Mega-Sena acumula para R$ 76 milhões; confira os números sorteados


Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.055 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (8). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 76 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados são: 01 – 11 – 36 – 43 – 48 – 49

  • 54 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 34.793,09 cada
  • 2.787 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.111,21 cada

Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (10), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.





Fonte: Agência Brasil

Investigação expõe trituração de pintinhos na indústria de ovos


Uma investigação da organização Mercy For Animals (MFA) documentou a trituração de pintinhos machos recém-nascidos em um incubatório de grande porte da indústria de ovos na Região Sul do país. Segundo a organização, aproximadamente 35 mil animais foram mortos em um dia na unidade investigada. O nome da empresa foi mantido em sigilo.

Os pintinhos tinham menos de 24 horas de vida e eram colocados em máquinas com lâminas rotativas de alta velocidade. A prática ocorre porque os machos não põem ovos e, segundo a investigação, não apresentam características genéticas consideradas adequadas para a produção de carne. Na cadeia produtiva, eles são separados das fêmeas logo após o nascimento e destinados ao descarte.

A vice-presidente de Investigações da MFA, Luiza Schneider, esclareceu que o objetivo não era investigar uma denúncia específica, mas documentar uma prática representativa de quase toda a indústria. Segundo ela, a questão central é o bem-estar dos animais.

“Os pintinhos recém-nascidos têm plena capacidade de senciência, o que significa capacidade de sentir medo ou dor física. Eles têm o sistema nervoso completamente formado”, disse Luiza.

O material da investigação aponta ainda que os maceradores mecânicos nem sempre provocam a morte imediatamente, o que, segundo a organização, pode prolongar o sofrimento.

A investigação também registrou o descarte de fêmeas. Segundo a MFA, elas eram eliminadas em menor número quando apresentavam anomalias, deformidades, sangramentos ou nascimento prematuro, ou quando excediam a demanda dos criadores.

Alternativas

Uma das alternativas apresentadas pela organização é a chamada sexagem in ovo, tecnologia que identifica o sexo do embrião durante a incubação. Os ovos com embriões machos podem ser retirados antes da eclosão, evitando que os pintinhos nasçam e sejam posteriormente descartados.

A tecnologia já é utilizada em outros países.

Segundo a organização Innovate Animal Ag, na União Europeia cerca de 130 milhões de um total aproximado de 340 milhões de poedeiras eram provenientes do método em junho deste ano.

A Alemanha, França, Áustria e Itália adotaram legislações que proíbem a trituração, enquanto a Noruega e a Suíça avançam para eliminação da prática por decisão de mercado.

No Brasil, a primeira máquina de sexagem in ovo foi instalada em julho de 2025 no incubatório da Hy-Line do Brasil, em Nova Granada, no interior de São Paulo.

A iniciativa teve como cliente-âncora a Raiar Orgânicos, que possui cerca de 400 mil aves e se comprometeu a converter todo o plantel. Os primeiros ovos produzidos com a tecnologia chegaram ao mercado em dezembro daquele ano.

Custos

A adoção da tecnologia, entretanto, ainda é pequena. De acordo com o panorama elaborado pela Innovate Animal Ag, a máquina instalada no Brasil opera abaixo da capacidade. O documento aponta que o principal obstáculo ainda é financeiro. A estimativa é de que o método convencional custe cerca de R$ 7 por ave no Brasil, enquanto o adicional da tecnologia fique entre R$ 5 e R$ 10 por ave. O que corresponde a um acréscimo de aproximadamente 80% a 150% sobre o preço da ave.

O custo, porém, pode ser diluído ao longo da produção. Segundo o estudo, uma poedeira produz cerca de 350 ovos durante o ciclo, fazendo com que o valor adicional por ave corresponda a poucos centavos de real por dúzia para o consumidor.

Vanessa Garbini, vice-presidente de Relações Institucionais e Governamentais da MFA, avalia que o fato de outros países estarem adotando novas formas de produção é uma prova de que os custos finais não inviabilizam os ganhos da indústria.

“O fato de Suíça e Noruega, por exemplo, implantaram a sexagem in ovo sem nem ter legislação, simplesmente por verem os benefícios que isso traz para os consumidores, mostra que o custo da mudança não é tão grande. Se fosse inviável, não estaria acontecendo na Europa”, argumenta Vanessa.

Há sinais de interesse do setor industrial. As organizações de defesa dos animais citam compromissos públicos de empresas como Planalto Ovos, Grupo Mantiqueira e Korin de suspender a trituração, condicionados à existência de uma tecnologia considerada economicamente acessível e operacionalmente viável.

