Carro fica ‘prensado’ em engavetamento e homem morre na Rodovia Raposo Tavares, em Presidente Bernardes




Ocorrência foi registrada na noite desta sexta-feira (5) e, segundo a Polícia Rodoviária, causou interdição no sentido Leste da via, para atendimento do Corpo de Bombeiros. Homem morre após engavetamento na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), em Presidente Bernardes (SP)
Polícia Rodoviária
Um homem, de 47 anos, morreu, na noite desta sexta-feira (5), após um engavetamento envolvendo seis veículos no km 585,500 da Rodovia Raposo Tavares (SP-270), em Presidente Bernardes (SP).
Conforme a Polícia Rodoviária, os agentes foram acionados para atender um acidente do tipo engavetamento, envolvendo dois veículos de carga, entre eles um transportava etanol, e outros quatro automóveis.
No local, constataram que três pessoas estavam gravemente feridas e um homem não havia resistido aos ferimentos. As quatro vítimas estavam todas no mesmo veículo, que acabou prensado entre um carro e uma carreta.
Após o acidente, o sentido Leste da rodovia permaneceu interditado, assim como a faixa 1 do sentido Oeste, para as unidades do Corpo de Bombeiros realizarem o atendimento às vítimas.
Ainda de acordo com a Polícia, os condutores fizeram o teste do bafômetro que não apresentou a presença de álcool no sangue. Já “o provável causador” do acidente, fugiu do local e não foi submetido ao teste do etilômetro.

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Fonte: G1

Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio estimado em R$ 7 milhões 


O prêmio do sorteio deste sábado (6) da Mega-Sena está estimado em R$ 7 milhões. As apostas podem ser feitas por pessoas maiores de 18 anos até as 19h, no horário de Brasília, nas lotéricas de todo o país, pelo portal Loterias Caixa ou pelo aplicativo Loterias Caixa.

Os sorteios da Mega-Sena ocorrem às quartas-feiras e sábados. A aposta mínima, de seis dezenas, custa R$ 5.

Ganha quem acertar seis, cinco ou quatro números sorteados, dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Para aumentar as chances, é possível marcar até 20 dezenas. O apostador pode, ainda, deixar que o sistema escolha os números, na aposta Surpresinha, e/ou concorrer com os mesmos números por dois, quatro ou oito concursos consecutivos, na aposta Teimosinha.

O sorteio do concurso 2.589 será realizado a partir das 20h, horário de Brasília, no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo (SP). O evento é transmitido ao vivo pelas redes sociais da Caixa.

De acordo com estimativas do banco, caso apenas um apostador acerte o prêmio principal no sorteio de hoje e queira aplicar na poupança, o valor renderia cerca de R$ 42,5 mil no primeiro mês.




Fonte: Agência Brasil

Homem morre após carro perder o controle e capotar na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, em Junqueirópolis




No veículo ainda estava o filho do condutor, um menino de 7 anos, que sofreu ferimentos leves. Homem morre após acidente na SP-294, em Junqueirópolis (SP)
Polícia Rodoviária
Um homem, de 48 anos, morreu, na noite desta sexta-feira (5), após o carro que conduzia perder o controle e capotar no km 637,500 da Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), em Junqueirópolis (SP).
De acordo com a Polícia Rodoviária, os agentes foram acionados para o atendimento de um acidente de trânsito com vítimas.
No local, constataram que o carro transitava no sentido Dracena-Irapuru e que, por motivos não esclarecidos, o condutor perdeu o controle do veículo e capotou além do acostamento.
No automóvel também estava o filho do motorista, um menino de 7 anos.
As vítimas foram socorridas ao Pronto-Socorro de Junqueirópolis. A criança sofreu ferimentos leves. Já o homem não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.
Ainda conforme os policiais, não foi possível realizar o teste do bafômetro, devido ao óbito do motorista, e a Polícia Científica foi acionada para realizar perícia no local.

