Forças Armadas combatem crimes na fronteira com Bolívia e Paraguai


O Ministério da Defesa iniciou nesta quarta-feira (20) a Operação Ágata Oeste 2023, para aumentar a segurança na região de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul que faz fronteira com Bolívia e Paraguai, marcada pelo tráfico de drogas, roubo de cargas e veículos.  

Uma das medidas é a ativação do Comando Conjunto Ágata Oeste, que tem a participação de 1.300 militares e de órgãos de segurança pública, ambiental e de fiscalização.

“A expectativa com a Ágata Oeste é inibir a prática de ilícitos transfronteiriços e ambientais no período da operação, ocasionando, naturalmente, um aumento da segurança e melhorando a nossa consciência situacional e dos demais órgãos envolvidos”, informou o comandante da operação e contra-almirante, Iunis Távora Said, em nota do ministério.

Em 2022, cerca de 32 toneladas de drogas, como maconha, cocaína, pasta base de cocaína e crack, foram apreendidas nas cidades fronteiriças, conforme dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado de Mato Grosso.

A operação conta ainda com apoio de oito aeronaves e dez viaturas. As Forças Armadas irão promover ações sociais, como atendimento médico e doação de roupa para comunidade local.




Fonte: Agência Brasil

Fausto Silva dá entrada em hospital para avaliação do coração


O apresentador Fausto Silva, o Faustão, deu entrada na última segunda-feira (18) no hospital Albert Einstein, na capital paulista, para fazer exames no coração. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (20) pela unidade de saúde.

De acordo com boletim médico, o retorno do apresentador ao hospital é um “protocolo de rotina” para avaliar o funcionamento do órgão. Faustão foi submetido a um transplante de coração em 27 de agosto e ficou internado até o último dia 10.

“O paciente Fausto Silva deu entrada no Hospital Israelita Albert Einstein no dia 18 de setembro para a realização de exames pós-transplante cardíaco. Trata-se de protocolo de rotina que avalia o funcionamento do coração e se há indícios de rejeição”, diz o boletim médico.

O apresentador recebeu o órgão por meio da fila de transplantes do Sistema Único de Saúde (SUS) após o agravamento de um quadro de insuficiência cardíaca que ele apresentava desde 2020.




Fonte: Agência Brasil

Programa Quintais Produtivos fortalece autonomia de mulheres do campo


Os ministérios do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) lançaram nesta quarta-feira (20), o Programa Quintais Produtivos das Mulheres Rurais, voltado para a promoção da segurança alimentar e nutricional e da autonomia econômica das mulheres do campo. 

Com a previsão de criar 90 mil quintais produtivos no país até 2026, a ação consiste em associar os quintais com fomento, assistência técnica, cisternas e comercialização. Localizados próximos a  casas rurais, os quintais produtivos costumam ser manejados pelas mulheres para a produção de alimentos, além da criação de pequenos animais e da conservação da biodiversidade.

O programa foi anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em agosto, durante a Marcha das Margaridas.

A coordenadora da Marcha das Margaridas, Mazé Morais disse que o programa mostra o reconhecimento do governo ao trabalho das mulheres do campo da floresta, das águas e das periferias urbanas desenvolvem em seus quintais. “Hoje mais um passo está sendo dado na busca de soluções para uma das grandes questões do Brasil, que é o enfrentamento à fome e a segurança alimentar”, disse.

Os ministros Paulo Teixeira e Wellington Dias e a diretora do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Tereza Campello. assinaram acordo de cooperação técnica que prevê a estruturação dos quintais produtivos como estratégia de promoção da segurança alimentar e nutricional e autonomia econômica das mulheres rurais. As beneficiárias receberão fomento produtivo para aquisição de insumos e equipamentos, além de assistência técnica para comercialização da produção.

Para Paulo Teixeira, os quintais têm o papel de ajudar no enfrentamento aos três principais desafios do mundo atual, que são a redução das desigualdades sociais, evitar a crise climática e aprofundar a democracia. Eles cumprem o papel de um programa de inclusão social pela via produtiva. São lugares estratégicos para combater a fome e a desigualdade social”, destacou o ministro, lembrando também o papel de fortalecer a luta das mulheres.