Em agosto, um encontro nacional sobre sexagem in ovo reuniu representantes de empresas de tecnologia, produtores de ovos, instituições financeiras e órgãos públicos, entre eles o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Congresso Nacional

No Brasil, ainda não existe uma norma federal específica que proíba ou restrinja o descarte de pintinhos machos. O tema, entretanto, já chegou ao Congresso Nacional, por meio dos projetos de Lei 783/2024 e o 3034/2026.

O PL 783/2024, de autoria da deputada Luciene Cavalcante (PSOL-SP), já passou pela Comissão de Meio Ambiente e pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados.

Segundo a organização, o PL recebeu parecer contrário na Comissão de Agricultura por questões econômicas e deverá seguir para o plenário.

O PL 3034/2026, apresentado pela deputada Helói­s­a Helena (Rede-RJ) em junho, ainda está no início da tramitação.

A Constituição Federal proíbe práticas que submetam animais à crueldade, sem estabelecer distinção entre espécies. A legislação ambiental também trata de maus-tratos.

Para a MFA, esses dispositivos podem ser utilizados na discussão sobre a prática, embora a avaliação jurídica sobre cada caso caiba às autoridades competentes.

A MFA informou ainda que pretende encaminhar uma denúncia ao Ministério Público para que os órgãos responsáveis avaliem as práticas registradas na investigação.

Consumidor

A mudança também encontra respaldo em pesquisas sobre o comportamento dos consumidores. Levantamento realizado pela Innovate Animal Ag com 1.553 compradores de ovos no Brasil mostrou que 73% se sentem desconfortáveis com o abate de pintinhos machos e 76% concordam que a indústria deveria encontrar uma alternativa.

O mesmo estudo apontou que 79% demonstraram interesse em comprar ovos produzidos com sexagem in ovo. Entre os entrevistados, 76% disseram estar dispostos a pagar mais pelo produto, com uma disposição média de R$ 3,87 por dúzia.

Para Luiza Schneider, a falta de informação ajuda a explicar por que a questão ainda provoca pouca pressão social.

“Há um desconhecimento da população em relação a algumas práticas dessa indústria. Então, há pouca mobilização para que elas não aconteçam”, disse.

Para Vanessa Garbini, quanto mais as pessoas estiverem expostas à realidade, mais fácil será avançar com uma legislação para proibir os maus-tratos contra animais.

“Depois que você sabe o que acontece, não consegue esquecer. Um monte de animais, bebezinhos recém-nascidos rolando em esteiras para serem triturados ainda conscientes. É praticamente impossível uma pessoa não se impressionar com essa atividade”, avalia.




Fonte: Agência Brasil

Polícia indicia 13 em caso de morte de homem espancado em Copacabana


A Polícia Civil do Rio de Janeiro indiciou 13 pessoas no caso da morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, de 37 anos, espancado ao ser confundido com um ladrão de bicicleta, em Copacabana, região turística da cidade.

Cinco delas vão responder por homicídio triplamente qualificado, sendo que quatro estão presas. Um deles permanece foragido. Entre os envolvidos estão seguranças clandestinos, entregadores de aplicativo e empresários locais.

O inquérito foi concluído na segunda-feira (7) pelo delegado Angelo José Lages Machado, titular da 12ª Delegacia de Polícia (DP), sediada em Copacabana, e direcionado ao Ministério Público.

De acordo com a polícia, Cláudio foi “espancado covardemente” na madrugada de 11 para 12 de agosto. A investigação aponta que ele foi acusado de ter furtado uma bicicleta que, na verdade, pertencia à irmã dele. Cláudio Rafael tinha problemas psiquiátricos e não conseguiu se defender da acusação dos agressores.

O delegado afirma que não houve “a mínima demonstração” de que Cláudio tivesse efetivamente furtado a bicicleta.

“Em vez de acionarem a autoridade pública, os envolvidos optaram por julgar e submeter Cláudio a sentença de sucessivas agressões, que causaram a morte”, aponta o inquérito.

Agressão “insana”

Por meio de imagens de câmeras de segurança, a polícia concluiu que a vítima foi cercada por seguranças que atuavam na região e sofreu agressões durante cerca de nove minutos.

“Ele levou socos, chutes e dezenas de golpes com um objeto de madeira”, diz a polícia. O inquérito, ao qual a Agência Brasil teve acesso, relata que Cláudio “ficou agonizando no chão por mais de 30 minutos”, antes de ser socorrido.