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Fonte: G1

Festa Literária de Santa Teresa terá tributos aos 100 anos da Portela


A 15ª edição da Festa Literária de Santa Teresa (Flist), organizada pelo Centro Educacional Anísio Teixeira (Ceat), será realizada neste fim semana, no Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas, no mesmo bairro, centro do Rio de Janeiro.

A Flist contará com mais de 200 artistas e escritores, em apresentações musicais e de dança, cordel, contação de histórias, rodas de leitura, lançamentos de livros e sessões de autógrafos, entre outras atrações. O evento recebe, anualmente, mais de 10 mil pessoas.

100 anos de Portela

A Portela será homenageada em toda a programação da Flist, com rodas de conversa, samba, Sarau Azul do Infinito e o grupo Prata da Casa apresentando sucessos da azul e branca de Madureira e Oswaldo Cruz.

A 15ª edição da Festa Literária de Santa Teresa, a Flist, ocupa o Parque das Ruínas, em Santa Teresa, neste sábado (6) e domingo (7), com debates, shows, sessões de autógrafo e oficinas, entre outras atrações. O evento, gratuito, também contará com opções gastronômicas e atividades infantis.
Foto: Flist/Divulgação

A Flist ocupa o Parque das Ruínas, em Santa Teresa com debates, shows, sessões de autógrafo e oficinas, entre outras atrações. Evento terá opções gastronômicas e atividades infantis – Flist/Divulgação

Haverá, ainda, tributos com artes em grafitti criadas por alunos do Ceat, a atividade Bordando o Azul do Infinito que receberá artistas bordadeiras convidadas, a apresentação das crianças da agremiação Filhos da Águia, a escola de samba mirim da Portela, e um bate-papo com Rogério Rodrigues e Dandara Luanda, do Departamento Cultural da Portela.

Diversidade e Inclusão

A 15ª edição do evento também terá como homenageados o autor indígena Ailton Krenak, pensador da cultura, escritor, produtor cultural e pacifista, e a escritora negra Sonia Rosa, professora, mestre e pesquisadora em relações étnico-raciais e defensora da literatura infantil negro-afetiva, onde o protagonismo negro é o principal foco em seus contos.

Os temas indígenas estarão presentes em bate-papos como Um Mergulho na Literatura, Oralidade e Cultura Indígena, com a autora Lucia Tucuju e a professora Luciana Tupinambá, e o Maraka: canto, dança, bate-papo e exposição de artes, com o líder indígena Urutau Guajajara e o coletivo da Aldeia Marakanã. A homenagem à Sonia Rosa contará com bate-papo com a autora e autógrafos de livros, além de um debate sobre a Literatura Negro-Afetiva e o Letramento Racial.

Também fazem parte da programação os debates com professores e coordenadores da Comissão das Revistas em Braile sobre a produção de materiais pelo Instituto Benjamin Constant e a oficina Transbordando entre palavras, poemas, língua de sinais e imagens. São envento promovidos pelo Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), com os coordenadores do Grupo Artegestoação, grupo de pesquisa que propõe práticas e ações pedagógicas em educação de surdos, interagindo com a linguagem artística, outras linguagens e áreas do conhecimento.

“A 15ª edição de uma festa literária é algo a se comemorar muito. Será um evento muito especial, com foco na diversidade, inclusão e com uma enorme representatividade popular” disse a curadora da Flist, Ninfa Parreiras.

Gastronomia e Literatura

O evento conta ainda com o Circuito Gastronômico, em que dez restaurantes do bairro criaram pratos inspirados em autores, autoras e livros. Participam da iniciativa a Adega do Pimenta, Alda Maria Doces Portugueses, Aprazível, Armazém São Joaquim, Café do Alto, Esquina de Santa, Modernistas, Novo Oeste, Portella Bar, Tribas e Sobrenatural.

Outras atrações

Neste ano, pela primeira vez, a Flist contará com um planetário inflável e um telescópio para as crianças observarem o céu, além de uma Futmesa para os amantes do esporte.