Fonte: Agência Brasil

Ainda na UTI, baixista Mingau responde pela primeira vez


O Hospital São Luiz do Itaim, da Rede D’Or, em São Paulo, informou que o paciente Rinaldo Oliveira Amaral, conhecido como Mingau, abriu os olhos pela primeira vez, nesta quarta-feira (20), depois de passar dias desacordado. Baixista da banda de rock Ultraje a Rigor, ele deu entrada na unidade após ser baleado na cabeça, no último dia 2.

Com quadro estável de saúde, o músico segue internado em um leito da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), já sem sedação. Segundo o hospital, a equipe está desconectando aos poucos os equipamentos de ventilação mecânica que o ajudam a respirar.

Mingau foi submetido a uma cirurgia intracraniana de emergência na unidade. A bala atingiu o lado esquerdo do cérebro do artista, conforme explicou a equipe médica

A Polícia Militar do Rio de Janeiro já anunciou a prisão de mais uma pessoa suspeita de ter envolvimento na tentativa de homicídio contra o músico. O suspeito foi preso no dia 15 de setembro, na Ilha das Cobras. Um outro suspeito já havia sido preso pelas autoridades policiais, no dia 3 de setembro.




Fonte: Agência Brasil

Superfície de água encolheu em países amazônicos, mostra MapBiomas


A superfície de água reduziu nos nove países amazônicos nos últimos 10 anos. Segundo os dados da plataforma MapBiomas Água Países Amazônicos, lançada nesta quarta-feira (20), o período de 2013 a 2022 apresenta uma retração na média de superfície de água de 1 milhão de hectares em relação ao período analisado, de 2000 a 2022.

O MapBiomas é uma rede formada por organizações não governamentais, universidades e empresas de tecnologia que monitora as alterações do uso na terra no Brasil. O monitoramento da Região Amazônica é realizado por uma parceria com a Rede Amazônica de Informações Socioambientais Georreferenciadas, um consórcio de organizações da sociedade civil que atua em cinco países além do Brasil – Bolívia, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela.

Apesar da retração, no ano passado o Brasil apresentou uma expansão da superfície coberta com água em relação à média histórica. Foram identificados 18,8 milhões de hectares cobertos de água em 2022, enquanto a média para o país é de 17,8 milhões de hectares.

A diferença fez com que a média da região no ano passado também ficasse cerca de 750 mil hectares acima do histórico.

“Na nossa região há três países que apresentaram uma redução da sua superfície de água durante todo o intervalo entre 2000 e 2022, que são Equador, Peru e Bolívia. Os outros seis países apresentaram um período de aumento e outro de redução de superfície de água, em relação à média histórica, que ocorreu entre 2013 e 2021, com tendências semelhantes, mas de magnitude variável”, explica Eva Mollinedo, uma das integrantes da equipe MapBiomas Água Países Amazônicos.

Na Bolívia, no ano passado, foi verificada uma retração de 41,8 mil hectares na cobertura de água em comparação com a média histórica de 1,6 milhão de hectares.

No Peru, a redução da superfície com água ficou em 124,3 mil hectares abaixo da média histórica, de 1,7 milhão de hectares.

A diminuição da superfície com água ficou em 14,3 mil hectares no Equador, que tinha, em 2022, um total de 226,7 mil hectares de rios, córregos e lagos.

Geleiras

A perda do volume de água também pode ser notada no derretimento das geleiras, em especial nos países andinos. De 1985 a 2022, houve uma perda de 184 mil hectares de geleiras, o que representa uma redução de 56% nas áreas que eram cobertas permanentemente com gelo.

Na Venezuela, país com menor cobertura glacial, houve perda de 97% do gelo (82 hectares). A maior extensão de derretimento foi no Peru, com a perda de 115 mil hectares de cobertura glacial.

“Essa diminuição pode impactar economicamente as populações dos Andes tropicais, com efeitos na agricultura, no abastecimento de água potável e na integridade dos ecossistemas”, avalia Juliano Schirmbeck dae Geokarten, também da equipe MapBiomas.