Ele sofreu traumatismo cranioencefálico, hemorragia interna e rompimento de órgãos.

A Justiça determinou a prisão de cinco pessoas:

  • Davi dos Santos Machado – segurança de rua
  • Jorge Luiz Ricardo Dias – segurança de rua
  • Felipe Eduardo dos Santos Dias – entregador de aplicativo
  • Ailton José da Silva – entregador de aplicativo
  • Wellington Luiz Santos de Souza – homem que apareceu ao fim das agressões e chutou a cabeça da vítima, indefesa.

Os cinco foram indiciados por homicídio triplamente qualificado (motivo fútil, emprego de meio cruel e recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima). Os seguranças e os entregadores estão presos. Wellington segue foragido.

De acordo com a investigação, o próprio Davi, um doa agressores, classificou as agressões como “ato insano”.

Segurança clandestina

A polícia afirma que os depoimentos dos envolvidos “demonstram a existência de um sistema de financiamento privado da atividade informal de segurança”.

“Os pagamentos não eram realizados mediante contrato formal ou relação trabalhista regularmente constituída. Ao contrário, eram efetuados de maneira informal, predominantemente em espécie e sem recibos”, descreve o inquérito.

Quatro pessoas foram indiciadas por exercício irregular da atividade de segurança e vigilância de rua. Quatro comerciantes também foram indiciados pelo financiamento da atividade informal mediante pagamentos periódicos.

Uma mulher que entregou o bastão de madeira usado por um dos agressores foi indiciada por lesão corporal. Um homem foi indiciado por omissão de socorro. Ele viu as agressões, mas não acionou a polícia nem bombeiros.

“Não se atribui a obrigação de enfrentar fisicamente os agressores. O dever juridicamente relevante consistia, ao menos, em buscar auxílio por intermédio dos serviços públicos de emergência”, cita o inquérito.




Fonte: Agência Brasil

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 70 milhões nesta terça-feira


A Mega-Sena sorteia nesta terça-feira (8) prêmio estimado em R$ 70 milhões. As seis dezenas do concurso 3.055 serão sorteadas a partir das 21h (horário de Brasília) no Espaço da Sorte, em São Paulo.

As apostas podem ser feitas até às 20h (horário de Brasília) em casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

No último concurso, foram sorteados os números  08 – 17 – 24 – 43 – 47 – 58 e nenhum apostador acertou as seis dezenas.




Fonte: Agência Brasil

Grito dos Excluídos têm atos em defesa por moradia e contra violência


Movimentos sociais realizaram nesta segunda-feira (7) a 32ª edição do Grito dos Excluídos. Houve marchas e atos em mais de 50 cidades, em todas as regiões do país, segundo os organizadores.

Faixas, bandeiras e gritos de guerra ajudaram a expor o lema da edição, “Na defesa da Terra, da Paz e da Moradia, erguemos a voz: Mulheres Vivas e Soberania!”

Os manifestantes reivindicaram moradia digna; reforma agrária; educação pública de qualidade; defesa do Sistema Único de Saúde (SUS); enfrentamento do feminicídio e de todas as formas de violência contra as mulheres e o combate ao racismo e à LGBTfobia, além do fim da escala de trabalho 6×1.

São Paulo

Na capital paulista, os manifestantes percorreram as ruas do centro e terminou com uma missa na Catedral da Sé, dedicada à população em situação de rua. Antes da caminhada, foi realizado um café da manhã comunitário.

Para a ativista Miriam Hermogenes, da Central dos Movimentos Populares, uma das organizadoras do ato, defende que a liberdade será plena quando não houver mais pessoas em situação de rua no país.


São Paulo (SP), 07/09/2026. - Pessoas participam do ato 32ª Edição do Grito dos Excluídos. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
São Paulo (SP), 07/09/2026. - Pessoas participam do ato 32ª Edição do Grito dos Excluídos. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil

São Paulo (SP), 07/09/2026 – Ato do 32º Grito dos Excluídos na capital paulista. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

“A gente faz uso desse dia para dizer: Olha, não temos liberdade ainda, temos que avançar muito para ser um país, uma sociedade em liberdade”, afirmou à Agência Brasil.

O coordenador do cursinho Educafro, Frei David Santos, pediu a defesa da democracia para que não haja interferência econômica nas eleições. “É importante estarmos juntos, hoje, pela Democracia”, disse.

