Kayky Brito segue sedado e com quadro clínico sob controle


O ator Kayky Brito segue internado e sedado no hospital Copa D’Or, na zona sul do Rio de Janeiro. O boletim médico divulgado na tarde deste sábado (9) informa que: “o paciente Kayky Fernandes Brito permanece sedado e em ventilação mecânica, com o quadro clínico sob controle e sem alterações nas últimas 24 horas”.

O boletim é assinado pelos médicos Edno Wallace, Ney Pecegueiro e Marcelo London, este último diretor médico da unidade.

O ator, de 34 anos, foi diagnosticado com politraumatismo e traumatismo craniano e está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Na segunda-feira (4), foi submetido a cirurgias para a fixação de fratura na pelve e no braço direito.

Atropelamento

O atropelamento do ator completou uma semana neste sábado. Ele foi atingido por um carro na madrugada do dia 2 na Avenida Lúcio Costa, na orla da Barra da Tijuca, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro.

Kayky, irmão da atriz Sthefany Brito, estava com amigos em um quiosque e resolveu pegar algo no carro estacionado do outro lado da via. Imagens de câmeras de segurança mostram que ele foi atingido por um veículo quando voltava correndo para o quiosque.

O motorista de aplicativo que dirigia o carro parou o veículo, aguardou a chegada de policiais e o atendimento dos bombeiros.

Antes de ser levado para o Copa D’Or no sábado passado, Kayky foi socorrido no Hospital Municipal Miguel Couto, também na zona sul do Rio. O caso é acompanhado pela 16ª Delegacia Policial. O motorista que atropelou o ator foi submetido a teste de alcoolemia, e o resultado foi negativo.




Fonte: Agência Brasil

Programa de eficiência energética promove troca de geladeiras


A busca pela eficiência energética resultou na troca de mais de 8 mil geladeiras a clientes da distribuidora de energia Enel Brasil, em 40 municípios de São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará. Na mesma linha foram substituídas 568 mil lâmpadas incandescentes ou fluorescentes por modelos em LED em 78 cidades desses estados.

A substituição do eletrodoméstico, realizada no primeiro semestre, representou um aumento de 132% se comparado a igual período de 2022. As geladeiras têm selo Procel de economia de energia, e podem consumir até 70% menos energia do que modelos trocados.

Já com as lâmpadas de LED, que chegam a ser 80% mais econômicas que as outras e dez vezes mais duráveis do que as antigas, o volume total de trocas pela Enel este ano é 154% maior do que no mesmo período do ano passado.

A ação faz parte do programa Enel Compartilha Eficiência, um dos projetos de sustentabilidade da empresa, criado para promover ações sustentáveis e inclusivas para a população, e prevista pelo Programa de Eficiência Energética (PEE), da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que promove o uso eficiente da energia elétrica em todos os setores da economia.

Além das trocas de geladeiras e das lâmpadas, o programa desenvolve ações junto aos clientes com palestras e dicas de consumo consciente de energia, como as questões de segurança no uso doméstico. A intenção é reforçar o conhecimento sobre a utilização correta dos aparelhos domésticos e evitar gastos desnecessários. Nos encontros ocorrem também debates de temas socioeconômicos e ambientais. Essas ações já beneficiaram mais de 29 mil moradores das cidades atendidas pela distribuidora.

Bônus

O cliente pode ainda economizar com a redução da emissão de gás carbônico na atmosfera, na troca de materiais recicláveis como papel, plástico, metal e vidro. O projeto Ecoenel, uma outra frente de sustentabilidade promovida pela companhia, é viabilizado também pelo Programa de Eficiência Energética. De janeiro a junho deste ano, o Ecoenel arrecadou mais de 3,5 mil toneladas de resíduos na área de concessão da distribuidora de energia.

Pelos cálculos da empresa, esse volume evitou a emissão de aproximadamente 11 mil toneladas de gás carbônico na atmosfera e resultou na economia de mais de 15 mil MWh de energia, montante que, pelos cálculos da Enel, é suficiente para abastecer 7,3 mil famílias por um ano. A iniciativa é reconhecida pelo Ministério do Meio Ambiente como referência em prática ambiental.