De acordo com ele, esse fenômeno está ligado à aceleração das mudanças climáticas. “Tudo isso agrava problemas de saúde e as dificuldades de acesso aos alimentos, o que prejudica de forma mais intensa as populações com menos recursos econômicos. Essa diminuição da superfície da água contribui para a proliferação de incêndios florestais e emissões de gases com efeito de estufa, o que afeta tanto a biodiversidade como as comunidades locais”.




Fonte: Agência Brasil

Marinha resgata sete tripulantes de embarcação que estava à deriva


A Marinha do Brasil concluiu nesta quarta-feira (20), na costa do Maranhão, o resgate de sete tripulantes de uma embarcação pesqueira que saiu de Camocim, no Ceará, e ficou 6 dias à deriva, após apresentar falha mecânica. 

As buscas tiveram início no final da tarde de segunda-feira (18), depois de um alerta recebido pelo Serviço de Busca e Salvamento da Marinha Norte (Salvamar), em Belém. Após a operação, os tripulantes do barco, encontrado a cerca de 226 quilômetros de São Luís, desembarcaram na capital maranhense.

“Os tripulantes tinham mantimentos e água a bordo, o que os manteve em boas condições de saúde”, informou a Marinha.

O barco saiu do município de Camocim, no dia 4 de setembro, mas perdeu o leme após falha mecânica após alguns dias de navegação.

No resgate, o Salvamar empregou um helicóptero Super Cougar do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Norte (EsqdHU-41), subordinado ao Comando do 4º Distrito Naval. O resgate teve ainda apoio da Capitania dos Portos do Maranhão, do Corpo de Bombeiros do Maranhão e do Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de São Luís.

“Estávamos na esperança de que o resgate viria por meio de alguma embarcação que passaria pelo local, quando avistamos a aeronave da Marinha. Foi motivo de alívio e alegria”, disse o pescador José Augusto do Nascimento, de 52 anos de idade, o primeiro tripulante a ser içado da embarcação até o helicóptero.

A Marinha informou que os pescadores voltarão para o município de Camocim. Uma embarcação foi enviada para o local para realizar o reboque do barco que estava à deriva e também levar para Camocim.




Fonte: Agência Brasil

Comunidade de Boipeba é certificada como remanescente de quilombo


A Comunidade de Boipeba, no município de Cairu, no sul da Bahia, foi reconhecida e certificada pela Fundação Cultural Palmares como remanescente de quilombo. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (20) e será registrada no Livro de Cadastro Geral. 

Boipeba também é o nome da ilha onde vivem quatro comunidades quilombolas: a que recebe o mesmo nome do lugar, a de Moreré, Monte Alegre e a de São Sebastião, conhecida como Cova da Onça. A ilha, por sua vez, integra o município arquipélago de Cairu, formado pelas ilhas de Tinharé, Cairu, Boipeba e outras que somam 17.761 habitantes, segundo o Censo de 2022.

Segundo o morador do local, Benedito da Paixão Santos, conhecido como Bio, a notícia de que o certificado está publicado foi recebida com muita felicidade pelas 190 famílias que vivem na ilha de Boipeba. “Teve gente que até chorou de tão emocionada que ficou porque é um reconhecimento do que a gente é”, disse.

O vilarejo de Boipeba é uma das regiões povoadas mais antigas na ilha e guarda muito da cultura afrodescendente nas manifestações artísticas, religiosas e na forma de viver. Tradições como as Festas de Iemanjá e do Divino, o Zambiapunga e o Bumba Meu Boi reforçam a importância do vínculo com essas origens.

Um lugar com história

“O turismo vem para Boipeba, não só pela beleza da ilha, vem para ver a história do lugar, para conhecer as pessoas daqui, ouvir o que dizem os verdadeiros anciões das comunidades”, explicou Bio, com o orgulho de quem ouviu e agora conta as histórias de resistência daquele povo.

Aos 46 anos, Bio foi um dos responsáveis por dar andamento ao processo autodeclaratório para a certificação da comunidade. Ele é parte da história do lugar e filho da mulher responsável pelo nascimento de quase todos que vivem na comunidade: dona Edite da Vida, parteira, benzedeira e uma das anciãs que, até o fim da vida, cuidou da comunidade. “Praticamente todo mundo aqui passou pelas mãos dela, seja pra nascer ou em busca de se curar de algum mal”, garantiu.