Deuza Cordeiro de Lima foi à manifestação para protestar contra a violência policial. O filho dela, Thiago, foi assassinado em janeiro de 2023, na região central da capital. “Vim como em outros anos denunciar a violência. Meu filho foi morto pela polícia, e seus assassinos estão livres. Ele era inocente, mais um de tantos, e não vou ficar quieta”, disse.

Célia Souza e amigos participaram do ato e defenderam moradia digna para todos.

Eu vim hoje pela luta. Por moradia, que é algo cuja importância é a mais básica, da qual não podemos abrir mão”, disse Célia Souza.

Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, o ato cruzou a Avenida Presidente Vargas, uma das principais do centro da cidade, e teve início após o Desfile de Sete de Setembro.

Um dos diferenciais do ato foi um grupo de ativistas que levou o teatro para a manifestação. No meio da marcha, eles encenavam esquetes com defesa à soberania nacional e à democracia. A ação foi conduzida pela Escola de Teatro Popular, que se identifica como um movimento de teatro político e educação popular.

Um dos coordenadores do grupo é o pesquisador teatral e dramaturgo Julian Boal, filho de Augusto Boal (1931-2009), fundador do Teatro do Oprimido, metodologia teatral criada com a ideia central de transformar o espectador em participante ativo, capaz de discutir e ensaiar formas de enfrentar situações de opressão na vida real.

Julian Boal explicou que a presença no Grito dos Excluídos foi uma forma de levar mais pessoas à manifestação. Ele contou que a encenação retratou que a participação democrática não se encerra com as eleições.

“O que a nossa cena tentou fazer é recolocar a questão de qual é o peso das instituições. Tentar discutir que dentro das instituições a gente pode fazer muita coisa, mas que o nosso todo é muito maior do que aquelas eleições podem colocar”, completou.

Um dos gritos mais exaltados foi a defesa da moradia. O coordenador do Movimento Quilombos Urbanos Luta por Moradia Digna, Ricardo Pitta, acredita que somente por meio de mobilização popular, os segmentos “mais vulneráveis e invisibilizados” da sociedade vão conseguir reverter as injustiças que sofrem.

À Agência Brasil, ele lamentou o fato de as demandas ficarem “subordinadas ao calendário eleitoral”.

“Todo ano os moradores estão sofrendo, ameaçados de despejo, muitos deles, inclusive, em imóveis públicos que, em vez de estarem cumprindo sua função social, como prevê a Constituição, estão sendo ameaçados de serem leiloados para atender aos interesses da especulação imobiliária”, criticou o coordenador do movimento que mantém quatro ocupações na cidade.

O percurso dos manifestantes foi acompanhado de críticas ao tarifaço imposto pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros. Outro tem foi a defesa do fim da escala 6×1, aprovada pela Câmara dos Deputados e que ainda precisa ser votada no Senado, o que deve ocorrer após as eleições. Outra ala do protesto reuniu fotos de vítimas da Ditadura Militar (1964-1985) e cobrava vigilância democrática para que o Brasil não vivencie mais períodos de autoritarismo. Um globo cenográfico de cerca de três metros de altura retratou a preocupação com o meio ambiente.

No meio do ato, um grupo de cerca de 15 pessoas se aproximou de participantes do Grito dos Excluídos e tentou hostilizá-los com gritos. Policiais militares que acompanhavam o trajeto intervieram, e o grupo se afastou, sem registro de confusão.

Brasília

Integrantes do Núcleo de Ecologia Integral de Brasília também aproveitaram o ato para manifestar a preocupação com a crise ecológica e suas dimensões políticas, destacando que o tema é uma questão de justiça social, responsabilidade política e compromisso com a vida.

“O planeta está sendo destruído e se não mudarmos a política ecológica, a forma como estamos tratando nossa casa comum, usando os recursos naturais da forma como estamos gastando, logo não teremos mais onde habitar”, disse à Agência Brasil a economista aposentada Maria do Carmo de Jesus Botafogo.


Brasília (DF), 07/09/2026 - Pessoas participam do ato O Grito dos Excluídos. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Brasília (DF), 07/09/2026 - Pessoas participam do ato O Grito dos Excluídos. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Brasília (DF), 07/09/2026 – Grito dos Excluídos em Brasília. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Durante o ato, o núcleo apresentou uma carta de compromisso com a ecologia integral que pretende integrar a candidatos do campo progressista que disputam cargos no Executivo e no Legislativo nas eleições deste ano.