Todas as atividades são gratuitas. A programação completa está disponível no site da Flist.

Serviço

Datas e horários: 06 e 07 de maio, das 10h às 18h

Local: Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas (Rua Murtinho Nobre, 169 – Santa Teresa)

Entrada gratuita

*Estagiário sob supervisão de Akemi Nitahara 




Fonte: Agência Brasil

Inpe: desmatamento aumenta no Cerrado e cai na Amazônia


O desmatamento aumentou no Cerrado e caiu na Amazônia Legal, no acumulado de janeiro a abril de 2023, na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) coletados a partir do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), disponível na plataforma TerraBrasilis [http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/].

No caso da Amazônia, a área perdida foi de 1.132,45 quilômetros quadrados (km2) este ano, um número cerca de 41% menor do que o medido entre janeiro e abril do ano passado (1.967,69 km2), mas equivalente ao desmatamento ocorrido em 2021 (1,153,27 km2) e 2020 (1.204,15 km2).

Já o desmatamento no Cerrado entre janeiro e abril de 2023 foi o maior dos últimos cinco anos, alcançando 2.133 km2, segundo o Deter. O valor é cerca de 14,5% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado (1.886 km2). Considerando apenas o mês de abril, os alertas de desmatamento são 31% maiores este ano, na comparação com 2022.

Alerta

Em nota, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) lembrou que o Deter faz um levantamento rápido de alertas de evidências de alteração da cobertura vegetal na Amazônia e no Cerrado. Esse levantamento é considerado o principal instrumento de fiscalização e controle do desmatamento e da degradação florestal, realizados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e demais órgãos ambientais. Apesar disso, a plataforma não tem a finalidade de medir com precisão as áreas desmatadas, o que é feito pelo Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), elaborado pelo Inpe anualmente.

“Não é possível, dada a escala da análise e a cobertura de nuvens que interferem nessas medições, assegurar que esses números sejam definitivos. Entretanto, constituem importante ferramenta de planejamento e aprimoramento das ações para combater o desmatamento ilegal nesses biomas. Nesse sentido, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima determinou rigorosa apuração dos alertas identificados pelo Deter, a fim de verificar se foram desmatamentos autorizados pelos Estados, visto que compete a eles emitir autorizações de supressão de vegetação nativa. O MMA determinou, ainda, a verificação das bases legais das autorizações emitidas, bem como a ação imediata do Ibama no sentido de autuar e embargar as áreas desmatadas sem autorização”, disse a pasta.

Repercussão

Organizações ambientalistas repercutiram os dados do Deter. Para o WWF-Brasil, o resultado em relação à Amazônia pode indicar uma reversão na tendência da destruição do bioma, mas ainda é cedo para saber se tal mudança vai se consolidar. “Recebemos os números de abril como sinal positivo, mas infelizmente ainda não podemos falar em tendência de queda de desmatamento na Amazônia. Os números estão num patamar muito alto e a temporada da seca, favorável ao desmatamento, não começou”, afirma Mariana Napolitano, gerente de Conservação do WWF-Brasil.

Já em relação ao Cerrado, a situação é considerada muito alarmante. Cerca de 80% dos alertas de desmatamento ocorreram em áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, o chamado Matopiba, região que é, atualmente, principal fronteira de expansão agrícola no Brasil e uma das grandes frentes de destruição de biomas do mundo. Nas últimas décadas, o Cerrado perdeu mais de 50% de sua cobertura vegetal original. O bioma é o principal responsável pela segurança hídrica do país, por abrigar importantes bacias hidrográficas e os maiores reservatórios de abastecimento de água das grandes cidades. Além disso, depende do regime de chuvas estável para garantir produtividade na própria atividade agrícola.

O MMA informou que aumentou o número embargos de uso de área desmatada ilegalmente em 216% desde janeiro. Já a apreensão de produtos oriundos de infrações ambientais aumentou 210%, segundo a pasta.