A diretora de Sustentabilidade da Enel Brasil, Márcia Massotti, disse que, de início, a empresa entrou nessa área porque tinha uma obrigação de investimento, uma vez que parte dos recursos usados nos projetos é relativa a uma parcela da tarifa paga pelos clientes. Depois disso, a empresa passou a ver o investimento na eficiência energética como uma participação no esforço do Brasil em reduzir o efeito estufa, ao qual o país se comprometeu no acordo de Paris.

“O primeiro objetivo é ambiental, muito voltado ao tema da eficiência e no consumo da energia e na contenção do aquecimento global”, explicou em entrevista à Agência Brasil.

Conforme a empresa, além de facilitar o pagamento dos clientes, o programa contribui diretamente para a Política Nacional de Resíduos Sólidos e com Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda (ODS) 2030 da ONU.

O cliente que quiser aderir ao programa precisa apenas apresentar a conta de energia e um documento com foto em um dos 198 pontos de coleta em funcionamento nos três estados e receber o cartão Ecoenel. Depois que fizer o cadastro, poderá levar os resíduos limpos e já separados por tipo de material até o ponto de sua preferência. Os materiais são pesados nos ecopontos e o valor do bônus é creditado automaticamente na conta de energia do cliente ou de uma instituição social indicada por ele.

“Só nos seis primeiros meses deste ano a gente arrecadou quase 4 mil toneladas de resíduos que colaboraram para evitar a emissão de aproximadamente 8 mil toneladas de gás carbônico na atmosfera e gerou quase R$ 1,4 milhão em bônus na conta de luz de mais 23 mil de clientes nas distribuidoras do Rio, São Paulo e Ceará”, revelou Márcia Massotti.

A diretora destacou os projetos desenvolvidos pela empresa em diversas aplicações da busca da eficiência energética. “Nesse pilar de geração de renda, fazemos projetos de empreendedorismo, de capacitação, de empregabilidade, para que de fato, o orçamento familiar possa aumentar, e assim essa família tenha condições de pagar a sua fatura de energia”.

Luminárias

A cidade do Rio de Janeiro também tem programa de eficiência energética. A Parceria Público-Privada de Iluminação Pública conta com 457 mil luminárias de LED instaladas por toda a cidade. O número superou a expectativa inicial de 450 mil previstas no contrato. Agora, depois de uma avaliação da Rioluz, foram identificados mais 80 mil pontos de luz novos que precisariam ser atendidos e por isso houve uma atualização no projeto inicial. O investimento previsto na parceria para a modernização da iluminação da capital é de R$ 1,4 bilhão.

“Até o final do ano, vamos transformar a cidade em um Rio de LED”, disse o presidente da Rioluz, Eduardo Feital.

Ainda na esteira da eficiência energética, a Prefeitura do Rio de Janeiro vai instalar também no sistema de PPP com o Consórcio Rio Solar, uma fazenda de energia solar em um antigo aterro sanitário desativado em Santa Cruz, na zona oeste da cidade. A expectativa da Companhia Carioca de Parcerias e Investimentos (CCPar), responsável pelos contratos de PPP no município, é do programa Solário Carioca gerar, pelo menos, R$ 2 milhões de economia, por ano, para o município, com uso de energia limpa em imóveis da prefeitura.

A energia produzida pelo Solário Carioca no antigo aterro sanitário desativado vai abastecer cerca de 45 escolas municipais ou 15 unidades de Pronto Atendimento (UPA). O investimento privado é estimado em R$ 45 milhões em um período de 25 anos. De acordo com a prefeitura, a Usina Solar Fotovoltaica (USF) funcionará no modelo de Minigeração Distribuída de energia limpa e terá potência de 5 megawatts (MW).
Ao todo, serão mais de 11 mil painéis que devem ser instalados em 1 ano após assinatura do contrato. Outras quatro áreas para implantação de usinas fotovoltaicas semelhantes já foram identificadas pela prefeitura.

“Se seguiu por esse local, primeiro para dar uma destinação de um aterro desativado, além da facilidade jurídica pela regularização, pela necessidade da região, pela boa qualidade do imóvel, que não tem sombra, e é um lugar plano. Tecnicamente falando, era bom, então por vários motivos técnicos se chegou à decisão de utilizar aquele imóvel. Também por decisões técnicas estratégicas chegou-se a decisão de usar uma PPP para a implantação e depois a operação desse projeto”, revelou o diretor de estruturação de projetos da Ccpar, Lucas Costa.

