Após quatro dias, greve de rodoviários de São Luís chega ao fim


A greve de rodoviários em São Luís chegou ao fim nesta segunda-feira (16) após quatro dias de paralisação.

Uma audiência extrajudicial, mediada pelo Ministério Público do Maranhão (MP-MA), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor selou um acordo entre os trabalhadores e as empresas. Os rodoviários pediam o pagamento do reajuste nos salários, obtido após acordo com a Justiça do Trabalho, na última greve realizada em fevereiro deste ano.

Com isso, o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários se comprometeu a normalizar o serviço a partir da zero hora desta terça-feira (17). Além do sindicato dos rodoviários, participaram da audiência o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET), a Procuradoria do Município de São Luís e Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT).

Desde sexta-feira (13), as linhas urbanas de São Luís estão sem funcionar e apenas ônibus do sistema semiurbano circulam na capital a região metropolitana.

Acordo

De acordo com o MP, a negociação envolveu contrapartidas diretas entre as empresas de transporte, o sindicato dos rodoviários e a prefeitura para solucionar o impasse. Pelo acordo, as empresas assumiram pagar uma diferença salarial de 5,5% sobre os vencimentos referentes ao mês de fevereiro de 2026. O prazo limite para este pagamento é o meio-dia desta terça-feira.

Segundo os empresários, o subsídio pago pela prefeitura para cofinanciar o sistema de transporte coletivo não tem reajuste desde janeiro de 2024, mesmo com dois aumentos salariais e do custo dos serviços.

Eles argumentaram ainda que o acordo firmado na Justiça do Trabalho, que resultou no reajuste salarial dos rodoviários, ocorreu sem a participação da prefeitura.

A prefeitura informou que vem cumprindo regularmente todas as suas obrigações financeiras com o sistema de transporte público, “com os repasses do subsídio às empresas sendo realizados em dia, sem qualquer dedução ou atraso.”

“Também foi definido que o SET [empresas de transporte] vai solicitar formalmente à Prefeitura de São Luís o pagamento de glosas do subsídio tarifário relativas aos meses de outubro, novembro e dezembro de 2025. O Município analisará o pagamento administrativo desses valores com base em pareceres técnicos da SMTT”, informou o MP.

As glosas são valores que não foram pagos, pois a prefeitura entendeu que não são devidos, ou seja, a administração municipal descontou o valor que os concessionários do sistema de transporte teriam a receber por passageiro transportado.

Uma nova reunião já está agendada para o dia 20 de março, na sede da Promotoria de Justiça. O objetivo será avaliar a resposta do município quanto ao pagamento dos subsídios e discutir temas correlatos ao sistema de transporte.

Outro item que consta no acordo são os eventuais impasses sobre os dias parados e outras pendências laborais não detalhadas que serão resolvidos judicialmente.




Fonte: Agência Brasil

CNU divulga resultado final com classificações e lista de espera


O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e a Escola Nacional de Administração Pública (Enap) divulgaram nesta segunda-feira (16) o resultado final da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU).

O resultado final, com as classificações gerais do certame, e as convocações para as demais etapas do processo seletivo podem ser consultados no Diário Oficial da União (DOU).

As listas com as classificações finais dos candidatos para vagas imediatas e para a lista de espera foram consolidadas após a terceira rodada de confirmação de interesse pelos candidatos convocados.

Desde as 16h desta segunda-feira, no horário de Brasília, está disponível, também, a consulta individual ao resultado final, na Página de Acompanhamento, dentro do portal da Fundação Getulio Vargas (FGV), banca organizadora do concurso .

O resultado reúne as classificações para vagas em cargos de nível superior e intermediário, distribuídas em 32 órgãos e entidades federais.

Próximas etapas

Para alguns cargos, o resultado divulgado corresponde ao encerramento de uma fase do concurso.

Cada órgão e entidade federal participante iniciará os procedimentos administrativos para nomear os aprovados dentro do número de vagas imediatas, com respeito à ordem de classificação e os trâmites específicos de cada carreira.

Porém, pode haver etapas complementares, como cursos ou programas de formação, procedimentos de investigação social e funcional, além de defesa de memorial e prova oral, dependendo das atribuições e exigências legais de cada cargo ou especialidade.

Curso ou formação

A etapa dos cursos ou programa de formação corresponde à segunda fase do certame, com caráter eliminatório e classificatório e será conduzida pelo órgão responsável pelo cargo.