“No Cerrado e demais biomas (exceto Amazônia) houve aumento de 169% dos autos de infração de janeiro a abril em relação à média na gestão anterior. O número de embargos de uso de área desmatada ilegalmente no Cerrado e demais biomas aumentou 198% e as apreensões de produtos oriundos de infrações ambientais aumentaram 154% no mesmo período”, destacou a pasta.

Ainda segundo o governo federal, em maio será concluída a nova fase do Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAm), restituído por meio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Já em julho, o MMA deve iniciar a atualização do Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento no Cerrado (PPCerrado), que “permitirá a ampliação e intensificação dos esforços do governo federal, em parceria com os governos estaduais e a sociedade, para combater o desmatamento no bioma”.




Fonte: Agência Brasil

Deputados vistoriam centros voltados à população em situação de rua


A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados realizou nesta sexta-feira (5) uma inspeção em equipamentos públicos da Prefeitura de São Paulo voltados à população em situação de rua. A vistoria foi feita pelo vice-presidente do colegiado, deputado Guilherme Boulos (PSOL-SP), deputados federais eleitos por São Paulo, como Erika Hilton (PSOL), Juliana Cardoso (PT), Orlando Silva (PCdoB) e Alfredinho (PT), e vereadores paulistanos.

A intenção dos deputados e vereadores foi a de averiguar a situação dos centros de acolhida da capital paulista, principalmente após matérias veiculadas pelo jornal Folha de S.Paulo, que tem denunciado as péssimas condições de higiene e de infraestrutura em alguns equipamentos da prefeitura, com falta de privadas e chuveiros, colchões infestados de percevejos e banheiros entupidos.

A inspeção também ocorre após a prefeitura paulistana ter intensificado ações de recolhimento de barracas de pessoas em situação de rua, mesmo tendo conhecimento de que não há vagas suficientes em abrigos públicos para atendimento de toda essa população, estimada em 52 mil pessoas.

Em entrevista à Agência Brasil após ter verificado a situação em dois espaços no centro da capital e de ter participado de uma roda de conversa com o padre Julio Lancellotti, que tem uma atuação destacada em apoio a essa população, Boulos disse ter recebido diversas denúncias de pessoas em situação de rua que vivem em São Paulo.

“Fomos inicialmente para a Casa de Oração, que é um centro de acolhida organizado pelo padre Julio Lancellotti, onde fizemos uma roda de conversa com pessoas em situação de rua. Ouvimos várias denúncias sobre violações de direitos humanos, condições insalubres nos centros de acolhida, problemas com alimentação, com percevejo, com higiene. Depois fomos a um depósito da subprefeitura da Sé onde há apreensão de barracas de pessoas em situação de rua e os pertences estão sendo levados para lá. Fomos inclusive surpreendidos com a informação de que menos de 15% de todo o material que é recolhido é devolvido até pela burocracia que tem para as pessoas em situação de rua retomarem depois o seu equipamento. E viemos também ao centro de acolhimento para mulheres e crianças [na Rua Brigadeiro Luiz Antônio]”, disse o deputado.

No centro de acolhimento para as mulheres, segundo Boulos, foram encontradas estruturas elétricas que colocam em risco a vida das pessoas que vivem ali. “O mais grave de tudo é que há uma falta de espaço para que as crianças fiquem para que as mulheres possam ir trabalhar. Inclusive, algumas mães nos relataram que chegaram a perder emprego porque não tinham com quem deixar os filhos”.

Esse problema, inclusive, foi relatado à Agência Brasil por uma das moradoras do abrigo. Segundo ela, o centro até oferece boas condições para ela, que é solteira. Mas para as mulheres com filhos, a situação é um pouco mais complicada porque falta estrutura para atendimento às crianças.