Para o diretor executivo da Revolusolar, Eduardo Ávila, a questão da eficiência energética é fundamental, em especial nas comunidades onde a ONG realiza projetos de geração distribuída, que têm resultado em economia para os moradores. Segundo o diretor, junto com a instalação de sistemas fotovoltaicos tem a implementação da solar térmica, destinada ao aquecimento de água.

Ávila destacou que conforme dados do IBGE, um dos maiores itens de consumo das famílias de baixa renda no Brasil, é o chuveiro elétrico. “Chega a 20%, 30% em alguns casos. Só com o solar térmica para aquecer água se consegue reduzir bastante o consumo de energia e depois o resto pode ser suprido por fotovoltaica. A gente entende também que a eficiência energética vai para muito além dos equipamentos, nessa perspectiva técnica. É fundamental também a perspectiva de custo benefício, a mudança de hábitos de consumo que a gente consegue enxergar também com a implantação da solar fotovoltaica”, disse à Agência Brasil.

Ávila disse que estudos no campo das ciências comportamentais mostram que a aproximação maior do consumidor, agora, também produtor de energia, para esse ambiente da geração de energia elétrica, produz o efeito de valorização. “A pessoa ao gerar sua própria energia valoriza muito mais e acaba tendo hábitos de consumo mais eficientes. Inclusive, a geração distribuída é considerada em nível do sistema interligado nacional uma medida de eficiência energética ao reduzir na ponta o consumo das famílias em relação à rede elétrica”, completou.

“As famílias atendidas tendem a usar, principalmente, as economias na conta de luz, mais de 90% com alimentação, quer dizer, é uma questão de segurança alimentar também nos projetos que a gente desenvolve”, disse.

A Revolusolar foi criada há 7 anos e desenvolve projetos em comunidades, como a da Babilônia, na zona sul do Rio de Janeiro. Lá, atualmente, 34 famílias participam do programa. A ONG instalou uma usina na comunidade e a perspectiva, segundo Bruna Santos, presidente da Cooperativa de energia renovável Percília e Lúcio, é que até o fim do ano o número de usinas seja ampliado, o que vai permitir atender até 100 famílias neste tipo de fornecimento de energia.

De acordo com Eduardo Ávila, a Revolusolar está replicando o modelo para outras comunidades do município do Rio, como a Maré e Cidade Nova, e para outros estados como um conjunto habitacional e uma comunidade, em São Paulo; Minas, Espírito Santo; e uma comunidade indígena no Amazonas.




Fonte: Agência Brasil

Fome e plantio são preocupações após ciclone extratropical no Sul


Enquanto equipes de resgate buscam por desaparecidos em cidades gaúchas afetadas pela passagem de um ciclone extratropical, que causou temporais e alagamentos esta semana, organizações de assistência aos atingidos têm uma preocupação: a segurança alimentar dos milhares de desabrigados e desalojados, e dos próprios voluntários. Além disso, há um alarme para um problema futuro: pequenos agricultores perderam suas lavouras, o que pode colocar em risco a oferta de alimentos na região.

De acordo com balanço das 12h deste sábado (9) da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, são 41 mortes confirmadas e 46 pessoas desaparecidos. O número de municípios afetados chega a 87. São 3,1 mil pessoas desabrigadas e 8,2 mil desalojadas.

Algumas das cidades mais afetadas são Muçum, Roca Sales, Nova Bassano, Estrela, Ibiraiaras, Passo Fundo, Mato Castelhano, Encantado, Lajeado e Arroio do Meio.

Um ciclone extratropical atingiu o Rio Grande do Sul. Militares do Comando Militar do Sul trabalham ininterruptamente em apoio às equipes do Corpo de Bombeiros/RS e da Prefeitura local no resgate de milhares de famílias ilhadas em suas casas na

Trabalho de resgate e apoio às milhares de famílias ilhadas no Rio Grande do Sul – Exército Brasileiro/Twitter

Diversas campanhas foram lançadas para arrecadar materiais de primeira necessidade e alimentos não perecíveis. No entanto, como grande parte da estrutura das cidades foi devastada, há dificuldade até para preparar os alimentos para as famílias atingidas.