Fruto de um seminário que reuniu vários membros do grupo, o documento está estruturado em quatro eixos temáticos: políticas agrícolas e fundiária; políticas urbana e resíduos no DF e Entorno; Justiça Climática e Proteção às Vítimas e propostas sobre uma das mais importantes nascentes da região, a da Estação Ecológica de Águas Emendadas, que alimenta duas importantes bacias hidrográficas: a do Tocantins-Araguaia e do Paraná.

“Passadas as eleições, entregaremos uma cópia a todos os eleitos, independentemente do campo ideológico, pois eles terão as mesmas obrigações com o meio ambiente”, acrescentou a engenheira florestal Ana Clara Botafogo, filha de Maria do Carmo.

Para a professora universitária Altaci Kokama, ao longo de suas 32 edições, o Grito dos Excluídos se consolidou como um momento durante o qual os que estão à margem da sociedade “têm voz e vez para apresentar suas demandas, suas reivindicações”.


Brasília (DF), 07/09/2026 - Altaci Kokama, professora universitaria, participa do ato O Grito dos Excluídos. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Brasília (DF), 07/09/2026 - Altaci Kokama, professora universitaria, participa do ato O Grito dos Excluídos. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Brasília (DF), 07/09/2026 – Professora Altaci Kokama participa do Grito dos Excluídos. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

“Os excluídos são aqueles que não têm casas, moradia, trabalho, alimento, os que estão buscando justiça”, destacou, reconhecendo o desafio de mobilização.

“Quem tem mais dinheiro para financiar suas ações consegue mobilizar mais pessoas. Para trazer os excluídos, por exemplo, muitas vezes é preciso ajudar com transporte, comida, e nós não temos toda a estrutura necessária. Muitos têm vontade de participar, mas não têm condições”, acrescentou, ressaltando o trabalho constante de debates junto às comunidades.

* Reportagem de Alex Rodrigues (Brasília), Bruno de Freitas Moura (Rio de Janeiro) e Guilherme Jeronymo (São Paulo)




Fonte: Agência Brasil

Tradicional desfile cívico-militar é realizado no Rio de Janeiro


No Rio de Janeiro, o tradicional desfile cívico-militar do Dia da Independência percorreu um trecho da Avenida Presidente Vargas, em frente ao Palácio Duque de Caxias, sede do Comando Militar do Leste. Apesar do tempo chuvoso, milhares de pessoas assistiram ao desfile, empunhando bandeirinhas do Brasil.  

A cerimônia começou com a revista da tropa por comandantes das três forças militares, seguido pela chegada do fogo simbólico da pátria. A tocha foi levada pelo atleta do pentatlo Douglas Castro, acompanhado de outros esportistas militares e usada para acender uma pira em frente ao palácio.


Rio de Janeiro (RJ), 07/09/2026 – Desfile cívico-militar no Dia da Independência, na Avenida Presidente Vargas.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 07/09/2026 – Desfile cívico-militar no Dia da Independência, na Avenida Presidente Vargas.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Desfile cívico-militar no Dia da Independência, no Rio de Janeiro – Fernando Frazão/Agência Brasil

Em seguida, a banda do primeiro batalhão de guarda do Exército executou o Hino da Independência e a Salva de Gala. 

O cortejo foi puxado por batedores dos Fuzileiros Navais, da Polícia do Exército e da Polícia da Aeronáutica, em motocicletas. Uma unidade de cavalaria exibiu todas as bandeiras que o Brasil já teve ao longo de sua história.

Mais de 6 mil militares e agentes de forças de segurança federais, estaduais e municipais participaram do desfile. Também estavam representadas organizações sociais, como a Cruz Vermelha e os Escoteiros, entidades beneficentes e escolas. 


Rio de Janeiro (RJ), 07/09/2026 – Desfile cívico-militar no Dia da Independência, na Avenida Presidente Vargas.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 07/09/2026 – Desfile cívico-militar no Dia da Independência, na Avenida Presidente Vargas.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Mulheres do Exército no desfile cívico-militar no Dia da Independência, na Avenida Presidente Vargas, Rio de Janeiro – Fernando Frazão/Agência Brasil

Um dos destaques foram os conjuntos exclusivo de mulheres que atuam em diversos grupamentos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. Também desfilaram militares que integram as Forças de Paz das Nações Unidas.

Mais de 180 viaturas também foram empregadas no desfile, incluindo tanques blindados só Exército, embarcações da Marinha do tipo anfíbio, que podem transitar na terra e na água e caminhões de resgate do Corpo de Bombeiros. 


