forma de carregar a vestimenta de sentido para quem a veste. Desta forma, a vestimenta existe não apenas para esconder ou proteger a nudez, mas passa a existir também para proteger, bendizer e encantar”, concluiu ao g1.
Segundo Milena, roupa carrega afeto e existe também para proteger, bendizer e encantar
Acervo pessoal

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Fonte: G1

Grupo de amigos é preso por pular muro de escola e furtar mesa de ping pong de uma sala, em Dracena




Rapazes, com idades entre 19 e 20 anos, foram detidos na madrugada deste sábado (2). Grupo de amigos é preso por pular muro de escola e furtar mesa de ping pong de uma sala, em Dracena (SP)
Polícia Militar
Cinco rapazes, com idades entre 19 e 20 anos, foram presos em flagrante na madrugada deste sábado (2) por furtarem uma mesa de ping pong de uma escola, em Dracena (SP).
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A Polícia Militar foi acionada por pessoas que suspeitaram da atitude do grupo. Os militares abordaram os jovens, que informaram ter conhecimento sobre uma mesa de ping pong guardada em uma sala de depósito de materiais da instituição.
Eles alegaram que, por meio de um acordo, dois rapazes pularam o muro da escola e furtaram a mesa, arremessando-a para o lado de fora, sendo que o restante do grupo ficou na calçada para auxiliá-los.
Conforme a polícia, a mesa de ping pong estava encostada no muro.
Os dois jovens que entraram na escola também foram abordados e confessaram a prática. Cinco deles foram presos em flagrante e os demais ouvidos e liberados.
Um auto de exibição e apreensão do objeto também foi feito pela polícia.

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Fonte: G1

Belo Monte é usina que menos emite gases de efeito estufa na Amazônia


A hidrelétrica de Belo Monte é a usina que menos emite gás carbônico no bioma Amazônia, além de ser a quinta hidrelétrica mais eficiente do Brasil em termos de taxa de intensidade de gases poluentes. A conclusão é de estudo feito pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ).

Coordenado pelo professor do Programa de Planejamento Energético da Coppe, Marco Aurélio Santos, o estudo Desenvolvimento de Metodologia para o Cálculo das Emissões de Gases de Efeito Estufa no Reservatório da UHE Belo Monte avalia que nos próximos dez anos, a área alagada do empreendimento deverá apresentar, de forma progressiva, emissões mais reduzidas. Os resultados obtidos mostram que Belo Monte tem um indicador de intensidade de emissões de CO2 muito baixo e níveis similares de emissões em comparação a outras fontes de energias renováveis, como eólica e solar.

O problema das emissões das hidrelétricas vem sendo estudado pela equipe do professor desde a década de 1990. “Temos feito vários estudos para as empresas do setor e para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sobre a questão. Porque, até então, havia uma ideia errônea que as hidrelétricas não emitiam nenhum tipo de poluição aérea”. Mas, pela similaridade que acontece nos rios e lagos, os pesquisadores acabaram prospectando nos reservatórios os mesmos processos, ou seja, a decomposição da matéria orgânica em condições subaquáticas por microrganismos que fazem essa busca por alimento, por energia, e acabam eliminando, como um subproduto, os gases causadores do efeito estufa. No caso, ali foram encontrados CO2 (gás carbônico), metano e óxido nitroso.

Diagnóstico

Marco Aurélio Santos explicou à Agência Brasil que há um espectro grande de tipologias de projetos no qual já foi determinado um certo padrão de emissões distribuídas no espaço, isto é, no corpo dos reservatórios, e no tempo. “Nós temos um diagnóstico dessas questões, tanto dos locais que podem mais emitir esses gases, bem como quando eles são emitidos mais fortemente e quando circulam em uma situação de mais equilíbrio”. O tema tem sido discutido pelos pesquisadores da Coppe com grupos de vários países, como França, Estados Unidos, Canadá, e em fóruns internacionais.

Entre 2011 e 2013, a equipe do professor foi contratada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) para estudar oito reservatórios de hidrelétricas no Brasil, pensando que existem diferenças quanto ao bioma e à vegetação nesses reservatórios. “Nós fizemos vários estudos no território brasileiro em reservatórios que já existem e efetuamos a quantificação”. Santos informou que, além dos oito reservatórios, foram analisadas mais três áreas naturais onde seriam construídos reservatórios, para que se pudesse ter a dimensão das emissões naturais e, de certa maneira, descontar isso da emissão antrópica (produzida pelos homens). “A diferença entre a emissão que o reservatório faz atualmente menos a emissão natural do passado dá o que nós chamamos de emissão líquida, ou seja, a emissão realmente atribuível à instalação do reservatório”.

Trabalho de campo

Um dos reservatórios das futuras áreas foi o de Belo Monte, sobre o qual já havia esse estudo anterior. Como o governo mudou, o projeto não teve continuidade. Então, o Consórcio Norte Energia, grupo formado por diversas empresas envolvidas na construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, pediu que o professor e sua equipe continuassem aquele trabalho apenas para o reservatório de Belo Monte, agora já com a usina construída, para ter o cálculo das emissões antes e depois.

O trabalho de campo dos pesquisadores durou três anos e analisou amostras em seis campanhas de medição, em 45 pontos diferentes da Bacia do Xingu e do reservatório, no Pará, onde a usina está instalada. Os cientistas cruzaram os resultados das medições de gases de efeito estufa com o estudo do ciclo do carbono em reservatórios de hidrelétricas e concluíram um importante avanço para o setor elétrico brasileiro, já que, até o presente momento, muito se tem especulado sobre o assunto, sendo as hidrelétricas apontadas constantemente como responsáveis por emitirem grandes quantidades de gases poluentes na atmosfera.