“Falta local para armazenamento adequado [da comida]”, alerta Jacira Dias Ruiz, secretária-executiva da Caritas Regional RS. “Uma demanda importante é espaço para fazer comida quente e mais nutritiva. Nos municípios onde os danos foram graves, não tem onde cozinhar”, contou à Agência Brasil.

O presidente do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional do Rio Grande do Sul (Consea-RS), Juliano de Sá, articula a montagem de cozinhas de campanha para minimizar a situação.

“É um problema urgente, são mais de 10 mil famílias e centenas de voluntários que estão com dificuldades para alimentação. As doações chegam em alimentos não perecíveis ou em lanches, porém, as pessoas não têm como cozinhar. Estamos tentando articular a montagem de cozinhas de campanha para produção de alimentos para distribuição no formato de marmitas.”

“Conversei por telefone com o ministro Wellington Dias, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, e ele se comprometeu em garantir alimentos para as cozinhas que conseguirmos organizar. Conversei também com a Secretaria de Assistência Social do Rio Gande do Sul, que se comprometeu em ajudar a viabilizar a logística”, relata Juliano de Sá.

Agricultura

A preocupação com pequenos agricultores motivou o Instituto Cultural Padre Josimo (ICPJ) a lançar uma campanha para a aquisição de sementes que serão doadas aos produtores rurais.

“A situação é desesperadora e caótica. Perdas inestimáveis e irreparáveis. Perderam plantios, animais, galpões, máquinas, casas”, descreveu à Agência Brasil o Frei Sérgio Görgen, diretor do ICPJ. “Com a campanha vamos tentar repor um pouco do que perderam e levar conforto e solidariedade”, completa.

“A situação está bem difícil, pois agricultores perderam tudo o que plantaram. Isso terá consequências a curto e médio prazo no que se refere à produção de alimentos e criação de animais. Será necessária uma política de reparo para essas famílias voltarem a trabalhar, algo que levará um certo tempo até se reestabelecerem as coisas”, avalia o presidente do Consea-RS.

Por causa da dificuldade de acesso às áreas mais afetadas – mais notadamente na Região dos Vales, no centro do estado, que reúne quatro vales de rios: Vale do Jacuí, Vale do Rio Pardo, Vale do Taquari e Vale do Caí – os organizadores da campanha não conseguem dizer exatamente quantos pequenos produtores precisam de ajuda.

A campanha Missão: Sementes de Solidariedade é uma extensão emergencial de um programa que existe há alguns anos e leva sementes e insumos agroecológicos para comunidades camponesas. Neste ano, a ação já havia sido concluída, mas após relatos de agricultores tendo perdido suas lavouras, a ação voltou à ativa.

Além do ICPJ, participam da mobilização o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Cáritas Brasileira e Cáritas RS, Instituto Koinós, Comissão Pastoral da Terra (CPT-RS), Movimento dos Atingidos e Atingidas Por Barragens (MAB) e Justiça, Paz e Integridade da Criação (JPIC/Franciscanos).

“Na próxima semana começaremos a preparação das pessoas que entrarão em contato com as famílias camponesas para identificar necessidades para que possamos adquirir e distribuir as sementes e, se possível, algum equipamento para replantar os roçados”, detalha Jacira Dias Ruiz.

“Entendemos que é uma forma de plantar um pouco de esperança para essas famílias. Uma forma de terem comida e continuarem colocando alimentos em nossas mesas também”, ressalta a representante da Cáritas RS.

Rio Grande do Sul – Ciclone – Sobrevoo, assistência e resgate de pessoas ilhadas em Bom Retiro do Sul (RS). Foto: Marinha do Brasil/RS

Assistência e resgate de pessoas ilhadas em Bom Retiro do Sul – Marinha do Brasil/RS

Comitiva federal

O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, anunciou o repasse de recursos da União para as prefeituras do Rio Grande do Sul com as situações de calamidade e de emergência devidamente reconhecidas. Para cálculo do repasse, o governo vai considerar o valor de R$ 800 por pessoa afetada pelas consequências da passagem do ciclone extratropical. Uma comitiva do governo federal visitará o estado no domingo (10).