Já para cargos que exigem investigação social e funcional, o procedimento tem caráter eliminatório e busca verificar a idoneidade e a vida pregressa das pessoas candidatas para o exercício das funções públicas.

Confira o calendário com as próximas etapas, após o início das convocações para nomeação:

  • Após 16 de março: início das convocações para nomeação, e, quando couber, para o procedimento de investigação social e funcional, a realização da defesa de memorial; prova oral e o curso ou programa de formação
  • 17 a 24 de março: prazo para preenchimento da Ficha de Informações Pessoais, referente à fase de investigação social e funcional para o cargo de analista técnico de justiça e defesa
  • 6 a 10 de abril: prazo para envio da documentação referente à defesa de memorial e prova oral.

CNU 2025

A segunda edição do CNU oferece 3.652 vagas distribuídas em 32 órgãos federais.

Os cargos são agrupados em nove blocos temáticos.

Do total de vagas, 3.144 são de nível superior e 508 de nível intermediário.

Em relação ao preenchimento das 3.652 vagas, o MGI planeja chamar 2,4 mil aprovados imediatamente após a homologação do certame. As outras 1,1 mil vagas serão preenchidas no curto prazo.




Fonte: Agência Brasil

Rodoviários de São Luís fazem greve para cobrar pagamento de reajustes


A paralisação do transporte urbano em São Luís (MA) entrou no quarto dia nesta segunda-feira (16), sem previsão de acordo. Desde sexta-feira (13), as linhas urbanas da capital estão sem funcionar e apenas ônibus do sistema semiurbano circulam na Grande São Luís. 

Uma reunião foi marcada para a tarde de hoje pelo Ministério Público do Maranhão para tentar resolver o impasse em torno das negociações entre empresários e os rodoviários.

O encontro vai discutir a situação do transporte urbano, com a presença de representantes dos rodoviários, das empresas e da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT).

A greve foi deflagrada pelos rodoviários do sistema urbano de São Luís, que pedem o pagamento do reajuste nos salários, obtido após acordo feito junto a Justiça do Trabalho, no último movimento paredista realizado em fevereiro deste ano.

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Segundo o Sindicato dos Rodoviários do Maranhão (Sttrema), houve avanço nas tratativas envolvendo o sistema semiurbano,  o que possibilitou a continuação da operação. Já em relação ao sistema urbano, até o momento não houve nenhum indicativo de pagamento do reajuste salarial dos trabalhadores.

“O Sindicato dos Rodoviários do Maranhão segue acompanhando atentamente a situação, aberto ao diálogo e cobrando soluções do SET [Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros], que assegurem todos os direitos da categoria”, diz nota divulgada pelo sindicato.

Sem o transporte coletivo, a população teve que recorrer a alternativas como vans, moto táxi, carrinhos-lotação ou carros por aplicativo para tentar se locomover.

Descumprimento de decisão

Em nota, a SMTT disse que o movimento decorre do não cumprimento, por parte das empresas de ônibus, da decisão da Justiça do Trabalho.

“Mesmo após a decisão judicial, as empresas não garantiram aos trabalhadores as vantagens determinadas pela Justiça do Trabalho, o que levou à greve no sistema urbano de transporte público”, diz a Secretaria, em nota.

A pasta disse ainda que vem cumprindo regularmente todas as suas obrigações financeiras com o sistema de transporte público, “com os repasses do subsídio às empresas sendo realizados em dia, sem qualquer dedução ou atraso.”

Ainda de acordo com a SMTT, a Prefeitura adotou medidas emergenciais, como a liberação de vouchers para utilização em aplicativos de transporte.

Subsídios

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros rebateu as afirmações da SMTT e disse que o subsídio pago pela prefeitura não sofreu reajuste desde janeiro de 2024, mesmo com dois reajustes salariais e o aumento no custo dos serviços e que o acordo firmado na Justiça do Trabalho ocorreu sem a participação da prefeitura.

“As diversas greves que ocorrem desde 2021, são resultados do descumprimento do contrato por parte do município de São Luís, fato confessado em vídeo pelo próprio prefeito [Eduardo Braide], que, ao congelar o subsídio desde janeiro de 2024, colocou o sistema em colapso”, afirmou o SET.

O sindicato também disse que está cooperando com os órgão de Justiça e Controle na apuração dos motivos e responsáveis pela crise no setor.

O SET afirma que tem buscado o diálogo, tendo protocolado diversos pedidos de reunião junto à SMTT desde o início de 2025 e mantém a disposição na busca no diálogo técnico sobre o transporte da cidade.