As belezas naturais da ilha fazem com que o turismo seja a principal atividade econômica das famílias que vivem na comunidade. Segundo Bio, até a pesca e a agricultura de subsistência dividem espaço como turismo. “O que é plantado aqui, o que é pescado aqui, grande parte vai pra mesa dos visitantes”, frisou.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ((IBGE), o salário médio mensal do município de Cairu era de 1,7 salário mínimo em 2021, com apenas 18,1% de pessoas ocupadas. Dados que mostram os desafios que ainda precisam ser enfrentados pelas comunidades locais, mas o reconhecimento das origens abre possibilidades de acesso às políticas públicas. “Foi uma luta conseguirmos dar esse passo, nada é fácil por aqui. Nosso direito era negado por não termos esse documento, agora temos como provar o que somos”, finalizou Bio.




Fonte: Agência Brasil

Bairros paulistanos registram queda de energia nesta quarta-feira


Diversos bairros da cidade de São Paulo enfrentaram quedas de energia no início da tarde desta quarta-feira (20). As regiões mais afetadas foram as zonas oeste e sul. Houve relatos de falta de energia em bairros como Pinheiros, Vila Leopoldina, Vila Madalena, Jardins e Morumbi.

Por meio de nota, a Enel Brasil informou que o problema foi provocado por “um evento na rede da companhia de transmissão ISA CTEEP (Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista)”, ocorrido na manhã de hoje. De acordo com a Enel, esse evento impactou clientes da região metropolitana de São Paulo e de bairros localizados nas regiões oeste, norte e sul. A Enel informou que o fornecimento de energia já foi restabelecido para todos os clientes.

Já a ISA CTEEP informou que o problema ocorreu por volta das 11h35 em sua subestação Milton Fornasaro, responsável pelo abastecimento da região oeste da cidade de São Paulo.

Segundo a companhia, o fornecimento de energia foi normalizado às 12h07, e as causas da falha ainda estão sendo investigadas.




Fonte: Agência Brasil

Congresso Brasileiro de Trilhas debate políticas públicas


A consolidação de políticas públicas para as trilhas de longo curso é tema de debate no estado do Rio de Janeiro. O 2º Congresso Brasileiro de Trilhas começa nesta quarta-feira (20) no complexo arquitetônico Caminho Niemeyer, no centro de Niterói. Terminará no domingo (24).

Organizada pela Associação Rede Brasileira de Trilhas de Longo Curso, pela prefeitura de Niterói e pela Niterói Empresa de Lazer e Turismo – Neltur, a promoção conta com participantes de todos os estados. Haverá apresentação de casos de sucesso, com ênfase nos pilares fundamentais para o desenvolvimento e estruturação das Trilhas de Longo Curso, abordando  governança, sinalização padronizada, manejo de trilhas, capacitação, empreendedorismo, voluntariado, ecoturismo, turismo de base comunitária, lazer e interação com a natureza.

Entrevistado pela Agência Brasil, o presidente da Rede Brasileira de Trilhas, Hugo de Castro, disse hoje (20) que o congresso pretende debater a implantação de um instrumento para o desenvolvimento sustentável nas comunidades por onde passam trilhas, bem como uma melhor distribuição de renda nos municípios mais distantes.

“O programa está apoiado em três pilares: a conservação, emprego e recreação, porque as trilhas de longo curso são corredores ecológicos”, acentuou.

O congresso, que tem mais de duas mil pessoas inscritas, vai reunir especialistas, profissionais da conservação e do turismo e gestores públicos e privados, além de entusiastas do tema para discutir trilhas e preservação ambiental e contará com palestras, oficinas, discussões de políticas e trocas de experiências.

Indicado para o público que gosta de trilhas, meio ambiente, lazer, recreação e cultura, o evento apresenta iniciativas de conservação e turismo ecológico, além de abordar a geodiversidade e o fomento de um modelo de turismo sustentável nos municípios, incluindo a importância da sinalização.

O diretor da Rede Brasileira de Trilhas e membro fundador da Trilha Transcarioca, Pedro da Cunha e Menezes, explicou que a rede está conectada ao Ministério do Meio Ambiente, Ministério do Turismo e ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Segundo ele, a responsabilidade das organizações é conseguir financiamento para as ações.