Campanha de doação

Campanha Sementes de Solidariedade

Pix (CNPJ) da Cáritas Brasileira: 33654419001007

Depósito bancário: Conta Corrente 55.450-2, Agência 1248-3 (Banco do Brasil)

Defesa Civil

O chefe da Casa Militar e Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Chaves Boeira, ressaltou que alguns itens estão sendo mais demandados pelas famílias atingidas. “Roupas íntimas, fraldas e roupas de cama (como lençóis, travesseiros, cobertores e fronhas) talvez sejam a grande ajuda humanitária para os municípios neste momento”.

As entregas podem ser feitas em pontos de referência da Defesa Civil e quartéis do Corpo de Bombeiros. Todas as doações precisam estar em boas condições de uso, além de higienizadas.

O chefe da Divisão de Relações Comunitárias da Defesa Civil, tenente-coronel Luís Omar, afirma ser importante identificar, nas embalagens, o que está sendo doado a fim de facilitar o trabalho.

“Quanto mais organizado o material chega para nós, mais rapidamente podemos direcionar”, explicou.




Fonte: Agência Brasil

Sargento da PM de São Paulo morre baleado em São Vicente


Um sargento da Polícia Militar (PM) foi baleado na tarde desta sexta-feira (8), em São Vicente, na Baixada Santista. Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP), os autores dos disparos estavam em duas motos, quando balearam o policial.

O sargento Gerson Antunes Lima, de 55 anos de idade, estava inativo desde 2019, e a última unidade em que serviu foi a 1ª CIA do 45º BPM/I. Ele foi socorrido no Pronto Socorro Vicentino, mas não resistiu aos ferimentos. Lima é o oitavo policial militar morto na Baixada Santista desde janeiro, dos quais sete eram inativos. Além deles, outros 12 policiais já foram feridos neste ano na região, oito deles em serviço, três em folga e um inativo.

No início da tarde de sexta-feira (8), por volta das 18h30, uma equipe do 2º Batalhão de Ações Especiais (Baep) realizava patrulhamento, no bairro Castelo, em Santos, quando um homem em uma bicicleta atirou contra a viatura que se aproximava da comunidade. Um soldado foi atingido pelos disparos na região do ombro, e três pessoas que estavam nas imediações também ficaram feridas, e foram socorridas à UPA Vila Noroeste.

De acordo com a SSP, uma mulher de 22 anos de idade não resistiu aos ferimentos e o soldado baleado foi internado e permanece em observação. “Em diligências nas imediações do local, os PMs localizaram drogas e uma arma de fogo. O caso foi registrado como homicídio, tentativa de homicídio, tráfico de entorpecentes e lesão corporal na Central de Polícia Judiciário de Santos. Todas as circunstâncias do caso são investigadas pela Polícia Civil”, informou a SSP.

Operação Escudo

Na terça-feira (5), o governo do estado de São Paulo anunciou o encerramento da Operação Escudo da Polícia Militar (PM), que estava sendo realizada na Baixada Santista desde o final de julho, e que foi alvo de críticas em razão do alto índice de letalidade policial. A ação deixou 28 civis mortos.

“Esperamos que novas operações não sejam necessárias, mas caso se façam necessárias, caso o Estado seja afrontado, em qualquer ponto, operações como a Escudo serão desencadeadas”, disse o secretário de Segurança, Guilherme Derrite .

De acordo com a SSP, foram presas 958 pessoas nos 40 dias de operação.

A Operação Escudo foi uma reação da PM à morte, em 27 de julho, do soldado da Polícia Militar Patrick Bastos Reis, do Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), no Guarujá. Segundo a SSP, ele foi atingido quando fazia patrulhamento em uma comunidade. A pasta informou que a polícia conseguiu identificar e prender todos os envolvidos na morte do soldado Reis.

Críticas

No início de agosto, moradores de bairros onde ocorreram as mortes decorrentes da Operação Escudo, relataram que policiais executaram aleatoriamente pessoas identificadas como egressas do sistema prisional ou com passagem pela polícia.