Fonte: Agência Brasil

Anac autoriza cargueira mexicana a operar regularmente no Brasil


A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou a empresa mexicana TM Aerolíneas a operar serviços regulares de transporte aéreo internacional de carga com origem ou destino no Brasil.

Sediada na Cidade do México, a TM Aerolíneas opera comercialmente sob o nome Awesome Cargo e há meses vinha fazendo a rota China-Campinas (SP), com voos fretados.

Segundo a Anac, a autorização publicada no Diário Oficial da União da última sexta-feira (13) foi concedida após a companhia ter cumprido todas as exigências e requisitos legais.

Ainda de acordo com a Anac, a entrada da TM Aerolíneas no mercado brasileiro deve fortalecer a movimentação internacional de cargas, “contribuindo para o aumento da eficiência logística e para a ampliação das rotas disponíveis para o transporte de mercadorias”.





Fonte: Agência Brasil

PM morta com tiro na cabeça não tinha tendência suicida, diz ex-marido


O ex‑companheiro da policial Gisele Alves Santana, com quem ela teve uma filha, prestou depoimento à Polícia Civil na última sexta-feira (13). Segundo o advogado da família da vítima, José Miguel da Silva Junior, o ele descreveu a Gisele como alguém que não manifestava tendências suicidas.

“É relevante [ele ter relatado] que ela não tinha tendências suicidas, que ela era uma moça que estava querendo se separar, que ela jamais agrediu o ex-marido e que ela queria alugar uma casa e não conseguiu, depois ela queria voltar para a residência dos pais”, disse o advogado.

Gisele foi encontrada com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro, no apartamento em que morava com o então marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Neto. O Leite Neto estava no local e reportou o caso às autoridades como suicídio.

“[O ex-companheiro] confirmou também que a criança [filha de Gisele], ela simplesmente tinha pavor de ficar lá com o senhor [Geraldo Leite] Neto, isso é relevante”, relatou Silva Junior.

O advogado destacou que a policial militar mantinha boa relação com o ex-marido.

Os laudos necroscópicos do Instituto Médico Legal (IML) apontaram lesões contundentes na face e na região cervical de Gisele. Tais lesões são resultado de pressão digital e escoriação compatível com estigma ungueal, ou seja, causado por unha.

O último laudo tem data de 7 de março, um dia depois da exumação do corpo da vítima. No entanto, no laudo necroscópico do dia 19 de fevereiro, dia seguinte à morte de Gisele, já havia menção a lesões na face e no pescoço na lateral direita.




Fonte: Agência Brasil

Divisão armada da Guarda Municipal do Rio começa a atuar neste domingo


A divisão de elite da Guarda Municipal do Rio de Janeiro começou a atuar neste domingo (15). Criada para fazer o policiamento ostensivo contra roubos e furtos em áreas de grande circulação, a chamada Força Municipal é uma unidade que conseguiu o direito de portar arma de fogo.

Neste primeiro dia, os agentes foram designados para patrulhar o entorno do Terminal Gentileza, ponto de transbordo de ônibus, a rodoviária Novo Rio e a Estação Leopoldina, todos na região central da cidade, assim como o Jardim de Alah, entre os bairros de Ipanema e Leblon, na zona sul, uma região ampla, perto da praia.

Os agentes podem ser identificados pelas boinas amarelas, cor que também está nos uniformes da nova divisão e contrasta com o cáqui, da atual Guarda Municipal.

“Os agentes passaram por um criterioso processo de seleção e agora, nas ruas, eles têm, diariamente, uma tarefa a cumprir e nós acompanhamos”, disse o prefeito Eduardo Paes, ao acompanhar a saída dos guardas, do Centro de Operações e Resiliência (COR-Rio).

O local é uma espécie de centro de comando da prefeitura.

Os agentes da nova força utilizam pistolas Glock – com capacidade de 15 tiros – e equipamentos de menor potencial ofensivo, como spray de pimenta, gás lacrimogêneo e tasers (aparelho que dá choque e é usado para imobilizações).

Para garantir que o uso dos equipamentos seja proporcional é obrigatório o uso de câmeras corporais e GPS, equipamentos que permitem monitoramento em tempo real dos agentes.

Os guardas fazem o patrulhamento a pé, em duplas ou trios, e com apoio de motos e viaturas. As ordens são de fazer abordagens preventivas, ao identificarem comportamentos suspeitos para circunstâncias de roubos e furtos.