Uma outra moradora do espaço, que está no local há cerca de dois meses, disse à reportagem que a situação no local já “foi melhor”. “Acho que a estrutura do imóvel e a alimentação poderiam melhorar muito para a gente que vive ali. Eu trabalho e preciso de um conforto a mais e não estou tendo”, disse a moradora, que vive no abrigo para mulheres com uma criança pequena, dividindo o quarto com outras mães. “Tem dias que a gente nem come carne. Ninguém está aqui porque quer. Eu mesma trabalho, estudo, tenho meu filho”, disse, acrescentando que vive ali por não conseguir pagar aluguel.

Segundo a deputada Erika Hilton, vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados, essas inspeções em abrigos já vinham sendo realizadas pela Câmara dos Vereadores de São Paulo e a prefeitura já foi anteriormente noticiada por esses problemas. “Inclusive, algumas mudanças já foram observadas como, por exemplo, percevejos e piolhos, que não encontramos aqui [no centro de acolhida para mulheres]. Os colchões estavam até em condições melhores”, disse.

A deputada disse à reportagem da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) que, após essas inspeções, um relatório será elaborado pela Comissão de Desenvolvimento Urbano. “O que a gente espera é que a prefeitura, de fato, possa ter um planejamento para atender a essa população. A gente vem denunciando a quantidade de recursos que o prefeito [Ricardo Nunes] tem guardado. São R$ 35 bilhões guardados no caixa. O que a gente espera é pressionar as secretarias e a prefeitura para que esse recurso possa ser investido na melhoria de serviços e no atendimento dos problemas que já foram apresentados. Também apresentaremos um relatório das nossas visitas para que a prefeitura possa ter ciência daquilo que vem ocorrendo e acompanharemos os inúmeros processos que estão em curso”, disse.

Para os dois deputados, o que está em curso atualmente na cidade de São Paulo é uma política higienista, de segregação da população mais vulnerável. “É uma política higienista, que não olha com dignidade, humanidade e respeito para a população de rua. É uma política da esfera municipal, mas também da esfera estadual, e é isso que estamos tentando combater. Estamos tentando fazer com que as gestões olhem para essa população como pessoas dignas de direito e que merecem ser respeitadas e atendidas. Quando elas saem das ruas, elas merecem ter abrigos com qualidade e que as recebam com cama, com comida e com banho”, disse Erika Hilton.

“A prefeitura tem adotado uma postura higienista, preconceituosa e de estigmatização contra essa população e aí a gente vê o aumento da violência e a gravidade com que essas pessoas são tratadas nos atendimentos e nas ruas”, acrescentou.

Procurada pela Agência Brasil, a Prefeitura de São Paulo ainda não se manifestou sobre as inspeções feitas pelos deputados.




Fonte: Agência Brasil

Novo presidente do ICMBIo é escolhido por Comitê de Busca


A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, anunciou nesta sexta-feira (5) a indicação de Mauro Oliveira Pires como o novo presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). No comunicado, ela diz que Pires foi escolhido por meio de um Comitê de Busca, instituído em fevereiro, que contou com a participação de cinco especialistas em conservação ambiental para elaborar uma lista tríplice para a escolha final.

“O comitê, durante o período de 50 dias, analisou 18 candidaturas e, ao final, apresentou a seguinte lista tríplice, em ordem alfabética: Alexander Turra, Iara Vasco Ferreira e Mauro Oliveira Pires, todos com currículo de excelência. Após análise do resultado apresentado pelo Comitê de Busca, foi escolhido o candidato Mauro Oliveira Pires. Agradeço aos integrantes do comitê pelo valioso trabalho voluntário, assim como aos candidatos e candidatas, por sua participação no processo seletivo. Nesta ocasião, também reconheço e agradeço o dedicado trabalho do servidor Marcelo Marcelino de Oliveira pela interinidade na presidência do ICMBio”, escreveu Marina Silva.

Mauro Pires é analista ambiental do ICMBio. Tem graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e mestrado em Sociologia pela Universidade de Brasília (UnB).