Os relatos foram colhidos por uma comissão formada por deputados da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), representantes da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP), da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, da Ouvidoria de Polícia do Estado de São Paulo, e do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe) da Secretaria de Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo.

O Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) divulgou na sexta-feira (1º), a versão preliminar de um relatório sobre a Operação Escudo. O documento contém 11 relatos de violações de direitos humanos praticadas pelos agentes policiais e menciona episódios que vão de execuções a invasões ilegais de domicílio.




Fonte: Agência Brasil

Brasil se solidariza com vítimas do terremoto no Marrocos


Por Daniella Almeida

Em nota do Ministério das Relações Exterior (MRE) emitida, neste sábado (9), o governo brasileiro manifestou pesar às famílias das vítimas terremoto ocorrido na noite de sexta-feira (8) na província de Al Haouz, no sul do Marrocos. A nota também transmite solidariedade ao povo e ao governo marroquinos.

Segundo o centro de sismologia dos Estados Unidos, o tremor teve a magnitude de 6,8 graus na escala Richter e deixou centenas de mortos e feridos. Segundo o Itamaraty, até o momento, não há notícias de brasileiros entre as vítimas do tremor.

O governo federal divulgou os contatos da Embaixada do Brasil em Rabat, a capital do país, que trabalha em regime de plantão. Os funcionários brasileiros do posto marroquino podem ser contatados pelo telefone +212 661 16 81 81 (inclusive WhatsApp). Outro canal de atendimento é o plantão consular do Itamaraty, no telefone e WhatsApp: +55 61 98260-0610.

 Segue a íntegra da nota:

O governo brasileiro tomou conhecimento, com consternação, do terremoto ocorrido nas proximidades de Marraquexe, no Marrocos, que causou a morte de mais de 820 pessoas e deixou cerca de 670 feridos. Não há, até o momento, notícia de brasileiros mortos ou feridos.

A Embaixada do Brasil em Rabat trabalha em regime de plantão, e pode ser contatada pelo telefone +212661168181 (inclusive WhatsApp). O plantão consular do Itamaraty permanece disponível no número +55 61 98260-0610 (inclusive WhatsApp).

Ao expressar pesar e condolências às famílias das vítimas, o governo brasileiro também transmite sua solidariedade ao governo e ao povo do Marrocos.




Fonte: Agência Brasil

Menina de 3 anos baleada no Rio de Janeiro segue em estado grave


A menina Heloísa dos Santos Silva, de 3 anos, segue em estado grave no hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, região metropolitana do Rio de Janeiro. Ela foi levada para a unidade, onde passou por cirurgia, após ter sido baleada na noite de quinta-feira (7), quando viajava de carro com a família.

Segundo comunicado divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde de Duque de Caxias, no fim da manhã deste sábado (9), Heloísa está entubada no Centro de Terapia Intensiva. Ela teve perfuração na região cervical esquerda, lesão no couro cabeludo e na região occipital esquerda amolecida (osso na parte de trás da cabeça).

O pai da criança, William da Silva, contou que dirigia pelo Arco Metropolitano – via expressa que liga cidades da região metropolitana do Rio – quando seu veículo foi alvejado por tiros disparados de uma viatura da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Estavam no carro da família a mãe da menina, uma irmã de Heloísa e uma tia.

O pai disse que não recebeu ordem de parada, e o carro foi atingido quando estava se preparando para estacionar, ao perceber que a viatura estava muito perto dele. A menina foi levada para o hospital pela PRF. Ela chegou com perfurações no crânio, pescoço e ombro.

“Uma viatura da PRF viu a gente passando e veio atrás. Nessa que eles vieram atrás, até então, não deram sinal para parar, mas estavam muito perto do meu carro. Eu dei a seta e parei, só que nessa que eu parei, eles efetuaram vários disparos, e um pegou na minha filha”, contou.

PRF

A PRF informou na sexta-feira (8) que três policiais envolvidos no caso foram preventivamente afastados das funções operacionais, “inclusive para atendimento e avaliação psicológica”. A instituição se solidarizou com a família da vítima.

O caso foi registrado inicialmente da 48ª Delegacia da Polícia Civil (DP) e depois encaminhado para a Polícia Federal. A arma do policial que efetuou o disparo foi apreendida.