De acordo com o secretário de Segurança Urbana, Brenno Carnevale, o monitoramento, seleção e treinamento “fazem com que os agentes tenham capacidade de atuar de forma técnica e estritamente dentro da lei”. Assim, avalia, os novos guardas vão ganhar confiança da população.

Os primeiros pontos de policiamento da Força Municipal, segundo a prefeitura, foram escolhidos com base na incidência de crimes patrimoniais e nos horários com maior concentração de ocorrências, definidos após análise de dados estatísticos e de circulação na cidade.

Armamento gerou discussão

A Força Municipal sai às ruas mesmo sob questionamentos da Câmara Municipal do Rio e desconfiança da população, que enfrenta alta letalidade praticada pela Polícia Militar, controlada pelo governo do estado, assim como a Polícia Civil.

O vereador Rogério Amorim (PL), quando discutiu a medida na Câmara, disse que a nova unidade “acabava com a Guarda Municipal” por contratar agentes temporários para um cargo público. Ele se preocupava também que, em um curto espaço de tempo (seis anos), os agentes pudessem passar para o crime.

A vereadora Thais Ferreira (PSOL) também disse, à época, que as justificativas da prefeitura foram insuficientes. Já Tainá de Paula (PT), hoje secretária municipal de Ambiente e Clima, afirmou que a Força não poderia se tornar “aparelho de higienização”. “A defesa dos camelôs e da população de rua é uma pauta histórica”, alertou, preocupada com a repressão.

Duas ações contra a Força Municipal foram apresentadas ao Supremo Tribunal Federal (STF), questionando a legalidade da contratação temporária sem concurso público, e ainda com autorização para porte de arma de fogo.

A prefeitura, no entanto, explicou que a decisão foi a de criar um modelo de policiamento complementar ao da Polícia Civil e Militar e que formou 600 agentes depois de meses de treinamento da Polícia Rodoviária Federal.

Com a ação, a prefeitura busca mais segurança.  “A partir de agora vamos entrando, gradativamente, nas áreas da cidade onde os números de roubos e furtos são maiores, permitindo mais segurança”, completou o prefeito, ao comentar a saída da Força, neste domingo.

No planejamento municipal há previsão de estender a atuação da Força Municipal para outros 20 pontos da cidade, em etapas. Entre os locais, estão trechos de Copacabana e Botafogo, na zona sul, Centro, Barra da Tijuca, na zona oeste, além de áreas próximas a estações de trem e metrô.

A prefeitura também pretende cobrir o entorno do Maracanã e da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), estações de metrô entre São Francisco Xavier e Afonso Pena, na zona norte, assim como áreas comerciais no Méier, Del Castilho e Madureira, na mesma região.

Na zona oeste, o projeto prevê patrulhamento perto das estações ferroviárias em Bangu, Campo Grande e Santa Cruz, além de trechos de vias expressas, na Barra da Tijuca.




Fonte: Agência Brasil

TV Brasil estreia animação infantil Portão Mágico nesta segunda-feira


A animação infantil Portão Mágico vai estrear na TV Brasil nesta segunda-feira (16), às 8h30, na faixa TV Brasil Animada. O desenho é fruto do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Audiovisual Brasileiro (Prodav TVs Públicas), e é dirigido por Leonardo Silva.

Ao longo de 15 episódios, exibidos de segunda a sábado na faixa infantil da TV Brasil, a obra apresenta uma turma de amigos de diferentes regiões do país que, ao descobrirem o Portão Mágico, são transportados para um mundo de fantasias, onde todas as questões podem ser resolvidas.

A animação Portão Mágico é um dos conteúdos audiovisuais selecionados pela linha de fomento do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), por meio do Prodav TVs Públicas, que reforça a diversidade regional do Brasil.

TV Brasil é a emissora nacional com a maior programação na TV aberta voltada à garotada. Com mais de cinco horas diárias de conteúdo na grade, a TV Brasil Animada é transmitida gratuitamente para todo o país por intermédio das emissoras afiliadas à Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP).

Referência na exibição de conteúdos de qualidade para essa faixa etária, o canal público é uma das principais janelas para animações nacionais e produções infantis e infantojuvenis.

Prova disso é que, recentemente, com a divulgação dos resultados da chamada pública Seleção TV Brasil, as linhas dedicadas à infância e à pré-adolescência receberam o maior investimento do certame, um total de R$32 milhões, via Fundo Setorial do Audiovisual (FSA/Ancine).

Sobre o Prodav

O Prodav é uma parceria entre a Agência Nacional do Cinema (Ancine), o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) para incentivar a produção regional e independente.