Rio de Janeiro (RJ), 07/09/2026 – Desfile cívico-militar no Dia da Independência, na Avenida Presidente Vargas.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 07/09/2026 – Desfile cívico-militar no Dia da Independência, na Avenida Presidente Vargas.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Rio de Janeiro (RJ), 07/09/2026 – Desfile cívico-militar no Dia da Independência, na Avenida Presidente Vargas. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil – Fernando Frazão/Agência Brasil

Veja como foi o desfile na reportagem do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil




Fonte: Agência Brasil

Ambulantes “desfilam” no 7 de Setembro em busca de sustento


Equilibrar 30 quilos de balões e algodões-doces coloridos sobre o ombro esquerdo, em uma caminhada apressada, foi o “desfile” do Palhaço Bolinha, o autônomo Renato Siqueira, de 53 anos, às margens da área do desfile de 7 de Setembro deste ano, em Brasília (DF).


Brasília (DF), 07/09/2026 - Renato Siqueira, vende balões durante o Desfile da Independência - 7 de Setembro. Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Brasília (DF), 07/09/2026 - Renato Siqueira, vende balões durante o Desfile da Independência - 7 de Setembro. Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Renato Siqueira vende balões durante o Desfile da Independência, em Brasília – Lula Marques/Agência Brasil

Além do colorido dos produtos, a maquiagem no rosto escorre com o suor da correria desta segunda. “A gente não pode parar. Mas vai fazendo graça”.

Há oito meses ele trabalha em frente a escolas. Mas hoje precisou acordar às 4h30 e andar em busca dos clientes;

O Palhaço Bolinha mora em Água Quente (DF), uma região administrativa periférica a 45 quilômetros de Brasília, nasceu em Anápolis (GO) e há 20 anos mudou para a capital para trabalhar.

Estudou apenas só até o 8° ano. A eventos como o 7 de Setembro, ele vem com a esperança de melhorar os rendimentos. Ele consegue carregar os algodões-doces (vendidos a R$ 10) por mais de uma hora no ônibus, mas não os balões (que custam R$ 20).

Os produtos que fazem brilhar os olhos das crianças são entregues para ele pelo fabricante quando ele está na rua.

Desfile da Independência, Dia das Crianças e Ano Novo estão entre as datas com mais vendas. Mesmo com o peso nas costas, ele prefere a atual atividade. No trabalho anterior, ganhava um salário mínimo para vender plano funerário. Resolveu, então, viver fazendo graça, ainda que a maquiagem escorra.


Brasília (DF), 07/09/2026 - Gustavo Ferreira, vende churros durante o Desfile da Independência - 7 de Setembro. Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Brasília (DF), 07/09/2026 - Gustavo Ferreira, vende churros durante o Desfile da Independência - 7 de Setembro. Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Gustavo Ferreira vende churros no Desfile de 7 de Setembro – Lula Marques/Agência Brasil

Outro ambulante que também usou os braços e o ombro foi Gustavo Ferreira, de 30 anos, que equilibrava churros de doce de leite e chocolate (a R$ 10) com cuidado para que o recheio não escorresse.

No dia a dia, ele trabalha como cobrador de ônibus. “Acordei às 4h e a gente está na luta”. Mesmo que o dia a dia não seja assim tão doce.

Mas a água de coco vendida por Samuel Santos estava, segundo ele, doce e gelada.E madrugar não chega a ser uma novidade para ele, que vive em Planaltina (a 40 quilômetros de distância) e trabalha na escala como porteiro de um prédio.

“Estou experimentando essas vendas de água de coco aqui na Esplanada dos Ministérios. Estou estreando, na verdade. Se der certo, eu vou continuar”.


Brasília (DF), 07/09/2026 - Samuel dos Santos, vende água e coco durante o Desfile da Independência - 7 de Setembro. Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Brasília (DF), 07/09/2026 - Samuel dos Santos, vende água e coco durante o Desfile da Independência - 7 de Setembro. Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O porteiro Samuel dos Santos resolveu vender água de coco neste 7 de Setembro – Lula Marques/Agência Brasil

Prioridades

Aliás a palavra “continuar” faz parte dessa rotina. Ele foi direto do trabalho na portaria para o comércio informal na Esplanada dos Ministérios. Não há muito tempo para se divertir. A prioridade é levar sustento para os dois filhos em casa.