De acordo com informações da TV Globo, em depoimento na 48ª DP, o policial rodoviário Fabiano Menacho Ferreira assumiu ter disparado contra o carro após ter ouvido um barulho semelhante a tiro. Ele disse que a viatura começou a perseguir o veículo da família após constatarem que era roubado. William da Silva afirmou que comprou o automóvel de um amigo e não sabia que era fruto de roubo.

Pela rede social X (antigo Twitter), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flavio Dino, solicitou esclarecimentos e providências à PRF. Dino afirmou que vai acelerar a revisão de doutrina policial e manuais de procedimento na PRF.




Fonte: Agência Brasil

Mega-Sena paga R$ 85 milhões neste sábado


Um prêmio acumulado de R$ 85 milhões está em jogo neste sábado (9). A Caixa Econômica Federal sorteia os seis números da Mega-Sena, concurso 2.630, às 20h, no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas no sorteio realizado na terça-feira (5).

O sorteio seria na quinta-feira (7), mas foi adiado em função do feriado do Dia da Independência. As apostas podem ser feitas até as 19h nas casas lotéricas credenciadas, pela internet ou no aplicativo da loteria. A aposta mínima, de seis números, custa R$ 5.

Além de ganhar com os seis números, o maior prêmio, a Caixa esclarece que é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco números dentre os 60 disponíveis. O apostador pode marcar de seis a 20 números no volante de apostas.

Lotofácil

Também neste sábado, a Caixa sorteia o prêmio especial de R$ 200 milhões da Lotofácil da Independência, concurso 2.900. O prêmio não acumula. A aposta mínima é de R$ 3.

O apostador da Lotofácil deve marcar entre 15 e 20 números, dentre os 25 disponíveis no volante.

As apostas podem ser feitas até as 19 horas, no site da Loterias Caixa ou aplicativo.

O sorteio acontecerá às 20 horas, em São Paulo.

* Matéria alterada às 9h59 para acrescentar sorteio da Lotofácil




Fonte: Agência Brasil

RS pede menos burocracia para reconstruir áreas afetadas por enchentes


O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, declarou, nesta sexta-feira (8), em Bento Gonçalves (RS), que pediu a ministros a redução de burocracia para a liberação de recursos federais destinados aos municípios do estado afetados pela passagem do ciclone extratropical, nesta semana, com o objetivo de facilitar os trabalhos a partir de agora. 

O governador confirmou que conversou por telefone com o presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, pela manhã. Leite disse que receberá a comitiva de ministros que acompanharão Alckmin, em viagem, no próximo domingo (10), a municípios do Vale do Taquari. A visita foi anunciada, no início da tarde desta sexta-feira, no Palácio do Planalto.

“Eu tenho pedido aos ministros também para aliviar a burocracia. A gente sabe que tem a disponibilidade de recursos, a boa vontade, mas, é importante ter uma força-tarefa para vencer a burocracia. Porque são dados, planilhas, planos de trabalho, tudo o mais, que, se a gente deixar, a burocracia nos consome. E a vida das pessoas continua aqui sendo afetada, sem ter a ponte, sem ter a estrada, sem ter a casa, sem ter a reestruturação do posto de saúde”, destacou o governador.

Eduardo Leite garantiu que o governo do estado vai continuar a trabalhar para conseguir todos os recursos federais possíveis, mas, segundo ele, se a burocracia começar a atrapalhar, e o prazo se alongar, serão alocados recursos financeiros do próprio estado para reconstrução das localidades afetadas.

“Vamos garantir que a vida se refaça. Porque é para ontem. Da nossa parte, vamos buscar todos os recursos federais que forem possíveis, mas não vão faltar, se for o caso, recursos do governo do estado, recursos humanos, todo esforço para a gente poder colocar cada uma das comunidades de pé, novamente”, garantiu.

“É natural que, ao lidar com dinheiro público, tenhamos que seguir ritos e processos, mas estamos falando de municípios que foram quase totalmente destruídos e não têm nem mesmo a capacidade técnica para elaborar planos de trabalho agora. Não podemos deixar que as pessoas sejam vítimas duas vezes – primeiro da enchente e, agora, da desassistência do poder público”, afirmou o governador.