A proposta é ofertar esse conteúdo para as emissoras públicas de televisão. A EBC distribui o material ao disponibilizar as obras para todos os canais de televisão do campo público que aderirem ao projeto. Atualmente, a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) conta com 165 emissoras de TV parceiras em 2537 municípios brasileiros.

Ao vivo e on demand

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.

Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv.

Serviço

Portão Mágico ─ segunda a sábado, a partir das 08h30, na TV Brasil

TV Brasil na internet e nas redes sociais

Site – https://tvbrasil.ebc.com.br
Instagram – https://www.instagram.com/tvbrasil
YouTube – https://www.youtube.com/tvbrasil
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TV Brasil Play – http://tvbrasilplay.com.br






Fonte: Agência Brasil

Mostra marca abertura do espaço expositivo Casa-ateliê Tomie Ohtake


A exposição Ruy Ohtake – Percursos do habitar, inaugurada neste mês de março, marca a abertura da Casa-ateliê Tomie Ohtake como espaço de programação cultural do Instituto Tomie Ohtake, com atividades abertas ao público relacionadas à arquitetura, ao design e às artes em geral.

O local é a antiga residência da artista, no bairro do Campo Belo, em São Paulo.

A mostra, que fica em cartaz até 31 de maio na Casa-ateliê, reúne seis projetos residenciais do arquiteto Ruy Ohtake, realizados entre as décadas de 1960 e 2010. Ele explora a casa como espaço central de sociabilidade, memória e construção da vida cotidiana.

Com curadoria de Catalina Bergues e Sabrina Fontenele, o público conhecerá cinco residências unifamiliares projetadas por Ohtake: a Casa-ateliê Tomie Ohtake (1966), a Residência Chiyo Hama (1967), a Residência Nadir Zacarias (1970), a Residência Domingos Brás (1989) e a Residência Zuleika Halpern (2004).

Além delas, há o projeto Condomínio Residencial Heliópolis (2008/2009), a produção habitacional de maior escala do arquiteto, conhecido como “Redondinhos”.

O arquiteto desenvolveu o conceito de casa-praça, compreendendo a moradia como um lugar de convivência ampliada.

“As residências se configuram como lugares voltados ao encontro: as áreas comuns são ampliadas e valorizadas, enquanto os ambientes íntimos são reduzidos à sua dimensão essencial”, afirmou Catalina Bergues.

“A luz desempenha o papel de regente da organização espacial: ora pontual, ora difusa, ela se articula a jardins internos e recuos, orientando o percurso doméstico e tensionando os limites entre interior e exterior”, acrescentou.


São Paulo (SP), 14/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Espaço expositivo Casa-ateliê Tomie Ohtake. Foto: Cristiano Mascaro/Divulgação
São Paulo (SP), 14/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Espaço expositivo Casa-ateliê Tomie Ohtake. Foto: Cristiano Mascaro/Divulgação

São Paulo (SP), 14/03/2026 – Espaço expositivo Casa-ateliê Tomie Ohtake. Foto: Arquivo/Cristiano Mascaro/Divulgação 

Segundo as curadoras, os projetos habitacionais na mostra evidenciam como, em diferentes contextos urbanos, escalas e momentos históricos, o arquiteto construía uma reflexão crítica sobre o modo de viver contemporâneo.

O público terá acesso a maquetes de todas as casas e do conjunto habitacional, fotografias históricas das construções e registros recentes, além de desenhos técnicos e croquis. Dessa forma, é possível acompanhar os processos de concepção e as transformações desses espaços ao longo do tempo.

Há ainda um conjunto de vídeos com depoimentos dos moradores, reunindo relatos sobre o cotidiano, os usos dos espaços e as formas de convivência possibilitadas por essas arquiteturas.

As curadoras ressaltam a atuação de Ruy na defesa de espaços públicos de qualidade como instrumento de inclusão social, que, segundo elas, se expressou em Heliópolis, onde trabalhou em parceria com lideranças comunitárias na implementação de equipamentos públicos, como o CEU Heliópolis e os “Redondinhos”.

“Os depoimentos em vídeo dessas lideranças da comunidade ampliam essa perspectiva, situando o habitar como experiência coletiva e urbana”, enfatizaram.




Fonte: Agência Brasil

Judocas brasileiras superam preconceito e inspiram jovens atletas


“Quando eu comecei a fazer esses eventos, eu via que eu não podia parar, porque através da minha história, da minha conquista ali, da minha medalha, eu estava inspirando outras gerações”.