Sob o sol de Brasília, o paraibano Reinivaldo Garcia, de Brejo da Cruz, de 54 anos, vendia bonés e chapéus ao público, a R$ 20.

“Só pude estudar até a terceira série do primário. Não consegui estudar mais porque precisava trabalhar. Eu digo aos meus dois filhos que eles precisam estudar sempre para não ficar nesse sol como eu Tem que ser independente, né?”


Brasília (DF), 07/09/2026 - Renivaldo Garcia, vende bonés durante o Desfile da Independência - 7 de Setembro. Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Brasília (DF), 07/09/2026 - Renivaldo Garcia, vende bonés durante o Desfile da Independência - 7 de Setembro. Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O vendedor de bonés Reinivaldo Garcia o Desfile da Independência – Lula Marques/Agência Brasil




Fonte: Agência Brasil

Começa o desfile cívico-militar do Dia da Independência em Brasília


Começou pouco depois das 9h desta segunda-feira (7) o desfile cívico-militar do Dia da Independência, na Esplanada dos Ministérios, no centro de Brasília.

Após a execução do Hino Nacional, o general de divisão João Felipe Dias Alves solicitou autorização para iniciar o evento.

Na tribuna de autoridades figuram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin.

Também acompanham o desfile, posicionados na tribuna, ministros de diversas pastas, incluindo Leonardo Barchini, da Educação; Gustavo Feliciano, do Turismo; Márcia Lopes, das Mulheres; Wolney Queiroz, da Previdência, e Dario Durigan, da Fazenda, além do advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias.

Para este ano, o governo federal definiu três eixos temáticos para o desfile: a soberania nacional, assunto recorrente após as tarifas aplicadas a produtos brasileiros; o enfrentamento à violência contra as mulheres, com destaque para um pacto nacional lançado pelos Três Poderes em fevereiro; e a Copa do Mundo Feminina de 2027.

O público começou a chegar ao local antes das 6h30, em meio aos preparativos e ensaios dos participantes do desfile. As arquibancadas cobertas já estavam cheias minutos antes do evento ter início.

O tempo ameno na capital federal, com céu bastante nublado, ajuda os que acompanham as apresentações próximo às grades de segurança.

O desfile cívico-militar tem encerramento previsto para as 11h.




Fonte: Agência Brasil

Público madruga para assistir ao desfile na Esplanada dos Ministérios


Quando o relógio despertou nesta madrugada, às 3h da manhã, a aposentada tocantinense Maria de Fátima Barbosa, de 71 anos, levantou imediatamente, tamanha era a ansiedade pelo desfile de 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Ela está hospedada na casa de uma amiga no Recanto das Emas, a 30 quilômetros do centro da capital. No entanto, a viagem dela veio de muito mais longe.

Moradora de Tocantinópolis, Maria de Fátima pegou uma van até Araguaína (TO) a mais de duas horas de distância de casa, madrugou na rodoviária para cedinho encarar mais mil quilômetros até a capital do país. Foram mais de 15 horas de viagem. Chegou no sábado (6) e descansou um pouco para assistir ao nascer do sol de dentro do ônibus.

 “Enquanto eu viver, eu venho para esse desfile”, afirmou, ansiosa também por ouvir as mensagens no desfile sobre o passado de escravização e opressão no Brasil

Maria de Fátima morou em Brasília nos anos 1980 quando foi doméstica. Voltou para o Tocantins para recomeçar. Foi quebradeira de coco. Depois, continuou em empregos precários, inclusive catou latinhas para cumprir o sonho de comprar um sax para tocar. Conseguiu estudar e se formou no ano passado em licenciatura de educação no campo. “Vir para o desfile me faz lembrar o quanto eu sou brasileira. É muito lindo isso aqui”.

Brasilienses que moram na periferia da capital também madrugaram para chegar cedo à Esplanada. Entre eles, o casal, Jorge Fernandes, de 55 anos, que é pintor de casa, e Adabel Daiane, de 42, dona de casa. Eles foram acordados por Maria Alice, de 8, que antes das 4h pediu para vir logo ao desfile. Pegaram um ônibus de Sobradinho 2.

 “Como era a primeira vez, nem dormi direito”. A mãe entende que é algo que ficará para a história. “Assim, a gente constrói memórias para ela. E de patriotismo”. O pai, que já foi soldado do Exército, diz que nunca deixou de vir”.

Outro ex-militar, Maurício Batista, de 33, colocou a bandeira do Brasil sobre a camisa, como faz a cada ano. “Eu fico emocionado mesmo”.