Concluíram então que Belo Monte é a usina hidrelétrica que menos emite gases de efeito estufa no bioma Amazônia porque esses gases são produzidos no fundo do reservatório e também na coluna d’água e migram, isto é, são transportados para a atmosfera. Os pesquisadores fizeram a determinação desse fluxo na área do reservatório. Só que a área do reservatório de Belo Monte é relativamente pequena, em comparação com outros reservatórios na região.

Marco Aurélio Santos informou que o reservatório guarda água para gerar energia elétrica. Belo Monte tem uma potência instalada de 11 mil megawatts (MW) ou 11 gigawatts (GW) e precisa ter água para gerar toda essa potência. Mas, por questões ambientais, a usina não pôde ter um reservatório maior para guardar água para o período seco e poder gerar mais energia. Daí, seu reservatório ser menor do que deveria ter sido, conforme previa o projeto original. “Mesmo assim, a quantidade de energia que Belo Monte gera é muito grande”. Santos explicou que pegando-se o coeficiente que divide a quantidade de gases produzidos pela quantidade de energia, o índice de intensidade de emissões resulta em uma quantidade de emissões muito baixa em relação às tecnologias tradicionais, bem como às outras hidrelétricas que estão no bioma Amazônia.

Inventário

Na avaliação do professor da Coppe, o Brasil precisava ter um inventário nacional de gases de efeito estufa dos reservatórios hidrelétricos, como os Estados Unidos, através da agência ambiental americana, já estão fazendo. “Isso o governo brasileiro não faz. O que está sendo feito são iniciativas das empresas proprietárias das hidrelétricas. Para nós termos uma verdadeira ideia dessa variação no território brasileiro, deveriam ser feitos mais estudos”. Os Estados Unidos estudaram 108 hidrelétricas. “Hoje, os Estados Unidos têm uma radiografia dessa questão muito mais apurada do que nós. Essa é uma falha do governo do Brasil”, criticou o professor. “Já as empresas estão reagindo, promovendo estudos, para demonstrar que não é bem aquilo que os outros diziam”. Salientou que a equipe está disposta a fazer novas radiografias do setor hidrelétrico, “desde que sejamos convidados pelo governo brasileiro a fazer”.

Para fazer a análise das usinas que não tiveram um estudo das emissões antes da construção dos reservatórios, são buscados estudos e publicações científicas que tenham sido feitos naquela região sobre emissões nos solos do Cerrado, da Amazônia, por exemplo, sobre a respiração das plantas, do que emitem e absorvem de CO2, se há estudos em áreas naturais aquáticas, como rios e lagos. Aí, é feita uma projeção de como seria a emissão no passado, porque a emissão atual consegue-se medindo reservatórios já construídos. Faz-se então a comparação, que resulta na emissão líquida. As emissões dos oito reservatórios foram calculadas com base nessa metodologia.

O estudo “Desenvolvimento de Metodologia para o Cálculo das Emissões de Gases de Efeito Estufa no Reservatório da UHE Belo Monte” usou como base o Índice de Intensidade de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), métrica reconhecida internacionalmente e estabelecida pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), organização científica criada pelas Nações Unidas para avaliar os riscos das mudanças climáticas. O Brasil possui 147 hidrelétricas integradas ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e operadas em conjunto pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

De acordo com a Coppe, as hidrelétricas se destacam, entre as diversas fontes de energia disponíveis, como uma opção viável e eficiente para a geração de energia limpa e renovável e desempenham importante papel na complementariedade de fontes de energia e na estabilidade do sistema, pois têm geração firme, em grande escala, e compensam a intermitência de fontes como solar e eólica. Belo Monte é a maior hidrelétrica 100% brasileira e se encontra em operação plena desde novembro de 2019. (Alana Gandra)




Fonte: Agência Brasil

Casa de madeira é completamente destruída por incêndio durante a madrugada, na Vila Comercial




Segundo vizinhos, a casa era habitada por moradores de rua, que estiveram no local momentos antes de o fogo começar, neste domingo (3), em Presidente Prudente (SP). Casa de madeira é completamente destruída por incêndio durante a madrugada, na Vila Comercial, em Presidente Prudente (SP)
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Um incêndio destruiu completamente uma residência localizada na Vila Comercial, em Presidente Prudente (SP), na madrugada deste domingo (3).
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O Corpo de Bombeiros foi acionado para combater as chamas, no entanto, o fogo já havia consumido todo o imóvel.
Conforme a Polícia Militar, moradores das proximidades disseram que a casa era habitada por moradores de rua, que estiveram no local momentos antes de o incêndio começar, segundo imagens de câmeras de monitoramento.
Casa de madeira é completamente destruída por incêndio durante a madrugada, na Vila Comercial, em Presidente Prudente (SP)
Defesa Civil
A Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil também participou do atendimento à ocorrência e interditou a casa ainda pela madrugada.
Nenhum responsável pela residência compareceu ao local, de acordo com os militares.
A Polícia Científica foi acionada para apurar o que pode ter provocado o fogo.
Casa de madeira é completamente destruída por incêndio durante a madrugada, na Vila Comercial, em Presidente Prudente (SP)
Defesa Civil
Casa de madeira é completamente destruída por incêndio durante a madrugada, na Vila Comercial, em Presidente Prudente (SP)
Defesa Civil

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Fonte: G1