A fala é da judoca brasileira Rafaela Silva (à direita, no destaque) que, juntamente com Jéssica Pereira, ambas da seleção brasileira de judô, participaram de evento sobre equidade de gênero e desenvolvimento social, por ocasião do Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março.

Na moderação, que ocorreu na última quinta-feira (12), no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), as atletas debateram sobre carreira, dificuldades de se manter em um esporte de alto rendimento, e preconceitos sociais e de gênero que enfrentaram durante a trajetória.

Atualmente com 28 medalhas olímpicas, o judô é o esporte que mais rendeu pódios ao Brasil na competição. Das cinco medalhas de ouro, três são de atletas femininas: Sarah Menezes (2012), Rafaela Silva (2016) e Beatriz Souza (2024). 

A conversa foi mediada pela gerente de comunicação da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), Camila Dantas (à esquerda, na foto em destaque).

Presença Feminina

Aos 33 anos, Rafaela conta que conheceu o judô aos 5, através de um projeto social perto da sua casa, então na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro. Depois de não se sentir acolhida nas aulas de futebol, onde era a única menina do grupo, ela observou que no judô as crianças se divertiam juntas independentemente do gênero.

Jéssica Pereira, de 31 anos, é tricampeã pan-americana e hepta campeã brasileira. Ela conta que iniciou sua vida no esporte aos 7 anos como uma forma de fugir da violência, na Ilha do Governador, perto do Morro do Dendê. Ela explica que foi a mãe que a matriculou, juntamente com outros cinco irmãos no judô, para ocupar as crianças durante o dia.

“Quando eu recebo uma mensagem no Instagram dizendo que eu sou uma inspiração ou uma criança dizendo assim: ‘Ah, eu entrei no judô porque eu te vi lutar’. Esses momentos são muito gratificantes, e a gente sabe que serve como inspiração pra nova juventude que tá vindo aí.”

Rafaela Silva conta que quando começou na seleção brasileira, em 2008, os treinos no Japão eram reservados apenas para os homens, já que a confederação não acreditava que elas tinham nível para treinar no país onde o esporte surgiu. Segundo a atleta, este cenário que mudou com o tempo.

“O judô feminino é igual o masculino. A gente luta o mesmo tempo de luta, a gente recebe a mesma premiação, a gente tem as mesmas oportunidades e as pessoas ainda têm essa visão, né?”, acrescentou.

Desafios e conquistas

Rafaela lembra que, durante sua trajetória, lidou com olhares tortos e desconfiança por ser uma atleta mulher. O preconceito partia tanto de familiares quanto nas competições internacionais.

“Várias tias nossas falavam: ‘Não, mas isso daí é negócio de homem, ficar se agarrando, ficar se batendo lá’. Até que elas começaram a entender um pouco da nossa história dentro da modalidade e mudaram essa visão.”

Mesmo diante de desafios, as conquistas da categoria feminina do judô são muitas. A ex-judoca Mayra Aguiar, por exemplo, é a maior medalhista brasileira do esporte. Foram três medalhas olímpicas de bronze em duas competições: Londres 2012 e Tóquio 2020.

Ela também foi a primeira mulher brasileira a conquistar três medalhas olímpicas em esportes individuais, e hoje divide a conquista com a ginasta Rebeca Andrade.

Federação internacional

A Federação Internacional de Judô tem trabalhado para o desenvolvimento da categoria feminina. No campeonato mundial de 2017, foi inaugurada a competição por equipes mistas, que mescla homens das categorias 73 kg, 90 kg e +90 kg com mulheres do 57 kg, 70 kg, +70 kg.

Antes disso, a competição por equipes era separada por gênero, e a mudança forçou países de tradição na modalidade, como Geórgia, Azerbaijão e Uzbequistão a investirem na formação e profissionalização de atletas mulheres. 

De olho nas Olimpíadas de 2028 em Los Angeles, Rafaela Silva já notou a presença de mais atletas femininas nas competições, e conta que aos 33 anos não tem planos de parar de se aposentar.

*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia. 




Fonte: Agência Brasil

Mega-Sena acumula novamente e prêmio principal vai para R$ 105 milhões


Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.984 da Mega-Sena, realizado neste sábado (14). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 105 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados foram: 06 – 11 – 15 – 28 – 42 – 60

  • 93 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 33.007,73 cada
  • 5.668 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 892,72 cada

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Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de terça-feira (17), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. 

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.





Fonte: Agência Brasil