Reunião com prefeitos

O governador Eduardo Leite se reuniu, na manhã desta sexta-feira (8), na prefeitura de Bento Gonçalves, com 23 prefeitos de municípios da Serra Gaúcha. Eles discutiram o processo de recuperação e reconstrução estrutural, após a enxurrada do início da semana.

Até o momento, 12 municípios da localidade decretaram situação de emergência. De acordo com o governador, os principais danos na região foram registrados em moradias, prédios públicos, comércios, áreas agrícolas, estradas e pontes. Ainda há, também, oito pontos de rodovias com bloqueios devido às chuvas, sendo seis em rodovias estaduais e dois em federais.

Nova assistência federal

No início desta tarde, o presidente em exercício Geraldo Alckmin anunciou, em Brasília, que o governo federal também irá liberar R$ 800, por cidadão afetado pelos desastres naturais, para ser depositado diretamente na conta dos municípios em estado de emergência devidamente reconhecido. O objetivo é apoiar a prestação de assistência às famílias desabrigadas.




Fonte: Agência Brasil

Sobe para 46 número de desaparecidos após enchentes no RS


O governo do Rio Grande do Sul informou nesta sexta-feira (8) que o número de desaparecidos subiu para 46 em razão das enchentes que atingiram dezenas de cidades do estado. Os desaparecidos são dos municípios gaúchos de Muçum (30), Lajeado (oito) e Arroio do Meio (oito).

Drones estão sendo utilizados para auxiliar nas buscas, alguns com tecnologia termal, que capta variações de calor e identifica sinais de vida. Além de drones pertencentes ao governo do Rio Grande do Sul, o trabalho em campo está empregando equipamentos disponibilizados pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, com funcionalidades que vão além de registros fotográficos e estão sendo utilizados como facilitadores das atividades de busca.

“Essas ferramentas permitem também a localização de corpos, porque captam informações de altimetria (medição de alturas ou de elevações de um determinado terreno) e altitude (medição da distância vertical de um ponto em relação ao nível do mar). Desse modo, com o compilado desses dados, é feito um processamento, tornando possível calcular plano altimétrico (determinando os níveis do terreno), massa, altura e distâncias”, informou o governo gaúcho.

Estão sendo utilizadas ainda aeronaves com capacidade de voo noturno. Também deve ter início, nesta sexta, o emprego de cães de busca, realizado pelo Corpo de Bombeiros Militar.

Segundo o governo do estado, as equipes de resgate contam com a ajuda da Defesa Civil Nacional, que disponibilizou quatro integrantes do Grupo de Apoio a Desastres (Gade). Ontem, a equipe começou a fazer uso dos drones em Muçum e Roca Sales para registros fotográficos, além de trabalhos mais específicos em localidades onde há pessoas desaparecidas.

Foram feitos ainda registros em plano aberto, para mensurar a área afetada, além de imagens em cima de prédios públicos e residências destruídas. Os registros são georreferenciados, com as coordenadas do local, e, desse modo, também podem auxiliar nos planos de trabalho para reconstrução de infraestruturas atingidas e no embasamento de decretos de calamidade pública.




Fonte: Agência Brasil

SP: municípios preveem ocupação de 70% no feriado prolongado


Os municípios turísticos do estado de São Paulo  deverão registrar 69% de ocupação em sua rede hoteleira no feriado prolongado de 7 de setembro. De acordo com o Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), da Secretaria de Turismo e Viagens do estado, esse número poderá chegar a 87% nas cidades litorâneas.

De acordo com a pasta, os destinos turísticos paulistas deverão receber 2,1 milhões de visitantes e movimentar R$ 3,3 bilhões durante os quatro dias. “O feriado prolongado viabiliza deslocamentos maiores, deixando o turismo ainda mais aquecido em todo o estado”, destaca o secretário de Turismo e Viagens de SP, Roberto de Lucena.

Segundo a secretaria, a região do Vale do Ribeira deverá ter média de 86% na ocupação hoteleira em cidades como Cananéia, Iguape e Sete Barras. Em roteiros consolidados, como o de Pereira Barreto, com turismo de pesca, e São Roque, que oferece o Roteiro do Vinho, deverão ter os meios de hospedagem praticamente lotados para o feriado prolongado.




Fonte: Agência Brasil