Autarquia federal criada em 2007, o ICMBIO tem como principal atribuição a proteção do patrimônio natural do país e a promoção do desenvolvimento socioambiental por meio da gestão das unidades de conservação da União, como reservas biológicas, parques e florestas nacionais.




Fonte: Agência Brasil

Alertas de garimpo caíram 96% em Terra Indígena Yanomami


Levantamento divulgado pela Polícia Federal, nesta sexta-feira (5), aponta uma redução de 96,6% nos alertas de garimpo ilegal originados de imagens de satélite que acompanham as atividades na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, na comparação com o mês de abril deste ano com abril de 2022. No ano passado, foram registrados 444 alertas em abril e, neste ano, apenas 18.

Ao longo desta semana, a PF informou que houve a destruição de acampamentos, combustíveis e maquinário encontrados na terra indígena, em locais que ainda têm garimpos em atividade, e a realização de diligências relacionadas aos conflitos entre indígenas e invasores, noticiados nos últimos dias.

No sábado (29), um atentado de garimpeiros contra indígenas resultou na morte de um agente de saúde yanomami e deixou outros dois feridos.

No dia seguinte, um confronto entre forças de segurança e garimpeiros ocasionou a morte de quatro invasores. As ações envolvem, além da PF, agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Força Nacional de Segurança e servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

No início da semana, o Ibama informou que, desde a deflagração da Operação Libertação, para a retirada de garimpeiros da terra indígena, foram destruídos 327 acampamentos de garimpeiros, 18 aviões, dois helicópteros, centenas de motores e dezenas de balsas, barcos e tratores. Também foram apreendidas 36 toneladas de cassiterita, 26 mil litros de combustível, além de equipamentos usados por criminosos.

*A matéria foi alterada às 11h23 do dia 6 de maio para correção de informação. Houve diminuição do número de alertas de garimpo, e não de queimadas. O título também foi corrigido. 




Fonte: Agência Brasil

Queimadas caíram 96% em Terra Indígena Yanomami


Levantamento divulgado pela Polícia Federal, nesta sexta-feira (5), aponta uma redução de 96,6% nos alertas de queimadas originados de imagens de satélite que acompanham as atividades de garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, na comparação com o mês de abril deste ano com abril de 2022. No ano passado, foram registrados 444 alertas em abril e, neste ano, apenas 18 no mesmo período.

Ao longo desta semana, a PF informou que houve a destruição de acampamentos, combustíveis e maquinário encontrados na terra indígena, em locais que ainda têm garimpos em atividade, além de ter realizado diligências relacionadas aos conflitos entre indígenas e invasores, noticiados nos últimos dias.

No sábado (29), um atentado de garimpeiros contra indígenas resultou na morte de um agente de saúde yanomami e deixou outros dois feridos.

No dia seguinte, um confronto entre forças de segurança e garimpeiros ocasionou a morte de quatro invasores. As ações envolvem, além da PF, agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Força Nacional de Segurança e servidores do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

No início da semana, o Ibama informou que, desde a deflagração da Operação Libertação, para a retirada de garimpeiros da terra indígena, foram destruídos 327 acampamentos de garimpeiros, 18 aviões, dois helicópteros, centenas de motores e dezenas de balsas, barcos e tratores. Também foram apreendidas 36 toneladas de cassiterita, 26 mil litros de combustível, além de equipamentos usados por criminosos.




Fonte: Agência Brasil

Filho é indiciado por homicídio doloso após atropelar e matar o próprio pai no Jardim Humberto Salvador, em Presidente Prudente


O homem, de 19 anos, suspeito de atropelar e matar o próprio pai, de 46 anos, no Jardim Humberto Salvador, foi indiciado, nesta sexta-feira (5), por homicídio doloso, em Presidente Prudente (SP). O rapaz compareceu à Polícia Civil, acompanhado de um advogado, e foi ouvido na Delegacia de Investigações sobre Homicídios, que funciona na Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic).




Fonte: G1