Também estava sensibilizada a família do paratleta dos 100 metros rasos, da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). Ele iria desfilar.

Preocupado com o horário, acordou antes das 4h da manhã. Ao chegar à rodoviária, viu a luz do amanhecer e correu. Não era novidade para quem redescobriu a vida em velocidade. “Faço 100 metros em menos de 12 segundos. Vou correr porque está chegando a hora”, disse à reportagem da Agência Brasil.

A mãe, Maura, e toda a família que o acompanhava, sorriu com a pressa do rapaz. “Ele ama estar aqui e o esporte. Ele fica ansioso e a gente na torcida por tudo dar certo na vida dele”. O desfile ainda não tinha começado, mas eles já chamavam o momento de “inesquecível”.




Fonte: Agência Brasil

Sete de setembro: soberania, Copa e combate ao feminicídio serão temas


Começa logo mais, às 9h, o desfile cívico-militar do Dia da Independência, na Esplanada dos Ministérios, no centro de Brasília. Para este ano, o governo federal definiu três eixos temáticos: a soberania nacional, o enfrentamento à violência contra as mulheres e a Copa do Mundo Feminina de 2027.

O desfile terá duração de duas horas e contará com a tradicional programação militar, com a participação de tropas do Exército, Marinha e Força Aérea. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministros de seu governo estarão presente.

Temas

O combate à violência contra as mulheres tem sido um assunto recorrente neste ano. Em fevereiro, por exemplo, os Três Poderes lançaram um pacto nacional contra o feminicídio. O acordo reconhece que a violência contra as mulheres no país figura como uma crise estrutural que não pode ser enfrentada por ações isoladas.

Este ano marcou a criação de leis pensadas para fortalecer a proteção às mulheres. Entre elas está a criação de um Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Violência Contra a Mulher. O cadastro facilita a localização de criminosos foragidos. Isso previne crimes, reduz riscos de reincidência, inclusive quando os agressores mudarem de estado.

A soberania nacional é outro tema que tem sido recorrente após as tarifas aplicadas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros exportados para lá. Mesmo após o Brasil argumentar que o país norte-americano tem superávit na relação entre ambos, as tarifas foram aplicadas.

Clique aqui e confira a cobertura da Agência Brasil sobre o tarifaço.

Mesmo sem deixar a mesa de negociação e reiterar sua boa relação com Donald Trump, Lula falou diversas vezes que os EUA não podem usar tarifas para interferir na política brasileira ou nos interesses do país.

As críticas do governo daquele país ao PIX, sistema eletrônico e gratuito de pagamentos usado no Brasil, acenderam ainda mais o sentimento de proteção ao mercado nacional.

O terceiro eixo temático será a Copa do Mundo feminina de futebol 2027, que será realizada no Brasil de 24 de junho a 25 de julho.

O evento terá 64 jogos em oito municípios. A cidade que receberá mais partidas é São Paulo, com dez, seguida por Rio de Janeiro e Fortaleza (nove), Belo Horizonte (oito), Brasília, Salvador, Porto Alegre e Recife (sete).

O anúncio da escolha do Brasil como sede ocorreu em maio de 2024, em um congresso da Fifa em Bangkok, na Tailândia. O Brasil obteve 119 votos e venceu a disputa com a aliança formada por Alemanha, Holanda e Bélgica, que conseguiu 78 votos.

Acesso ao desfile

O público deverá acessar as arquibancadas pela via S1. Quem for de carro terá acesso à via S2.

A via N2 será interditada para circulação de veículos a partir das 7h. A partir de 23h do domingo (6), as vias N1 e N2 estarão bloqueadas.

Proibido levar

De acordo com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, é proibido acessar a área do desfile com:

  • latas, copos, coolers ou isopores;
  • fogos de artifício ou similares;
  • artefatos Explosivos;
  • armas em geral;
  • apontador a laser ou similares;
  • animais em geral, com exceção de cães-guia;
  • bolsas com mais de 100cm na soma das dimensões dos três lados (altura, profundidade e largura);
  • malas, pastas, caixas ou similares;
  • sprays e aerossóis;
  • capacetes ou máscaras de qualquer tipo e tamanho;
  • fogões ou similares que utilizem gás e/ou eletricidade;
  • mastros confeccionados com qualquer tipo de material para sustentar, ou não, bandeiras, cartazes, etc;
  • churrasqueira de qualquer tamanho;
  • barracas e similares de qualquer tamanho ou tipo.




Fonte: Agência Brasil