“Estamos buscando recursos para implementação e manejo em conjunto com essas instituições que fazem a gestão de unidades de conservação, sobretudo, com o ICMBio a nível federal, que é responsável por quase 60 das trilhas que passam dentro das unidades de conservação”, afirmou.

Conhecer para conservar

Ele frisou que até o segundo semestre de 2024 essas parcerias devem ser ampliadas para incluir estados, municípios e o Ministério do Desenvolvimento Agrário. É o governo tirando do papel a frase “conhecer para conservar”, destacou.

“Cada pessoa que caminha numa trilha bem mantida, bem sinalizada, entra em contato com os servidores, sai diferente, mais conscientizada da importância da conservação. Vemos isso claramente porque grande parte das pessoas que trabalham voluntariamente na conservação dos parques e das trilhas da rede se integrou após ter caminhado em trilhas bem manejadas e bem sinalizadas”, informou

Segundo a organização, serão abordados temas como sustentabilidade, preservação, turismo responsável e inovação, tendo como objetivo mudar a forma como as trilhas são percebidas, preservadas e promovidas, dando voz a diferentes experiências e iniciativas no Brasil e no mundo, trazendo aprendizado, desde questões técnicas como sinalização até perspectivas de desafios e oportunidades na implementação, gestão e fomento das rotas.

A programação completa do congresso está no link.

Seminário

Outro evento que ocorre simultaneamente é 1° Seminário Técnico-Científico da Rede Brasileira de Trilhas de Longo Curso, dentro da campanha global da Década da Restauração dos Ecossistemas (2021/2030), promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU).

A iniciativa, que ocorre apenas nesta quarta-feira, deve sinalizar comprometimento com objetivos de preservação ambiental e sustentabilidade.

O seminário terá como meta articular iniciativas governamentais e não governamentais para conservação e restauração de ecossistemas com as trilhas de longo curso, visando benefícios para as pessoas e para a natureza. Serão promovidos debates, capacitação dos envolvidos com a Rede Trilhas e implementação de trilhas de maneira sustentável e positiva para a biodiversidade, em especial para as espécies ameaçadas de extinção.

Serão discutidos temas como Trilhas como Corredores Ecológicos: Perspectivas Científicas e Experiências Internacionais; Impactos sobre a Biodiversidade em Trilhas: Espécies exóticas invasoras e Exploração Excessiva de Espécies Nativas; e Desafios e Oportunidades no Monitoramento da Biodiversidade e Geração de Renda em Trilhas.

Durante o seminário, será trabalhado o conceito de que a recreação e o turismo dependem do trabalho de conservação com o foco voltado para o “como usar” para conservar o atrativo. Segundo a organização, a trilha é considerada uma ferramenta de conservação, além da recreação e geração de renda.

*Estagiário sob supervisão de Akemi Nitahara 




Fonte: Agência Brasil

Sobe para 49 número de mortos no RS após chuvas intensas e enchentes


O corpo de uma mulher foi localizado, na terça-feira (19), por mergulhadores do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul, no município de São Valentim do Sul. Com isso, subiu para 49 o número de mortes decorrentes das chuvas intensas que causaram enchentes e deixaram estragos em dezenas de cidades gaúchas.

Até o momento, não há confirmação se a vítima é uma das dez pessoas que constam da lista de desaparecidos.

Segundo balanço da Defesa Civil do estado, divulgado na noite de terça-feira (19/9), sobre as ações de resgate nas localidades atingidas, além das dez pessoas desaparecidas, há registro de 3.130 pessoas resgatadas; 4.855 desabrigados desde o início dos eventos. No momento, de acordo com a Secretaria de Assistência Social do Rio Grande do Sul, 765 seguem nesta condição de desabrigados. O estado contabiliza ainda 21.095 pessoas desalojadas.

Ao todo, 106 municípios foram afetados, impactando as vidas de quase 360 mil pessoas.

A Defesa Civil também emitiu alerta de chuvas fortes válido até às 12h desta quarta-feira, que podem causar alagamentos, cheias em arroios e inundações gradativas em córregos e canais, além de descargas elétricas, eventual queda de granizo e rajadas de vento, na parte mais ao sul do Rio Grande do Sul.




Fonte: Agência Brasil